22 de abril de 2026
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Jovem confessa que matou amigo e esquartejou corpo

A chefe de um homem de 58 anos foi quem ajudou a polícia a descobrir que ele tinha sido morto e esquartejado por um amigo, em Goiânia. À Polícia Civil, a mulher disse que foi até a casa do funcionário pois estranhou ele não ter ido trabalhar. Lá, encontrou o amigo da vítima e encontrou um saco de lixo preto dentro da geladeira. A situação levou os policiais a revistarem a casa, fazendo com que o amigo da vítima, de 21 anos, confessasse o crime.

“A mulher entrou no imóvel e saiu rapidamente. Depois, conversou com o soldado em particular (longe do amigo da vítima) e disse ter visto um saco plástico preto, de tamanho grande, dentro da geladeira, e achou estranho. O soldado entrou no imóvel e, quando abriu a geladeira, o amigo da vítima tentou fugir. Os policiais contiveram o jovem, que disse: “perdi, eu me entrego”, e disse ainda que tinha matado a vítima, e que o corpo estava embaixo da cama”, narra o documento.

O crime aconteceu na última quarta-feira, 24 de julho, no Setor Jardim Santo Antônio. No dia seguinte, a Justiça decidiu manter preso preventivamente o jovem que confessou o crime. Em nota, a Defensoria Pública do Estado de Goiás informou que representou o jovem durante a audiência de custódia, mas que não vai comentar sobre o caso.

O rapaz disse em depoimento à polícia que conhecia a vítima de serviços que faziam juntos em restaurantes. Ele também contou que a vítima estava ajudando ele a encontrar novos trabalhos e que, por morar longe do novo local indicado pelo amigo, decidiu dormir na casa dele.

O jovem também afirmou à polícia que acredita que a vítima pode “ter compreendido a situação de forma diferente”, já que eles dividiram a cama para dormir. Diz também que a vítima o acordou completamente nu e forçando relações sexuais com ele e, que por isso, agiu para “defender sua honra”.

“Eu matei ele porque tentou abusar de mim. A gente veio aqui na amizade e ele achou que ia acontecer mais coisas. Eu não gosto de homem. Ele tentou me oprimir com uma faca”, disse o jovem aos policiais.

Em depoimento, o rapaz disse que pegou uma faca que estava perto do amigo e deu um golpe no pescoço dele. Segundo o jovem, a vítima chegou a tentar pegar a faca, mas não conseguiu.

“Neste momento desferiu inúmeros socos no rosto da vítima, e somente cessou quando a vítima não esboçou nenhum sinal vital. Que a vítima nesse momento ficou caída no chão, próximo à cama”, detalhou o depoimento.

Nota fiscal de produtos comprados por jovem que confessou ter matado amigo em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/PM-GO

Após cometer o crime, o jovem planejou esconder os vestígios que pudessem ligá-lo ao crime, limpar o local e “dar um fim” no corpo, conforme o depoimento. Depois, o jovem teria ido a comércios comprar sacolas plásticas e luvas para evitar contato com o sangue e não deixar impressões digitais, de acordo com o relato feito por ele à polícia.

“Utilizou a coberta e o travesseiro para limpar o sangue da vítima que estava pelo local e os colocou na geladeira, para evitar cheiro”, disse aos policiais.

Conforme o jovem, ele já teria feito um curso online de necropsia, onde aprendeu sobre anatomia humana e sabia onde fazer cortes no corpo, caso fosse preciso para preparação de um funeral. Ele contou que usou duas facas de cozinha para o crime, uma de serra e uma de lâmina lisa.

À polícia, o jovem relatou que, com esse conhecimento, esquartejou a vítima em um banheiro, para evitar o cheiro de sangue na casa. Ele falou que só não cortou todo o corpo porque vizinhos passaram a bater na porta procurando pela vítima, conforme descreveu o depoimento.

Segundo o jovem, ele escondeu partes do corpo debaixo da cama em sacos de lixo. Outras partes ele alegou não ter dado tempo de colocar. O depoimento apontou ainda que o jovem não usou nenhum produto de limpeza no local, pois limpou o chão com roupas de cama, que foram escondidas na geladeira.

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Goiânia – Duas mulheres, não identificadas, foram baleadas neste sábado (27),  após uma delas se negar a ficar com um PM, em uma boate em Goiânia. As informações são do site metrópoles,

(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

De acordo com a polícia, a corporação foi acionada para atender a ocorrência quando as vítimas já estavam hospitalizadas no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo).

Segundo os relatos, uma das mulheres foi baleada na perna direita e a outra na perna esquerda. Os policiais que atenderam a ocorrência encontraram as vítimas ao chegarem no hospital.

Ainda de acordo com as informações, as vítimas e o policial discutiram na boate, após a discussão, os envolvidos saíram do local em carros diferentes. Em seguida, os veículos se cruzaram em um semáforo próximo do estabelecimento, momento em que o PM disparou contra as mulheres.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito, que não teve o nome divulgado, se apresentou espontaneamente na delegacia e, por ter lesões no rosto por conta da briga, foi encaminhado para fazer um relatório médico.

Os envolvidos na confusão  prestaram depoimentos para a apuração dos fatos.

Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou que instaurou procedimento para apurar todas as circunstâncias em que se deram os fatos. A instituição disse ainda que “em razão da própria natureza investigativa, o caso é mantido sob sigilo”.



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(Foto: Reprodução)

Mulheres foram hospitalizadas após serem baleadas nas pernas. Vídeo mostra confusão. Vídeo mostra briga entre frequentadores de boate em Goiânia
Duas mulheres foram baleadas por um policial militar após uma delas se negar a ficar com ele na porta de uma boate em Goiânia, segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar. De acordo com os relatos das vítimas, o suspeito, que se identificou como agente de segurança pública, se tornou agressivo e iniciou uma discussão no local após a rejeição. Um vídeo mostra o momento da confusão (veja acima).
O g1 não conseguiu contato com o suspeito. A reportagem também solicitou um posicionamento à Polícia Militar já que envolve um policial da corporação, mas não obteve retorno.
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O caso aconteceu na madrugada do último sábado (27), no Setor Marista. Segundo a PM, os policiais foram acionados para atender a ocorrência quando as vítimas já estavam hospitalizadas no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo).
A reportagem entrou em contato com o hospital, que informou não ter admitido as mulheres na unidade, com isso, o g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde das baleadas.
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Imagens mostram momento em que mulheres brigam com homem suspeito de baleá-las em Goiânia
Reprodução/Redes Sociais
Entenda o caso
Ao chegarem na unidade de saúde, os policiais encontraram as mulheres feridas por balas, momento em que elas narraram o que aconteceu em frente à boate. De acordo com o relato, uma delas foi baleada na perna direita e a outra na perna esquerda.
Ainda segundo a PM, após a discussão, as mulheres e o policial saíram e foram embora. Em seguida, os carros dos envolvidos se cruzaram em um semáforo próximo do local, momento em que o PM disparou contra as vítimas.
Segundo a Polícia Civil, o autor dos disparos, que não teve o nome divulgado, se apresentou espontaneamente na delegacia e, por ter lesões no rosto por conta da briga, foi encaminhado para fazer um relatório médico. Os envolvidos no caso prestaram depoimentos para a apuração dos fatos.
Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou que instaurou procedimento para apurar todas as circunstâncias em que se deram os fatos. A instituição disse ainda que “em razão da própria natureza investigativa, o caso é mantido sob sigilo”.
Imagens mostram feridas nas pernas de mulheres baleadas em frente a boate de Goiânia, Goiás
Reprodução/Polícia Militar
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/07/28/duas-mulheres-sao-baleadas-por-homem-apos-uma-delas-se-negar-a-ficar-com-ele-na-porta-de-boate-em-goiania-diz-policia.ghtml

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Última atualização 28/07/2024 | 17:16

Na madrugada deste sábado, 27, duas mulheres foram baleadas na porta de uma boate no Setor Marista, em Goiânia, após uma delas se recusar a ficar com um homem. O suspeito, que se apresentou como agente de segurança pública, ficou agressivo e iniciou uma discussão ao ser rejeitado.

De acordo com a Polícia Militar (PM), após a briga inicial, os envolvidos deixaram o local, mas se encontraram novamente em um semáforo próximo à boate. Foi nesse momento que o suspeito, ainda alterado, disparou contra as mulheres. Uma das vítimas foi atingida na perna esquerda e a outra na perna direita. Ambas foram levadas para o Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), onde receberam atendimento médico.

O autor dos disparos, que é policial militar, se apresentou voluntariamente na delegacia pouco depois do crime, com lesões no rosto causadas pela confusão. Segundo a Polícia Civil de Goiás, um procedimento foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do ocorrido. A identidade do suspeito não foi divulgada, e o caso está sendo mantido sob sigilo devido à natureza investigativa.

As vítimas narraram à PM que a discussão começou quando o homem se tornou agressivo após ser rejeitado na entrada da boate. Após o encontro no semáforo e os disparos, os policiais foram acionados e encontraram as mulheres já hospitalizadas. O suspeito foi encaminhado para um relatório médico devido às lesões e prestou depoimento à polícia.

A Polícia Civil de Goiás informou, em nota, que está investigando o caso para esclarecer todos os detalhes e que manterá a investigação sob sigilo para preservar a integridade das informações e das partes envolvidas.

 

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Vídeo mostra briga entre frequentadores de boate em Goiânia

Duas mulheres foram baleadas por um homem após uma delas se negar a ficar com ele na porta de uma boate em Goiânia, segundo a Polícia Militar (PM). De acordo com os relatos dos militares, o suspeito, que se identificou como agente de segurança pública, se tornou agressivo e iniciou uma discussão no local após a rejeição. Um vídeo mostra o momento da confusão (veja acima).

O g1 não conseguiu contato com a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.

O caso aconteceu na madrugada do último sábado (27), no Setor Marista. Segundo a PM, os policiais foram acionados para atender a ocorrência quando as vítimas já estavam hospitalizadas no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo).

A reportagem entrou em contato com o hospital, que informou não ter admitido as mulheres na unidade, com isso, o g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde das baleadas.

Imagens mostram momento em que mulheres brigam com homem suspeito de baleá-las em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ao chegarem na unidade de saúde, encontraram as mulheres feridas por balas, momento em que elas narraram o que aconteceu em frente à boate. De acordo com o relato, uma delas foi baleada na perna direita e a outra na perna esquerda.

Ainda segundo a PM, após a discussão em frente à boate, as mulheres e o suposto agente de segurança, saíram e foram embora. Em seguida, os carros dos envolvidos se cruzaram em um semáforo próximo do local, momento em que o homem disparou contra as vítimas.

Segundo a Polícia Civil, o autor dos disparos, que não teve o nome divulgado, se apresentou espontaneamente na delegacia e, por ter lesões no rosto por conta da briga, foi encaminhado para fazer um relatório médico. Os envolvidos no caso prestaram depoimentos para a apuração dos fatos.

Imagens mostram feridas nas pernas de mulheres baleadas em frente a boate de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Militar

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Influenciadora Juliana Perdomo — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O parto de Zac, terceiro filho de Juliana, foi realizado na sexta-feira (26) em Iporá, no oeste goiano. De acordo com a irmã da influenciadora, Juliana teve uma descompensação cardiorrespiratória ainda na sala de parto.

Tatiana informou que a irmã sofreu uma embolia amniótica, que é quando o líquido da placenta cai na corrente sanguínea da mãe. A embolia, por sua vez, desencadeou a síndrome da angústia respiratória aguda (Sara), que é uma insuficiência respiratória causada por acúmulo de líquido nos pulmões.

“Ela está evoluindo bastante. A embolia tinha afetado a parte cardíaca e pulmonar, mas agora a parte cardíaca já está estável. Tiraram todas as medicações para o coração”, informou Tatiana.

A irmã da influenciadora declarou ainda que o quadro de saúde continua grave, “mas ela está com a evolução boa”.

De acordo com Tatiana, o parto da irmã foi agendado e feito com mais de 39 semanas de gestação. Juliana não teve nenhuma complicação durante a gravidez e não possui histórico de doença cardíaca ou respiratória.

“Não importa onde ela estivesse. Foi um acontecimento, uma raridade”, explicou Tatiana.

A irmã da influenciadora contou ainda que os partos dos outros dois filhos de Juliana ocorreram bem, sem nenhuma intercorrência.

“Vamos todos pedir a misericórdia de Deus! Eu creio que todos os anjos já estão lutando e agindo pela vida da minha irmã”, escreveu a empresária Mariana Perdomo.

A influenciador digital Juliana Perdomo acumula mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Em um de seus perfis, ela se define como “dona de casa que amar servir e cuidar dos meus”.

Juliana posta vídeos e textos com dicas e cuidados com a casa e com as crianças. Irmã de Mariana Perdomo, empresária dona de uma rede de confeitaria em Goiânia, ela também posta posta receitas de explica o passo a passo de pratos doces e salgados.

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PM da José Ferreira de Souza, que ficou em coma após fazer ressonância magnética em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Arquivo pessoal

“Minha mãe está sem chão. Ela chegou lá (no hospital) com ele bem, conversando, rindo. Ele ainda reclamou de deixar o carro no sol. Estamos todos na base do ansiolítico”, desabafou a filha.

O g1 entrou em contato com o Hospital Santa Mônica neste sábado (27), por meio das redes sociais, mensagens e e-mail, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem. O portal chegou a ir até o hospital em 24 de julho, mas nenhum representante que pudesse falar sobre o caso foi encontrado.

Tallita conta que visitou o pai neste sábado (27) e que o quadro de saúde dele continua grave, sem melhoras neurológicas.

Na sexta (26), a filha, que é técnica de enfermagem, prestou depoimento à Polícia Civil sobre o caso. Ela cobra que os policiais analisem as câmeras de segurança.

O delegado Igomar de Souza Caetano, responsável por investigar o caso, diz que será feita a análise dos prontuários médicos do policial para saber o que o levou ao coma.

Foto mostra o policial militar da reserva José Ferreira de Souza, de 71 anos, no dia em que fez ressonância magnética, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Tallita Ferreira

De acordo com Tallita, antes de entrar em coma, o pai vinha sentindo dores na coluna e, ao procurar um ortopedista, foi informado que uma cirurgia poderia resolver o problema. Para isso, ele precisava fazer uma ressonância magnética como exame preparatório.

Na tarde do dia 27 de junho, acompanhado da esposa, José chegou ao Hospital Santa Mônica e foi encaminhado para fazer o exame. Mas, por motivos que ainda não foram bem explicados à reportagem e nem à família, o policial não acordou mais.

“Ele chegou no hospital por volta de 13h e saiu do exame umas 17h15. Como ele não acordava, a minha mãe me ligou. Eu e minha mãe corremos atrás de pessoas para socorrer ele e eles falavam que meu pai estava normal”, lembra Tallita.

“Um médico foi super debochado comigo, porque eu pedi para pôr um soro no meu pai para ver se ele reagia. Ele falou: ‘Se ele não tem diarreia e não tá com vômito, não tá com nada’, virou as costas e me deixou lá sozinha”, relata a filha.

Um relatório médico do hospital afirma que José chegou a apresentar uma crise convulsiva durante a internação, feita um dia após o exame.

O documento também destaca que o paciente é hipertenso e diabético, além de ter uma doença renal crônica.

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Influenciadora Juliana Perdomo teve complicações durante o parto do terceiro filho, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A criadora de conteúdo digital Juliana Perdomo está internada em estado grave em um hospital de Goiânia após ter complicações durante o parto. O bebê, nomeado de Zac, é o terceiro filho da influenciadora e passa bem. As informações foram compartilhadas pela irmã, Mariana Perdomo.

“Peço a todos que sintam no coração o desejo de fazer uma oração pela Ju. Ela está precisando das nossas orações, pensamentos e vibrações positivas! Ela teve uma complicação durante o parto. Seu estado é grave, mas cremos no Deus que dá todas as respostas”, disse a familiar pela internet.

O parto aconteceu na sexta-feira (26), na capital. O bebê nasceu, está bem e saudável, mas Juliana teve complicações de saúde e precisou ser entubada.

“Ela está em Goiânia, sendo atendida pelos melhores profissionais e por um Deus todo-poderoso. Antes de ser entubada, pediu à médica que fizesse a oração “Súplica Ardente aos Santos Anjos”. Vamos todos pedir a misericórdia de Deus!”, pediu Mariana nas redes.

Influenciadora Juliana Perdomo está em estado grave após complicação no parto — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A influenciadora tem 1 milhão de seguidores em um de seus perfis na internet. Assim como a irmã, conhecida em todo estado por sua marca de sobremesas, Juliana faz vídeos e posts ensinando receitas de comida. Além disso, também dá dicas de organização para a casa e faz conteúdos com os filhos.

Juliana é casada. Além do recém-nascido Zac, também é mãe de Dom e Raj.

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(Foto: Reprodução)

Segundo a Polícia Civil, filha era proibida de sair de casa e manter relacionamentos pessoais. Três dos irmãos agredidos são menores de idade. Imagem mostra hematomas de filha supostamente agredida pela mãe, em Rio Verde
Divulgação/Polícia Civil
Uma mulher foi presa suspeita de espancar os filhos após um deles ir até uma delegacia e denunciá-la, em Rio Verde, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, a filha, responsável por fazer a denúncia, era proibida de sair de casa e manter relacionamentos pessoais.
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O g1 não localizou a defesa da mulher até a última atualização desta reportagem.
A mulher foi presa em flagrante na última quinta-feira (25). De acordo com a investigação, após a denúncia, as equipes foram até a casa da vítima para averiguar a situação, momento em que encontraram outros filhos nas mesmas condições, sendo três deles menores de idade.
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A investigação aponta ainda que as agressões ocorriam com maior frequência e intensidade com os filhos mais velhos. Uma imagem da vítima, divulgada pela Polícia Civil, mostra lesões no pescoço em decorrência das supostas agressões sofridas.
O Conselho Tutelar foi chamado para prestar auxílio psicológico às vítimas. Presa, a suspeita se encontra à disposição do Poder Judiciário.
O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para colher mais informações, como a idade da menina agredida, o que a mulher disse em depoimento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A reportagem entrou em contato com o Conselho Tutelar de Rio Verde por meio de ligações, para identificar quem ficará responsável pelos menores, mas as ligações não foram atendidas.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/07/27/mae-e-presa-apos-filha-denunciar-que-era-espancada-junto-com-os-irmaos-foto-mostra-machucados.ghtml

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Imagem mostra hematomas de filha supostamente agredida pela mãe, em Rio Verde — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher foi presa suspeita de espancar os filhos após um deles ir até uma delegacia e denunciá-la, em Rio Verde, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, a filha, responsável por fazer a denúncia, era proibida de sair de casa e manter relacionamentos pessoais.

O g1 não localizou a defesa da suspeita até a última atualização desta reportagem.

A mulher foi presa em flagrante na última quinta-feira (25). De acordo com a investigação, após a denúncia, as equipes dos policiais foram até a casa da vítima para averiguar a situação, momento em que encontraram outros filhos da suspeita nas mesmas condições, sendo três deles menores de idade.

A investigação aponta ainda que as agressões ocorriam com maior frequência e intensidade para os filhos mais velhos. Uma imagem da vítima, divulgada pela Polícia Civil, mostra lesões no pescoço em decorrência das supostas agressões sofridas.

O Conselho Tutelar foi chamado para prestar auxílio psicológico às vítimas. Presa, a suspeita se encontra à disposição do Poder Judiciário.

O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para colher mais informações, como a idade da menina agredida, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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