Chegou à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), em meados de março, veto parcial do Poder Executivo a autógrafo de lei que institui a Política Estadual de Restauração Ecológica, com o objetivo de promover a recuperação de ecossistemas degradados, a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas.
Na Casa de Leis, a obstrução parcial à iniciativa do deputado Antônio Gomide (PT) tramita como processo nº 4936/26.
Propõe-se vetar, especificamente, da proposta de política de restauração ecológica, dispositivo que prevê instrumentos e ações estratégicas a serem implementadas pelo poder público.
Esses instrumentos e ações consistiriam em um Plano Estadual de Restauração Ecológica, a ser elaborado pelo órgão ambiental estadual, com metas e prioridades para a recuperação de ecossistemas; em incentivos fiscais e linhas de crédito para proprietários rurais que implementarem projetos de restauração; e em um banco de dados estadual para monitoramento das áreas restauradas.
Ao embasar o veto, a Secretaria de Economia apontou “a ausência da estimativa do impacto das despesas previstas, a previsão genérica de incentivos fiscais e a indevida imposição de obrigações ao Poder Executivo”.
Haveria potencial criação de despesas públicas e renúncia de receita, tornando “indispensável a estimativa do impacto orçamentário e financeiro exigida pelo art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal e pelo art. 16 da Lei Complementar federal n° 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal), de 4 de maio de 2000.
Consultada quanto à constitucionalidade e à legalidade da matéria, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) disse ver nela “inconstitucionalidade formal subjetiva” por haver “interferência no funcionamento da administração pública estadual”.
O veto está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Alego, que deve emitir seu parecer por meio do relator a ser designado. Posteriormente, o veto é julgado em Plenário, podendo ser afastado pelos deputados estaduais, o que mantém o conteúdo originalmente proposto.
No Dia Mundial da Prevenção, especialistas destacam importância de exames para detectar lesões pré-cancerígenas
O HSPE (Hospital do Servidor Público Estadual) de São Paulo reforça estratégias de prevenção contra o câncer de colo de útero. A iniciativa foi realizada na 5ª feira (26.mar.2026), data em que se celebra o Dia Mundial da Prevenção do Câncer de Colo de Útero. Profissionais do Serviço de Ginecologia da unidade destacam a importância dos exames preventivos para detectar lesões pré-cancerígenas em mulheres.
O câncer de colo de útero (CCU) é o 3º entre os tipos de câncer mais incidentes em mulheres, no Brasil, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer). A doença, também conhecida como câncer cervical, surge a partir de alterações celulares no colo do útero.
Infecções pelo HPV (papilomavírus humano) provocam o surgimento da doença. Os subtipos HPV-16 e HPV-18 são responsáveis por aproximadamente 70% dos casos. A prevenção pode ser feita por meio da vacinação contra o HPV e da realização de exames preventivos como o teste de detecção da presença do vírus HPV oncogênico e o papanicolau (exame citopatológico).
Mulheres de 25 anos a 64 anos que já iniciaram a vida sexual devem realizar exames preventivos. A princípio, o exame deve ser feito anualmente. Depois de 2 exames regulares consecutivos, o intervalo passa a ser de 3 anos.
EXAME PREVENTIVO
O ginecologista do HSPE, Dr. Ilzo Vianna Júnior, explica que o exame citopatológico permite identificar lesões precursoras anos antes de se tornar um câncer invasivo. “Os exames preventivos, como o DNA HPV e o papanicolau, são instrumentos importantes na detecção de lesões pré-câncer. Quando identificadas e tratadas, evitam a progressão para quadros mais graves”, afirma.
As lesões pré-cancerígenas são assintomáticas e evoluem de forma lenta, podendo levar de 10 a 20 anos para se transformar em um tumor. A realização dos exames preventivos com regularidade permite detectar células anormais no início das alterações. “Quando o câncer de colo uterino é diagnosticado no início, as chances de cura são maiores. Já o diagnóstico tardio, em geral, é causado pela não realização do teste”, declara o especialista.
RELATO DE PACIENTE
Zilda Peretta, de 53 anos, procurou pelo Serviço de Ginecologia do HSPE em 2021 depois de receber o diagnóstico de câncer de colo de útero. “Eu sempre fiz o exame papanicolau, por isso o câncer foi descoberto bem no início. Quando recebi o diagnóstico, eu fiquei sem acreditar. Não tive nenhum sintoma, nenhuma queixa, nenhuma dor. Liguei na segunda-feira e na sexta-feira já estava passando por consulta. Foram pedidos mais exames para confirmar o diagnóstico e depois marcaram a cirurgia”, relata.
A paciente foi submetida a uma conização do colo do útero em 2021. Esse procedimento ginecológico remove um fragmento em formato de cone da região cervical para a realização de uma biópsia. Os resultados indicaram que o câncer havia se espalhado no órgão. Foi necessária uma 2ª intervenção só 1 mês depois: a histerectomia total (retirada do útero).
O sucesso da operação, realizada em junho daquele ano, dispensou a necessidade de tratamentos agressivos, como quimioterapia ou radioterapia. Hoje, ela mantém o acompanhamento semestral. “O exame papanicolau, que sempre realizei anualmente, foi fundamental para que o câncer tenha sido detectado bem no início. Fiquei surpresa pela rapidez e a forma como fui acolhida no HSPE com profissionais comprometidos com a minha recuperação”, afirma.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência São Paulo e adaptado para publicação pelo Poder360.
O vereador Romário Policarpo, presidente da Câmara Municipal de Goiânia, oficializou sua filiação ao Avante na tarde desta quinta-feira. A movimentação partidária visa consolidar sua candidatura a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás nas eleições de outubro.
A decisão de mudar de legenda está diretamente ligada ao fortalecimento da base governista estadual. O parlamentar reiterou seu compromisso com a pré-candidatura do vice-governador Daniel Vilela (MDB) ao Palácio das Esmeraldas, projeto que conta com o aval direto do governador Ronaldo Caiado (PSD).
Ao ingressar na nova sigla, Policarpo reforçou a importância da unidade em torno do atual vice-governador para a sucessão estadual. Ele explicou que o acordo com o partido inclui o suporte integral ao projeto liderado por Vilela na disputa majoritária.
“Estou me filiando ao Avante para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás. A soma de forças também passa pelo projeto do nosso pré-candidato ao governo, Daniel Vilela. Um dos acordos feitos com o partido é essa disponibilidade de o Avante caminhar junto ao próximo governador, Daniel Vilela, que será o candidato do governador Ronaldo Caiado”, destacou.
A estratégia para a formação da chapa proporcional do Avante deve focar em um modelo colegiado, evitando a concentração em figuras que já possuem mandatos. A articulação está sendo conduzida ao lado de Thialu Guiotti, também vereador e presidente estadual da agremiação.
“A expectativa é montar uma chapa estruturada, com apoio do Daniel, em um modelo mais colegiado. Vamos trabalhar com o presidente do Avante para construir a melhor composição possível”, disse Policarpo.
Segundo Thialu Guiotti, o Avante trabalha com a meta de eleger quatro representantes para o legislativo estadual este ano. Para ele, a chegada de Policarpo traz uma influência considerável e preparo técnico devido à sua experiência à frente de uma das maiores câmaras municipais do país. O Avente conta com dois deputados estaduais atualmente, que não estarão na chapa eleitoral deste ano.
Segundo Policarpo, a capilaridade do partido no estado foi um dos motivos decisivos para a escolha do novo caminho político. Para ele, a legenda já demonstrou força em pleitos passados e possui representantes eleitos em diversas regiões goianas.
“O Avante tem capacidade já demonstrada em eleições anteriores. Temos vice-prefeita, deputados estaduais eleitos e presença consolidada nos municípios, com vereadores. É um partido de expressão em Goiás”, lembrou.
A transição partidária também envolveu questões de ordem pessoal, especialmente em relação ao seu antigo partido, o PRD. Embora mantenha o respeito pelas lideranças e amizades construídas, o presidente da Câmara admitiu ter deixado a antiga casa “um pouco machucado”.
“Tenho amizade com lideranças do partido e apreço por pessoas que a política me apresentou. Saí do PRD um pouco machucado, porque não era minha vontade, mas as circunstâncias às vezes nos levam a novos caminhos”, declarou.
Campanha deve afastar vereador de clube
Quanto ao exercício de suas funções públicas, Policarpo descartou a necessidade de se afastar da presidência do Legislativo goianiense durante o período de campanha. Ele acredita que o cronograma das sessões ordinárias permite a conciliação entre as atividades da Casa e a agenda eleitoral.
“Não vejo necessidade de me afastar da Câmara. As sessões são pela manhã, três vezes por semana, o que permite organizar a agenda para atuar na campanha nos demais dias”, explicou.
Nas urnas, o candidato manterá a identificação que marcou sua trajetória na segurança pública. Ele confirmou que continuará utilizando a sigla de sua categoria profissional.
“Vou continuar utilizando o nome GCM. Isso é gratidão. Meu primeiro mandato veio da Guarda Civil, que me deu visibilidade. É uma causa que sempre vou defender”, afirmou.
Em contrapartida, sua atuação no futebol profissional deve ser interrompida temporariamente. O parlamentar indicou que o ritmo intenso de viagens do Vila Nova, clube do qual é vice-presidente, é incompatível com as exigências de uma campanha para deputado.
“A tendência é de afastamento no período eleitoral. As viagens da Série B dificultam conciliar com a campanha”, disse.
O parlamentar também aproveitou o momento para fazer um balanço de sua gestão, destacando que a transparência se tornou a principal marca de seu mandato. Ele mencionou que o Legislativo de Goiânia alcançou reconhecimento nacional pela clareza administrativa e abertura ao cidadão.
“Hoje, a Câmara de Goiânia é considerada a mais transparente do Brasil, com a maior nota já registrada. Isso é resultado de um compromisso assumido desde 2018, de devolver a Câmara ao cidadão”, finalizou.
Veter Martins propõe normatizar instalação de pontos de recarga para veículos elétricos
Lidiane 27 de março de 2026
Por iniciativa do deputado Veter Martins (Mobiliza), tramita na Assembleia Legislativa de Goiás o projeto de lei nº 4698 que dispõe sobre requisitos técnicos obrigatórios de segurança para a instalação de infraestrutura e pontos de recarga de veículos elétricos em edificações de múltiplos pavimentos residenciais e comerciais no Estado de Goiás. A propositura aguarda distribuição para relatoria na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.
O parlamentar aponta que o avanço da mobilidade elétrica representa uma etapa relevante no processo de transição energética e redução de emissões de poluentes. Entretanto, o crescimento da instalação de pontos de recarga em edificações residenciais e comerciais tem ocorrido, muitas vezes, sem padronização técnica adequada, especialmente em prédios antigos que não foram dimensionados para suportar cargas elétricas adicionais significativas.
Ao redigir o documento, o deputado destaca que a pretensão é criar mecanismos para normatizar a instalação de pontos de recarga para veículos elétricos, prevendo obediência às regulamentações e diversas normas técnicas atualizadas, buscando garantir a máxima segurança para o usuário com este tipo de procedimento. Além disso, a infraestrutura adequada também deve prevenir incêndios, choques elétricos, sobrecargas na rede.
O deputado estadual Julio Pina (Solidariedade) intensifica articulações para migrar para o Partido Verde (PV), movimento que, embora estratégico para reposicionamento eleitoral, já enfrenta forte resistência interna na federação que reúne legendas de esquerda no estado. A principal objeção parte de lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT), que questionam a falta de alinhamento ideológico do parlamentar.
A vereadora Kátia Maria, ex-presidente do PT em Goiás, tem sido uma das vozes mais críticas à possível filiação. Segundo ela, há um ambiente de insatisfação dentro do campo progressista.
“Como pode alguém que estava na base do Ronaldo Caiado vir para nossa chapa? Para estar conosco tem que ser alinhado com nossos candidatos a governador e a presidente. Ele não cumpre nada disso e deve procurar outro partido”, afirmou. A parlamentar ainda pontua que a decisão final caberá à federação partidária, indicando que o deputado pode não encontrar espaço para disputar o próximo pleito. A federação Brasil da Esperança é composta por PT, PCdoB e PV.
Em seu segundo mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, Júlio Pina busca viabilizar sua permanência no cenário político diante de um contexto adverso. No campo municipal, especialmente em Senador Canedo, o deputado também enfrenta dificuldades de articulação. Atualmente fora da base do prefeito Fernando Pellozo (União), que mantém avaliação positiva, Pina tende a encontrar barreiras para consolidar apoios locais.
O cenário se torna ainda mais complexo diante da movimentação do grupo político do Executivo municipal, que avalia lançar a primeira-dama Simone Assis como candidata a deputada estadual, consolidando um palanque competitivo no município. Soma-se a isso o desgaste político após as eleições de 2024, quando a esposa do parlamentar, Doutora Cristiana, disputou a prefeitura contra a base governista e obteve 16.818 votos, ficando em segundo lugar.
Com trajetória iniciada no PRTB e filiado ao Solidariedade desde 2023, Julio Pina construiu base eleitoral em municípios estratégicos como Goiânia, Buriti Alegre, Niquelândia e Alto Horizonte, além de Senador Canedo. Empresário do ramo farmacêutico e ex-secretário de Saúde de Senador Canedo, o parlamentar acumula experiência administrativa e política, mas agora enfrenta o desafio de reposicionar sua imagem e garantir viabilidade eleitoral em um ambiente de crescente disputa interna e reconfiguração partidária no estado.
Paulo Cezar Martins propõe mecanismos de inclusão para pessoas com nanismo
Lidiane 26 de março de 2026
O projeto nº 2693/26, de autoria do deputado Paulo Cezar Martins (MDB), começa a tramitar na Assembleia Legislativa de Goiás com a votação preliminar no plenário. A proposta visa instituir a Política Estadual de Inclusão Social da Pessoa com Nanismo, estabelecendo um conjunto de diretrizes para a formulação de ações integradas em áreas fundamentais como saúde, educação, trabalho e acessibilidade.
O objetivo é estruturar uma política pública permanente que vá além do reconhecimento de direitos, focando na execução prática de medidas que garantam dignidade e igualdade de oportunidades a esse segmento da população.
A justificativa do projeto destaca que, apesar dos avanços na legislação federal, as pessoas com nanismo ainda enfrentam barreiras físicas e atitudinais severas no cotidiano. Na condição de presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Martins reforça que a proposta é fruto de um diálogo contínuo com entidades da sociedade civil, especialistas e familiares.
O legislador diz que essas escutas qualificadas revelaram a urgência de um olhar específico do Estado para questões que impactam diretamente a autonomia desses cidadãos, como a adaptação de espaços públicos e o combate ao preconceito institucionalizado.
Se aprovada, a nova política normativa orientará o poder público estadual no desenvolvimento de campanhas de conscientização e no incentivo à inclusão no mercado de trabalho. Segundo o deputado, a medida busca preencher lacunas estruturais, assegurando que o atendimento especializado e a acessibilidade deixem de ser ações isoladas para se tornarem obrigações coordenadas entre as diferentes secretarias de Governo.
A matéria está em via de encaminhamento à Comissão de Constituição, Justiça e Redação, para designação de relatoria parlamentar.
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República neste ano e vai cumprir até o fim o segundo mandato à frente do Estado. A decisão foi comunicada nesta segunda-feira (23/3) ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, após conversa com a família no domingo (22).
Com isso, Ratinho Jr. deixa a corrida interna do PSD, na qual aparecia como o nome mais forte da legenda nas pesquisas para 2026. A retirada do governador paranaense recoloca no centro da disputa os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, que seguem como pré-candidatos do partido.
Ao fim do mandato, em dezembro, Ratinho Jr. disse que pretende se afastar da política para assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, criado pelo pai, o apresentador de TV Ratinho. Mesmo fora da disputa nacional, ele deve continuar atuando politicamente dentro do PSD e em defesa das pautas da legenda.
Segundo a nota divulgada por sua assessoria (veja íntegra abaixo), o governador avaliou que precisa manter o compromisso assumido com os eleitores paranaenses e dar sequência ao projeto iniciado em 2018. Ratinho Jr. foi reeleito em 2022 com cerca de 70% dos votos válidos.
A decisão também afeta a sucessão no Paraná e frustra a expectativa de parte do partido, que via o governador como favorito de Kassab para a disputa presidencial. Nas sondagens mais recentes, Ratinho Jr. aparecia à frente de Caiado e Leite, chegando a pontuar acima dos dois em alguns levantamentos.
Na pesquisa Quaest mais recente, de março, ele tinha 7% das intenções de voto em cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite. O bom desempenho nas pesquisas era visto como um dos principais trunfos do governador dentro do PSD.
Mesmo fora da disputa presidencial, o governador afirmou que seguirá à disposição do PSD para contribuir com o debate nacional. A legenda deve agora concentrar seus esforços na definição entre Caiado e Eduardo Leite como nome do partido para a eleição presidencial.
Leia na íntegra da nota do governador
O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23.
Ratinho está convicto que deve manter o compromisso selado com os paranaenses nas eleições de 2018 e não pode interromper o projeto que tem garantido o ciclo de crescimento econômico do Paraná. Sob a gestão de Ratinho Junior, que alcançou 85% de aprovação, o Estado se consolidou como a melhor educação do Brasil, obteve os menores índices criminais dos últimos 20 anos, o maior investimento em infraestrutura da história, e conquistou, por quatro vezes consecutivas, a excelência em sustentabilidade no Brasil.
O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações.
Eleito com quase 70% dos votos válidos em 2022, Ratinho permanecerá pautando a sua vida para ajudar o Brasil a partir do Paraná, ao defender um estado menor e mais eficiente, que tem a educação como instrumento para melhorar a vida de jovens e apostando na pacificação e no diálogo como alicerces do Estado Democrático de Direito.
Carlos Massa Ratinho Júnior nasceu numa família humilde em Jandaia do Sul. Mudou para Curitiba ainda criança, onde o pai chegou desempregado na década de 80. A trajetória simples do governador permitiu que ele jamais fosse contaminado pelas benesses do Poder.
Ao encerrar em dezembro essa fase de sua vida, Ratinho Júnior pretende voltar ao setor privado e presidir o Grupo de Comunicação criado pelo pai, o apresentador Ratinho.
Ratinho Junior desistiu da disputa interna do partido; Caiado lidera nas pesquisas
Após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), da disputa interna do partido pela Presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), deve ser o favorito para representar a sigla. Caiado lidera nas pesquisas, e o 3º nome na disputa, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), já acenou com a possibilidade de disputar o Senado como plano B.
Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato até dezembro de 2026 e não participará da disputa interna do PSD para a escolha de um candidato ao Planalto. Segundo comunicado divulgado pela assessoria, o governador afirma estar comprometido com o mandato conquistado junto ao eleitorado paranaense e avalia que não deve interromper o atual ciclo de gestão no Estado. Ele foi reeleito em 2022 com quase 70% dos votos válidos.
RATINHO JUNIOR ERA VISTO COMO “FAVORITO”
O ex-governador de Santa Catarina, Jorge Bornhausen (PSD), disse ao Poder360 em 17 de março de 2026 que o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, confirmou a pré-candidatura de Ratinho Junior à Presidência da República.
“Kassab já confirmou hoje a sua candidatura com apoio de todos os membros da comissão [que escolhe o pré-candidato]. Achei correta a decisão, com todo respeito aos grandes governadores Caiado e Eduardo”, declarou Bornhausen.
Congressistas do partido ouvidos pelo Poder360 também avaliaram à época que o governador paranaense despontava como favorito. Ele era visto como um nome “fortíssimo” por liderar pesquisas eleitorais, ter maior densidade interna e mais tempo de filiação. Um deputado afirmou que a escolha seria “unânime”.
CAIADO É O MAIS FORTE NAS PESQUISAS PELO PARTIDO
Com Ratinho Junior fora da corrida ao Palácio do Planalto, Caiado deve ser o indicado do partido para disputar a Presidência. O governador de Goiás aparece à frente de Eduardo Leite nas pesquisas de 1º turno. Levantamento divulgado pela Quaest em 11 de março de 2026 mostrou Ratinho Junior com 7% no cenário em que foi incluído. Já Ronaldo Caiado registrou 4%, enquanto Eduardo Leite chegou a 3%.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre 5 e 9 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Além disso, Caiado deixou o União Brasil em janeiro de 2026 em busca de um partido que viabilizasse sua candidatura à Presidência. Desde então, tem afirmado que permanecerá na disputa.
Já Eduardo Leite afirmou ao Poder360 que pode disputar o Senado pelo Rio Grande do Sul caso não seja o escolhido pela sigla. Segundo o governador, a candidatura ao Senado é uma das hipóteses consideradas nesse cenário, embora não seja a prioridade. “O Senado é uma última hipótese”, disse.
Scott Kirby, presidente-executivo da United Airlines, enviou memorando aos funcionários sobre a alta da commodity
Scott Kirby, presidente-executivo da United Airlines, afirmou em memorando enviado aos funcionários na 6ª feira (20.mar.2026) que a companhia se prepara para um cenário no qual o petróleo atinja US$ 175 o barril e permaneça acima de US$ 100 até 2027. As informações são do jornal britânico The Telegraph.
O executivo disse que a United iniciou medidas de economia de combustível e cancelou voos em rotas menos lucrativas. As ações visam a garantir que a companhia esteja “em uma posição mais forte” para reagir caso os preços do petróleo permaneçam elevados.
O cenário projetado elevaria a conta anual de combustível da United em aproximadamente US$ 11 bilhões. O valor é superior ao dobro do melhor lucro já registrado pela empresa.
O preço do petróleo Brent saltou de US$ 70 para US$ 110 o barril depois dos ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã, em 28 de fevereiro. Em retaliação, o país persa decidiu bloquear o estreito de Ormuz, passagem de cerca de 1/5 do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos no mundo.
Kirby disse que a United precisa “ser inteligente” para reduzir os gastos com combustível. “No curto prazo, isso significa podar taticamente voos que são temporariamente não lucrativos diante dos altos preços do petróleo”, afirmou. “Não há sentido em queimar dinheiro no curto prazo com voos que simplesmente não conseguem absorver esses custos de combustível”, declarou o executivo.
A Prefeitura de Goiânia destinou R$ 195 mil para ações institucionais durante a realização da etapa da MotoGP, que ocorre neste fim de semana na capital. O valor foi utilizado na aquisição de convites para um espaço exclusivo no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna.
Segundo a Agência Municipal de Turismo e Eventos (GoiâniaTur), o município não atua como patrocinador do evento, mas optou por participar de forma institucional, com foco na promoção da cidade e na articulação com investidores.
Os convites adquiridos garantem acesso a um camarote no espaço Grid Club, que será utilizado para recepção de empresários, autoridades e potenciais investidores. A estratégia é posicionar o ambiente como um ponto de relacionamento institucional durante a realização do evento.
De acordo com a GoiâniaTur, a iniciativa busca fortalecer a imagem de Goiânia como destino apto a sediar eventos de grande porte, além de ampliar oportunidades de negócios a partir da visibilidade internacional proporcionada pela MotoGP.
Dados do Instituto Mauro Borges indicam que o evento deve atrair cerca de 200 mil visitantes, entre turistas nacionais e estrangeiros, com potencial de movimentar mais de R$ 860 milhões na economia local e regional.
O impacto também é percebido em setores como hotelaria, alimentação e comércio. A rede hoteleira da capital registra ocupação máxima durante o período, enquanto bares, restaurantes e prestadores de serviços operam com alta demanda.
A participação institucional da prefeitura ocorre em meio a esse cenário de aquecimento econômico, com expectativa de geração de empregos temporários e aumento na circulação de renda em diferentes segmentos.
A estratégia adotada pelo município reforça o uso de grandes eventos como ferramenta de promoção econômica e atração de investimentos, ampliando a visibilidade de Goiânia no cenário nacional e internacional.



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