Coordenada pelo deputado Eliel Junior, Frente Parlamentar de Combate ao Feminicídio é instalada na Assembleia Legislativa
Lidiane 2 de junho de 2026
O deputado estadual Eliel Junior (SD) coordenou a instalação da Frente Parlamentar de Combate ao Feminicídio, em reunião híbrida, realizada no início da tarde desta terça-feira, 2. A proposta foi defendida pelo parlamentar em requerimento protocolado no final de abril e instituída por meio do decreto administrativo nº 4.367, de 14 maio de 2026.
De acordo com Eliel Junior, a iniciativa foi motivada pelo avanço dos casos de violência letal contra mulheres no Estado. “Nosso objetivo é contribuir com a rede de proteção, identificar eventuais fragilidades nos mecanismos atualmente existentes e propor soluções para prevenir novas ocorrências. Este será um espaço permanente de diálogo, fiscalização e construção legislativa”, sublinhou o proponente da matéria e coordenador da nova frente.
Como encaminhamentos iniciais, foram propostos: o levantamento de dados atualizados, o mapeamento da rede estadual de proteção e atendimento, a realização de audiências e reuniões técnicas, o acompanhamento da execução das políticas públicas existentes, elaboração de propostas legislativas e recomendações institucionais.
Além do coordenador, o colegiado conta com os seguintes membros titulares: Alessandro Moreira (PRD), Amauri Ribeiro (PL), Anderson Teodoro (PRD), Bia de Lima (PT), Cristóvão Tormin (PRD), Dr. George Morais (MDB), Jamil Calife (PP), José Machado (PSDB), Karlos Cabral (PSB), Lucas Calil (PRD), Lucas do Vale (PSD), Mauro Rubem (PT), Ricardo Quirino (Republicanos), Talles Barreto (UB), Veter Martins (PSB) e Wilde Cambão (UB).
Por meio da iniciativa, Eliel Junior reafirma o compromisso do Parlamento goiano com o fortalecimento das políticas públicas em defesa da vida e da dignidade das mulheres. A instalação contou com transmissão ao vivo, via YouTube, e pode ser acessada aqui.
Ministra da Gestão afirma que candidatos que tentarem burlar o concurso serão impedidos de assumir cargos públicos federais
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que as forças de segurança estão trabalhando de forma integrada para garantir que o CNU (Concurso Nacional Unificado) seja realizado sem “intercorrências”. A declaração foi dada a jornalistas em um dos locais de aplicação da prova em Brasília neste domingo (5.out.2025).
Segundo ela, há duas pessoas de cada Estado acompanhando o concurso junto ao ministério no CICCN (Centro Integrado de Comando e Controle Nacional). O intuito é garantir uma comunicação rápida com todos os locais de prova para que possam agir rapidamente em caso de alguma irregularidade.
Além disso, a ministra afirmou que os candidatos que fraudarem o CNU não ocuparão vagas públicas. “O nosso compromisso é que quem fizer a prova de forma honesta, correta e passar poderá entrar. [O governo] não deixará ninguém que fraudou entrar no lugar dessas pessoas”, disse antes do início das provas.
Na 5ª feira (2.out), a PF (Polícia Federal) iniciou uma operação que apura fraudes em concursos públicos. As investigações incluem possíveis irregularidades no CNU e em outras provas. Ao todo, 3 candidatos ao CNU 2024 foram desclassificados.
Para Esther, o momento da operação policial é benéfico para o concurso. “Ter tido essa operação antes da data de hoje é muito importante porque, justamente, essa quadrilha não vai poder atuar nesse concurso. Essa parecia ser uma das principais quadrilhas que atuavam em fraudes de concurso”, disse a ministra.
O ministério comunicou que não planeja realizar uma nova edição do CNU em 2026. De acordo com a ministra, o Orçamento contempla recursos para a convocação dos aprovados nesta 2ª edição e de outros concursos.
O CNU 2 oferece 3.652 vagas em 32 órgãos do Executivo Federal. As regiões Sudeste e Nordeste concentram o maior número de participantes, com 247 mil e 229 mil inscritos, respectivamente. Os Estados com mais concorrentes são Rio de Janeiro (108 mil), Distrito Federal (102 mil), São Paulo (77 mil), Bahia (65 mil) e Minas Gerais (51 mil).
A previsão do governo é de que 760.000 candidatos devem comparecer aos locais de prova distribuídos em 1.294 locais em 228 cidades. O calendário do CNU estabelece a divulgação do resultado da prova objetiva e convocação para a discursiva em 12 de novembro. O envio de títulos será de 13 a 19 de novembro.


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