22 de abril de 2026
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O Palácio Maguito Vilela, sede da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), recebeu na última sexta-feira e neste sábado, 10 e 11, o 9º Congresso Estadual dos Jornalistas de Goiás. Realizado no Auditório 1 da Casa, local que leva o nome do jornalista Altemar Santos, fundador do Portal Mais Goiás, o encontro reuniu profissionais, professores, pesquisadores e estudantes para discutir o tema “O jornalismo frente à economia da atenção”.

Articulado pelo presidente do Sindicato dos Jornalistas de Goiás (Sindjor-GO), Francisco Costa, o congresso teve como foco os impactos das transformações tecnológicas no exercício da profissão e os desafios do novo ambiente informacional.

Representando a categoria profissional, Francisco Costa ressaltou o caráter formativo e político do congresso. “Fico muito feliz em ver esse auditório com tantos colegas de profissão, colegas de sindicato e estudantes. Lutamos muito por esse importante encontro e por isso fico muito honrado em ter todos vocês aqui. Os jornalistas hoje vivem um momento de resistência diante de uma luta constante contra a desinformação. Por isso, é muito importante que se estude, que se aprenda e que não apenas ache. É importante saber e buscar a verdade. Esse congresso vem nesse sentido: contribuir com a formação e o conhecimento de todos”, afirmou.

Na abertura, o jornalista Vinícius Sassine, repórter especial da Folha de S.Paulo, destacou a importância da curadoria como elemento central do fazer jornalístico. “A primeira coisa que eu queria dizer é que eu entendo, como repórter, como jornalista, que o que a gente faz não está na mesma categoria que as big techs fazem. O jornalismo não é movido por algoritmos, o jornalismo é movido por curadoria. Eu acho que essa é uma palavra-chave para o jornalismo”, introduziu.

Com 23 anos de carreira e passagens por veículos como O Globo, Época, Correio Braziliense e O Popular, Sassine acumula 40 premiações, entre elas dois Prêmios Esso, o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, além de distinções internacionais como o Prêmio Rei da Espanha e o Prêmio Roche de Jornalismo de Saúde.

Durante a conferência, ele alertou para o risco de o jornalismo se deixar pautar pelas dinâmicas das redes sociais. “Ser pautado pelo que as redes estão dizendo é um pecado mortal […]. Perdemos mão de obra, energia e dinheiro sendo pautados por algoritmos que não temos a menor ideia de como são construídos”, declarou Sassine. 

Para o jornalista, apesar da disputa por atenção no ambiente digital, a imprensa ainda tem a capacidade de conduzir o debate público. “Ainda tem essa capacidade de pautar o debate. O jornalista só consegue fazer isso quando ele dá uma peitada nos algoritmos e diz ‘eu tenho as técnicas, as cabeças, a mão de obra, o investimento e o tempo necessário para apurar uma informação”, completou Vinícius Sassine. 

Liberdade de imprensa

O ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, Cláudio Curado, também participou do encontro e aproveitou para ler a “Carta de Gaza”, um documento que denuncia violações contra jornalistas palestinos em meio ao conflito no Oriente Médio. Segundo o texto, “há violações contra jornalistas palestinos, pessoas que estão sendo mortas enquanto cumprem sua função humanitária de transmitir a verdade do coração da tragédia”.

A carta classifica os ataques como “um ataque direto à liberdade de imprensa” e afirma que “o crime de assassinar jornalistas dessa maneira sistemática é um crime de guerra completo”. O documento faz ainda um apelo à comunidade internacional, a entidades de direitos humanos e a organizações representativas da categoria para que adotem medidas de proteção aos profissionais que atuam em zonas de conflito. “Nossa luta hoje não é apenas uma luta para noticiar os fatos, é uma luta para proteger o próprio direito à verdade”, destaca o texto lido por Curado.

Programação

No sábado, 11, a programação foi retomada e teve início às 8h30 com o painel “Novos formatos e o sentido do jornalismo na atualidade”, reunindo Edson Spenthof, professor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), e a jornalista Cileide Alves Cunha, mestre em História e colunista da Rádio CBN e do jornal O Popular.

O debate “Jornalismo de imagem vs extinção do real” discutiu os desafios impostos pelas mídias visuais emergentes e pela manipulação digital, com participação de Lisbeth Oliveira, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Celso Augusto Schröder, ex-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ). A mediação foi feita por Jota Lee, secretária de Sindicalização do Sindjor-GO.

No período da tarde, o painel “Impactos da IA no jornalismo e no mundo do trabalho” abordou os efeitos da inteligência artificial na produção de conteúdo e nas relações profissionais. Participaram Caio Antunes, professor da UFG, e Roseli Fígaro, professora titular da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho.

O encerramento, às 15h45, foi marcado por um debate aberto sobre a regulamentação da profissão. A apresentação do histórico da regulação ficou a cargo de Maria José Braga, secretária-geral do Sindjor-GO e ex-presidente da Fenaj, que conduziu a discussão sobre os desafios e perspectivas para a categoria. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A população de Goiânia conta com cinco ecopontos públicos para o descarte gratuito de pequenas quantidades de resíduos. Mantidos pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), os espaços funcionam todos os dias da semana, das 7h às 22h, e recebem materiais como entulho de pequenas obras, recicláveis, pneus, móveis inutilizados, resíduos de poda e até óleo de cozinha usado.

Os ecopontos estão instalados nos bairros Jardim Guanabara II, Setor Faiçalville, Jardim São José, Residencial Campos Dourados e Parque Eldorado Oeste. A proposta do serviço é oferecer à população locais adequados para a destinação correta de materiais que, muitas vezes, acabam descartados irregularmente em vias públicas, terrenos baldios ou áreas ambientais.

Nos locais, os cidadãos podem levar pequenos volumes de resíduos da construção civil e de jardinagem, com limite de até dois mil litros por descarte. Também é permitido descartar até quatro pneus por pessoa, além de móveis inservíveis, eletroeletrônicos, limitados a três unidades, e diversos tipos de recicláveis, como plástico, papel, metal, vidro e isopor. O óleo de cozinha usado também pode ser entregue nos ecopontos, contribuindo para evitar a contaminação de redes de esgoto e do solo.

O processo para utilizar o serviço é simples e não exige agendamento prévio. O cidadão pode se dirigir diretamente a uma das unidades utilizando carro ou carretinha para transportar os materiais. No local, é necessário informar aos colaboradores dados básicos, como nome, endereço, placa do veículo e o tipo de resíduo que será descartado. Em seguida, o próprio usuário realiza o descarregamento nas baias ou caçambas disponíveis, seguindo as orientações da equipe responsável.

De acordo com a prefeitura, os ecopontos desempenham papel importante na política de limpeza urbana e no combate ao descarte irregular de resíduos na capital. A iniciativa busca facilitar o acesso da população a alternativas ambientalmente adequadas para a destinação de materiais que não devem ser encaminhados ao lixo doméstico comum.

Foto: Secom/Comurg

A gestão municipal também reforça que o serviço é destinado apenas a pequenos geradores. No caso de grandes volumes de resíduos, especialmente de obras ou atividades comerciais, os responsáveis devem providenciar a contratação de caçambas credenciadas pela Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), conforme prevê a legislação ambiental.

Além do atendimento presencial, os moradores podem acessar informações sobre os ecopontos e outros serviços de limpeza urbana por meio do aplicativo GYN 24H, disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS.

Confira os endereços dos ecopontos em Goiânia

  • Jardim Guanabara II: Rua GB-5 com Rua GB-6
  • Setor Faiçalville: Avenida Nadra Bufaiçal com Avenida Madri (APM)
  • Jardim São José: Rua Frei Nazareno Confaloni com Rua Irmã Maria Bernarda
  • Residencial Campos Dourados: Rua São João Del Rei APM 07
  • Parque Eldorado Oeste: Rua Elo 43

Com a ampliação do acesso a pontos de descarte adequados, a prefeitura busca incentivar práticas mais responsáveis no manejo de resíduos e contribuir para a preservação ambiental e a manutenção da cidade limpa.

Autor Rogério Luiz Abreu


Trustfnd permite agrupar newsletters; o pacote torna a assinatura mais fácil e barata

Por Neel Dhanesha

Um problema do recente boom de newsletters pessoais é os preços das assinaturas se acumulam. Muitas delas custam de US$ 5 a US$ 10 por mês, com desconto para assinaturas anuais, e apoiar seus escritores favoritos fica caro rapidamente: 1 pessoa disse ao The New York Times em 2025 que pagava cerca de US$ 600 por ano por 11 assinaturas de newsletters; outra tinha custos anuais de US$ 3.000.

Poucas pessoas estão dispostas a pagar esse valor. Algumas iniciativas adotam outra abordagem, como a publicação Flaming Hydra, que tem 65 integrantes colaboradores —e se parece cada vez mais com uma revista, com edições impressas para assinantes premium— e o aplicativo Noosphere, sobre o qual Hanaa escreveu no ano passado. Mas o verdadeiro “Santo Graal” das newsletters, o pacote é a experiência mais próxima de uma revista personalizada sem precisar pagar o preço integral de várias assinaturas individuais.

Marisa Kabas, jornalista independente, e autora de The Handbasket afirmou em seu Bluesky em fevereivo, que “Quem descobrir uma maneira de agrupar assinaturas de jornalismo independente será um herói”.

Na semana passada, Kabas deu continuidade ao assunto com um anúncio“Finalmente encontramos uma maneira de oferecer um pacote pago de mídia independente para que você não precise se inscrever em tantas newsletters separadamente”, disse a jornalista.

Kabas fez parceria com Katelyn Burns, autora de Burns Notice, e Kat Tenbarge, autora de Spitfire News, para oferecer um pacote de 30 dias com as 3 newsletters, permitindo que os leitores acessassem todas elas com uma única transação de US$ 8,50 —metade do preço de pagar por cada uma individualmente.

A ideia já vinha sendo amadurecida há algum tempo. Alguns meses antes, Kabas havia recebido uma mensagem de Michaël Jarjour, ex‑gerente de parcerias do Twitter e cofundador da Trustfnd, um novo serviço que permite a jornalistas independentes criar pacotes de newsletters e acessar as bases de público uns dos outros. “Não consegui me dedicar muito à ideia enquanto estava focada no meu trabalho e nos meus negócios”, disse Kabas em um e‑mail, mas certamente era algo que lhe interessava. A conversa foi retomada em fevereiro, quando Burns lhe contou que havia falado com Jarjour sobre o lançamento do primeiro pacote de assinatura paga. Burns, disse Kabas.

A Trustfnd resolveu um problema técnico crucial para Kabas, Burns e Tenbarge: suas plataformas de publicação (“The Handbasket” e “Spitfire News” usam a Beehiiv, e Burns Notice usa a Ghost) não oferecem integração para criar pacotes, seja multiplataforma ou em uma única plataforma. Isso se aplica a todos os serviços de newsletter; Substack e Patreon também não oferecem pacotes.

Isso é parcialmente intencional. “Sempre conversamos sobre fazer isso, mas fica bem complicado e confuso se as entidades no pacote não fizessem parte da mesma empresa”, disse Tyler Denk, CEO da Beehiiv, em um e‑mail. Ele destacou algumas possíveis preocupações:

  • E se a pessoa A resultar em 10 vezes mais cadastros do que a pessoa B e a pessoa C, o lucro será dividido igualmente entre todos?
  • E se a pessoa C decidir que não quer mais fazer parte do pacote, ela leva consigo as assinaturas? Se sim, qual o preço que ela paga?
  • Se um leitor assina o pacote, mas interage principalmente com apenas uma newsletter, quem “detém” esse assinante para fins de comunicação direta futura, campanhas de reengajamento ou venda de listas?
  • E se a pessoa C crescer drasticamente durante a vigência do pacote e quiser renegociar o preço do seu serviço individual?Ela ficará presa a um preço de pacote que a desvaloriza.
  • E se uma das newsletters do pacote publicar algo controverso que cause danos à reputação das outras?

Denk declarou que há uma série de outras complicações, mas que considera o conceito interessante. Ele disse que “vale a pena refletir um pouco mais sobre isso, mas acredito que muitas dessas pessoas vão se deparar com problemas futuros relacionados ao pacote”.

Alex Kisielewski, vice‑presidente de parcerias e desenvolvimento de negócios da Ghost, disse por e‑mail que os pacotes de assinatura estão “definitivamente em nossos planos” e que a Ghost observou um aumento nas solicitações de suporte a pacotes nos últimos 6 meses. “Jornalistas independentes estão buscando maneiras de colaborar mais, seja compartilhando público, publicando em conjunto ou unindo recursos”, continuou, mas “não há como negar que é complicado”.

Ele disse compartilhar algumas das preocupações de Denk sobre faturamento e gerenciamento de assinantes, bem como os desafios técnicos relacionados ao controle de acesso. “Estamos de olho nesse mercado e fico feliz que a equipe da Trustfnd esteja desenvolvendo soluções específicas para isso”, afirmou.

A Trustfnd funciona aproveitando as APIs (Application Programming Interface) do Ghost e do Beehiiv. Jornalistas independentes conectam seus boletins informativos às suas contas da Trustfnd e, em seguida, conectam suas contas da Trustfnd às contas desejadas para formar uma parceria e criar um pacote de conteúdo. “É como um efeito de rede como serviço”, declarou Jarjour por e‑mail. “Queremos que eles permaneçam entidades independentes, mas que atuem como uma só quando se trata de expandir seu público próprio”, completou.

Segundo Jarjour, o agrupamento permite que as newsletters cresçam mais rápido e a um custo menor, pois cada uma pode acessar um público‑alvo comum; os leitores que assinam The Handbasket, por exemplo, agora terão acesso ao Burns Notice e ao Spitfire News. (Os assinantes atuais de cada newsletter também recebem descontos no pacote, ajustados de acordo com a newsletter à qual assinam —cada uma com um preço de assinatura individual diferente).

“Transformar seguidores (que você aluga) em integrantes (que você possui) é um desafio coletivo para o jornalismo”, disse Jarjour. “É por isso que senti que a solução também precisa ter um elemento colaborativo”, completou. Disse também que apoiaria um período de teste de 1 ano.

Ghost e Beehiiv são as únicas plataformas que atualmente oferecem pacotes pagos —a Trustfnd oferece pacotes de 30, 60 ou 90 dias, e o pacote Kabas/Burns/Tenbarge é válido apenas para o primeiro mês, embora Kabas tenha afirmado que “marcas tradicionais entrem em ação, construindo redes de jornalistas independentes em torno de suas marcas”. A integração com Ghost e Beehiiv foi fácil por serem abertas, mas Jarjour disse que ele e seu cofundador, René Pfitzner, ex‑CEO de uma plataforma de e‑commerce, estão iniciando conversas com plataformas fechadas (como Substack e Patreon) para também integrá‑las.

A Trustfnd está atualmente em versão beta e é gratuita para jornalistas, mas planeja cobrar uma taxa (que ainda está sendo definida) em vez de ficar com uma porcentagem da receita. A curto prazo, Jarjour disse que espera expandir a Trustfnd criando pacotes e um serviço para permitir que entidades independentes atuem como uma só quando isso for útil. Segudo ele, o objetivo é que marcas tradicionais entrem em ação, construindo redes de jornalistas independentes em torno de si, “para que possam crescer, ganhar dinheiro e gastá‑lo juntas. Como um novo tipo de organização de notícias”, completou.


Esta reportagem foi atualizada para incluir um comentário do Ghost.


Neel Dhanesha é redator da equipe do Nieman Lab. Você pode entrar em contato com Neel por e‑mail ([email protected]), Bluesky (@neeldhanesha.com) ou Signal (@neel.58).



Autor Poder360 ·


O prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, lançou na manhã desta sexta-feira (10/4) a Operação Tiradentes 2026, iniciativa voltada ao reforço das ações de segurança pública no município. A solenidade ocorreu na Praça da Cidade Administrativa Maguito Vilela e contou com a presença do vice-prefeito João Campos, do comandante do 2º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM), coronel Lucas Silva, além de representantes das forças de segurança e autoridades municipais.

A operação ocorre simultaneamente em todo o estado de Goiás e reúne instituições municipais, estaduais e federais em uma atuação integrada. O objetivo é ampliar o policiamento ostensivo, intensificar abordagens e fortalecer medidas preventivas em pontos considerados estratégicos da cidade ao longo de todo o mês de abril.

Durante o lançamento, o prefeito destacou que a cooperação entre a Prefeitura de Aparecida e o Governo de Goiás tem contribuído para avanços nos indicadores de segurança do município.

Segundo ele, a atuação conjunta entre as forças policiais e os investimentos realizados pela gestão municipal têm refletido na redução de ocorrências criminais.

Foto: Rodrigo Estrela

“Aparecida vem avançando de forma consistente porque existe união, planejamento e presença efetiva das forças de segurança nas ruas. Nossa gestão seguirá fortalecendo essa parceria com o Governo de Goiás, ampliando operações, investindo na Guarda Civil Municipal e endurecendo o combate à criminalidade, principalmente contra crimes violentos, violência contra a mulher, exploração sexual de crianças e adolescentes e delitos de colarinho branco”, afirmou o prefeito.

Vilela também mencionou dados recentes que apontam queda nos índices de criminalidade. De acordo com o gestor, alguns tipos de ocorrência apresentaram redução superior a 50% na comparação entre os anos de 2024 e 2025. Já nos primeiros meses de 2026, a diminuição permanece em torno de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Estratégia de atuação

O comandante do 2º CRPM, coronel Lucas Silva, explicou que a Operação Tiradentes integra um esforço concentrado das forças de segurança durante abril, período em que tradicionalmente ocorre aumento no fluxo de pessoas e eventos na região.

“As forças atuarão de maneira integrada, com uso de inteligência e reforço do policiamento ostensivo em áreas sensíveis previamente mapeadas. O objetivo é ampliar a sensação de segurança da população e prevenir crimes em toda a região metropolitana”, destacou.

A operação segue um planejamento baseado em dados e informações produzidas pelo Observatório de Segurança Pública, com execução descentralizada por meio das regiões e áreas integradas de segurança. Entre as principais metas estão a redução da criminalidade violenta e patrimonial, o reforço do policiamento em áreas consideradas críticas, a ampliação das ações de inteligência e o cumprimento de mandados judiciais.

A estratégia também prevê padronização de protocolos operacionais entre as corporações e intensificação das ações integradas entre forças estaduais e municipais, com foco na prevenção qualificada e na resposta rápida a ocorrências.

Reconhecimento nacional

Segundo a Prefeitura de Aparecida, o fortalecimento das ações integradas de segurança tem contribuído para o reconhecimento do município em levantamentos nacionais. Em estudo divulgado em fevereiro de 2026 pelo Instituto Veritás, Aparecida de Goiânia foi apontada como a cidade mais segura do país entre os 23 maiores municípios brasileiros, excluindo as capitais.

Na avaliação, o município obteve nota 6,73 no critério segurança pública, liderando o ranking entre grandes cidades. O resultado, segundo a administração municipal, reflete investimentos realizados nos últimos anos na modernização da Guarda Civil Municipal, com aquisição de viaturas, armamentos, equipamentos e tecnologias, além da ampliação das operações integradas com as forças estaduais.

Foto: Rodrigo Estrela

Com a Operação Tiradentes 2026, a expectativa é ampliar as ações preventivas e reforçar a presença das forças de segurança nas ruas, contribuindo para manter a redução dos índices de criminalidade e fortalecer a sensação de segurança da população.

Autor Rogério Luiz Abreu


Remédios aliviam dores, mas afetam rins, coração e pressão arterial; especialistas alertam para perigos da automedicação

Ao sentir dor nas costas, dor de cabeça ou muscular, a reação é automática: tomar um remédio. Muitas vezes, o fármaco em questão é um anti-inflamatório -que até alivia o incômodo, mas não sem risco. Esse hábito aparentemente banal pode ser prejudicial, especialmente para rins e coração.

A automedicação é muito comum no país. Segundo pesquisa de 2024 do ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), cerca de 9 em cada 10 brasileiros tomam medicamentos por conta própria. Uma fatia significativa desses remédios pertence ao grupo dos AINEs (anti-inflamatórios não esteroides), como ibuprofeno, diclofenaco e naproxeno.

TRÍADE PERIGOSA E INTERAÇÕES

O risco pode ser ainda maior quando anti-inflamatórios são usados com certos medicamentos, algo comum entre pacientes hipertensos ou cardíacos. A chamada “tríade perigosa” envolve anti-inflamatórios, diuréticos e remédios para pressão, como os inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina) ou bloqueadores do receptor de angiotensina.

Cada um desses fármacos interfere em uma parte do sistema que regula a filtração do sangue pelos rins. Quando usados juntos, podem reduzir drasticamente a pressão necessária para que os órgãos funcionem, de modo que eles simplesmente param de filtrar o sangue de forma adequada.

Outras combinações também podem afetar os rins, como AINEs com inibidores de SGLT2 (dapagliflozina, empagliflozina, canagliflozina), medicamentos utilizados para diabetes, insuficiência cardíaca e doença renal crônica; com lítio, usado para tratar e prevenir episódios de mania e depressão no transtorno bipolar; e com ciclosporina, indicado para tratar doenças autoimunes e inflamatórias graves, como psoríase, dermatite atópica, artrite reumatoide, síndrome nefrótica e uveíte.

A combinação também pode diminuir o efeito das medicações anti-hipertensivas, o que afeta o tratamento de quem tem pressão alta. Os AINEs podem ainda potencializar os efeitos de anticoagulantes e antiagregantes plaquetários, elevando o risco de sangramentos e hemorragia.

O QUE ACONTECE NOS RINS

Os rins atuam como um sistema contínuo de filtração do sangue, funcionando 24 horas por dia. Para realizar esse trabalho, eles necessitam de uma pressão interna adequada.

Os AINEs bloqueiam a produção de prostaglandinas, substâncias que funcionam como “mantenedoras da pressão” dentro dos rins, mantendo os vasos sanguíneos abertos e bem irrigados.

“Quando essas prostaglandinas são bloqueadas, os vasos que levam sangue ao rim se contraem. O rim recebe menos sangue e filtra menos. Em pessoas saudáveis, isso geralmente é temporário e reversível, mas em quem já tem algum problema renal, pressão alta, diabetes ou idade avançada, essa redução pode ser suficiente para causar danos graves”, explica a nefrologista Patricia Taschner Goldenstein, do Einstein Hospital Israelita.

Um estudo transversal realizado no Hospital das Clínicas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) revelou que 14,8% dos pacientes com doença renal crônica utilizavam AINEs, muitos deles por automedicação. As principais razões eram dores reumáticas e musculoesqueléticas, que frequentemente levam ao uso repetido desses medicamentos.

Nesses grupos, os rins funcionam com “margem de segurança” reduzida. Em pessoas com hipertensão ou diabetes, por exemplo, os pequenos vasos renais frequentemente já apresentam lesões, um processo chamado microangiopatia. Os rins ainda funcionam, mas têm menos reserva para enfrentar situações de estresse.

Já em idosos, há um declínio natural da função renal relacionado à idade. A partir dos 40 anos, estima-se uma perda de cerca de 10% da função renal por década, embora possa variar. Uma pessoa de 70 anos pode ter apenas 70% da função renal de um jovem, mesmo sendo aparentemente saudável.

Nesses casos, até uma dose única de anti-inflamatório é capaz de desencadear insuficiência renal aguda, quando o órgão para de funcionar de forma repentina, mas ainda pode se recuperar se o fármaco for suspenso rapidamente. No entanto, se o uso for prolongado, pode levar à nefropatia crônica, quando o rim desenvolve lesões permanentes, com fibrose e cicatrizes no tecido, podendo evoluir para doença renal terminal, exigindo diálise ou transplante.

“O uso prolongado é perigoso até para rins saudáveis, com aumento do risco de desenvolver doença renal crônica, mesmo em pessoas sem fatores de risco prévios como diabetes, pressão alta, obesidade e idade avançada”, alerta Goldenstein.

DOENÇA SILENCIOSA

Outro problema é que a doença renal crônica costuma evoluir em silêncio. “Estima-se que cerca de 90% das pessoas nos estágios iniciais não sabem que têm a doença”, relata a nefrologista.

“Quando alguém com os rins já comprometidos toma anti-inflamatórios regularmente, está acelerando a perda de função renal sem perceber”, alerta Goldenstein.

Quando os sintomas aparecem, podem incluir urina espumosa, redução do volume urinário, inchaço nas pernas ou ao redor dos olhos, náuseas, falta de apetite e cansaço inexplicado. Em muitos casos, o 1º alerta só surge quando a função renal já está comprometida, o que inclui também sinais como sangue na urina e confusão mental.

IMPACTOS NO CORAÇÃO E EM OUTROS ÓRGÃOS

Os efeitos do uso prolongado dos anti-inflamatórios não esteroides não se limitam aos rins. Do ponto de vista cardiovascular, eles estão longe de ser inofensivos.

“O uso de anti-inflamatórios geralmente leva a uma retenção maior de sal e água, e isso pode levar a um aumento da pressão arterial”, observa o cardiologista Carlos Eduardo Montenegro, vice-presidente do departamento de Cardiologia Clínica da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia).

A própria piora da função renal também traz esse efeito, impactando o coração. Em pessoas com doenças cardíacas, o risco pode ser ainda mais sério. “É muito comum que o uso por um tempo um pouco maior do que alguns dias leve a descompensações de doença coronariana, como eventos de angina ou até infarto agudo do miocárdio”, relata Montenegro.

A utilização prolongada pode atingir ainda órgãos como estômago e fígado, podendo levar a úlceras e hepatites, principalmente em pessoas idosas ou com complicações prévias. Por isso, o uso de AINEs deve ser feito com cautela, na menor dose eficaz e pelo menor tempo possível.

Por outro lado, há alternativas mais seguras quando usadas corretamente. Paracetamol e relaxantes musculares são alguns exemplos. “A escolha do tratamento ideal depende do tipo de dor, das condições clínicas do paciente e de uma avaliação individualizada”, orienta Patricia Goldenstein.

Mas o ponto principal não é apenas trocar de remédio. “O mais importante é identificar a causa da dor. Tratar a origem do problema é sempre melhor do que apenas suprimir o sintoma com medicamentos indefinidamente”, aconselha a médica do Einstein.


Este texto foi publicado originalmente pela Agência Einstein em 6 de abril de 2026 e adaptado para publicação pelo Poder360.



Autor Poder360 ·


O vereador Leo José (Solidariedade) foi escolhido para coordenar a campanha do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás. A confirmação ocorreu durante uma reunião interna de pré-campanha realizada nesta sexta-feira (10/4).

No segundo mandato consecutivo na capital, Leo José não pretende disputar as eleições estaduais. Ele integra o grupo de parlamentares mais próximos de Policarpo e passa a compor a articulação política que vai trabalhar pela eleição do presidente do Legislativo goianiense para uma das 41 cadeiras da Assembleia.

Na campanha, o coordenador-geral terá a função de organizar a estratégia e acompanhar a execução das ações previstas. Cabe a esse posto centralizar o planejamento e garantir que todas as etapas da disputa avancem de forma coordenada e eficiente.

Apoio do presidente do Avante

Vereador Thialu Guiotti, presidente estadual do Avante: “Sigo apoiando o Romário Policarpo, independente do partido em que ele estiver”

Policarpo deixou o Avante e se filiou ao Cidadania como parte da estratégia eleitoral. Nesta semana, em discurso na Câmara, o vereador Thialu Guiotti, presidente estadual do Avante, reafirmou que continua apoiando o projeto político-eleitoral do presidente da Casa.

“Quero deixar isso muito claro, com serenidade e palavra reta: eu sigo apoiando o vereador e presidente da Câmara, Romário Policarpo, independente do partido em que ele estiver. A saída dele do Avante foi conversada, respeitosa e construída em diálogo – junto ao Marconi Perillo”, declarou Guiotti.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Aplicativo funciona como uma biblioteca pública on-line, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos

O MEC (Ministério da Educação) disponibilizou para download, na 2ª feira (6.abr.2026), o aplicativo MEC Livros, com quase 8.000 obras literárias disponíveis para leitura de forma gratuita.

Com isso, vamos fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelas redes sociais.

O aplicativo funciona como uma biblioteca pública on-line, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos. Também serão disponibilizadas obras em domínio público para download no formato ePub.

Há obras de grandes escritores brasileiros, como Clarice Lispector e Ariano Suassuna, e estrangeiros, como José Saramago e Gabriel García Márquez.

Além da leitura, o aplicativo também oferece experiências complementares ao usuário, como personalização, com opções de ajuste de fonte e contraste, uso de elementos de jogos na leitura e ainda notificações automatizadas. Duvidas também poderão ser consultadas a um agente de inteligência artificial.

O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.

Idiomas

Ao anunciar o lançamento do aplicativo, o presidente Lula antecipou que também será lançado em breve o aplicativo MEC Idiomas, com a oferta de 800 aulas de inglês e espanhol, para aprendizagem bilíngue em formato autoinstrutivo.

Com a nova ferramenta, o estudante poderá percorrer seis níveis de aprendizado nos idiomas, do básico ao avançado. Nesse caso, as experiências serão melhoradas com o apoio do agente de inteligência artificial para prática de conversação, teste de proficiência, notificações e aulas de reforço.

O objetivo é ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados”, informou o MEC, por meio de nota.

De acordo com o MEC, a iniciativa demandará investimentos de R$ 1,68 milhão ao ano e poderá alcançar 16 mil estudantes por semestre.

“Este texto foi publicado originalmente pela ‘Agência Brasil’, em 6 de abril de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.”




Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) será palco, no dia 15 de abril, às 19 horas, do lançamento do livro “A Rebelião”, de autoria do promotor de Justiça e doutor em Psicologia Haroldo Caetano. A obra marca a estreia do autor na literatura memorialística e revisita um dos episódios mais marcantes do sistema prisional brasileiro. A solenidade será no auditório 1 do Palácio Maguito Vilela. 

A publicação reconstrói a rebelião ocorrida em março de 1996 no Centro Penitenciário de Atividades Industriais do Estado de Goiás (Cepaigo), atual Penitenciária Odenir Guimarães, considerada a maior crise prisional da história goiana. À época, a unidade, projetada para abrigar 320 detentos, comportava 782, em meio a denúncias de maus-tratos e falhas estruturais. O cenário se agravou durante uma visita de autoridades realizada sem planejamento adequado, o que contribuiu para o desencadeamento do motim.

O episódio foi liderado pelo detento Leonardo Pareja, figura que ganhou notoriedade nacional à época. Entre as autoridades feitas reféns estava o então jovem promotor Haroldo Caetano, que permaneceu sob domínio dos amotinados por mais de uma semana. Três décadas depois, o autor retoma os acontecimentos com base em sua experiência direta e em um amplo conjunto de fontes, incluindo reportagens, arquivos televisivos e registros oficiais.

Escrito em formato de romance de suspense, “A Rebelião” apresenta uma narrativa que busca reconstruir os fatos sob uma perspectiva crítica, destacando os erros estratégicos e operacionais que contribuíram para o desfecho da crise. A obra também resgata personagens emblemáticos do episódio e propõe uma reflexão sobre o sistema prisional brasileiro.

O livro é publicado pela Editora Jandaíra e já se encontra em pré-venda. A edição conta, ainda, com ilustrações do fotógrafo Carlos Costa, que, à época da rebelião, atuava como repórter fotográfico do jornal O Popular e acompanhou de perto o motim. Atualmente, Costa integra a equipe de Comunicação da Alego e realiza coberturas de eventos institucionais e esportivos.

Com o lançamento, a Alego abre espaço para a reflexão sobre um dos episódios mais relevantes da história recente do Estado, reunindo memória, jornalismo e análise crítica em uma obra que oferece o testemunho de quem vivenciou diretamente os acontecimentos.



Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Durante vistoria técnica realizada na manhã desta sexta-feira (10/4) na Unidade Básica de Saúde (UBS) Anhambi, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, denunciou indícios de atos de sabotagem em estruturas da rede municipal de saúde e determinou a realização de uma força-tarefa para manutenção e reparos em todas as unidades administradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

De acordo com o gestor, foram identificadas situações consideradas suspeitas em outras unidades da rede, que apontam para possíveis atos de vandalismo com o objetivo de provocar danos estruturais. Entre os casos citados estão a inserção de objetos em tubulações da maternidade municipal e da UBS Riviera, o que teria provocado alagamentos nas instalações.

“Identificamos situações absurdas: pessoas mal-intencionadas sabotaram unidades ao inserir uma pedra e um balde em tubulações da Maternidade e da UBS Riviera para provocar alagamentos. São ações criminosas que já estão sendo investigadas e serão punidas com rigor”, afirmou.

“Não vamos tolerar crimes contra profissionais que salvam vidas nem contra o patrimônio público”, declarou.

Diante das constatações, o prefeito determinou que equipes de engenharia e manutenção da Secretaria Municipal de Saúde realizem uma varredura completa em todos os prédios da rede. O objetivo é identificar possíveis problemas estruturais, reparar danos existentes e garantir condições adequadas de funcionamento das unidades.

Engenheiros e equipes técnicas da pasta acompanharam a inspeção

A visita contou com a presença do secretário municipal de Saúde, Alessandro Magalhães; do secretário de Desenvolvimento Urbano, Wagner Siqueira; do secretário executivo da SDU, Antônio Neto; além dos vereadores Rogério Almeida, Rosinaldo Boy e Professor Clusemar. Engenheiros e equipes técnicas da pasta também acompanharam a inspeção.

A UBS Anhambi realiza, em média, cerca de quatro mil atendimentos por mês e conta com três equipes completas da Estratégia Saúde da Família (ESF), responsáveis pela atenção básica a moradores da região. Durante a vistoria, o prefeito destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos profissionais da rede municipal e reforçou o compromisso da gestão com a valorização dos servidores.

“Eu defendo nosso time e não vou aceitar que tentem desqualificar ou desestabilizar nossos colaboradores, que são competentes e comprometidos. Cobro muito, sobretudo dos gestores das unidades, que precisam ser atentos e proativos, mas também reconheço o esforço da maioria, que é dedicada”, afirmou.

Força-tarefa de manutenção deve percorrer todas as unidades da rede municipal

Ao verificar o funcionamento da farmácia da unidade, o prefeito também ressaltou a importância de manter o abastecimento regular de medicamentos e de promover melhorias contínuas nos serviços oferecidos à população.

“Nossa Saúde Municipal é uma das melhores do País. Temos problemas e desafios, como qualquer sistema, mas temos responsabilidade para reconhecer e seguir aprimorando. Aparecida possui a quarta melhor gestão público-hospitalar do Brasil, com o HMAP, gerido pelo Einstein”, disse.

A Prefeitura informou que a força-tarefa de manutenção deve percorrer todas as unidades da rede municipal nos próximos dias, com o objetivo de prevenir novos danos, garantir a integridade das estruturas e assegurar a continuidade dos atendimentos prestados à população.

Autor Rogério Luiz Abreu


Nova presidente comandava área de conteúdo e liderou reformulação da “TV Brasil”

A roteirista Antonia Pellegrino, mulher do presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) Marcelo Freixo, foi nomeada presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) nesta 6ª feira (10.abr.2026). Ela substitui André Basbaum depois de atuar por 3 anos como diretora de Conteúdo e Programação da estatal.

Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, a escolha faz parte da estratégia do governo de fortalecer a comunicação pública. Ele afirmou que a nova presidente tem experiência em gestão e no setor audiovisual.

Na EBC, Antonia foi responsável por iniciativas como a reformulação do programa “Sem Censura e pela criação do Seleção TV Brasil, edital voltado à produção independente com previsão de investimento de R$ 110 milhões.

Também ampliou a programação esportiva da TV Brasil, com destaque para transmissões de futebol feminino.

Formada em Ciências Sociais, Antonia tem mestrado pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e pela FGV (Fundação Getulio Vargas). No audiovisual, trabalhou em produções como o documentário Democracia em Vertigem, indicado ao Oscar, além de séries e filmes para TV e streaming.



Autor Poder360 ·