20 de abril de 2026
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Presidente do partido afirma que listas do ex-presidente são “palpites”: “Sempre ouvimos nossos parceiros”, afirmou ao Poder360

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse ao Poder360 neste sábado (21.fev..2026) que as indicações a governador cabem à direção do partido, mas que “palpites” de terceiros são “normais”, depois que o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “confeccionando, inicialmente, uma lista de pré-candidatos ao Senado, aos governos estaduais e a outras participações políticas igualmente relevantes”

“Debatemos tudo, mas o Senado é o Bolsonaro que indica. Sempre foi. Nós indicamos os governadores”, afirmou Valdemar, que ponderou: “Todos nós damos palpites em tudo. É normal. Sempre ouvimos nossos parceiros.”

A declaração de Carlos Bolsonaro foi feita em publicação no seu perfil no X, neste sábado (21.fev). Carlos disse que Bolsonaro pediu que ele informasse a aliados sobre a iniciativa. 

A movimentação ocorre enquanto o ex-presidente cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília. Desde a transferência para a unidade, Bolsonaro tem recebido visitas de congressistas e lideranças do PL, que relatam conversas sobre o cenário eleitoral de 2026 e articulações nos Estados.

Aliados de Bolsonaro afirmam que o objetivo é antecipar a organização dos palanques regionais e reduzir disputas internas, além de concentrar esforços em alianças com outros grupos da direita. A avaliação é que a eleição de 2026 exigirá coordenação nacional para ampliar a bancada do partido e fortalecer candidaturas alinhadas ao bolsonarismo.

VISITAS A BOLSONARO E ARTICULAÇÕES

Neste sábado (21.fev), aliados visitaram o ex-presidente na unidade prisional. Em conversa com o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS), Bolsonaro sinalizou apoio aos nomes da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) para disputar o Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.

“Michelle Bolsonaro e Bia Kicis são os nomes que serão apoiados pelo bolsonarismo no Distrito Federal para o Senado Federal”, afirmou Sanderson depois do encontro.

Nos bastidores do Congresso Nacional, já é especulada a pré-candidatura de Michelle ao Senado. A possibilidade foi mencionada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em 12 de fevereiro, ao comentar que integrantes da família devem disputar cargos em 2026.

Em entrevista ao programa “Pânico Jovem Pan”, Flávio declarou que Carlos seria pré-candidato ao Senado por Santa Catarina e que Renan Bolsonaro disputaria vaga de deputado federal no mesmo Estado. “A Michelle, ao que tudo indica, também é pré-candidata a senadora no Distrito Federal”, disse.

Estratégia em Minas

Também neste sábado, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) visitou Bolsonaro. Segundo ele, o encontro teve como objetivo discutir estratégias eleitorais em Minas Gerais.

Nikolas afirmou ter recebido aval do ex-presidente para articular as chapas do partido na disputa pelo Congresso Nacional no Estado. De acordo com o deputado, a prioridade é promover a união da direita para evitar uma vitória do PT em Minas, tanto nas eleições para o Senado quanto para o governo estadual.

“A gente tem trabalhado para construir algo melhor, principalmente em Minas, tanto para o Senado quanto para o governo, porque não queremos correr o risco de entregar o Estado para a esquerda”, declarou a jornalistas.

O congressista disse ainda que a visita teve caráter pessoal. “Estou visitando um amigo. Queria conversar com ele, saber primeiramente como ele está, fisicamente, espiritualmente e mentalmente”, afirmou.



Autor Poder360 ·


Presidente dos EUA chamou Hunter Hess de “autêntico perdedor” após o atleta olímpico falar em “sentimentos ambivalentes”

O esquiador norte-americano Hunter Hess afirmou nesta 6ª feira (20.fev.2026) que as semanas depois de Trump chamá-lo de “autêntico perdedor” foram as mais difíceis de sua vida. A declaração foi dada à CNN Internacional depois de se classificar em 5º lugar para a final masculina do esqui estilo livre nos Jogos Olímpicos de Inverno, com chance de conquistar uma medalha às 15h30 (horário de Brasília).

“Provavelmente foram as 2 semanas mais difíceis da minha vida. Felizmente, tive muito apoio de amigos e familiares para superar esse período”, afirmou o esquiador.

Hess foi questionado em 4 de fevereiro sobre como se sentia ao representar os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Inverno, diante do contexto da violência contra imigrantes e outras questões sociais. Ele disse ter “sentimentos ambivalentes” em relação à situação e que não representa tudo o que acontece no país: “Só porque visto a bandeira, não significa que represento tudo o que está acontecendo nos EUA”.

Em 8 de fevereiro, Donald Trump respondeu em rede social: “Hunter Hess, um autêntico perdedor, diz que não representa o seu país nos atuais Jogos Olímpicos de Inverno. Se esse é o caso, não deveria ter disputado as provas para integrar a equipe, e é uma pena que esteja nela. É muito difícil torcer para alguém assim”, escreveu o presidente em seu perfil na rede social Truth Social.

O esquiador afirmou que não mudou de opinião sobre o que afirmou no começo do mês de fevereiro: “Amo os Estados Unidos da América. Não me canso de repetir isso. Trabalhei muito para chegar até aqui. E sim, mantenho o que disse”.

Depois da sessão de qualificação desta 6ª feira (20.fev), Hess fez um “L” com a mão na testa, em referência à palavra “loser” (perdedor). Em seguida, apontou para a testa com a outra mão e disse para a câmera: “Aparentemente, sou um perdedor”.



Autor Poder360 ·


Foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB), a Lei Estadual nº 24045 (originalmente projeto de lei nº 23351/25, de autoria do deputado Major Araújo (PL), que cria a Carteira de Identificação Estudantil Digital (Ciego). A lei entra em vigor em 23 de abril de 2026, segundo o Diário Oficial. A matéria havia sido vetada pela Governadoria, mas o veto foi derrubado pelos deputados estaduais.

A Ciego é válida para comprovação da condição de estudante para fins de gozo do direito previsto no art. 1º da Lei nº 12.355, de 5 de maio de 1994, e será gratuita e emitida pelo órgão estadual competente, adotando-se preferencialmente o formato digital.

O estudante, ao solicitar a Ciego, declarará o seu consentimento para o compartilhamento dos seus dados cadastrais e pessoais, para fins de alimentação e manutenção de cadastro e para a formulação, a implementação, a execução, a avaliação e o monitoramento das políticas públicas relacionadas.

O estudante com idade igual ou superior a 18 anos e o responsável legal pelo estudante com idade inferior a 18 anos responderão pelas informações autodeclaradas e estarão sujeitos às sanções administrativas, cíveis e penais previstas em lei na hipótese de fraude. É vedada, sob pena de responsabilidade, a utilização dos dados do cadastro da Ciego para fins diversos do previsto nessa lei. Para o alcance das finalidades previstas na nova legislação, poderão ser realizados convênios e/ou parcerias com instituições públicas e privadas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Banco Central do Brasil decidiu nesta quinta-feira (15) decretar a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., empresa que sucedeu a antiga Reag Investimentos. A medida foi adotada após a constatação de falhas consideradas graves no cumprimento das normas que regem o funcionamento das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

A instituição, com sede em São Paulo, entrou no radar das autoridades a partir do avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão contra o fundador e ex-principal executivo da empresa, João Carlos Mansur. As ações fazem parte da segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura possíveis esquemas de ocultação de recursos no mercado financeiro.

Em comunicado oficial, o Banco Central informou que a intervenção foi motivada por violações relevantes às regras do setor. Com a liquidação, os bens dos controladores e dos antigos administradores tornam-se indisponíveis, impedindo qualquer tipo de alienação enquanto as responsabilidades são apuradas, conforme prevê a legislação vigente.

Segundo o órgão regulador, a CBSF estava classificada no segmento S4, categoria reservada a instituições de pequeno porte, responsáveis por menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional. Apesar do menor peso sistêmico, o Banco Central destacou que o enquadramento não afasta a aplicação de sanções rigorosas quando há indícios de irregularidades.

Antes da liquidação, a corretora atuava principalmente na administração de cerca de 90 fundos de investimento, cada um concentrando recursos de diversos cotistas. Esses fundos continuam formalmente existentes, mas deverão contratar novas gestoras para dar continuidade à administração dos ativos, seguindo as regras do mercado.

As apurações indicam que parte dessas estruturas pode ter sido utilizada em operações destinadas a dificultar a identificação do destino final do dinheiro, por meio de movimentações sucessivas entre fundos. As suspeitas recaem sobre vínculos com operações ligadas ao Banco Master, cujo controlador e familiares aparecem entre os principais investigados.

Estimativas preliminares apontam que o volume financeiro sob suspeita pode ultrapassar R$ 11 bilhões. Há indícios de que recursos do sistema financeiro tenham sido desviados para a formação de patrimônio pessoal de envolvidos no esquema.

O caso teve início na Justiça Federal, mas foi remetido ao Supremo Tribunal Federal diante da existência de suspeitas relacionadas a pessoas com prerrogativa de foro. A relatoria está sob responsabilidade do ministro Dias Toffoli, que autorizou as diligências mais recentes. Paralelamente, o Tribunal de Contas da União avalia os procedimentos adotados pelos órgãos de controle, com possibilidade de inspeção específica sobre as decisões regulatórias envolvidas.

Análise crítica

A liquidação da CBSF expõe um ponto sensível do modelo de supervisão financeira baseado apenas no porte formal das instituições. O episódio demonstra que estruturas classificadas como de baixo risco sistêmico podem, na prática, operar engrenagens complexas e concentrar volumes expressivos de recursos. A resposta articulada entre Banco Central, Polícia Federal, Judiciário e TCU indica uma tentativa de reforçar a credibilidade do sistema e sinalizar intolerância a práticas que comprometam a transparência. O caso tende a pressionar por revisões nos mecanismos de monitoramento, especialmente em operações com múltiplos fundos interconectados, onde o risco real pode ser subestimado.

📸 Imagem/Reprodução: © Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Autor # Jornal Folha de Goiás


Tendo como objetivo o estímulo à sustentabilidade ambiental, a Política Estadual de Incentivo à Realização de Eventos Esportivos Verdes foi sancionada e se tornou a Lei nº 23.963, de 20 de dezembro de 2025

A novidade, proposta por Virmondes Cruvinel (UB), cria medidas que promovem o baixo impacto ao meio ambiente durante o planejamento, a realização e a avaliação dos referidos encontros do esporte.

Na justificativa do projeto aprovado pelo Parlamento goiano, o deputado apontou que dados da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer de Goiás indicam que, anualmente, mais de 300 eventos esportivos são realizados no Estado, reunindo cerca de um milhão de participantes entre atletas e espectadores. 

“Em sua organização e realização, consomem uma quantidade considerável de recursos naturais e energéticos. A adoção de práticas sustentáveis pode resultar em uma diminuição significativa do impacto ambiental, além de representar uma economia de recursos públicos e privados”, defendeu. 

Entre as diretrizes definidas pela política está o estímulo ao estabelecimento de requisitos específicos para a obtenção de licenças para a realização de eventos esportivos. Outros exemplos são o incentivo à priorização de transporte público ou meios alternativos de baixo carbono e ao uso de materiais recicláveis e biodegradáveis. 

A legislação irá fomentar a criação de programas de incentivo fiscal para a organização de eventos esportivos verdes, além de desenvolver e aplicar um selo de certificação a ser concedido aos que respeitarem e promoverem critérios ecológicos. 

Cabe ao Executivo Estadual estabelecer formas de monitoramento e de avaliação daquilo que foi instituído por esta lei, a qual entrou em vigor na data da sua publicação.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Governo de Goiás avançou no Supremo Tribunal Federal (STF) na ação que questiona os critérios de distribuição dos recursos federais da saúde após a União deixar de apresentar contestação dentro do prazo legal. A medida fortalece a Ação Cível Originária (ACO) ajuizada pela Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO), que aponta desequilíbrio, omissão e ausência de critérios objetivos no rateio dos repasses federais, com prejuízo superior a R$ 1,2 bilhão acumulado nos últimos três anos.

Diante da inércia da União, a PGE-GO protocolou, na sexta-feira (19/12), petição no STF comunicando formalmente a ausência de resistência ao pedido e solicitando ao ministro Nunes Marques, relator do processo, a concessão de medida liminar. O objetivo é garantir a imediata reavaliação dos critérios utilizados para a distribuição dos recursos federais da saúde.

Entre os pedidos apresentados, o Estado requer que a União promova, no âmbito da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), a pactuação, definição e ampla divulgação da metodologia de cálculo utilizada no rateio, com critérios claros, objetivos e em conformidade com a legislação vigente. A PGE-GO também solicita que, após a definição desses parâmetros, seja realizado novo rateio dos recursos federais de 2025 destinados às ações e serviços de Média e Alta Complexidade (MAC), com a suplementação dos valores devidos a Goiás.

Na petição encaminhada ao STF, a Procuradoria-Geral do Estado destaca que a ausência de contestação reforça a probabilidade do direito alegado. O documento sustenta que permanece “inconteste a omissão do ente central em cumprir o mandamento constitucional e legal de pactuar, definir e divulgar a metodologia de cálculo para o rateio dos recursos federais da saúde”, em desacordo com o artigo 198 da Constituição Federal e a Lei Complementar nº 141/2012.

Goiás teve redução nos repasses da União

A Ação Cível Originária nº 3728 argumenta que a atual sistemática resulta em uma distribuição desproporcional de recursos, comprometendo o equilíbrio federativo e onerando o sistema estadual de saúde. Embora seja o 11º estado mais populoso do país, Goiás ocupa apenas a 19ª posição no ranking de repasses federais per capita para a área da saúde. Enquanto 22 estados registraram aumento nos valores recebidos, Goiás teve redução nos repasses.

O governador Ronaldo Caiado reforçou a gravidade da situação ao afirmar que o Estado tem assumido responsabilidades que deveriam ser federais: “Goiás está pagando o que é dever da União. Acredito que o Poder Judiciário tomará posição diante de uma situação grave como essa”, afirmou.

O procurador-geral do Estado, Rafael Arruda, destacou que houve tentativas administrativas para solucionar o impasse, sem êxito: “Se não há critérios claros, como pode existir o federalismo de cooperação previsto na Constituição? É esse quadro que buscamos corrigir no STF”, ressaltou.

Com a ação, o Governo de Goiás espera o reconhecimento da omissão da União, a fixação de critérios transparentes e objetivos para o rateio dos recursos da saúde, a recomposição do teto de Média e Alta Complexidade referente aos exercícios de 2023, 2024 e 2025 e a inclusão do custeio permanente do Hospital Estadual de Águas Lindas (Heal).

Autor Rogério Luiz Abreu


No período da tarde, desta sexta-feira, 12, foi realizada a segunda etapa do seminário sobre os desafios das pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). O evento teve lugar no auditório 1, do Palácio Maguito Vilela. A iniciativa do evento partiu do vereador de Goiânia Major Vitor Hugo (PL), em parceria com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

O vereador comentou que “a realização do evento só foi possível graças à receptividade do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB), e também do deputado Gustavo Sebba (PSDB), que articulou para que a gente pudesse utilizar o espaço aqui”.

Hugo explicou que a ideia do seminário foi fruto da audiência pública realizada na Câmara Municipal de Goiânia (CMG), para discutir assuntos relacionados ao TEA com mães e responsáveis. O resultado foi a aprovação do projeto de lei nº 293/25, de autoria do vereador, que obriga as escolas a criarem uma sala de apoio às crianças do espectro autista, para dar suporte em momentos de crise. 

“O projeto de lei foi aprovado e encaminhado ao prefeito para sanção, e diz respeito à imposição para cada escola municipal ter uma sala de apoio às crianças em momentos de crise, para que possam receber prioridade de atendimento psicossocial e voltarem mais calmas para casa”, explicou o parlamentar.

Período vespertino 

Após o almoço, foi iniciada a primeira mesa temática, para tratar a respeito da legislação estadual vigente. Como mediador estava o advogado Erick Tapajós, vice-presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência (CDPCD) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO). Participaram das palestras, com ele, a advogada Lídia Rezende Valadão, membro da CDPCD, da OAB-GO; e o advogado Fabrício Abrão, especialista em direito dos autistas, atuante há mais de 25 anos na área. 

Em seguida, foi aberta a mesa redonda de saúde, para discutir temas relacionados à diagnóstico e tratamento. Fizeram parte da apresentação o médico otorrinolaringologista Fernando Martins Cruvinel e a médica psiquiatra Bruna Maia, especialista na infância e adolescência, pelo Hospital de Ensino Albert Einstein, e em transtorno de neurodesenvolvimento. 

Ao ser perguntada sobre a busca de diagnósticos tardios do autismo, especialmente por pessoas adultas, Maia explicou que, em razão das descobertas de novos critérios de diagnóstico, é possível perceber melhor as nuances do TEA. “Por se tratar de um espectro, as manifestações são diferentes. Antes, a gente achava que o autista era aquela pessoa que não fazia contato nenhum, num quafro conhecido como autismo grave”.

A psiquiatra apontou: “Contudo, essa é só uma das facetas do autismo do nível de suporte três. Hoje, a amplificação do diagnóstico permite identificar com mais clareza os níveis mais leves, um e dois, que suportam um nível de dependência emocional menor”. 

Período matutino

Os debates foram estruturados em quatro mesas temáticas: saúde, educação, transporte e direito. O objetivo foi proporcionar uma abordagem multidisciplinar sobre diagnóstico, intervenção, direitos, rede de proteção, gestão escolar e boas práticas pedagógicas voltadas às pessoas com o transtorno.

No período da manhã, especialistas da área de educação fizeram parte de mesa temática, para discutir sobre o fortalecimento das políticas públicas para a formação continuada dos profissionais da educação e a ampliação dos serviços essenciais destinados às pessoas com TEA e suas famílias.

Entre os debatedores estava a professora Rossana Duarte, como moderadora, especialista em educação especial inclusiva e neuropsicopedagoga; Isabel Pereira Rocha, representante da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia (SME); e Elisabete Clara de Lima, psicopedagoga, especialista em psicomotricidade, TDAH, dislexia e mãe atípica; 

Já para tratar sobre o tema transporte e os desafios da acessibilidade, foram convidados para compor a mesa temática a diretora da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), Adriana Reis, representando o secretário Coronel Luiz Alberto Bites; Flavia Xavier, representando a Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC); e Luis Thiago, especialista em segurança no trânsito e inteligência artificial, supervisor do Centro Operacional de Trânsito (COT), representando a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET).

O evento teve o apoio da Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil, que emitiu a Carteira de Identidade Nacional (CIN) – o novo RG.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Partida entre Colômbia e Portugal em Miami registrou maior valorização, com preço mínimo saltando de US$ 400 para US$ 2.000

Os valores de revenda de ingressos para partidas envolvendo Portugal e Argentina na Copa do Mundo de 2026 aumentaram em média quase 300% depois do sorteio realizado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) na 6ª feira (5.dez.2025) e a divulgação da tabela no sábado (6.dez). O site ticketdata.com, especializado em monitoramento de preços de revenda, registrou um aumento nos valores em 78 dos 91 jogos programados para Estados Unidos e Canadá.

O confronto entre Colômbia e Portugal, agendado para 27 de junho no Hard Rock Stadium em Miami Gardens, Flórida, registrou a maior valorização. O ingresso mais barato disponível, chamado de “get-in price”, custava menos de US$ 400 antes do sorteio e ultrapassou US$ 2.000 no sábado à tarde, logo depois do anúncio oficial do confronto. O valor chegou a quase US$ 3.000 posteriormente, estabilizando-se em aproximadamente US$ 2.200.

As presenças de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, que devem disputar sua 6ª e última Copa do Mundo, impulsionaram a demanda por ingressos. Portugal, de Cristiano, está no grupo K, junto com Colômbia, Uzbequistão e um adversário ainda a definir. A Argentina, de Lionel Messi, está no grupo J, ao lado de Argélia, Áustria e Jordânia. Os 2 são considerados os jogadores de futebol mais populares nos Estados Unidos.

De 5ª feira (5.dez.2025) a domingo (7.dez.2025) à tarde, o ticketdata.com, que coleta informações de plataformas como StubHub e SeatGeek, identificou que o jogo entre Colômbia e Portugal teve aumento de 514%. A partida entre Escócia e Brasil em Miami Gardens ficou em 2º lugar, com elevação de 338%.

Os jogos da Argentina na fase de grupos também apresentaram valorizações expressivas. A partida contra a Argélia em Kansas City subiu 307%, enquanto os confrontos contra Áustria e Jordânia no AT&T Stadium em Arlington, Texas, tiveram aumentos de 252% e 227%, respectivamente.

Os ingressos para a fase eliminatória também se valorizaram com a definição dos possíveis confrontos. Para a partida das oitavas de final no Hard Rock Stadium em 3 de julho, que pode colocar a Argentina contra Uruguai ou Espanha, o ingresso mais barato saltou de menos de US$ 500 no início da semana para mais de US$ 1.500 no sábado.

A Escócia, que retorna a uma Copa do Mundo masculina depois de 28 anos, teve grande interesse. Além do jogo contra o Brasil, suas partidas contra Marrocos e Haiti tiveram os preços mais que dobrados entre 5ª feira e domingo.

Por outro lado, cerca de 12 confrontos apresentaram queda nos preços. O jogo entre Uzbequistão e um vencedor do playoff intercontinental, marcado para 27 de junho em Atlanta, teve o preço mínimo reduzido para menos de US$ 200, sendo aparentemente o 1º ingresso para a Copa 2026 a atingir esse patamar desde o início das vendas em outubro.

A Fifa iniciará a 3ª fase de vendas de ingressos na 5ª feira (11.dez.2025). A federação aplicará sua estratégia de “variable pricing”, ajustando os valores conforme a demanda. De 11 de dezembro a 13 de janeiro, torcedores poderão solicitar ingressos para jogos específicos, com seleção aleatória dos contemplados em fevereiro.



Autor Poder360 ·


Foram 8 obras de Henri Matisse e 5 de Cândido Portinari; as gravuras na mostra têm apólice de seguro vigente

Treze gravuras foram roubadas na manhã deste domingo (7.dez.2025) de uma exposição na Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo. Foram 8 obras de Henri Matisse e 5 de Cândido Portinari.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado confirmou o crime cometido por dois homens, ainda não identificados. As obras integravam a mostra “Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade”, realizada em parceria com o MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo).

O prédio foi isolado para a realização de perícia pela Polícia Civil. Segundo a secretaria, o espaço conta com equipe de vigilância e sistema de câmeras de segurança, cujas imagens estão sendo analisadas.

Em nota, a pasta informou que todo o material que possa auxiliar as investigações está sendo fornecido às autoridades policiais. Disse também que as obras expostas na mostra têm apólice de seguro vigente.

O furto de obras do pintor francês Henri Matisse inclui gravuras da série “Jazz”, livro que reúne imagens com cores vibrantes e traços marcantes, características do fauvismo, movimento do qual o artista foi um dos principais representantes. Entre os trabalhos levados estão títulos como “O Palhaço”, “O Circo”, “Senhor Leal”, “O Pesadelo do Elefante Branco”, “Os Codomas”, “O Nadador no Aquário”, “O Engolidor de Palavras” e “O Cowboy”. A exposição apresentava ao público 20 gravuras do artista.

Já no caso das obras de Cândido Portinari, ainda não foi divulgada a lista completa das peças furtadas. As gravuras pertencem à série “Menino de Engenho”, que integra as ilustrações do livro homônimo de José Lins do Rego, publicado em 1959 pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. A informação foi confirmada pelo curador-chefe do MAM, Cauê Alves, em entrevista ao programa “Fantástico”, da TV Globo.

A Polícia Militar divulgou imagens do local logo após o assalto. Veja abaixo:


Com informações da Agência Brasil



Autor Poder360 ·


Maduro pediu por anistia legal e completa a ele e a seus familiares; presidente norte-americano negou a proposta e avalia novas formas de pressionar o país latino

O presidente dos EUA (Estados Unidos), Donald Trump (republicano), reuniu-se com assessores nesta 2ª feira (1º.dez.2025) para discutir formas de pressionar a Venezuela, após o presidente venezuelano, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), descumprir o prazo para deixar o país. O ultimato imposto por Trump expirou na 6ª feira (28.nov), conforme noticiou a agência Reuters nesta 2ª feira (1º.dez).

O encontro do presidente dos EUA foi realizado com integrantes da equipe de segurança nacional, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. Mais detalhes sobre a conversa não foram divulgados.

Durante telefonema em 21 de novembro, Maduro fez uma série de pedidos a Trump para deixar a Venezuela em troca de uma possível renúncia. As condições do líder venezuelano incluíam anistia legal e completa a ele e a seus familiares, com a remoção de todas as sanções estadunidenses, além de retirada de acusações do Tribunal Penal Internacional e a suspensão de sanções contra mais de 100 funcionários do governo venezuelano.

Trump recusou os pedidos e deu a Maduro o prazo de uma semana para que ele deixasse a Venezuela para o destino de sua escolha, acompanhado de seus familiares. Passado o prazo, o presidente venezuelano continuou no país.

MADURO JURA “LEALDADE ABSOLUTA”

Em aparição pública nesta 2ª feira (1º.dez), o presidente venezuelano jurou lealdade ao país. A fala se deu durante uma marcha convocada pelo governo da Venezuela para empossar novos líderes locais do partido governista PSUV.

“Tenham certeza de que, assim como jurei diante do corpo do nosso comandante Chávez antes de me despedir dele, lealdade absoluta ao custo da minha própria vida e tranquilidade, eu juro a vocês lealdade absoluta até o fim, enquanto pudermos viver esta bela e heróica história”, disse Maduro. 

PEDIDO DE AJUDA 

No no domingo (30.nov), Maduro enviou uma carta à Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), pedindo que o grupo ajude seu país a combater as “crescentes e ilegais ameaças” dos Estados Unidos e de seu presidente.

O líder venezuelano acusou os EUA de tentarem “se apoderar” das reservas de petróleo da Venezuela. Também denunciou o “uso de força militar letal contra o território, o povo e as instituições do país”.

Até esta 2ª feira (1º.dez), os EUA já haviam destruído ao menos 16 embarcações no Mar do Caribe e Pacífico e posicionado o porta-aviões Gerald R. Ford na região, como forma de pressionar o regime de Maduro.

ESPAÇO AÉREO FECHADO

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a permanência de Maduro levou Trump a fechar o espaço aéreo do país no sábado (29.nov). Trump confirmou no domingo (30.nov) que conversou com o presidente venezuelano, mas evitou dar detalhes do que foi discutido.

“A todas companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor considerem O ESPAÇO AÉREO ACIMA E AO REDOR DA VENEZUELA COMO TOTALMENTE FECHADO. Obrigado pela atenção!”, escreveu Trump.

O governo da Venezuela considerou a declaração uma “ameaça colonialista”. No domingo (30.nov), a Autoridade de Aeronáutica Civil da Colômbia se solidarizou com o país vizinho e disse que o espaço aéreo da Venezuela está “aberto e operando”, sem restrições que afetem a segurança dos aviões.



Autor Poder360 ·