2 de junho de 2026
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Preço médio de venda da estatal para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro

A Petrobras anunciou neste domingo (31.mai.2026) uma redução de R$ 0,35 por litro no preço do óleo diesel A de uso rodoviário. O novo valor médio de venda para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro a partir de 2ª feira (1º.jun.2026). A medida está vinculada à subvenção econômica autorizada pelo governo federal.

O desconto aplicado pela estatal corresponde à subvenção econômica criada pelo governo federal. O governo autorizou a subvenção no sábado (30.mai.2026), por meio da Medida Provisória 1.363 de 2026, direcionada aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país. O objetivo é estabilizar preço e oferta para garantir o abastecimento de diesel.

O novo preço de R$ 3,30 por litro representa uma redução de 37,4% em relação ao valor praticado em 31 de dezembro de 2022, considerando a inflação no período. A subvenção econômica autorizada pelo governo federal foi estabelecida no valor de R$ 1,12 por litro.

A implementação afeta diretamente as distribuidoras que adquirem o combustível da estatal.

Para o consumidor final, segundo a Petrobras, o desconto em valor equivalente ao da subvenção econômica neutralizará a reoneração de PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), também a partir de 1º de junho.

A Petrobras informou que está avaliando os termos da nova subvenção. A companhia não detalhou quais aspectos específicos estão sendo analisados.

“Qualquer decisão da companhia sobre esse tema será tempestivamente divulgada ao mercado nacional”, declarou a Petrobras.


Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil em 31 de maio de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.



Autor Poder360 ·


Primeiro prazo de pagamento venceu em 30 de abril sem repasses às empresas habilitadas

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) disse que ainda depende da formalização de um acordo de cooperação com a Receita Federal para liberar pagamentos do programa de subvenção ao diesel. O 1º prazo para ressarcimento às empresas habilitadas, referente às vendas realizadas em março, venceu em 30 de abril sem repasses. 

Segundo a agência, já está em andamento a elaboração de um Acordo de Cooperação entre a Receita Federal e a agência reguladora para que o pagamento seja viabilizado. 

O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo federal para tentar conter os impactos da alta internacional do petróleo após a escalada do conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos.

A medida determina o pagamento de R$ 1,52 por litro de diesel importado e R$ 1,12 por litro de diesel nacional a produtores e importadores que aceitarem vender o combustível abaixo de um preço-teto definido pela ANP.

A adesão ao programa, porém, foi limitada desde o lançamento. Petrobras, Refinaria de Mataripe e Vibra aderiram à política, enquanto distribuidoras como Ipiranga e Raízen permaneceram de fora. 

Na semana passada, a ANP aprovou mudanças na metodologia de cálculo do programa para ampliar a atratividade da subvenção entre produtores e importadores. A agência elevou em R$ 0,28 por litro o preço-teto do diesel importado no 5º período do programa, após reclamações de agentes do setor de que os valores anteriores inviabilizavam economicamente a adesão.

A revisão buscou adequar o mecanismo às oscilações recentes do mercado internacional de petróleo e derivados.

A mudança ocorreu durante a baixa adesão ao programa e às críticas de distribuidoras sobre o risco financeiro da política. Empresas do setor afirmam que o intervalo entre a venda do combustível e o ressarcimento do governo pressiona o fluxo de caixa, especialmente diante da volatilidade dos preços internacionais. 

Também há dúvidas sobre a capacidade de garantir o repasse dos descontos ao consumidor final, já que as distribuidoras alegam não controlar integralmente as margens praticadas pelos postos revendedores.



Autor Poder360 ·


O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), assinou nesta sexta-feira (17/04) o termo de adesão do estado ao Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis, medida instituída pelo Governo Federal por meio da Medida Provisória nº 1.349 e regulamentada pelo Decreto nº 12.931. A proposta estabelece um subsídio temporário de R$ 1,20 por litro de óleo diesel para conter a alta dos preços no país.

O custo será dividido igualmente: a União arca com R$ 0,60 e os estados com os outros R$ 0,60. Em Goiás, o limite de investimento estatal é projetado em R$ 107,2 milhões até o dia 31 de maio de 2026.

Em suas redes sociais, Daniel Vilela destacou o impacto da crise internacional causada pela guerra no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

“Vamos ajudar a segurar o preço nas bombas, garantir o abastecimento e proteger tanto o equilíbrio fiscal quanto o bolso da população. Somos um dos estados que mais consomem diesel no Brasil. Não poderíamos permitir que a nossa economia fosse penalizada pela crise internacional do petróleo e pela instabilidade no cenário global”, escreveu.

É nossa contribuição para que a população não seja ainda mais prejudicada’

A decisão foi consolidada após estudos da Secretaria da Economia e diálogos com o Ministério da Fazenda e o Tesouro Nacional. Para viabilizar o subsídio, o estado autorizou a retenção automática dos valores diretamente no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

O foco principal é proteger os setores de transporte e agropecuária, evitando que o aumento do combustível encareça toda a cadeia produtiva. Daniel Vilela, que já havia sinalizado a adesão desde sua posse em 31 de março, reforçou o compromisso com o consumidor final.

“Vamos dar a nossa contribuição para que a população não seja ainda mais prejudicada com novos aumentos. Qualquer tipo de reajuste no diesel, combustível essencial para o principal modal de transporte do país, que é o rodoviário, tem reflexo direto para os consumidores e é algo que não queremos”, afirmou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Novas regras saíram em edição extra do Diário Oficial e valem até 31 de maio; pacote inclui subsídios para as empresas que importam diesel e para os produtores nacionais, o QAV (Querosene de Aviação) e o biodiesel

O governo publicou nesta 3ª feira (7.abr.2026) a medida provisória e decretos com as novas regras para conter os aumentos dos preços do diesel, do gás e da querosene de aviação causados pela guerra no Irã. O pacote inclui subsídios para as empresas que importam diesel e para os produtores nacionais, o QAV (Querosene de Aviação) e o biodiesel.

A MP e os decretos foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União. Leia a íntegra (PDF – 221kB).

Desde o início do conflito iniciado por Estados Unidos e Israel contra o Irã, o preço do petróleo no mercado internacional disparou por causa do fechamento do estreito de Ormuz, no Oriente Médio, passagem por escoa cerca de 20% da produção mundial do produto. Os governos norte-americano e iraniano chegaram a um acordo nesta 3ª feira por um cessar-fogo na região mediante a reabertura do estreito por duas semanas. Neste período, os países irão negociar uma trégua permanente.

As novas regras entram em vigor imediatamente e valem até 31 de maio, com a possibilidade de serem prorrogadas por mais 2 meses. A MP precisa ser analisada pelo Congresso em um prazo de, no máximo, 120 dias. O pacote foi anunciado pela equipe econômica na 2ª feira (6.abr).

De acordo com o governo, as medidas custarão até R$ 31 bilhões às contas públicas em 2026. Mas, o Executivo alega que o impacto fiscal será neutro por causa do aumento da receita extraordinária com os royalties de petróleo.

Eis um resumo das medidas:

  • subvenções para produtores nacionais de diesel: R$ 6 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses);
  • subvenção às empresas importadoras de diesel: R$ 2 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses), há um custo de R$ 2 bilhões ao Estados que não entrou na conta da União;
  • subvenção inicial de R$ 0,32 por litro para importação: R$ 2 bilhões;
  • subvenção do GLP e retiradas dos impostos do QAV e biodiesel: R$ 500 milhões;
  • zerar as alíquotas do PIS/Cofins do diesel: R$ 20 bilhões em valores anualizados. A equipe econômica afirma que a cobrança do tributo deverá voltar após posteriormente, ainda em 2026, o que reduziria a renúncia fiscal.

O governo Lula criou duas subvenções ao óleo diesel que complementam a ajuda de custo de R$ 0,32 por litro publicada na Medida Provisória nº 1.340, publicada em 12 de março. A medida provisória dá uma subvenção adicional de R$ 1,20 por litro do combustível, cujo valor será pago pelos Estados (R$0,60) e União (R$ 0,60). O custo desta medida específica é de R$ 4 bilhões, sendo metade para o governo Lula (R$ 2 bilhões) e o restante para os demais entes.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, só 2 Estados não aderiram. Ele disse que o combustível tende a ficar mais caro nestes locais. A medida vale por 2 meses, prorrogáveis por mais 2 meses.

O governo também dará custeará redução de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil. O governo reservou até R$ 10 bilhões para a medida, mas o ministro do Planejamento afirmou que o custo efetivo será de R$ 6 bilhões.

A medida provisória também pune empresários que não repassarem a queda de preços. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que um projeto de lei em caráter de urgência ampliará os poderes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Silveira disse que são “medidas coercitivas” contra aqueles que vão “atentar” contra a economia popular. Empresários que vão “infringir as leis” da economia popular passarão a ser punidos no CPF. É necessária uma “flagrante” irregularidade.

Ele declarou que o governo tem visto essa prática de forma “reiterada” nas ações da Polícia Federal, do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e ANP.

“Agora [a ANP] passa a ser, inclusive, fortalecida. Agora não só o agente no seu CNPJ, mas no CPF aqueles empresários que venham infringir as leis da economia popular. Passam a, também, serem punidos no CPF com relação aos abusos de preços no Brasil”, disse.

As empresas deverão adotar mecanismos para a suavização de preços, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. Ele declarou que não é “razoável” que o dinheiro da subvenção do pagador de imposto não resulte no preço mais barato do diesel.



Autor Poder360 ·


A Petrobras comunicou nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, que reduzirá o preço de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,16 por litro. A medida passa a valer a partir desta terça-feira (6), e o novo valor será de R$ 3,27 por litro.

Com o novo ajuste, o valor médio do diesel B – que é o tipo comercializado nos postos – deve ficar em R$ 2,81 por litro para o consumidor final. Isso porque o produto é formado por uma mistura obrigatória de 86% de diesel A com 14% de biodiesel, conforme as normas da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Reduções acumuladas desde 2022

Segundo a Petrobras, desde dezembro de 2022 o valor do diesel A comercializado com as distribuidoras já foi reduzido em R$ 1,22 por litro, representando uma queda de 27,2% no preço nominal. Quando considerada a inflação acumulada do período, a redução real atinge R$ 1,75 por litro, equivalente a 34,9%.

A estatal reforça que os reajustes seguem sua política comercial e que as decisões são baseadas em análises de mercado, variáveis econômicas globais e o compromisso com o equilíbrio financeiro da companhia, sem repassar automaticamente as variações do mercado internacional para o consumidor brasileiro.


A informação foi confirmada pelo Jornal Folha de Goiás, que acompanha com responsabilidade e independência os impactos econômicos das decisões da Petrobras e sua influência direta no cotidiano da população goiana e brasileira.

Autor # Jornal Folha de Goiás