4 de junho de 2026
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Pré-candidato criticou governo atual e disse que presidente impede que Brasil tenha espaço internacional

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) disse, nesta 6ª feira (22.mai.2026), que o governo de Lula ainda está no “Brasil colônia”. A crítica foi feita durante uma entrevista concedida pelo candidato ao veículo O Antagonista.

De acordo com Caiado, o governo do PT (sobretudo de Lula) é responsável por impedir o desenvolvimento técnico-científico do país e o aproveitamento de riquezas naturais. Caiado afirmou que falta “uma política de levar o conhecimento e a oportunidade aos jovens” para que sejam competitivos no mercado internacional. 

“Nós perdemos essa luta, nós perdemos a energia renovável, combustível renovável, nós perdemos a globalização, nós estamos perdendo a inteligência artificial. Nós não sabemos utilizar nossas riquezas minerais […]. Nós estamos no mesmo período do Lula, é o período Brasil colônia, exportando pau-brasil. Até hoje, exportando matéria-prima. Então, esse é o retrocesso que os 20 anos do PT comandando o país levou, […] onde os setores produtivos estão todos falidos”, afirmou.

Na entrevista, Caiado também reafirmou que é “um homem da ciência” e que mantém planos de governo já mencionados antes, como a concessão da anistia para os acusados do 8 de janeiro.



Autor Poder360 ·


Pré-candidato do PSD afirma que o caso Vorcaro atingiu a credibilidade do senador e contaminou a centro-direita

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, disse nesta 6ª feira (22.mai.2026) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passa por um momento “extremamente delicado” depois da divulgação de conversas com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

Em entrevista à TMC 360, Caiado afirmou que o episódio atingiu a credibilidade de Flávio e abriu uma discussão sobre a viabilidade do senador como nome da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.

“Hoje, candidato à Presidência da República não pode ter a presunção de inocência”, disse Caiado. Segundo ele, o eleitor espera que o próximo presidente tenha “autoridade moral” para assumir o cargo.

O pré-candidato do PSD afirmou que o acordo entre os nomes da direita era apoiar no 2º turno quem avançasse da 1ª etapa da eleição. Disse, porém, que a situação de Flávio exige uma “reflexão profunda”.

“Seria este o melhor candidato a representar a centro-direita no Brasil ou seria o candidato encomendado para realmente fazer aquilo que o PT deseja no 2º turno?”, declarou.

Caiado afirmou reconhecer a força política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que a militância bolsonarista ainda mantém Flávio em condição competitiva. Para ele, no entanto, o senador “caiu verticalmente nas pesquisas” e “não conseguiu, com seus argumentos, explicar os fatos”.

O ex-governador disse que sua pré-candidatura tem como objetivo “romper a polarização” entre PT e bolsonarismo. Afirmou que a polarização “se retroalimenta” e impede o debate de temas como economia, segurança pública e corrupção.

Segundo Caiado, antes do caso envolvendo Vorcaro, ele dizia que qualquer nome da direita que chegasse ao 2º turno venceria Lula. Agora, afirmou, a candidatura de Flávio poderia ser a preferida do PT.

“Você vê que, se ele for levado ao 2º turno, graças ao prestígio do seu pai nacionalmente, pode ser exatamente aquilo que eu diagnostiquei como sendo o candidato preferido do PT para bater no 2º turno”, disse.



Autor Poder360 ·


A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30/04) revela um cenário de consolidação na disputa pelas duas vagas ao Senado em Goiás. A ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União) lidera as intenções de voto com 22%, seguida pelo senador Vanderlan Cardoso (PSD), que aparece com 12% da preferência do eleitorado.

O levantamento aponta um pelotão intermediário competitivo: Zacharias Calil (MDB) registra 11%, Gustavo Gayer (PL) tem 10% e Humberto Teófilo (Novo) aparece com 8%. Mais abaixo, figuram Alexandre Baldy (PP), com 5%, Oséias Varão (PL), com 3%, e Iure Castro (Cidadania), com 1%. Os candidatos do PSOL, Humberto Chaves e Marcelo Moreira, não pontuaram. O grupo de indecisos soma 16%, enquanto brancos e nulos totalizam 12%.

Foco no municipalismo

Em entrevista ao portal NG, Vanderlan Cardoso atribuiu sua posição ao modelo de mandato municipalista que adotou. Segundo o senador, a entrega de máquinas, veículos e a liberação constante de recursos para o interior fortaleceram sua capilaridade política. “O eleitor busca resultados concretos. Esse tipo de atuação ganha relevância quando a efetividade do mandato passa a ser mais cobrada”, avaliou.

Candidatos de redes sociais

Vanderlan também analisou a dificuldade de pré-candidatos que possuem forte presença digital, mas baixa inserção prática no estado. Para ele, a visibilidade online não tem se convertido automaticamente em votos.

“Quanto mais perto das eleições, mais a população entende a necessidade de ter representantes no Congresso que trabalham pelo estado, e não que vivam apenas de discursos vazios em redes sociais”, argumentou o senador, sugerindo que o eleitor goiano está menos suscetível a retóricas de alta repercussão que não resolvem as demandas locais.

“Mesmo em meio a ataques e fake news, seguimos firmes, consolidados na disputa, ao lado de Gracinha Caiado”, escreveu na sua conta no Instagram.

Dados da pesquisa

A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 24 e 28 de abril. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-00211/2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Ao ser confirmado como pré-candidato do PSD na tarde desta segunda-feira (30/3), em São Paulo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que, caso seja eleito, vai conceder anistia geral, ampla e irrestrita aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 já no primeiro dia de governo. Na mesma fala, ele se colocou como um nome capaz de enfrentar a polarização política.

“Esta eleição tem característica diferente: o desafio não é ganhar a eleição do PT apenas; isso é fácil. O difícil é governar para que o PT não seja mais opção no país. Ele não é opção mais em Goiás, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul”, discursou.

Para Caiado, a principal questão é saber se o próximo presidente, caso não seja do PT, “vai saber governar ou vai aprender a governar na cadeira”. Ele disse que pretende participar dos debates, “porque é no debate que o eleitor vai ter capacidade para decidir”.

“Cabe a mim, como candidato do PSD, romper esse processo de polarização”, afirmou ao responder à primeira pergunta de jornalistas, quando foi questionado sobre eventual apoio a Flávio Bolsonaro em um segundo turno e sobre o que o diferenciaria dentro da direita.

Sobre o processo de escolha interna no PSD, Caiado disse que ainda não falou com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, por falta de tempo, mas afirmou que ligará para o correligionário, “até porque isso foi fruto de um entendimento nosso”. Ele também elogiou o partido por não ter adotado neutralidade na disputa presidencial e por lançar um nome na corrida, reforçando que, segundo Kassab, a candidatura é para valer.

Caiado acrescentou que, superada a etapa interna da legenda, agora terá de percorrer o país, enquanto Kassab trabalha na articulação de apoios e possíveis coligações.

No primeiro dia de mandato, assino a anistia’

Ainda durante o discurso em que apresentou avanços das políticas implantadas em Goiás ao longo de seus dois mandatos, Caiado reiterou que, se for eleito presidente, seu primeiro ato será conceder anistia ampla, geral e irrestrita aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

“No primeiro dia do mandato, eu assino, acabou, vamos pra frente. Eu quero é eficiência”, frisou, ao defender que o país não pode permanecer refém de disputas que, segundo ele, só interessam aos dois lados beneficiados pela polarização.

Caiado também declarou que, se chegar ao Planalto, governará com os governadores, respeitando as prerrogativas de cada ente federativo, conforme determina a Constituição.

Sobre Flávio Bolsonaro, ‘falta experiência’

O pré-candidato também destacou sua trajetória política e administrativa. Ele lembrou que conhece todos os estados do Brasil e citou que disputou a Presidência da República em 1989.

Questionado se considera Flávio Bolsonaro jovem demais para governar o país, Caiado respondeu que o outro candidato “não teve essa experiência, não acumulou, não teve essa vivência de como tratar com o Congresso, com o Supremo, com os outros governadores”.

“E não se governa por decreto, mas dialogando”, afirmou, ao dizer que a complexidade da realidade brasileira exige experiência de quem pretende ocupar o cargo mais importante do país.

Sem atacar diretamente o concorrente, Caiado deixou transparecer que falta vivência ao senador Flávio Bolsonaro

Ele ainda foi indagado sobre uma eventual declaração de inconstitucionalidade, pelo Supremo Tribunal Federal, de um indulto para beneficiar os condenados pelo 8 de janeiro. Caiado respondeu que, como a proposta foi incluída em seu programa de governo, sua eventual eleição daria caráter plebiscitário à medida, com a aprovação do povo nas urnas, o que, segundo ele, a tornaria constitucional.

“Estou dizendo que ao chegar no dia primeiro, eu vou assinar anistia ampla, geral e irrestrita. Isso está decidido”, reforçou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República neste ano e vai cumprir até o fim o segundo mandato à frente do Estado. A decisão foi comunicada nesta segunda-feira (23/3) ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, após conversa com a família no domingo (22).

Com isso, Ratinho Jr. deixa a corrida interna do PSD, na qual aparecia como o nome mais forte da legenda nas pesquisas para 2026. A retirada do governador paranaense recoloca no centro da disputa os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, que seguem como pré-candidatos do partido.

Ao fim do mandato, em dezembro, Ratinho Jr. disse que pretende se afastar da política para assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, criado pelo pai, o apresentador de TV Ratinho. Mesmo fora da disputa nacional, ele deve continuar atuando politicamente dentro do PSD e em defesa das pautas da legenda.

Segundo a nota divulgada por sua assessoria (veja íntegra abaixo), o governador avaliou que precisa manter o compromisso assumido com os eleitores paranaenses e dar sequência ao projeto iniciado em 2018. Ratinho Jr. foi reeleito em 2022 com cerca de 70% dos votos válidos.

A decisão também afeta a sucessão no Paraná e frustra a expectativa de parte do partido, que via o governador como favorito de Kassab para a disputa presidencial. Nas sondagens mais recentes, Ratinho Jr. aparecia à frente de Caiado e Leite, chegando a pontuar acima dos dois em alguns levantamentos.

Na pesquisa Quaest mais recente, de março, ele tinha 7% das intenções de voto em cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite. O bom desempenho nas pesquisas era visto como um dos principais trunfos do governador dentro do PSD.

Mesmo fora da disputa presidencial, o governador afirmou que seguirá à disposição do PSD para contribuir com o debate nacional. A legenda deve agora concentrar seus esforços na definição entre Caiado e Eduardo Leite como nome do partido para a eleição presidencial.

Leia na íntegra da nota do governador

O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23.

Ratinho está convicto que deve manter o compromisso selado com os paranaenses nas eleições de 2018 e não pode interromper o projeto que tem garantido o ciclo de crescimento econômico do Paraná. Sob a gestão de Ratinho Junior, que alcançou 85% de aprovação, o Estado se consolidou como a melhor educação do Brasil, obteve os menores índices criminais dos últimos 20 anos, o maior investimento em infraestrutura da história, e conquistou, por quatro vezes consecutivas, a excelência em sustentabilidade no Brasil.

O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações.

Eleito com quase 70% dos votos válidos em 2022, Ratinho permanecerá pautando a sua vida para ajudar o Brasil a partir do Paraná, ao defender um estado menor e mais eficiente, que tem a educação como instrumento para melhorar a vida de jovens e apostando na pacificação e no diálogo como alicerces do Estado Democrático de Direito.

Carlos Massa Ratinho Júnior nasceu numa família humilde em Jandaia do Sul. Mudou para Curitiba ainda criança, onde o pai chegou desempregado na década de 80. A trajetória simples do governador permitiu que ele jamais fosse contaminado pelas benesses do Poder.

Ao encerrar em dezembro essa fase de sua vida, Ratinho Júnior pretende voltar ao setor privado e presidir o Grupo de Comunicação criado pelo pai, o apresentador Ratinho.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Ratinho Junior desistiu da disputa interna do partido; Caiado lidera nas pesquisas

Após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), da disputa interna do partido pela Presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), deve ser o favorito para representar a sigla. Caiado lidera nas pesquisas, e o 3º nome na disputa, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), já acenou com a possibilidade de disputar o Senado como plano B.

Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato até dezembro de 2026 e não participará da disputa interna do PSD para a escolha de um candidato ao Planalto. Segundo comunicado divulgado pela assessoria, o governador afirma estar comprometido com o mandato conquistado junto ao eleitorado paranaense e avalia que não deve interromper o atual ciclo de gestão no Estado. Ele foi reeleito em 2022 com quase 70% dos votos válidos.

RATINHO JUNIOR ERA VISTO COMO “FAVORITO”

O ex-governador de Santa Catarina, Jorge Bornhausen (PSD), disse ao Poder360 em 17 de março de 2026 que o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, confirmou a pré-candidatura de Ratinho Junior à Presidência da República.

Kassab já confirmou hoje a sua candidatura com apoio de todos os membros da comissão [que escolhe o pré-candidato]. Achei correta a decisão, com todo respeito aos grandes governadores Caiado e Eduardo”, declarou Bornhausen.

Congressistas do partido ouvidos pelo Poder360 também avaliaram à época que o governador paranaense despontava como favorito. Ele era visto como um nome “fortíssimo por liderar pesquisas eleitorais, ter maior densidade interna e mais tempo de filiação. Um deputado afirmou que a escolha seria “unânime”.

CAIADO É O MAIS FORTE NAS PESQUISAS PELO PARTIDO

Com Ratinho Junior fora da corrida ao Palácio do Planalto, Caiado deve ser o indicado do partido para disputar a Presidência. O governador de Goiás aparece à frente de Eduardo Leite nas pesquisas de 1º turno. Levantamento divulgado pela Quaest em 11 de março de 2026 mostrou Ratinho Junior com 7% no cenário em que foi incluído. Já Ronaldo Caiado registrou 4%, enquanto Eduardo Leite chegou a 3%.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre 5 e 9 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Além disso, Caiado deixou o União Brasil em janeiro de 2026 em busca de um partido que viabilizasse sua candidatura à Presidência. Desde então, tem afirmado que permanecerá na disputa.

Já Eduardo Leite afirmou ao Poder360 que pode disputar o Senado pelo Rio Grande do Sul caso não seja o escolhido pela sigla. Segundo o governador, a candidatura ao Senado é uma das hipóteses consideradas nesse cenário, embora não seja a prioridade. “O Senado é uma última hipótese”, disse.



Autor Poder360 ·


O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), lançou neste sábado (14/3) as pré-candidaturas da chapa majoritária da base governista em Jaraguá. Com presença de 209 prefeitos e centenas de lideranças políticas, o ato marcou o lançamento da pré-candidatura do vice-governador Daniel Vilela (MDB) ao governo nas eleições de outubro.

A mobilização foi articulada diretamente por Caiado e Daniel Vilela, que convocaram lideranças de todas as regiões, em demonstração de força do grupo político que governa o estado desde 2019. Com a presença de mais de 86% dos prefeitos do estado, de representantes de todos os 246 municípios goianos e de mais de mil vereadores, o evento denominado “Pra Frente Goiás” reuniu mais de 15 mil pessoas no Clube das Cavalhadas, segundo estimativa dos organizadores.

Ao lançar Vilela como seu sucessor, Caiado fez um balanço de sua gestão e enfatizou que termina o mandato com a cabeça erguida e com a sensação de dever cumprido.

“Goiás não vai andar para trás. Vamos continuar avançando cada vez mais e Daniel terá a maior vitória que o estado já conseguiu após a saída de um governador com seus dois mandatos. Ele vai ganhar no primeiro turno, igual eu ganhei as duas eleições quando disputei o governo”, discursou Caiado.

“Vocês vão ver aqui em Goiás a maior mobilização política já feita no país. Vamos andar casa a casa, com vereadores, prefeitos e deputados. Vamos ver o que é um governo bem avaliado com resposta de votos”, acrescentou

Caiado projetou a eleição de 37 deputados da base aliada de 41 vagas na Assembleia Legislativa e 14 dos 17 deputados federais: ‘Esse é o governo que o povo deseja, para que seja ampliado e melhorado pelas mãos do Daniel Vilela”.

É o dia mais emocionante da minha vida política’

A tônica do evento foi a demonstração de apoio por parte das lideranças municipais ao projeto de continuidade do governo estadual, no momento de transição entre a gestão Ronaldo Caiado e a de Daniel Vilela, que assume o governo em 31 de março. Com passagem pelos cargos de vereador, deputado estadual e deputado federal, Vilela tem bagagem política e atua como vice-governador desde 2023.

“Eu já participei de muitos momentos da vida política do nosso estado, mas devo confessar que o dia de hoje é o mais emocionante da minha vida política”, comentou Vilela, ao agradecer a presença de todas as lideranças políticas e destacar que “vieram para trazer o reconhecimento e agradecimento ao nosso governo pelo que temos feito pelos municípios”.

Demonstração de capilaridade política e unidade da base governista estadual: Jaraguá se tornou a “capital política” do estado

“Essa é uma grande demonstração da nossa força política e será, sem dúvida nenhuma, determinante para que possamos ganhar as eleições no primeiro turno”, projetou o vice-governador.

Ele agradeceu o apoio dos correligionários e prometeu dar continuidade à gestão de Caiado.

“Vamos ser eternamente gratos por essa disposição que vocês têm demonstrado de estar ao nosso lado e continuar lutando para que Goiás continue no caminho certo. Caiado me deu a oportunidade de ser vice-governador e ser parte ativa desse governo. E quando assumir a gestão, podem ter certeza de que vamos continuar no mesmo ritmo de trabalho e na mesma determinação para continuar garantindo as conquistas e avanços que Goiás alcançou sob a liderança de Caiado e Gracinha”, finalizou Daniel Vilela.

A primeira-dama Gracinha Caiado, que também lançou sua pré-candidatura ao Senado durante o evento, agradeceu a parceria das lideranças políticas e a sintonia com Daniel Vilela na gestão dos programas do governo.

“Ver tantas lideranças aqui hoje mostra a força do nosso projeto, que transformou Goiás. Daniel é um grande parceiro, um jovem preparado, inteligente e que saberá dar continuidade a esse projeto de transformação. Um projeto baseado em valores fortes e em luta”, discursou.

José Délio Jr., prefeito de Hidrolândia e presidente da Associação Goiana dos Municípios: “Sentimento é de esperança e continuidade”

Presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM) e prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar classificou o lançamento da chapa como “o maior evento político fora da capital do Estado que já aconteceu na história recente da política goiana”. Para ele, a presença de lideranças políticas dos 246 municípios goianos representa a aprovação dos prefeitos à gestão de Caiado e à continuidade da gestão com Vilela.

Para Zé Délio Jr., prefeito de Hidrolândia e presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), “o sentimento é de esperança, pois temos a certeza que Daniel continuará esse legado de sucesso que foi esse governo”.

Adesão de oposicionistas

Vista como mais uma demonstração da força do grupo político governista, a mobilização em Jaraguá amplia a base governista com a adesão de ex-aliados de adversários diretos ao Executivo estadual. Diversos políticos goianos procuraram Daniel Vilela nas últimas semanas para demonstrar apoio à sua candidatura, como o deputado federal Daniel Agrobom, que anunciou sua saída do PL, e seu filho Daniel Júnior, prefeito de Bom Jesus de Goiás, que também deve deixar a sigla.

Outras baixas na oposição foram do prefeito de Pilar de Goiás, Tiagão; do gestor de Ouro Verde de Goiás, Rodrigo Fonseca; e da deputada federal Lêda Borges, que declararam apoio ao projeto de Vilela. Lêda trocou o PSDB pelo Republicanos. O deputado estadual Paulo Cezar Martins, do PL, também anunciou, durante a semana, sua filiação ao MDB, na próxima quinta-feira (19/3).

Lideranças nacionais prestigiam ato

Prestigiando o evento, o presidente nacional MDB, deputado federal Baleia Rossi (SP), lembrou do legado do pai de Daniel Vilela, o ex-governador Maguito Vilela.

“Quando eu estive em Goiânia, seu pai me falou que o MDB deveria voltar a ser o ponto de equilíbrio. Nós adotamos isso como lema para o MDB nacional, e é exatamente o que você significa para nós: um jovem, uma renovação”, discursou.

Presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab prestigiou filiação de Caiado ao partido

Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, destacou a força política de Caiado durante o evento, que também marcou a filiação do governador ao partido.

“O Brasil deve muito a você, Caiado. Ao se filiar ao PSD, deu ao país a esperança de um projeto forte. Ninguém tem dúvida de que se o Brasil tiver o privilégio de ter Caiado como presidente, será um dos melhores da história do país”, enfatizou.

“E Daniel Vilela tem a responsabilidade de dar sequência a uma gestão tão bem avaliada. Com sua juventude, mas carregado de experiência, você é a pessoa certa”, destacou.

Pré-candidatos ao Senado

O evento em Jaraguá marcou também o lançamento das pré-candidaturas ao Senado do deputado federal Zacharias Calil, recém filiado ao MDB, e do ex-deputado federal Alexandre Baldy (Progressistas), que endossaram o apoio à eleição de Daniel Vilela. Além dos dois, a base governista tem Gracinha Caiado (UB) e Vanderlan Cardoso (PSD) como pré-candidatos às duas vagas de senador.

“Caiado entrega Goiás a esse jovem para que ele possa dar continuidade aos programas que transformaram a vida dos goianos. Daniel, você contará com a nossa federação para que possa te conduzir ao governo”, enfatizou Baldy ao mencionar a federação do Progressistas com o União Brasil.

Vanderlan Cardoso: “O Senado precisa de gente municipalista, que chegue para resolver os problemas”

Candidato à reeleição, o senador Vanderlan Cardoso, presidente estadual do PSD, classificou Daniel Vilela como a “esperança em continuidade”. Para o parlamentar, Vilela irá superar o trabalho desenvolvido por Caiado à frente do governo de Goiás.

“A continuação é isso”, resumiu.

Vanderlan esclareceu ainda a importância da pluralidade de nomes lançados na chapa governista para disputar o Senado: “Cada um tem seu trabalho para apresentar. Não é disputa, nem briga. O Senado precisa de gente municipalista, que chegue para resolver os problemas do nosso Estado”.

O presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (PRD), declarou a necessidade de dar continuidade à boa gestão estadual.

“Esperamos que Daniel Vilela tenha êxito no primeiro turno. Nós precisamos dar continuidade a esse belíssimo trabalho que vem sendo realizado pelo governador Caiado, que tem gerado resultados positivos para a população, com obras que trazem melhoria para a qualidade de vida da nossa gente. Nós, deputados e deputadas, vamos trabalhar para a vitória em primeiro turno”, enfatizou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O Governo de Goiás entregou, neste sábado (28/2), a duplicação, reabilitação e adequação do Anel Viário do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), intervenção considerada estratégica para a mobilidade e o escoamento da produção no maior polo industrial do estado. A obra contemplou 7,98 quilômetros de pista dupla, ligando a GO-330 a BR-060, com investimento de R$ 33,2 milhões do Tesouro Estadual, ampliando a capacidade viária em uma região que concentra intenso fluxo diário de trabalhadores e veículos pesados.

Durante a inauguração, o governador Ronaldo Caiado destacou o padrão técnico da intervenção e as melhorias estruturais implantadas.

“É impressionante o padrão da obra: pista dupla e um trabalho que deve ser reforçado, que é a parte de coleta de água pluvial, com sistema de canalização para evitar assoreamento. As canaletas muito bem executadas e um padrão de CBUQ com 10 centímetros de espessura permitem a passagem de qualquer carreta pesada”, disse.

Foto: Hegon Corrêa

“Quando cheguei, não havia iluminação no Daia, era só problema. Agora, vendo a diferença que está sendo feita, é um orgulho muito grande”, afirmou Caiado.

O vice-governador Daniel Vilela ressaltou o impacto econômico da entrega para a região:

Foto: Hegon Corrêa

“O Daia é o grande hub industrial do Centro-Oeste brasileiro e vivia em condições precárias. Com essa obra concluída, temos um distrito agroindustrial à altura da importância econômica e social de Anápolis para Goiás e para o Brasil”, declarou.

O distrito abriga cerca de 200 empresas e mais de 30 mil empregos, com forte presença do setor farmacêutico. Para o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Francisco Jr., a duplicação atende a uma demanda histórica: “Anápolis é uma das cidades mais importantes de Goiás e do Brasil e merecia essa intervenção, que valoriza ainda mais o que é produzido aqui. Com a entrega, o Daia se fortalece ainda mais”, pontuou.

Foto: Hegon Corrêa

Além de facilitar o escoamento de cargas e retirar caminhões da área urbana, a obra integra um pacote mais amplo de modernização do Daia. O Estado já destinou R$ 54 milhões para melhorias, como ampliação do sistema de abastecimento de água e reforma da estação de tratamento de esgoto.

Segundo o prefeito Márcio Corrêa, a conclusão representa um novo momento para a cidade.

Foto: Paulo de Tarso

“Participar dessa entrega é motivo de orgulho e reflete a marca do governo de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela”, disse.

Com a nova estrutura, a expectativa é garantir mais segurança, eficiência logística e condições adequadas para a expansão industrial, consolidando o Daia como um dos principais motores econômicos de Goiás.

Autor Rogério Luiz Abreu


Na sessão solene de retomada dos trabalhos na Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quarta-feira (18/2), o governador Ronaldo Caiado (PSD) anunciou que entregará o governo, no final de março, com R$ 9,8 bilhões em caixa. O dado foi apresentado como resultado de uma gestão que, segundo ele, passou a priorizar responsabilidade orçamentária e moralidade desde 2019 e que agora se reflete em capacidade financeira e respaldo para investimentos.

Caiado agradeceu à Assembleia Legislativa pela parceria institucional e afirmou que a reconstrução fiscal só foi possível graças ao diálogo entre os Poderes.

“Conseguimos construir o que existe hoje de referência no Brasil como gestão pública”, disse durante a leitura da mensagem do Executivo, lembrando que pegou o estado com dívida consolidada de R$ 6,4 bilhões.

O governador sublinhou que o Estado hoje não tem pendências financeiras e se encontra equilibrado.

“Hoje não tem nada atrasado, não tem dívida a receber, é um estado redondo”, afirmou, ao mesmo tempo em que defendeu a restauração da autoridade moral na administração pública.

“O que existia em Goiás é o que existe hoje no Brasil: ausência de moral, de autoridade moral. Podem até não concordar com tudo, mas aqui o dinheiro público é preservado e é bem aplicado”, assegurou.

Caiado destacou ainda o volume de investimentos realizados, lembrando que o Estado superou a casa de R$ 7 bilhões em obras no ano passado.

“Nós superamos mais de R$ 7 bilhões só no ano de 2025 em investimento em obras, colégios, rodovias, pontes e também hospitais no Estado de Goiás”, disse, citando avanços na regionalização da saúde, na segurança pública e na educação.

O governador enalteceu projetos regulatórios aprovados pela Assembleia, como a legislação sobre inteligência artificial, que chamou de referência, e a criação da Autoridade Estadual de Minerais Críticos, voltada à exploração sustentável de terras raras.

Tivemos aprovação de 100% dos projetos do governo’

Ainda durante a sessão, o vice-governador Daniel Vilela (MDB), que assume interinamente em abril, reafirmou compromisso com a harmonia institucional e prometeu manter o canal aberto com deputados.

“Nós vamos manter essa relação harmônica. Sempre tive as portas abertas na casa, sempre participei ativamente das discussões, dos projetos com os deputados”, afirmou Vilela, sinalizando continuidade administrativa e política.

Bruno Peixoto, presidente da Alego: “Vamos manter essa relação harmônica”

Do lado do Legislativo, o presidente da Assembleia, deputado Bruno Peixoto (União), fez um balanço positivo da legislatura e ressaltou a sintonia com o Executivo.

“Tivemos aprovação de 100% dos projetos do governo. Projetos sérios, projetos que contribuíram e contribuem para a melhoria da qualidade de vida do povo goiano”, disse, ao lembrar ter atuado como líder de Governo em momentos críticos.

Para deputados da base, como Issy Quinan, o volume de proposições aprovadas — mais de 600 leis em 2025, segundo a argumentação — seria a prova da efetividade do trabalho parlamentar em sintonia com os anseios regionais.

A fala da oposição foi contida e em tom institucional: os deputados Gugu Nader e Antônio Gomide subiram à tribuna para enfatizar a autonomia do Legislativo sem, contudo, romper o diálogo. O gesto aponta que, nas palavras dos opositores, há interesse em manutenção da governabilidade, mesmo com eventuais divergências programáticas.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia ganhou uma nova estrutura e reforço tecnológico nesta sexta-feira (30/1), com a entrega do Terminal Praça A totalmente reconstruído e 21 ônibus elétricos, além da maior estação de recarga do Brasil.

As ações do governo de Goiás fazem parte do Projeto Nova RMTC, que prevê R$ 2 bilhões em investimentos para qualificar o serviço utilizado por cerca de 530 mil passageiros por dia em 19 municípios.

A nova frota será destinada ao corredor BRT Leste-Oeste Anhanguera e é composta por 16 veículos articulados, com capacidade para até 180 passageiros, e cinco biarticulados, que transportam até 250 pessoas por viagem.

Foto: Secom

Com os modelos de maior porte em operação regular, a região metropolitana se torna pioneira no uso desse tipo de tecnologia em linhas urbanas.

Durante a solenidade, o governador Ronaldo Caiado destacou que a modernização coloca o sistema goiano entre os mais avançados do país, sem repassar custos ao usuário.

Foto: Secom

“Não tem nada semelhante ao que é oferecido hoje à nossa população. São os ônibus mais modernos do mundo. E tudo isso mantendo a tarifa em R$ 4,30, sem reajuste desde 2019”, afirmou Caiado.

A entrega também incluiu a ativação do eletroposto instalado na garagem da Metrobus, equipado com 23 carregadores rápidos, capazes de atender simultaneamente 46 ônibus, com potência total de 6 MVA, considerada a maior estrutura do gênero em funcionamento no país.

Foto: Secom

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, ressaltou a integração entre Estado, municípios e empresas para priorizar o transporte público como alternativa de mobilidade.

Foto: Secom

“Estamos tratando o transporte coletivo como prioridade, com metronização, sincronização de semáforos e faixas exclusivas. A cidade precisa ser rápida e eficiente para quem depende do ônibus”, pontuou o prefeito da capital.

Além da renovação da frota, o Terminal Praça A passou por reconstrução completa após mais de duas décadas sem intervenções estruturais. O espaço foi ampliado de 1,9 mil para 5,5 mil metros quadrados, recebeu novos banheiros, áreas de circulação, melhorias de acessibilidade, reforço na iluminação e sistema de segurança com 74 câmeras. O investimento foi de R$ 29 milhões, em obra executada ao longo de nove meses.

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Localizado na região de Campinas, o terminal atende cerca de 50 mil pessoas por dia e apresentava problemas recorrentes de infiltração e alagamentos. Para comerciantes e usuários, a requalificação muda a experiência de quem utiliza o serviço diariamente.

Segundo o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, o conjunto de intervenções consolida a estratégia de recuperar um sistema que enfrentava anos de sucateamento: “Hoje temos um modelo que se tornou referência nacional e que atrai gestores de outras cidades interessadas em conhecer essa transformação”, afirmou.

Com a entrega do Praça A, o Estado já soma cinco terminais requalificados no corredor da Anhanguera, Dergo, Novo Mundo, Praça da Bíblia e Senador Canedo, e prepara a conclusão da unidade Padre Pelágio, além da reforma das 19 estações do eixo.

Autor Rogério Luiz Abreu