Líder do União Brasil diz que pré-candidatura de Flávio não teve diálogo
Lidiane 6 de dezembro de 2025
Com 59 deputados e 5 senadores, o União Brasil tem uma das bancadas mais numerosas do Congresso
O líder do União Brasil na Câmara, o deputado Pedro Lucas Fernandes, disse nesta 6ª feira (5.dez.2025) que a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República foi anunciada sem diálogo prévio. A afirmação foi feita ao jornal Valor Econômico.
Com 59 deputados e 5 senadores, o União Brasil tem uma das bancadas mais numerosas do Congresso. Se somados aos 50 deputados e aos 7 senadores do PP, a federação União Progressista, entre os 2 partidos, é o grupo mais representativo da Casa.
Nas redes sociais, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda (União-PE) também se manifestou sobre o tema. O representante afirmou que o partido não deve embarcar na escolha do presidente.
“Nosso caminho não é o do confronto estéril, mas o da construção. Vamos focar no Brasil, nas pautas das nossas bancadas estaduais, no diálogo maduro entre diferentes visões e na agenda que de fato transforme a vida das pessoas”, publicou.
Na publicação, Rueda também cita o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira (PP-PI) como participante do posicionamento em conjunto da federação.
Nogueira não postou, mas, em entrevista ao Poder360 na 4ª feira, afirmou que apenas 2 nomes são capazes de vencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, e Ratinho Junior (PSD), do Paraná –deixando de fora a família Bolsonaro e o próprio Ronaldo Caiado, governador de Goiás e pré-candidato pelo União Brasil, seu aliado na federação.
O presidente do PP reforçou que, em 2026, o campo de centro-direita só terá chances reais de conquistar a vaga no Planalto se houver unificação em torno de um nome forte para a disputa.
Nogueira disse que o Progressistas não teria dificuldade em apoiar qualquer um dos 2 governadores citados. Afirmou que, embora não mande no partido, “tem enorme influência” e sente que a base da legenda está inclinada à mesma direção.
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen disse que buscará um acordo com Trump; republicano anunciou que irá impor tarifa de 30% sobre produtos do bloco
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou neste sábado (12.jul.2025) que irá buscar um acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a tarifa de 30% a produtos do bloco anunciada pelo republicano. No entanto, disse que uma retaliação não está descartada.
Em publicação em seu perfil no X, von der Leyen afirmou que, apesar de estar aberta ao diálogo, a União Europeia está pronta “para proteger os interesses da UE com base em contramedidas proporcionais”. Afirmou que a tarifa sobre as exportações do bloco “prejudicaria empresas, consumidores e pacientes em ambos os lados do Atlântico”.
A medida foi anunciada por Trump neste sábado (12.jul) em seu perfil oficial na plataforma Truth Social. As novas taxações entrarão em vigor a partir de 1º de agosto de 2025. O México também foi taxado em 30%.
O presidente norte-americano publicou uma carta formal comunicando a decisão aos europeus. A justificativa para taxar produtos baseia-se no que ele considera um desequilíbrio persistente na balança comercial entre os Estados Unidos e o bloco.
Trump disse que, caso haja retaliação por parte desses parceiros comerciais, os Estados Unidos aumentarão ainda mais as tarifas.
O presidente dos Estados Unidos ainda sugeriu que as empresas europeias poderiam evitar as novas tarifas caso decidissem produzir seus produtos em território norte-americano. Ele afirmou que, nesse cenário, o governo se comprometeria a agilizar as aprovações de forma rápida, profissional e rotineira, em questão de semanas.
Dólar inicia maio em queda com sinais de diálogo entre EUA e China e favorece emergentes
Lidiane 10 de maio de 2025
O dólar comercial começou o mês de maio em ritmo de desvalorização no Brasil, refletindo o otimismo do mercado financeiro global com a possível retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Nesta sexta-feira (2), a moeda norte-americana foi vendida a R$ 5,654, com queda de 0,41% (ou R$ 0,023). O movimento contribuiu para a baixa acumulada da semana e reforçou o viés de tranquilidade entre os investidores.
No acumulado semanal, o dólar apresentou queda de 0,58%. Em 2025, a divisa já registra desvalorização de 8,51% frente ao real, favorecendo as importações e colaborando para a contenção de pressões inflacionárias no país.
Ações oscilam, mas fecham em leve alta
O mercado de ações teve um dia mais volátil. O Ibovespa, principal índice da B3, chegou a cair 0,52% durante a manhã, mas se recuperou ao longo do dia e encerrou praticamente estável, com leve alta de 0,05%, aos 135.134 pontos. Na semana, o índice acumulou avanço de 0,29%, impulsionado por setores exportadores e empresas ligadas a commodities.
Sinais positivos do exterior influenciam o câmbio
A sexta-feira foi marcada pela ausência de notícias relevantes no cenário econômico doméstico, o que direcionou a atenção do mercado para o ambiente internacional. Pela manhã, a divulgação de que os Estados Unidos criaram 177 mil empregos fora do setor agrícola em abril elevou momentaneamente o dólar, já que os dados acima do esperado podem adiar cortes nos juros por parte do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA.
No entanto, o anúncio de que o governo dos Estados Unidos procurou a China para discutir as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump há um mês — que chegaram a 145% — mudou o humor do mercado. O Ministério do Comércio chinês confirmou o contato, e a sinalização de um possível recomeço nas tratativas comerciais entre as duas maiores economias do mundo gerou alívio entre os investidores.
Brasil se beneficia com movimento global
Com a perspectiva de distensão nas relações comerciais, moedas de países emergentes ganharam força. A China é o principal comprador mundial de commodities, como soja, minério de ferro e petróleo, o que torna países produtores, como o Brasil, diretamente beneficiados quando há sinais de estabilidade nas trocas comerciais globais.
O real, nesse contexto, foi valorizado, e a expectativa é de que o movimento continue se houver avanços concretos nas conversas entre os dois países.
A informação foi confirmada pelo Jornal Folha de Goiás, que acompanha com responsabilidade e independência os desdobramentos do mercado financeiro e seus reflexos diretos na economia de Goiás e do Brasil.



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