Novos detalhes revelam a violência sofrida pelo jovem aprendiz de 16 anos agredido por um sargento da Polícia Militar dentro de uma loja de motopeças, em Catalão, na região Sudeste de Goiás. Além das agressões físicas e ameaças de morte, as imagens mostram que o policial tentou obrigar o adolescente a pedir demissão, fez ofensas ao patrão e à mãe da vítima e afirmou que “todo vagabundo trabalha com coisa de moto”. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (16), quando o menor havia acabado de chegar para abrir o estabelecimento onde trabalha há apenas três meses.
As câmeras de segurança registraram o momento em que a viatura para em frente à loja, por volta das 7h30. O policial entra no local, aborda o adolescente e inicia as agressões sob a justificativa de que o jovem estaria “encarando” a viatura. A vítima nega a acusação e tenta explicar que apenas havia chegado para trabalhar.
Mesmo após derrubar o adolescente no chão, o policial continua a agredi-lo com chutes e tapas. O jovem permanece ferido, sem qualquer reação, enquanto escuta novas ameaças. Em outro momento, o militar afirma: “Polícia aqui mata mais que o capeta. Ninguém encara polícia aqui no Goiás, não. Quem é você para encarar a polícia?”
As imagens ainda mostram o policial exigindo que o adolescente deixasse o emprego. Aos gritos, ele ordena: “Pede demissão para esse filho da p*** desse seu patrão”. Em seguida, pergunta se o jovem quer ajuda para ir embora. Assustado, o adolescente responde: “Vou pedir demissão. Vou ligar para o meu patrão agora.”
Segundo a vítima, ela nunca havia visto o policial antes daquele dia. O adolescente afirmou que aquele foi o primeiro contato entre os dois e que não entende o motivo da abordagem.
As ameaças continuaram mesmo quando o policial já se preparava para deixar a loja. Em outro trecho da gravação, ele afirma que, caso encontrasse o adolescente pilotando uma motocicleta pela cidade, não apreenderia o veículo, mas mataria o jovem. O militar também insultou a mãe da vítima durante a ação.
Antes de sair do estabelecimento, o sargento ainda arremessa uma cadeira na direção do adolescente, que permanece caído no chão e precisa se encolher para evitar ser atingido.
De acordo com a apuração, o jovem permaneceu caído dentro da loja por cerca de meia hora. Ele só recebeu ajuda quando uma colega de trabalho chegou na loja de motopeças e acionou o socorro. O adolescente sofreu ferimentos no rosto, passou por exame de corpo de delito e a mãe registrou boletim de ocorrência.
A Polícia Militar informou, por meio de nota, que tomou conhecimento dos fatos e adotou as medidas legais, administrativas e disciplinares para apurar a conduta do sargento, que foi encaminhado ao batalhão para ser ouvido. A corporação afirmou ainda que não compactua com desvios de conduta praticados por seus integrantes.
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Presidente dos Estados Unidos diz à Fox News que ataques seguirão até Teerã retomar negociações
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), ameaçou nesta 3ª feira (14.jul.2026) ampliar os ataques contra o Irã e atingir usinas de energia e pontes caso o governo iraniano não retome as negociações com Washington.
“Vamos atingi-los com muita força esta noite. Vamos atingi-los com força amanhã à noite. Vamos atingi-los com muita força na noite seguinte”, declarou em entrevista ao jornalista Trey Yingst, da Fox News.
Segundo Trump, os bombardeios seguirão até que ele determine que a ofensiva foi suficiente. O presidente declarou que alvos da infraestrutura iraniana passarão a ser atingidos na próxima semana se não houver acordo.
“Na próxima semana, a situação ficará muito ruim para eles, porque chegará a vez das usinas e das pontes. Vamos derrubar todas as usinas e todas as pontes, a menos que eles se sentem à mesa e negociem”, disse o norte-americano.
Trump afirmou que os alvos ligados à energia serão deixados para a etapa final da ofensiva. Disse também ter ordenado que instalações de petróleo na ilha de Kharg fossem poupadas por causa dos possíveis efeitos sobre a economia mundial. O republicano, porém, declarou que essa orientação poderá mudar.
Questionado sobre uma possível operação terrestre, Trump não descartou a medida. “Às vezes, é preciso uma campanha terrestre. Mas temos outras pessoas que farão a campanha terrestre por nós”, afirmou, sem dar detalhes.
Os Estados Unidos iniciaram na 3ª feira (14.jul) uma nova rodada de ataques contra o Irã, no 4º dia consecutivo de operações. Washington também retomou o bloqueio naval contra portos e áreas costeiras iranianas. Mais de 20 navios de guerra norte-americanos e centenas de aeronaves militares estão na região.
Trump declarou que representantes dos EUA haviam conversado com negociadores iranianos cerca de uma hora antes da entrevista. Segundo ele, Teerã demonstra interesse em um acordo, mas volta atrás depois de assumir compromissos.
“É melhor vocês fazerem um acordo. Estamos sendo muito cuidadosos com a população civil, mas vocês não terão mais nada”, afirmou.
Apesar de dizer que os objetivos militares norte-americanos já foram cumpridos, Trump declarou que o Irã ainda conserva alguma capacidade de reação. Comparou o país a um boxeador que volta a golpear quando parece derrotado.
O presidente também afirmou que os EUA monitoram movimentações em outra instalação nuclear iraniana. Disse que o local poderá ser bombardeado “em questão de minutos” caso Washington identifique a retomada de atividades.
A escalada se dá depois de ataques iranianos contra embarcações e instalações militares na região. O Kuwait afirmou que um navio de sua Marinha foi atingido e que 4 militares ficaram feridos. O país declarou ainda ter interceptado mísseis e 33 drones enviados contra áreas civis e estruturas consideradas vitais.
Na mesma entrevista, Trump confirmou que desistiu de cobrar uma taxa de 20% sobre cargas transportadas por navios que atravessem o estreito de Ormuz. O plano será substituído, segundo ele, por acordos comerciais e investimentos de países do Golfo nos Estados Unidos. O bloqueio contra embarcações e cargas iranianas foi mantido.
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Presidente dos EUA afirma que empresas que mantiverem valores elevados enfrentarão “grandes problemas”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), ameaçou postos de combustíveis que não reduzirem os preços da gasolina “imediatamente”. Em publicação feita na noite de 2ª feira (29.jun.2026) na rede Truth Social, o republicano declarou que empresas que não reagirem podem enfrentar “grandes problemas”.
Trump disse que os preços cobrados nas bombas estão elevados em relação ao valor do petróleo bruto. “Os varejistas precisam reagir rapidamente e fazer o que sabem que é certo –baixar os preços para o povo norte-americano”, escreveu. O presidente citou como referência um valor de cerca de US$ 2,50 por galão (cerca de US$ 0,66 por litro).
Na publicação, o republicano acusou os postos de praticarem cobrança abusiva, prática que classificou como ilegal.
A pressão sobre o setor não é isolada. Na semana anterior, Trump disse ter orientado o Departamento de Justiça dos Estados Unidos a investigar empresas por não reduzirem os preços na mesma proporção da queda do petróleo. O presidente norte-americano acusou companhias de abuso nos valores cobrados.
Os preços do petróleo registraram forte alta neste ano após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, seguidos por retaliações iranianas contra Israel e países do Golfo que abrigam bases norte-americanas, como o fechamento do estreito de Ormuz. O movimento pressionou os combustíveis e alimentou a insatisfação de consumidores nos Estados Unidos.
Com a proximidade das eleições de meio de mandato, em novembro, o custo da gasolina tornou-se um tema sensível para o governo dos EUA. Trump e aliados republicanos buscam manter a maioria no Congresso, e o preço nas bombas é visto como fator relevante para o humor do eleitorado.
Apesar de um cessar-fogo firmado em abril e posteriormente prorrogado, as tensões entre EUA e Irã persistem, com acusações mútuas de violações. O memorando de entendimento assinado em 17 de junho trouxe algum alívio nos preços, mas o tema segue no radar político da Casa Branca.
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Um homem de 45 anos ameaçou passageiros com uma espada no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, São Paulo, durante a noite de domingo (26.abr.2026). A Polícia Militar foi acionada e imobilizou o suspeito, que estava em surto psicótico. Ninguém ficou ferido.
A PM recebeu informações de que o homem estava armado com uma arma branca e fazendo ameaças na área pública do aeroporto e foi até o local. Durante a abordagem, ele foi imobilizado com uma pistola taser de choque e foi desarmado. A espada estava guardada na região da cintura.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem estava em estado “visível” de surto psicótico. O registro policial indica que ele apresentava sinais de desconexão com a realidade. O suspeito foi encaminhado ao Pronto Socorro São José para passar por exames médicos e, posteriormente, conduzido à delegacia.
Na delegacia, o homem demonstrou “evidentes sinais de estar totalmente desconectado da realidade”. Ele acreditava estar conversando com integrantes do grupo criminoso Comando Vermelho.
O delegado responsável pelo caso avaliou o estado mental do homem e, considerando a condição apresentada, entendeu o episódio como um caso médico, não policial.
A espada foi apreendida pelas autoridades. O caso foi registrado como localização e apreensão de objeto pela 4ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista, a Deatur de Viracopos.
A equipe de comunicação do Aeroporto de Viracopos confirmou o episódio ao Poder360 por meio de nota. A administração do terminal ressaltou que o homem estava na área pública do aeroporto.
Leia a nota completa do aeroporto:
“A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos confirma a ocorrência de um homem de 45 anos que foi detido após ele entrar na área pública do Aeroporto de Viracopos com uma espada, na noite de domingo (26/4). O homem ameaçou algumas pessoas com a arma e precisou ser contido pela PM com uso de arma de choque. Ninguém ficou ferido. Ele foi levado para a UPA São José, e a ocorrência foi registrada na 4ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista, a Deatur de Viracopos”.
Após ser ameaçado de morte, o delegado Humberto Teófilo, da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia, comandou sete operações no mesmo plantão e prendeu 10 pessoas em 24 horas, entre o turno de sexta-feira e o início do sábado (21/2). De acordo com a Polícia Civil de Goiás, a maioria das detenções ocorreu em ações motivadas por tráfico de drogas, realizadas em pontos distintos da cidade.
“Em um único plantão, realizamos um verdadeiro golpe no crime organizado. Foram 10 pessoas presas, entre traficantes, foragidos e envolvidos com atividades ilícitas espalhadas pela cidade”, afirmou Teófilo, ressaltando o resultado das ações coordenadas pelo plantão da Central de Flagrantes.
“Com apoio firme da Guarda Civil Municipal, fechamos pontos de drogas, cumprimos mandado de prisão e desmontamos estabelecimentos que funcionavam como fachada para o tráfico”, explicou o delegado, que acrescentou: “Enquanto o crime tenta se organizar, nós respondemos com operação, prisão e resultado”.
Na sexta-feira (20/2), a equipe prendeu três suspeitos ligados a uma facção criminosa no Jardim Tiradentes. Durante a ação, os policiais apreenderam porções de cocaína, material usado para controlar a atividade ilícita e um caderno com anotações típicas do tráfico. Um dos detidos estava usando tornozeleira eletrônica. Os conduzidos, com passagens por roubo e tráfico, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e integração de organização criminosa.
Em operação no Buriti Sereno, a equipe plantonista, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), encerrou um ponto de venda de entorpecentes e prendeu duas mulheres — parentes entre si — encontradas com 50 pedras de crack prontas para comercialização e uma balança de precisão. Elas foram autuadas por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Outra ação resultou na prisão de um jovem no Jardim Nova Era, flagrado com porções de drogas escondidas no tênis. Na residência do suspeito, os policiais apreenderam mais entorpecentes, balança de precisão, dinheiro e material para embalo. O suspeito confessou a prática e foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Na Vila Romana, a Polícia Civil, em ação integrada com a GCM, deteve um jovem de 18 anos. No local foram apreendidas porções de cocaína, sacos plásticos tipo zip lock, balança de precisão e um aparelho celular usado na comercialização. O suspeito foi autuado por tráfico.
Também na sexta-feira, a equipe prendeu o responsável por uma distribuidora conhecida como “Empório Vegas”, no setor Morada dos Pássaros. No estabelecimento foram encontradas porções de skunk e cocaína, além de diversas bebidas com prazo de validade vencido. O local funcionava fora do horário permitido pela legislação municipal, após as 2h da manhã. O conduzido foi autuado por tráfico de drogas e por crime contra as relações de consumo.

Foi cumprido, ainda, mandado de prisão contra uma mulher foragida da Justiça de São Sebastião do Paraíso (MG). Após levantamento de informações, a equipe localizou a foragida trabalhando em uma empresa no centro de Aparecida de Goiânia; ela foi conduzida à Central de Flagrantes e ficará à disposição da Justiça.
Por fim, em ação integrada com a fiscalização ambiental do município, os agentes prenderam o responsável por um depósito de reciclagem que funcionava sem licença ambiental. No local foram constatadas condições inadequadas de armazenamento e presença de roedores, o que motivou a interdição imediata do estabelecimento. O responsável foi autuado pelo crime previsto no artigo 60 da Lei de Crimes Ambientais.
A polícia informou que as ações fazem parte do esforço contínuo de enfrentamento ao crime organizado na cidade.
No dia seguinte ao bombardeio à Venezuela e sequestro do presidente Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar anexar a Groenlândia, território semiautônomo ligado à Dinamarca. Em meio às declarações, ele também insinuou uma ação militar contra o governo da Colômbia, liderado por Gustavo Petro.
Em entrevista à revista The Atlantic, no domingo (4/1), Donald Trump defendeu a necessidade de os Estados Unidos controlarem a Groenlândia por razões de segurança nacional. Ele afirmou que o interesse não é de ordem econômica, como recursos minerais ou petróleo, mas estratégica. Segundo Trump, a presença constante de navios russos e chineses ao longo das costas do território ártico representaria uma ameaça, tornando essencial a sua anexação para proteger a segurança dos EUA.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, reagiu imediatamente, emitindo uma nota em que afirma que os Estados Unidos não têm direito de anexar nenhum dos países do Reino da Dinamarca.
“Tenho que dizer isso muito diretamente aos Estados Unidos: não faz absolutamente nenhum sentido falar sobre a necessidade de os EUA tomarem posse da Groenlândia”, disse Frederiksen.
Ela lembrou que a Dinamarca faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e está coberta pela garantia de segurança da aliança, que é encabeçada pelos próprios Estados Unidos.
“Já temos um acordo de defesa entre o Reino e os Estados Unidos, que concede aos EUA amplo acesso à Groenlândia. E nós, por parte do Reino, investimos significativamente em segurança no Ártico”, completou.
A primeira-ministra ainda apelou para o fim das ameaças. “Insisto veementemente para que os EUA cessem as ameaças contra um aliado histórico e contra outro país e outro povo que já deixaram bem claro que não estão à venda”, finalizou.
Em uma rede social, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, classificou a ameaça como inaceitável.
“Quando o presidente dos Estados Unidos fala ‘precisamos da Groenlândia’ e nos liga com a Venezuela e intervenção militar, não é só errado. Isto é tão desrespeitoso. Nosso país não é objeto de retórica de superpotência”, comentou.
As ameaças de anexar o território no extremo norte do continente americano remontam ao início do governo Trump, em janeiro de 2025.
A nova declaração desse domingo foi rejeitada por outros chefes de Estado europeus, como os dos vizinhos Finlândia, Noruega e Suécia. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que somente a Groenlândia e a Dinamarca devem decidir o futuro do território.
“E a Dinamarca é uma aliada próxima na Europa, é uma aliada da Otan e é muito importante que o futuro da Groenlândia seja para o Reino da Dinamarca e para a própria Groenlândia, e somente para a Groenlândia e o Reino da Dinamarca”, disse Starmer à emissora pública inglesa BBC.
Ação militar contra a Colômbia ‘parece bom’
Além da Groenlândia, Trump voltou suas ameaças para a Colômbia, governada pelo presidente esquerdista Gustavo Petro, crítico das políticas da Casa Branca para a América Latina. O presidente dos EUA afirmou que uma ação militar contra o governo Petro “parece bom”.
“A Colômbia também está muito doente, administrada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos EUA, e ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse Trump a jornalistas.
O presidente da Colômbia rejeitou as acusações do presidente estadunidense.
“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas; meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram tornados públicos”, lembrou.
“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, completou. (Com informações da Agência Brasil)
Governo dos EUA enviou memorando a agências federais para elaborar planos de cortes caso Congresso não aprove orçamento
O OMB (Escritório de Gestão e Orçamento) da Casa Branca determinou que agências federais elaborem planos para demissões em massa de funcionários públicos caso o governo enfrente uma paralisação a partir de 30 de setembro. A data é o prazo final para a aprovação do orçamento pelo Congresso norte-americano.
O memorando orienta as agências a identificar “todos os componentes e funcionários que desempenham funções não obrigatórias por estatuto ou regulamento e que não são tipicamente designados como essenciais durante uma interrupção”.
A disputa orçamentária coloca em lados opostos o governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) e os democratas no Congresso. Esses últimos exigem concessões para aprovar o financiamento federal, incluindo a extensão dos subsídios para a cobertura do programa de saúde conhecido como Affordable Care Act, que expiram no final do ano.
A medida do governo republicano representa uma mudança na forma como o Executivo federal administra cenários de paralisação, segundo reportagem do Politico que obteve o memorando do OMB em 1ª mão.
Nas últimas décadas, quando houve paralisações por falta de acordo orçamentário, os funcionários foram submetidos a licenças não remuneradas temporárias. Depois, foram reconduzidos aos seus cargos assim que o Congresso votou o orçamento, reabrindo o governo e restaurando o financiamento.
Dessa vez, o diretor do OMB, Russ Vought, fala em cortes permanentes de empregos como forma de fazer pressão sobre os democratas.
Se o Congresso não aprovar o orçamento até 30 de setembro, diversos programas governamentais poderão ser interrompidos.
Um fato incomum é que o OMB ainda não publicou os planos de contingência das agências em seu site, apesar da proximidade do prazo. Em seu documento, o órgão informou que recebeu planos atualizados de “muitas, mas não todas” as agências.
O líder da Minoria no Senado, Chuck Schumer (Partido Democrata), classificou o memorando como “uma tentativa de intimidação“.
De acordo com a CNN, Schumer declarou: “Donald Trump tem demitido trabalhadores federais desde o 1º dia –não para governar, mas para assustar. Isso não é novidade e não tem nada a ver com o financiamento do governo. Essas demissões desnecessárias serão ou anuladas no tribunal ou a administração acabará contratando os trabalhadores de volta, assim como fizeram recentemente”.
No memorando, o OMB classifica a posição dos democratas como “insana” e afirma que continuará financiando “prioridades centrais da administração Trump” mesmo em caso de paralisação do governo. O documento também expressa: “Continuamos esperançosos de que os democratas no Congresso não desencadearão uma paralisação e que as etapas delineadas acima não serão necessárias”.
Reportagem atualizada ás 17h de 12/2/2025 para acrescentar nota da Equatorial
Um homem invadiu na manhã desta quarta-feira (12/2) a agência da concessionária Equatorial Energia Goiás na cidade de Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia, e ameaçou atear fogo no prédio. A prefeitura municipal informou que ele é cliente da fornecedora de energia elétrica e alegou má qualidade na prestação do serviço, como fato motivador de sua atitude extrema.
Segundo informações da prefeitura, o homem ordenou que os funcionários deixassem o local e espalhou gasolina pelo chão, para incendiar o prédio. Ele seria um produtor rural revoltado após ter o fornecimento de energia de sua propriedade interrompido pela concessionária.
Através do programa de integração da segurança pública municipal, a Polícia Militar, com o apoio da Guarda Civil Municipal, conseguiu controlar a situação até a chegada de equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM.
O NG apurou que ele entrou no local carregando galões de gasolina e chegou a gravar um vídeo explicando os motivos que o levaram a invadir a agência. A gravação foi uma das condições estabelecidas para sua rendição, mas ainda não foi divulgada pela Polícia Militar.
Após negociações com os policiais, o indivíduo desistiu da ação e se entregou. Ele foi preso e conduzido à delegacia local para os procedimentos necessários.
De acordo com a prefeitura, o homem disse que o motivo de sua atitude foi a má qualidade do serviço prestado pela distribuidora. Ele relatou que sofreu prejuízo superior a R$ 10 mil, por conta de oscilações frequentes na energia elétrica fornecida pela Equatorial.
Veja nota da Equatorial Goiás sobre o ocorrido
A Equatorial Goiás lamenta profundamente a situação ocorrida na manhã de hoje (12), na agência de atendimento da companhia em Senador Canedo, durante uma tentativa de ataque. Um homem tentou provocar um incêndio nas dependências da agência, colocando em risco a segurança de nossos colaboradores e clientes.
Imediatamente, as autoridades locais foram acionadas. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros conseguiram controlar a situação de forma eficaz, evitando maiores danos e garantindo a segurança de todos presentes.
A Equatorial Goiás reforça seu compromisso com a segurança e o bem-estar de seus funcionários e clientes, e está colaborando plenamente com as investigações conduzidas com as autoridades para apurar os detalhes do ocorrido e tomar as medidas necessárias.
Agressão, ameaça e tráfico de anabolizantes: veja crimes pelos quais fisiculturista acusado de matar mulher espancada já tinha sido denunciado
Lidiane 31 de maio de 2024
Vítima morreu por traumatismo craniano após 10 dias internada em estado gravíssimo. Igor Porto alegou que Marcela Luíse caiu sozinha enquanto limpava a casa. Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher – Goiás
Reprodução/Redes Sociais e Reprodução/TV Anhanguera
O fisiculturista Igor Porto Galvão, acusado de matar mulher espancada, já foi denunciado por agressão, ameaça e tráfico de anabolizantes, apontou a investigação da Polícia Civil (PC). Marcela Luíse, de 31 anos, morreu por traumatismo craniano após 10 dias internada em estado gravíssimo.
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Ao g1, a defesa de Igor informou que não vai se manifestar sobre as denúncias “do passado” do fisiculturista. Sobre a acusação da morte de Marcela, a defesa afirmou que acredita na instrução criminal e que será demonstrado que os fatos não ocorreram como narrados pela acusação.
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Durante a investigação da morte de Marcela, a delegada Bruna Coelho pesquisou o histórico de denúncias contra o fisiculturista. Segundo ela, Igor tem registros de ocorrências de brigas com uma vizinha por causa de cachorro e com o funcionário de um supermercado.
“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo”, afirma a delegada.
Agressão e ameaça
Além dessas ocorrências, conforme o inquérito policial, em abril de 2015, o fisicultura foi denunciado por uma ex-namorada por injúria, ameaça e lesão corporal. De acordo com o documento, após o fim do relacionamento, Igor teria convidado a mulher para conversar a tentar reatar o namoro.
Entretanto, segundo o inquérito, durante a conversa, o fisiculturista teria pedido para ver o celular da ex-namorada e vista conversas com um novo pretendente de mulher. Neste momento, ele teria começado a xingar a mulher e, em seguida, conforme relatado da vítima, a enforcado com uma das mãos.
“Muito nervoso, ele disse: você é uma puta, uma vadia e uma vagabunda. Eu vou matar você”, detalha a denúncia da ex-namorada.
Por ser um caso de violência doméstica, o processo da ex-namorada contra Igor correu em segredo de justiça. O inquérito da Polícia Civil (PC) não consta o desdobramento da denúncia e, devido ao sigilo do processo, o g1 não pôde verificar qual foi o desfecho.
Tráfico de anabolizantes
A pesquisa da delegada ainda identificou que, em novembro de 2015, em Brasília, no Distrito Federal (DF), o fisiculturista foi preso em flagrante por tráfico de substância entorpecente e por porte de substância entorpecente para consumo pessoal.
Na ocasião, foram apreendidos na casa do fisiculturista mais de 60 frascos de anabolizantes diversos, além de siringas, agulhas e receituários médicos em nomes de terceiros. Conforme documento, Igor assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Denúncia
O caso foi investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“Nós fomos até a casa e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
Marcela
Marcela Luise de Souza foi levada pelo fisiculturista para o hospital no último dia 10 de maio e, na ocasião, segundo a Polícia Civil (PC), Igor disse aos médicos que a mulher caiu em casa. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que o carro do casal deixou o condomínio onde eles moravam.
Vídeo mostra fisiculturista carregando mulher espancada até hospital
À TV Anhanguera, a tia de Marcela disse que ela era uma mulher doce, amorosa e muito sorridente. Ela trabalhava há três meses como secretária do fisiculturista e não tinha redes sociais. “Ela tinha, mas apagou. Quando perguntaram, ela disse que precisava de foco, se concentrar mais e que [as redes sociais] tomavam muito o tempo dela. Mas a gente sabe que era uma forma dele controlar ela”, ressaltou.
A mulher deixou uma filha de 5 anos, fruto do relacionamento com o fisiculturista. A tia de Marcela contou que ela conheceu Igor na adolescência, na época da escola. Eles se reencontraram já adultos e começaram o relacionamento.
Quem é o fisiculturista?
Igor Porto Galvão tem 32 anos e nasceu em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a família de Marcela, ele tinha um relacionamento com a vítima há nove anos. Eles moraram juntos em Brasília, no Distrito Federal (DF), e viviam em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, desde janeiro de 2021.
Ele se apresenta nas redes sociais como nutricionista e profissional de educação física. Conforme informações do site do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1), Igor tem um registro provisório de nutricionista vigente até março de 2025. O g1 questionou o Conselho por e-mail para saber se, após ser preso, Igor poderá perder o registro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Histórico de violência
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
“Eles moravam em Brasília. Ali teve um inquérito de lesão corporal, inclusive, nós acreditamos, com os mesmos modus operandi, murros, chutes e socos”, completou.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Lidiane 31 de maio de 2024
Ao g1, a defesa de Igor informou que não vai se manifestar sobre as denúncias “do passado” do fisiculturista. Sobre a acusação da morte de Marcela, a defesa afirmou que acredita na instrução criminal e que será demonstrado que os fatos não ocorreram como narrados pela acusação.
“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo”, afirma a delegada.
Além dessas ocorrências, conforme o inquérito policial, em abril de 2015, o fisicultura foi denunciado por uma ex-namorada por injúria, ameaça e lesão corporal. De acordo com o documento, após o fim do relacionamento, Igor teria convidado a mulher para conversar a tentar reatar o namoro.
Entretanto, segundo o inquérito, durante a conversa, o fisiculturista teria pedido para ver o celular da ex-namorada e vista conversas com um novo pretendente de mulher. Neste momento, ele teria começado a xingar a mulher e, em seguida, conforme relatado da vítima, a enforcado com uma das mãos.
“Muito nervoso, ele disse: você é uma puta, uma vadia e uma vagabunda. Eu vou matar você”, detalha a denúncia da ex-namorada.
Por ser um caso de violência doméstica, o processo da ex-namorada contra Igor correu em segredo de justiça. O inquérito da Polícia Civil (PC) não consta o desdobramento da denúncia e, devido ao sigilo do processo, o g1 não pôde verificar qual foi o desfecho.
Tráfico de anabolizantes
A pesquisa da delegada ainda identificou que, em novembro de 2015, em Brasília, no Distrito Federal (DF), o fisiculturista foi preso em flagrante por tráfico de substância entorpecente e por porte de substância entorpecente para consumo pessoal.
Na ocasião, foram apreendidos na casa do fisiculturista mais de 60 frascos de anabolizantes diversos, além de siringas, agulhas e receituários médicos em nomes de terceiros. Conforme documento, Igor assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O caso foi investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“Nós fomos até a casa e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
Marcela Luise de Souza foi levada pelo fisiculturista para o hospital no último dia 10 de maio e, na ocasião, segundo a Polícia Civil (PC), Igor disse aos médicos que a mulher caiu em casa. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que o carro do casal deixou o condomínio onde eles moravam.
Vídeo mostra fisiculturista carregando mulher espancada até hospital
À TV Anhanguera, a tia de Marcela disse que ela era uma mulher doce, amorosa e muito sorridente. Ela trabalhava há três meses como secretária do fisiculturista e não tinha redes sociais. “Ela tinha, mas apagou. Quando perguntaram, ela disse que precisava de foco, se concentrar mais e que [as redes sociais] tomavam muito o tempo dela. Mas a gente sabe que era uma forma dele controlar ela”, ressaltou.
A mulher deixou uma filha de 5 anos, fruto do relacionamento com o fisiculturista. A tia de Marcela contou que ela conheceu Igor na adolescência, na época da escola. Eles se reencontraram já adultos e começaram o relacionamento.
Quem é o fisiculturista?
Igor Porto Galvão tem 32 anos e nasceu em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a família de Marcela, ele tinha um relacionamento com a vítima há nove anos. Eles moraram juntos em Brasília, no Distrito Federal (DF), e viviam em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, desde janeiro de 2021.
Ele se apresenta nas redes sociais como nutricionista e profissional de educação física. Conforme informações do site do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1), Igor tem um registro provisório de nutricionista vigente até março de 2025. O g1 questionou o Conselho por e-mail para saber se, após ser preso, Igor poderá perder o registro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
“Eles moravam em Brasília. Ali teve um inquérito de lesão corporal, inclusive, nós acreditamos, com os mesmos modus operandi, murros, chutes e socos”, completou.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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