Professora que foi demitida após ter fotos nuas vazadas por alunos diz que foi recontratada | Goiás
Lidiane 15 de abril de 2024
“Sinto-me feliz. A dignidade da pessoa humana precisa ser assegurada”, comemorou a professora.
Ao g1, a professora contou que documento de readmissão foi assinado na tarde desta segunda-feira (15). A previsão é que ela inicie o trabalho na nova instituição de ensino na terça-feira (16).
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) para saber os detalhes da contratação, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a professora Bruna, o contrato anterior à demissão passará a valer novamente. Ela foi demitida em novembro de 2023.
Em nota enviada em março, a Seduc alegou que Bruna foi contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar e que o desligamento dela ocorreu devido à convocação de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, em 2023, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino – veja nota na íntegra ao final do texto.
Um documento feito pela Escola Estadual Doutor Gerson de Faria sobre o desligamento citou o vazamento das fotos. Em resposta a um ofício em defesa da professora, a instituição afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A escola também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos. A instituição também alegou que orientou a professora a procurar a polícia.
Ao g1, Bruna explicou que emprestou o aparelho para que os alunos pudessem tirar fotografias de um evento escolar que, posteriormente, seriam usadas em uma atividade pedagógica. No entanto, eles acessaram pastas particulares e compartilharam as imagens com os demais colegas.
A professora denunciou o vazamento das fotos na Polícia Civil. Segundo ela, a gestão da escola soube do ocorrido após uma coordenadora ver diversos estudantes reunidos e, ao se aproximar, ver que eles estavam olhando uma foto de Bruna nua.
“Eu trabalhei até o quinto horário normalmente, sem saber de nada. Enquanto estava todo mundo já sabendo da situação, eu só vim a saber às 18 horas, quando a diretora, no final do dia, me chamou para uma reunião, dizendo que era [uma conversa] só eu entre mim e ela. Mas tinham seis pessoas na sala, me senti inibida e é onde ela me passou o fato. Fiquei estarrecida”, relembrou a professora.
Após a situação, a professora contou que passou a ser destratada no ambiente escolar por parte de colegas e da gestão. Conforme a professora, ela tinha um contrato de cinco anos com a escola, e a demissão ocorreu em menos de oito meses após o início do contrato, em 2023.
Em resposta a um ofício em defesa da professora, a escola afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A instituição também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos. Além disso, a instituição alegou que orientou a professora a procurar a polícia.
Bruna Flor de Macedo Barcelos defendeu que o celular foi emprestado porque a escola não tinha aparelhos que fizessem filmagem e que o registro do evento, que fazia parte do Mês da Consciência Negra, era importante. “Solicitar que estudantes façam o registro de uma atividade é dotá-los de autonomia tem valor imprescindível para um ser humano livre e cidadão”, afirmou.
Nota resposta da Secretaria de Estado da Educação de Goiás
Em atenção à solicitação de informações sobre o desligamento da professora Bruna Flor de Macedo Barcelos, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) responde:
– A professora em questão havia sido contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar. O desligamento da profissional se deu devido à convocação em 2023 de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino;
– Sobre os fatos que envolvem a conduta da professora, a Seduc Goiás esclarece que segue a legislação de proteção à criança e adolescente, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sempre trabalhando com zelo e prezando pela harmonia e respeito entre os servidores e estudantes.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Idoso é preso suspeito de estuprar o sobrinho da companheira por mais de três anos | Goiás
Lidiane 15 de abril de 2024
A Polícia Civil prendeu um idoso, de 65 anos, suspeito de estuprar o sobrinho da esposa dele, em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal. A vítima disse aos policiais que sofreu incontáveis abusos por quase três anos seguidos.
O g1 não localizou a defesa do suspeito para se manifestar sobre o caso até a última atualização da reportagem.
O mandado de prisão contra o idoso foi cumprido na sexta-feira (12). A Polícia Civil tinha solicitado à Justiça que ele fosse preso preventivamente por conta da quantidade de vezes que a vítima relatou ter sido abusada sexualmente por ele.
Segundo as investigações, a vítima tem atualmente 19 anos e procurou a delegacia denunciando ter sido vítima de abusos sexuais praticados pelo marido de sua tia entre seus 5 e 8 anos de idade.
O jovem afirma que os abusos diminuíram quando se mudou do estado de Goiás e, consequentemente, foi afastado do convívio com o suspeito. Mas que sofreu outros estupros quando tinha 13 anos e outro no mês de fevereiro deste ano.
A identidade do idoso não foi revelada pelas autoridades a fim de também preservar a identidade da vítima.
Diante da denúncia e de outros elementos apresentados durante a investigação, o idoso foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável e preso preventivamente.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Idoso desce para ajudar mulher em rodovia, cai em emboscada e é espancado por ladrões, diz polícia
Lidiane 15 de abril de 2024
Idoso foi socorrido por equipe médica que passou pela rodovia. Mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia. Idoso desce para ajudar mulher em rodovia, cai em emboscada e é espancado
Reprodução/Polícia Militar
Um idoso, de 63 anos, caiu em uma emboscada enquanto dirigia na GO-060, em São Luís de Montes Belos. Segundo a Polícia Militar, a vítima parou na rodovia para ajudar uma mulher que pedia socorro, mas quando desceu do carro, foi surpreendido por dois homens que o espancaram e o esfaquearam, fugindo com o carro dele. A mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia.
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O crime aconteceu na madrugada de domingo (14), no oeste goiano. Segundo a PM, uma equipe médica se deslocava de Goiânia para Iporá, passando pela GO-060, quando viu o idoso pedindo por ajuda na rodovia. Apesar de bastante ferido, ele conseguiu contar sobre a emboscada e passar informações sobre o carro roubado durante o crime.
A partir disso, a equipe médica levou o idoso para o Hospital Regional Geraldo Landó, onde ele foi internado em estado grave. Em seguida, a PM foi informada da situação e passou a trocar informações com outros batalhões sobre o crime.
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Trio suspeito de espancar idoso e roubar carro dele, na GO-060
Reprodução/Redes Sociais
O g1 entrou em contato com o hospital onde o idoso está internado e pediu o estado de saúde dele atualizado, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a PM, as últimas informações que a equipe recebeu é que ele tinha apresentado melhora.
No início desta manhã, uma equipe localizou o carro do idoso próximo à Praça do Ratinho, no Setor Oeste de Goiânia. Os dois homens e a mulher, descritos pela vítima, também estavam no local e acabaram presos em flagrante pelo crime de latrocínio tentado. A PM detalhou que dentro do carro os militares encontraram manchas de sangue.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Idoso desce para ajudar mulher em rodovia, cai em emboscada e é espancado por ladrões, diz polícia | Goiás
Lidiane 14 de abril de 2024
Um idoso, de 63 anos, caiu em uma emboscada enquanto dirigia na GO-060, em São Luís de Montes Belos. Segundo a Polícia Militar, a vítima parou na rodovia para ajudar uma mulher que pedia socorro, mas quando desceu do carro, foi surpreendido por dois homens que o espancaram e o esfaquearam, fugindo com o carro dele. A mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia.
O crime aconteceu na madrugada de domingo (14), no oeste goiano. Segundo a PM, uma equipe médica se deslocava de Goiânia para Iporá, passando pela GO-060, quando viu o idoso pedindo por ajuda na rodovia. Apesar de bastante ferido, ele conseguiu contar sobre a emboscada e passar informações sobre o carro roubado durante o crime.
A partir disso, a equipe médica levou o idoso para o Hospital Regional Geraldo Landó, onde ele foi internado em estado grave. Em seguida, a PM foi informada da situação e passou a trocar informações com outros batalhões sobre o crime.
O g1 entrou em contato com o hospital onde o idoso está internado e pediu o estado de saúde dele atualizado, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a PM, as últimas informações que a equipe recebeu é que ele tinha apresentado melhora.
No início desta manhã, uma equipe localizou o carro do idoso próximo à Praça do Ratinho, no Setor Oeste de Goiânia. Os dois homens e a mulher, descritos pela vítima, também estavam no local e acabaram presos em flagrante pelo crime de latrocínio tentado. A PM detalhou que dentro do carro os militares encontraram manchas de sangue.
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Viagem para missa de 7º dia, mensagem ao filho e multa por alta velocidade: Veja cronologia do caso da mulher que desapareceu junto com o marido em Goiás | Goiás
Lidiane 14 de abril de 2024
Vídeo mostra últimas imagens do carro do casal que sumiu quando viajava
Após mais de um mês de investigações, o caso da mulher que sumiu junto com o marido em Goiás continua sem resposta. O casal viajava a caminho de Quirinópolis, no sudoeste do estado. Fábia Cristina Santos e Wander José de Jesus foram vistos pela última vez em 9 de março de 2024.
O último registro do casal foi feito por câmeras de monitoramento de um posto de gasolina no bairro Cidade Jardim, em Goiânia. O vídeo mostra quando o casal, que estava num veículo Ford Fiesta preto, chega ao estabelecimento e vai embora.
O casal mora em Goianira, Região Metropolitana de Goiânia, e tinha saído de casa para participar da missa de sétimo dia do pai de Fábia, em Quirinópolis.
Como o caminho passa por Goiânia, Fábia e Wander abasteceram o veículo em um posto de gasolina na região do setor Cidade Jardim. As imagens mostram que o casal chega ao posto às 13h49 e sai de lá às 13h54.
Às 14h08, sete minutos após abastecerem, o veículo do casal foi multado no quilômetro 27 da GO-469, em Abadiânia. De acordo com o boleto da multa, o carro passou pela fiscalização excedente a velocidade máxima da pista em mais de 50%. Numa via em que a velocidade máxima é de 80 km/hora, uma multa indica com essa especificação que o veículo passou pelo radar a 120 km/hora, no mínimo.
A GO-469 não é caminho convencional para Quirinópolis para quem sai de Goiânia. A rodovia corta a GO-060 (que leva para Quirinópolis e possui pista dupla) e tem pista simples, embora seja duplicada no perímetro urbano de Abadia de Goiás.
“Tudo indica que ali na hora já tinha algo errado acontecendo, porque eles passam a uma velocidade superior à máxima de 50%”, afirmou a advogadaque representa a família, Rosemere Oliveira.
A mulher chegou a enviar uma outra mensagem, mas o texto foi apagado antes que o filho pudesse visualizar. O homem continuou tentando contato com a mãe, mas ela não respondeu desde então.
O trajeto até o local onde seria realizada a missa de sétimo dia deveria durar cerca de três horas e meia. Mas, o casal não voltou a ser visto. As investigações seguem em andamento de modo sigiloso.
Fábia Cristina Santos é pedagoga e está casada há 27 anos com Wander José de Jesus, que é caminhoneiro. Juntos, eles têm dois filhos, sendo que um ainda moram com os pais e o outro é casado.
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Saiba quem é Jennifer Nayara, procurada por policiais que invadiram casa errada
Lidiane 14 de abril de 2024
A pergunta “Quem é Jennifer Nayara” ocupou os primeiros lugares de assuntos do momento em sites de buscas e em redes sociais | Foto: Reprodução / TV Anhanguera
A pergunta “Quem é Jennifer Nayara” ocupou os primeiros lugares de assuntos do momento em sites de buscas e em redes sociais como o X, antigo Twitter, na última sexta-feira (12). A frase ficou nos trends após agentes da Polícia Civil de Goiás (PC-GO) errarem o endereço durante o cumprimento de um mandado de prisão em Aparecida de Goiânia. Durante o episódio, uma policial chegou a apontar a arma para uma moradora e a segurou pelo pescoço.
Toda ação foi filmada pela empresária Tainá Fontenele, que teve a casa invadida erroneamente pelos agentes. A verdadeira Jennifer Nayara chega a aparecer rapidamente nesse vídeo que viralizou nas redes sociais. Ela é advogada e vizinha da família que se assustou com a operação policial. E, após o incidente, ela se entregou às autoridades e foi presa.
De acordo com a ordem judicial, Jennifer Nayara é suspeita pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. Em entrevista à TV Anhanguera, a defesa da advogada disse que a cliente não tem nenhuma ligação com a família da casa invadida por engano, e que ao ouvir que seu nome foi citado na confusão da casa ao lado, ela se entregou aos agentes.
O advogado de Tainá Fontenele também garantiu que a mulher procurada não era próxima da família. “A mãe dela um dia informou à minha cliente que, caso precisasse de uma advogada, a filha dela era. A minha cliente lembrou disso na hora e gritou por ela, mas nunca tiveram qualquer contato”, disse Adriano Naves.
A Polícia Civil informou por meio de nota que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Contudo, a corporação não admite que errou o endereço. “Inegavelmente, havia uma ligação entre a casa objeto da busca e a pessoa que se buscava prender, tanto o é que, esta foi presa em frente à residência citada no mandado judicial, conforme registro das imagens”.
Ainda segundo a nota, a PC-GO diz acreditar que “seguiu os parâmetros regulares de investigação, obtendo-se êxito no tocante aos alvos”. Também explica que por volta das seis horas da manhã da última quinta-feira (11), os policiais civis chegaram ao local, batendo no portão e chamando os moradores várias vezes. No entanto, eles se recusaram a abrir o portão.
“(…) claramente cientificados de que a polícia judiciária encontrava-se à frente para cumprirem ordem judicial. Após a desobediência reiterada dos moradores, houve a necessidade de entrada forçada na residência, sendo exigida, em seguida, a contenção dos ânimos, em obediência ao artigo 245, parágrafos 2º e 3º do Código de Processo Penal”.
Entenda
Uma família em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital de Goiás, foi acordada com cenas de violência na manhã de quinta-feira (11). Uma equipe de policiais civis arrombou o portão da casa por volta das 6h. A moradora, mãe de dois filhos, filmou o momento, que flagra uma policial apontando a arma para ela.
Na gravação, ela afirma que tem dois filhos, um de 9 anos e outra de 2 meses. O bebê teria acordado chorando após o barulho do arrombamento. “Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, diz, no vídeo que viralizou nas redes sociais.
A discussão com os policiais prossegue, ainda com a agente de segurança apontando a arma para a moradora, até que eles leem qual é o nome do alvo do mandado. “Quem é? O mandado está na casa errada”, diz a moradora, em seguida. Os moradores registraram Boletim de Ocorrência.
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Uma ação da Polícia Civil de Goiás (PC-GO) está repercutindo nas redes sociais. Isso porque a corporação arrombou o portão de uma residência e a invadiu por engano durante o cumprimento de um mandado. Um vídeo, registrado na manhã de quinta-feira (11), mostra com detalhes o ocorrido. (Assista abaixo)
O episódio aconteceu em Aparecida de Goiânia. A moradora da casa, a empresária Tainá Fontenele, conversou com a imprensa e revelou que a ação da polícia foi violenta.
“Foi aterrorizante. Minha filha estava atrás de mim e a policial com a arma em punho. Poderia acontecer uma fatalidade dentro da minha casa”, disse Tainá à TV Anhanguera.
O fato ocorreu por volta das 06h. Os agentes de segurança chegaram ao local, arrombaram o portão e, na sequência, invadiram o imóvel.
– LEIA MAIS: Policiais invadem casa por engano durante cumprimento de mandado; veja
A ação da PC-GO assustou os moradores da residência, que acordaram ao escutar o portão sendo arrombado. Tainá decidiu gravar toda a situação.
Na filmagem feita pela empresária durante a confusão, ela afirma que o barulho dos policiais arrombando o portão da casa acordou os filhos dela, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses. No vídeo, é possível ouvir o choro do bebê, que, segundo a moradora, estava no colo da filha atrás dela.
A empresária afirma que nunca passou por essa situação. “Eles batiam tão forte que falei para o meu marido abrir o portão. Antes de abrir, a policial já estava com a arma em punho. Nunca passei por isso”, disse. Ela denuncia que, após perceberem o erro, os agente foram mais agressivo e debocharam da situação.
“Fizeram sarcasmo. O policial jogou beijo, piscou para mim e disse: ‘vai lá na Corregedoria’. Eles falaram que não iria dar em nada”, lembra a moradora.
Um boletim de ocorrência foi feito por parte dos moradores. Além disso, uma ação judicial será feita contra os policiais e contra o estado, segundo Tainá.
“Isso não é um erro que podemos chamar de errinho. Isso está acontecendo muito e com vários erros”, finaliza.
Em nota, a Polícia Civil (PC) informa que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Além disso, afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial.
Veja:
tnonline
Com informações do G1.
Empresária que teve casa invadida por policiais em GO diz que agentes debocharam da situação
Lidiane 13 de abril de 2024
A empresária Thaís Fontenele, que teve a casa invadida por engano durante uma operação em Aparecida de Goiânia (GO), disse que os policiais foram agressivos e até debocharam da situação. Em sua primeira entrevista após o caso, ela relatou momentos de terror após ter o portão da casa arrombado, ver uma policial com a arma em punho e saber que seus filhos estavam atrás dela.
À TV Anhanguera, ela disse:
“Foi aterrorizante. Minha filha estava atrás de mim e a policial com a arma em punho. Poderia acontecer uma fatalidade dentro da minha casa”.
Reveja a cena, que foi gravada pela moradora:
📌Em Goiás, policiais erram endereço e apontam arma para inocentes
Saiba mais⤵️ pic.twitter.com/accSvRA4nd
— Rede Onda Digital (@redeondadigital) April 12, 2024
Leia mais:
VÍDEO: Em Goiás, policiais erram endereço e apontam arma para inocentes
“Não vamos tolerar”, diz governador de SP sobre policial que agrediu mulher em metrô
Os policiais chegaram na casa, que fica no setor Parque Industrial Santo Antônio, por volta das 6h do último dia 11 de março. Segundo os moradores, eles não se identificaram e arrombaram o portão.
Thaís afirmou que o barulho dos policiais arrombando o portão da casa acordou os filhos dela, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses. No vídeo, é possível ouvir o choro do bebê, que, segundo a moradora, estava no colo da filha atrás dela.
Ela disse:
“Eles batiam tão forte que falei para o meu marido abrir o portão. Antes de abrir, a policial já estava com a arma em punho. Nunca passei por isso”.
A empresária ainda disse que os agentes depois debocharam do ocorrido:
“Fizeram sarcasmo. O policial jogou beijo, piscou para mim e disse: ‘vai lá na Corregedoria’. Eles falaram que não iria dar em nada”.
O casal registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde do último dia 11 de abril e, segundo a moradora, eles vão entrar com um processo contra os policiais e contra o estado.
Em nota, a Polícia Civil (PC) informa que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Além disso, afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial.
Com informações de G1 e Metrópoles.
Policiais só deixaram casa invadida por engano após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada em mandado, diz família | Goiás
Lidiane 13 de abril de 2024
Policiais só deixaram casa após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada
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Em nota, a Polícia Civil (PC) afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial. Além disso, informou que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos.
“Ela – a policial – estava com a mão no gatilho, eu fiquei assustada e traumatizada lembrando de como ela entrou na minha casa. Minha filha estava atrás de mim com meu outro no filho no colo. Poderia ter acontecido uma fatalidade”, disse a empresária Tainá Fontenele.
Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora
Em entrevista à TV Anhanguera, o empresário Thassio Silva, marido de Tainá, disse que questionou os policiais sobre para quem era o mandado, mas eles não o responderam e só disseram que iam arrombar.
“Só passava na minha cabeça que era bandido. Queremos só justiça e que isso não aconteça mais. Uma hora acontece uma tragédia. Pensa se uma arma daquela dispara”, conta o empresário.
Câmeras de segurança registraram o exato momento em que os policiais chegaram a casa, por volta das 6h, no Setor Parque Industrial Santo Antônio. Nas imagens, eles aparecem próximo ao portão da casa. Uma segunda filmagem mostrou como ficou a fechadura do portão após a entrada dos agentes.
A moradora filmou a discussão com os policiais. Na gravação, ela afirmou que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando por conta do barulho e do susto quando os policiais arrombaram o portão.
Câmeras registraram momento em que policiais chegam na casa
“Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, afirma a moradora na gravação.
Durante a discussão, os moradores pediram para falar o nome da pessoa para quem era o mandado. Após os policiais falarem o nome, a moradora alertou: “Quem é [essa pessoa]? O mandado está na casa errada”. Na gravação, é possível ouvir o choro de um bebê ao fundo e ver a mão da mulher tremendo.
A discussão intensifica e a gravação para após eles pedirem para ver o endereço do mandado. Conforme apurado pela TV Anhanguera, os moradores registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde de quinta-feira (11).
Íntegra da nota da Polícia Civil
A Polícia Civil de Goiás reafirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.
Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Morador que teve casa invadida por engano em operação diz que alertou policiais do erro e mesmo assim teve portão arrombado: ‘Achei que era bandido’ | Goiás
Lidiane 12 de abril de 2024
Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora
“Só passava na minha cabeça assim: é bandido”, afirmou o morador em entrevista à TV Anhanguera.
O portão da casa de Thassio e de Tainá Fontenele foi arrombado por volta das 6h desta quinta-feira (11). A ação da Polícia Civil (PC) foi registrada pelas câmeras de segurança e filmada pela moradora (assista os vídeos acima).
Em nota, a PC afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade e, além disso, informa que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos.
Thassio contou à TV Anhanguera que antes de ter o portão arrombado tentou conversar com os policiais. Ele diz que perguntou para quem era o mandado e que alertou que era um engano, mas mesmo assim teve a casa invadida.
“Eu falei assim: vocês estão com o mandado? Identifica para mim? Ele nem me respondeu. Eu falei que eles estavam com algum engano”, detalhou.
Câmeras registraram momento em que policiais chegam na casa
Câmeras de segurança registraram o exato momento em que os policiais chegam na casa, por volta das 6h, no Setor Parque Industrial Santo Antônio. Nas imagens, eles aparecem próximo ao portão da casa. Uma segunda filmagem mostra como ficou a fechadura do portão após a entrada dos agentes.
A moradora filmou a discussão com os policiais. Na gravação, ela afirma que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando por conta do barulho e do susto quando os policiais arrombaram o portão.
“Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, afirma a moradora na gravação.
A discussão intensifica e a gravação para após eles pedirem para ver o endereço do mandado. Conforme apurado pela TV Anhanguera, os moradores registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde desta quinta-feira (11).
Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado
Íntegra da nota da Polícia Civil
A Polícia Civil de Goiás reafirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.
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