30 de janeiro de 2026
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Uma ação conjunta da Polícia Militar e da Vigilância Sanitária de Anápolis resultou, nesta quarta-feira (28/1), na interdição de um galpão clandestino usado para guardar medicamentos vencidos e resíduos de saúde. O local foi lacrado após a constatação de irregularidades que colocavam em risco a saúde pública.

A operação teve início após denúncia recebida pela Companhia de Policiamento Especializado (CPE), que monitorou o endereço e percebeu movimentação constante de veículos. No momento da abordagem, agentes verificaram que um caminhão havia saído recentemente do galpão.

No local, duas pessoas foram encontradas e disseram ter recebido R$ 80 para ajudar a carregar a carga. A CPE acionou então a Vigilância Sanitária, que realizou a vistoria técnica e confirmou o armazenamento irregular.

Local ignora a legislação vigente, que obriga hospitais, clínicas e laboratórios a recolher e encaminhar corretamente os resíduos

A fiscalização encontrou medicamentos controlados e não controlados, em sua maioria fora do prazo de validade, além de xampus, cremes, álcool em gel, cigarros eletrônicos, materiais perfurocortantes e tubos de coleta de sangue usados em exames laboratoriais.

A equipe técnica também constatou que o galpão não possuía alvará de funcionamento nem autorização sanitária, e que não se tratava de empresa cadastrada para coleta ou descarte de resíduos de serviços de saúde.

Pela legislação vigente, hospitais, clínicas e laboratórios são obrigados a contratar empresas legalizadas para recolher e encaminhar corretamente esses resíduos, com comprovação do destino final, geralmente por incineração.

Diante das irregularidades, o galpão foi interditado e lacrado. Os dois trabalhadores foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos, e a Polícia Civil assumirá as investigações para identificar os responsáveis pelo armazenamento e pelo transporte dos materiais apreendidos.

“A ação rápida da polícia e da Vigilância Sanitária foi essencial para evitar que medicamentos vencidos e resíduos perigosos circulassem de forma irregular”, observou a prefeitura de Anápolis em nota.

Autor Manoel Messias Rodrigues

Lidiane

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