Militares viram réus por torturar major da PM durante treinamentos do Bope e dizer para a família que ele estava com Covid | Goiás
Lidiane 8 de junho de 2024
Major é torturado durante três dias durante curso do Bope
Cinco policiais militares e dois coronéis se tornaram réus por envolvimento na tortura de um major durante um treinamento do Batalhão de Operações Especiais (Bope) em Goiás. Conforme a denúncia do Ministério Público, os militares chegaram a internar o major escondido da família e fingiram que ele estava com Covid-19.
Conforme o documento obtido pela TV Anhanguera, a Justiça determinou que os réus não podem manter contato com a vítima, com familiares dela e as testemunhas do processo.
Veja por quais crimes cada policial militar foi denunciado pelo Ministério Público:
- Coronel Joneval Gomes de Carvalho Júnior: Comandante imediato da vítima junto ao Comando de Missões Especiais foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado e tortura na modalidade de omissão;
- Tenente-coronel Marcelo Duarte Veloso: Comandante do Bope e diretor do Comando de Operações Especiais (Coesp) foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado e tortura na modalidade de omissão;
- Coronel David de Araújo Almeida Filho: Médico do Comando de Saúde, responsável por atuar no local do curso, foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado e tortura na modalidade de omissão;
- Capitão Jonatan Magalhães Missel: Coordenador do curso do Bope foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado e tortura;
- Sargento Erivelton Pereira da Mata: Instrutor do curso do Bope foi denunciado por tortura;
- Sargento Rogério Victor Pinto: Instrutor do curso do Bope foi denunciado por tortura;
- Cabo Leonardo de Oliveira Cerqueira: Instrutor do curso do Bope foi denunciado por tortura;
Em nota, a Polícia Militar do Estado de Goiás disse que, à época dos fatos, todos os procedimentos cabíveis foram adotados – leia nota na íntegra ao final do texto.
O g1 entrou em contato com a defesa de Jonatan Magalhães e Missel e Marcelo Duarte Veloso, via mensagens enviadas por volta das 17h, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem. O advogado de Rogério Victor Pinto disse que se manifestará somente dentro dos autos. A reportagem não conseguiu localizar as defesas demais réus.
O documento ao qual o g1 teve acesso explica que o 12º Curso de Operações Especiais do Bope teve início no dia 13 de outubro de 2021, com uma aula de campo em uma fazenda em Hidrolândia. Lá, todos os alunos, incluindo o major, foram submetidos a um percurso de 16km em uma estrada de terra, equipados com uma mochila e fuzil.
O documento diz que, durante o trajeto, os alunos fizeram flexões, polichinelos e abdominais ao ar livre, enfrentando gás lacrimogêneo. A partir disso, começaram a ser agredidos com tapas na cara e “intensa pressão psicológica”, com xingamentos e provocações, além de afogamento dentro de um tanque com água.
Na madrugada do dia 14, todos foram levados de ônibus para a Base Aérea de Anápolis, onde começaram a ser feitas “Instruções Técnicos Individuais”, que segundo o documento, consistem em técnicas de manuseio de armas, contato tático com o terreno, combate corpo a corpo e outros.
Nas dependências, o Ministério Público afirma que o coordenador do curso, Capitão Jonatan Magalhães, e os instrutores Erivelton, Rogério e Leonardo passaram a agredir violentamente o major. O documento diz que o oficial foi torturado com tapas no rosto, pressão psicológica, varadas, pauladas e açoites de corda na região das costas, nádegas e pernas durante três dias seguidos.
As agressões aconteceram, inclusive, durante um “momento pedagógico”, que conforme a denúncia, “extrapolaram e muito os objetivos do curso”.
O major chegou a reclamar com um colega que a equipe de instrução estava sendo “rigorosa demais com ele” e, por conta disso, ele foi levado para “um mergulho” em um lago frio à noite, sob a justificativa de que seria para amenizar suas lesões.
Depois disso, o Ministério Público narra que as agressões contra a vítima passaram a ser cada vez mais frequentes e severas. Como o major sempre foi mais persistente que outros alunos e tinha alta patente, os instrutores aumentavam o grau de tortura contra ele na expectativa de que ele desistisse do curso.
“Todos compartilhavam do mesmo objetivo: pressionar o ofendido (major) a se desligar do curso, especialmente devido à sua posição como o oficial mais graduado entre os alunos”, diz o MPGO.
O documento narra que, no dia 16 de outubro, o major foi novamente submetido à longas práticas de tortura e precisou ser atendido pela equipe médica do Comando de Saúde, que tinha como médico responsável o Coronel David de Araújo.
Segundo o MPGO, o major foi atendido já bem debilitado, desidratado e com baixa frequência cardíaca. Ele foi desligado do curso por conta disso e, enquanto era conduzido para uma viatura, desmaiou. O major, então, foi levado ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas enquanto ainda estava dentro da ambulância, entrou em coma profundo.
O documento narra que o major teve lesão neurológica grave e não respondia a nenhum estímulo. Além disso, a equipe médica do Huana constatou que ele estava com rabdomiólise – uma ruptura do tecido muscular que faz com que uma proteína seja liberada no sangue e afete os rins.
Mesmo em situação tão grave, na noite do dia 16 de outubro, os policiais decidiram transferir o major para o Hospital Santa Mônica, em Aparecida de Goiânia, pois a unidade é considerada de confiança dos militares. Lá, segundo o documento, o major voltou a ser atendido pelo coronel médico do curso do Bope, David de Araújo.
Segundo o documento, David disse aos médicos do Huana que eles não precisavam comunicar nada do caso à família do major, pois ele mesmo faria. Mas os familiares só foram informados sobre a situação do oficial na manhã do dia 17 de outubro.
Além do coronel médico David de Araújo, os policiais militares Jonatan Magalhães, Marcelo Duarte Veloso e Joneval Gomes de Carvalho também sabiam do estado de saúde do major, mas não fizeram nada. A denúncia descreve a situação como um “pacto de silêncio”.
“Essa conduta negligente e conivente revela a nítida intenção de ocultarem os fatos e impedirem que a família fosse devidamente informada sobre debilidade em que se encontrava o major”, diz o Ministério Público.
O documento diz que os policiais trabalharam juntos para garantir que a informação não chegasse ao conhecimento de ninguém. Por saberem que o estado de saúde do major era grave, esperavam que o oficial morresse e pretendiam alegar que ele teve uma contaminação por Covid-19.
“Certos de que o estado de saúde do major havia atingido níveis críticos e que, por certo, ele não se recuperaria, preferiram aguardar até o seu esperado falecimento, quando poderiam entregar o seu corpo em um caixão lacrado à família, alegando a contaminação pela Covid e impedindo que os fatos viessem à tona e fossem investigados”, diz o documento.
Somente na manhã do dia 17 de outubro é que a esposa do major ficou sabendo da internação do marido. O documento narra que ela tomou conhecimento de que o major estava com Covid através de um amigo de farda pessoal da vítima. A mulher, então, passou a ligar para o coordenador do curso do Bope, que não atendeu às ligações.
Quando a esposa chegou ao hospital, foi informada que só poderia saber sobre o marido pelo médico coronel David. O documento diz que ele chegou ao hospital de uniforme militar completo e arma, dizendo que o major estava com Covid-19 e 40% do pulmão comprometido.
A tomografia comprovando o comprometimento do pulmão do oficial nunca foi apresentada, segundo o Ministério Público. Além disso, uma tomografia feita horas antes no Huana não encontrou sinais de Covid.
Existem documentos médicos que demonstram que o major precisava ser submetido à hemodiálise, por causa dos rins comprometidos, mas isso não foi oferecido na internação feita pelo médico coronel.
A investigação do Ministério Público cita também que a esposa do major também percebeu que, apesar da gravidade, o marido não estava sendo assistido por nenhum médico intensivista e estava sozinho em um cômodo do hospital. O major estava em uma maca, com o corpo coberto por uma manta até o pescoço.
A mulher decidiu transferir o marido para um hospital de confiança, mas segundo a denúncia, o médico coronel tentou colocar vários obstáculos, como a condição da Covid, falta de documentação e outras questões burocráticas.
Depois de muita insistência, conforme o documento, a esposa conseguiu levar o marido para o Hospital Anis Rassi, em Goiânia, onde foram constatadas lesões corporais gravíssimas e exame negativo para coronavírus.
O Ministério Público evidencia que, mesmo depois da mudança de hospital, os policiais envolvidos nos crimes tentaram destruir provas. O documento narra que um informante da polícia, a mando do tenente-coronel Marcelo Duarte Veloso, tentou pegar o prontuário do major no primeiro hospital em que ele foi internado, em Anápolis, dizendo à equipe que representava a família.
Mas, por acaso, a esposa do oficial estava na unidade de saúde naquele momento e impediu a ação. A denúncia também cita outra ocasião, em que um militar, que não está entre os denunciados, foi ao hospital Anis Rassi e tentou acesso ao quarto em que a vítima estava.
“Na ocasião, a esposa da vítima foi informada e se dirigiu até a recepção para conversar com o policial militar, que se recusou a identificar-se, afirmando apenas que lá estaria por determinação do Comando”, diz o documento.
Esse militar, segundo a investigação, era um motorista do tenente-coronel Joneval, um dos denunciados pelos crimes.
Após investigação feita pela Corregedoria da Polícia Militar, o Comando da Academia da Polícia Militar reconheceu irregularidades e aceitou que o major recebesse o diploma de conclusão do curso do Bope.
Porém, segundo o Ministério Público, todos os sete policiais citados continuam trabalhando normalmente e apenas os três instrutores foram punidos com 12 horas de prestação de serviço: Leonardo, Rogério e Erivelton.
O major recebeu alta do hospital no dia 27 de outubro de 2021, mas acabou contraindo uma infecção pelo cateter do tempo de internação e acabou sendo internado na UTI por mais 13 dias.
Atualmente, ele faz intensa fisioterapia pulmonar e motora, mas ainda enfrenta sequelas renais, teve perda de força nos braços e pernas, também sofre com formigamento e choques no corpo.
Fora isso, segundo o Ministério Público, o major ainda lida com um grande trauma emocional causado pelo sentimento de impunidade e “desprezo” de seus companheiros de farda. O documento diz que ele “nunca mais foi o mesmo”.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Golpe da mala: mulher investigada por participação em esquema de tráfico de drogas no Aeroporto Internacional de SP é presa | São Paulo
Lidiane 7 de junho de 2024
A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (6) uma mulher suspeita de participar do esquema que ficou conhecido como “golpe da mala”, em que drogas são enviadas para o exterior após a troca de etiquetas retiradas de bagagem de viajantes inocentes no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Segundo o delegado Marco Aurélio Morini, a mulher seria integrante da organização criminosa responsável pela prisão injusta das goianas Kátina Baia e Jeane Paolini, na Alemanha, no início de 2023. Elas tiveram as malas trocadas e foram detidas com 41 quilos de cocaína.
As goianas ficaram 38 dias presas por tráfico internacional de drogas em Frankfurt e só foram soltas depois que a polícia alemã analisou a investigação feita pela PF do Brasil, e também as imagens de câmeras de segurança que mostram a ação da quadrilha no aeroporto.
Brasileiras presas injustamente por tráfico de drogas na Alemanha reencontram a família
Nesta quinta, de acordo com o delegado, a suspeita chegou ao aeroporto com uma mala, acompanhada de uma menor de idade. Ela seguiu para o check-in no saguão e entregou a bagagem para outro participante do esquema criminoso. Depois disso, ela deixou o local.
A mulher não era funcionária de nenhuma empresa que presta serviço no aeroporto. O delegado afirmou à TV Globo que a prisão encerra o caso, que soma 17 detidos.
Em julho de 2023, a PF deflagrou a Operação Efeito Colateral para prender integrantes da quadrilha responsável pelo esquema de tráfico internacional de drogas que levou para a cadeia as brasileiras. No época, 16 pessoas foram presas e 27 mandados de busca e apreensão, cumpridos.
Bebê que morreu após ser atacada por cachorro ficou cerca de uma hora sozinha em casa, diz polícia | Goiás
Lidiane 7 de junho de 2024
Bebê de 5 meses morre após ser atacada por cachorro em Cidade Ocidental
A pequena Isis da Silva Sobrinho, de cinco meses, que morreu após ser atacada por cachorro vira-lata da família, ficou cerca de uma hora sozinha em casa, disse a Polícia Civil. Segundo a delegada Dilamar de Castro, a bebê foi deixada dormindo no sofá de casa pelos pais, que saíram para fazer compras.
O caso aconteceu na terça-feira (4), em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal (DF). A criança foi resgatada pelo tio, que estava na casa no momento do ataque, e levada ao hospital, mas morreu. O g1 não localizou a defesa dos pais até a última atualização desta reportagem.
Segundo a delegada, os pais da bebê moram em outra casa e estavam na casa da mãe do pai, onde seria realizado um churrasco. “Os avós estavam trabalhando, o tio estava no quintal preparando o local e os pais disseram que saíram para comprar álcool para acender a churrasqueira”, explicou.
O tio da bebê contou à polícia que viu o irmão, pai da criança, sair de casa, mas não viu que a mãe o acompanhou, deduzindo que ela estava na residência. Disse ainda que ouviu o choro da criança e foi verificar o que era, quando encontrou a sobrinha no quintal sendo mordida e arrastada pelo animal.
A avó da criança, que preferiu não se identificar, informou que o cachorro estava com a família há 5 anos. Disse ainda que o cachorro nunca atacou ninguém antes. “Nunca tinha acontecido dele fazer nada disso com ninguém. Brincava com todo mundo, era um cachorro que brincava”, disse a avó.
Segundo a delegada, o cachorro que matou a bebê de cinco meses não tinha se alimentado no dia do ataque. Os policiais relataram que no local não tinha alimento para o cachorro, que estava sem se alimentar, possivelmente, porque os donos da casa estavam trabalhando”, explicou Dilamar.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Médico e farmacêuticos são presos suspeitos de venda ilegal de remédios controlados após morte de estudante de medicina por overdose | Goiás
Lidiane 6 de junho de 2024
Polícia prende suspeitos de venda ilegal de medicamentos controlados em Mineiros
Uma operação da Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (6) um médico, dois farmacêuticos e um funcionário de uma farmácia suspeitos de venda ilegal de medicamentos controlados, em Mineiros, no sudoeste do estado. Segundo a investigação, o caso começou a ser apurado após uma estudante de medicina morrer em outubro de 2023 e ter a causa da morte apontada como suicídio, o que foi negado pelo laudo cadavérico, que apontou overdose de medicamentos. Os suspeitos foram presos por associação criminosa.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem. Um posicionamento foi pedido aos respectivos conselhos profissionais dos presos, mas também não houve retorno.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Thiago Martinho, foram encontradas mensagens no celular da estudante solicitando as medicações para o funcionário de uma farmácia afirmando que não conseguia dormir, mas que tinha planos para o dia seguinte.
“Nas mensagens do celular dela, a estudante falava que não conseguia dormir e pedia para mandar um medicamento ainda mais forte para ela. Ela tinha planos para o outro dia. Ela não tinha a intenção de se matar, ela misturou muitos medicamentos perigosos e acabou ocasionando a morte”, afirmou o delegado.
Ao g1, Martinho detalhou a participação dos envolvidos presos. A investigação apontou que o médico preso assinava as receitas dos medicamentos vendidos de forma ilegal, o que facilitava a venda para os clientes, incluindo a estudante, que não tinha prescrição médica para usá-los.
Os farmacêuticos presos recebiam essas receitas por meio de contato direto com o médico e, com elas, conseguiam fazer a liberação dos medicamentos controlados para a venda. Já o funcionário da farmácia, segundo a investigação, era o responsável por oferecer aos clientes e concluir a venda dos remédios.
“O que a gente apurou hoje, com a quebra do sigilo telefónico deles, é de que de fato eles praticavam a venda reiteradamente de medicamentos controlados”, disse Thiago Martinho.
Assim, as vendas eram vistas como legais pelo órgão responsável por verificar as farmácias, já que existiam as receitas devidamente assinadas e carimbadas por um médico. O delegado ainda informou que remédios como Morfina, Ozempic e Rivotril estavam entre os oferecidos ilegalmente.
Thiago afirmou ainda que, ao ser interrogado após a prisão, o funcionário confessou o crime e detalhou como o médico participavam do esquema criminoso. Os depoimentos do médico e dos farmacêuticos não tinham sido divulgados até a última atualização desta reportagem.
Mandados de busca e apreensão foram também cumpridos nas farmácias onde os suspeitos atuavam. A polícia acredita que os proprietários das farmácias não tinham envolvimento com o esquema criminoso. Ao todo, seis mandados foram cumpridos na operação intitulada Operação Morfina.
Perito preso por corrupção
Segundo o delegado, enquanto comiam, alguns peritos do IML começaram a conversar sobre a morte da estudante e que, durante o assunto, o suspeito informou que mexeu no celular da vítima. Ainda durante a conversa, o perito informou ao delegado que a vítima tinha R$ 6 mil e perguntou se seria errado fazer a transferência do valor para eles.
O delegado contou ao g1 que informou que o ato era ilegal e que o dinheiro deveria ser destinado aos familiares da vítima. Após a conversa, o investigador, juntamente com outro agente policial, foram até o IML e pediram para que o perito mostrasse o celular da vítima e suas contas bancárias, momento em que constaram ter apenas o valor de R$ 1 mil na conta.
O suspeito foi conduzido à delegacia e recebeu voz de prisão na época por corrupção ativa, por oferecer vantagem indevida a um funcionário público, nesse caso, ao delegado. O perito se encontra solto e, segundo Thiago Martinho, o inquérito aguardava a operação feita nesta quinta-feira para seguir com as investigações.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
VÍDEO: Ex-presidente Jair Bolsonaro anuncia visita a Goiás e confirma passagem por Catalão
Lidiane 6 de junho de 2024
A data exata das visitas ainda não foi divulgada, a expectativa é de que esses encontros estejam diretamente relacionados às eleições municipais de 2024
Em um vídeo divulgado na noite desta quarta-feira, 05, o ex-presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, anunciou que realizará uma série de visitas a diversas cidades do estado de Goiás. A mensagem foi compartilhada nas redes sociais do Senador da República por Goiás e Presidente do Partido Liberal (PL) de Goiás, Wilder Morais.
Bolsonaro afirmou que passará por cidades como Jataí, Rio Verde, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis e Catalão. Embora a data exata das visitas ainda não tenha sido divulgada, a expectativa é de que esses encontros estejam diretamente relacionados às eleições municipais de 2024. Assista:
O vídeo, que rapidamente viralizou nas redes sociais, destaca a importância da presença de Bolsonaro na região, sinalizando um forte apoio às campanhas municipais do Partido Liberal. Wilder Morais, em seu pronunciamento, incentivou a participação popular nos eventos, enfatizando a relevância da mobilização dos eleitores ao lado do ex-presidente.
“E queremos ver vocês todos em peso em nossos eventos ao lado do nosso presidente.”, afirmou Wilder, convocando os apoiadores para se engajarem nas atividades programadas.
Impacto na Política Local
A visita de Jair Bolsonaro a Goiás promete movimentar o cenário político de Catalão. Conhecido por sua forte base de apoiadores, o ex-presidente continua a ser uma figura influente e seu envolvimento pode trazer impactos significativos para as campanhas dos candidatos do PL.
Os eventos planejados deverão atrair grande atenção da mídia e da população, contribuindo para fortalecer as estratégias eleitorais dos candidatos apoiados por Bolsonaro. A expectativa é de que essas visitas sirvam para consolidar alianças políticas e ampliar o alcance das propostas dos candidatos do partido.
Grupos favoráveis ao ex-presidente já se organizam para recepcioná-lo nas cidades mencionadas, enquanto a oposição critica o movimento, apontando para a polarização que a presença de Bolsonaro pode causar.
Com a data das visitas ainda a ser confirmada, os preparativos seguem em ritmo acelerado. A agenda detalhada e os locais específicos dos eventos deverão ser divulgados em breve pelos canais oficiais do Partido Liberal e dos organizadores locais.
Enquanto isso, os eleitores goianos aguardam com expectativa a chegada do ex-presidente, cujo apoio pode ser decisivo nas eleições municipais de 2024.
Pais de bebê que morreu após ser atacada por cachorro pagam fiança de R$ 1,4 mil cada e são soltos | Goiás
Lidiane 6 de junho de 2024
Os pais da bebê que morreu após ser atacada por um cachorro vira-lata pagaram dois salários mínimos para serem soltos, disse a delegada Dilamar de Castro. Segundo a Polícia Civil (PC), a pequena Isis da Silva foi deixada dormindo no sofá de casa pelos pais, que saíram para fazer compras.
O caso aconteceu na terça-feira (4), em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. A criança foi resgatada pelo tio, que estava na casa no momento do ataque, e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O g1 não localizou a defesa dos pais até a última atualização desta reportagem.
Segundo a delegada responsável por investigar a morte da criança, os pais dela foram presos e, cada um deles, pagou R$ 1.412. “O delegado plantonista autuou eles por homicídio culposo, [quando não há intenção de matar]. Esse crime permite o pagamento de fiança em razão da tipificação”, explicou.
O tio da bebê contou à polícia que viu o irmão, pai da criança, sair de casa, mas não viu que a mãe o acompanhou, deduzindo que ela estava na residência. Disse ainda que ouviu o choro da criança e foi verificar o que era, quando encontrou a sobrinha no quintal sendo mordida e arrastada pelo animal.
Bebê de 5 meses morre após ser atacada por cachorro em Cidade Ocidental
A avó da criança, que preferiu não se identificar, informou que o cachorro estava com a família há 5 anos. Disse ainda que o cachorro nunca atacou ninguém antes. “Nunca tinha acontecido dele fazer nada disso com ninguém. Brincava com todo mundo, era um cachorro que brincava”, disse a avó.
“O que a gente vai fazer agora é tentar entender o que aconteceu anteriormente a morte dessa criança. Se houve algum evento além desse ataque do animal da família”, finalizou a delegada.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Fica 2024 celebra o talento feminino com quase metade das produções dirigidas por mulheres – Curta Mais
Lidiane 5 de junho de 2024
A 25ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) é a edição com o maior número de mulheres à frente dos filmes inscritos nas mostras competitivas. Dos 61 diretores creditados, 29 são mulheres, o equivalente a 47,5% do total.
As mostras Washington Novaes e a de Cinema Indígena e Povos Tradicionais foram as que mais concentraram diretoras, com 52,9% e 57,9%, respectivamente. Somente a mostra de Cinema Indígena, inédita esse ano, teve 11 diretoras, de 19 creditados.
Já a mostra do Cinema Goiano, possui metade da direção realizada por mulheres. Das quatro mostras competitivas, apenas a mostra Becos da Minha Terra, exclusiva para produções da cidade de Goiás, teve menos mulheres dirigindo as obras.
Uma das diretoras contempladas, Marta Faria da Silva está competindo com o filme “Meada Cor Kalunga” ressalta que a representatividade feminina é uma forma das mulheres falarem por si mesmas.
“É muito importante esse aumento no número de mulheres. Eu estou muito feliz em estar participando com outras mulheres, estou conhecendo coisas que não conhecia e achava que não era capaz. Então isso é mostrar para as mulheres que a gente pode, é levar a nossa história. Vamos tomar a frente do nosso poder e da nossa luta”, celebra.
O Fica 2024 será realizado de 11 a 16 de junho, na cidade de Goiás. O festival conta com apoio do programa Goiás Social; das secretarias de Estado da Retomada; de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad); Saneago; Universidade Estadual de Goiás (UEG), Instituto Federal de Goiás (IFG); Serviço Social do Comércio (Sesc) e Prefeitura da cidade de Goiás.
Bebê de cinco meses morre após ser atacada por cachorro, diz polícia | Goiás
Lidiane 5 de junho de 2024
Bebê de 5 meses morre após ser atacada por cachorro em Cidade Ocidental
Uma bebê de apenas cinco meses morreu após ser atacada por um cachorro em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, a bebê foi deixada dormindo no sofá de casa pelos pais enquanto eles faziam compras. Os responsáveis por Isis da Silva Sobrinho foram presos por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dos pais até a última atualização desta reportagem.
O caso aconteceu na terça-feira (4). A criança foi resgatada pelo tio, que estava na casa no momento do ataque. Ela chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Em depoimento à polícia, o tio informou que estava em outra casa localizada no mesmo lote, que viu o irmão, pai da criança, sair de casa, mas não viu que a mãe o acompanhou, deduzindo que ela estava na residência. Disse ainda que ouviu o choro da criança e foi verificar o que era, quando encontrou a sobrinha no quintal de casa sendo mordida e arrastada pelo animal.
Os relatos da polícia afirmam que o cachorro da família estava preso, mas conseguiu escapar por um buraco na grade. Isis teve lesões na cabeça e partes do corpo dilaceradas, conforme apontou a equipe médica que a atendeu.
Os médicos responsáveis pelo atendimento da vítima acionaram a Polícia MIlitar (PM), devido a gravidade dos ferimentos que foram encontrados em Isis. Segundo a delegada que investiga o caso, Dilamar de Castro, a polícia vai investigar o que houve antes da morte da criança e se algo além do ataque aconteceu.
“O que a gente vai fazer agora é tentar entender o que aconteceu anteriormente a morte dessa criança. Se houve algum evento além desse ataque do animal da família. O legista que fez a autópsia, disse que existem lesões que são compatíveis com o ataque de animal”, disse a delegada à TV Anhanguera.
A avó da criança, que preferiu não se identificar, informou que o cachorro estava com a família há 5 anos. Disse ainda que o cachorro nunca atacou ninguém antes.
“Nunca tinha acontecido dele fazer nada disso com ninguém. Brincava com todo mundo, era um cachorro que brincava”, disse a avó.
Além de homicídio culposo, os pais foram presos em flagrante por omissão na guarda de animal perigoso. O casal pagou fiança no valor de R$ 1,412 e foi solto.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Vídeo mostra tiroteio por briga de herança dentro de casa em Goiás – Surgiu
Lidiane 5 de junho de 2024
A Polícia Militar prendeu um homem suspeito de atirar contra a casa do sobrinho, em uma fazenda localizada em Moiporá, no oeste goiano. Um vídeo mostra os momentos de tensão vividos pela família. Segundo os militares, uma das vítimas contou que a motivação do crime é uma briga por herança.
O crime aconteceu na segunda-feira (3). Na filmagem, é possível ouvir os disparos feitos contra a casa da família. Uma mulher, que grava o vídeo, fica muito nervosa e começa a gritar pelos outros moradores, para checar se eles estavam bem.
O vídeo também mostra quando a mulher também conversa com uma criança, que tomava banho durante o tiroteio. Ela acalma a menina, para que ela não ficasse ainda mais assustada. “Está tudo bem, meu amor. Foi só um susto”, diz a mulher.
Um dos moradores da casa chamou a polícia e explicou que o atirador é seu tio. Segundo a vítima, os dois são vizinhos de fazenda, mas têm uma convivência conturbada há cerca de 5 anos por conta da partilha de uma herança.
Os policiais informaram que o suspeito foi localizado e preso com três armas de fogo: uma pistola 9 milímetros, um rifle Carabina-22 e uma espingarda de pressão 5.5, além de diversas munições. Vítimas e o suspeito foram levados para a Delegacia de São Luís de Montes Belos, onde o tio foi autuado.
Vídeo mostra tiroteio por briga de herança dentro de casa em Goiás, diz polícia | Goiás
Lidiane 5 de junho de 2024
Vídeo mostra família em pânico durante tiroteio por briga de herança, diz PM
A Polícia Militar prendeu um homem suspeito de atirar contra a casa do sobrinho, em uma fazenda localizada em Moiporá, no oeste goiano. Um vídeo mostra os momentos de tensão vividos pela família (assista acima). Segundo os militares, uma das vítimas contou que a motivação do crime é uma briga por herança.
O g1 não localizou a defesa do suspeito até a última atualização da reportagem.
O crime aconteceu na segunda-feira (3). Na filmagem, é possível ouvir os disparos feitos contra a casa da família. Uma mulher, que grava o vídeo, fica muito nervosa e começa a gritar pelos outros moradores, para checar se eles estavam bem.
O vídeo também mostra quando a mulher também conversa com uma criança, que tomava banho durante o tiroteio. Ela acalma a menina, para que ela não ficasse ainda mais assustada. “Está tudo bem, meu amor. Foi só um susto”, diz a mulher.
Um dos moradores da casa chamou a polícia e explicou que o atirador é seu tio. Segundo a vítima, os dois são vizinhos de fazenda, mas têm uma convivência conturbada há cerca de 5 anos por conta da partilha de uma herança.
Os policiais informaram que o suspeito foi localizado e preso com três armas de fogo: uma pistola 9 milímetros, um rifle Carabina-22 e uma espingarda de pressão 5.5, além de diversas munições. Vítimas e o suspeito foram levados para a Delegacia de São Luís de Montes Belos, onde o tio foi autuado.
O g1 entrou em contato com a Delegacia de São Luís de Montes Belos para saber se alguma medida protetiva foi concedida à família ameaçada, já que o suspeito é vizinho da propriedade, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.
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