6 de março de 2026
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Emissora e o âncora Stephanopoulos se comprometeram a divulgar uma declaração lamentando comentários sobre o presidente eleito dos EUA

O canal de notícias ABC News concordou em pagar US$ 15 milhões (R$ 90,6 milhões) para encerrar um processo por difamação movido pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), depois que o principal âncora da emissora, George Stephanopoulos, fez declarações imprecisas a seu respeito durante uma entrevista em março. Na ocasião, o apresentador entrevistava a deputada republicana Nancy Mace e afirmou que Trump havia sido considerado culpado por estupro da escritora E. Jean Carroll.

Os valores serão destinados à futura fundação presidencial de Trump. O acordo foi assinado na 6ª feira (13.dez.2024). Eis a íntegra (PDF – 2 MB, em ínglês).

Conforme o acordo, a emissora e o apresentador se comprometeram a publicar uma declaração em que lamentam comentários do âncora sobre o presidente eleito dos EUA.

Stephanopoulos é jornalista e trabalhou na assessoria do Partido Democrata. Foi assessor de comunicação da campanha presidencial de Bill Clinton em 1992 e, depois, tornou-se diretor de comunicações da Casa Branca.

A ABC News também publicou uma nota do editor em seu site lamentando as declarações de Stephanopoulos durante o programa “This Week”, em 10 de março. O canal também pagará US$ 1 milhão em honorários advocatícios ao escritório de advocacia do advogado de Trump, Alejandro Brito.

A emissora deve transferir os US$ 15 milhões para uma conta que está sendo gerenciada pelo escritório de advocacia de Brito em até 10 dias, segundo o o acordo. No mesmo prazo, deve pagar os honorários advocatícios.

Entenda o caso

Em novembro de 2022, Carroll, ex-colunista da revista Elle, abriu um processo civil contra Trump por estupro. O caso já havia sido relatado pela jornalista em seu livro “What Do We Need Men For?” (“Para que precisamos de homens?”, em tradução livre), publicado em 2019.

Segundo Carroll, o republicano a teria agredido sexualmente em um camarim da Bergdorf Goodman, uma loja de departamentos de luxo em Manhattan entre o final de 1995 e o início de 1996.

Assim, o ex-presidente dos Estados Unidos foi condenado em 9 de maio de 2023 por abuso sexual. No entanto, o júri do caso concluiu que o republicano não estuprou a jornalista.



Autor Poder360 ·


Artista norte-americana declarou voto na democrata depois de o debate com o republicano

O ex-presidente dos EUA e candidato à corrida eleitoral de novembro para a Casa Branca, Donald Trump (Partido Republicado), disse neste domingo (15.set.2024) que “odeia” a cantora Taylor Swift.

A declaração foi feita em seu perfil na rede social Truth Social. A manifestação do candidato republicano se dá poucos dias depois de a artista norte-americana declarar voto na vice-presidente e candidata do Partido Democrata, Kamala Harris.

Essa não é a 1ª vez que Trump critica Taylor Swift em 2024. Em fevereiro, o candidato republicano publicou na mesma rede social que foi o responsável por tornar a cantora rica e disse esperar lealdade da artista.

Segundo o republicano, ele fez a cantora ganhar “muito dinheiro” depois de ter assinado a Lei de Modernização Musical no país, em 2018, que trouxe diversas mudanças para artistas como Swift, especialmente no que diz respeito ao direito autoral de suas produções.

TAYLOR SWIFT APOIA KAMALA

Na 3ª feira (10.set), depois do 1º debate entre o republicano e a democrata, Taylor Swift publicou em seu perfil no Instagram que votará em Kamala Harris.

Em sua publicação, a cantora disse que a democrata é “guerreira” e defende as mesmas causas que ela.

“Votarei em Kamala Harris e Tim Walz [vice na chapa democrata] na eleição presidencial de 2024. Estou votando em Kamala porque ela luta pelos direitos e causas que acredito que precisam de uma guerreira para defender. Acho que ela é uma líder firme e talentosa, e acredito que podemos realizar muito mais neste país se formos liderados pela calma e não pelo caos”, diz a publicação.

A cantora pop não é a única artista a movimentar as redes com declarações de apoio a Trump ou Kamala. Como mostrou o Poder360, diversas celebridades já se disseram em quem votarão no pleito de novembro.

Além de Taylor Swift, o lado democrata já conta com o apoio da também cantora Beyoncé, do cineasta Spike Lee e do ator George Clooney. Trump já recebeu apoio público do bilionário Elon Musk, do lutador Hulk Hogan e o cantor Kid Rock.



Autor Poder360 ·


Ronaldo Caiado durante sessão na CPI do MST, na Câmara, nesta quinta-feira (31). — Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse em uma rede social que o atentado a Trump o preocupa e que o medo e a violência não podem pautar uma eleição. Ex-presidente dos Estados Unidos discursava em um comício quando foi atingido enquanto falava.

“Toda minha solidariedade ao ex-presidente Donald Trump. Um atentado a um presidenciável na maior democracia do mundo é algo que nos preocupa e que tem de ser condenado com veemência”, escreveu Caiado.

Donald Trump discursava em um comício em Butler, no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, neste sábado (13) quando barulhos altos foram ouvidos na multidão por volta das 18h13, horário local.

Trump pareceu ter sido atingido na área da orelha direita enquanto falava. Ele foi escoltado por seguranças e retirado do palco. O evento foi interrompido.

O porta-voz da campanha do candidato presidencial republicano publicou na rede social X (antigo Twitter) que o “presidente Trump está bem e está sendo examinado em um centro médico local” e que ele “agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo”.

Donal Trump com ferimento após tiros em comício na Pensilvânia — Foto: Rebecca DROKE / AFP

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A campanha do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou nesta quinta-feira (27) uma nova página de website criticando a agenda de Donald Trump, antecipando o debate presidencial da CNN.

O novo site foca diretamente no Projeto 2025 — uma iniciativa de transição administrada pela Heritage Foundation, um think tank conservador.

O portal apresenta pontos que a campanha de Biden classificou como formas pelas quais o ex-presidente Donald Trump e seus aliados estão “planejando consolidar o poder e atropelar os freios e contrapesos democráticos para conseguir isso”.

A lista inclui políticas relacionadas à assistência médica, economia e previdência social.

“O Projeto 2025 deixa claro: se Donald Trump ganhar um segundo mandato, ele fará tudo o que puder para retirar as liberdades dos americanos, minar nossa democracia e acumular poder para si mesmo, enquanto usa o governo como arma para se vingar de seus oponentes”, afirmou a porta-voz da campanha de Biden, Sarafina Chitika, em um comunicado.

O lançamento do novo site no dia do primeiro debate entre Trump e Biden destaca o esforço da campanha democrata em contrastar a liderança do atual presidente com a do ex-presidente republicano.

Trump, por sua vez, também fez uma postagem nas redes sociais atacando Biden nesta quinta-feira.

“Joe Biden é uma ameaça à democracia e uma ameaça à sobrevivência e existência do nosso país”, escreveu Trump na rede Truth Social.

Trump escreveu que Biden representa uma “ameaça” à democracia / Reprodução

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