20 de janeiro de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil de promover uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação na rede social Truth Social nesta segunda-feira (7/7), ele defendeu Bolsonaro, afirmando que o político brasileiro está sendo perseguido politicamente. “Deixem Bolsonaro em paz!”, escreveu Trump.

Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou qualquer interferência externa.

“Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja”, declarou Lula em nota oficial. O presidente reforçou que “ninguém está acima da lei”, em referência ao processo contra Bolsonaro no STF.

Trump comparou a situação de Bolsonaro à sua própria experiência, dizendo que ambos são vítimas de perseguição política.

“Isso não é nada mais, nada menos, do que um ataque a um oponente político – algo que eu sei muito sobre. Aconteceu comigo, vezes 10”, afirmou. Ele ainda elogiou Bolsonaro como um “líder forte” que “amava seu país”.

Lula respondeu a Trump também durante coletiva no encontro do Brics, no Rio de Janeiro: “Esse país tem lei, tem regra e tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, dê palpite na sua vida e não na nossa”, disse.

Bolsonaro agradeceu publicamente o apoio do presidente americano. Em resposta, Bolsonaro afirmou:

“Recebi com alegria a nota do Presidente Trump. Este processo é uma aberração jurídica e perseguição política, já percebida por todos de bom senso. Trump passou por algo semelhante e venceu. Sua luta por paz e liberdade ecoa no mundo. Obrigado por nos dar exemplo de fé e resiliência”, escreveu em rede social.

Condenação e TSE e processo no STF

O ex-presidente Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022. Ele é acusado de crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. Se condenado, pode enfrentar até 39 anos de prisão.

No entanto, ele está inelegível por decisão do plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que em junho de 2023 declarou a inelegibilidade do ex-presidente por oito anos, contados a partir das Eleições 2022.

Na condenação, por maioria de votos (5 a 2), ficou reconhecida a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho de 2022. Walter Braga Netto, que compôs a chapa de Bolsonaro à reeleição, foi excluído da sanção, uma vez que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta. Nesse ponto, a decisão foi unânime.

Contexto político e ações de Eduardo Bolsonaro

A defesa de Trump ocorre meses após Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, se mudar para os EUA para pressionar por anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e por sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O STF abriu inquérito contra Eduardo por tentativa de obstrução da Justiça. Ele rebateu: “Moraes, Lula e o PT não defendem a democracia. Eles defendem só os próprios interesses”.

O secretário de Estado americano Marco Rubio chegou a ameaçar Moraes com sanções pela Lei Magnitsky, mas nada foi aplicado até agora.

Enquanto isso, Bolsonaro segue inelegível até 2030 por decisão do TSE, mas aparece em empate técnico com Lula em pesquisas eleitorais. Trump insiste que “o único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelos eleitores do Brasil”.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Ministro critica apoio do governador ao presidente dos EUA; republicano saiu em defesa de Bolsonaro na 2ª feira (7.jul)

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou nesta 2ª feira (7.jul.2025) o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por compartilhar uma publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Costa afirmou que o governador demonstra mais preocupação em endossar discursos de Trump do que em defender os interesses econômicos do Brasil e dos empresários paulistas.

“Eu vi o governador de São Paulo fazer uma publicação hoje fazendo referência ao Donald Trump. O Trump tem ameaçado empresários brasileiros. Tem ameaçado a economia brasileira, os produtores agrícolas e industriais”, afirmou o ministro.

Na mesma linha, Costa disse que Tarcísio deveria se concentrar em defender o setor produtivo nacional. “Me parece que o Tarcísio está mais preocupado em defender o Trump do que defender os empresários paulistas, do que em defender o emprego dos trabalhadores brasileiros”, acrescentou.

As declarações se dão após Trump publicar, em sua rede social Truth Social, que Bolsonaro é alvo de uma “caça às bruxas” no Brasil. A publicação foi compartilhada por Tarcísio, aliado político de Bolsonaro e cotado pela direita para disputar as eleições de 2026 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



Autor Poder360 ·


Cerimônia é em celebração aos 80 anos da vitória chinesa em guerra com o Japão, quando os 3 países eram aliados

O desfile militar chinês marcado para 3 de setembro deste ano pode reunir os líderes Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China) na capital chinesa. Segundo reportagem do jornal japonês Kyodo News, o governo chinês planeja convidar o norte-americano para a solenidade. O governo russo já confirmou que Putin estará na China na data do desfile.

A cerimônia anunciada pelo governo da China na semana passada é uma celebração aos 80 anos da vitória do país contra o Japão na 2ª Guerra Mundial, também chamada pelos chineses de Guerra Mundial Contra o Fascismo. A China, os EUA e a Rússia eram aliados nesse confronto.

O site japonês diz que integrantes do governo dos EUA estão desconfortáveis com a ideia de Trump ir para a China e que os norte-americanos propuseram outro encontro entre os líderes, também em setembro, mas dessa vez em Nova York para a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Por outro lado, o governo chinês também não estaria disposto a que Xi Jinping se encontre com Trump nos EUA. A reportagem do jornal japonês diz que o primeiro-ministro da China, Li Qiang, é quem deve representar o país asiático em Nova York.

Na 2ª feira (30.jun.2025), a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, foi perguntada por jornalistas se haverá representantes dos EUA na celebração de setembro. Ning disse que “ainda não tem informações sobre o assunto”.

Caso se concretize um dos encontros entre Trump e Xi, será a 1ª vez que os líderes se encontrarão desde o início da guerra tarifária entre os países em março deste ano. Os presidentes já conversaram por telefone sobre as negociações para suspender as barreiras comerciais no início do mês.



Autor Poder360 ·


Limite encerra em 9 de julho; presidente dos EUA também afirma ter encontrado um comprador para o TikTok, mas com aval da China

O presidente Donald Trump (Partido Republicano) disse que não pretende estender o prazo de 9 de julho para que países firmem acordos comerciais com os EUA e evitem tarifas mais altas.

Em entrevista à Fox News divulgada neste domingo (29.jun.2025), Trump declarou acreditar que não será necessário postergar a data-limite. “Eu poderia [prorrogar], sem grandes problemas”, afirmou, “mas não acho que será preciso”.

Na 6ª feira (27.jun), o secretário do Tesouro, Scott Bessent, adotou um tom mais cauteloso em entrevista à Fox Business. Segundo ele, alguns países têm procurado os EUA com “acordos muito bons”, mas é improvável que sejam concluídos até o prazo final.

“Se conseguirmos fechar 10 ou 12 dos 18 acordos principais —há outros 20 relacionamentos importantes—, acho que poderemos concluir [os entendimentos] comerciais até o Dia do Trabalho”, disse Bessent, referindo-se ao feriado celebrado em setembro nos EUA.

A política comercial de Trump ganhou força em 2 de abril, com o início da cobrança de tarifas recíprocas. O presidente batizou a data de “Liberation Day” (“Dia da Libertação”) por considerá-la um marco no enfrentamento do que chama de comércio internacional “injusto”.

Desde o início de seu 2º mandato, em 20 de janeiro, Trump impôs diversas tarifas a produtos e parceiros comerciais, com o objetivo de reduzir déficits, impulsionar a indústria americana e fortalecer a economia do país.

Conflito com o Irã

Na mesma entrevista à Fox News, Trump falou sobre o ataque a instalações nucleares do Irã no sábado (21.jun). Segundo o presidente, a operação destruiu completamente as estruturas, que estariam localizadas em cavernas.

“Eles só fugiram para sobreviver. Não moveram nada. Não acreditavam que seria possível fazer o que fizemos. Foram milhares de toneladas de pedra em Fordow. Todo o lugar foi destruído”, afirmou.

Os ataques, segundo Trump, atingiram instalações em Fordow, Natanz e Esfahan.

TikTok na mira

Trump também voltou a comentar a possível venda das operações do TikTok nos EUA. Segundo o presidente, há “pessoas muito ricas” interessadas na aquisição da rede social, que pertence à empresa chinesa ByteDance. Ele disse que deve revelar os nomes dos interessados “em cerca de duas semanas”.

“Temos um comprador para o TikTok. Acredito que precisaremos da aprovação da China, e acho que o presidente Xi [Jinping] provavelmente dará essa aprovação”, afirmou.

Há 10 dias, Trump prorrogou por mais 90 dias o prazo para que a empresa chinesa ByteDance se desfaça das operações do TikTok em território norte-americano. A nova data-limite passa a ser 17 de setembro.

É a 3ª vez que Trump adia a aplicação da lei que exige a venda do TikTok a uma empresa dos EUA  –caso contrário, o aplicativo pode ser banido do país.



Autor Poder360 ·


Big tech realiza o WWDC nesta 2ª feira (9.jun) com problemas de desenvolvimento, grandes atrasos na IA da empresa e pressão tarifária dos EUA

A Apple apresenta nesta 2ª feira (9.jun.2025) novidades para os sistemas operacionais de seus principais aparelhos no WWDC (Worldwide Developers Conference). As atualizações incluem novo design no iOS –sistema dos iPhones– e mudanças nos iPads, Macs e outros produtos.

A big tech, no entanto, promove o evento em um momento frágil da companhia. Problemas com o governo dos Estados Unidos diminuíram a confiança na Apple, enquanto crises internas de desenvolvimento levaram a atrasos e propaganda falsa sobre a IA (inteligência artificial) da empresa.

“ALGO ESTÁ PODRE” NA APPLE

Na WWDC de 2024, a Apple focou o evento inteiro na apresentação do Apple Intelligence. À época, a empresa disse que as novidades de IA chegariam em outubro de 2024, quando os novos iPhones seriam lançados.

Entre as atualizações, uma das mais aguardadas foram as mudanças na Siri, assistente virtual dos dispositivos Apple. A nova versão não seria apenas um buscador instalado no aparelho e que responde a perguntas com informações da internet, mas um tipo de secretário pessoal –semelhante a IAs de filmes de ficção.

A ideia seria que a Siri, com permissão do usuário, analisaria e-mails, fotos, mensagens, contatos e se adaptaria ao contexto de cada dono do iPhone. A assistente também teria “consciência” do que se passa na tela e poderia atender a pedidos.

Caso alguém que estivesse em um aplicativo enviasse um endereço, por exemplo, o usuário poderia pedir à Siri que adicionasse tal informação no contato da determinada pessoa. A Apple chegou a produzir uma publicidade com a atriz Bella Ramsey –intérprete da personagem Ellie na série The Last of Us da Max– que mostrava o recurso na prática.

Segundo reportagens de jornais norte-americanos, no entanto, a Apple está com inúmeros problemas para produzir a nova Siri.

O jornalista John Gruber relatou em março que a Siri personalizada que a Apple exibiu “não foi uma demonstração. Foi um vídeo conceitual”. O texto afirma que a big tech, que em 2025 anunciou um atraso no recurso e removeu do Youtube a propaganda com a atriz, teve de recomeçar o desenvolvimento da Siri.

Uma reportagem do The Information, no entanto, vai além e diz que o recurso pode nunca ter existido. Na notícia exclusiva para assinantes, o portal afirma que, na época da criação do Apple Intelligence, foi montada uma equipe de IA liderada por John Giannandrea –ex-funcionário da Google e desenvolvedor experiente no setor.

Giannandrea começou a trabalhar em novidades da Siri, mas não comunicou tal fato para a própria equipe responsável pela assistente virtual. O time da Siri, liderado por Robby Walker, se concentrava só em “pequenas melhorias” no recurso ao invés de grandes mudanças.

Pela falta de comunicação entre os 2 times, até os funcionários que trabalhavam apenas na Siri teriam se “surpreendido” com o anúncio da assistente personalizada.

O The Information relata que os motivos que levaram a equipe de IA a apresentar a Siri personalizada, mesmo sem tê-la na prática, foram compensar o atraso da Apple no mercado de IA, além de confiarem que entregariam tal recurso a tempo.

Na WWDC de 2025, todos os jornalistas que cobrem a empresa não esperam nenhuma grande novidade no Apple Intelligence por causa de todos os problemas de desenvolvimento.

Os atrasos na IA levaram a Apple a ser processada nos EUA por propaganda enganosa, visto que parte do marketing do iPhone 16 estava na inteligência artificial que ainda não foi lançada.

“Se a verdade fosse que a Apple só tinha recursos prontos para serem lançados no próximo ano, e que eram apostas mínimas em comparação com o resto da indústria, essa era a história que eles precisavam contar”, disse John Gruber.

Além da IA, a dona do iPhone perdeu muita força no mercado com problemas de produção que envolvem o novo governo dos EUA.

TRUMP X APPLE

No seu 2º mandato na Casa Branca, o presidente Donald Trump (Partido Republicano) aplicou uma série de tarifas a todos os parceiros dos EUA. O governo norte-americano deseja diminuir a dependência de outros países e reduzir o deficit em trocas comerciais.

Um dos principais objetivos do tarifaço, no entanto, é incentivar o crescimento da indústria interna em diferentes setores. O principal alvo do republicano é o setor de tecnologia. Trump deseja que empresas como Nvidia, Microsoft e Apple produzam todos os seus produtos nos EUA, de forma a obter independência produtiva e a geração de mais empregos.

As tarifas do governo Trump já afetariam a cadeia de produção da Apple caso se concentrasse só nos países, visto que a empresa produz a maior parte dos iPhones e de outros aparelhos na China, taxada em 30%.

Durante as idas e vindas do tarifaço, estimativas indicavam, por exemplo, que os tributos podiam elevar em US$ 500 o preço final do iPhone nos EUA. Como alternativa, a Apple mudou sua produção para a Índia, que teve só 10% de tarifas.

Trump, no entanto, disse que não queria que a big tech produzisse na Índia ou em outros países, mas sim nos EUA. O republicano ameaçou taxar todos os produtos da Apple em 25% caso a companhia não movesse a produção para o território norte-americano.

Por causa dos problemas com o governo, a Apple –US$ 3,05 trilhões– perdeu o posto de empresa mais valiosa do mundo para a Microsoft –US$ 3,50 trilhões– e a Nvidia –US$ 3,46 trilhões.

Produzir nos EUA é um problema mais complexo do que o Executivo espera. A razão pela escolha da Apple em produzir na China e Índia não se baseia só na mão de obra barata, mas na alta especialização das pessoas no setor tech.

Segundo dados do CSET (Centro de Segurança e Tecnologia Emergente), 41% de todas as pessoas graduadas na China estão na categoria Stem (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).Tais profissionais são os especialistas contratados para montar o iPhone com a junção das peças.

Os EUA possuem somente 20% dos graduados nesse setor. A baixa disponibilidade de profissionais não permitiria que a Apple produzisse tudo em território norte-americano nem se a empresa assim desejasse.

O governo Trump precisaria de reformas mais profundas para incentivar a especialização em tecnologia, bem como uma produção nacional mais ampla de componentes do iPhone, que ainda terão de ser importados mesmo com a produção nos EUA.

Todos esses fatores impedem a Apple de agir segundo o Executivo norte-americano, que deve aplicar tarifas à empresa, gerando um aumento considerável no preço final para o consumidor.



Autor Poder360 ·


Governo contesta decisão do Tribunal de Comércio dos EUA, que considerou ilegais tarifas “recíprocas” propostas pela administração

A administração do presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), entrou com recurso na 4ª feira (28.mai.2025) contra a decisão do Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos (TCI), que impediu a implementação das tarifas sobre importações. Segundo a Reuters, o recurso de Trump foi apresentado minutos depois do anúncio do bloqueio.

O governo dos EUA formalizou o apelo depois da decisão judicial que bloqueou as medidas tarifárias. O veredito representa um revés para os planos da atual administração americana em matéria de política comercial.

“É notificado que os réus recorrem ao Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Circuito Federal contra a opinião e sentença final do Tribunal de 28 de maio de 2025”, diz o documento judicial apresentado pelo governo norte-americano.

A contestação judicial, que resultou no bloqueio das tarifas, foi apresentada por estados governados por democratas e por um grupo de pequenas empresas americanas. Estes questionaram a legalidade das medidas propostas pela administração Trump. O argumento foi acolhido pelo tribunal de primeira instância.

O TCI, localizado em Manhattan, Nova York, analisou o caso por meio de um painel composto por 3 juízes. A decisão judicial baseou-se na avaliação de que o presidente Trump teria invocado indevidamente uma lei de emergência para justificar a imposição das tarifas comerciais. O tribunal concedeu uma liminar permanente que suspende as tarifas globais antes da formalização de “acordos” com a maioria dos parceiros comerciais.

Com o recurso apresentado, o caso seguirá para análise no Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Circuito Federal, conforme indicado no documento judicial citado. A decisão deste tribunal determinará se as tarifas poderão ser implementadas.



Autor Poder360 ·


Presidente dos EUA afirma que assinará ordem executiva para impedir que medicamentos custem mais do que em outros países

O presidente dos EUA, Donald Trump (Republicano), disse que assinará uma ordem executiva na 2ª feira (12.mai.2025) para reduzir preços dos medicamentos com receita médica no país. A redução será de 30% a 80%, afirmou Trump.

Ele anunciou a medida na rede Truth Social neste domingo (11.mai). O post tem vários trechos com letras maiúsculas e pontos de exclamação.

Trump não apresentou detalhes de como será a ordem executiva. Disse que o preço de qualquer medicamento nos EUA deverá ser igual ao do país onde custa menos.

O presidente dos EUA disse que os norte-americanos pagam mais pelos medicamentos atualmente porque indústrias farmacêuticas transferem a eles custos de pesquisas. “Todos esses custos eram, e seriam, sem qualquer motivo, arcados SOMENTE pelos ‘otários’ da América [Estados Unidos]”, escreveu Trump.

O alto custo dos medicamentos nos EUA, segundo Trump, é consequência de lobby de empresas farmacêuticas por meio de contribuições de campanhas a políticos. Ele disse que a ordem executiva que assinará é “algo contra o que os democratas lutam há muitos anos”, em alusão aos integrantes da oposição ao seu governo.

Os preços dos medicamentos aumentarão em outros países para compensar a redução nos EUA, segundo Trump, “para trazer JUSTIÇA À AMÉRICA”. Ele termina o post com o lema de sua campanha eleitoral: “Make America Great Again”. Em português significa “faça a América grande novamente”.

Eis a tradução da íntegra do post de Trump no Truth Social:

Por muitos anos, o mundo se perguntou por que os medicamentos prescritos e os produtos farmacêuticos nos Estados Unidos eram TÃO MAIS CAROS DO QUE EM QUALQUER OUTRO PAÍS, ÀS VEZES CINCO A DEZ VEZES MAIS CAROS DO QUE O MESMO MEDICAMENTO, FABRICADO EXATAMENTE NO MESMO LABORATÓRIO OU FÁBRICA, PELA MESMA EMPRESA??? Sempre foi difícil explicar e muito constrangedor porque, na verdade, não havia uma resposta correta ou legítima. As empresas farmacêuticas diziam, durante anos, que eram custos de Pesquisa e Desenvolvimento, e que todos esses custos eram, e seriam, sem qualquer motivo, arcados SOMENTE pelos ‘otários’ da América. Contribuições de campanha podem fazer maravilhas, mas não comigo, e não com o Partido Republicano. Vamos fazer a coisa certa, algo contra o que os democratas lutam há muitos anos. Portanto, tenho o prazer de anunciar que amanhã de manhã, na Casa Branca, às 9h, assinarei uma das Ordens Executivas mais importantes da história do nosso país. Os preços de medicamentos prescritos e produtos farmacêuticos serão REDUZIDOS, quase imediatamente, de 30% a 80%. Eles aumentarão em todo o mundo para equalizar e, pela primeira vez em muitos anos, trazer JUSTIÇA À AMÉRICA! Eu instituirei uma POLÍTICA DE NAÇÃO MAIS FAVORECIDA, pela qual os Estados Unidos pagarão o mesmo preço que a nação que paga o menor preço em qualquer lugar do mundo. Nosso país finalmente será tratado de forma justa, e os custos com saúde de nossos cidadãos serão reduzidos em valores nunca antes imaginados. Além disso, além de tudo, os Estados Unidos economizarão TRILHÕES DE DÓLARES. Obrigado pela sua atenção a este assunto. FAÇA A AMÉRICA GRANDE NOVAMENTE!



Autor Poder360 ·


Presidente Claudia Sheinbaum diz que soberania do país é inviolável e que não aceita presença militar dos EUA

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou neste sábado (3.mai.2025) que rejeitou uma proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), para o envio de tropas norte-americanas ao território mexicano com o objetivo de apoiar o combate ao narcotráfico.

Segundo Sheinbaum, a sugestão foi feita por Trump durante uma ligação telefônica recente. A presidente disse ter respondido de forma direta.“Eu disse a ele: ‘Não, presidente Trump, nosso território é inviolável, nossa soberania é inviolável, nossa soberania não está à venda’”, declarou em um evento público, ao comentar uma reportagem do jornal Wall Street Journal, que revelou detalhes de uma conversa entre os 2 presidentes.

De acordo com a presidente mexicana, o conteúdo da reportagem era “verdadeiro”, mas não exatamente conforme descrito. Ela reforçou que não aceitará a presença do Exército dos Estados Unidos no território nacional, mas afirmou estar disposta a colaborar com Washington por meio de um maior compartilhamento de informações.

Sheinbaum também disse ter cobrado ações do governo americano para conter o tráfico ilegal de armas dos EUA para o México, considerado como um dos fatores que alimentam a violência ligada ao narcotráfico. Segundo ela, Trump teria assinado uma ordem executiva na 6ª feira (2.mai) com medidas para tentar impedir o fluxo de armamentos.

Donald Trump tem aumentado o tom contra o México. O presidente norte-americano disse que o país vizinho estaria “dominado inteiramente por cartéis criminosos que assassinam, estupram, torturam e exercem controle total“, e classificou a situação como uma “grave ameaça à segurança nacional dos EUA”.

Além da pauta da segurança, os 2 países enfrentam uma tensão comercial. O México —maior parceiro comercial dos Estados Unidos e 2ª maior economia da América Latina— está entre os mais afetados pelas tarifas de importação anunciadas por Trump.



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Presidente dos EUA imitou esportistas e disse que estaria “em apuros” com a primeira-dama Melania Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), ironizou atletas trans durante seu discurso para formandos da Universidade do Alabama na 5ª feira (1º.mai.2025). Ele disse que estaria “em apuros” com a primeira-dama Melania Trump por fazer uma imitação.

Ao falar sobre competições que permitem a participação de esportistas trans, Trump debochou da suposta facilidade de mulheres trans na categoria de levantamento de peso como exemplo. Antes de fazer a imitação, Trump perguntou à plateia se deveria prosseguir, apesar das objeções da mulher.

“Devo imitar? Minha mulher fica muito chateada quando faço isso. Ela diz: ‘Querido, não é presidencial’, eu digo: ‘Sim, mas as pessoas gostam’”, afirmou o presidente.

Após ouvir manifestação da plateia em apoio, Trump respondeu: “Tudo bem, estou em apuros quando chegar em casa, mas tudo bem, que diabos. Já estive em muitos apuros antes”. O presidente, então, passou a imitar uma mulher cisgênero e uma trans durante o levantamento de peso.

“Vem uma pessoa em transição, e ele [sic] era um levantador de peso fracassado como homem [sic], mas levanta 206 libras [cerca de 93,4 kg], eles colocam a coisinha e simplesmente ‘boom, boom, boom’”, afirmou, supondo que uma mulher trans quebraria o recorde de uma mulher cisgênero por 119 libras (cerca de 54 kg).

O republicano frequentemente se opõe à presença de atletas trans nas modalidades esportivas. Em 19 de março, a administração Trump suspendeu cerca de US$ 175 milhões em financiamento para a Universidade da Pensilvânia (UPenn) devido à participação de uma atleta transgênero em seu programa de natação.

A universidade enfrenta investigação do Departamento de Educação sobre seu programa de natação. O inquérito foi iniciado em fevereiro, logo após Trump assinar ordem executiva que proíbe atletas transgênero de competirem em esportes femininos.

Leia o trecho da fala de Donald Trump:

“Devo imitar? Minha mulher fica muito chateada quando faço isso. Ela diz: ‘Querido, não é presidencial’, eu digo: ‘Sim, mas as pessoas gostam’.

Devo fazer? [plateia apoia] Tudo bem.

Estou em apuros quando chegar em casa, mas tudo bem, que diabos. Já estive em muitos apuros antes.

Mas veja o levantamento de peso, que mantém o mesmo recorde por 18 anos. E temos essa mulher jovem. Os pais dela estão exatamente onde vocês estão agora, na fileira da frente, e eles estão tão orgulhosos dela. E são tipo 209 libras, e ela vai levantar esse peso.

O recorde permanece por 18 anos, vejam só. E eles colocam um 1/8 de onça [o equivalente a 3,5 gramas] aqui e 1/8 de onça ali.

E ela vai fazê-lo: “Mãe, eu te amo. Vou fazer por você, mãe”. E ela vai, e levanta e… “Mãe, vou conseguir”. Não consegue.

Então vem um cara, ou uma menina, tanto faz. Uma pessoa transicionada chega.

E ele era um levantador de peso fracassado como homem, mas levanta 206 libras [93 kg], eles colocam a coisinha e simplesmente boom, boom, boom e quebra o recorde por 119 libras [54 kg]. Isso não está certo”.



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Modelo brasileira foi vista na praia com a filha do presidente dos Estados Unidos

A modelo brasileira Gisele Bündchen foi fotografada em uma praia da Costa Rica acompanhada de Ivanka Trump, filha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).

Segundo o TMZ, as duas estavam acompanhadas da modelo Karlie Kloss e de suas famílias.

Ivanka faz aulas na Valente Brothers, academia que Joaquim Valente –instrutor de jiu-jítsu que mantém um relacionamento com Gisele– tem com o irmão na Flórida.

A filha de Trump já publicou no Instagram um vídeo de uma de suas aulas na academia.

Karlie Kloss é cunhada de Ivanka, por ser casada com Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, marido da filha de Trump. A modelo norte-americana ainda é amiga de longa data de Gisele.

Ivanka publicou em seu perfil no Instagram fotos e vídeos de sua família na Costa Rica.

Gisele e Joaquim iniciaram o relacionamento cerca de 1 ano depois que a modelo anunciou a separação de Tom Brady, em 2022. Ela foi casada com o jogador de futebol-americano por 13 anos. No começo deste ano, ela deu à luz ao seu 3º filho –o 1º com Joaquim.

Em 2015, Brady precisou se explicar depois que um boné do Maga (Make America Great Again, na sigla em inglês) foi visto em seu vestiário. A expressão é usada por Trump desde sua 1ª campanha eleitoral.

Na época, o atleta disse que o item foi enviado a ele por Trump através de Robert Kraft, presidente do New England Patriots, time pelo qual Brady jogava na época.

Ele [Trump] sempre me liga e faz diferentes tipos de discursos motivacionais em momentos variados. Agora que está concorrendo à Presidência, ele me mandou um boné e o entregou ao R.K.K. [sigla para Robert Kenneth Kraft] há algumas semanas. Aí o boné acabou chegando ao meu armário”, declarou Brady.



Autor Poder360 ·