TV Assembleia Legislativa transmite três jogos neste fim de semana, com destaque para Goiás e Vila Nova
Lidiane 31 de janeiro de 2026
A sétima rodada do Campeonato Goiano de 2026 promete fortes emoções para o torcedor neste fim de semana, com jogos decisivos e transmissão garantida para todo o Estado por meio da parceria entre a TV Assembleia Legislativa e a Televisão Brasil Central (TBC).
Neste sábado, 31, a bola rola, às 16 horas, no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia. O Atlético Goianiense recebe o Crac em um duelo que vale posições na parte de cima da classificação. No domingo, 1º, a rodada tem três partidas, e as atenções se voltam especialmente para o clássico entre Goiás e Vila Nova, na Serrinha, às 18h30. O duelo será transmitido pela TBC para que o torcedor possa acompanhar cada lance do jogo, que é um dos mais aguardados do calendário estadual.
No domingo, mais cedo, às 10 horas, a Jataiense enfrenta o Inhumas em mais um confronto direto entre equipes que buscam se firmar na competição. A partida também terá cobertura da TV Assembleia Legislativa em parceria com a TBC. No mesmo dia, às 15h30, o Centro Oeste enfrenta o Goiatuba, às 15h30, no Estádio Jaime Guerra em Nerópolis.
A sétima rodada será encerrada na segunda-feira, 2, com dois jogos em horários simultâneos. Às 19:30, no Estádio Luiz Benedito em Ouvidor, jogam Abecat e Anápolis. O Estádio Jonas Duarte, em Anápolis, será palco do jogo entre Anapolina e Aparecidense. O confronto promete casa cheia e muita rivalidade, com as duas equipes buscando recuperação e regularidade no campeonato.
Governador comparou disputa interna entre ele, Caiado e Ratinho Júnior com as prévias do PSDB vencidas por João Doria: “No PSD, o processo é exatamente outro”
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou que o PSD (Partido Social Democrático) descartou realizar prévias para definir o nome que disputará a Presidência da República. Ele é 1 dos pré-candidatos do partido comandado por Gilberto Kassab ao Planalto. Os outros 2 são os governadores Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, e Ronaldo Caiado (PSD), de Goiás, que anunciou nesta semana sua saída do União Brasil e filiação ao PSD, embolando ainda mais a disputa interna no partido para a escolha do postulante ao Planalto.
Ao falar sobre a disputa interna no PSD, o governador gaúcho fez referência ao processo de prévias realizado em 2021 no PSDB para definir o candidato do partido à Presidência. “Dentro do PSDB, quando eu estava lá, houve uma discussão, um debate interno, que acabou resultando em um processo de prévias. Foi o caminho que o partido escolheu à época. Não é o caminho que se está apresentando agora no PSD”, disse o governador gaúcho em entrevista ao jornal O Globo publicada na 5ª feira (29.jan.2026).
Em 2021, Leite disputou contra o então governador de São Paulo, João Doria, e o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto. Doria venceu, lançou-se na corrida, mas desistiu ainda em maio. O PSDB acabou unindo-se à candidatura de Simone Tebet (MDB), indicando Mara Gabrilli (PSDB) como vice.
“No caso do PSDB, havia o governador de São Paulo como pré-candidato. O Estado de São Paulo –não é à toa que o governador Tarcísio [de Freitas, do Republicanos] é um nome sempre lembrado– é um Estado que tem 4 vezes a população do Rio Grande do Sul e do Paraná. É o Estado mais populoso do país”, declarou.
Ainda sobre 2021, Leite disse que não se apresentou pré-candidato à época por se considerar “melhor” do que Doria na “capacidade individual”, mas porque o contexto eleitoral exigia uma renovação dentro do PSDB.
Segundo o governador, Doria ficou muito desgastado na época, “depois de ter abraçado o candidato em 2018 [Jair] Bolsonaro [PL], depois ter rompido, aquilo gerou um processo de desgaste que dificultaria o caminho para ele, como, de fato, dificultou e ele acabou não sendo nem candidato”.
Sobre o seu atual partido, Leite disse que “o processo é exatamente outro”. Ele afirmou: “Há um entendimento, há um sentimento comum que nos une aqui. O Brasil está acima das nossas aspirações individuais”.
Em entrevista à GloboNews na 4ª feira (28.jan), Ratinho Júnior disse que o PSD deve definir o candidato depois de 4 de abril, data-limite para desincompatibilização de governadores que pretendem participar das eleições. Até lá, os 3 possíveis candidatos mantêm como prioridade a administração de seus Estados.
O atual governador lidera as intenções de voto nos cenários em que foi testado; sem ele na disputa, Pablo Marçal assume a liderança
Levantamento divulgado por Futura/Apex na 4ª feira (28.jan.2026) mostra que, na disputa pelo governo do Estado de São Paulo, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tem 41,0% das intenções de voto. É seguido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP), que pontua 24,6%. Eis a íntegra do estudo (PDF – 1 MB).
Eis os cenários testados:
A pesquisa foi realizada pela Futura/Apex de 20 a 23 de janeiro de 2026. Foram entrevistadas 1.200 pessoas com 16 anos ou mais no Estado de São Paulo. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob os códigos: BR-03024/2026 e SP-04679/2026. Segundo a empresa que fez o levantamento, o custo do estudo foi de R$ 96.000. O valor foi pago com recursos próprios.
A Apex Partners foi fundada em 2013. É uma plataforma brasileira de serviços financeiros e investimentos que atua com gestão de recursos, investment banking, assessoria (advisory) e research, com forte presença em mercados fora do eixo Rio-SP. Dentre os serviços oferecidos estão investimentos alternativos (real estate, private equity, venture capital) e gestão de patrimônio (wealth management). A holding comprou a empresa de pesquisas Futura Inteligência em 2022.
2º TURNO
O estudo também testou possíveis cenários de 2º turno.
Eis os cenários:

AVALIAÇÃO
Eis a avaliação de Tarcísio:

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Aval sem ressalvas a balanço financeiro do banco abriu espaço para debate sobre o papel-chave das firmas de verificação em situações como esta
O aval sem ressalvas de auditorias ao balanço financeiro do Banco Master colocou em xeque a atuação dessas firmas de verificação. Ao mesmo tempo, abre espaço para um debate sobre o papel-chave dessas empresas em casos como o da instituição de Daniel Vorcaro.
A advogada Juliana Maia Maciel é mestre em direito processual civil pela USP e sócia do escritório Berardo Lilla. Ela afirma que a responsabilização dos auditores pode vir de diversas formas e se dar “mesmo sem dolo ou má-fé”, em esferas diferentes.
- plano administrativo – “Auditores e firmas de auditoria podem ser sancionados pela CVM quando atuam em entidades reguladas, bem como pelo Banco Central no caso de instituições financeiras e entidades sob sua supervisão. O CFC [Conselho Federal de Contabilidade] e os Conselhos Regionais também podem instaurar processos disciplinares por infração às normas profissionais”;
- plano cível – “Investidores, credores e outros terceiros prejudicados podem buscar indenização se houver nexo entre a falha técnica. Por exemplo: confiança excessiva em informações internas sem validação externa, ausência de procedimentos mínimos esperados e o dano sofrido”;
- responsabilização penal – “O sistema jurídico brasileiro já dispõe de tipos que, em tese, poderiam ser aplicados a auditores em situações extremas, como crimes contra o sistema financeiro, desde que comprovado dolo, isto é, participação consciente ou anuência deliberada na distorção das informações. Essas hipóteses são excepcionais e não se confundem com erro técnico ou negligência, que permanecem no âmbito administrativo e civil”.
LEGISLATIVO
O presidente da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou em 15 de janeiro a criação de um grupo especial para acompanhar as investigações relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Master. Juliana Maciel afirma que esse tipo de iniciativa surge nesse contexto, buscando maior responsabilização dessas empresas. A advogada, entretanto, diz ser necessário ponderar a discussão.
“O desafio, contudo, é calibrar esse debate para evitar a criminalização ampla da atividade e concentrar esforços no fortalecimento de padrões técnicos objetivos, supervisão regulatória consistente e responsabilização proporcional por falhas comprovadas, inclusive com efeitos reputacionais relevantes em um mercado baseado em confiança institucional”, declara.
ALERTA
A KPMG auditou o Banco Master até dezembro de 2024 e chegou a listar R$ 19,56 bilhões em cotas de fundos como um dos “Principais Assuntos de Auditoria”, a categoria de maior risco. Houve o alerta de que esses ativos “não são negociados ativamente” e que sua precificação “está sujeita a um nível mais elevado de incerteza”. A empresa não verificou a existência desses fundos e se as cotas valiam o que estava no balanço.
Em 2025, a PwC (PricewaterhouseCoopers) assumiu o trabalho de auditar. O balanço do 1º semestre do Master não foi publicado. Em 18 de novembro, o BC decretou a liquidação do banco.
Não houve tempo hábil para a publicação do balanço financeiro do ano passado. Depois da liquidação extrajudicial, descobriu-se que parte dos ativos do Master era fictícia. O jornalista Marcio Aith reforçou em reportagem publicada neste jornal digital que não havia “incerteza”, e sim “ativos que não existiam”. Eram “créditos inventados, papéis fabricados”, que contaram com aval de duas grandes auditorias.
“A função de uma auditoria independente não é copiar os números que o cliente fornece e decorá-los com linguagem técnica. É verificar. Conferir. Testar”, acrescentou.
Questionada pelo Poder360, a PwC respondeu: “Por questões de confidencialidade e regras de sigilo profissional, a PwC não está autorizada a comentar temas relacionados aos nossos clientes”.
FATOR DE RISCO
Juliana Maciel afirma que parte do risco envolvendo casos como este “decorre do modelo de auditoria financeira tradicional, que foi concebido para ambientes com ativos relativamente padronizados, registros rastreáveis e mercados minimamente líquidos”.
“Quando aplicado a estruturas com ativos ‘exóticos’ ou de difícil mensuração [direitos não líquidos, créditos/recebíveis complexos, estimativas altamente discricionárias, contrapartes pouco verificáveis], há um descompasso entre o risco econômico e o alcance típico do trabalho. Nesse contexto, além de ‘fazer melhor’, pode ser necessário ‘fazer diferente’ e exigir auditorias reforçadas ou especializadas por classe de ativo/setor”, declarou.
A advogada lista alguns procedimentos para reduzir espaço para que pontos críticos fiquem apenas no declaratório:
- confirmações externas;
- inspeção de documentação primária;
- revisão de premissas e modelos.
O QUE PODE SER FEITO?
Maciel diz ser possível aperfeiçoar as regras vigentes, sem a necessidade de criar normas. Na sua visão, é necessário “tornar mais objetivos e exigíveis os deveres já existentes, especialmente em contextos de maior risco”.
Estão entre os pontos possíveis:
- reduzir a discricionariedade em auditorias de ativos complexos ou ilíquidos, com procedimentos mínimos obrigatórios quando esses ativos forem materialmente relevantes;
- reforçar a supervisão regulatória baseada em risco, com revisões de qualidade mais frequentes e transparentes;
- exigir maior envolvimento de profissionais experientes e governança efetiva do escopo da auditoria.
“O desafio regulatório é calibrar essas melhorias para elevar a qualidade e a accountability [em referência à responsabilidade], sem deslocar a auditoria para um modelo punitivo excessivo que acabe por reduzir sua utilidade econômica”, conclui.
Goiás pode ter política pública para fomentar criação de startups na área da saúde
Lidiane 26 de janeiro de 2026
O deputado Virmondes Cruvinel (UB) pleiteia, por meio do projeto de lei nº 31923/25, instituir em Goiás o Programa Estadual de Fomento ao Ecossistema de Startups de Saúde Digital (e-Health Goiás), com o objetivo de promover ambiente favorável ao desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras aplicadas à área da saúde.
A medida visa a ampliar o acesso da população goiana aos serviços de saúde e posicionar o Estado na vanguarda da inovação tecnológica na área. Em sua justificativa, Cruvinel frisa que a proposta ancora-se em dados concretos sobre o ecossistema de inovação goiano, as carências da rede estadual e as tendências globais que estão transformando a medicina e a gestão sanitária.
Entre os objetivos do programa estão estimular a criação e o fortalecimento de startups de saúde digital sediadas no Estado de Goiás; promover a articulação entre o setor público de saúde, a iniciativa privada, as instituições de ensino superior e os centros de pesquisa; fomentar a integração de soluções tecnológicas inovadoras no Sistema Único de Saúde (SUS); e contribuir para a ampliação do acesso da população goiana a serviços de saúde de qualidade, especialmente nas regiões com carência de profissionais especializados.
O parlamentar aponta projeções que indicam que o mercado de saúde digital no Brasil poderá ultrapassar R$ 5 bilhões em investimentos anuais até 2028. Desse modo, frisa que Goiás tem condições de se posicionar como polo de referência na área, visto que o Estado já conta com infraestrutura de apoio à inovação, instituições de ensino superior de qualidade e uma rede de saúde pública que tem demonstrado abertura à incorporação de tecnologias digitais.
“A criação do Programa e-Health Goiás permitirá articular esses atores, atrair investimentos, reter talentos e gerar soluções inovadoras capazes de atender tanto às demandas locais quanto de outros estados e países”, defende Virmondes Cruvinel.
Segundo o deputado, o momento é propício para a implementação da medida, visto que o ecossistema de inovação está amadurecido, o mercado de healthtechs está em expansão, o Estado já possui experiência consolidada em saúde digital e a sociedade reconhece a importância das tecnologias para ampliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde.
“O Programa e-Health Goiás não apenas fortalecerá o setor de startups, mas também posicionará Goiás como protagonista da transformação digital da saúde no Brasil, com benefícios diretos e duradouros para toda a população goiana”, enfatiza o autor da proposta.
O projeto de lei foi enviado à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e será distribuído para relatoria após o fim do recesso legislativo.
Entidades publicaram nota sobre fraudes nas liberações de valores provenientes de instituições liquidadas pelo Banco Central
O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) e organizações que representam o setor financeiro divulgaram neste sábado (24.jan.2026) um alerta sobre golpes e fraudes no processo de pagamento das garantias de instituições liquidadas pelo Banco Central.
Em nota, as instituições afirmaram que golpistas estão utilizando o nome do FGC, de integrantes do sistema financeiro e de organizações oficiais para enviar mensagens e criar páginas falsas na internet. O objetivo é obter dados pessoais e bancários de investidores e correntistas. Leia a íntegra do comunicado (PDF–184 KB).
Segundo o FGC, os criminosos estão solicitando pagamentos indevidos ou antecipados sob falsas promessas de benefícios, liberações de valores ou agilização de processos. Também foram identificadas as seguintes práticas:
- Envio de e-mails, mensagens e outras comunicações falsas que simulam contatos institucionais;
- Divulgação de links, páginas e aplicativos fraudulentos, criados para induzir vítimas a fornecer dados pessoais, bancários ou cadastrais;
- Uso indevido de ferramentas de recuperação de senha e disparo de mensagens com links maliciosos;
- Circulação de aplicativos não oficiais em plataformas digitais.
As entidades orientam que os investidores que ainda têm valores a receber desconsiderem qualquer solicitação de dados pessoais via canais não oficiais e analisem com cautela ofertas de facilidades.
“Essas tentativas de fraudes têm como finalidade comprometer a segurança dos usuários e lhes causar prejuízos. A prevenção depende da atenção e da adoção de práticas seguras no uso de serviços digitais”, afirma o comunicado.
Além do FGC, assinam a nota ABBC (Associação Brasileira de Bancos), ABBI (Associação Brasileira de Bancos Internacionais), ABDE (Associação Brasileira de Desenvolvimento) , Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Zetta, associação que representa empresas do setor financeiro e de meios de pagamentos.
FGC INICIA PAGAMENTOS DO MASTER
O Fundo informou na 6ª feira (23.jan) que já desembolsou R$ 26 bilhões para o pagamento de garantias a credores do Banco Master. O valor representa 66,43% do montante total a ser restituído –cerca de R$ 40 bilhões.
Até a última atualização, 521 mil beneficiários haviam recebido os recursos via aplicativo, com um ritmo médio de 2,8 mil pedidos processados por hora.
O Serviço Social da Indústria (Sesi) formalizou, no dia 19 de janeiro, uma parceria com a Prefeitura de Terezópolis para assumir a gestão da Escola Municipal Professora Divina Maria Felício. A cerimônia, realizada na própria unidade escolar, marcou exclusivamente a assinatura do contrato, com início imediato da nova gestão.
Atualmente, a escola atende 183 alunos e desempenha papel relevante na oferta educacional do município. A iniciativa passa a integrar o programa de gestão de escolas públicas do Sesi em Goiás, que tem como foco a elevação da qualidade da educação básica, a redução das desigualdades tecnológicas entre o interior e a capital e a preparação dos estudantes para as demandas da indústria do futuro.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia do Sesi, Claudemir Bonatto, Terezópolis passa a integrar um conjunto de municípios atendidos pelo modelo educacional da instituição:
“Dentro do nosso projeto de parcerias do Sesi com escolas públicas municipais, levamos nosso sistema de ensino em tecnologia educacional para alunos da educação básica da rede pública. Terezópolis passa a compor a nossa quarta escola, onde o projeto está em pleno funcionamento. Começamos aqui com cerca de 183 estudantes, que se incorporam a um contingente que, em 2026, deve alcançar aproximadamente 15 mil alunos em Goiás”, afirmou.
Bonatto destacou ainda que a metodologia aplicada é baseada em inovação pedagógica:
“Fazem parte desse contingente da rede de educação básica do Sesi uma metodologia pautada no movimento Maker, fortalecendo fundamentos e conceitos de engenharia, tecnologia, artes, ciências e matemática. Terezópolis passa a receber essa carga de tecnologia educacional no processo de transformação dos nossos alunos”, completou.
O prefeito da cidade, Fhelipe Almeida, ressaltou que a decisão pela parceria foi construída a partir de diálogos e da análise de experiências bem-sucedidas em outros municípios:
“Tivemos inúmeras conversas com a Fieg e com o Sesi para que a gente pudesse transformar a educação do município. Não que fosse ruim, mas para entregar uma educação de mais qualidade à nossa população. Vimos o potencial do Sesi e exemplos concretos de escolas que tiveram sua realidade transformada”, afirmou.
Segundo o gestor, a expectativa é de avanço significativo já a partir deste ano.

“Buscamos essa parceria para melhorar ainda mais a educação de Terezópolis. Estamos muito confiantes de que, em 2026, a educação do município vai para outro patamar com essa gestão compartilhada entre a Secretaria Municipal de Educação e o Sesi”, concluiu Fhelipe Almeida.
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informou nesta quinta-feira (22/1) que iniciou a aplicação de penalidades a fornecedores que não entregaram ou atrasaram a entrega de medicamentos e insumos previstos em contratos vigentes. Ao todo, 29 empresas serão notificadas por quase 1,8 milhão de itens não entregues ou entregues fora do prazo.
As penalidades variam conforme a situação de cada fornecedor, podendo incluir advertências, multas ou restrições temporárias de fornecimento. As medidas administrativas, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, buscam evitar desabastecimentos e reduzir a necessidade de novas compras emergenciais.
“Vinte empresas já foram notificadas e foram publicadas 15 multas, que variam de 10% a 30% do valor dos itens não entregues, conforme atraso e impacto ao município”, informa o secretário.
A SMS afirma que atualmente mantém 87% do estoque regular e trabalha para alcançar mais de 95% em até 60 dias.
“As medidas são voltadas às empresas que venceram processos licitatórios, mas não cumpriram o cronograma de fornecimento. Elas incluem desde advertências até restrições temporárias à participação em novos certames. A orientação do prefeito Sandro Mabel é garantir que a rede municipal não enfrente desassistência”, explica Pellizzer.
A prefeitura informou, ainda, que desde o ano passado vem restabelecendo o abastecimento de medicamentos e insumos, após assumir a administração com estoques comprometidos. Por meio de compras emergenciais realizadas no início da gestão, o estoque chegou a 80%. Desde então, foram investidos R$ 45,2 milhões, totalizando mais de 17,7 milhões de medicamentos e 7,1 milhões de insumos distribuídos às unidades.
Empresas terão de comprovar estoque mínimo
A Secretaria Municipal de Saúde trabalha atualmente com mais de 40 fornecedores, muitos dos quais não produzem diretamente os itens que comercializam.
“Elas compram da indústria e revendem, o que pode gerar dificuldade no cumprimento dos prazos quando não há estoque disponível”, destaca Pellizzer.
Por isso, segundo a secretaria, em futuros processos licitatórios as empresas deverão comprovar estoque mínimo de 50% do que ofertam.
O secretário de Saúde reforça que os atrasos não trazem prejuízo financeiro para o município.
“A prefeitura não efetua pagamento sem o recebimento dos itens, e as multas incidem sobre o valor total previsto em contrato”, afirma.
Projeto de lei do deputado Cristiano Galindo prevê autorização para sepultamento de animais em jazigos de seus tutores
Lidiane 22 de janeiro de 2026
O deputado Cristiano Galindo (SD) apresentou o projeto nº 32316/25 para permitir o sepultamento de cães e gatos em campas e jazigos cujas concessões pertençam às famílias de seus tutores. O texto explica que o serviço funerário de cada município criará as normas para os atos e os tutores dos bichos pagarão as despesas. Os cemitérios pertencentes a entidades particulares poderão definir regras para o uso de jazigos por animais em espaços da entidade.
O cumprimento de normas de saúde e do ambiente garante a proteção da coletividade. O legislador ressalta que o projeto estabelece regras para assegurar o cumprimento das normas sanitárias e ambientais vigentes, garantindo que o procedimento seja realizado em locais adequados, sem prejuízo ao meio ambiente ou à saúde coletiva. “Dessa forma, a proposta concilia sensibilidade social com responsabilidade técnica.”
O deputado cita, na justificativa, que diversos estudos apontam sobre o vínculo entre pessoas e animais e os efeitos na saúde: “A convivência com animais de estimação contribui significativamente para a saúde mental, aliviando sintomas de ansiedade, depressão e estresse. Não é incomum que a perda de um animal provoque sofrimento comparável ao luto por um ente querido”.
Para o autor da proposta, o projeto representa a mudança na sociedade e o respeito da população de Goiás por animais, além de ligação com os valores da sociedade. Galindo ressalta, ainda, que a medida também evita a destinação irregular de restos mortais de animais, contribuindo para a proteção ambiental e para a saúde pública.
O projeto será encaminhado à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuído para relatoria parlamentar.
Avião que levava o presidente dos EUA estava a caminho da Suíça quando teve de retornar à base aérea
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), estava a bordo do avião presidencial, Air Force One, na 3ª feira (20.jan.2026) quando o voo foi interrompido por falha elétrica. Ele estava a caminho do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, quando teve de retornar à Base Conjunta Andrews, em Maryland. Esta é a 1ª viagem internacional do republicano em 2026.
“Depois da decolagem, a tripulação do Air Force One identificou um pequeno problema elétrico. Por excesso de cautela, a aeronave está retornando à Base Conjunta Andrews. O presidente e sua equipe embarcarão em outro avião e seguirão viagem para a Suíça”, disse a Casa Branca em comunicado.
Segundo a agência Reuters, a aeronave pousou em segurança na base aérea na madrugada desta 4ª feira (21.jan) –por volta da 1h no horário de Brasília. Depois do pouso do Boeing 747, a viagem continuou em um Boeing 757 menor, que partiu mais de duas horas depois da decolagem do voo inicial.
No Fórum Econômico Mundial de Davos, o presidente dos EUA deve se juntar a outros líderes mundiais, alguns dos quais contestaram sua ameaça de controlar a Groenlândia e seus planos para um Conselho da Paz, com o objetivo de supervisionar a Faixa de Gaza. O discurso de Trump em Davos está marcado para as 10h30 no horário de Brasília, nesta 4ª feira (21.jan).
Trump já afirmou que prioriza interesses nacionais e políticas protecionistas, posição que contrasta com a agenda de cooperação econômica defendida no fórum.
A última vez que Trump esteve presente em Davos foi em 2020, durante seu 1º mandato. Em 2025, já de volta à presidência, ele optou por participar da 55ª edição por videoconferência. Dessa vez, comparecerá presencialmente com uma delegação composta por integrantes de sua gestão, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou a jornalistas em 15 de janeiro que entre os tópicos que devem ser abordados por Trump estão as “iniciativas habitacionais” norte-americanas. Segundo ela, Trump “sabe que os EUA são mais fortes quando são uma nação de proprietários, e não de inquilinos, e está determinado a proporcionar essa oportunidade ao maior número possível de norte-americanos”.



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