7 de março de 2026
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  • 18:32 Sesi inicia campanha de vacinação contra gripe nesta sexta-feira
  • 14:48 Lula volta a cobrar ação de homens contra violência às mulheres
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O deputado Mauro Rubem (PT) apresentou dois projetos de lei na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) propondo a concessão do Título de Cidadania Goiana a duas figuras do cenário jurídico e político nacional: o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin Martins, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Enrique Ricardo Lewandowski.

A proposta de lei nº 13876/25 busca homenagear Cristiano Zanin Martins. Como advogado, ele ganhou destaque nacional e internacional por sua atuação na denúncia de abusos no sistema penal, tornando-se um símbolo contra o uso político do direito e as violações ao devido processo legal. Sua ascensão ao STF, segundo a justificativa do projeto, valorizou a advocacia como pilar essencial da Justiça. Desde então, Zanin tem desempenhado sua função com sobriedade e equilíbrio, sempre atento à dignidade humana e à função contramajoritária da corte. 

Já o projeto de lei nº 13877/25 visa reconhecer Enrique Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública e ex-presidente do STF, como cidadão goiano. Ele tem trajetória marcada pela seriedade acadêmica. Professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Lewandowski atuou por mais de 16 anos no STF, construindo um legado em favor dos direitos fundamentais e do equilíbrio entre os Poderes.

Como presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, o homenageado liderou pautas estruturantes e se posicionou de forma decisiva para a democracia brasileira. Está à frente do Ministério da Justiça desde fevereiro de 2024. 

Ambas as propostas serão encaminhadas para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde serão distribuídas para relatoria parlamentar.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) realizou, na última segunda-feira (2/6), uma operação que resultou na prisão em flagrante de um servidor da Ciretran (unidade regional) de São Miguel do Araguaia, cidade do extremo noroeste do estado. O servidor da unidade foi detido sob suspeita de extorquir usuários por meio de infrações de trânsito inexistentes.

As investigações tiveram início após denúncias anônimas à Gerência de Atendimento Regional. Segundo relatos, o servidor, que também é advogado, simulava multas nos veículos de vítimas vulneráveis, como mulheres, idosos e moradores de baixa escolaridade, residentes em um assentamento da região.

“Ele se aproveitava da fragilidade dessas pessoas para ludibriá-las”, afirma o presidente do Detran, Delegado Waldir, que acrescenta que o servidor recebia cerca de R$ 1 mil por dia e vinha realizando a prática há um ano.

De acordo com as denúncias, o servidor oferecia a “retirada” dessas multas inexistentes mediante pagamento de R$ 150,00 por infração. O pagamento era solicitado via transferência Pix ou em espécie.

“Diante da gravidade dos fatos, o Núcleo de Inteligência e Combate à Corrupção do Detran-GO desencadeou imediatamente uma operação, com apoio da Assistência Policial Militar do órgão”, informou o Detran em comunicado.

Durante a ação, agentes realizaram buscas na Ciretran e apreenderam documentos usados no esquema de falsificação. Em seguida, o servidor foi levado à Delegacia de Polícia de São Miguel do Araguaia, onde se confirmou a prática dos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e peculato (furto praticado por servidor público).

Não dê dinheiro para funcionário corrupto’

O presidente do Detran Goiás, Delegado Waldir, afirmou ao PORTAL NG que o órgão mantém um serviço de inteligência ativo para combater a corrupção nas Ciretrans.

“A partir do que a gente assumiu o Detran, cerca de dois anos atrás, esse serviço proporcionou a prisão de mais 100 servidores, o afastamento de servidores efetivos, comissionados, temporários”, diz.

“Fechamos as maiores Ciretrans do Estado, casos de Aparecida de Goiânia e Anápolis. Várias outras estão sendo fechadas em razão da conduta criminosa”, explicou.

Delegado Waldir, presidente do Detran Goiás: “Lugar de servidor corrupto é na cadeia”

Para evitar fraudes, o Detran migra parte dos atendimentos para o Vapt Vupt e em breve para o Condomínio Goiás, além de informatizar todos os processos, tornando-os online.

Questionado sobre o caso de São Miguel do Araguaia, o delegado afirmou que o servidor agia de forma isolada.

“A gente já fez o levantamento, mandamos servidores de inteligência para lá e confirmamos que não havia conluio”, disse.

Sobre as Ciretrans, ele declarou que ficaram “abandonadas ao longo do tempo” e que isso se tornou “um câncer”. Delegado Waldir destacou ainda a necessidade de qualificar e valorizar os servidores, mas ressaltou: “Nada é justificativo para roubar. Em nenhum serviço do Detran você paga centavo a servidor; pague a taxa no banco ou no PIX do Detran. Não dê dinheiro para funcionário corrupto”.

O delegado lembrou que o cidadão pode denunciar casos de corrupção pelo telefone 154 ou diretamente a ele, no número (62) 9991-4500.

“Lugar de servidor corrupto é na cadeia, não no Detran Goiás”, finalizou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Decisão também foi motivada pelo Tribunal ter aberto uma investigação contra os norte-americanos para apurar crimes de guerra no Afeganistão; o governo diz que ações são “infundadas”

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), impôs sanções contra 4 ministros do TPI (Tribunal Penal Internacional) por emitirem um mandado de prisão contra o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, e por abrir uma investigação contra os norte-americanos para apurar crimes de guerra que teriam sido cometidos no Afeganistão.

Foram sancionados: Solomy Balungi Bossa, de Uganda, Luz del Carmen Ibáñez Carranza, do Peru, Reine Adelaide Sophie Alapini Gansou, do Benim, e Beti Hohler, da Eslovênia.

“Como juízes do TPI, esses 4 indivíduos se envolveram ativamente nas ações ilegítimas e infundadas do TPI contra os Estados Unidos ou nosso aliado próximo, Israel”, disse o secretário de Estados dos EUA, Marco Rubio, em publicação na Truth Social.

Rubio também afirmou que o Tribunal “é politizado e falsamente alega ter total discrição para investigar, acusar e processar” cidadãos dos Estados Unidos e de aliados.

“Essa afirmação perigosa e o abuso de poder infringe a soberania e a segurança nacional dos Estados Unidos e de nossos aliados, incluindo Israel.”

Copyright

A perseguição infundada e politizada do Tribunal Penal Internacional aos Estados Unidos e ao nosso aliado próximo, Israel, deve acabar. Hoje, sancionei 4 juízes do TPI por violação da soberania dos EUA e de Israel – 2 que autorizaram a investigação infundada do TPI sobre pessoal americano no Afeganistão e dois que autorizaram os mandados de prisão ilegítimos do TPI contra o primeiro-ministro israelense Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant. Apelamos aos nossos aliados para que se unam a nós contra este ataque vergonhoso.

Em resposta, a Corte afirmou que a medida dos EUA é “uma clara tentativa de minar a independência de uma instituição judicial internacional que opera sob o mandato de 125 Estados-Partes de todos os cantos do globo”.

Tanto os EUA quanto Israel não fazem parte dos integrantes do TPI. O que, na prática, não os obriga a entregar pessoas procuradas pelo Tribunal quando estiverem em seus territórios.


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Autor Poder360 ·


A Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputada Bia de Lima (PT), comandou, na tarde desta quinta-feira, 05, a audiência pública para debater os desafios e caminhos para o novo Plano Estadual de Educação. O encontro contou com a presença de profissionais e representantes da área e, na ocasião, a petista encaminhou cinco pontos importantes para nortear a confecção do documento, abrangendo questões de orçamento, formação e condições de trabalho dos professores, valorização profissional, as necessidades dos estudantes atuais e a gestão democrática.

O debate se aprofundou com a fala da coordenadora do Fórum Estadual de Educação e diretora da Faculdade de Educação, Lueli Nogueira Duarte da Silva, que destacou a importância de rediscutir os planos estadual e nacional de educação, pautas que, segundo ela, mobilizam o setor e se entrelaçam com outros desafios como a formação de professores. A diretora enfatizou que a expectativa é que, com a aprovação de um novo projeto de lei para o Plano Nacional de Educação no Congresso, até o final do ano, as discussões sobre os planos decenais – englobando os âmbitos estadual e municipal – sejam intensificadas.

A coordenadora do fórum sublinhou a importância crucial da participação social na elaboração desses documentos. Nogueira afirmou que a tarefa de construir o plano de educação “cabe a cada um”, desde conselheiros e pais até secretários de educação, docentes e servidores, pois são esses documentos que irão guiar a educação em todo o país. Ela mencionou também que a comissão monitora o Plano Estadual de Educação, há uma década, e vê o novo documento como uma “ferramenta importantíssima”.

Monitoramento do plano

Em seguida, Sueidi Mendonça, gerente de Integração, Apoio à Educação Profissional e Trabalho da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte, discursou na audiência pública; ela trouxe à tona a difícil jornada do monitoramento do plano anterior. Mendonça detalhou os desafios enfrentados desde a instituição do plano em 2015. Segundo ela, após um início complicado, o monitoramento que perdurou até 2016 começou a ser desarticulado a partir de 2017, com a mudança de governo.

 Essa desarticulação, de acordo com a gerente, não foi exclusiva de Goiás, afetando o sistema de monitoramento de planos de educação em nível nacional, incluindo a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase). Apesar disso, o Estado persistiu no trabalho, garantindo a continuidade do processo de acompanhamento da educação.

Como prova dessa persistência, Sueidi Mendonça ressaltou que todos os relatórios, atas, portarias e demais documentos, desde 2015, estão disponíveis no site da Seduce, na seção de Acesso Rápido. Lá, é possível encontrar os relatórios de 2016 e 2017/2018, além de dois relatórios do Instituto Mauro Borges. Segundo Mendonça, com o fim da gerência de monitoramento do plano no instituto, a equipe buscou manter a continuidade, resultando no mais recente, o quarto relatório, que será apresentado em uma nova audiência pública. Enfatizou que as 21 metas do plano foram amplamente discutidas, com a participação de dois representantes no monitoramento.

Contribuição da corte de contas

Fabrício Motta, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO, reconheceu os professores como os verdadeiros pilares da educação e defendeu a valorização que lhes é devida por dever constitucional. Motta enfatizou a importância de todos estarem alinhados com o objetivo de buscar a efetividade da educação pública. Ele explicou o crescente envolvimento dos tribunais de contas na área, que vai muito além da simples verificação de aplicação de recursos, visando a garantir as condições necessárias para uma educação de qualidade.

O conselheiro alertou que, sem monitoramento e avaliação, novos planos se tornam apenas promessas sem compromisso com a efetividade. Ele mencionou um levantamento realizado pelo TCM-GO, que revelou que a maioria dos municípios não tem monitorado e avaliado seus planos de forma adequada. Motta viu isso como uma oportunidade para apoiar os municípios, salientando a necessidade de monitoramentos e avaliações que gerem compromisso para que o novo plano tenha sucesso, ao contrário dos anteriores.

Participação ampla

Posteriormente, o presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Flávio Roberto de Castro, ressaltou a relevância da audiência para o futuro da educação em Goiás. Ele destacou o papel crucial da deputada Bia de Lima, que, como presidente do colegiado temático da Alego, convocou o debate sobre o assunto. Castro enfatizou que a discussão não se limita apenas ao plano em si, mas abrange um conjunto de direitos que se articulam com outras políticas sociais.

Em sua fala, Castro explicou que o Plano Nacional de Educação estabelece as diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a educação nos próximos anos. Ao debater o a peça a ser elaborada, a audiência também engloba os planos municipais, reunindo um público diverso e essencial, incluindo secretários de educação, membros de fóruns e conselhos, profissionais da educação e estudantes. Castro concluiu que a participação de todos é fundamental para que o projeto, que afeta a vida de cada cidadão, seja cada vez mais fortalecido e implementado.

Ao final do encontro, Bia de Lima agradeceu a presença de todos os participantes, franqueando a palavra aos presentes para eventuais questionamentos, esclarecimentos e contribuições.

Mesa diretiva

A mesa do evento foi composta pelo professor Carlos Abicalil, que atua como assessor do gabinete da senadora Teresa Leitão e é ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); o conselheiro Fabrício Motta, do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO), e representante do Grupo de Articulação para Efetividade da Política da Educação em Goiás (Gaep-GO).

Do Instituto Federal de Goiás (IFGoiás), esteve presente a pró-reitora de Ensino, Maria Valeska Lopes Viana; a secretaria de Estado da Retomada, representada pela superintendente de qualificação profissional da pasta, Raissa Rodrigues. Da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte, participou a gerente de Integração, Apoio à Educação Profissional e Trabalho, Sueidi Mendonça. Completaram a mesa, ainda, o presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Flávio Roberto de Castro, e a coordenadora do Fórum Estadual de Educação e diretora da Faculdade de Educação, Lueli Nogueira Duarte da Silva.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Polícia Civil de Goiás prendeu, nesta quarta-feira (4/6), um homem suspeito de extorquir R$ 50 mil em troca de não vazar fotos íntimas de um celular roubado. O aparelho foi furtado durante a Pecuária de Goiânia em maio.

“A vítima foi chantageada quatro dias após o furto. O criminoso ameaçou divulgar imagens pessoais se não recebesse o valor”, informou a polícia.

Diante da gravidade da situação e da ameaça à intimidade da vítima, os policiais civis iniciaram uma investigação minuciosa, identificando que o autor da extorsão utilizava um celular, da marca Samsung, registrado em nome de uma pessoa residente em Taguatinga Norte, Distrito Federal.

A partir dessas informações, a autoridade policial representou na Justiça pela prisão temporária do investigado e pelo mandado de busca e apreensão em sua residência. Após parecer favorável do Ministério Público, o Juízo da 2ª Vara de Garantias de Goiânia expediu as ordens judiciais.

A equipe policial então se deslocou até Taguatinga e localizou o criminoso, onde cumpriu o mandado judicial, apreendeu o celular utilizado no crime e localizou o investigado. O suspeito foi conduzido para as providências legais e o dispositivo será periciado.

“Ele já havia recebido R$ 20 mil da vítima antes da prisão”, disse o delegado Carlos Eduardo Florentino, da Central de Flagrantes.

O aparelho celular da vítima não foi localizado ainda.

O homem responderá por extorsão e invasão de dispositivo informático. Após a prisão, ele foi encaminhado para audiência de custódia nesta quinta-feira (5/6).

A identidade do preso não foi divulgada.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), Issy Quinan (MDB), comandará, nesta terça-feira, 3, a partir das 11 horas, uma sessão solene para homenagear os seis anos de criação do Batalhão Rural da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO), no Plenário Iris Rezende. O evento, que ocorrerá no Plenário Iris Rezende, celebrará a atuação da unidade no estado.

A homenagem consistirá na entrega do Certificado do Mérito Legislativo, concedido em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à sociedade goiana. Além de celebrar o sexto aniversário do Batalhão Rural, o tributo destaca o êxito de projeto do Governo Estadual que resultou no cadastro de 142 propriedades rurais em Goiás. De acordo com Quinan, a iniciativa reflete o compromisso com a segurança e o desenvolvimento do campo goiano, fortalecendo a atuação do Batalhão Rural na proteção e no apoio à população rural.

Batalhão Rural

O Batalhão Rural da Polícia Militar do Estado de Goiás foi criado po meio da Lei nº 20.488/2019, com a missão primordial de executar o policiamento rural de Goiás. A unidade especializada foi inaugurada em 22 de julho de 2019, para potencializar as ações operacionais rurais no estado.

Para a implantação do Batalhão e do Centro de Comando e Controle, o Governo de Goiás contou com a parceria da Federação de Agricultura e Pecuária (Faeg), de sindicatos rurais e de produtores, os quais foram responsáveis pela reforma do prédio que abriga o Centro de Comando e Controle Rural. Com esse objetivo, foi utilizado o Fundo para o Desenvolvimento da Pecuária em Goiás (Fundepec), que disponibilizou R$ 250 mil para a reforma, além da compra e doação de equipamentos à PM-GO. 

Issy Quinan afirma que, com essa unidade especializada, o agronegócio goiano e o produtor rural passaram a ter mais tranquilidade e a ciência de que, caso haja algo em sua propriedade, a resposta será rápida por meio do Programa Patrulha Rural Georreferenciada, uma das ferramentas utilizadas pelo Batalhão Rural para minimizar o tempo de resposta das equipes em campo e trabalhar com o policiamento de proximidade junto aos moradores das zonas rurais. Os objetivos são estreitar o vínculo de confiança e buscar efetividade nas ações de prevenção criminal.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Polícia Civil de Goiás prendeu em flagrante, na tarde deste domingo (01/06), um homem acusado de estuprar uma criança de 10 anos. O caso ocorreu em Goiânia e foi registrado pela Central Geral de Flagrantes.

Segundo a investigação, um familiar do suspeito acionou a polícia após flagrá-lo levando a vítima para um quarto.

“Estranhei a situação e fui ver. Foi quando encontrei ele abusando do menino”, declarou a testemunha.

A equipe policial plantonista da Central Geral de Flagrantes localizou o acusado em menos de 30 minutos. A criança foi encaminhada para exame no Instituto Médico-Legal, que confirmou a violência sexual.

De acordo com a mãe, o menor confirmou ter sofrido o abuso. O suspeito foi autuado por estupro de vulnerável, com base no artigo 217-A do Código Penal.

O nome do homem não foi divulgado. Ele deve passar por audiência de custódia ainda nesta segunda-feira.

Integrantes de torcida são presos por matar rapaz a facadas

A Polícia Civil de Goiás prendeu em flagrante dois integrantes de uma torcida organizada acusados de matar um homem de 26 anos a facadas. Higor Rodrigues de Jesus e Alexandre Rodrigues Pereira foram capturados na sexta-feira (30/5), após o corpo da vítima ser encontrado em uma estrada vicinal no bairro Vera Cruz, em Goiânia.

O crime ocorre após uma discussão em uma distribuidora de bebidas no Residencial Veredas Buritis. A vítima teria comentado que nunca havia visto torcedores uniformizados daquele time paulista em Goiás, o que provocou a reação dos suspeitos.

“Eles se ofenderam, coagiram a vítima a entrar em um carro e a levaram para uma área deserta, onde a esfaquearam”, informou a Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios. O corpo foi descoberto na segunda-feira (26/5) por moradores da região.

Em ação rápida, a Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) localizaou e prendeu os dois suspeitos. Um terceiro envolvido conseguiu fugir e permanece foragido.

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi precedida de despacho, nos termos da Lei nº 13.869/2019, portaria n.º 547/2021-PC, fundamentado na possibilidade de surgirem novas testemunhas que possam ajudar a esclarecer o crime em questão, bem como apurar outros possíveis delitos cometidos pelos presos.

O caso segue em investigação para localizar o terceiro suspeito e esclarecer detalhes do homicídio.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Para autor da proposta, “ainda há lacunas que dificultam a punição específica de condutas sexuais lesivas contra animais”

O Projeto de Lei nº 4.875/2024 tipifica o crime de zoofilia e estabelece a possibilidade de castração química aos infratores. Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, praticar ato de natureza sexual com animal de qualquer espécie poderá ser punido com prisão de 2 a 6 anos e multa.

O infrator também ficaria impedido de manter posse ou guarda de animais por período a ser definido judicialmente. Leia a íntegra do projeto (PDF – 105 kB).

A pena seria aumentada de 1/3 até a metade se do ato resultarem lesões físicas graves ao animal –pode ser dobrada se o ato resultar na morte do animal.

Feita com uso de medicamentos inibidores da libido, conforme regulamentação do Ministério da Saúde, a castração química seria aplicada cumulativamente a essas penas.

Lei atual

O texto altera a Lei de Crimes Ambientais, que hoje determina pena de detenção de 3 meses a 1 ano e multa para quem abusa, maltrata, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Quando se trata de cão ou gato, essas penas aumentam para prisão de 2 a 5 anos, multa e proibição de guarda. A lei também prevê que a pena seja aumentada de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal.

Castração química

“Embora a Lei 9.605/1998 já contemple sanções para atos de maus-tratos, ainda há lacunas que dificultam a punição específica de condutas sexuais lesivas contra animais”, afirma o deputado Delegado Bruno Lima (PP-SP), autor da proposta.

“O projeto de lei visa a preencher essa lacuna, assegurando que tais crimes sejam devidamente tipificados e punidos com rigor, além de prever medidas adicionais para coibir a reincidência”, diz.

Segundo o deputado, “um aspecto inovador do projeto é a previsão da castração química como medida cumulativa às sanções penais”.

“Estudos apontam que esse procedimento, realizado mediante o uso de medicamentos inibidores da libido, pode ser uma ferramenta eficaz para prevenir a reincidência, especialmente em casos de transtornos compulsivos relacionados à sexualidade”, argumenta.

Próximos passos

A proposta será analisada pelas comissões de Saúde; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo plenário. Para virar lei, tem que ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.


Com informações da Agência Câmara.



Autor Poder360 ·


Um homem foi preso em flagrante nesta quinta-feira (29/5) por comercializar diplomas e certificados falsos em Goiânia. A prisão ocorreu na Vila Concórdia, região Norte da capital, onde ele foi encontrado na porta de casa com documentos falsificados prontos para entrega.

Segundo a polícia, o suspeito vendia certificados de ensino médio, cursos técnicos e diplomas universitários, incluindo graduações como Medicina, Direito e Educação Física. Os preços variavam.

“Diploma de Medicina por R$ 3.100 e de Direito por R$ 2.800”, confessou o preso.

A prisão foi realizada por equipe de policiais civis da Central Geral de Flagrantes de Goiânia.

A investigação apontou que ele oferecia os documentos em grupos de WhatsApp e direcionava os interessados para outra conversa, onde eram fechados os acordos.

Com o suspeito, foram apreendidos diplomas falsos, históricos escolares e carimbos usados na falsificação. O suspeito usava perfis falsos e contas bancárias “laranjas” para receber os pagamentos.

Ele foi autuado por falsa identidade e falsificação de documentos, de acordo com os artigos 297, 298 e 307 do Código Penal. O preso aguarda audiência de custódia.

O nome do acusado não foi divulgado.

A polícia alerta que comprar diplomas e certificados falsos também é crime. Quem adquire documentos irregulares, como diplomas de graduação, histórico escolar ou certificados de ensino médio falsificados, pode responder por uso de documento falso, previsto no artigo 304 do Código Penal, com pena de até cinco anos de reclusão.

Além disso, o comprador pode ser responsabilizado por outros crimes, como falsidade ideológica, dependendo do caso. A orientação da polícia é que a população evite esse tipo de prática ilegal e, em caso de suspeita ou denúncia, procure as autoridades.

Motorista de aplicativo é detido com drogas

Em outra operação, a Central Geral de Flagrantes de Goiânia prendeu, também nesta quinta-feira (29/5), um homem de 24 anos em flagrante por tráfico de drogas. Durante a ação, foram encontradas 92 porções de cocaína embaladas e prontas para venda, além de três comprimidos de ecstasy e dinheiro oriundo do tráfico.

Segundo o delegado Humberto Teófilo, da Central Geral de Flagrantes de Goiânia, o suspeito, identificado como entregador de um serviço de delivery de drogas conhecido como “Padrinho”, ganhava R$ 15 em cada porção vendida, que era comercializada a R$ 70. Ele também trabalhava como motorista de aplicativo, segundo a polícia utilizando esta atividade como fachada.

“A polícia tomou conhecimento da situação e, após investigação, realizou a abordagem na Vila Santa Rita em Goiânia, resultando na apreensão das drogas e na prisão do jovem que reside na cidade de Senador Canedo”, informou Teófilo.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos na venda de entorpecentes.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Deputado federal do PC do B comemora 54 anos em evento em Brasília com colegas do Legislativo e ministros do governo Lula e do STF

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou na 3ª feira (27.mai.2025) do aniversário de 54 anos do deputado federal Orlando Silva (PC do B-SP). Em vídeo, os congressistas aparecem juntos cantando “Parabéns a Você”.

O evento, realizado na Casa ParlaMento, em Brasília, contou com a presença de congressistas e ministros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de magistrados do STF (Supremo Tribunal Federal).

A comemoração teve música ao vivo, pizzas, drinks, vinhos e chope. O local foi cedido pela Esfera Brasil, do empresário João Camargo. O espaço no Lago Sul, região nobre da capital federal, foi inaugurado em fevereiro.

Saiba quem foi ao evento:

  • João Camargo, empresário e chairman da Esfera Brasil;
  • Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça;
  • Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia;
  • Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário;
  • Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações;
  • Luciana Santos, ministra da Ciência e Tecnologia;
  • Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara;
  • Roberto Barroso, presidente do STF;
  • Gilmar Mendes, ministro do STF;
  • Bruno Dantas, presidente do TCU (Tribunal de Contas da União);
  • Juscelino Filho (União Brasil-MA), deputado federal e ex-ministro das Comunicações;
  • Guilherme Boulos (Psol-SP), deputado federal;
  • Reginaldo Lopes (PT-MG), deputado federal;
  • Taliria Petrone (Psol-RJ), deputada federal;
  • Daiana Santos (PC do B-RS), deputada federal;
  • Jandira Feghali (PC do B-RJ), deputada federal;
  • Paulinho da Força (Solidariedade-SP), deputado federal;
  • Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), deputado federal;
  • Rubens Júnior (PT-MA), deputado federal;
  • Fernanda Melchionna (Psol-RS), deputada federal;
  • Pedro Campos (PSB-PE), deputado federal;
  • Ricardo Cappelli, presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).



Autor Poder360 ·