A semana em Goiás será marcada por tempo firme e temperaturas elevadas, conforme a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A tendência é de predomínio de sol em todo o estado, com variações entre céu claro e parcialmente nublado. As temperaturas devem oscilar entre mínimas de 18?°C e máximas que podem ultrapassar os 35?°C em algumas regiões até o próximo domingo. A umidade relativa do ar tende a ficar baixa, especialmente no período da tarde, exigindo atenção redobrada com a hidratação.
No interior do estado, cidades como Rio Verde, Catalão e Uruaçu também devem registrar dias ensolarados e quentes. As temperaturas máximas podem atingir até 36?°C, com umidade relativa do ar abaixo dos 30% em alguns momentos. A recomendação é para que os moradores adotem medidas de proteção contra o calor e evitem atividades físicas intensas durante os períodos mais quentes do dia.
Segundo o Inmet, não há previsão de chuvas significativas para Goiás nesta semana. A tendência é de manutenção do tempo seco e quente, com possibilidade de aumento da sensação térmica em algumas regiões. A população deve ficar atenta às orientações dos órgãos de saúde e meteorologia para minimizar os impactos do calor intenso.
Semana será com sol e tempo seco em Goiânia
Goiânia registra uma segunda-feira (22/4) de sol com muitas nuvens à tarde e à noite, mas sem previsão de chuva. A temperatura varia entre 19?°C e 30?°C, com umidade relativa do ar oscilando entre 98% e 54%. O vento sopra a 8 km/h, com direção sudeste/leste-sudeste. A radiação solar está em nível extremo, exigindo cuidados com exposição prolongada ao sol.
Nos próximos dias, o tempo segue estável, com máximas entre 28?°C e 31?°C e mínimas acima dos 20?°C. Não há previsão de chuva até o fim de semana, mantendo o padrão seco e ensolarado. O sol nasce às 6h26 e se põe às 18h05. A população deve manter hidratação e atenção aos cuidados com a pele devido ao alto índice UV.
Sol predomina em Aparecida de Goiânia
A previsão do tempo para Aparecida de Goiânia indica uma semana de sol, com variação de nuvens à tarde e à noite, mas sem expectativa de chuva. Nesta terça-feira (22), os termômetros devem marcar mínima de 19?°C e máxima de 28?°C. A umidade relativa do ar varia entre 100% e 57%, e os ventos sopram a 9 km/h. O índice de radiação UV está classificado como extremo, exigindo proteção solar redobrada.
Nos próximos dias, as temperaturas continuam elevadas, com máximas entre 28?°C e 30?°C e mínimas em torno de 20?°C. O tempo seco predomina até o início da próxima semana, sem mudanças significativas nas condições climáticas. A população deve se hidratar bem e evitar exposição ao sol nos horários de maior intensidade. O pôr do sol está previsto para às 18h05, enquanto o nascer ocorre às 6h26.
Os eleitores brasileiros com pendências na Justiça Eleitoral têm até o dia 19 de maio para regularizar a situação. O não cumprimento desse prazo pode levar ao cancelamento do título, gerando consequências como a impossibilidade de se inscrever em concursos públicos ou obter documentos oficiais. Atualmente, mais de 5,2 milhões de brasileiros se encontram em situação irregular. Enquanto isso, apenas 72,3 mil eleitores já atualizaram seus dados junto à Justiça Eleitoral.
Devem regularizar o título os eleitores obrigados a votar que deixaram de comparecer às urnas em três eleições consecutivas, não justificaram a ausência nem pagaram as respectivas multas. É importante lembrar que cada turno conta como uma eleição. Assim, quem faltou aos dois turnos de 2022 e a um de 2024, por exemplo, já está em risco. Dados do TSE indicam que os faltosos somam cerca de 5,3 milhões de pessoas.
A maioria dos eleitores irregulares é composta por homens (58%) com ensino fundamental incompleto (30,3%), especialmente na faixa etária entre 25 e 29 anos. O título também pode ser cancelado em casos específicos, como ausência injustificada nas eleições de 2022 e 2024, inclusive em turnos suplementares ou em locais como o Distrito Federal e Fernando de Noronha.
Pessoas para quem o voto é facultativo — como analfabetos, menores de 18 anos e maiores de 70 — não têm o título cancelado. O mesmo vale para eleitores com deficiência que comprovem impedimento para votar ou aqueles com justificativas aceitas pela Justiça Eleitoral. Esses casos têm garantias específicas e não se enquadram nas regras de cancelamento automático.
A regularização pode ser feita online ou presencialmente. Pela internet, o eleitor deve acessar o site do TSE ou o aplicativo E-título e seguir as instruções. Já no atendimento presencial, é necessário apresentar documento com foto, título ou e-Título e comprovantes de votação, justificativas ou pagamento de multas. Todos os serviços são gratuitos e acessíveis.
Estar com o título em dia é fundamental para manter os direitos políticos e realizar atividades como prestar concursos públicos, obter passaporte, renovar matrícula escolar e acessar serviços governamentais. Além disso, regularizar a situação eleitoral é um ato de cidadania e fortalece a democracia. O pagamento de eventuais multas pode ser feito por Pix, cartão ou boleto, de forma prática e segura.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), foi submetido a uma cirurgia para remover tumores nas duas mãos. O procedimento ocorreu no dia 21 de fevereiro, no hospital Vila Nova Star, em São Paulo. A confirmação foi feita pelo próprio Caiado durante um evento nesta quarta-feira (16), no estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Durante coletiva de imprensa, o governador usava luvas e explicou que os tumores foram retirados por meio de uma ressecção. Ele mostrou as mãos e indicou onde estavam os nódulos.
“A gente fica descuidando de passar protetor solar e aí eu fui submetido a uma cirurgia na mão”, afirmou.
De acordo com a assessoria do governador, o diagnóstico confirmou um câncer de pele do tipo espinocelular, originado nas células escamosas da epiderme. O tumor foi completamente removido, e Caiado já retomou sua agenda oficial sem complicações.
O governador atribuiu o problema à exposição excessiva ao sol durante suas cavalgadas.
“Me falaram que é porque sou apaixonado em fazer minhas cavalgadas, então o tempo todo com a mão no sol, invés de ter colocado uma luva ou passado protetor solar”, disse.
O político, de 75 anos de idade, admitiu o descuido: “Descuidei”.
Em nota, a assessoria do governador reforçou que o tratamento inclui evitar o sol e manter os curativos.
“Quando está exposto ao sol, ele usa luvas; em ambientes fechados, fica no curativo apenas”, explicaram.
Caiado também alertou sobre a prevenção: “O uso diário de protetor solar poderia ter evitado esse problema. Cuidem-se e se protejam”.
Brasil se prepara para sediar Cúpula do BRICS 2025 no Rio com foco em reformas globais e combate à pobreza
Lidiane 16 de abril de 2025
✍️ Autor: Gil Campos 📅 Atualizado em 16/04/2025 às 15:54
O Brasil será o centro das atenções da política internacional em julho, quando sediará a 17ª Cúpula do BRICS, marcada para os dias 6 e 7 de julho de 2025, no Rio de Janeiro. O encontro reunirá os líderes das maiores economias emergentes do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além dos países recém-integrados ao bloco, como Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Irã e Emirados Árabes Unidos.
A presidência rotativa do BRICS está atualmente com o Brasil, que propõe uma pauta ambiciosa: reformar as instituições multilaterais, combater a pobreza global, reduzir desigualdades e ampliar o acesso ao financiamento para países em desenvolvimento.
Novo equilíbrio geopolítico no centro das discussões
A cúpula de 2025 é vista como estratégica diante da atual reconfiguração da ordem global, marcada por tensões comerciais, disputas tecnológicas e crise de representatividade nos fóruns tradicionais como ONU, FMI e Banco Mundial.
Segundo o Itamaraty, o Brasil pretende liderar discussões sobre uma nova governança mundial, com ênfase na inclusão dos países do Sul Global nas decisões estratégicas globais, ampliando o protagonismo de blocos como o BRICS.
Pobreza, clima e desenvolvimento sustentável também serão prioridades
Além da reforma institucional, o encontro terá como eixo a defesa de políticas públicas voltadas ao:
-
Combate à fome e à insegurança alimentar
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Investimentos em infraestrutura verde
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Iniciativas para frear as mudanças climáticas
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Promoção de inclusão digital e energética
O Brasil também deve apresentar durante o evento um plano de cooperação agrícola e tecnológica com foco em inovação sustentável.
A informação foi confirmada pelo Jornal Folha de Goiás, que acompanha com profundidade os movimentos da política internacional e seus reflexos estratégicos sobre o Brasil, Goiás e o Centro-Oeste.
Análise crítica
A Cúpula do BRICS 2025 representa muito mais do que uma reunião de chefes de Estado. É um recado do Brasil ao mundo de que deseja ocupar um papel mais relevante nas decisões globais, com voz ativa e capacidade de articulação entre economias emergentes. O evento também pode reforçar laços comerciais, abrir portas para investimentos estratégicos em infraestrutura e energia, e consolidar o país como liderança diplomática entre nações em desenvolvimento.
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BRICS 2025, Cúpula do BRICS no Brasil, política internacional, reforma global, cooperação Sul Global, Brasil China, Itamaraty, Lula BRICS, BRICS Rio de Janeiro, novo equilíbrio mundial, combate à pobreza, geopolítica, Jornal Folha de Goiás
Outros 30% do Estado defendem que o governador deixe o cargo e dispute o Planalto, segundo pesquisa Datafolha
Pesquisa Datafolha divulgada na noite de 5ª feira (10.abr.2025) no jornal Folha de S.Paulo mostra que a maioria dos eleitores do Estado de São Paulo acha que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) deveria tentar a reeleição em 2026.
De acordo com o levantamento, os eleitores responderam que Tarcísio:
- deveria disputar a reeleição para o governo de São Paulo – 58%;
- deveria disputar a eleição para a Presidência da República – 30%;
- não sabem – 12%.
O Datafolha ouviu presencialmente 1.500 pessoas com 16 anos ou mais em 81 municípios de São Paulo. A pesquisa foi realizada de 1º a 3 de abril e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Tarcísio é afilhado político de Jair Bolsonaro (PL) e foi seu ministro de Infraestrutura. Apesar de Bolsonaro estar inelegível até 2030, segundo decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o governador de São Paulo defende publicamente o ex-presidente como candidato ao Planalto em 2026. De acordo com a lei eleitoral, Tarcísio tem até abril de 2026 para decidir se disputará ou não a Presidência.
A opinião de que Tarcísio deveria tentar a reeleição em vez de concorrer à Presidência é maioritária tanto entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto entre os de Bolsonaro. Nesse caso, a margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Entre os que se declaram petistas, os eleitores responderam que Tarcísio:
- deveria disputar a reeleição para o governo de São Paulo – 58%;
- deveria disputar a eleição para a Presidência da República – 28%.
Entre os que se declaram bolsonaristas, os eleitores responderam que Tarcísio:
- deveria disputar a reeleição para o governo de São Paulo – 61%;
- deveria disputar a eleição para a Presidência da República – 32%.
O instituto questionou os eleitores sobre qual o candidato eles acham que Tarcísio deveria apoiar caso decida não disputar a reeleição para o governo de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
De acordo com a pesquisa estimulada (quando o eleitor deve escolher entre um dos nomes indicados no questionário), os entrevistados afirmam que Tarcísio deveria apoiar:
- Pablo Marçal (PRTB) – 23%;
- Ricardo Nunes (MDB) – 22%;
- Gilberto Kassab (PSD) – 10%;
- Rodrigo Manga (Republicanos) – 7%;
- Ricardo Salles (Novo) – 7%;
- Guilherme Derrite (PP) – 6%;
- André do Prado (PL) – 3%;
- outras respostas – 0%;
- nenhum – 12%;
- não sabem – 11%.
Tarcísio lidera com folga
Em 2 cenários testados pelo instituto do Grupo Folha, Tarcísio lideraria com folga a disputa para o governo de São Paulo caso as eleições fossem hoje. A pesquisa reflete a avaliação de seu governo, considerado “ótimo” ou “bom” para 41% dos eleitores.
De acordo com a pesquisa estimulada, cuja margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), o cenário eleitoral seria o seguinte:
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 41%;
- Geraldo Alckmin (PSB) – 25%;
- Pablo Marçal (PRTB) – 15%;
- Alexandre Padilha (PT) – 6%;
- Ricardo Salles (Novo) – 4%;
- branco/Nulo/Nenhum – 9%;
- não sabem – 1%.
Já em um cenário em que o candidato do PSB é o ministro do Empreendedorismo, Márcio França, em vez de Alckmin, Tarcísio abriria uma vantagem ainda maior sobre o 2º colocado:
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 47%;
- Pablo Marçal (PRTB) – 16%;
- Márcio França (PSB) – 11%;
- Alexandre Padilha (PT) – 6%;
- Ricardo Salles (Novo) – 4%;
- branco/Nulo/Nenhum – 14%;
- não sabem – 2%.
O Datafolha também testou um cenário sem Tarcísio. Nesse caso o vice-presidente lidera as intenções de voto dos paulistas para o governo do Estado:
- Geraldo Alckmin (PSB) – 29%;
- Pablo Marçal (PRTB) – 20%;
- Ricardo Nunes (MDB) – 12%;
- Rodrigo Manga (Republicanos) – 5%;
- Alexandre Padilha (PT) – 5%;
- Ricardo Salles (Novo) – 4%;
- Guilherme Derrite (PP) – 3%;
- Gilberto Kassab (PSD) – 3%;
- André do Prado (PL) – 1%;
- branco/Nulo/Nenhum – 15%;
- não sabem – 3%.
Parte das tarifas anunciadas pelo republicano em 2 de abril entrou em vigor nesta 4ª feira (9.abr); desencadearam uma guerra comercial global
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano) disse na 3ª feira (8.abr.2025) que líderes mundiais estão “puxando seu saco” para negociar as tarifas impostas pela Casa Branca. As novas taxas entraram em vigor nesta 4ª feira (9.abr).
A declaração de Trump foi feita durante seu discurso em um jantar do Comitê Nacional Republicano do Congresso. O republicano usou a expressão “kissing my ass”, cuja tradução literal é “beijando o meu traseiro”. Ela pode ser traduzida para o português como bajular ou puxar o saco.
Parte das tarifas anunciadas por Trump em 2 de abril entrou em vigor nesta 4ª feira (9.abr). Elas desencadearam uma guerra comercial global, com países planejando medidas retaliatórias e buscando negociar com os EUA.
“Estou te falando, esses países estão nos ligando, puxando o meu saco. Eles estão doidos para fazer um acordo. ‘Por favor, por favor, senhor, me deixe fazer um acordo. Eu faço qualquer coisa, senhor’”, disse Trump.
Assista:
O principal país atingido pelo tarifaço de Trump foi a China. A nação já havia sido taxada em 20%. Em 2 de abril, o presidente norte-americano anunciou novas tarifas de 34%, fazendo com que os produtos chineses fossem taxados em 54%, no total.
Na 6ª feira (4.abr), o governo chinês anunciou que iria impor tarifas de 34% sobre os produtos norte-americanos. Trump deu um prazo para que a China desistisse de retaliar os EUA. Pequim manteve o posicionamento.
Em resposta, a Casa Branca comunicou que aplicará tarifas ainda maiores, de 104%, ao país asiático a partir desta 4ª feira (9.abr).
Leia mais:
Mercado mantém projeção de inflação alta e crescimento econômico modesto para 2025, aponta Boletim Focus
Lidiane 9 de abril de 2025
As expectativas do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do Brasil em 2025 permaneceram estáveis, segundo a nova edição do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (07/04) pelo Banco Central (BC). A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) é de crescimento de 1,97%, enquanto a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve fechar o ano em 5,65% — acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional.
A pesquisa é baseada na opinião de analistas de bancos, gestoras e consultorias econômicas, que enviam semanalmente suas previsões ao Banco Central.
Inflação permanece acima da meta
A inflação prevista para 2025, em 5,65%, segue acima do limite superior da meta estabelecida pelo governo, que é de 4,5% para o ano. A meta central é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Já para 2026, a projeção caiu para 4,5%, e segue em queda para os anos seguintes: 4% em 2027 e 3,78% em 2028.
A pressão inflacionária tem sido puxada especialmente pelos aumentos recentes nos preços da energia elétrica e alimentos. Em fevereiro, o IPCA teve alta de 1,31%, maior variação para o mês desde 2003, de acordo com o IBGE. No acumulado de 12 meses, a inflação oficial soma 5,06%.
PIB com crescimento modesto
Em relação ao crescimento econômico, o cenário é de estabilidade. A expectativa para a expansão do PIB brasileiro em 2025 permanece em 1,97%, enquanto a projeção para 2026 é de 1,6%. Já para 2027 e 2028, os analistas estimam crescimento de 2% ao ano.
No ano passado (2024), o Brasil teve um desempenho mais robusto, com alta de 3,4% no PIB — o quarto ano consecutivo de crescimento.
Juros devem subir ainda mais em 2025
A taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 14,25% ao ano, deve chegar a 15% até o fim de 2025, conforme a projeção dos analistas. Para os anos seguintes, o mercado espera uma queda gradual: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.
Na última reunião, em março, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic em um ponto percentual, refletindo a preocupação com a inflação persistente, especialmente nos setores de serviços e energia.
Em comunicado, o Copom destacou que a economia brasileira segue aquecida, apesar de sinais de moderação. O órgão também alertou sobre a possibilidade de manutenção da inflação em patamar elevado e indicou que poderá realizar um novo ajuste em menor intensidade na próxima reunião, prevista para maio.
Dólar segue em alta
Outro ponto de destaque do Boletim Focus é a cotação do dólar. A previsão para o câmbio ao final de 2025 está em R$ 5,90, podendo chegar a R$ 5,99 no fim de 2026, o que pressiona ainda mais os preços internos, principalmente de produtos importados e insumos industriais.
Riscos para a economia
Com a inflação acima da meta e juros em alta, o cenário impõe desafios para a retomada econômica. Juros elevados encarecem o crédito e desestimulam o consumo e o investimento, o que tende a desacelerar o crescimento. Por outro lado, a manutenção dos juros altos é vista como necessária para conter a inflação e manter a credibilidade da política monetária.
A combinação de inflação resistente, juros altos, dólar valorizado e crescimento fraco exige atenção redobrada de empresários, investidores e consumidores em 2025.
Sebrae Goiás lança boletim com tendências para impulsionar bares e restaurantes
Lidiane 5 de abril de 2025
O Sebrae Goiás lançou o Boletim de Tendências de Bares e Restaurantes com foco em auxiliar empreendedores do setor a manterem a competitividade. Segundo dados da Receita Federal de fevereiro de 2025, os pequenos negócios representam 98,5% das empresas do ramo no Brasil. Em Goiás, o crescimento do setor entre 2022 e 2024 foi de 17%, totalizando 45.805 empresas, das quais 99,2% são pequenos negócios. A publicação tem como objetivo orientar o segmento diante das transformações do mercado.
Entre as principais tendências listadas, destaca-se a busca crescente por alimentação saudável, especialmente entre os jovens consumidores. O aumento do consumo de bebidas funcionais, esportivas e opções sem álcool é um reflexo dessa mudança. Outra aposta é no turismo gastronômico e na valorização do regionalismo, com cardápios que exaltam ingredientes típicos e promovem experiências autênticas.
O boletim também destaca a importância da personalização no atendimento, reforçando que o uso de dados e ferramentas de inteligência artificial pode oferecer um serviço mais próximo e adaptado ao perfil do consumidor. O atendimento diferenciado, aliado à tecnologia, se tornou essencial para fidelização de clientes. Outro ponto relevante é a flexibilidade dos modelos de negócio, com destaque para dark kitchens e cloud kitchens, voltadas exclusivamente para delivery.
A gestora do projeto de Varejo de Alimentação do Sebrae Goiás, Daniela Pereira Caixeta, afirma que o documento busca apoiar micro e pequenos empresários na adaptação às mudanças. Segundo ela, as tendências destacadas no boletim são estratégicas para quem deseja se destacar em um mercado cada vez mais dinâmico. “Com a rotina intensa do dia a dia, muitos empresários enfrentam dificuldades para acompanhar inovações e mudanças do setor”, explicou.
Esses formatos permitem operar com menores custos fixos e maior alcance, seguindo a tendência de conveniência exigida pelos consumidores. O Sebrae Goiás reforça que a adoção dessas práticas pode representar um avanço significativo para os pequenos negócios, impulsionando inovação, sustentabilidade e crescimento no setor de alimentação fora do lar.
Petista tem 36% contra 30% do ex-presidente, que está inelegível; Ciro Gomes registra 12% e Marçal, 7%, segundo o levantamento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários para as eleições presidenciais de 2026 quando testado contra os principais nomes da direita, diz pesquisa Datafolha realizada de 1º a 3 de abril e divulgada neste sábado (5.abr.2025).
Em simulação estimulada com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o petista teria 36%, contra 30% de seu antecessor –que está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A diferença está acima da margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ciro Gomes (PDT), com 12%, Pablo Marçal (PRTB), com 7%, e Eduardo Leite (PSDB), com 5%, vêm na sequência.
Eis os números da 1ª simulação apresentada pelo Datafolha:
- Lula (PT): 36%
- Jair Bolsonaro (PL): 30%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Pablo Marçal (PRTB): 7%
- Eduardo Leite (PSDB): 5%
- branco/nulo/nenhum: 9%
- não souberam: 2%
A empresa do jornal Folha de S.Paulo ouviu 3.056 pessoas em 172 municípios de 1º a 3 de abril de 2025. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
OUTROS CENÁRIOS
Sem Bolsonaro, Lula amplia a margem que há entre ele e o 2º colocado. Numa 2ª simulação, o petista teria 35% contra 15% do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Eis os números:
- Lula (PT): 35%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%
- Ciro Gomes (PDT): 11%
- Pablo Marçal (PRTB): 11%
- Ratinho Junior (PSD): 5%
- Eduardo Leite (PSDB): 3%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 2%
- branco/nulo/nenhum: 11%
- não souberam: 3%
Na 3ª simulação, com Eduardo Bolsonaro (PL), o filho do ex-presidente pontua 11%, contra 35% de Lula, na liderança, e 12% de Ciro Gomes (PDT), em 2º lugar numericamente e empatado na margem com o congressista licenciado.
Eis os números:
- Lula (PT): 35%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Eduardo Bolsonaro (PL): 11%
- Pablo Marçal (PRTB): 10%
- Ratinho Junior (PSD): 6%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Eduardo Leite (PSDB): 4%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
- branco/nulo/nenhum: 12%
- não sabem: 3%
Já em um cenário com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o cenário é o seguinte:
- Lula (PT): 35%
- Michelle Bolsonaro (PL): 15%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Pablo Marçal (PRTB): 10%
- Ratinho Junior (PSD): 5%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Eduardo Leite (PSDB): 3%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
- branco/nulo/nenhum: 10%
- não sabem: 2%
Num teste mais restrito, o Datafolha testou Lula, Tarcísio e Marçal. O resultado mostra que os 2 nomes da direita, juntos, pontuam 39%, contra 43% do petista. Eis os números:
- Lula (PT): 43%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 24%
- Pablo Marçal (PRTB): 15%
- branco/nulo/nenhum: 16%
- não sabem: 2%
Leia mais:
Vetos recaem sobre iniciativa para o beach tennis e denominação de praça esportiva
Lidiane 5 de abril de 2025
Dentre as recentes vedações da Governadoria a propostas de parlamentares aprovadas pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) estão as de nº 7331/25 e nº 7474/25 e recaem, respectivamente, à promoção do beach tennis no estado e à redenominação de complexo esportivo em Inhumas.
Veto parcial
No processo nº 7331/25, o governador Ronaldo Caiado (UB) apresentou veto parcial ao autógrafo de lei nº 59, de 26 de fevereiro deste ano. O texto que recebe a obstrução é de iniciativa do deputado Virmondes Cruvinel (UB) e passou pela Casa de Leis sob o nº 8809/24. A matéria institui a Política Estadual de Incentivo à Prática do Beach Tennis, com o objetivo de “estimular a ampliação do acesso à prática desse esporte como meio de promoção da saúde e da integração social.” Para o alcance dessa finalidade, a medida do deputado elenca algumas estratégias, como o incentivo à realização de torneios, a implantação e a manutenção de infraestrutura adequada para o beach tennis em espaços públicos e a capacitação de profissionais e voluntários para atuarem como instrutores e árbitros.
A referida iniciativa permanece chancelada pelo Poder Executivo na Lei nº 23.303, de 27 de março deste ano. O veto em análise refere-se apenas ao inciso V do art. 1º do autógrafo, que prevê a inclusão desse esporte como modalidade nos jogos escolares e universitários. Ao justificar o veto, a Governadoria esclarece que seguiu a recomendação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc): “Argumentou-se que a modalidade ainda não é considerada um esporte olímpico e que os Jogos Estudantis do Estado de Goiás contemplam somente as modalidades olímpicas, paralímpicas e interculturais”.
Veto integral
Já o processo nº 7474/25 é um veto integral ao autógrafo de lei nº 63, de 27 de fevereiro. Originalmente apreciado pela Alego sob o nº 7735/23, por autoria do deputado Lucas Calil (MDB), sua redação modifica o nome do complexo esportivo da Praça 19 de março, em Inhumas. O complexo receberia o nome do ex-vereador inhumense Gilberto Geraldo Guerra, que faleceu em 2003.
Guerra ocupou diversos cargos públicos em Inhumas e era filho de Sebastião de Almeida Guerra, deputado da 2º Legislatura da Alego, de 1951 a 1955. Em parecer desfavorável à homenagem póstuma, a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) alegou que a proposição deveria ser precedida de consulta pública, para que pudessem ser devidamente consideradas as possíveis repercussões da alteração. “Não se trata apenas da mudança da denominação do complexo esportivo, mas também da mudança de memórias construídas por todos da comunidade”, apontou o parecer que embasa a vedação.
Tramitação
Os vetos foram lidos em Plenário na sessão ordinária do último dia 1º e, agora, seguem para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que poderá emitir parecer pela manutenção ou derrubada dos mesmos. Posteriormente, o parecer da CCJ deve ser analisado pelo Plenário da Casa. Para que um veto seja derrubado, é necessária maioria absoluta em votação única e secreta.










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