19 de maio de 2026
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Regime iraniano mobiliza homens armados em áreas montanhosas para buscar militar cujo F-15 foi derrubado na 6ª feira (3.abr.2026)

A televisão estatal do Irã transmitiu neste sábado (4.abr.2026) imagens de homens armados percorrendo áreas montanhosas remotas em busca de um piloto norte-americano. O militar está desaparecido desde a 6ª feira (3.abr), quando seu caça F-15 foi abatido pelo Irã em região próxima ao Iraque. O regime iraniano oferece recompensa de US$ 60.000 por informações sobre o piloto.

Os 2 pilotos que tripulavam o caça se ejetaram de paraquedas. Um deles foi localizado e resgatado pelas Forças norte-americanas. O 2º piloto permanece desaparecido.

Assista às buscas do Irã ao piloto:

A Força Aérea dos EUA mobilizou unidades especiais treinadas para resgates para vasculhar a região com helicópteros. Aviões de combate acompanham as buscas com paraquedistas a bordo, incluindo paramédicos. Não há informações confirmadas sobre seu estado de saúde ou condições atuais.

Além do F-15, o Irã disse ter derrubado um A-10 na 6ª feira (3.abr).

TRUMP AMEAÇA

O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), declarou neste sábado (4.abr.2026) que, se o Irã não reabrir o estreito de Ormuz –área por onde trafega cerca de 20% do petróleo global, além de gás natural e ureia– nas próximas 48 horas, o “inferno” cairá sobre o país persa. Segundo o chefe da Casa Branca, ele já havia definido um prazo de 10 dias para que o Irã fechasse algum tipo de acordo, e esse tempo está se“esgotando”.

“Lembram-se de quando dei ao Irã 10 dias para fazer um acordo ou abrir o estreito de Ormuz? O tempo está se esgotando —48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a Deus!”, escreveu.

Trump tem alternado entre ameaças e recuos em relação ao Irã, sendo pressionado e pressionando aliados para resolver a crise no estreito. Em declarações recentes, chegou a afirmar que os países afetados pelo fechamento deveriam buscar seu próprio petróleo e chamou integrantes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) de “covardes” por não agirem contra o Irã.

Pressão por reabertura

Desde o início dos ataques conjuntos com Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, Washington tem pressionado aliados e outros países a contribuir com a segurança da navegação no estreito de Ormuz, controlado pelo regime iraniano. A guerra já deixou milhares de mortes e provocou forte instabilidade nos mercados globais.

Apesar da pressão, líderes europeus sinalizam cautela. Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá afirmaram, em nota conjunta divulgada em 19 de março que pretendem cooperar para garantir a passagem segura na região, mas condicionam qualquer ação ao fim das hostilidades. Com exceção do Japão, todos os demais países que assinam a nota integram a Otan. O chanceler alemão, Friedrich Merz, disse que a medida depende da cessação dos combates.



Autor Poder360 ·


Segundo a mídia norte-americana, o avião atingido é um F-15E e não um F-35, como divulgado inicialmente pelo regime iraniano

Os Estados Unidos resgataram nesta 6ª feira (3.abr.2026) um dos pilotos do caça F-15E atingido pelo Irã. Segundo a mídia norte-americana, o avião tem uma tripulação de duas pessoas e as buscas pelo outro militar continuam. Helicópteros foram vistos próximos da região da queda no que pode ser uma operação de resgate.

Mais cedo, o regime iraniano disse ter abatido um caça F-35, um dos mais modernos do mundo. Teerã afirmou que a aeronave tinha sido “completamente destruída” e que a sobrevivência do piloto era “improvável”. Agências iranianas declararam que o ataque se deu enquanto o avião militar sobrevoava o centro do território do país persa. 

O governo norte-americano ainda não se manifestou.

Nas redes sociais, circulam imagens que seriam do avião abatido:

Um canal de TV local diz que foi oferecida uma recompensa para quem capturar o piloto ou pilotos inimigos vivos e entregá-los à polícia”.

Segundo a Associated Press, a transmissão do canal incluiu uma mensagem escrita em que pede para que os telespectadores atirem em qualquer avião norte-americano que seja visto na região.

Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), ter dito algumas vezes que o país destruiu a estrutura de defesa iraniana, a CNN noticiou que o Irã ainda mantém uma capacidade significativa de lançar mísseis.



Autor Poder360 ·


Ângelo Chaves Pucci, de 44 anos, é piloto – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O piloto goiano Ângelo Chaves Pucci, de 44 anos, que morreu em uma queda de avião em São Paulo era apaixonado por aviação e “profissional exemplar”, segundo a empresa. A Força Aérea Brasileira (FAB) montou uma operação para encontrar o piloto que desapareceu enquanto sobrevoava a Serra do Japi, no interior de SP.

Os destroços da aeronave e o corpo do piloto foram localizados. O corpo de Ângelo foi encontrado na manhã deste sábado (30). Ele se formou em direito na Pontifícia Universidade Católica, em Goiânia. Ele trabalha para uma empresa multinacional sediada em Hong Kong. Segundo a empresa, Ângelo é um piloto experiente.

Conforme as informações, o avião é do modelo Piper Seneca, prefixo PT-WLP, com capacidade para seis pessoas, mas Ângelo Pucci estava sozinho. A aeronave decolou de Jundiaí (SP) no início da manhã de quinta-feira (28) com destino ao Aeroporto do Campo de Marte, na capital paulista.

Avião da FAB faz buscas na Serra do Japi, onde aeronave de pequeno porte caiu — Foto: Reprodução/FlightRadar

Ângelo Pucci não conseguiu pousar no Aeroporto do Campo de Marte porque tinha óleo na pista, então ele retornou a Jundiaí. O piloto perdeu contato enquanto sobrevoava a região da Serra do Japi.

A aeronave que ele estava foi localizada na Serra do Japi, mas Ângelo Chaves Pucci segue desaparecido. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias do acidente.

Arte sobre avião que caiu e sumiu no interior de SP — Foto: Arte/g1

Piloto Ângelo Chaves Pucci e os destroços do avião — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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