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Audiência pública em Mambaí é oportuna para fortalecer a identidade ecoturística da região, como a criação de nome próprio
Lidiane 28 de junho de 2025
A visita técnica da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) a Mambaí, Damianópolis e Buritinópolis, realizada nesta semana, foi encerrada com audiência pública diante da Câmara Municipal de Mambaí, na tarde desta sexta-feira, 27.
A encontro teve a presença dos deputados Coronel Adailton (Solidariedade) e Alessandro Moreira (PP), aquele presidente e esse membro da Comissão de Turismo.
Um dos principais temas em pauta foi o fortalecimento da identidade do turismo local, para evitar o engano comum de que integram o Parque Estadual de Terra Ronca e, assim, atrair um número maior de visitantes.
A ideia é delimitar uma área envolvendo no mínimo os três municípios mencionados, e possivelmente também outros do entorno, como Sítio D’Abadia, Posse, Guarani de Goiás e Simolândia, para criar uma região turística com nome próprio.
Localizados no Nordeste goiano, Mambaí, Damianópolis e Buritinópolis são integrantes da Área de Proteção Ambiental (APA) Nascentes do Rio Vermelho e tem trilhas, cachoeiras e cavernas equiparáveis às da Chapada dos Veadeiros e da própria Terra Ronca.
Cerca de cem pessoas compareceram à audiência, que teve a participação da população; de lideranças do turismo local, como o presidente do Conselho Municipal de Turismo, Emílio Manoel Calvo, e o presidente do Fórum Estadual de Turismo, Bruno Queiroz; e, entre outras autoridades, do prefeito de Mambaí, Eder Ornelas (PL), sua vice, Kelen de Tarcisio (Avante), e todos os vereadores de Mambaí.
Dois deles – Welinghton Pinheiro de Oliveira (Solidariedade) e o presidente da Câmara, João Paulo Vieira da Silva (PDT) – foram os idealizadores da audiência.
O prefeito de Damianópolis, Deni Santana (PL), e a prefeita de Buritinópolis, Marcilene Batista (União Brasil), estiveram com todas essas autoridades em almoço anterior e expuseram suas demandas aos deputados estaduais.
Representantes de Sítio D’Abadia, Guarani de Goiás, São Domingos, Posse, Alvorada do Norte e Simolândia também participaram do debate.
Turismo da região ainda é pouco conhecido pelos goianos
Coronel Adailton enalteceu a união dos municípios locais em prol do setor pontuando que “o turismo não é municipal, é regional”. Destacou que, desde o início da sua gestão à frente da Comissão de Turismo, em 2019, trabalha para que Goiás não seja conhecido apenas por poucos destinos, como Goiânia, Caldas Novas, cidade de Goiás e Pirenópolis.
O deputado sublinhou a importância das forças de segurança para o turismo, afirmando que a tranquilidade hoje desfrutada pelos viajantes no estado ajudou o turismo goiano a ter crescido, em 2024, acima da média nacional (15,5% ante 9,5%).
O parlamentar disse, ainda, ser preciso partir de um ponto de vista sincero a respeito da situação do turismo no Nordeste goiano hoje: “Menos de 5% dos goianos já visitaram Terra Ronca, e tem pessoas que não sabem onde fica Mambaí”.
Quanto à criação de região turística própria, o deputado disse acreditar que, com ela, tanto os municípios locais quanto aqueles de Terra Ronca ganhariam visitantes com isso. A demanda será analisada e deve ser encaminhada à Goiás Turismo.
Coronel Adailton ressaltou, ainda, que a Secretaria da Retomada está formando guias de turismo gratuitamente, portanto, os municípios locais devem selecionar candidatos para essa formação. “Os melhores guias quase sempre são os nativos”, disse.
Com forte base local, Alessandro Moreira – cujo pai, Iso Moreira, foi um político muito influente na região – concordou com a importância de se integrar os municípios para efeitos turísticos, criando-se uma rota própria.
Moreira falou, sobretudo, da necessidade de infraestrutura para alavancar o turismo local, mencionando obras na Rodovia BR-030, estrada que faria quem vai de Brasília ao sul da Bahia passar por Mambaí; e a demanda do Poder Executivo goiano pela federalização da GO-236.
“Turismo precisa de infraestrutura, emendas parlamentares e iniciativa privada”, sintetizou o deputado, destacando ter destinado R$ 1 milhão em emendas para ampliação de escola pública de Mambaí neste ano. Ele anunciou que o Governo de Goiás deve liberar R$ 1,5 milhão para recapeamento de vias na região.
Vereadores apresentam demandas como melhoria de infraestrutura
O vereador de Mambaí, Welinghto Pinheiro, reforçou, na audiência, sua pauta de que é necessário brigar por uma identidade turística própria da região – citando, especificamente, a união de Mambaí, Damianópolis, Buritinópolis e Sítio D’Abadia.
Emílio Manoel Calvo, do Conselho Municipal de Turismo, concordou afirmando que a região está fazendo parte “de algo que não é nosso”, merecendo ter seu “cantinho no Nordeste goiano, para recuperar a identidade”.
Welinghton Pinheiro também abordou o recapeamento de trecho rodoviário precário entre Mambaí a Sítio D’Abadia. “No período da seca, como agora, ainda dá para percorrer, mas na chuva gastamos quase duas horas”, disse, em referência a um trecho que normalmente demanda um pouco menos de uma hora de carro.
Eder Ornelas, o prefeito de Mambaí, deu razão a Coronel Adailton por uma afirmação de que “os próprios goianos não conhecem muitas vezes as belezas naturais de Goiás e buscam o ecoturismo e o turismo de aventura em outros lugares”.
O prefeito também pontuou que o turismo depende em grande parte da iniciativa privada, mas “o poder público pode deixar a cidade mais bonita, bem cuidada, dar ao turista vontade de voltar”. Além disso, afirmou ser fundamental a retomada da obra do aeroporto, junto à divisa com a Bahia, e a melhoria das estradas locais para atrair mais investidores.
Pioneiro na exploração dos atrativos locais e um dos responsáveis por catalogar as inúmeras cavernas da região, Emílio Manoel concluiu sua fala na audiência pontuando: “Conheço o Brasil de leste a oeste e de norte a sul, e posso dizer que isso aqui é um diamante a ser lapidado, um lugar de belezas cênicas incríveis.”
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Um caminhão caçamba colidiu neste início de tarde de sexta-feira (27/6) contra um carro de passeio parado na Rodovia GO-080, entre Nerópolis e Petrolina de Goiás, região central do estado, próximo a Goiânia, deixando duas pessoas mortas. O veículo aguardava a travessia de romeiros que utilizavam carros de bois, auxiliados pela Polícia Militar.
O automóvel, um Volkswagen Voyage com quatro ocupantes, foi arremessado para fora da pista e ficou completamente destruído. Duas vítimas ficaram presas às ferragens e não resistiram, enquanto outras duas sofreram ferimentos.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, equipes foram acionadas por volta das 12h30 e encontraram o caminhão ainda na pista da direita, cercado por viaturas.
“Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas”, confirmou a corporação, que realizou o desencarceramento e prestou os primeiros socorros.
A Polícia Militar havia sido mobilizada para dar apoio aos romeiros, que bloqueavam momentaneamente a rodovia para a passagem dos carros de bois. Enquanto os policiais coordenavam a travessia, o caminhão não conseguiu frear a tempo e atingiu vários veículos que aguardavam liberação.
Imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros mostram o cenário de destruição e a rapidez das equipes no resgate. Apesar das tentativas de contato, nem a defesa do motorista do caminhão nem a Polícia Civil se pronunciaram até a última atualização.
A Polícia Técnico-Científica isolou o local para periciar a cena do acidente. Não houve divulgação dos nomes das vítimas nem informações detalhadas sobre o estado de saúde dos feridos. As causas exatas da falha na frenagem serão apuradas nas próximas etapas da investigação.
Nota da Polícia Militar
“A Polícia Militar de Goiás (PMGO) informa que, nessa sexta-feira, 27/06/2025, foi registrada uma colisão envolvendo um caminhão e um automóvel na GO-080, entre Petrolina e Nerópolis.
Na ocasião, uma comitiva de romeiros solicitou apoio de viaturas de área da PMGO para realizar a travessia da rodovia. Durante a execução do procedimento de segurança viária, um veículo de grande porte não conseguiu frear a tempo e colidiu com os automóveis que aguardavam a liberação da via.
A PMGO lamenta o trágico acidente e se solidariza com os envolvidos. Informamos que a Polícia Técnico-Científica foi acionada, isolou a área e realizou todos os levantamentos periciais necessários para apuração das circunstâncias do fato.”
Autor Manoel Messias Rodrigues
Além do valor retido com impostos, o país arrecadará US$ 55 milhões em gastos de torcedores que viajaram para acompanhar a competição
Os Estados Unidos devem ficar com cerca de 30% da premiação que Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras arrecadaram na Copa do Mundo de Clubes, que é realizada no país norte-americano. Os 4 clubes brasileiros se classificaram para as oitavas de final. Já acumulam cerca de US$ 107 milhões (cerca de R$ 587 milhões) em prêmios oferecidos pela Fifa (Federação Internacional de Futebol).
Além desses recursos arrecadados, por causa de impostos e outras taxas, os EUA também ganharão cerca de US$ 55 milhões (ou R$ 302 milhões) com os gastos dos brasileiros que viajaram ao país para acompanhar os jogos. Foram aproximadamente 25.000 torcedores para as cidades que irão receber as partidas. O levantamento foi feito pela ESPN.
PREMIAÇÕES
A Fifa estabeleceu um sistema de bonificação para todas as equipes participantes da competição. São elas:
- fase de grupo: US$ 2 milhões ou, em caso de empate, US$ 1 milhão;
- oitavas: US$ 7,5 milhões;
- quartas: US$ 13,125 milhões;
- semifinal: US$ 21 milhões;
- final: US$ 30 milhões;
- vencedor: US$ 40 milhões.
O vencedor pode chegar a ganhar até US$ 117,625 milhões.
MUNDIAL DE CLUBES
A Copa do Mundo de Clubes está sendo disputada em instalações da NFL (National Football League) e da MLS (Major League Soccer). Houve discordâncias internas na Fifa sobre o equilíbrio entre estádios dedicados à MLS e arenas da NFL que deveriam ser usadas durante a competição.
O torneio reúne clubes de diferentes continentes, incluindo equipes europeias como Bayern Munich (Alemanha), Paris Saint-Germain (França) e Atlético de Madrid (Espanha), além de representantes sul-americanos, como Palmeiras e Botafogo, e da MLS, Seattle Sounders. O Auckland City (Nova Zelândia) também participa da competição.
O impacto total que o turismo relacionado ao mundial terá na economia americana ainda não foi completamente mensurado. A competição continua em andamento e os números finais serão consolidados posteriormente.
Ação para alavancar excelência na alfabetização é proposta de Virmondes Cruvinel
Lidiane 27 de junho de 2025
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) recebeu o projeto de lei nº 15292/25, de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB), que propõe a criação da Semana Estadual de Apoio à Excelência na Alfabetização. A proposta prevê que a semana seja realizada anualmente na primeira semana de setembro, em consonância com o Dia Internacional da Alfabetização, celebrado em 8 de setembro.
O objetivo principal da medida é fortalecer políticas públicas voltadas à alfabetização, valorizando profissionais da área, promovendo formação continuada e incentivando o engajamento da sociedade civil. A proposta também pretende estimular o intercâmbio de experiências entre professores, gestores, pesquisadores e entidades da sociedade civil, além de divulgar práticas pedagógicas exitosas no Estado.
Segundo o texto, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) será responsável pela coordenação das atividades elencadas na proposta, atuando em colaboração com os municípios goianos. Entre as atividades previstas estão seminários, oficinas, exposições de materiais didáticos, apresentações culturais, premiações e ações de mobilização comunitária.
O legislador anota que Goiás tem se destacado nacionalmente pela qualidade da educação básica. Em 2023, o estado alcançou o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com nota 4,8, superando a meta estabelecida. Na alfabetização, os resultados também impressionam: o estado saiu de 39% de crianças alfabetizadas até o segundo ano em 2021 para 67% em 2023, ocupando a quarta colocação no ranking nacional.
Parte significativa desse avanço é atribuída ao Programa AlfaMais Goiás, instituído pela Lei nº 21.071/2021. O programa investiu R$ 58 milhões e atendeu cerca de 300 mil estudantes, com resultados expressivos aferidos pelo Saego-Alfa.
Para Cruvinel, a iniciativa reforça o protagonismo de Goiás na educação pública: “Com essa semana, damos visibilidade às conquistas de nossos educadores e estudantes, ampliamos o debate sobre alfabetização e reforçamos o compromisso do Estado com o futuro das nossas crianças. É mais uma ação concreta para garantir o direito à educação de qualidade desde os primeiros anos escolares.”
O projeto está sob relatoria do deputado Wagner Camargo Neto (SD) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
O governador Ronaldo Caiado e o prefeito Marden Júnior entregaram nesta quinta-feira (26/6) o novo viaduto construído no entroncamento das rodovias GO-060 e GO-469, facilitando o acesso à cidade de Trindade e melhorando a fluidez do trânsito. A obra, batizada com o nome de seu filho, Ronaldo Ramos Caiado Filho, tem 278 metros e custou mais de R$ 20,4 milhões ao Tesouro Estadual. Caiado destacou a importância da estrutura para motoristas e romeiros. “A inauguração da obra coloca fim a uma espera de mais de 30 anos pela população”, afirmou.
Durante o evento, que contou com a presença da primeira-dama Gracinha Caiado, Marden Júnior evidenciou as contrapartidas da prefeitura para jardinagem e iluminação do novo viaduto. O governador explicou que a obra foi prioridade desde o início de sua gestão. “Me comprometi em fazer esse viaduto após recuperarmos a economia do Estado”, lembrou. A estrutura visa reduzir congestionamentos e aumentar a segurança no acesso à Trindade, especialmente durante a Romaria do Divino Pai Eterno.
Caiado reforçou que o novo viaduto tem por objetivo encerrar o histórico de engarrafamentos na GO-060. “Aquele engarrafamento aqui era interminável. Agora teremos rapidez e segurança para chegar a Trindade. É uma obra com padrão de excelência, de qualidade, que vai permanecer”, afirmou. O vice-governador Daniel Vilela destacou a entrega como simbólica para a cidade e alinhada às festividades religiosas. “Vem para enaltecer a importância da nossa capital da fé”, destacou.
Pedro Sales, presidente da Goinfra, detalhou outras ações realizadas para garantir a trafegabilidade dos romeiros, como a pavimentação da via de acesso à nova basílica e a reconstrução de trechos da GO-050. O prefeito Marden reforçou o impacto positivo da obra. “Ela, de fato, realiza o sonho de 30 anos de espera e traz qualidade de vida para a comunidade e para o estado de Goiás”, observou.

Gracinha, Marden Jr e Caiado abrem os trabalhos do Centro de Apoio ao Romeiro
Na mesma ocasião, Caiado, Gracinha e Marden Júnior também inauguraram o Centro de Apoio ao Romeiro (CAR), no km 10 da Rodovia dos Romeiros (GO-060), preparado para atender cerca de 400 mil devotos. Com 4,2 mil m², o espaço oferece atendimento médico, área de descanso, alimentação e espaço para orações, funcionando 24 horas por dia até 6 de julho. “Aqui é muito mais do que um ponto de apoio físico. É um gesto de cuidado com cada romeiro”, disse Marden.
O governador celebrou a entrega como símbolo de acolhimento. “Tudo pronto para começar a receber os romeiros de todos os cantos do Brasil e do mundo. E tudo com aquele tempero especial que só o Centro de Apoio ao Romeiro da OVG tem”, declarou Caiado. A estrutura foi montada pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), dentro do programa Goiás Social.
Gracinha Caiado destacou o cuidado nos preparativos da estrutura para oferecer conforto aos fiéis. “Preparamos uma estrutura de primeira para receber os romeiros com muito cuidado e amor. A parada obrigatória é aqui, no Centro de Apoio ao Romeiro”, afirmou a primeira-dama, que acompanhou de perto os ajustes finais do espaço. A OVG também é responsável pela tradicional distribuição de leite com canela aos peregrinos.
O prefeito Marden enfatizou que a Romaria mobiliza todas as frentes do poder público e exige organização e acolhimento. “Trindade tem orgulho de ser destino de fé para milhões de pessoas. E essa parceria com o Governo de Goiás reforça nosso compromisso com uma Romaria organizada, segura e fraterna”, declarou. A estrutura deve ser um ponto central de apoio durante os dias mais intensos da celebração religiosa.
Sandramara Matias Chaves é a mais votada em consulta pública para assumir reitoria da UFG
Lidiane 27 de junho de 2025
Professoras Sandramara e Camila, eleitas para reitoria da UFG. (Foto: Divulgação/UFG Atenta e Forte
A professora Sandramara Matias Chaves, de 67 anos, foi eleita reitora da Universidade Federal de Goiás (UFG) para o quadriênio 2026–2029. Ela venceu a consulta pública com a comunidade universitária, realizada na terça-feira (24) e quarta-feira (25).
Sandramara, da Faculdade de Educação (FE), teve como vice na chapa a professora Camila Cardoso Caixeta, da Faculdade de Enfermagem e Nutrição (FEN). A dupla recebeu 3.869 votos, contra 3.595 obtidos pela chapa da professora Karla da Hora.
Agora, Sandramara aguarda ser nomeada pelo presidente Lula (PT), para suceder Angelita Pereira de Lima, da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), no comando da instituição.
Trajetória eleitoral
Sandramara foi vice-reitora entre 2018 e 2021, na gestão do então reitor Edward Madureira. No pleito seguinte, foi a mais votada pela comunidade acadêmica, mas acabou preterida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que nomeou Angelita Pereira de Lima, terceira colocada, para o cargo.
Após o episódio, Sandramara assumiu a presidência da Fundação de Apoio à Pesquisa da UFG (Funape).
Leia mais sobre: Eleições UFG / Reitora UFG / Reitoria UFG / Sandramara Matias Chaves / Catalão / Cidades / Goiânia
Merlys Oropeza, de 25 anos, foi presa em 2024 após escrever no Facebook: “Que ruim que uma pessoa dependa de uma bolsa”
A Justiça da Venezuela condenou a 10 anos de prisão uma jovem que fez críticas nas redes sociais a uma militante chavista. Segundo informações da AFP (Agence France-Presse), Merlys Oropeza, de 25 anos, recebeu sua sentença em 23 de junho.
A condenação pelo crime de incitação ao ódio se deu no Estado de Monagas, região nordeste da Venezuela. A jovem publicou no Facebook a mensagem “Que ruim que uma pessoa dependa de uma bolsa”, referindo-se ao programa de alimentos subsidiados do governo do presidente Nicolás Maduro (PSUV).
Conforme a AFP, o caso tem provocado preocupação entre organizações de direitos humanos.
Oropeza foi presa em 9 de agosto de 2024, logo depois da publicação na rede social. A denúncia que resultou em sua detenção partiu da própria funcionária responsável pela distribuição de alimentos na comunidade, conhecida como “jefa de calle” (chefe de rua, em tradução literal), que foi alvo da crítica.
O processo judicial baseou-se na lei de incitação ao ódio (GO 41.274/2017), legislação que críticos consideram um instrumento para intimidar opositores ao governo venezuelano. A pena para o crime de promoção ou incitação ao ódio varia de 10 a 20 anos de prisão.
A fonte que forneceu detalhes da sentença à AFP divulgou a informação na 5ª feira (26.jun). O sistema judiciário venezuelano não emitiu, até o momento, um comunicado oficial sobre o caso.
Durante as manifestações depois da contestada reeleição de Maduro, em julho de 2024, cerca de 2.400 pessoas foram detidas. Os protestos resultaram na 28 mortes e quase 200 feridos em território venezuelano.
Uma carta atribuída a Oropeza, dirigida aos seus pais, circulou nas redes sociais. Na mensagem, lê-se: “Estou acabada, mamãe, estou vazia, papai” e “Não encontro razões para seguir vivendo”.
A família de Oropeza optou por não fazer declarações públicas sobre o caso. Também não há informações sobre a estratégia de defesa da jovem após a condenação nem se haverá recurso contra a sentença.
Leia mais:
Representantes dos servidores e vereadora discutem situação financeira da Prefeitura de Goiânia em audiência pública
Lidiane 27 de junho de 2025
A situação financeira da Prefeitura de Goiânia e seus impactos nos serviços e servidores públicos foram tema de audiência pública realizada, na tarde desta quinta-feira, 26, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), por iniciativa do deputado Mauro Rubem (PT). O assunto vem sendo debatido na Casa em função dos projetos que solicitam a prorrogação dos decretos que reconhecem a situação de calamidade pública financeira nas secretarias municipais da Saúde (nº 10548/25) e da Fazenda (nº 10546/25) da capital. As matérias estão em tramitação há mais de 30 dias.
O evento, que contou com a presença de lideranças sindicais e representantes de categorias, teve como foco os indicadores fiscais do primeiro quadrimestre de 2025. Além de Mauro Rubem na condução dos trabalhos, a mesa contou com as seguintes presenças: supervisora técnica do Dieese, Leila Brito; presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindisaúde-GO), Luzinéia Vieira; e representante do Fórum Sindical dos Servidores Públicos de Goiânia, Ricardo Manzi.
Também fizeram parte a coordenadora geral do Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Sinsed), Vera Lúcia Paulina; presidente da Associação dos Servidores do Samu, Jefferson Ferreira; representante do vereador Fabrício Rosa (PT), Diogo Mota; vereadora Kátia Maria (PT); e a secretária-geral do Sintego, professora Ludmylla Morais.
O deputado Mauro Rubem abriu a audiência expressando a importância de debater a situação financeira de Goiânia, especialmente em meio à discussão sobre a prorrogação da calamidade financeira na prefeitura. Ele ressaltou que o ambiente na Assembleia é desfavorável à aprovação da prorrogação, que não ainda foi votada e que, provavelmente, só voltará a ser discutida em agosto.
Rubem destacou o orgulho pela atuação do fórum de entidades e servidores em defesa do serviço público e da sociedade, citando a importância da assessoria qualificada do Dieese, custeada pelas contribuições dos trabalhadores. Ele também direcionou a atenção para a situação crítica de alguns serviços municipais, exemplificada pelo caos nas maternidades e a dificuldade das unidades de saúde em adquirir medicamentos.
Leila Brito enfatizou que as informações apresentadas pelo Dieese são baseadas em dados institucionais consolidados e consistem em um trabalho de assessoramento técnico para entidades do serviço público, garantindo a precisão e solidez das análises. Ela explicou que a avaliação se baseia nos indicadores fiscais da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), considerando despesas de pessoal, receitas da prefeitura, limites de gastos e endividamento, este último um ponto central na justificativa da prefeitura para a prorrogação da calamidade.
A supervisora detalhou a complexidade da análise, que vai além de uma simples comparação entre despesas e receitas, exigindo a consideração de critérios específicos da LRF, como despesas não computadas e receitas deduzidas, para se chegar a um indicador preciso da capacidade de pagamento. Ela ressaltou a importância de analisar os números para fornecer uma fundamentação sólida para a ação sindical e para entender as previsões orçamentárias relacionadas a gastos com pessoal e encargos.
Reivindicações
Vera Lúcia Paulina afirmou que Goiânia é um município “super-habitado” e rico em recursos econômicos, mas que a população pobre e trabalhadora enfrenta condições de vida difícil. Ela lamentou a falta de engajamento popular nos movimentos promovidos pelas entidades, atribuindo isso à percepção de que as coisas não mudarão por esses caminhos e enfatizou a necessidade de mobilizar a população.
A coordenadora geral do Sinsed descreveu a situação como de “miséria, tristeza e doença”, citando casos de trabalhadores da educação e saúde que enfrentam dificuldades. Segundo ela, os dados técnicos já são claros: não há justificativa para a calamidade financeira. A representante do Sinsed concluiu que a classe trabalhadora possui a capacidade de promover a mudança e que as repetidas greves desde 2022, que terminaram em negociações insatisfatórias, de acordo com Vera Lúcia, demonstram a necessidade de uma mobilização mais ampla.
Ludmylla Morais apontou que a “calamidade” em Goiânia tem “nome, CPF e endereço”, sendo representada pelos administrativos da Educação, cuja lei de regência está há 14 anos sem a devida correção. Ela denunciou que a verdadeira calamidade é a dificuldade da população em acessar serviços de saúde, como a falta de pediatras e a negação de afastamentos médicos para trabalhadores adoecidos.
Morais defendeu que o avanço só será possível se a Assembleia Legislativa não aprovar a calamidade financeira, que, segundo ela, não existe na prefeitura de Goiânia. Ela cobrou o posicionamento do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO) e do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) contra a aprovação. A secretária-geral expressou decepção com a prefeitura, que sinalizou um retrocesso em relação ao retroativo e à database dos administrativos da Educação, propondo um reajuste irrisório que não atende às necessidades da categoria.
Calamidade contestada
A vereadora Kátia Maria reiterou que a calamidade administrativa da prefeitura não possui amparo legal, destacando que a dívida do município não atinge sequer 10% do limite permitido, contrariando a narrativa de crise. Ela criticou a gestão municipal por agir de forma irresponsável e por apresentar documentos genéricos, sem comprovações concretas, para justificar a suposta calamidade, chegando a incluir dívidas prescritas.
Kátia considerou incoerentes os gastos da prefeitura com itens como veículo blindado, eventos musicais e festas juninas, enquanto se declara em calamidade. Ela afirmou que a declaração de calamidade é uma manobra orçamentária para permitir desonerações, contratações diretas sem licitação e o não cumprimento da LRF. Concluindo, Kátia Maria ressaltou que dados técnicos do Dieese, TCM-GO e MP-GO comprovam a inexistência da calamidade financeira, e que a pressão política é fundamental para evitar que a Assembleia Legislativa autorize mais seis meses de um “cheque em branco” para a prefeitura.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Goiânia aprovou, na quarta-feira (25/6), projeto de lei que proíbe o corte de energia elétrica em unidades de saúde da rede municipal. A medida, de autoria do vereador Lucas Kitão (União Brasil), determina que hospitais, clínicas, postos de saúde e UPAs tenham fornecimento ininterrupto, independentemente da situação do pagamento. O relatório favorável foi assinado pelo parlamentar Geverson Abel (Republicanos).
Segundo o texto, a concessionária de energia deverá manter o serviço ativo em todas as unidades de saúde do município, mesmo diante de contas em atraso.
“As unidades de saúde são responsáveis por serviços essenciais à população”, defende Kitão, lembrando que respiradores, incubadoras e equipamentos de diálise dependem de eletricidade.
Kitão cita episódio de outubro de 2024, quando o Cais Campinas, o Cais Novo Mundo e a UPA do Residencial Itaipu sofreram cortes no fornecimento.
“Não é o caso desta gestão, que está trabalhando para manter as contas em dia, mas é uma ressalva importante para a administração municipal”, afirma.
Ele acrescenta que o objetivo é evitar “novos cortes” provocados por “gestões atrapalhadas que atrasam o pagamento”.
O projeto prevê ainda que a concessionária deve comunicar à Secretaria Municipal de Saúde, com antecedência mínima de cinco dias, qualquer interrupção programada. Segundo o vereador, isso dará tempo para adoção de medidas de contingência e garantirá a manutenção dos serviços emergenciais. A matéria agora segue para primeira votação em plenário.
Equatorial afirma que segue normas federais e da Aneel
Em nota divulgada em novembro de 2024, a Equatorial Goiás, concessionária de energia elétrica em Goiânia, ressaltou que é “concessionária do serviço público federal de energia elétrica” e, por isso, “está submetida à legislação do setor elétrico brasileiro e às normas definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”.
A empresa enfatizou que apenas a União tem competência para legislar sobre energia elétrica, o que, segundo ela, torna leis municipais sobre o tema conflitantes com a Constituição.
Sobre os cortes realizados no ano passado, a distribuidora explicou que agiu “em observância às regras estabelecidas na resolução 1.000/2024 da Aneel, que exige notificação ao cliente sobre o corte com 15 dias de antecedência”.
A Equatorial afirmou ter enviado os comunicados e tentado negociar a quitação dos débitos, mas, sem sucesso, suspendeu o fornecimento. Antes de interromper o serviço, segundo a empresa, técnicos confirmaram “in loco” a presença de grupo gerador para não prejudicar o atendimento emergencial da população.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Professoras Sandramara e Camila, eleitas para reitoria da UFG. (Foto: Divulgação/UFG Atenta e Forte
A professora Sandramara Matias Chaves, de 67 anos, foi eleita reitora da Universidade Federal de Goiás (UFG) para o quadriênio 2026–2029. Ela venceu a consulta pública com a comunidade universitária, realizada na terça-feira (24) e quarta-feira (25).
Sandramara, da Faculdade de Educação (FE), teve como vice na chapa a professora Camila Cardoso Caixeta, da Faculdade de Enfermagem e Nutrição (FEN). A dupla recebeu 3.869 votos, contra 3.595 obtidos pela chapa da professora Karla da Hora.
A nova reitora sucederá Angelita Pereira de Lima, da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), atualmente no comando da instituição.
Trajetória eleitoral
Sandramara foi vice-reitora entre 2018 e 2021, na gestão do então reitor Edward Madureira. No pleito seguinte, foi a mais votada pela comunidade acadêmica, mas acabou preterida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que nomeou Angelita Pereira de Lima, terceira colocada, para o cargo.
Após o episódio, Sandramara assumiu a presidência da Fundação de Apoio à Pesquisa da UFG (Funape).
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