21 de abril de 2026
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A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) aprovou, definitivamente, durante as sessões deliberativas híbridas desta quarta-feira, 11, o projeto do Executivo Estadual que dá fim à cobrança conhecida como “taxa do agro”. Outras matérias da Governadoria estiveram em pauta, com destaque para a que perdoa multas de produtores rurais e a que reajusta o salário de professores da rede pública estadual. Duas iniciativas sobre o uso de som automotivo assinadas pela Casa também ganharam evidência.

Durante a tarde, foram realizados dois encontros plenários, o ordinário e um extra. No primeiro, as proposições encaminhadas pelo governador Ronaldo Caiado (UB) que tratam de benefícios aos produtores rurais obtiveram o primeiro sinal verde. Ao início da segunda sessão do dia, o Plenário autorizou a quebra do intervalo entre as fases inicial e final de votação dos projetos e concedeu a esses e outros o selo de aprovação.  

Fim da cobrança

A extinção da “taxa do agro” é parte da proposta da Governadoria que tramitou no Legislativo sob o nº 2534/26 e está apta a ser sancionada. Em vigor desde 2023, o imposto sobre produtos rurais e do setor mineral do Estado se aplicava como condição para que produtores usufruíssem de determinados benefícios fiscais e regimes especiais de fiscalização tributária.

A verba arrecadada abasteceu o Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), estruturado para captar e gerir os recursos, com foco em executar obras de pavimentação, manutenção e conservação de rodovias, além de sinalização, pontes, bueiros, obras especiais e aeródromos.

Nesse sentido, além do fim da cobrança, o projeto aprovado regulamenta a sucessão da titularidade, gestão, execução, fiscalização e acompanhamento de projetos, obras e contratos vinculados ao Fundeinfra, responsabilidades que passarão à Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra).

A contribuição, destaca Caiado em sua justificativa, foi necessária pelo “cenário de queda brusca da arrecadação enfrentada pelo Estado”. Entretanto, prossegue, a realidade econômica atual gera crises que, segundo ele, estão impactando a capacidade financeira do setor agropecuário goiano. Por isso, “torna-se insustentável a manutenção da contribuição ao Fundeinfra”.

O Executivo enfatiza, ainda, que o fundo “se consolidou como instrumento planejado para o desenvolvimento de Goiás” e arrecadou, com a taxa a ele destinada, R$ 3,16 bilhões entre 2023 e janeiro de 2026. Desse total, 78,6% teriam sido formalizados em contratos, e desse montante formalizado, 51,5% teriam sido pagos.

Apoio parlamentar

Representante do setor, Amauri Ribeiro (UB) lembrou que, em 2022, votou contra a criação do imposto. Segundo ele, “foi muito difícil para os deputados da base que votaram a favor” e, hoje, todos os parlamentares da Casa são favoráveis ao término da cobrança.

Ribeiro ponderou que compreende a intenção dos colegas que propuseram emendas com o objetivo de devolver recursos, mas que isso não seria possível, porque a verba já está estaria comprometida com obras em andamento.

A deputada Bia de Lima (PT) atribuiu o fim da “taxa do agro” ao trabalho dos parlamentares de oposição. “Fomos nós que, por muitos anos, cobramos e fizemos um movimento para acabar com essa cobrança. Quando o Governo percebeu nosso apoio, da sociedade e do agronegócio, resolveu pôr fim a essa prática e apresentou essa matéria. Que bom que isso foi feito, agora podemos aprovar essa importante medida”, afirmou.

Clécio Alves, Veter Martins (UB) e Mauro Rubem (PT) também repercutiram a extinção da taxa.

Perdão de multas

Também da Governadoria e validado em definitivo pela Alego, o processo nº 2255/26 prevê o cancelamento de multas relativas a saídas internas de gado bovino aplicadas a pecuaristas.

Mais especificamente, dispõe sobre o perdão de créditos tributários de Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) cobrados em operações internas de venda de gado bovino registradas com a Guia de Trânsito Animal (GTA) ou o Termo de Transferência Animal (TTA), documentos exigidos para controle sanitário e de circulação dos animais.

Para isso, solicita-se o acréscimo do Convênio ICMS n° 141/2025 à legislação goiana. Para que se possa usufruir do benefício proposto, as referidas saídas devem estar cobertas pela GTA ou TTA.

Na justificativa, a Secretaria de Estado da Economia relata que, desde 2012, diversos autos de infração foram aplicados pela ausência da documentação fiscal nessas operações de circulação interna amparadas apenas pela GTA ou pelo TTA.

“Os produtores autuados sustentaram que o transporte exigia somente a GTA ou o TTA, documentos de controle sanitário, sem a cobrança de documentos fiscais, próprios de operações mercantis”, detalhou a pasta quanto à controvérsia em torno das multas.

A Economia destacou que proposituras aprovadas pela Casa de Leis tentaram, anteriormente, estabelecer as mesmas medidas que o projeto aprovado objetiva, mas não puderam ser validadas por serem inconstitucionais. A Governadoria estima que 10.109 contribuintes serão beneficiados.

Valorização dos professores

Objeto do processo nº 4091/26, o reajuste dos vencimentos dos ocupantes do cargo de professor do quadro permanente do magistério e do quadro transitório do magistério, da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), conquistou o seu primeiro aval.

A proposta visa a cumprir o disposto na Constituição Brasileira sobre o piso salarial da categoria e em outras normas federais, com o aumento de 5,4% na remuneração dos professores com a carga laboral de 40 horas semanais.

O percentual será aplicado às tabelas remuneratórias previstas pela Lei Estadual n° 13.909/2001, que dispõe sobre o estatuto e o plano de cargos e vencimentos do pessoal do magistério, com efeitos financeiros a partir de 1° de janeiro de 2026.

A ideia é que a remuneração dos professores de nível superior contratados por tempo determinado com a carga laboral de 40 horas semanais também seja reajustada com o mesmo índice, porém seus efeitos terão início em 1° de maio de 2026. Aos magistrados de nível médio contratados por tempo determinado, serão aplicadas as disposições estabelecidas em regulamento especifico.

Durante a discussão do projeto, Bia de Lima frisou a importância do reajuste para a educação do Estado, mas fez um contraponto. “A proposta traz um conflito grave: o pagamento, a partir de janeiro, para os profissionais da ativa e aposentados, mas, infelizmente, a partir de maio para quem é contrato. Professor é professor, não existe essa distinção”, criticou.

Som automotivo

Aprovado em sua fase única de votação plenária, o projeto de decreto legislativo nº 4202/26 cancela os efeitos da Portaria n° 131/2026, editada pelo Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO). O documento anulado normatiza o uso de som automotivo em Goiás. 

Segundo a Mesa Diretora da Alego, responsável pelo projeto, houve “flagrante extrapolação do poder regulamentar e imposição de obrigações não previstas na legislação que fundamenta o uso de som automotivo no Estado”.

A norma estadual, argumenta a Mesa, “disciplina de forma clara e suficiente” o tema, inclusive com a permissão condicional do uso em festividades oficiais e eventos. “No entanto, a referida portaria cria barreiras administrativas e financeiras que inviabilizam a aplicação prática”, detalha-se. De acordo com a Mesa, a medida do Detran-GO impõe “ônus desproporcional ao cidadão e desrespeita a vontade política expressa por esta Casa de Leis”.

Analogamente, para conferir maior precisão técnica e coerência normativa à lei estadual sobre o tema, o presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB), apresentou o processo nº 4197/26. A intenção é retirar o trecho “de trânsito” do inciso II, que define o “atendimento integral à legislação federal, estadual e municipal aplicável, especialmente normas ambientais, de trânsito e códigos de postura” como uma das regras para o uso de som automotivo.

“A referência expressa às normas de trânsito mostra-se desnecessária no contexto da lei, uma vez que tais regras já são disciplinadas de forma específica e abrangente pelo Código de Trânsito Brasileiro e pela regulamentação administrativa dos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, cuja aplicação independe de menção expressa na legislação estadual”, argumenta Peixoto.

O presidente acrescenta que a citação em pauta poderia gerar interpretações equivocadas quanto ao alcance da norma ou sugerir uma sobreposição indevida de competências regulatórias. A alteração ainda depende de mais uma fase de votação para concluir o seu trâmite no Parlamento goiano.

Também do Executivo

Outros cinco projetos de lei encaminhados pelo governador seguem para possível sanção.

O pedido de extensão do prazo para aderir ao programa de Recuperação de Créditos não Tributários do Procon Goiás, o Quita Procon Goiás, é um deles. Com a mudança, o período passa de 90 para 150 dias.

O aval para que o Executivo adquira, por doação onerosa do município de Jaraguá, um imóvel para a ampliação do Hospital Regional Sandino de Amorim é o teor do processo nº 1400/26.

Dois textos tratam de temas relativos ao ensino público estadual. O nº 605/26 denomina o Colégio “Padrão B”, em Gameleira de Goiás, como Colégio Estadual Salvador Gomes da Silva. Enquanto isso, o nº 1744/26 cria e denomina, na estrutura da Seduc, o Colégio Estadual Professor Arquidones Bites Leão Leite, em Trindade. 

Já a propositura nº 1401/26 aborda a reformulação do Adicional de Responsabilidade Técnica (ART). Mais especificamente, prevê que os servidores efetivos e empregados públicos também possam ter direito ao benefício, originalmente instituído apenas para profissionais temporários da arquitetura e engenharia.

TCM-GO

Os deputados aprovaram, em segunda votação, o processo nº 3023/26, de autoria do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO), que visa a modernizar a sua legislação de regência. Para tal, promove alterações na Lei n° 13.251/1998.

Estadualização de rodovia

O Plenário derrubou o veto integral ao autógrafo de lei de Issy Quinan (MDB) que estabelece a estadualização do trecho da rodovia GO-010 que une Bonfinópolis à BR-060, em Anápolis. 

Para fundamentar a sua decisão de rejeitar, o Executivo Estadual informou que, na região, já existem duas rodovias estaduais que fazem a ligação da GO-010 à BR-153 em Anápolis: a GO-415 e a GO-330. 

A votação, em fase única e secreta, registrou 25 votos contrários à manutenção do veto. Com isso, o autógrafo será promulgado pelo presidente do Parlamento goiano.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O desempenho do campo foi decisivo para o resultado econômico do país em 2025. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que o PIB da agropecuária cresceu 11,7% em relação a 2024, índice muito acima da média nacional.

Em valores correntes, o setor alcançou R$ 775,3 bilhões em valor adicionado bruto, equivalente a aproximadamente 6,1% do PIB brasileiro. No mesmo período, o crescimento do PIB do Brasil foi de 2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio brasileiro como eixo estruturante da economia nacional.

Soja e milho impulsionam o PIB agropecuário

O avanço do PIB do agro em 2025 foi impulsionado principalmente pelo aumento da produção e da produtividade agrícola. Entre os destaques:

A produção de milho cresceu 23,6%.
A safra de soja avançou 14,6%.

Esses dois produtos seguem como pilares das exportações e da balança comercial, sustentando o desempenho do setor agropecuário brasileiro.

A pecuária brasileira também apresentou contribuição positiva, ampliando o valor agregado do setor no acumulado do ano.

Quarto trimestre confirma força do agronegócio

Na comparação entre o quarto trimestre de 2025 e o mesmo período de 2024, o valor adicionado da agropecuária registrou alta de 12,1%, enquanto o PIB nacional avançou 1,8%.

Entre as culturas com maior crescimento no período estão:

Fumo, com alta de 29,8%
Laranja, com crescimento de 28,4%
Trigo, com avanço de 3,7%

O resultado consolida o agronegócio como motor do crescimento econômico em um cenário marcado por desafios como preços internacionais pressionados e endividamento em alguns segmentos produtivos.

Agro se mantém como pilar da economia brasileira

Mesmo diante de oscilações no mercado global de commodities, o desempenho do agro em 2025 demonstra resiliência e capacidade de adaptação. O setor mantém papel central na geração de renda, empregos indiretos, movimentação logística e arrecadação.

A expansão do PIB agropecuário reforça uma tendência estrutural: o campo segue como uma das principais âncoras da economia brasileira, sustentando crescimento mesmo quando outros setores apresentam desempenho moderado.

Análise

O crescimento expressivo do PIB da agropecuária em 2025 indica não apenas uma safra positiva, mas também maturidade tecnológica, eficiência produtiva e integração global. O desafio agora será manter competitividade, ampliar crédito estruturado e garantir estabilidade regulatória para sustentar o ritmo nos próximos ciclos.

Autor # Jornal Folha de Goiás


O Brasil deve encerrar 2025 com a maior safra agrícola de sua história, alcançando 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O volume representa crescimento de 18,2% em relação a 2024, quando a produção somou 292,7 milhões de toneladas. Os dados constam da estimativa divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A mesma projeção indica que, em 2026, a produção total deve recuar para 339,8 milhões de toneladas, queda de 1,8% frente ao recorde esperado para 2025. Em termos absolutos, o recuo estimado é de 6,3 milhões de toneladas, sinalizando uma desaceleração após um ciclo excepcionalmente favorável.

Recordes puxados por soja, milho e algodão

Segundo o IBGE, arroz, milho e soja concentram 92,7% da produção estimada e ocupam 87,9% da área a ser colhida em 2025. A soja lidera o avanço: a estimativa é de 166,1 milhões de toneladas , novo recorde da série histórica, com alta de 14,6% sobre 2024.

O milho também atinge patamar inédito, com 141,7 milhões de toneladas, crescimento expressivo de 23,6%. Outro destaque é o algodão herbáceo em caroço, cuja produção deve chegar a 9,9 milhões de toneladas, avanço de 11,4% em relação ao ano anterior.

Outras culturas relevantes também apresentam expansão em 2025:
– Arroz em casca: 12,7 milhões de toneladas (+19,4%)
– Trigo: 7,8 milhões de toneladas (+3,7%)
– Sorgo: 5,4 milhões de toneladas (+35,5%)

O conjunto desses números consolida 2025 como o pico da produção agrícola brasileira, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e maior eficiência produtiva em várias regiões.

Inclusão de novas culturas e ajustes metodológicos

Para a safra de 2026, o IBGE passou a incluir canola e gergelim nas estimativas de cereais, leguminosas e oleaginosas. Embora ainda restritas a poucas unidades da federação, essas culturas vêm ganhando importância estratégica nos últimos anos, tanto pela diversificação produtiva quanto pela demanda internacional.

Mesmo com a inclusão, o instituto projeta queda na produção total em 2026, refletindo principalmente revisões negativas em culturas de grande peso.

O que explica a queda prevista em 2026

De acordo com o IBGE, o recuo projetado para 2026 decorre, sobretudo, de reduções estimadas em:
– Milho: -6% (menos 8,5 milhões de toneladas)
– Sorgo: -13%
– Arroz: -8%
– Algodão herbáceo em caroço: -10,5%
– Trigo: -1,6%

Em contrapartida, a soja segue com perspectiva de crescimento, estimado em 2,5% ou 4,2 milhões de toneladas. O feijão, na primeira safra, também apresenta avanço previsto de 3,1%, alcançando 30,1 mil toneladas.

Apesar da queda frente a 2025, o IBGE ressalta que a projeção para 2026 é 1,2% superior ao segundo prognóstico, divulgado anteriormente, indicando ajustes positivos ao longo das revisões.

Análise crítica editorial

O recorde projetado para 2025 confirma a centralidade do agronegócio na economia brasileira, mas a leitura estratégica dos dados exige cautela. A queda estimada para 2026 não representa colapso, mas sinaliza o limite de um crescimento sustentado apenas por expansão de área, ciclos climáticos favoráveis e commodities de baixo valor agregado.

A dependência excessiva de poucas culturas, especialmente soja e milho, torna o sistema produtivo vulnerável a oscilações de preço, clima e demanda externa. Além disso, a desaceleração prevista expõe um desafio estrutural: transformar volume em valor. Sem avanço consistente em tecnologia, processamento, logística e diversificação regional, recordes pontuais tendem a ser seguidos por ajustes igualmente bruscos.

A inclusão de canola e gergelim aponta um caminho possível, mas ainda marginal. O dado central é que o Brasil segue forte como potência agrícola, porém precisa decidir se continuará comemorando recordes isolados ou se usará esse desempenho para dar o próximo salto: produtividade estável, maior valor por tonelada e menor exposição a ciclos de correção.

Autor # Jornal Folha de Goiás


O deputado Gustavo Sebba (PSDB) apresentou o projeto de lei nº 18831/25, com o objetivo de revogar o Inciso I e o Parágrafo Único do Artigo 5º da Lei nº 21.670, de 6 de dezembro de 2022, a qual é responsável por instituir o Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), também conhecido como “taxa do agro”. A proposição surge como uma medida de urgência para aliviar a pressão sobre o setor produtivo goiano, especialmente diante da iminente imposição de novas tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros pelos Estados Unidos, o chamado “tarifaço”, que começou a valer nesta quarta-feira, 6, para mais de 3,8 mil produtos do Brasil.

O legislador aponta a necessidade do projeto pela insustentabilidade da cobrança da taxa em um cenário internacional adverso. Ele lembra que agronegócio goiano, um dos pilares da economia do estado, é um dos principais afetados pela nova política comercial norte-americana. Dados da Secretaria de Estado da Retomada e da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, em 2024, mostram que o setor respondeu por mais de 82% das exportações totais de Goiás, somando US$ 10,05 bilhões. Embora não fosse o principal destino, o mercado dos EUA tem ganhado relevância: no primeiro semestre de 2025, as exportações goianas para o país saltaram para aproximadamente 5% do total, representando US$ 337 milhões FOB [cotação da moeda norte-american estritamente comercial] e um aumento de 87,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No projeto Sebba argumenta que a manutenção da taxa do Fundeinfra, somada à nova taxação imposta pelos EUA sobre produtos como carnes, soja, milho, café, frutas frescas e suco de laranja, compromete seriamente a competitividade dos produtos goianos. O aumento do custo de exportação e a redução da margem de lucro dos produtores podem levar a um desestímulo da produção, perda de competitividade e até mesmo a um risco real de desemprego no campo.

Segundo o tucano, a revogação da “taxa do agro” é apresentada como um gesto de responsabilidade econômica e sensibilidade institucional. O texto do projeto enfatiza que o Estado de Goiás deve adotar uma postura de proteção e incentivo a um setor que é crucial para a arrecadação estadual, a geração de empregos e o equilíbrio da balança comercial.

Nos termos apresentados por Gustavo Sebba, a medida busca garantir a sustentabilidade do setor agropecuário goiano, que já enfrenta desafios significativos e não deveria suportar um ônus tributário adicional neste momento de adversidade. O projeto de lei seguirá para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuída a relatoria para emissão de parecer.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Durante palestra na 12ª Rondônia Rural Show Internacional, nesta sexta-feira (30/5), o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) destacou a força do agronegócio goiano e defendeu o setor como base da economia nacional. “É o alicerce”, afirmou. “O que nos sustenta são as exportações. O Brasil é referência exatamente porque é o maior produtor de alimentos do planeta”. O evento, em Ji-Paraná, reuniu produtores, profissionais e autoridades do setor.

Caiado ressaltou os resultados da agropecuária nacional, que cresceu 12,2% no primeiro trimestre de 2025, segundo o IBGE. No mesmo período, o PIB brasileiro aumentou 1,4%. Apesar do desempenho, ele criticou a taxa de juros para crédito agrícola. “O crédito é repassado com uma taxa média de 12%, o que é inviável para a agricultura arcar com esse valor final”, pontuou, cobrando políticas para securitização da produção rural.

O governador também apresentou os avanços da segurança pública em Goiás, com destaque para a redução de crimes no campo. “Era uma grande preocupação no início do governo e quando chegamos formamos mil homens na inteligência, remodelamos todas as polícias, implantamos batalhões especializados, como o Rural, e com isso Goiás vive hoje outra realidade”. Ele apontou queda de 81% nos roubos e 34% nos furtos em propriedades rurais entre 2018 e 2024.

Caiado voltou a cobrar maior presença da União no combate ao crime organizado, especialmente na Amazônia. “Aqui a atuação ilegal não é de produtor, mas de facções do Brasil, Venezuela e Colômbia. São esses os que exploram os garimpos e praticam o contrabando ilegal de madeiras”. Ele também criticou a PEC que propõe o Sistema Único de Segurança Pública. Para ele, a medida fere a Constituição ao aumentar a ingerência federal sobre os estados.

Durante o evento, Caiado citou ainda avanços em áreas como educação, saúde e desenvolvimento social em Goiás. Ele defendeu investimentos em energias sustentáveis, destacando a produção de etanol de segunda geração. “Estamos transformando nosso plantio de cana-de-açúcar, de milho, em etanol de segunda geração. Somos os únicos no mundo que temos condição disso”. O governador recebeu o Título de Cidadão de Rondônia e a medalha Marechal Rondon em reconhecimento às suas contribuições.



Autor Felipe Fulquim


O governador Ronaldo Caiado destacou a importância da 78ª Exposição Agropecuária do Estado de Goiás como vitrine do agronegócio e espaço de valorização das tradições goianas. A expectativa é que mais de 500 mil pessoas visitem o parque de exposições, no Setor Nova Vila, até dia 25 de maio.

“É onde o urbano e o rural se encontram; não apenas para festividade, mas também para acompanhar a evolução do plantel goiano”, afirmou, durante a abertura oficial do evento, na manhã desta sexta-feira (16/5).

Pela primeira vez, a entrada no evento é gratuita.

“Este ano, a Pecuária voltou com tudo, abrindo as portas gratuitamente, de forma inédita, para que todos possam conhecer de perto o trabalho da nossa pecuária”, celebrou Caiado.

O Governo de Goiás é parceiro institucional do evento e mobilizou todas as forças de segurança para garantir tranquilidade aos visitantes.

A parceria foi reconhecida pelo presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Gilberto Marques Neto.

“A feira é gratuita graças ao apoio do poder público. Isso democratiza o acesso de muitos cidadãos que antes precisavam escolher um único dia para vir”, ressaltou.

Segundo ele, a programação foi planejada para fomentar o setor, com expectativa de movimentar R$ 100 milhões em negócios.

“Aqui a gente concilia festa com negócios. É uma feira que impulsiona a economia do nosso Estado”, completou.

O vice-governador Daniel Vilela destacou o papel do evento como vitrine para os talentos goianos.

“Os produtores trazem o que há de melhor em genética animal; os industriais e comerciantes apresentam seus principais produtos. E, ainda, temos outro diferencial: os grandes shows, especialmente da música sertaneja goiana”, pontuou.

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, chamou a atenção para o impacto econômico direto do evento na capital.

“É só olhar ao redor: o tanto de gente circulando, vendendo, comprando. Isso movimenta a cidade inteira – Uber, táxi, ambulantes, comércio local. Todo mundo fatura com a Pecuária”, exemplificou.

Exposição de 850 animais, leilões, shows

Com uma estrutura de 500 mil metros quadrados, a Pecuária de Goiânia oferece, ao longo de 11 dias, uma ampla programação de lazer e negócios. Estão previstas exposições com 850 animais de diferentes raças e minianimais, além de leilões, palestras sobre agronegócio e ações de responsabilidade ambiental e social.

Na agenda musical, o público confere atrações de renome nacional como Wesley Safadão, Natanzinho, Murilo Huff, Léo Foguete, Belo, Pablo, Luan Pereira, Edson & Hudson, Simone Mendes e Matogrosso & Mathias. O evento foi aberto na quinta-feira (15/5) com a gravação do DVD comemorativo dos 50 anos de carreira de Amado Batista.

Além de garantir a segurança durante o evento, o Governo de Goiás participa da feira por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). A pasta oferece plantão técnico para apresentar programas voltados ao produtor rural, como o Programa de Aquisição de Alimentos do Estado de Goiás (PAA Goiás), Crédito Social e Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO Rural), entre outros. Também são fornecidas orientações sobre defesa agropecuária.

Todo mundo se uniu para fazer essa grande festa’

Presente no primeiro dia da Pecuária – marcado pela gravação do novo DVD de Amado Batista –, o prefeito Sandro Mabel celebrou a presença de visitantes de várias partes do Brasil e o potencial turístico e econômico que a festa gera para a cidade.

“Estamos fazendo esses shows dentro de uma visão de que Goiânia está dando um grande impulso. Essa é uma comemoração que simboliza uma retomada”, pontuou, ao destaca a ajuda fundamental do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa e Câmara Municipal, além de deputados federais e estaduais e senadores.

Prefeito Sandro Mabel participa da abertura oficial da 78ª Exposição Agropecuária de Goiânia

“Todo mundo se uniu para fazer essa grande festa para a população”, afirmou Mabel.

Pela primeira vez, a entrada para a Pecuária é totalmente gratuita, com a sugestão de doação de 1 kg de alimento não perecível. O prefeito ressaltou o caráter social da medida, que amplia o acesso à principal festa agropecuária do estado e ainda beneficia instituições sociais.

“É muito gratificante ver a felicidade das pessoas passeando, famílias inteiras, pais com crianças pequenas. Esse é o meu objetivo. A festa é parte da tradição da cidade e, agora, com a entrada gratuita, estamos possibilitando que todos participem”, declarou.

Serviço

A Pecuária segue até o dia 25 de maio, com expectativa de receber cerca de 500 mil visitantes. A entrada é gratuita, e o ingresso pode ser retirado pelo site https://www.meubilhete.com ou diretamente na bilheteria do parque, mediante cadastro com CPF. A doação voluntária de 1 kg de alimento não perecível é incentivada e será destinada a instituições sociais.

Programação de shows

  • 16 de maio (sexta-feira) — Luan Pereira e Edson & Hudson
  • 17 de maio (sábado) — Projeto Ícones com Belo e Pablo
  • 22 de maio (quinta-feira) — Simone Mendes e Leo Foguete
  • 23 de maio (sexta-feira) — Nattan e Wesley Safadão
  • 24 de maio (sábado) — Murillo Huff (show “Ao Vivão”) e Matogrosso & Mathias

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) realiza, nesta terça-feira, 18, às 14 horas, audiência pública para debater a propositura do Poder Executivo que visa a autorizar o Estado de Goiás a formalizar parceria com o Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag). O encontro contará com a participação do presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Sales, já que o órgão é supervisor do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), do qual o Ifag pretende acessar recursos.

No processo legislativo n° 4937/25, o Ifag é apresentado como uma associação sem fins lucrativos “voltada para atividades, projetos e ações que promovam o desenvolvimento econômico e a infraestrutura do Estado”. Ele integra representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Goiás (Senar) e da Associação dos Produtores de Soja, Milho e Outros Grãos Agrícolas do Estado de Goiás (Aprosoja/GO).

Com a parceria, o Ifag poderá obter recursos financeiros do Fundeinfra, para a realização de ações voltadas à manutenção, ao melhoramento e à implementação de rodovias. A proposta é que o convênio seja firmado sem que haja a necessidade de chamamento público. 

Segundo Lei Federal nº 13.019/24, a dispensa de seleção, conforme requerida, é prevista para os casos em que há inviabilidade de competição entre organizações da sociedade civil. Na presente situação, o motivo é reforçado por requisitos expressos na legislação estadual de legislação estadual de criação do Fundeinfra.  A norma permite a celebração de parcerias apenas com associações sem fins lucrativos que sejam contribuintes do fundo supervisionado pela Goinfra. 

A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) atestou a viabilidade da proposta, e assegurou a inexistência de novas despesas e de renúncia de receita. Já a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) afirmou que a iniciativa está em consonância com o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), prestigiando o desenvolvimento econômico local.  

O governador Ronaldo Caiado (UB) solicitou tramitação especial para o projeto de lei de sua iniciativa. De acordo com a Constituição Estadual, nesses casos, a matéria entra em regime de urgência e a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) tem o prazo de 45 dias para deliberação sobre a mesma.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Veículos apreendidos em operação que cumpriu mandados contra suspeitos de dar golpe de R$ 40 milhões com fraudes em financiamentos agropecuários, em Goiás — Foto: Divulgação/PF-GO

‘”No ano de 2023 foram adquiridos mais de 40 veículos em nome de integrantes desse grupo. Veículos de luxo, caminhonetes, importados, moto aquática e joias com dinheiro produto do financiamento que deveria ser aplicado em atividade rural. Um dos investigados estava ostentando viagem pela Europa”, detalhou o delegado.

O caso passou a ser investigado depois que um cartório recusou o registro de uma cédula de crédito rural por indício de falsificação e comunicou a Caixa Econômica Federal. O delegado explicou que, na ocasião, a instituição financeira apurou internamente a situação, encontrando os indícios de fraude e entregou a documentação para a Polícia Federal.

Segundo a PF, duas pessoas foram presas na terça-feira (16): um empresário e um ‘despachante’, que não tiveram os nomes divulgados, da organização criminosa. O g1 não conseguiu localizar a defesa dos presos e investigados para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

Em nota, a Caixa informou que atua com a Polícia Federal e demais órgãos de segurança pública na identificação e investigação de casos suspeitos e na prevenção e combate a fraudes e golpes. Além disso, a instituição detalhou que informações sobre crimes são repassadas exclusivamente às autoridades policiais (leia nota completa no fim da reportagem).

Veículo apreendido em operação que cumpriu mandados contra suspeitos de dar golpe de R$ 40 milhões com fraudes em financiamentos agropecuários — Foto: Divulgação/PF

Como ocorriam as fraudes?

Segundo a PF, o prejuízo milionário da instituição aconteceu no período de 2022 e 2023. De acordo com o delegado, a organização criminosa era dividida em três núcleos:

  • Núcleo de gestão: empresários e advogados;
  • Núcleo operacional: pessoas que contrataram com a Caixa com interesse da administração, operadores financeiros dos valores e funcionarios públicos;
  • Alguns laranjas.

Segundo o delegado, até então não foi constatada a participação de pessoas vinculadas aos cartórios nas fraudes.

De acordo com a investigação, a gerente do banco envolvida com a organização criminosa facilitava o comentimento das fraudes que ocorriam com a falsificação de documentos relativos a imóveis rurais. O delegado ainda explicou que também foi constatada a participação de um profissional credenciado à Caixa, que avaliava esses imóveis rurais.

“[Ele] avaliou imóveis que sequer existem de fato ou superavaliou imóveis em até 700%. Davam aparência lícita àquela documentação que permitia a liberação dos valores dos financiamentos dentro dessa agência da Caixa com a participação de pessoas vinculadas à Caixa”, detalhou o delegado.

As falsificações realizadas eram de todos os tipos: desde as mais grosseiras, como alterações de selo de reconhecimento de assinatura, até as mais sofisticadas, que envolvem certidões de matrículas de cartório do registro desses imóveis.

Operação cumpre mandados contra empresários e advogados suspeitos de dar golpe de R$ 40 milhões com fraudes em financiamentos agropecuários em Goiás — Foto: Divulgação/PF-GO

A operação “Paper Land”, como foi chamada, cumpriu 18 mandados em 13 endereços nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Acreúna e Rio Verde. A investigação indicou que o grupo cometia os crimes por meio de documentos falsos e corrupção de profissionais credenciados à Caixa Econômica Federal.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio de contas bancárias usadas pelos investigados e o sequestro de pelo menos 48 imóveis e 44 veículos de propriedade do grupo criminoso, além da constrição de criptoativos.

O grupo é suspeito de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção. A soma das penas dos crimes pode ultrapassar 42 anos de prisão, em caso de condenação.

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Bruna Daiane, carinhosamente conhecida como “A Chapéu Rosa”, é uma figura marcante e inspiradora no cenário do agro brasileiro. Natural de Rubiataba, Goiás, Bruna mudou-se para Goiânia aos cinco anos de idade e desde então tem construído uma trajetória de determinação e sucesso.

Aos 36 anos, A Chapéu Rosa é mãe de dois adolescentes, uma menina de 16 e um menino de 12, e casada há 17 anos. Sua história de vida é marcada por desafios e superações. Em um momento crucial de sua vida, ela perdeu tudo e teve que recomeçar do zero. Este processo de renascimento moldou sua fé e determinação, fazendo dela um exemplo de força e coragem para muitos.

Conhecida por andar pelas ruas com seu imponente chapéu rosa, que se tornou sua marca registrada. já participou de diversos programas de TV, rádios, podcasts e realities e um de seus momentos de maior destaque foi representar Goiás como Imperatriz do Agro no concurso de Rainha de Rodeio em Minas Gerais.

Além de sua visibilidade na mídia, A Chapéu Rosa é uma fervorosa defensora das mulheres do agro. Seu trabalho foi reconhecido pela Câmara dos Vereadores de Goiânia, onde recebeu uma lei em seu nome. Ela também dá palestras motivacionais e participa de DVDs, compartilhando sua história e inspirando outras mulheres a lutar por seus sonhos.


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Atualmente é uma comunicadora influente no setor agropecuário, utilizando suas plataformas para mostrar o dia a dia no campo e seu trabalho apaixonado. Entre suas diversas atividades, ela encontra tempo para cuidar de sua mascote, uma patinha chamada Margarida, e demonstra seu amor por crianças e animais.

A Chapéu Rosa continua a lutar por um futuro melhor para sua família e para todos aqueles que se inspiram em sua trajetória.

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Sindicato Rural de Catalão continua arrecadando donativos para os gaúchos

(Foto: Divulgação)

Os brasileiros se uniram numa enorme corrente do bem para ajudar o Rio Grande do Sul, estado que sofre com as consequências dos fortes temporais e das enchentes que desabrigaram centenas de famílias e deixaram quase 200 pessoas mortas.

Diante da gravidade da situação, o agro goiano também se solidarizou e a Federação da Agricultura (Faeg) lançou, no último dia 7, a campanha intitulada “Agro de Goiás abraça o Rio Grande do Sul”. Desde então, já foram enviadas aos gaúchos 20 carretas contendo mais de 400 toneladas de doações.

O presidente da Faeg, José Mário Schreiner, contou que já sofreu em decorrência de catástrofes climáticas quando criança. E isso o motiva à prática de doações, sobretudo presidindo uma instituição do porte da Faeg.

As ações de incentivo às doações também estão fortes em Catalão, no sudeste goiano, onde o sindicato rural abraçou a campanha, arrecadando donativos até a primeira quinzena do próximo mês. “O Rio Grande do Sul precisa do nosso abraço, da nossa fraternidade. E o agro de Catalão se juntou à Faeg, empreendendo uma grande força-tarefa de arrecadação de donativos que serão enviados aos gaúchos”, afirmou Renato Ribeiro, presidente do Sindicato Rural de Catalão.

Quem puder doar, basta entregar a doação na sede do sindicato ou fazer uma transferência via pix: CNPJ: 92.742.220/0001-09 (FARSUL).

Podem ser doados alimentos não perecíveis, higiene pessoal (sabonete, pasta dental, shampoo), fraldas, agasalhos, roupas de cama, toalhas, cobertores e material de limpeza.



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