15 de maio de 2026
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A prefeitura de Senador Canedo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inaugurou nesta segunda-feira (22/9) a nova Central de Ambulâncias, que vai centralizar os veículos de atendimento e agilizar o transporte de pacientes na cidade.

A estrutura conta com quatro veículos, sendo duas unidades totalmente novas, equipadas com condutor e técnico de enfermagem. O serviço funcionará 24 horas por dia, garantindo mais eficiência no transporte intra-hospitalar.

Com a central unificada, todos os pedidos de transporte serão direcionados para o novo espaço, permitindo que múltiplas transferências ocorram simultaneamente, sem atrasos. O local, instalado no antigo CEFAP, também dispõe de área exclusiva para descanso da equipe técnica e dos motoristas.

A inauguração contou com a presença do prefeito Fernando Pellozo (UB), da primeira-dama e secretária de Assistência Social, Simone Assis, e da secretária de Saúde, Verônica Savatin, além das equipes envolvidas no novo serviço.

Pellozo destacou a importância da iniciativa: “Cada conquista tem um valor imenso. É gratificante ver os novos equipamentos chegando à saúde e a dedicação da equipe em melhorar o atendimento”, disse.

Foto: Lucieni Soares

“Hoje, a população reconhece nosso esforço, e isso mostra que, mesmo com desafios, conseguimos oferecer um serviço de saúde cada vez melhor. É uma alegria ver as pessoas sendo bem cuidadas pela nossa equipe”, comemorou o prefeito.

A secretária de Saúde, Verônica Savatin, ratificou que a nova central vai garantir mais agilidade: “A central de transporte unificou todas as ambulâncias em um único local, permitindo direcionar rapidamente os veículos para as unidades que precisam”, explicou.

“Antes, os pacientes tinham que esperar a ambulância voltar de um atendimento para serem transferidos. Agora, é possível realizar vários transportes ao mesmo tempo, sem atrasos”, conclui a secretária.

Com a inauguração, a prefeitura reforça o compromisso de oferecer um atendimento de saúde mais ágil, eficiente e humanizado à população de Senador Canedo.

Autor Rogério Luiz Abreu


Congressistas alegam que Rubens Oliveira ocultou documentos propositalmente e prestou falso testemunho; ele deixou a comissão levado pelo Departamento de Polícia Legislativa

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investiga descontos ilegais no pagamento de aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) prendeu na madrugada desta 3ª feira (23.set.2025) o empresário Rubens Oliveira Costa, sócio de Antônio Camilo Antunes –conhecido como o Careca do INSS. A voz de prisão foi dada pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG). O homem foi levado pelo Depol (Departamento de Polícia Legislativa).

A decisão se deu depois de os integrantes da comissão aprovarem um requerimento de prisão em flagrante sob a alegação de que Costa ocultou documentos propositalmente e prestou falso testemunho ao se contradizer sobre seu envolvimento no esquema de fraudes. O presidente da CPI afirmou que o esquema de desvios era conhecido pelo empresário e que a conduta, que considerou ser falso testemunho (artigo 342 do Código Penal Brasileiro) é “gravíssima”.

“O que nós vimos hoje, o Brasil assistiu, é mais uma vez o silêncio de quem conhece, sabe como funcionou e não quis trazer informações quando perguntado sobre o maior esquema de roubo de aposentados do Brasil. Nessa comissão, nós vimos aqui, a todo momento, o depoente tentando não dar informações corretas a esse Parlamento. Escondendo documentos, fugindo das respostas e, muitas vezes, ocultando a verdade. Mas aqui não é terra sem lei. Nossa paciência ela tem limites. A nossa determinação, não. Nós vamos até o fim com essa investigação”, afirmou Viana.

Rubens Oliveira é investigado por ter ligação direta com Antônio Camilo Antunes. Eram sócios em empresas investigadas por movimentar milhões de reais que teriam sido desviados de aposentadorias de beneficiários do instituto.

Na maior parte das perguntas do relator, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), o empresário ficou em silêncio ou alegou esquecimento, mesmo quando se tratava de informações públicas ou que não o incriminavam. A reunião da CPI do INSS, que começou na tarde da 2ª feira (22.set) e foi até a madrugada desta 3ª feira (23.set) chegou a ser suspensa por causa do comportamento do sócio do Careca do INSS –que se apoiou no habeas corpus concedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Durante seu depoimento, congressistas afirmaram que, se Costa respondesse determinadas perguntas, ele se incriminaria. O próprio depoente alegou possibilidade de produzir provas contra si mesmo.

Segundo a Lei da Comissão Parlamentar de Inquérito, as CPIs têm o poder de investigação e prisão –semelhante aos poderes de polícias– em casos de falso testemunho durante depoimento.



Autor Poder360 ·


Profissionais da saúde animal, carreiros de boi e berranteiros receberão honrarias no Plenário Iris Rezende. A Assembleia Legislativa de Goiás realizará duas sessões solenes extraordinárias nesta terça-feira, 23, para reconhecer o trabalho deles.

Pela manhã, às 9 horas, sob a presidência do deputado José Machado (PSDB), será realizada uma sessão solene extraordinária em homenagem aos profissionais da saúde e do bem-estar animal. A iniciativa destaca a importância desses profissionais que dedicam suas vidas à promoção da saúde humana e para proteção e cuidado com os animais, reforçando o compromisso com o bem-estar coletivo.

À noite, às 19 horas, a deputada Bia de Lima (PT) conduzirá uma sessão solene extraordinária em tributo aos carreiros de boi e berranteiros. Na cerimônia, serão celebradas a tradição e a relevância cultural desses profissionais, que preservam práticas históricas e contribuem para a manutenção do patrimônio cultural da região.

De acordo com a petista, as atividades dos carreiros e dos tocadores de berrante continuam sendo preservadas pela dedicação dos homenageados, que merecem o reconhecimento do Parlamento goiano. “As práticas são vitais para o resgate de tradições históricas, para o fortalecimento da identidade regional e para a transmissão de saberes entre gerações. Esses homens e mulheres mantêm vivo um dos pilares da cultura goiana”.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O governador Ronaldo Caiado (UB) e a primeira-dama Gracinha Caiado lançaram nesta segunda-feira (22/9) o programa Goiás + Inclusivo, que prevê pagamento de R$ 500 mensais a famílias em situação de vulnerabilidade que tenham crianças ou adolescentes com deficiência. Ao todo, 6.507 famílias serão atendidas, distribuídas por 235 municípios, conforme critérios do CadÚnico.

Anunciado no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, o programa integra o Goiás Social, considerado a maior iniciativa de assistência social do país.

“Governar é cuidar, é ter o sentimento de responsabilidade com as pessoas”, declarou Caiado durante o evento.

Coordenadora do Goiás Social, Gracinha ressaltou que o Goiás + Inclusivo nasce da responsabilidade do governo para com as famílias mais vulneráveis.

Gracinha Caiado: “Programa nasce para estender a mão a famílias com os desafios que uma deficiência exige”

“O programa nasce para estender a mão. Atende famílias que enfrentam não apenas a dificuldade financeira, mas os desafios que uma deficiência exige em termos de cuidado, atenção e dedicação”, disse a primeira-dama.

“Esse benefício representa apoio. É o reconhecimento do governo a essas mães e pais que cuidam”, acrescentou Gracinha.

A primeira parcela foi creditada nas contas dos beneficiários na data de lançamento; as demais serão pagas mensalmente, sempre no dia 10.

Ajuda para comprar aparelho auditivo

A dona de casa Letícia Gomes recebeu o cartão das mãos de Gracinha e contou como o recurso vai ajudar nos cuidados da filha de 13 anos, que tem deficiência auditiva.

“A Maria Eduarda é a segunda de trigêmeos prematuros. Lutou 41 dias na UTI para sobreviver, e teve essa perda auditiva. O dinheiro vai ajudar principalmente na compra e manutenção do aparelho que ela precisa usar”, afirmou a mãe.

Letícia (à esq.) e a filha Maria Eduarda, de 13 anos, beneficiária do programa social: dinheiro será utilizado para compra e manutenção de aparelho para perda auditiva

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds) será a responsável por organizar as entregas dos cartões conforme a agenda do Goiás Social, das secretarias de assistência social e prefeituras. Os beneficiários serão avisados por mensagens de WhatsApp ou SMS sobre o dia, horário e local para buscar os cartões.

Quando o Estado chega a quem mais precisa, toda a sociedade avança’

O secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, destacou que as pessoas com deficiência “não pedem privilégios, mas oportunidades e direitos garantidos”, e afirmou que é isso que o programa assegura.

“Esse auxílio simboliza cuidado, respeito e dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade que têm deficiência”, acrescentou.

Matos também ressaltou a importância de manter o CadÚnico atualizado, já que é por meio desse cadastro que o governo identifica e atende os cidadãos elegíveis.

João Vitor Bittencourt, ativista da Unicef, que tem síndrome de Down: “Que esse seja mais um passo em nossa luta”

A presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás (Adfego), Maria Clara Carvalho, parabenizou o governo estadual pela iniciativa.

“Quando você tem um Estado que te acolhe, e te dá condições, você quer viver e fazer a vida das pessoas melhor. Nós estamos aqui nessa terra para promover e cuidar das pessoas. É ter um olhar diferenciado e poder amar e ver capacidade”, afirmou.

A presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social (Coegemas) e primeira-dama de Acreúna, Adriana Souza, disse que inclusão “não é favor, é direito”.

“Quando o Estado chega a quem mais precisa, toda a sociedade avança. Nós precisamos do apoio do governo. Que esse seja mais um passo em nossa luta. Muito obrigado”, disse o ativista da Unicef, João Vitor Bittencourt, que tem síndrome de Down.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Equipe econômica do ministro Fernando Haddad elevou em R$ 1,4 bilhão o congelamento de gastos; não há contingenciamento

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou em R$ 1,4 bilhão o bloqueio no Orçamento de 2025. Com isso, passa de R$ 10,7 bilhões para R$ 12,1 bilhões.

A informação foi publicada nesta 2ª feira (22.set.2025), no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 4º bimestre. O documento é elaborado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. Leia a íntegra (PDF – 546 kB) da apresentação.

Em julho, a equipe econômica havia anunciado um acréscimo de R$ 100 milhões no congelamento de gastos. Em contrapartida, liberou R$ 20,6 bilhões do Orçamento.

Não há contingenciamento conforme o relatório desta 2ª feira (22.set).

Entenda a diferença:

  • bloqueio – o governo revisa as despesas do Orçamento, que estavam maiores que o permitido pelo arcabouço fiscal. É mais difícil de ser revertido;
  • contingenciamento – se dá quando há frustração de receitas esperadas nas contas públicas.

META FISCAL

O governo federal decidiu revisar a estimativa de deficit nas contas públicas em 2025 para R$ 30,2 bilhões. A projeção anterior era de um rombo de R$ 26,3 bilhões.

Para este ano, a equipe econômica estabeleceu a meta de zerar o deficit. O arcabouço fiscal determina um intervalo de tolerância de até 0,25% do PIB (Produto Interno Bruto) para o saldo primário.

Em valores nominais, poderá gastar até R$ 30,9 bilhões a mais do que arrecada que cumprirá o objetivo.



Autor Poder360 ·


O governo de Goiás vetou integralmente o projeto de lei de autoria do deputado Major Araújo (PL), aprovado na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) sob o número 281/23, que visa criar a Carteira de Identificação Estudantil Digital (Ciego) com emissão gratuita por um órgão público. A decisão foi baseada em pareceres da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que apontaram inconstitucionalidade e vícios de iniciativa na proposta. As pastas destacaram que a iniciativa invadiria a competência do Poder Executivo. O veto, que consta no processo n° 23351/25, será distribuído a um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). 

A PGE, em seu parecer, apontou um vício de iniciativa formal. A proposta, ao criar uma nova obrigação para o poder público de emitir a Ciego de forma gratuita, invadia a competência privativa do governador para dispor sobre a estrutura e a organização da administração pública. Segundo a procuradoria, o projeto afetaria diretamente as atividades das secretarias estaduais, exigindo a criação de uma nova estrutura para receber requerimentos, analisar documentos e prestar o serviço de emissão da carteira.

Além do vício de iniciativa, a PGE reforçou que a proposta representava uma potencial geração de despesa pública. No entanto, o processo legislativo não foi instruído com uma estimativa de impacto orçamentário-financeiro, o que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal. Esse descumprimento é caracterizador de inconstitucionalidade formal e foi decisivo para a recomendação do veto. A decisão do governador alinha-se com a jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal, que considera inconstitucionais leis de iniciativa parlamentar que dispõem sobre atribuições de órgãos públicos.

A Secretaria de Educação também se posicionou de forma contrária ao projeto. A Seduc ressaltou que já existem instituições legalmente constituídas, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que já estão habilitadas a emitir a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), conforme a Lei federal nº 12.933, de 2013. A pasta destacou que a emissão digital da CIE já é uma realidade, o que torna a criação de um novo documento digital pelo Estado desnecessária e redundante.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) emitiu um alerta à população diante da previsão de chuvas intensas em mais de 60 municípios goianos. O aviso foi reforçado nesta sexta-feira (19/9) com base nas informações do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo). A previsão aponta risco de temporais acompanhados de rajadas de vento e descargas elétricas.

Entre as áreas que devem ficar em estado de atenção estão Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidades da região metropolitana. De acordo com o Cimehgo, os temporais podem ocorrer de forma isolada, mas com intensidade suficiente para provocar transtornos como alagamentos, queda de árvores e danos em estruturas mais frágeis.

A onda de tempestades que afeta o Sul do Brasil avançará para a parte central do país no começo da próxima semana. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que a instabilidade aumente muito no Centro-Oeste na segunda-feira (22/9). Haverá formação de nuvens carregadas com chuva localmente forte a intensa e múltiplos temporais localizados com raios, granizo e vento forte.

Diante desse cenário, os bombeiros recomendam atenção redobrada e a adoção de medidas de segurança preventiva. Entre as orientações, estão evitar transitar por áreas alagadas, não enfrentar correntezas e procurar abrigo em locais seguros durante as tempestades. É importante também manter distância de árvores, placas, outdoors e fiações elétricas. A população deve reforçar telhados e estruturas vulneráveis antes da chegada das chuvas.

O CBMGO destaca que atua de forma preventiva por meio da Operação Tempestade, que mantém equipes preparadas para atender a comunidade em situações de emergência relacionadas ao clima. A corporação lembra que, em caso de necessidade, a população deve acionar imediatamente o telefone de emergência 193.

“Nosso objetivo é garantir a segurança da população diante das condições adversas. A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforçou a corporação no comunicado.

Nesta sexta-feira (19/9), a previsão do Inmet para o Centro-Oeste já indicava instabilidades concentradas no norte de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Nessas áreas, há risco de pancadas fortes de chuva à tarde.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Rui Costa Pimenta, presidente da sigla, chama os atos de “revolução colorida” e diz que foram organizados a serviço do imperialismo

O PCO (Partido da Causa Operária) disse que os atos realizados no Brasil no domingo (21.set.2025) foram uma mobilização organizada pela Rede Globo, ONGs (Organizações Não Governamentais) ligadas ao imperialismo e setores da esquerda “pequeno-burguesa”. As manifestações foram contra o PL (Projeto de Lei) da anistia e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Blindagem, já aprovada pela Câmara e em análise no Senado.

Em artigo publicado no Diário Causa Operária, o partido afirmou: “Rede Globo à frente, ONGs do imperialismo atuando como correia de transmissão, e o velho agrupamento golpista do Psol, com [Guilherme] Boulos como vitrine, convocando atos para intimidar o Congresso”.

O mote central das manifestações foi o combate ao projeto que pode perdoar ou reduzir penas dos condenados por tentativa de golpe e também à PEC que protege congressistas de processos criminais.

Segundo o texto, a chamada PEC das Prerrogativas, como o PCO se refere à PEC da Blindagem, busca restabelecer a regra de que congressistas só podem ser investigados ou julgados com aval da própria Casa legislativa. Para o partido, a medida é uma garantia constitucional que protege o Congresso de perseguições políticas. “O que se tenta vender ao povo é uma troca indecente: abrir mão de uma garantia democrática essencial em nome da prisão de ‘meia dúzia de corruptos’. Há algo mais lavajatista que esse tipo de política?”, diz o artigo.

O PCO criticou o uso de termos como “paraíso para o PCC [Primeiro Comando da Capital] e Comando Vermelho”. De acordo com o partido, esse tipo de discurso confunde a opinião pública ao relacionar a PEC à anistia dos acusados de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.

O texto cita o Psol como vitrine da esquerda que convoca protestos contra a proposta. Também menciona o PT, dizendo que a legenda recua diante da pressão da imprensa. Também fala de intelectuais e influenciadores.

“Intelectuais de aluguel e influencers ‘vermelhos’ decretam que ‘progressistas votaram com [o ex-presidente Jair] Bolsonaro [PL]‘, omitindo que todos os partidos participaram da votação. Sobram, portanto, duas escolhas: ou você se submete à tutela do STF [Supremo Tribunal Federal], ou ‘apoia bandidos’. Uma farsa para moralizar a ditadura togada”, declarou a sigla.

Na avaliação do PCO, a disputa não se trata de privilégios, mas de preservar a separação de poderes. “O Supremo não tem qualquer limite e atua como verdadeira ditadura togada, intimidando o Congresso”, afirma o artigo.

O presidente do partido, Rui Costa Pimenta, classificou os atos como uma “revolução colorida”. Ele escreveu no X: “Esquerdistas desnorteados e esquerdistas da burguesia, artistas globais, ONGs etc. tudo a serviço do imperialismo combatendo a corrupção”.

Também nas redes sociais, políticos e ativistas de direita criticaram as manifestações e os artistas que participaram dos atos.

Foram realizadas manifestações nos 26 Estados e no Distrito Federal, além de atos no exterior em cidades como Londres (Reino Unido), Paris (França), Berlim (Alemanha) e Lisboa (Portugal).



Autor Poder360 ·


Tramita no Parlamento estadual o projeto de lei nº 22461/25, de autoria da deputada Bia de Lima (PT), que dispõe sobre a obrigatoriedade de disponibilização de ponto seguro de entrega de encomendas nos condomínios residenciais e comerciais em Goiás como medida de proteção ao consumidor. 

De acordo com o texto do projeto, ficam os condomínios residenciais e comerciais do Estado obrigados a assegurar ao consumidor a possibilidade de recebimento de encomendas e correspondências em ponto de entrega seguro e de fácil acesso, localizado em área comum do condomínio.

O objetivo, conforme a parlamentar, é assegurar ao consumidor o recebimento de suas encomendas em condições seguras e acessíveis, mediante a disponibilização de ponto adequado de entrega.

“Atualmente, é recorrente a exigência de que os entregadores se desloquem até as unidades residenciais para concluir a entrega. Essa prática, além de aumentar o tempo de atendimento de cada pedido, sobrecarrega ainda mais os trabalhadores, em especial os que atuam por aplicativos, que enfrentam longas jornadas, prazos apertados e remuneração vinculada ao volume de entregas”, frisa Lima.

Segundo Bia, o resultado desse cenário é prejudicial tanto para o consumidor, que pode ter sua encomenda atrasada ou até mesmo recusada em razão dos obstáculos impostos, quanto para o entregador, que é compelido a suportar deslocamentos desnecessários dentro de áreas privadas, e até mesmo para o próprio condomínio, que fica com sua rotina de segurança e organização interna comprometida.

“Ao estabelecer a obrigatoriedade de ponto de entrega em local seguro e de fácil acesso, podendo inclusive ser na respectiva portaria, esta proposição valoriza o equilíbrio da relação de consumo, evitando extravios, atrasos e constrangimentos, ao mesmo tempo em que contribui para melhores condições de trabalho aos entregadores, sem avançar sobre normas de direito trabalhista ou civil”, destaca a autora da propositura.

A matéria está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), sob a relatoria da deputada Rosângela Rezende (Agir).

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Francielly de Paiva, conhecida como Cielly Paiva, chegou a Goiás nesta sexta-feira (19/9) após ser extraditada de Portugal. Ela foi presa em maio pela Interpol e era foragida da Justiça goiana há mais de seis meses, período em que viajou por diversos países da Europa. A mulher é acusada de movimentar milhões de reais para uma facção criminosa.

A prisão ocorreu após intensa cooperação internacional entre a Polícia Civil de Goiás, a Polícia Federal e a Interpol. Francielly tinha um mandado de prisão expedido desde outubro do ano passado, no âmbito da Operação Portokali. A extradição foi deferida pelo Judiciário português.

Ela desembarcou no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, e foi transferida para a sede da Polícia Federal e depois para a Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco).

Francielly de Paiva é apontada como uma das principais peças da organização criminosa “Amigos do Estado” (ADE) em Goiás. A investigação policial aponta que contas em nome dela e de suas duas filhas menores, de 6 e 17 anos, eram usadas para movimentar o dinheiro do tráfico de drogas.

Conforme o delegado Tiago Torres, responsável pelas investigações, a participação dela se dava por meio de lavagem de dinheiro. A conta dela e das filhas eram utilizadas para que o dinheiro da facção do tráfico de drogas circulasse.

As movimentações financeiras sob investigação atingiram a cifra de R$ 30 milhões em um curto período. O dinheiro de origem ilícita passava por empresas laranjas e era usado para pagar carregamentos de drogas. Apenas em um ano, mais de R$ 20 milhões transitaram em sua conta bancária, no auge das atividades criminosas.

Em outubro do ano passado, Francielly negou as acusações em um vídeo postado nas redes sociais.

“Eu não sou criminosa. Eu não sou traficante. Eu não participo de organização. Essas pessoas que foram presas, eu nunca vi. Eu não sou essa pessoa”, disse a modelo.

Ela alegava trabalhar com venda de conteúdos adultos para justificar sua vida de luxo. No entanto, as provas coletadas pela polícia contradizem essa versão.

“As contas e a movimentação bancária dela mostram exatamente o contrário”, afirmou o delegado Torres.

A operação que resultou na prisão internacional teve início em 2017, a partir de investigações relacionadas a um indivíduo preso em Santa Catarina. A mulher era companheira de um dos investigados, que faleceu após um confronto policial. Mesmo após sua morte, ela teria continuado a operar as movimentações financeiras ilícitas.

Após desembarcar em Goiânia, Francielly foi submetida a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, foi encaminhada ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O inquérito policial contra ela já foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário, onde tramitam ações penais em razão de denúncia oferecida pelo Ministério Público.

Autor Manoel Messias Rodrigues