25 de março de 2026
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Um servidor administrativo da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Flamboyant, em Aparecida de Goiânia, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (14/08) por comercializar atestados médicos falsos. A ação conjunta da Guarda Civil Municipal (GCM) e da 7ª Delegacia de Polícia Civil ocorreu quando o funcionário tentava entregar um documento fraudulento em um supermercado do setor Santa Luzia. Ao perceber a abordagem policial, ele rasgou o atestado, mas foi detido com os fragmentos em sua posse.

As investigações começaram no dia 8 de agosto, após denúncia anônima recebida pelo Centro de Comando Operacional da GCM.

“A denúncia dava conta de que um funcionário administrativo de uma unidade estaria vendendo atestados médicos no local de trabalho. Nossa equipe de inteligência confirmou o vínculo funcional e a atuação do suspeito na recepção da UPA”, explica o inspetor Milton Sobral, comandante da GCM.

As informações foram repassadas à Polícia Civil para aprofundar as apurações.

Durante a operação, além dos pedaços do atestado rasgado, os agentes encontraram um bloco de atestados em branco em um armário da recepção da UPA. Os carimbos utilizados pertenciam a dois médicos que negaram ter emitido ou autorizado o uso de seus dados.

“Foi confirmado esse flagrante, o indivíduo tentou se evadir do local e tentou também desvencilhar, tentando rasgar o atestado que estava ali de posse, mas não teve êxito nessa”, completou Sobral.

O servidor, que não teve a identidade revelada, foi encaminhado à 7ª Delegacia Distrital de Aparecida e poderá responder criminalmente por falsidade ideológica.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), presidida pelo deputado Veter Martins (UB), tem reunião marcada para apreciar a propositura que normatiza a comercialização do cimento. O encontro está previsto para quarta-feira, 13, às 13h30, na Sala Júlio da Retífica

Entre as matérias a serem deliberadas, está a que dispõe sobre o peso das embalagens do saco de cimento em Goiás (nº 1619/23). O projeto de lei determina que as produtoras de cimento forneçam embalagens de 25 kg do produto. Caso desejem, também poderão oferecer embalagens com quantidades menores. 

O autor da proposta, deputado Amauri Ribeiro (UB), argumenta que o objetivo é reduzir os riscos à saúde dos trabalhadores da construção civil, em decorrência do manuseio de carga excessiva, e, de forma secundária, evitar desperdícios para o consumidor, conforme preceitua a Constituição Federal. O processo foi relatado, de forma favorável, por Amilton Filho (MDB). 

Distribuição

Na reunião, serão distribuídos dois projetos de lei à relatoria. O primeiro, nº 19571/24, é de autoria do deputado Gustavo Sebba (PSDB), que protege o consumidor, especialmente o vulnerável, de publicidade, ofertas e contratações abusivas de produtos, serviços e crédito bancário. A segunda matéria, nº 17420/24, do deputado Lucas do Vale (MDB), altera a Lei nº 22.520, de 28 de dezembro de 2023, que proíbe a solicitação abusiva de dados pessoais de consumidores.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Transação depende de aprovação do conselho de governadores da NBA, formado pelos proprietários das 30 equipes da liga

O grupo liderado por William Chisholm concluirá a aquisição do Boston Celtics entre o final da próxima semana e o início da seguinte, segundo informações divulgadas pelo site Sportico nesta 5ª feira (07.ago.2025). A transação avalia a franquia em US$ 6,1 bilhões.

O negócio ainda depende da aprovação do conselho de governadores da NBA (National Basketball Association), formado pelos proprietários das 30 equipes da liga.

A negociação foi estabelecida na 2ª quinzena de março, quando o grupo de Chisholm aceitou comprar a equipe em duas etapas, conforme estrutura solicitada pela família Grousbeck.

Os atuais proprietários anunciaram a intenção de vender a franquia em julho de 2024, poucos dias depois do Celtics conquistarem seu 18º título da NBA, número recorde na liga.

William Chisholm, cofundador e sócio-gerente da empresa de private equity STG (Strategic Technology Group) Partners, lidera o grupo comprador e assumirá o cargo de governador da NBA depois da temporada 2027-2028, substituindo Wyc Grousbeck. A transação será finalizada em Boston, sede da tradicional franquia, com processo de aprovação que pode ser feita de forma remota.

Quando anunciada em março, a avaliação de US$ 6,1 bilhões estabeleceu um novo recorde para vendas de controle no esporte. A marca anterior pertencia à compra do Washington Commanders por Josh Harris em 2023, enquanto na NBA, a aquisição do Phoenix Suns por Mat Ishbia em 2022, por US$ 4 bilhões, era a mais valiosa. Em junho de 2025, Mark Walter fechou acordo para adquirir o Los Angeles Lakers com avaliação de US$ 10 bilhões.

A família Grousbeck comprou os Celtics em 2002 por US$ 360 milhões, valor que representa menos de 6% do montante da atual transação. O planejamento sucessório da família motivou a decisão de venda, segundo os proprietários.

Aditya Mittal será o 2º maior acionista da franquia e potencial governador alternativo. Ele é filho de Lakshmi Mittal, presidente executivo da ArcelorMittal, empresa com receita de US$ 62 bilhões e segunda maior companhia de aço e mineração do mundo, atrás apenas da estatal chinesa Baowu.

A Sixth Street, empresa de private equity que já detém participação no San Antonio Spurs, também terá parte significativa na franquia da NBA. As regras da NBA limitam a participação de uma única empresa de private equity em 20% da equipe.



Autor Poder360 ·


A Polícia Civil de Goiás cumpriu nesta quinta-feira (12/6) 14 mandados de busca e apreensão, nove de prisão temporária e dois de prisão preventiva contra uma organização especializada no comércio ilegal de anabolizantes e medicamentos de uso restrito. A operação, batizada de Ciclo Interrompido, teve como alvo principal um profissional de educação física e uma nutricionista que comandavam o esquema em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Trindade.

Esta é a quarta fase da operação, que já havia desarticulado parte da organização em etapas anteriores.

“Descobrimos um esquema mais intenso e ramificado”, afirmaram os investigadores.

A ação da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) contou com o apoio da Vigilância Sanitária, que interditou um dos locais onde os produtos eram comercializados.

Durante as buscas, foram apreendidos armas de fogo, munições e materiais usados no esquema. Nas fases anteriores, a polícia já havia encontrado medicamentos de origem desconhecida, insumos para fabricação de remédios, carimbos e receituários médicos falsos.

Os envolvidos são investigados por crimes contra o consumidor, falsificação de documentos e organização criminosa. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

A operação continua em andamento para identificar outros possíveis participantes do esquema.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, foi alvo de operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (30/5). Durante a 9ª fase da Operação Sisamnes, agentes realizaram buscas e apreensões em endereços ligados ao prefeito, incluindo a prefeitura da capital do Tocantins.

A investigação apura a venda de decisões em tribunais estaduais e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), além do vazamento de informações sigilosas de investigações. Eduardo teve o passaporte apreendido e está proibido de deixar o país.

Todas as medidas foram autorizadas pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito sobre o caso.

Em nota, a PF informou que “os alvos das operações teriam tido acesso antecipado a detalhes de operações policiais, comprometendo a eficácia das medidas judiciais que seriam implementadas”.

De acordo com as investigações, teriam sido prejudicadas apurações contra juízes e advogados do Tocantins. A PF pediu a prisão de Campos, por obstrução de Justiça, medida que não foi autorizada por Zanin.

Zanin, no entanto, autorizou diligências pedidas pela PF para apurar o suposto tratamento privilegiado ao advogado Thiago Marcos Barbosa, preso em fase anterior da Sisamnes. Ele é sobrinho do governador Wanderlei Barbosa, que na ocasião negou qualquer envolvimento e disse não ser investigado.

O advogado teria sido um dos beneficiados pelo vazamento de informações do STJ, após ter sido alertado por Campos, segundo interceptações telefônicas feitas com autorização judicial.

Não tenho nenhuma informação privilegiada’

A PF pediu a prisão preventiva de Campos, medida que obteve o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas não foi autorizada por Zanin. Nesta sexta-feira, em entrevista transmitida por emissoras locais de Palmas, o prefeito Eduardo Siqueira Campos disse ser “fonte de muita gente” e que teve as informações sobre processos no STJ por meio de advogado regularmente constituído.

“Eu só sei o que dizem por aí. Eu não tenho nenhuma informação privilegiada. Estou aqui para responder em relação a suposto vazamento de informação perante o STJ. Eu não tenho fonte no STJ, não é meu papel”, afirmou o prefeito.

A Operação Sisamnes teve como origem a investigação do assassinato de um advogado no Mato Grosso. Ao analisar o celular da vítima, os policiais encontraram informações indicando a venda de sentenças em diferentes tribunais, abrindo diversas frentes de investigação, incluindo no STJ.

Em ocasião anterior, durante fase que teve como alvo servidores do tribunal, o STJ divulgou nota na qual negou que ministros da Corte tivessem conhecimento de qualquer eventual irregularidade cometida por integrantes de seus gabinetes. (Com informações da Agência Brasil)



Autor Manoel Messias Rodrigues


Um homem foi preso em flagrante nesta quinta-feira (29/5) por comercializar diplomas e certificados falsos em Goiânia. A prisão ocorreu na Vila Concórdia, região Norte da capital, onde ele foi encontrado na porta de casa com documentos falsificados prontos para entrega.

Segundo a polícia, o suspeito vendia certificados de ensino médio, cursos técnicos e diplomas universitários, incluindo graduações como Medicina, Direito e Educação Física. Os preços variavam.

“Diploma de Medicina por R$ 3.100 e de Direito por R$ 2.800”, confessou o preso.

A prisão foi realizada por equipe de policiais civis da Central Geral de Flagrantes de Goiânia.

A investigação apontou que ele oferecia os documentos em grupos de WhatsApp e direcionava os interessados para outra conversa, onde eram fechados os acordos.

Com o suspeito, foram apreendidos diplomas falsos, históricos escolares e carimbos usados na falsificação. O suspeito usava perfis falsos e contas bancárias “laranjas” para receber os pagamentos.

Ele foi autuado por falsa identidade e falsificação de documentos, de acordo com os artigos 297, 298 e 307 do Código Penal. O preso aguarda audiência de custódia.

O nome do acusado não foi divulgado.

A polícia alerta que comprar diplomas e certificados falsos também é crime. Quem adquire documentos irregulares, como diplomas de graduação, histórico escolar ou certificados de ensino médio falsificados, pode responder por uso de documento falso, previsto no artigo 304 do Código Penal, com pena de até cinco anos de reclusão.

Além disso, o comprador pode ser responsabilizado por outros crimes, como falsidade ideológica, dependendo do caso. A orientação da polícia é que a população evite esse tipo de prática ilegal e, em caso de suspeita ou denúncia, procure as autoridades.

Motorista de aplicativo é detido com drogas

Em outra operação, a Central Geral de Flagrantes de Goiânia prendeu, também nesta quinta-feira (29/5), um homem de 24 anos em flagrante por tráfico de drogas. Durante a ação, foram encontradas 92 porções de cocaína embaladas e prontas para venda, além de três comprimidos de ecstasy e dinheiro oriundo do tráfico.

Segundo o delegado Humberto Teófilo, da Central Geral de Flagrantes de Goiânia, o suspeito, identificado como entregador de um serviço de delivery de drogas conhecido como “Padrinho”, ganhava R$ 15 em cada porção vendida, que era comercializada a R$ 70. Ele também trabalhava como motorista de aplicativo, segundo a polícia utilizando esta atividade como fachada.

“A polícia tomou conhecimento da situação e, após investigação, realizou a abordagem na Vila Santa Rita em Goiânia, resultando na apreensão das drogas e na prisão do jovem que reside na cidade de Senador Canedo”, informou Teófilo.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos na venda de entorpecentes.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O cantor Leonardo enfrenta processos judiciais movidos por compradores de lotes em empreendimentos imobiliários em Querência (MT). Os imóveis foram divulgados em parceria com a empresa AGX Smart Life, mas estão em situação irregular. Os clientes alegam ter sido vítimas de um golpe, pois os terrenos não possuem registro em cartório nem autorização da prefeitura para venda. Além disso, há uma ação de reintegração de posse movida pelos antigos proprietários da área.

Registros publicados em redes sociais mostram que Leonardo esteve na cidade em 2021 e 2022 para promover os empreendimentos ao lado do empresário Aguinaldo José Anacleto, dono da AGX. A presença do cantor impulsionou as vendas, com sua imagem sendo usada em vídeos, outdoors e propagandas. Os compradores afirmam que confiaram na credibilidade do artista e na chancela dada pelo então prefeito Fernando Gorgen (União Brasil), que também apoiou o projeto.

A principal ação judicial foi movida pela Associação Residenciais Munique, representando cerca de 100 prejudicados, e tem valor estimado em R$ 2,8 milhões. Os terrenos, divididos entre Munique I, II e III, foram vendidos sem a devida regularização, gerando prejuízos milionários. A venda dos lotes teria arrecadado mais de R$ 48 milhões, mas as obras estão paralisadas e os compradores pedem a rescisão dos contratos e indenização.

Além do cantor e da AGX, a ação envolve imobiliárias, corretores e a própria prefeitura, por suposta omissão na fiscalização. Os antigos donos do terreno alegam que apenas parte do pagamento foi feita, com cheques sem fundo emitidos na transação. Um juiz da cidade classificou a situação como um “imbróglio caótico”, com múltiplos processos e falta de documentação adequada.  

Leonardo, por meio de sua assessoria, afirmou que apenas cedeu sua imagem como garoto-propaganda e que não é sócio do empreendimento. Ele disse que seus advogados já estão tomando as medidas cabíveis. Já a AGX alegou que o projeto envolvia um modelo de investimento e que as ações judiciais são resultado de desinformação. A empresa também nega irregularidades na compra do terreno.  

Os compradores, no entanto, cobram explicações e continuam buscando na Justiça a devolução dos valores pagos. Segundo eles, a confiança na marca Leonardo foi determinante para a aquisição dos lotes. O caso segue em investigação, e a Justiça ainda não deu uma decisão definitiva sobre os processos de reintegração e indenização.



Autor Felipe Fulquim


Julgamento foi iniciado em novembro de 2024 e tem a ministra Cármen Lúcia como relatora do caso

O STF (Supremo Tribunal Federal) discute nesta 5ª feira (20.fev.2025) a ação sobre o poder delegado à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para decidir sobre a venda de blocos petrolíferos. O plenário do STF iniciou o julgamento em novembro de 2024.

A ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 3596 foi proposta pelo Psol (Partido Socialismo e Liberdade), que questiona dispositivos da Lei do Petróleo (Lei 9478/1997), alterada pela Lei 11097/2005, responsável pela criação da ANP, assim como suas atribuições.

Em de novembro, a ministra do STF, Cármen Lúcia, relatora do caso, apresentou o resumo da controvérsia. As sustentações orais foram apresentadas em seguida. Marina de Araújo Lopes, do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, defendeu a necessidade da agência reguladora. Já Flavio José Roman, advogado-geral da União substituto, destacou que o STF tem reafirmado a constitucionalidade do poder normativo das agências reguladoras.

Assista:

Eis outros itens da pauta do STF nesta 5ª feira:

  • Amazonas (ADI 6757) – questiona a antecipação da eleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado para o biênio 2025/2026. Alega que viola os princípios democráticos e compromete a periodicidade e a contemporaneidade do processo de escolha da mesa;
  • Limites das Câmaras de Vereadores (RE 608588) – discute os limites de atuação das câmaras de vereadores para legislar sobre as atribuições das guardas municipais.



Autor Poder360 ·


Decisão visa a proteger a segurança nacional e assegurar que a produção de aço continue sob controle dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Democrata) bloqueou nesta 6ª feira (3.jan.2024) a venda da fabricante de aço norte-americana U.S. Steel à siderúrgica japonesa Nippon Steel. Segundo Biden, decisão visa a proteger a “segurança nacional”.

“Esta aquisição colocaria um dos maiores produtores de aço dos Estados Unidos sob controle estrangeiro e criaria risco para nossa segurança nacional e nossas cadeias de suprimentos críticas”, disse Biden em um comunicado. Eis a íntegra (PDF–46 kB, em inglês). 

Em 18 de dezembro de 2024, o acordo de compra estava em andamento por US$ 14,9 bilhões. Segundo comunicado, a Nippon pagaria US$ 55 por ação. O valor representa um prêmio de cerca de 40% aos acionistas da empresa norte-americana.

A compra, aprovada pelos conselhos das duas empresas, ainda precisava da validação dos acionistas da U.S. Steel e de órgãos regulatórios.

Ainda segundo o presidente no comunicado, os EUA precisa de “grandes empresas norte-americanas representando a maior parte da capacidade de produção de aço do país para continuar liderando a luta em nome dos interesses nacionais dos EUA”.

U.S. STEEL

Também conhecida como U.S. Steel, a companhia norte-americana foi fundada em 1901 por J.P. Morgan, Andrew Carnegie, Charles Schwab e Elbert Gary. Ela teve um papel importante na industrialização dos EUA e foi responsável pelo fornecimento de aço para a construção de estruturas conhecidas, como a Bay Bridge de São Francisco e o edifício da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York.



Autor Poder360 ·


Fabricante brasileira anunciou venda nesta 3ª feira (31.dez.2024); é a 2ª negociação confirmada pela Embraer nesta semana

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) anunciou nesta 3ª feira (31.dez.2024) a venda de 4 aeronaves modelo A-29 Super Tucano para um novo cliente não revelado na África.

Essa é a 2ª venda confirmada pela Embraer nesta semana. Na 2ª feira (30.dez.), a fabricante brasileira de aeronaves revelou que recebeu um pedido firme de um cliente não revelado, por 6 aeronaves de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano.

O A-29 Super Tucano é uma aeronave extremamente versátil, capaz de realizar as missões mais exigentes nas condições mais desafiadoras. O A-29 é líder mundial em sua categoria, pois combina um histórico comprovado de combate com tecnologia avançada”, disse Bosco da Costa Junior, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

A fabricante de aeronaves detalhou que o A-29 Super Tucano permite a realização de missões como reconhecimento armado, apoio aéreo tático, ataque leve e missões de treinamento avançado em uma única plataforma, o que aumenta a flexibilidade operacional da aeronave.

Sua fuselagem robusta é capaz de operar em pistas não pavimentadas e em ambientes austeros”, disse o comunicado da empresa.

Segundo a fabricante de aviões, o A-29 Super Tucano teve 290 unidades encomendadas, totalizando um acúmulo de mais de 570 mil horas de voo, sendo 60 mil em combate.

A Embraer informou que, em 2024, já foram vendidas unidades do A-29 Super Tucano para Força Aérea Portuguesa, Força Aérea Uruguaia e Força Aérea Paraguaia.

O A-29 Super Tucano é a aeronave multimissão mais eficaz em sua categoria, equipada com tecnologia de ponta para identificação precisa de alvos, sistemas de armas e um conjunto abrangente de comunicações.Além disso, a aeronave tem requisitos de manutenção reduzidos, oferece altos níveis de confiabilidade, disponibilidade e integridade estrutural, com baixos custos operacionais”, descreveu a Embraer.



Autor Poder360 ·