19 de janeiro de 2026
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Impedido de deixar o Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanhou sua esposa, Michelle Bolsonaro, até o aeroporto de Brasília, onde ela embarcou para os Estados Unidos para participar da posse de Donald Trump como presidente. Bolsonaro, que chorou ao comentar sua ausência no evento, afirmou estar “abalado” e se declarou “perseguido”.

“Seria obviamente muito bom poder estar lá. O presidente Trump queria minha presença, tanto que me convidou. Estou chateado, ainda abalado, mas enfrento uma perseguição política enorme por parte de uma pessoa”, declarou Bolsonaro.

Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente permanece com o passaporte retido. Ele informou que Michelle o representará no evento.

Apesar de não estar preso ou usar tornozeleira eletrônica, Bolsonaro disse se sentir como um “preso político”. Ele também alfinetou indiretamente Alexandre de Moraes, afirmando que espera que o ministro não queira “humilhá-lo ainda mais” ao impor o uso de tornozeleira. Bolsonaro revelou ter planejado encontros com chefes de estado.

“Estou sim constrangido. Queria acompanhar minha esposa, mas quem vai estar lá será meu filho Eduardo e sua esposa. Eu já tinha pré-agendado encontros com chefes de estado por meio do Eduardo. Infelizmente, não poderei ir”, lamentou.

Bolsonaro interpretou o convite de Trump para sua posse como um reconhecimento de que o ex-presidente americano acredita poder contribuir para a democracia no Brasil e afastar a sua “inelegibilidade política”. Ele, no entanto, não forneceu detalhes.

“Queria apertar a mão dele, conversar e entender a importância do momento, com as pessoas influentes que poderia encontrar. Com certeza, se ele me convidou, acredita que pode colaborar com a democracia do Brasil, afastando essas inelegibilidades políticas, como as minhas duas”, comentou Bolsonaro.

Ainda no aeroporto, Bolsonaro mencionou declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que associou seu nome às supostas “rachadinhas” atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Vou processar o Haddad. Ele vive me acusando de algo. Disse que comprei 101 imóveis com dinheiro de origem desconhecida. Naquela época, até telefone se comprava em dólar. Ele me acusa de arranjar dinheiro com rachadinhas para comprar esses imóveis. Eu nunca ocupei um cargo no governo federal”, rebateu o ex-presidente.

Bolsonaro também criticou o presidente Lula (PT) e atacou as investigações do STF sobre atos antidemocráticos e tentativa de golpe de estado.

“Por que o general Braga Netto foi preso? Que plano é esse? Mostrem a tal minuta de golpe. Como o comandante do Exército disse, discutimos hipóteses sobre dispositivos constitucionais. Isso não é golpe. O estado de sítio, por exemplo, exige ouvir os conselhos da República e da Defesa, enviar mensagem ao Congresso, e só depois o presidente decreta. Isso seria golpe? Não. Nem reunião com os conselhos eu fiz”, justificou Bolsonaro.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Análise aponta que políticas comerciais do presidente podem impactar economia na América Latina, incluindo o Brasil

A situação fiscal dos países latino-americanos e as políticas comerciais do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), podem afetar negativamente os investimentos na região, incluindo o Brasil, de acordo com uma análise divulgada pela gestora Janus Henderson nesta 2ª feira (13.jan.2025).

Mario Aguilar, estrategista-sênior de portfólio da Janus Henderson, alerta que os déficits fiscais devem impactar as moedas locais, o que afetará os retornos dos investimentos nos países da América Latina. Ele destaca que, em muitos casos, esses investimentos estão atrelados a produtos importados cotados em dólar.

Segundo Aguilar, os déficits fiscais exigem ajustes na política macroeconômica, como o aumento das taxas de juros para controlar a inflação, o que pode prejudicar o crescimento econômico. No curto prazo, ele aponta que o Brasil pode se beneficiar de um real mais fraco, enquanto a Argentina deverá enfrentar dificuldades com uma moeda mais forte, devido à convergência da cotação oficial com a paralela.

O analista vê o Brasil e o Chile como mercados interessantes para investimentos de médio e longo prazo, mas alerta que isso depende da implementação de políticas fiscais eficazes e do respeito ao capital privado, o que poderia estimular o crescimento econômico.

Aguilar também destaca que, no momento, setores como o agronegócio e a mineração são promissores devido à desvalorização das moedas locais e ao aumento da demanda por commodities. Ele também enxerga oportunidades de investimento em infraestrutura e energia, com destaque para a necessidade de explorar novas fontes de energia, como biogás, solar e eólica, além do petróleo e gás, setores que poderão se beneficiar nos próximos anos.


Com informações da Investing.com Brasil



Autor Poder360 ·


Sátira foi compartilhada na Truth Social; os 2 se sentaram lado a lado no funeral de Jimmy Carter, no dia 9

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), compartilhou neste domingo (12.jan.2025) em seu perfil na Truth Social uma sátira sobre a conversa que teve com o ex-presidente Barack Obama (Partido Democrata) durante o funeral de Jimmy Carter (1924-2024) na 5ª feira (9.jan.2025).

No vídeo publicado por Trump, o presidente eleito diz que a ex-primeira-dama Hillary Clinton (Partido Democrata) ainda o “odeia”, em referência às eleições presidenciais de 2016, quando ele venceu a democrata. Em resposta, o Obama ri.

Em outro trecho do vídeo, a dublagem de Obama diz que sabia que Trump venceria as eleições de 2024. Ele responde: “Sério? Ah, vamos lá. Qualquer um poderia vencê-la”, referindo-se à vice-presidente Kamala Harris (Partido Democrata).

Obama e a ex-primeira-dama Michelle declararam apoio e estiveram presentes durante a campanha de Kamala. No vídeo satírico, o republicano ainda afirma que tentou ajudar a democrata, mas concorda quando Trump diz que ela é “péssima”.

Assista:

A CONVERSA

Alguns veículos de mídia consultaram especialistas em leitura labial para decifrar o assunto discutido na conversa real entre os presidentes.

O New York Post, por exemplo, entendeu que Obama disse a Trump que eles precisavam encontrar um lugar mais quieto para falar sobre algo de “maneira privada”.

O Inside Edition citou o fato de eles terem “sorrido como amigos de longa data”. A britânica Sky News, por sua vez, destacou que Trump disse a Obama que eles estavam ali para um “tough show”, algo como “uma tarefa difícil”, por estarem em um funeral.



Autor Poder360 ·


Emissora e o âncora Stephanopoulos se comprometeram a divulgar uma declaração lamentando comentários sobre o presidente eleito dos EUA

O canal de notícias ABC News concordou em pagar US$ 15 milhões (R$ 90,6 milhões) para encerrar um processo por difamação movido pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), depois que o principal âncora da emissora, George Stephanopoulos, fez declarações imprecisas a seu respeito durante uma entrevista em março. Na ocasião, o apresentador entrevistava a deputada republicana Nancy Mace e afirmou que Trump havia sido considerado culpado por estupro da escritora E. Jean Carroll.

Os valores serão destinados à futura fundação presidencial de Trump. O acordo foi assinado na 6ª feira (13.dez.2024). Eis a íntegra (PDF – 2 MB, em ínglês).

Conforme o acordo, a emissora e o apresentador se comprometeram a publicar uma declaração em que lamentam comentários do âncora sobre o presidente eleito dos EUA.

Stephanopoulos é jornalista e trabalhou na assessoria do Partido Democrata. Foi assessor de comunicação da campanha presidencial de Bill Clinton em 1992 e, depois, tornou-se diretor de comunicações da Casa Branca.

A ABC News também publicou uma nota do editor em seu site lamentando as declarações de Stephanopoulos durante o programa “This Week”, em 10 de março. O canal também pagará US$ 1 milhão em honorários advocatícios ao escritório de advocacia do advogado de Trump, Alejandro Brito.

A emissora deve transferir os US$ 15 milhões para uma conta que está sendo gerenciada pelo escritório de advocacia de Brito em até 10 dias, segundo o o acordo. No mesmo prazo, deve pagar os honorários advocatícios.

Entenda o caso

Em novembro de 2022, Carroll, ex-colunista da revista Elle, abriu um processo civil contra Trump por estupro. O caso já havia sido relatado pela jornalista em seu livro “What Do We Need Men For?” (“Para que precisamos de homens?”, em tradução livre), publicado em 2019.

Segundo Carroll, o republicano a teria agredido sexualmente em um camarim da Bergdorf Goodman, uma loja de departamentos de luxo em Manhattan entre o final de 1995 e o início de 1996.

Assim, o ex-presidente dos Estados Unidos foi condenado em 9 de maio de 2023 por abuso sexual. No entanto, o júri do caso concluiu que o republicano não estuprou a jornalista.



Autor Poder360 ·


Artista norte-americana declarou voto na democrata depois de o debate com o republicano

O ex-presidente dos EUA e candidato à corrida eleitoral de novembro para a Casa Branca, Donald Trump (Partido Republicado), disse neste domingo (15.set.2024) que “odeia” a cantora Taylor Swift.

A declaração foi feita em seu perfil na rede social Truth Social. A manifestação do candidato republicano se dá poucos dias depois de a artista norte-americana declarar voto na vice-presidente e candidata do Partido Democrata, Kamala Harris.

Essa não é a 1ª vez que Trump critica Taylor Swift em 2024. Em fevereiro, o candidato republicano publicou na mesma rede social que foi o responsável por tornar a cantora rica e disse esperar lealdade da artista.

Segundo o republicano, ele fez a cantora ganhar “muito dinheiro” depois de ter assinado a Lei de Modernização Musical no país, em 2018, que trouxe diversas mudanças para artistas como Swift, especialmente no que diz respeito ao direito autoral de suas produções.

TAYLOR SWIFT APOIA KAMALA

Na 3ª feira (10.set), depois do 1º debate entre o republicano e a democrata, Taylor Swift publicou em seu perfil no Instagram que votará em Kamala Harris.

Em sua publicação, a cantora disse que a democrata é “guerreira” e defende as mesmas causas que ela.

“Votarei em Kamala Harris e Tim Walz [vice na chapa democrata] na eleição presidencial de 2024. Estou votando em Kamala porque ela luta pelos direitos e causas que acredito que precisam de uma guerreira para defender. Acho que ela é uma líder firme e talentosa, e acredito que podemos realizar muito mais neste país se formos liderados pela calma e não pelo caos”, diz a publicação.

A cantora pop não é a única artista a movimentar as redes com declarações de apoio a Trump ou Kamala. Como mostrou o Poder360, diversas celebridades já se disseram em quem votarão no pleito de novembro.

Além de Taylor Swift, o lado democrata já conta com o apoio da também cantora Beyoncé, do cineasta Spike Lee e do ator George Clooney. Trump já recebeu apoio público do bilionário Elon Musk, do lutador Hulk Hogan e o cantor Kid Rock.



Autor Poder360 ·


Ronaldo Caiado durante sessão na CPI do MST, na Câmara, nesta quinta-feira (31). — Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse em uma rede social que o atentado a Trump o preocupa e que o medo e a violência não podem pautar uma eleição. Ex-presidente dos Estados Unidos discursava em um comício quando foi atingido enquanto falava.

“Toda minha solidariedade ao ex-presidente Donald Trump. Um atentado a um presidenciável na maior democracia do mundo é algo que nos preocupa e que tem de ser condenado com veemência”, escreveu Caiado.

Donald Trump discursava em um comício em Butler, no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, neste sábado (13) quando barulhos altos foram ouvidos na multidão por volta das 18h13, horário local.

Trump pareceu ter sido atingido na área da orelha direita enquanto falava. Ele foi escoltado por seguranças e retirado do palco. O evento foi interrompido.

O porta-voz da campanha do candidato presidencial republicano publicou na rede social X (antigo Twitter) que o “presidente Trump está bem e está sendo examinado em um centro médico local” e que ele “agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo”.

Donal Trump com ferimento após tiros em comício na Pensilvânia — Foto: Rebecca DROKE / AFP

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A campanha do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou nesta quinta-feira (27) uma nova página de website criticando a agenda de Donald Trump, antecipando o debate presidencial da CNN.

O novo site foca diretamente no Projeto 2025 — uma iniciativa de transição administrada pela Heritage Foundation, um think tank conservador.

O portal apresenta pontos que a campanha de Biden classificou como formas pelas quais o ex-presidente Donald Trump e seus aliados estão “planejando consolidar o poder e atropelar os freios e contrapesos democráticos para conseguir isso”.

A lista inclui políticas relacionadas à assistência médica, economia e previdência social.

“O Projeto 2025 deixa claro: se Donald Trump ganhar um segundo mandato, ele fará tudo o que puder para retirar as liberdades dos americanos, minar nossa democracia e acumular poder para si mesmo, enquanto usa o governo como arma para se vingar de seus oponentes”, afirmou a porta-voz da campanha de Biden, Sarafina Chitika, em um comunicado.

O lançamento do novo site no dia do primeiro debate entre Trump e Biden destaca o esforço da campanha democrata em contrastar a liderança do atual presidente com a do ex-presidente republicano.

Trump, por sua vez, também fez uma postagem nas redes sociais atacando Biden nesta quinta-feira.

“Joe Biden é uma ameaça à democracia e uma ameaça à sobrevivência e existência do nosso país”, escreveu Trump na rede Truth Social.

Trump escreveu que Biden representa uma “ameaça” à democracia / Reprodução

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