14 de fevereiro de 2026
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Tramita, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), um projeto de lei que visa a instituir o Dia Estadual da Mulher Motociclista, a ser celebrado no primeiro sábado do mês de maio, uma oportunidade de reconhecer a importância e a contribuição das mulheres no universo do motociclismo.

A proposta (n° 7902/25), apresentada pelos deputados Bruno Peixoto (UB) e Coronel Adailton (Solidariedade), objetiva fortalecer a celebração do Dia Internacional da Mulher Motociclista, que ocorre anualmente em maio, e proporcionar uma visibilidade maior às mulheres envolvidas com a prática, seja como pilotas, garupas, mecânicas, instrutoras ou empreendedoras.

Embora o Dia Internacional da Mulher Motociclista seja amplamente comemorado em diversas partes do mundo, o reconhecimento dessa data ainda é incipiente em Goiás. Nesse contexto, o projeto supriria essa lacuna, promovendo um espaço em que as motociclistas possam se sentir valorizadas e compartilharem as experiências.

A ideia central é criar um ambiente inclusivo e acolhedor com o qual as mulheres possam se conectar, trocar saberes e fortalecer as trajetórias nesse setor, que, por muito tempo, foi associado predominantemente ao universo masculino.

De acordo com os defensores da medida, ainda existem poucos espaços e iniciativas em Goiás voltados para as mulheres no motociclismo, o que torna a oficialização dessa data um passo importante para mudar essa realidade. A instituição do Dia Estadual da Mulher Motociclista no estado seria uma forma de estimular ainda mais a participação feminina no setor, incentivando o empoderamento e a troca de experiências entre as praticantes.

“Cada vez mais mulheres estão quebrando estereótipos e se destacando no motociclismo, não só como hobby, mas também de forma profissional. Em Goiás, no entanto, ainda há poucos espaços de celebração e apoio direcionados a essas mulheres. Este projeto de lei visa a mudar esse cenário, com a criação de um ambiente mais inclusivo, onde as motociclistas se sintam empoderadas e estimuladas a continuar perseguindo suas paixões e objetivos no setor”, diz o documento protocolizado pelos parlamentares na Alego. 

A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que designará um dos integrantes à relatoria e apreciará o parecer a ser emitido.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Lideranças políticas de expressão nacional compareceram ao lançamento da pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), à presidência da República, nesta sexta-feira (4/4) em Salvador (BA). Entre os presentes estavam o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (UB), o ex-senador Agripino Maia (UB), o deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força e o senador Sérgio Moro (UB), além do prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), e do vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto.

ACM Neto destacou a necessidade de unir as forças da oposição para enfrentar o PT nas urnas em 2026, em um momento em que o União Brasil discute uma possível fusão com o partido Progressistas. O presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, não compareceu ao evento.

“Caiado está dando o primeiro passo. Ele reúne experiência, resultado e tem musculatura para ganhar projeção nacional. O ideal é que todos os projetos que se opõem ao atual governo se unam em torno de um nome forte – e Ronaldo Caiado tem se mostrado cada vez mais preparado para essa missão”, afirmou o vice-presidente.

Bruno Reis, prefeito de Salvador (ao centro), com Caiado e ACM Neto

O evento foi conduzido pelo anfitrião, o prefeito Bruno Reis, que prestou homenagem ao governador, enfatizando sua trajetória e influência.

“Sinto orgulho de receber esse evento em Salvador. Quando iniciei minha vida pública, me inspirei em alguns exemplos – e um deles é o senhor, governador. O único título de cidadão que propus como deputado foi para o senhor”, lembrou Reis.

Ele também ressaltou a capacidade de Caiado para transformar a segurança pública.

“O que o senhor fez pela segurança em Goiás, em sete anos, a Bahia não conseguiu em quase duas décadas. É de líderes assim que o Brasil precisa”, declarou, recebendo aplausos.

O senador Sérgio Moro, reforçando o tom de firmeza na segurança, disse que o país precisa de um presidente que seja firme contra o crime.

“Caiado é esse nome”, resumiu.

Moro criticou o discurso que retrata o criminoso como vítima, afirmando que isso “enfraquece o país” e citou a queda de 22% nos homicídios durante seu período como ministro.

O brasileiro não aguenta mais esse governo Lula’

Ao falar com exclusividade ao PORTAL NG, o senador Sérgio Moro (foto) reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Ronaldo Caiado para presidente e pediu união da direita brasileira contra o governo Lula.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública criticou o governo petista na gestão da segurança pública e da economia brasileira.

“É uma data importante, em que a gente está vendo esse governo Lula se derreter, inflação alta de alimentos. Quanto à segurança pública, simplesmente não existe política de segurança pública no Brasil”, acrescentou, ao tecer elogios ao correligionário goiano.

“O União Brasil está aqui prestigiando a pré-candidatura do Ronaldo Caiado, governador que tem excelentes resultados lá em Goiás, exatamente pra gente mudar o Brasil daqui a dois anos, porque o brasileiro não aguenta mais esse governo Lula”, finalizou

Presenças – Entre as autoridades presentes no evento também estavam a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos (PDT); o deputado estadual baiano Pedro Tavares (UB); os deputados federais Otoni de Paula (MDB/RJ) e Rosângela Moro (UB/SP); o prefeito de Natal, Paulinho Freire (UB); o prefeito de Ilhéus, Valderico Júnior (UB).



Autor Manoel Messias Rodrigues


“Agora não, gente, o presidente está falando”, disse a primeira-dama para um grupo que chamou o petista antes de ele discursar

A primeira-dama Janja da Silva repreendeu pessoas que chamavam pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta 6ª feira (4.abr.2025).

“Sentem, agora não. O presidente vai falar”, disse Janja acenando para pessoas na plateia. O momento se deu durante o encontro do petista com Cacique Raoni e lideranças indígenas no Mato Grosso.

Assista (29s):

Antes de Lula falar, o cacique Raoni cobrou promessas que o presidente fez a ele desde a posse.

“Desde a posse, eu falei com o presidente, fiz uma cobrança para ele não repetir alguns erros que ele fez na gestão anterior. Eu não gostei de alguns trabalhos dele. Mas eu falei para ele: ‘Presidente, daqui para frente vamos trabalhar certo para que as pessoas sejam felizes com o nosso trabalho’. Inclusive, uma das coisas que eu pedi e que ele prometeu que fizesse uma limitação na nossa terra para garantir a proteção”, declarou.

Lula afirmou que “assegurar os direitos indígenas é prioridade absoluta”, mas que “ainda há muito a ser feito” ao demarcar e homologar terras indígenas.

“Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas as nossas políticas convergem nesse sentido de assegurar, integralmente, os direitos indígenas, sempre enfrentando os desafios que são muitos, e precisam ser tratados de forma negociada com diálogo e transparência”, concluiu o presidente.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) recebeu do Poder Executivo duas vedações sobre iniciativas da deputada Bia de Lima (PT). Os textos, protocolados sob os nº 7245/25 e 7328/25, foram aprovados preliminarmente e serão encaminhados à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), para emissão de parecer e posterior votação do mesmo.

O processo nº 7245/25 veta integralmente a matéria que tramitou na Casa sob o nº 1663/23, cujo objetivo era instituir a Política Estadual Juventude Digital. Para justificar a vedação, o governador Ronaldo Caiado (UB) apresentou o parecer da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds) que destaca inconsistências na proposta da parlamentar, sobretudo por não evidenciar com clareza o foco da proposição.

“Além disso, a política pública de inclusão digital já é executada no estado por intermédio de um conjunto de ações realizadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), pela Seds, pela Secretaria de Estado da Retomada (Retomada) e pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECT) ”, reforçou a Seds. 

A Seduc também se manifestou contra a medida e alegou que a pasta já desenvolve ações relacionadas à inclusão dos estudantes no mercado tecnológico e digital.

Já o processo nº 7328/25 veta parcialmente a propositura que tramitou no Parlamento com o nº 667/23, que altera a Lei n° 16.476, de 10 de fevereiro de 2009, a qual dispõe sobre a Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana. O veto incide especificamente no inciso X do artigo 9º, que trata da identificação e da seleção de imóveis públicos e privados, especialmente daqueles sob linhas de transmissão de energia, e destinação para agricultura urbana e periurbana.

Na justificativa da decisão, o governador destacou o posicionamento contrário da Secretaria de Estado da Administração (Sead). A pasta esclareceu que a Lei n° 17.928, de 27 de dezembro de 2012, instituidora de normas suplementares de licitações, contratos, outros ajustes e atos administrativos negociais, já regulamenta a destinação de bens imóveis estaduais. “A Sead possui competência legal exclusiva sobre a matéria que estabelece a organização administrativa do Poder Executivo”.

A pasta ainda advertiu que a obstrução é necessária para garantir a coerência do ordenamento jurídico estadual e para evitar conflitos normativos.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Presidente da Câmara tenta consenso sobre urgência da proposta e prioriza liberação de emendas

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em discurso nesta 3ª feira (1º.abr.2025) ser “hora de equilíbrio” e de agir com “desprendimento político”, sem o que ele chamou de “falsos heroísmos”.

As declarações foram dadas no dia em que a bancada do PL (do ex-presidente Jair Bolsonaro) na Casa Baixa sinalizou que fará “obstrução total” enquanto Motta não pautar a urgência (que acelera a tramitação) do projeto de lei que anistia condenados pelo 8 de Janeiro.

“Não é hora de seguirmos ninguém, mas de agirmos com desprendimento político, sem qualquer tipo de mesquinhez, e de agirmos com altivez, mas sem falsos heroísmos. É hora de equilíbrio, de pragmatismo e de buscarmos acertar e não nos desviarmos para o erro fácil. O povo espera de nós responsabilidade e lealdade, e iremos cumprir o nosso dever”, disse o deputado paraibano.

Motta se reuniu nesta 3ª feira (1º.abr) com o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), para discutir o tema. Em busca de consenso, afirmou que dialogaria com líderes de outros partidos, mas destacou que a prioridade é a liberação de emendas às legendas.

PL DA RECIPROCIDADE

Ao abrir a Ordem do Dia, Motta também fez referência ao projeto de lei para autorizar a adotar reciprocidade tarifária e ambiental no comércio do Brasil com outros países –que ganhou força depois das últimas medidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), que ampliou para 25% a taxa de importação de aço e alumínio brasileiros.

O texto foi aprovado no Senado com o apoio do governo e da oposição nesta 3ª feira (1º.abr) e, ao Poder360, o presidente da Câmara disse que a proposta será votada na 4ª feira (2.abr) na Casa Baixa.

“Este episódio entre os Estados Unidos e o Brasil deve nos ensinar, definitivamente, que nas horas mais importantes não existe um Brasil de esquerda ou um Brasil de direita. Existe apenas o povo brasileiro. E nós, representantes do povo, temos de ter a capacidade de defender o povo acima de nossas diferenças”, afirmou Motta.

Ele declarou ainda que “ninguém é dono do povo e ninguém pode falar pelo povo”.

“É isso que o povo espera de nós. Que pensemos diferente, sim, mas não quando o nosso povo está ameaçado. Quando o povo pode correr qualquer tipo de perigo, temos de nos unir, porque, antes de tudo, acima de tudo, está o povo, e tudo fica menor quando a referência é o povo.”

APOIO AO PL DA ANISTIA

O PL (Partido Liberal), do ex-presidente Jair Bolsonaro, é o maior interessado pelo projeto. Na semana anterior, a legenda fez uma “obstrução parcial” em retaliação à aceitação da denúncia da PGR (Procuradoria Geral da República) pelo STF (Supremo Tribunal Federal) contra Bolsonaro e outros 7, que viraram réus por tentativa de golpe de Estado.

A oposição tem pressionado Hugo Motta a pautar o texto desde o início do Ano Legislativo, em fevereiro. Sóstenes Cavalcante afirma que outros 8 líderes partidos já se comprometeram a apoiar o texto. Segundo ele, as legendas que apoiam o PL da anistia são: 

  • PL;
  • União Brasil;
  • Progressistas;
  • Republicanos;
  • PSD;
  • Podemos;
  • Novo;
  • PSDB.

Juntas, as siglas contabilizam 322 deputados. Se isso for confirmado, Sóstenes vai apresentar na 5ª feira (3.abr) o requerimento para que o texto seja votado com urgência na Câmara.

A oposição ainda tenta o apoio do Solidariedade. Porém, o presidente da sigla, deputado Paulinho da Força (SP), não apoiará o texto.

Esta reportagem foi escrita pelo estagiário de jornalismo José Luis Costa sob a supervisão da editora-assistente Isadora Albernaz.



Autor Poder360 ·


Marcada por numerosos discursos e apartes no Pequeno Expediente e na Ordem do Dia, a sessão plenária desta terça-feira, 1º, realizada de forma presencial no Plenário Iris Rezende, também teve, ao final, a aprovação de requerimento de criação de frente parlamentar e de projetos de lei que majoritariamente contemplam a saúde da população.

Um dos pontos altos foi o acolhimento de pedido da deputada Rosângela Rezende (Agir) para que seja criada a Frente Parlamentar em Defesa da Transição Climática Justa e Promoção dos Créditos de Carbono como Solução Sustentável. Além dela, diversas outras frentes são realizadas no Parlamento, com o objetivo de debater diferentes temas relacionados à sociedade goiana. Conheça aqui as frentes parlamentares ativas no Poder Legislativo.  

A saúde foi o tema predominante nas proposituras a receberem a aquiescência dos deputados. De autoria de Virmondes Cruvinel (UB), foram duas propostas: a criação de uma política estadual para prevenção da doença de mononucleose (nº 6221/24) e a instituição do Estatuto da Pessoa com Obesidade (nº 3704/24); de Wagner Camargo Neto (Solidariedade), institução de Programa de Gestão Emocional Durante a Gestação nas redes pública e privada de saúde (nº 4586/24); e de André do Premium (Avante), realização do exame para diagnóstico de trombofilia (nº 2666/24).

Todas essas matérias receberam a validação legislativa definitiva, seguindo agora para sanção ou veto do Poder Executivo Estadual.

Também foram chanceladas, em segunda e última votação, a proposta de Wilde Cambão (UB) de criar a Política Estadual de Incentivo à Leitura (nº 11241/24) e a declaração da Festa da Padroeira Nossa Senhora d’Abadia, em Quirinópolis, como Patrimônio Cultural Imaterial goiano (nº 7486/24). De Anderson Teodoro (Avante), essa matéria também inclui o evento no Calendário Cívico, Cultural e Turístico do Estado de Goiás.

Falas abordam Propag e erradicação de lixões

Os discursos do Pequeno Expediente tiveram início com fala de Mauro Rubem (PT), que questionou declaração de Ronaldo Caiado (UB) à Folha de S.Paulo de que não há legislação sobre o Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados) em Goiás. “A Lei Complementar no212, de 13 de janeiro de 2025, institui o programa”, ressaltou.

“Goiás está diretamente beneficiado pelo Governo Federal com mais de R$ 5 bilhões de renúncia por parte da União. Portanto, quando Caiado afirma que está sendo perseguido ou ignorado pelo Governo Federal, falta com a verdade e demonstra uma falta de capacidade para compreender a dinâmica federativa e o interesse público”, declarou Rubem.

Ao manifestar-se mais à frente na sessão, o líder do Governo Estadual na Assembleia Legislativa, Talles Barreto (UB), disse que o que o governador falou é que o Propag ainda não foi regulamentado.

Clécio Alves (Republicanos) comentou sobre a primeira reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Erradicação dos Lixões em Goiás, ocorrida na quinta-feira, 27. Uma das principais ações da frente, especificou, envolverá o lixão Ouro Verde, no município de Padre Bernardo, próximo de Brasília. “É um lixão a céu aberto, sem licença ambiental, sem autorização de funcionamento. Funciona por liminar porque já foi interditado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Recebe os lixos do Distrito Federal e adjacências”, declarou, propondo, em seguida, a solução para o problema: “Temos um aterro sanitário em Águas Lindas que atende a todos os preceitos necessários, inclusive equipamento de tratamento de chorume, a água é tratada e sai de forma limpa”.

O deputado acrescentou, ainda, que hoje 110 municípios já não têm lixões em Goiás.

Deputados abordam 8 de janeiro de 2023 e 1º de abril de 1964

Major Araújo (PL) usou a fala para defender o projeto de lei de autoria dele que pretende proibir o uso de batom por menores de idade no estado de Goiás.

A proposta foi motivada pela prisão da cabeleireira Débora dos Santos, por escrever a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, durante a manifestação pública de 8 de janeiro de 2023. “Apresentamos esse projeto hoje e, por mais que algumas pessoas tenham achado graça; para mim, o batom perdeu a sua função de cosmético. Segundo o STF, esse cosmético tem um poder letal e capaz de contribuir com golpe de Estado”, ironizou. 

Ao subir à tribuna, Bia de Lima (PT) lembrou que, em 1º de abril de 1964, há exatos 61 anos, ocorria o golpe militar no Brasil: “Perseguições políticas, perseguições a famílias, mortes ainda para serem desvendadas, corpos enterrados em valas comuns, situações extremamente tristes que não queremos em hipótese alguma”, sintetizou a parlamentar.

Ela também pontuou que “interpretações, posições, ideologias e posturas diversas só são possíveis porque vivemos em uma democracia” e que “quem está buscando anistia hoje admite já de cara estar cometendo um crime”.

Antônio Gomide (PT) voltou a falar dos problemas enfrentados pelo Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana). O deputado criticou o fato de que a Secretaria do Estado de Saúde encaminhou requerimento dele à organização social de saúde que administra a unidade hospitalar, tendo dela, e não da Secretaria, vindo as explicações que recebeu. “É um equívoco grande do secretário ou um menosprezo por esta Casa”, disse.

Talles Barreto argumentou que a desregulamentação nos serviços de saúde municipais de Goiânia, Aparecida e de Anápolis, após a troca recente de gestões, teriam sobrecarregado o hospital de Anápolis. Barreto também anunciou a vinda do secretário de Saúde, Rasível dos Santos, à Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, no dia 15 deste mês, das 9h às 12h, para tratar de temas referentes à pasta.

Gestão estadual é enaltecida por parlamentares

Wagner Neto e Amauri Ribeiro (UB) subiram ao púlpito, na deliberação da Ordem do Dia, para defender resultados da gestão do governador Ronaldo Caiado, como aqueles da segurança pública e da educação. Neto anunciou que estará presente no lançamento da candidatura de Caiado à Presidência da República em Salvador, na Bahia, na sexta-feira, 4. Outros deputados também confirmaram presença e falaram a favor do governador em apartes.

“Temos um estado financeiramente reerguido”, declarou Ribeiro. “Em 2019, quando o governador assumiu, o estado estava completamente destruído, endividado. Hoje, temos independência financeira e dinheiro em caixa, [só] não podemos usar por fazermos parte do RRF [Regime de Recuperação Fiscal]”.  

Gugu Nader também se pronunciou nesta terça-feira, abordando, entre outros pontos, a manifestação dos profissionais que trabalham com entrega por aplicativo, realizada no dia de hoje. O parlamentar destacou que os entregadores estão sendo penalizados e vivem numa situação de precariedade no trabalho; por exemplo, com proibição de usarem o banheiro de restaurantes enquanto aguardam que estes lhes entreguem os pedidos.

Nader anunciou que solicitou a realização de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, para discutir a questão.

O Plenário volta a se reunir nesta quarta-feira, a partir das 15 horas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Empresas inovadoras interessadas em atrair investimentos podem se inscrever, até 4 de maio, no Programa Capital Empreendedor, iniciativa do Sebrae voltada para startups que já faturam ou estão em fase de tração. O programa oferece capacitação intensiva e mentorias especializadas, preparando os participantes para apresentar seus negócios a investidores de forma estratégica.

Durante seis meses, as startups selecionadas passam por diferentes etapas, começando pelo Circuito Decolagem, fase inicial onde os projetos são apresentados e analisados. Em seguida, no Circuito Rota de Inovação, os empreendedores recebem treinamento para aprimorar seus pitches, apresentações curtas e persuasivas voltadas para potenciais investidores. No Circuito Caminho da Transformação, acontecem mentorias individuais e coletivas com foco no desenvolvimento do negócio.

O programa culmina no Circuito Onda de Crescimento, momento em que as startups finalistas participam do Deal Day, um evento exclusivo de conexão com investidores, fundos de venture capital e representantes do mercado. Essa etapa final pode representar a oportunidade decisiva para captar investimentos e impulsionar o crescimento da empresa.

Além do suporte para a captação de recursos, o Capital Empreendedor permite que as startups aprimorem seus modelos de negócios, refinem estratégias e ampliem sua rede de contatos. Durante o programa, os participantes têm acesso a mentorias nas áreas de governança, questões jurídicas, vendas, valuation e comportamento empresarial. O programa é gratuito e não exige contrapartida financeira das startups.

Em 2024, mil startups de todo o Brasil se inscreveram, e 431 avançaram para a fase inicial de workshops. Desse grupo, 140 passaram para a segunda etapa, onde receberam acompanhamento especializado. No final, as 100 startups mais bem avaliadas participaram do Circuito de Investimentos, realizado em São Paulo.

Entre as selecionadas para essa fase, seis são de Goiás: Coordly (construção civil), Corretora.ai (setor imobiliário), BioUs (tecnologia sustentável para o agronegócio), Orca (prestação de serviços), PersonalFit (área da saúde) e SOU AgroSoluções (logística para o agronegócio).

As inscrições para a 8ª edição do Programa Capital Empreendedor seguem abertas até 4 de maio de 2025 e podem ser feitas pelo link.

Autor Agatha Castro


O terremoto de magnitude 7,7 que atingiu Mianmar na última sexta-feira (28/3) deixou 1,7 mil mortos e mais de 3,4 mil feridos, segundo o governo do país. Cerca de 300 pessoas ainda estão desaparecidas, e as equipes de resgate enfrentam grandes desafios para atender as vítimas. O desastre também impactou a Tailândia, onde o desabamento de um arranha-céu em construção causou pelo menos 18 mortes e deixou 76 pessoas soterradas.

Os hospitais em Mianmar estão sobrecarregados, enquanto equipes internacionais tentam chegar ao local para ajudar no resgate. O chefe da junta militar, Min Aung Hlaing, alertou que o número de mortos pode continuar subindo e pediu apoio internacional.

“É necessário restaurar as rotas de transporte o mais rápido possível”, afirmou, destacando a urgência em reparar ferrovias e reabrir aeroportos para facilitar os resgates.

A situação é ainda mais crítica devido à guerra civil que assola Mianmar desde o golpe militar de 2021. Muitas regiões já sofriam com a falta de infraestrutura e serviços essenciais antes do terremoto, o que torna os esforços de socorro ainda mais desafiadores. A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho também alertou para a gravidade da situação.

“A destruição foi extensa e as necessidades humanitárias estão crescendo a cada hora.”

Na Tailândia, os trabalhos de resgate entraram no terceiro dia, com equipes utilizando drones e cães farejadores para localizar sobreviventes sob os escombros do prédio que desabou em Bangkok. As autoridades enfrentam um desafio complexo para acessar as vítimas, devido à instabilidade da estrutura.

“Neste momento, nossa equipe está tentando encontrar qualquer um que ainda possa estar vivo. Dentro das primeiras 72 horas, temos que tentar salvar aqueles que ainda estão vivos”, explicou Teerasak Thongmo, comandante da polícia tailandesa.

O impacto do terremoto pode ser ainda maior. De acordo com um modelo do Serviço Geológico dos EUA, o número de mortos em Mianmar pode ultrapassar 10 mil. Além disso, as perdas econômicas devem superar a capacidade financeira anual do país. Com a chegada de equipes de resgate da China, Tailândia, Singapura, Rússia e Índia, a esperança é de que os trabalhos avançem mais rápido.

Autor Agatha Castro


Deputado do Psol discursou neste domingo (30.mar) em ato contra a PL da anistia 2.858, em São Paulo

O deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) disse neste domingo (30.mar.2025) que vai “levar marmita da Cozinha Solidária” para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão. Declaração ocorreu durante discurso em ato contra a anistia realizado no bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo.

“Quando Bolsonaro se elegeu, ele disse que ia botar a esquerda na cadeia, vocês se lembram? Mas o mundo gira e nós ainda vamos ter oportunidade de pegar a comissão de direitos humanos da Câmara. E levar marmita da cozinha solidária para ele lá na Papuda, declarou Boulos mencionando o projeto social que coordena em São Paulo, que distribui refeições gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A fala provocativa se deu durante a manifestação que reuniu opositores ao PL 2.858 de 2022 (íntegra – PDF – 118kb), projeto que propõe anistiar os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A declaração foi recebida com aplausos pelos presentes, que também entoavam gritos de “sem anistia” durante o evento.

BOLSONARO RÉU

A menção à possível prisão de Bolsonaro refere-se à recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que aceitou denúncia da Procuradoria Geral da República. O ex-presidente e outros 7 aliados tornaram-se réus por tentativa de golpe de Estado em 2022.

O ato em São Paulo foi convocado como resposta direta à manifestação liderada por Bolsonaro em 16 de março, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O ex-presidente reuniu apoiadores que pediam a aprovação do projeto de anistia.



Autor Poder360 ·


Instituição financeira afirma que houve contratação no programa Crédito do Trabalhador em mais de 3.000 municípios brasileiros

O Banco do Brasil emprestou mais de R$ 600 milhões no programa Crédito do Trabalhador desde 21 de março, quando a operação teve início. Esta linha é voltada a trabalhadores do setor privado. Trata-se de um consignado para quem tem CLT.

A instituição financeira disse neste sábado (29.mar.2025) que houve a contratação de operações em mais de 3.000 municípios brasileiros, de todas as regiões do país. O diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Antonio Chiarello, afirmou que é necessário que o trabalhador “avalie bem” as ofertas recebidas e faça comparações.

“É importante que o trabalhador avalie bem todas as propostas recebidas, comparando de forma qualitativa as condições dos empréstimos oferecidos, a exemplo do valor disponibilizado, taxas de juros, prazos de pagamento e custo efetivo total (CET), escolhendo com prudência as melhores condições disponibilizadas”, disse.

Para ter acesso à linha de crédito consignado, é necessário que o trabalhador faça uma simulação no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Lá, é possível clicar no item de empréstimo e preencher os espaços em branco com o valor e o número de parcelas.

O aplicativo informa uma taxa de referência, mas que não corresponde à oferta bancária. Para ter acesso ao crédito, o trabalhador precisa solicitar um financiamento.

As propostas são enviadas no aplicativo em até 24 horas. A pessoa deve esperar por este período para fazer uma nova solicitação. Ou seja, o trabalhador só pode realizar um pedido por vez.

Nos 7 primeiros dias do programa, houve a concessão de R$ 1,28 bilhão em empréstimos. O último dado foi atualizado na 5ª feira (27.mar).

A operação também passará a ser ofertada diretamente nos canais digitais de bancos, nas agências e nos correspondentes bancários a partir de 25 de abril.



Autor Poder360 ·