Última atualização 24/05/2024 | 16:28
Uma jovem foi alvo de um ataque bárbaro no Paraná. Isabelly Ferreira Moro foi atacada com uma substância ácida enquanto caminhava em Jacarezinho, na última quarta-feira, 22. A suspeita, presa na madrugada desta sexta-feira, 24, confessou o crime. O motivo? Ciúmes, já que a vítima era ex-namorada de seu atual companheiro.
Isabelly caminhava pela calçada quando uma mulher, vestida de preto e usando uma peruca loira, lançou ácido em seu rosto. A jovem correu, esboçando dor, e implorou por ajuda. No local, a polícia encontrou um copo e uma sacola usados no ataque. Imagens de segurança também foram recolhidas.
A vítima foi levada inicialmente para uma unidade de Pronto Atendimento de Jacarezinho por um homem que a ajudou, porém, posteriormente, teve que ser transferida para o Hospital Universitário de Londrina.
A Polícia Militar do Paraná prendeu a suspeita, que acionou a polícia alegando ser perseguida. No local dos fatos, havia um copo e uma sacola que teriam sido utilizados no crime. Imagens de câmera de segurança também foram colhidas. Os objetos e as imagens foram encaminhados para a Polícia Civil, onde o caso é investigado.
No hotel onde foi a agressora foi encontrada, ela confessou o crime e revelou ter usado soda cáustica misturada com água. A peruca foi descartada após o ataque. Isabelly está entubada com ferimentos graves no rosto, peito e boca. Familiares organizam uma vaquinha para cobrir os custos do tratamento.
Mecânico preso por engano no lugar de homem morto é detido pela segunda vez após erro da Justiça; vídeo | Goiás
Lidiane 24 de maio de 2024
Mecânico preso por engano no lugar de homem morto é detido pela 2ª vez após erro judicial
O mecânico André Bernardo Rufino Pereira foi preso injustamente pela segunda vez no lugar de um criminoso morto. Anos antes, os documentos do mecânico foram roubados e usados pelo homem no Maranhão (entenda ao longo da reportagem). A defesa de André informou que ele foi detido por conta de um erro da Justiça do Maranhão. Um vídeo mostra o momento da prisão, que aconteceu enquanto ele trabalhava em Goiânia (assista acima).
“Ele já foi inocentado, tô achando até estranho isso aí. De novo? Na época tinha até uma divergência […] Cara tinha tatuagem ”, argumentou Carlos Eduardo, chefe de André na oficina.
“Bem diferente de mim”, completou André.
“Você tem que ver no Judiciário”, respondeu o policial que cumpria o mandado.
O g1 questionou sobre a prisão ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por e-mail nesta sexta-feira (24), mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Segundo o advogado de defesa Humberto Vasconcelos Faustino, André foi preso na quinta-feira (23) por meio de um mandado de prisão igual ao que havia sido cumprido incorretamente em 2022. A Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) confirmou que foi emitido o alvará de soltura do mecânico. Ele foi solto após 12 horas. Da primeira vez, em 2022, foram 18 dias na prisão.
“Dessa vez a gente conseguiu demonstrar ao Tribunal de Justiça do Maranhão que esse mandado de prisão tinha sido cumprido outra vez e, segundo a servidora que me atendeu, ela reconheceu que tava em duplicidade”, informou a defesa de André.
O vídeo divulgado no início desta reportagem mostra André sendo revistado e colocado na viatura. Emocionado, o chefe do mecânico lamentou a prisão.
“Aparecia viatura aqui na frente e a gente já ficava afetado por causa do trauma e aí acontece de novo, nem sei como vai ficar a cabeça dele. Muito ruim. É uma pessoa trabalhadora, convive com a gente, pra mim é tipo um filho”, desabafou.
Erro na justiça leva inocente para cadeia pela segunda vez
A família de André contou que em 2012 ele teve os documentos roubados em um assalto e chegou a registrar um boletim de ocorrências. Porém, a identidade dele teria sido usada por Rômulo Sobral.
Durante a prisão, Rômulo apresentou o documento de André, mas com a foto de outra pessoa. Segundo a polícia, o suspeito acabou fugindo da cadeia e um mandado de prisão foi expedido pela Justiça maranhense com os dados pessoais do mecânico goiano.
“Achei uma injustiça muito grande. Eu saí para trabalhar e 9h ele me ligou dizendo que estava sendo preso e era para arrumar um advogado para ele. Eu fiquei desesperada, comecei a chorar, não sabia o que fazer, porque a gente sempre trabalhou certinho”, disse Lúcia Aparecida Leite, esposa de André.
Na época, o irmão de André, Antônio Bernardo, ficou revoltado com a situação. “Meu irmão [ficou] preso lá por causa de vagabundo que falsificou o documento dele. Ele [ficou] pagando por algo que não fez, [ficou] no lugar errado. Eu, como irmão, preferia estar no lugar dele e ele solto”, disse.
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JBS é multada pela CGU em R$ 170 milhões por pagar propina a responsável por fiscalizar frigorífico | Goiás
Lidiane 23 de maio de 2024
A JBS S/A foi multada em R$ 170 milhões por pagar propina a um responsável por fiscalizar um frigorífico em Mozarlândia, na região noroeste de Goiás. Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), a empresa pagou R$ 381,5 a um auditor fiscal federal Agropecuário do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
A decisão é do último dia 21 de maio e foi publicada no Diário Oficial de União (DOU) desta quinta-feira (23). Em nota, a empresa afirmou que a decisão cabe recurso, que os pagamentos feitos são relativos a horas extras e ocorreram conforme o artigo 102, item 18 do Decreto 30691/1952, que vigorou até 2017 (leia íntegra da nota no fim desta reportagem).
Investigação e processos
Segundo a CGU, o pagamento da propina foi descoberto durante a Operação Conduta de Risco, da Polícia Federal (PF). A investigação conseguiu a quebra do sigilo bancário do auditor e identificou depósitos mensais da empresa e de funcionários dela na conta do servidor público.
As provas produzidas no inquérito foram compartilhadas com a CGU e o MAPA, que abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o auditor fiscal. O nome do servidor público não foi divulgado. O g1 não localizou a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
Além do PAD do MAPA, a CGU também abriu um Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) contra a JBS S/A. Segundo Controladoria, este processo resultou em uma pena de multa pecuniária de R$ 170.165.385,68 a ser paga pela empresa à Administração Pública.
Íntegra da nota da empresa
Com relação ao processo administrativo (PAR) da CGU, a JBS esclarece que cabe recurso à decisão. Os pagamentos efetuados dizem respeito a horas extras, e ocorreram de acordo com art. 102, item 18 do Decreto 30691/1952, que vigorou até 2017.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Polícia Científica trabalha em imagens 3D no caso de mulher morta por fisiculturista em GO
Lidiane 23 de maio de 2024
A Polícia Científica já trabalha na geração de imagens 3D para identificar e detalhar as lesões no corpo de Marcela Luise de Souza, de 31 anos. A mulher, morreu na segunda-feira (20/5). Ela estava internada desde o último dia 10 de maio em um hospital particular de Aparecida de Goiânia, para onde foi levada pelo próprio companheiro, o fisiculturista Igor Porto Galvão, em decorrência de supostas agressões cometidas por ele.
O intuito é identificar e detalhar os ferimentos e contrastar com a versão dada por Igo. Ele afirma que a companheira caiu em casa, porém, ao chegar no hospital, Marcela tinha traumatismo craniano e 8 costelas quebradas. O fisiculturista foi preso após funcionárias do hospital suspeitarem de que a mulher foi vítima de agressão doméstica e chamarem a polícia.
As imagens 3D foram feitas por um aparelho de tomografia, na terça-feira (21/5), após a morte de Marcela, e vão possibilitar que a perícia identifique cada uma das fraturas e lesões sofridas pela mulher.
“Localizar esses vestígios, a localização exata, a dimensão e a profundidade cada fratura com a história que foi apresentada pelo suspeito, vai ser muito importante para que a nossa colega delegada possa concluir as investigações”, disse o superintendente da Polícia Científica Ricardo Matos à TV Anhanguera.
A equipe médica, o fisiculturista disse que Marcela estava limpando a casa quando escorregou, caiu e iniciou o processo de convulsão, o que teria gerado as lesões.
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Ele ainda teria dado um banho na companheira e a levou para o hospital, onde, de imediato, foi encaminhada para uma cirurgia e depois para a UTI.
Bruna Coelho, a delegada responsável pelo caso, informou que o fisiculturista já tinha agredido a mulher, chegando a responder a um inquérito por lesão corporal contra ela e, também, em um caso de violência contra outra ex-namorada.
“Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
Segundo ela, o próximo passo é finalizar as diligências para remeter o inquérito ao Poder Judiciário.
Polícia vai usar imagens em 3D para analisar lesões em mulher morta após ser levada a hospital por fisiculturista com sinais de espancamento; entenda | Goiás
Lidiane 22 de maio de 2024
Morre mulher levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento
Ao g1, os advogados de Igor, Thiago Marçal Ferreira Borges e Gelicio Garcia de Morais Júnior, lamentaram a morte de Marcela e disseram que entrarão com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares.
As imagens foram feitas por meio de um aparelho de tomografia, na terça-feira (21). Geradas pelo aparelho, as imagens vão possibilitar que a perícia identifique precisamente cada uma das lesões e fraturas encontradas.
Segundo Ricardo Matos, superintendente da Polícia Científica, as imagens feitas em 3D são de extrema importância para confrontar a hipótese de queda da vítima, apresentada pelo fisiculturista suspeito ao levar a esposa pro hospital em estado gravíssimo.
“Foi muito importante trazê-la, uma vez que, o histórico trazia uma situação de uma única queda. Havia também o histórico de múltiplas fraturas. Então, localizar esses vestígios, a localização exata, a dimensão e a profundidade cada fratura com a história que foi apresentada pelo suspeito, vai ser muito importante para que a nossa colega delega de polícia da delegacia da mulher (Deam) possa concluir as investigações”, disse Ricardo à TV Anhanguera.
Os resultados da perícia devem ser entregues dentro do prazo de uma semana. Marcela morreu na última terça-feira (21), após 11 dias internada em estado gravíssimo em um hospital particular de Aparecida de Goiânia.
Quais foram os ferimentos da mulher?
O que o suspeito alegou no hospital?
Segundo a delegada, o homem disse para a equipe médica que Marcela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele contou que deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
“Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Mãe de mulher que morreu após ser levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento diz que chegou a abraçá-lo: ‘pedi para ele cuidar dela’ | Goiás
Lidiane 22 de maio de 2024
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
A mãe de Marcela Luise de Souza Ferreira, que morreu após ser levada ao hospital pelo fisiculturista Igor Porto Galvão com sinais de espancamento, disse que chegou a abraçá-lo depois que ele avisou que a mulher, de 31 anos, estava internada. À TV Anhanguera, Maria Aparecida Freitas, contou que o homem também falou para ela que a filha tinha caído.
“Vim sem saber o que tinha acontecido com a minha filha. Ele [Igor] estava sentado no batente da casa dele. Eu sentei ao lado dele. Eu abracei esse homem. Eu pedi força para ele. Eu pedi para ele cuidar da minha filha”, relembrou a mãe de Marcela.
Em entrevista à TV Anhanguera, a delegada contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse.
Morre mulher levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento
Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
Um vídeo mostra quando o carro com o casal deixa o condomínio em que eles moravam – assista abaixo. A imagem mostra a data e o horário em que o registro foi feito: 10 de maio de 2024 às 16h19 min, dia em que Marcela deu entrada no hospital. Pelo para-brisa, é possível ver o motorista e o quebra sol do passageiro dianteiro aberto.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
A investigação da polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esse motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Morre mulher agredida por fisiculturista que alegou acidente doméstico, diz família – País
Lidiane 21 de maio de 2024
A esposa do fisiculturista Igor Porto Galvão, preso suspeito de tentativa de feminicídio, morreu em Aparecida de Goiânia, Goiás, na noite de segunda-feira (20). Conforme o g1, Marcela Luise, de 31 anos, foi levada ao hospital por Igor com suspeitas de espancamento, tendo oito costelas quebradas, traumatismo craniano e escoriações na pele. O fisiculturista alegou que ela havia “caído da própria altura” dentro de casa.
Marcela deu entrada inconsciente no hospital no último dia 10 de maio, e ficou internada em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Apesar de Igor alegar acidente doméstico, a equipe que atendeu a vítima no hospital apontou que a gravidade dos ferimentos não era condizente com a versão apresentada pelo suspeito.
Igor foi preso por suspeita de tentativa de feminicídio na última sexta-feira (17), já tendo histórico de violência doméstica e de um inquérito policial por agressão. Após audiência na segunda, a Justiça manteve a prisão.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Conforme a delegada a frente da ocorrência, Bruna Coelho, as investigações iniciaram após uma denúncia do hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
Investigações do caso
A polícia realizou uma perícia na casa em que ocorreu o acidente. “Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, afirmou Bruna Coelho. A hipótese é de que Igor levou Marcela para um pronto-socorro depois de espancá-la.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI. Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”.
A defesa de Igor afirmou que deve entrar com pedido para a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares. Além disso, lamentou o falecimento de Marcela.
Morre mulher espancada por fisiculturista que alegou queda em casa, diz família | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
A Justiça manteve a prisão de Igor em audiência na tarde de segunda-feira (20). Ao g1, a defesa do fisiculturista disse que vai entrar com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares. Os advogados de Igor, Thiago Marçal Ferreira Borges e Gelicio Garcia de Morais Júnior, justificaram ainda que, no ponto de vista da defesa, “não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública”. Além disso, disseram que, o fisiculturista não interferiu no andamento da investigação (leia a nota completa ao final da reportagem).
Marcela ficou em coma e estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O suspeito foi preso após levar a vítima para o hospital e dizer que ela caiu em casa. Ela foi levada para o hospital inconsciente no último dia 10 de maio. Segundo a Polícia Civil (PC), ela teve traumatismo craniano e oito costelas quebradas, além de escoriações pelo corpo.
Igor Porto Galvão foi preso na sexta-feira (17), próximo à casa onde o casal vivia. Segundo a delegada, ele tem um histórico de violência doméstica contra uma ex-namorada e contra Marcela.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse.
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esse motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio tentado.
Nota da defesa de Igor na íntegra:
“No ponto de vista da defesa, não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal. Explico: o Igor possui profissão lícita, é nutricionista e educador físico, tem endereço fixo, é primário. Em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário, a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de fazer perícia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega advogado que estava acompanhando o Igor, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da autoridade policial. Até o presente momento o Igor não foi ouvido. A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere.”
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Nesta segunda-feira (20), o Poder Judiciário realizou a audiência de custódia realizada, ocasião em que foi mantida à prisão do fisiculturista suspeito de espancar a mulher em Aparecida de Goiânia na sexta-feira (17).
A desconfiança da Polícia Civil (PC) começou quando o suspeito levou a companheira a um hospital da cidade, alegando que ela teria escorregado enquanto limpava a casa. A vítima chegou a unidade de saúde inconsciente e segue, em coma, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
No Boletim Médico, a informação é de que a vítima teve fraturas na cabeça, clavícula e costelas, além de ferimentos e hematomas na boca, olhos, pernas e braços. A perícia na casa onde o casal morava apontou, no entanto, que as lesões não são compatíveis com uma queda como alegou o suspeito.
Conforme a PC através da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, a vítima de 31 anos, está internada há mais de uma semana. “O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, informa o Boletim de Ocorrência.
Histórico
A investigação da PC descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica, que inclui antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual companheira. Nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado.
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Fisiculturista preso por espancar mulher e alegar que ela caiu em casa tem denúncias de brigas com vizinho e funcionário de supermercado, diz delegada | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo. Tem ocorrências de brigas com uma vizinha por causa de cachorro e com o caixa de um supermercado. Vizinhos disseram que ouviam brigas e discussões, além de denúncias anônimas do condomínio por agressão e barulho”, disse a delegada.
Ao g1, os advogados Thiago Marçal e Gelicio Garcia, que representam o fisiculturista, disseram que ele passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (20) e teve a prisão mantida pela Justiça. Afirmaram também que vai se manifestar sobre o processo somente após o depoimento do suspeito, previsto para terça-feira (21).
O fisiculturista foi preso na sexta-feira (17), uma semana depois de levar a mulher inconsciente para o hospital e dizer que ela caiu em casa.
Segundo a delegada, o histórico de agressões, ocorrências de brigas e os relatos de vizinhos de brigas entre o casal demonstram a agressividade e temperamento explosivo do fisiculturista. “São brigas sem motivos aparente, o que demonstra mais ainda a explosão e agressividade dele”, disse.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
Após receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esses motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio tentado.
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