19 de maio de 2026
  • 02:29 Parlamentares cumprem intensa agenda de atividades na Alego nesta terça-feira, 19
  • 22:45 Marcelo Baiocchi é reeleito para novo mandato na Fecomércio
  • 19:01 Receita fecha 2 shoppings do Brás por suspeita de pirataria
  • 15:17 Deputado Delegado Eduardo Prado realiza sessão solene em homenagem a empreendedores goianos, nesta 2ª-feira
  • 11:33 Gleison Flávio quer alinhar Câmara e secretários em Aparecida


O deputado estadual Veter Martins (PSB), representante de Aparecida de Goiânia na Assembleia Legislativa de Goiás, reafirmou ao PORTAL NG nesta sexta-feira (8/5) seu apoio à pré-candidatura de Daniel Vilela (MDB) ao governo estadual. Na ocasião, o parlamentar também abordou a polêmica filiação do colega Rubens Marques ao PSB, tema que segue gerando forte resistência interna.

O imbróglio começou após a janela partidária de março, quando Rubens Marques deixou o União Brasil e migrou para o PSB nos últimos instantes do prazo. A chegada foi prontamente reprovada por Veter e por Karlos Cabral, que já integram a legenda e buscam a reeleição. A preocupação é matemática: caso o partido conquiste apenas duas cadeiras, um dos três ficará sem mandato.

Enquanto Rubens Marques afirma ter entrado “pela porta da frente” a convite da presidente estadual, Aava Santiago, Karlos Cabral rebate dizendo que a filiação ocorreu “pela porta dos fundos”. Veter Martins reforçou o coro crítico, classificando a movimentação como um “aborto da natureza” por ter ocorrido sem o aval do grupo que articulava a chapa para 2026.

Segundo Veter, a situação jurídica de Marques ainda é incerta.

“Tramita um processo interno no partido discutindo a filiação da forma como foi feita. Minha posição, contudo, está definida: faço parte da base governista e caminhamos juntos com a pré-campanha de Daniel Vilela”, afirmou.

Sobre o Senado, o deputado confirmou apoio a Gracinha Caiado, mantendo em aberto a segunda vaga da base. Questionado sobre uma possível exclusão de Rubens Marques da chapa, ele foi cauteloso: “Existe um procedimento interno tramitando. Vamos aguardar o posicionamento dos dirigentes. Eu não faço parte da direção do PSB”, concluiu.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Pedro Campos também critica decisão da Mesa Diretora de mandar para o plenário a análise da perda de mandato da deputada

O líder do PSB na Câmara dos Deputados, deputado Pedro Campos (PE), comentou o processo de cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada a 10 anos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por invasão do sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada nesta 6ª feira (26.set.2025), Campos disse que seria um “constrangimento para a Casa” decidir que ela pode continuar a exercer o seu mandato.

Zambelli está presa na Itália desde 29 de julho. As autoridades italianas estão analisando o pedido de extradição ao Brasil. A deputada foi ouvida na 4ª feira (24.set) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, que analisa o processo de perda do mandato da congressista. A palavra final será do plenário da Casa.

“Se essa Casa decidir que ela [Zambelli] pode continuar a exercer o seu mandato parlamentar, basicamente essa Casa estará dizendo que uma pessoa presa, quer seja na Itália ou em regime fechado aqui no Brasil, pode manter um mandato de parlamentar e deputado federal”, afirmou o deputado ao jornal. “E isso é um constrangimento e um absurdo para a Casa. Isso é uma coisa que a sociedade não vai aceitar nem vai admitir”, acrescentou.

“Aqui nesse Parlamento cabe todo tipo de visão, mas não cabe uma deputada presa estar exercendo o mandato. Esse Parlamento não pode virar um lugar onde as pessoas estão presas e deputadas ao mesmo tempo”, disse Campos.

Campos também criticou a decisão da Mesa Diretora e do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) de mandar a análise para o plenário.

“Em respeito à população, a Mesa deveria ter decidido pela perda do mandato e que assumisse o suplente que pudesse aqui se posicionar. E não estar transformando uma coisa que foi uma condenação na Justiça, de uma pessoa que decidiu fugir do país, que foi presa na Itália, como fosse uma heroína por estar aqui protegendo as prerrogativas parlamentares”, declarou.

Em depoimento à Câmara, na 4ª feira (24.set), Zambelli negou ter solicitado ao hacker Walter Delgatti invasão ao sistema eletrônico do CNJ. Disse que o contatou por dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas. Ela também relatou problemas de saúde e disse ter desmaiado 8 vezes desde que foi detida pela polícia italiana.

Durante o depoimento, Zambelli ainda criticou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes: “Tirou as redes sociais do meu filho, tirou as redes sociais da minha mãe”, declarou a deputada. Ela mostrou uma foto com o filho e disse que o ministro a persegue politicamente: “Ele quis atingir toda a minha família, não tem como não ser perseguição”.

Moraes revogou na 5ª feira (25.set) o bloqueio dos perfis da deputada, considerando que não haveria mais necessidade de manter essa medida. A decisão retoma os perfis de Zambelli em 8 redes sociais, como YouTube, Telegram, X, Instagram, entre outras. No entanto, caso os perfis voltem a compartilhar conteúdos considerados ilícitos pelo STF, será fixada uma multa diária de R$ 20.000.



Autor Poder360 ·


Na semana passada, o presidente da Câmara enviou para Bolsonaro uma proposta alternativa do projeto de anistia do 8 de Janeiro

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou neste domingo (1º.jun.2025) do 16º Congresso Nacional do PSB, em Brasília. Ao subir ao palco, ouviu gritos de “sem anistia” das pessoas presentes ao evento.

Assista ao momento da manifestação (28s):

Motta tem trabalhado com uma proposta alternativa de anistia para os presos e investigados pelos atos extremistas do 8 de Janeiro. Uma nova versão do texto, considerada mais “leve”, foi enviada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro deve reunir Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Luciano Zucco (PL-RS) para discutir a medida.

A medida é a principal bandeira dos aliados do ex-presidente. O requerimento de urgência atingiu o número necessário de assinaturas para ser votado no plenário no mês passado, mas não foi pautado por Motta, para evitar desgastes com o Planalto.

Governistas já acenaram para o abrandamento das penas para as pessoas que depredaram a praça dos Três Poderes, mas são contra medidas que possam atenuar condenações dos mentores dos atos –apontadas como potencialmente benéficas para Bolsonaro.

ELOGIOS A JOÃO CAMPOS

Durante o congresso do PSB, Motta elogiou o prefeito do Recife e novo presidente do partido, João Campos.

“João, a sua chegada à presidência do PSB traz para nós não só a renovação da esperança da boa política, mas também a história que você carrega sobre seus ombros e o legado que você precisa defender desde o seu bisavô”, afirmou o comandante da Câmara.



Autor Poder360 ·