Segundo o SNIC, o resultado do ano poderia ter sido ainda melhor, mas foi afetado pelas enchentes no RS e pelas secas e queimadas
Segundo o balanço do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria de Cimento) sobre a produção em 2024, houve crescimento na produção anual do insumo, base da construção civil e uma das matérias-primas que mais influenciam os preços do setor. No ano passado, foram vendidas 64,7 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% em relação a 2023 e saldo de 2 milhões de toneladas.
A região com maior aumento foi a Norte, menor mercado do país, com percentual de 10%, o que representa pouco mais de 10% do que consumiu o Sudeste, onde o crescimento foi de 2,8%. De acordo com o relatório, o resultado poderia ter sido melhor, mas os efeitos do clima extremo, com inundações no Rio Grande do Sul e secas generalizadas no centro do país, frearam parte das vendas.
O setor vinha de duas quedas consecutivas, de 2,8% em 2022 e de 0,89% em 2023. O patamar atual ainda está quase 10 milhões de toneladas abaixo do comercializado em 2014, quando foram vendidas 73 milhões de toneladas de cimento no país. À época, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) 2 havia aumentado os investimentos em infraestrutura, pouco antes da crise econômica, que durou até 2017 e impactou investimentos públicos e privados no setor.
Em nota, o sindicato atribuiu o desempenho positivo à melhora contínua do mercado de trabalho e da renda da população, com aumento de massa salarial e aquecimento do mercado imobiliário, puxados pela retomada de obras do programa Minha Casa, Minha Vida.
O setor da construção civil, porém, teve pressão contrária aos investimentos com o aumento das taxas de juros, do custo da mão de obra e com a manutenção de patamares elevados de endividamento e inadimplência. A entidade patronal demonstrou preocupação com a diminuição dos recursos para financiamento habitacional e o aumento do comprometimento da renda das famílias, com impacto inclusive do aumento das apostas esportivas no orçamento das famílias.
Para o setor, em um raciocínio direto, menos dinheiro circulando significa menos investimento em novos imóveis e também em pequenas reformas, pois as vendas de varejo ainda têm peso considerável no setor, estimado em mais de 50% das vendas totais.
Representantes da construção civil criticaram a demora na liberação de recursos do módulo atual do PAC, que sofreu cortes. Para a indústria, há dúvidas também com o comportamento do mercado externo, pois o preço do dólar afeta a construção civil e os investimentos em infraestrutura. Tal impacto pode ser diminuído com a regulação do mercado de carbono no país, pois o setor tem aumentado o volume de resíduos industriais usados como matéria-prima para o cimento, diminuindo o consumo de combustíveis fósseis, principalmente na alimentação de fornos industriais.
A nota técnica do sindicato prevê ainda crescimento na casa de 1% este ano, atrelado à concretização de investimentos previstos em projetos de habitação, saneamento e logística, que tem previsão de rodadas de concessão ainda no primeiro semestre de 2025.
Com informações da Agência Brasil
Durante o último fim de semana (4/1 e 5/1), 13 acidentes foram registrados nas rodovias federais de Goiás que estão sob a responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nas ocorrências, 17 pessoas ficaram feridas, mas não houve mortes.
Os agentes da PRF também realizaram a fiscalização das rodovias, contabilizando 683 autuações de infrações de trânsito. Um dos flagrantes aconteceu na BR-153, quando um motorista foi gravado carregando uma passageira com a metade do corpo para fora do carro pelo teto solar e segurando um copo de bebida na mão. O episódio aconteceu na última sexta-feira (3/1), entre Goiânia e Aparecida de Goiânia.
O autor do vídeo enviou as imagens às autoridades, que reforçou que transportar pessoas na parte externa de veículos configura infração grave. O motorista que pratica esse tipo de conduta pode receber 5 pontos na carteira e ter que pagar uma multa de R$ 195, além de outras sanções por falta de uso de cinto de segurança.
Acidente na BR-040 em Luziânia deixa 3 feridos
Na manhã deste domingo (5/1), um grave acidente na BR-040, em Luziânia, mobilizou equipes de resgate e deixou três pessoas feridas. A colisão ocorreu no quilômetro 35 da rodovia, próximo ao parque Aquaplay, no Entorno do Distrito Federal, envolvendo dois veículos: um Volkswagen Polo e uma Toyota Hilux.
Conforme informado pelo Corpo de Bombeiros, os dois carros foram encontrados fora da pista quando as equipes de socorro chegaram ao local. O Polo estava capotado no canteiro central, enquanto a Hilux encontrava-se estacionada no acostamento direito.
Uma das vítimas, passageira do Polo, foi socorrida em estado grave. Ela precisou ser entubada no local pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) antes de ser levada ao hospital. O motorista do veículo também sofreu ferimentos e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Luziânia, assim como a passageira da Hilux, que apresentou lesões leves. O condutor da Hilux sofreu apenas arranhões no braço e recusou atendimento médico, permanecendo no local do acidente.
Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros trabalharam em conjunto no resgate das vítimas, enquanto a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou os procedimentos necessários para registro da ocorrência e controle do tráfego. Após a retirada dos detritos e limpeza da pista, o trânsito foi liberado.
Por Gil Campos: Goiânia, 5 de dezembro de 2024 – O Brasil encerrou 2022 com 7,9 milhões de empresas ativas, conforme apontou o Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre elas, 32,9% (2,6 milhões) eram empregadoras, abrangendo 40,5 milhões de pessoas ocupadas. Deste total, 90,1% (36,5 milhões) eram assalariados, com uma média salarial de R$ 3,1 mil mensais.
Empresas em números
Os dados são parte da pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo (2022) e não incluem microempreendedores individuais (MEIs), órgãos públicos ou entidades sem fins lucrativos.
Das empresas empregadoras, 405,6 mil nasceram em 2022, representando uma taxa de nascimento de 15,3%, e geraram 1,7 milhão de empregos assalariados.
Em contrapartida, a taxa de mortalidade de empresas no país foi de 9,2%, sendo maior nas regiões Centro-Oeste (10%) e Norte (9,6%), com destaque negativo para o Distrito Federal (11,2%).
Sobrevivência empresarial
Das empresas criadas em 2017, apenas 37,9% sobreviveram até 2022, segundo o estudo. As taxas mais altas de sobrevivência após cinco anos foram registradas no Sudeste e no Sul, enquanto o Amapá apresentou a menor taxa (27,9%) e Sergipe a maior (40,5%).
Empreendedorismo em alta
O levantamento destacou 70.032 empresas de alto crescimento, aquelas com aumento médio de pelo menos 10% ao ano no número de empregados durante três anos consecutivos. Essas organizações empregaram 8 milhões de pessoas, representando 13,8% das empresas com mais de 10 funcionários.
Entre elas, 6.623 eram “gazelas”, empresas com até cinco anos de existência, que geraram 409,5 mil empregos assalariados e pagaram salários equivalentes a 2,1 salários mínimos.
Análise crítica
Os dados refletem um mercado em recuperação e adaptação após os impactos da pandemia, com indicadores positivos de nascimento e crescimento de empresas. No entanto, a alta taxa de mortalidade e os desafios de sobrevivência revelam a necessidade de políticas públicas voltadas à sustentabilidade do empreendedorismo, principalmente nas regiões mais afetadas.
Amazônia concentra a maior parcela, com 46,8%; dados são da 6ª feira (13.set.2024) e Estado com mais focos é o Pará, com 740
O Brasil registrava 3.820 focos de incêndio na 6ª feira (13.set.2024). Os dados são do sistema BDQueimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgados neste sábado (14.set). A Amazônia concentra a maior parcela das ocorrências, com 1.788 –ou 46,8%.
O Pará é o Estado que teve o maior número de queimadas, com 740 focos registrados em 24h. É seguido por Acre (441) e Tocantins (419).
Dos 6 biomas do Brasil, 5 registraram a incidência de fogo. O Cerrado teve o 2º maior número, com 1.262 focos –33,0% do total.

O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.
Setembro já acumula 53.086 focos de incêndio. Em 2024, são 180.137.


Leia mais:
O país vive, além da alta dos focos de incêndio, uma seca histórica, com a pior estiagem em 44 anos, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), ligado ao MCTI (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Entenda as causas:
A seca e a estiagem que afetam grande parte dos municípios são comuns no inverno brasileiro. A temporada teve início em junho e segue até o final de setembro. No entanto, a intensidade em que ocorrem na estação, este ano, é atípica. São 2 os fatores que mais impactam no cenário:
- fortes ondas de calor – foram 6 desde o início da temporada, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais). Por outro lado, as ondas de frio foram somente 4;
- antecipação da seca – em algumas regiões do Brasil, o período de seca começou antes do inverno. Na amazônica, por exemplo, a estiagem se intensificou quase 1 mês antes do previsto, já no início de junho.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
Na região da Amazônia, além dos focos de incêndio, a seca toma formas preocupantes. Os municípios amazônicos enfrentam cerca de 1 ano de estiagem. É a seca mais longa já registrada. São 3 as principais causas:
- intensidade do El Niño – o regime de chuvas foi impactado pelo fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico. Ele teve o pico no início deste ano e influenciou o começo da seca;
- aquecimento anormal das águas do Atlântico Tropical Norte – a temperatura na região marítima, que fica acima da América do Sul, chegou a aumentar de 1,2 °C a 1,4 °C em 2023 e 2024;
- temperaturas globais recordes – em julho, o mundo bateu o recorde de maior temperatura já registrada na história. O cenário cria condições para ondas de calor mais fortes.
Cerrado concentra a maior parcela das queimadas, com 52,5%; país teve o pior agosto em 14 anos e setembro acumula 32.360 pontos de fogo
O Brasil registra 3.388 focos de incêndio na 2ª feira (9.set.2024), segundo dados consolidados do sistema BDQueimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O Cerrado concentra a maior parcela das ocorrências, com 1.778 –ou 52,5%.
O Estado de Goiás teve o maior número de queimadas, com 574 focos registrados em 24h. É seguido por Mato Grosso (471) e Pará (436). O país registrou 32.360 focos de incêndio entre 1º e 9 de setembro.
Todos os 6 biomas do Brasil registraram a incidência de fogo. A Amazônia teve o 2º maior número, com 1.208 focos –35,7% do total.

O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 como o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.

O país vive uma seca histórica, com a pior estiagem em 44 anos, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), ligado ao MCTI (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Entenda as causas:
A seca e a estiagem que afetam grande parte dos municípios são comuns no inverno brasileiro. A temporada teve início em junho e segue até o final de setembro. No entanto, a intensidade em que ocorrem na estação, este ano, é atípica. São 2 os fatores que mais impactam no cenário:
- fortes ondas de calor – foram 6 desde o início da temporada, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais). Por outro lado, as ondas de frio foram somente 4;
- antecipação da seca – em algumas regiões do Brasil, o período de seca começou antes do inverno. Na amazônica, por exemplo, a estiagem se intensificou quase 1 mês antes do previsto, já no início de junho.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
Na região da Amazônia, a seca toma formas preocupantes. Os municípios amazônicos enfrentam cerca de 1 ano de estiagem.É a seca mais longa já registrada. São 3 as principais causas:
- intensidade do El Niño – o regime de chuvas foi impactado pelo fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico. Ele teve o pico no início deste ano e influenciou o começo da seca;
- aquecimento anormal das águas do Atlântico Tropical Norte – a temperatura na região marítima, que fica acima da América do Sul, chegou a aumentar de 1,2 °C a 1,4 °C em 2023 e 2024;
- temperaturas globais recordes – em julho, o mundo bateu o recorde de maior temperatura já registrada na história. O cenário cria condições para ondas de calor mais fortes.
Comércio registra crescimento de 1,2% em maio e atinge cinco meses consecutivos de alta
Lidiane 1 de setembro de 2024
As vendas do comércio aumentaram 1,2% em maio em comparação a abril, marcando o quinto mês consecutivo de crescimento e atingindo o maior volume registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que começou em janeiro de 2000. Anteriormente, o recorde era de abril. Com os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (11), o setor acumula uma expansão de 5,6% em 2024 e de 3,4% nos últimos 12 meses.
Em maio, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento. O principal destaque foi o setor de hiper e supermercados, que teve um aumento de 0,7% nas vendas, representando o segundo mês consecutivo de alta e respondendo por mais da metade (54,7%) do volume de vendas do comércio.
Outras atividades que se destacaram foram: outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%), tecidos, vestuário e calçados (2,0%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%).
Cristiano Santos, gerente da pesquisa, considera o resultado “bastante forte”. Segundo ele, fatores como o aumento no nível de emprego, da massa salarial e a concessão de crédito contribuíram para os resultados positivos.
Os segmentos que tiveram desempenho negativo foram móveis e eletrodomésticos (-1,2%), combustíveis e lubrificantes (-2,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-8,5%).
“No setor de combustíveis e lubrificantes, a queda está relacionada à diminuição da atividade de transporte no sul do país, devido às enchentes”, explicou Cristiano.
Comparação anual
Comparado a maio do ano passado, o comércio brasileiro teve um aumento de 8,1%, com alta em cinco das oito atividades pesquisadas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,6%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,5%), móveis e eletrodomésticos (2,1%) e tecidos, vestuário e calçados (2,0%).
As atividades que apresentaram resultados negativos foram livros, jornais, revistas e papelaria (-8,9%), combustíveis e lubrificantes (-3,2%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,2%).
Goiânia registra maior número de beneficiários do Bolsa Família em Goiás
Lidiane 18 de julho de 2024
Goiânia –
A Capital goiana possui o maior número de famílias beneficiárias pelo programa Bolsa Família em Goiás. De acordo com o Governo Federal, 75.293 famílias recebem o benefício, a partir de um investimento de R$ 50,1 milhões. Já o valor médio de repasse para a cidade soma R$ 667,15. Na sequência dos cinco municípios goianos com maior número de contemplados no mês aparecem Águas Lindas de Goiás (25.902), Luziânia (22.750), Aparecida de Goiânia (20.773) e Rio Verde (13.355).
O município de Campo Limpo de Goiás, com 1.091 famílias atendidas pelo Bolsa Família, registra neste mês o maior valor médio pago pelo programa em Goiás: R$ 738,27. Na sequência aparecem Abadia de Goiás (R$ 724,44), Cumari (R$ 719,67), Nova Iguaçu de Goiás (R$ 719,38) e Cavalcante (R$ 715,71).
O benefício do programa Bolsa Família chega a mais de 510 mil lares em Goiás nesta quinta-feira (18/7). Os investimentos somam R$ 344,2 milhões. O valor médio do benefício no estado em julho é de R$ 675,30. Os repasses são escalonados de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários e seguem até o dia 31.
Dentro dos valores adicionais previstos no Bolsa Família, Goiás tem 284.761 crianças de zero a seis anos contempladas com o Benefício Primeira Infância, que representa R$ 150 a mais para cada criança dessa faixa etária presente na composição familiar. O investimento federal é de R$ 39,1 milhões.
Outros benefícios complementares, todos no valor suplementar de R$ 50, chegam a 430 mil crianças e jovens entre sete e 18 anos, além de 31,4 mil gestantes e 12 mil mulheres em fase de amamentação no estado. Os pagamentos desses benefícios somam R$ 20,9 milhões.
Goiás registra queda de 37,5% nos feminicídios no primeiro semestre de 2024 – Blog do Badiinho
Lidiane 11 de julho de 2024
Segundo dados do Observatório de Segurança Pública da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), o estado registrou uma redução de 37,5% nos casos de feminicídio no primeiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período de 2023. Este ano foram contabilizados 20 casos, enquanto no ano anterior foram 32. As informações foram divulgadas durante uma reunião entre o governador Ronaldo Caiado, o secretário de segurança Renato Brum, e chefes das polícias, no auditório Mauro Borges.
A Polícia Militar de Goiás (PMGO) realizou 97.804 acompanhamentos de medidas protetivas no primeiro semestre de 2024, representando um aumento de mais de 338% em relação ao mesmo período de 2023, que registrou 28.707 acompanhamentos. Além disso, a Polícia Civil de Goiás enviou 8.013 inquéritos policiais com autoria definida ao Poder Judiciário, referentes a crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher.
O governador Ronaldo Caiado destacou a importância da redução dos feminicídios no estado, atribuindo o resultado ao trabalho integrado das forças de segurança e outros Poderes. “O feminicídio é uma das nossas maiores preocupações na segurança pública, por ser um crime que ocorre dentro de casa. Graças ao empenho das nossas polícias, estamos conseguindo reduzir os índices”, afirmou.
O secretário de segurança, Renato Brum, enfatizou que, apesar da redução significativa, o trabalho deve continuar. “Não podemos nos acomodar. Continuaremos com o trabalho conjunto das nossas forças. A integração é crucial, e com o apoio do nosso governador, que nos dá liberdade para agir, faremos de Goiás um exemplo de segurança para todo o país. Vamos trabalhar para que esse número continue a cair”, disse.
Uma ferramenta importante no combate ao feminicídio é o aplicativo Mulher Segura, que permite às mulheres goianas acesso direto aos serviços do Estado de Goiás para comunicar casos de violência e acionar a Polícia Militar em emergências. O aplicativo, disponível para IOs e Android, também fornece a localização de batalhões e delegacias próximas.
Outras Ações de Segurança
Para garantir a segurança das mulheres, o Estado de Goiás investe em várias ações para reduzir crimes de violência doméstica. A PMGO conta com o Batalhão Maria da Penha, criado em 2015 e elevado a Batalhão de Polícia Militar em 2020, que realiza policiamento ostensivo e atendimento especializado a ocorrências de violência doméstica. O BMP também realiza atendimentos especializados às vítimas e suas famílias, além de ações preventivas como visitas comunitárias.
A criação da Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (Deaem) ampliou a atuação das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia, fortalecendo a rede de combate à violência contra a mulher. Atualmente, existem 26 Deams no estado.
Leia também:
Escrito e publicado por: Badiinho Moisés/Com informações da SSPGO
Dados da Secretaria de Segurança Pública mostram que a maior redução foi no número de roubos de carga; balanço é referente ao primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018
A violência em Goiás registrou queda de até 97,6% entre os anos de 2018 e 2024, conforme balanço apresentado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO) nesta segunda-feira (8/7), em Goiânia, com a presença do governador Ronaldo Caiado. Além da diminuição nos índices de todas as modalidades criminosas pesquisadas, houve aumento na produtividade da polícia. “De todas as áreas, a segurança pública é a que mais avançou no meu governo”, afirma o chefe do Executivo, que está em seu segundo mandato.
No caso do roubo de cargas, o número caiu de 248 casos no primeiro semestre de 2018 para 6 no mesmo período deste ano. Na sequência estão roubo de veículos, com queda de 93,7%, roubo a transeunte (88,5%), roubo a comércio (88,3%) e latrocínio, cujo índice caiu 84,7%. Em relação ao homicídio doloso, a redução foi de 57,2%. Mais da metade dos municípios goianos, 128, não registraram nenhum assassinato em 2024. Os dados estão disponíveis no site segurança.go.gov.br
Para Caiado, o resultado é um reflexo direto da política de responsabilidade fiscal, que permite o pagamento em dia dos servidores, assim como a garantia de isonomia e evolução na carreira, além da compra de equipamentos e armamentos. “Já investimos mais de R$ 17 bilhões em segurança”, ressalta. Por isso, acredita que a corporação demonstra “motivação, garra e determinação para trabalhar”. “Cada vez mais, tenho que reconhecer a eficiência das nossas forças”, complementa.
Como exemplo de combate ao crime, o Governo de Goiás apresentou os resultados do policiamento realizado durante a Romaria do Divino Pai Eterno, em Trindade, durante a qual não houve registro de ocorrências de vulto. Já o vice-governador, Daniel Vilela, lembrou que, em 2018, o estado tinha média de mil veículos roubados por mês. “Com trabalho inteligente e competente, conseguimos diminuir isso e hoje os seguros de carro são mais baixos”, acrescentou.
Avaliações
À frente da apresentação dos dados, o titular da Secretaria de Segurança Pública, Renato Brum, enfatiza que o controle da violência é “algo real, efetivo e pleno”. Entre os pontos de destaque, ele detalha o trabalho contra os feminicídios, que caíram 37,5% no estado, na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2023. “Nós praticamente triplicamos o acompanhamento das medidas protetivas. Um trabalho de prevenção muito bom que alcançou esse resultado”.
O combate a crimes em propriedades rurais também apresentou resposta positiva: -78,2% em roubo e -36,9% em furtos. A atuação envolve um trabalho inédito para cadastrar mais de 100 mil propriedades, efetuar prisões, recuperar bens furtados, entre outros. Comandante da Polícia Militar, o coronel Marcelo Granja avalia o cenário como um avanço. “O governo realiza investimentos principalmente na parte de inteligência e na integração das polícias. Esse é o segredo do sucesso de Goiás”.
Confira as maiores reduções de criminalidade em Goiás:
- Roubo de Carga -97,6%
- Roubo de Veículos -93,7%
- Roubo a Transeunte -88,5%
- Roubo em Comércio -88,3%
- Latrocínio -84,7%
- Roubo em Propriedade Rural -78,2%
- Homicídio doloso -57,2%
- Lesão seguida de morte -45,8%
- Furto em Propriedade Rural -36,9%
*Fonte: SSP-GO (1º semestre 2018 / 1º semestre 2024)
Goiás apresentou em maio um saldo positivo de 1.752 novos postos de trabalho formais, resultante de 83,1 mil admissões e 81,3 mil desligamentos, conforme divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na última quinta-feira (27). No acumulado de 2024, o estado já soma 58,8 mil empregos com carteira assinada.
Três dos cinco grandes setores econômicos apresentaram crescimento em maio: Serviços, com 2.287 novas vagas; Indústria, com 1.630; e Construção, com 932. Em contrapartida, os setores da Agropecuária e Comércio registraram quedas de 2.600 e 497 postos, respectivamente.
Em relação aos municípios, Goiânia liderou com a criação de 1.933 novos empregos, elevando o total de trabalhadores formais na capital para 552,8 mil. Outros municípios com destaque no saldo positivo foram Anápolis (967), Cristalina (378), Itumbiara (370) e Anicuns (302).
Brasil gera mais de um milhão de empregos em 2024
Nos primeiros cinco meses de 2024, o Brasil criou um total de 1.088.955 empregos com carteira assinada, com um saldo positivo de 131.811 novos postos formais em maio. O estoque de trabalhadores formais atingiu um recorde de 46,6 milhões em maio, comparado aos 44,93 milhões registrados no mesmo mês de 2023.
Entre as regiões do país, o Sudeste liderou com a criação de 84.689 novos empregos, seguido pelo Nordeste (31.742), Norte (9.912) e Centro-Oeste (9.277). O Sul, impactado pela crise climática no Rio Grande do Sul, registrou um saldo negativo de 9.824 postos.
Das 27 unidades da Federação, 26 apresentaram saldo positivo em maio, com São Paulo na liderança (42.355 novos empregos), seguido por Minas Gerais (19.430) e Rio de Janeiro (15.627). O Rio Grande do Sul foi o único estado com saldo negativo (-22.180), devido à crise climática.
No acumulado de janeiro a maio de 2024, São Paulo criou 328.685 novos empregos formais, seguido por Minas Gerais (133.412). Alagoas foi a única unidade federativa com saldo negativo (-10.889) nesse período.
Setores Econômicos
Em maio, todos os cinco grandes setores econômicos registraram saldos positivos. O setor de Serviços liderou com 69.309 novas vagas, seguido pela Agropecuária (19.836), Construção (18.149), Indústria (18.145) e Comércio (6.375). No acumulado do ano, o setor de Serviços também foi o destaque, com 623.920 novos postos formais.
O saldo de empregos foi positivo tanto para mulheres (64.631) quanto para homens (67.180) em maio. No entanto, para a População com Deficiência, o saldo foi negativo, com a perda de 79 postos. No critério de cor, houve saldo positivo para pardos (194.312), brancos (78.028) e pretos (37.217), enquanto os saldos foram negativos para amarelos (-733) e indígenas (-98).
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