5 de junho de 2026
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revólver

Alteração de cena e falsa comunicação de crime teria intuito de desviar foco da investigação sobre arma ilegal; saiba mais

Família investigada por simulação de latrocínio após morte de adolescente em Catalão (Foto: redes sociais e PMGO)

Uma família é investigada por supostamente simular um latrocínio após morte de um adolescente com a arma do avô em Catalão, sudeste de Goiás. O rapaz, 15 anos, foi encontrado morto dentro de casa no domingo (3/5). A principal linha de apuração aponta que familiares teriam alterado a cena e combinaram relatos após uso do revólver, que não tinha registro.

Segundo a investigação, a cena de roubo teria sido forjada para sustentar a versão de latrocínio e evitar responsabilizações legais. O avô relatou que saiu cedo para a roça e, ao retornar por volta das 10h30, encontrou a casa revirada e o neto caído, com uma perfuração no pescoço. Ele também disse que uma mochila com cerca de R$ 5 mil teria sido levada.

Polícia e IML na casa de família investigada por simular latrocínio após morte de adolescente em Catalão (Foto: PMGO)

Suspeita de simulação de latrocínio

Após a coleta de depoimentos, policiais civis e militares identificaram inconsistências nas versões apresentadas. Os envolvidos foram levados à delegacia e, conforme a polícia, ficou evidenciado que o avô, a mãe, o padrasto e uma tia — que escondeu a arma — teriam combinado a falsa versão de latrocínio.

Os quatro vão responder em liberdade por comunicação falsa de crime, fraude processual e posse irregular de arma de fogo. As identidades não foram divulgadas.

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Autor Aulus Rincon


A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), elevou para R$ 50 mil a multa aplicada ao responsável por um caso de maus-tratos a animal no município. A decisão foi tomada após a morte de Holly, cão da raça chow-chow que teve o corpo queimado no último dia nove de abril e não resistiu aos ferimentos, morrendo na sexta-feira (17/4).

O caso ocorreu no setor Santa Luzia, na região Leste da cidade, e foi enquadrado com base no Decreto Federal nº 12.877/2026, conhecido como decreto “Justiça por Orelha”. A medida permitiu o agravamento da penalidade depois da confirmação de que o animal morreu em decorrência das agressões. A multa, que inicialmente havia sido fixada em R$ 30 mil, passou para R$ 50 mil.

Conforme mostrou o PORTAL NG, Holly teve o corpo queimado com gasolina dentro de uma oficina no setor Santa Luzia. Ele ficou internado em estado grave por cerca de uma semana após um mecânico, preso por maus-tratos qualificado, atear fogo ao animal. Depois de receber atendimento médico-veterinário, o cão acabou morrendo na sexta-feira passada. À polícia, o mecânico alegou que agiu para afastar o cão de crianças.

Animal teve ajuda imediata do programa Pata

Segundo a prefeitura, o caso mobilizou uma rede de apoio depois que a tutora pediu ajuda. A equipe do Programa de Atenção e Tratamento Animal (Pata) prestou assistência imediata e conseguiu apoio de uma clínica veterinária particular, além da ajuda de terceiros, para custear o tratamento. Apesar dos esforços, o animal não resistiu.

A ocorrência também teve atuação da Polícia Civil, responsável pela prisão do autor, enquanto a Semma fez a autuação administrativa e aplicou a multa.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, afirmou que a resposta da gestão foi imediata:

“Assim que o prefeito Leandro Vilela tomou conhecimento do caso pelas redes sociais, ele determinou que a Semma desse todo o suporte necessário ao animal por meio do Pata, além de agir com rigor na responsabilização do autor. Seguimos essa orientação, atuando tanto no acolhimento quanto na punição”, afirmou.

A Semma reforça que a legislação prevê agravamento das penalidades quando há morte do animal e destaca que seguirá atuando de forma firme no combate aos crimes de maus-tratos em Aparecida.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Famílias palestinas se reúnem em Al-Bireh contra medida que autoriza a execução de palestinos condenados e classificados como “terroristas”

Familiares de presos palestinos realizaram um protesto nesta 3ª feira (31.mar.2026) na cidade de Al-Bireh, na Cisjordânia, contra a aprovação de uma lei pelo Knesset (Parlamento de Israel) que autoriza a execução de palestinos classificados como “terroristas” e julgados por tribunais militares israelenses.

O ato foi realizado em frente à sede do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Cartazes exibidos no protesto mostravam ilustrações de prisioneiros com o tradicional lenço keffiyeh ao lado de cordas de enforcamento, com a mensagem: “Parem a lei de execução de prisioneiros antes que seja tarde demais”.

A lei, aprovada na 2ª feira (30.mar), prevê a execução por enforcamento de condenados em tribunais militares. Palestinos que vivem na Cisjordânia são julgados nesse tipo de corte e, com a nova regra, passam a enfrentar pena de morte obrigatória, decidida por maioria simples, com possibilidades limitadas de recurso.

Assista ao vídeo (1min15s):

Durante o protesto, lideranças palestinas classificaram a medida como extrema e perigosa. O ativista palestino para questões de prisioneiros Qaddura Fares afirmou que a legislação “reflete um desejo de vingança” e não trará mais segurança a Israel. “Esta é uma expressão do estado de fraqueza que Israel está atravessando, não uma expressão de força ou bem-estar”, declarou.

Já o presidente da Ordem dos Advogados da Palestina, Fadi Abbas, disse que a lei é “sem precedentes em seu extremismo e racismo” e acusou o governo israelense de tentar intimidar a população palestina e “apagar sua identidade”.

Ex-prisioneiros também participaram do ato. Rabah Jaber comparou a nova legislação a medidas adotadas durante o período do Mandato Britânico, especialmente na época da Grande Revolta Árabe na Palestina.

A norma foi criticada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que a classificou como um crime de guerra e uma “violação flagrante” da 4ª Convenção de Genebra. Em Israel, a Associação para os Direitos Civis em Israel informou ter acionado a Suprema Corte para tentar suspender a implementação da lei.



Autor Poder360 ·


A Polícia Civil de Goiás abriu investigação para apurar se a morte da biomédica e empresária Priscila Lopes Dorneles de Souza, 31 anos, tem relação com procedimentos cirúrgicos realizados dias antes do óbito. A paciente passou por lipoaspiração, mastopexia com prótese (implante de silicone com levantamento das mamas) e correção de cicatriz em procedimento realizado no Hospital Grand Santa Maria, em Goiânia.

Priscila foi encontrada sem vida em casa pela irmã no sábado (1º/3), depois de ter recebido alta. A operação havia sido realizada na manhã de quinta-feira (26/4), segundo registros hospitalares apresentados à reportagem. As equipes ainda não informaram se há ligação direta entre a cirurgia e o falecimento.

No local, o Corpo de Bombeiros relatou que a vítima foi encontrada deitada no chão, enquanto a irmã realizava massagem cardíaca; quando os socorristas chegaram, Priscila já não apresentava sinais vitais. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Inhumas, que requisitou perícia e exames da Polícia Técnico-Científica de Goiás para integrar o inquérito.

Em nota, a Polícia Civil informou que “desde a comunicação do fato, foram adotadas todas as providências investigativas cabíveis, incluindo a realização de perícia no local e a requisição dos exames necessários ao completo esclarecimento das circunstâncias”. Os laudos periciais serão anexados ao inquérito em andamento.

Formada em biomedicina, Priscila era proprietária da PD Clinic e atuava em estética em Inhumas, Goiânia e Anápolis, com especialidade em rejuvenescimento e transformação facial. Nas redes sociais ela costumava divulgar resultados de procedimentos e atender clientes que buscavam tratamentos estéticos na clínica de sua propriedade.

O Grupo Everbeauty, responsável pela cirurgia, afirmou que todo o tratamento seguiu o protocolo estabelecido e que a alta hospitalar ocorreu no dia seguinte porque Priscila apresentava condições clínicas consideradas adequadas. O hospital informou ainda que o médico responsável, Urias Carrijo, está à disposição para prestar esclarecimentos às autoridades.

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Autor Manoel Messias Rodrigues


Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, morreu após confronto em Jalisco, dizem autoridades

Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, morreu neste domingo (22.fev.2026) durante uma operação militar em Tapalpa, no Estado de Jalisco, segundo autoridades mexicanas. As informações foram divulgadas pelo jornal The New York Times.

Ex-policial, Oseguera era líder e fundador do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), uma das principais organizações criminosas do país, com atuação internacional. O grupo surgiu no oeste do México, região onde está Guadalajara.

A operação foi conduzida por forças especiais do Exército Mexicano, com apoio de aeronaves da Força Aérea e da Força Especial de Reação Imediata da Guarda Nacional. De acordo com a Secretaria da Defesa Nacional, militares foram atacados e reagiram em legítima defesa.

Segundo a Defesa:

  • 4 integrantes do CJNG morreram no local;
  • 3 suspeitos ficaram gravemente feridos e morreram durante o transporte para a Cidade do México, entre eles Oseguera;
  • 2 integrantes do cartel foram detidos;
  • 3 militares ficaram feridos e foram levados à capital para atendimento médico.

O governo afirmou que a ação resultou de trabalhos de inteligência do Exército, do Centro Nacional de Inteligência e da Fiscalía General de la República. A operação contou com informações complementares fornecidas por autoridades dos Estados Unidos, em cooperação bilateral.

As forças de segurança apreenderam armamentos, entre eles lançadores de foguetes capazes de atingir aeronaves e veículos blindados.

Onda de violência

Após a operação, integrantes do cartel promoveram ataques em ao menos 9 estados: Jalisco, Michoacán, Colima, Guerrero, Aguascalientes, Guanajuato, Nayarit, Zacatecas e Tamaulipas.

Entre as ações registradas estão:

  • veículos incendiados;
  • bloqueios de rodovias;
  • incêndios em estabelecimentos;
  • circulação de homens armados em áreas urbanas, sobretudo no norte e no oeste do país.

As autoridades mexicanas adotaram medidas para conter os ataques. Entre as principais ações e impactos:

  • suspensão do transporte público em Jalisco;
  • orientação para que hóspedes permanecessem em hotéis, sobretudo em Guadalajara;
  • reforço no patrulhamento de rodovias na divisa com Jalisco;
  • suspensão de voos das companhias Air Canada, United Airlines e American Airlines para Puerto Vallarta e Guadalajara.

Pressão dos EUA

A operação ocorre em meio à pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), que vinha defendendo ações mais duras contra cartéis mexicanos e mencionou a possibilidade de ataques militares em território mexicano.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rejeitou reiteradamente a hipótese, afirmando que qualquer ação militar estrangeira violaria a soberania do país.

De acordo com a agência Reuters, o subsecretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, declarou que a morte de Oseguera representa um “grande avanço” para os Estados Unidos, o México e a América Latina.



Autor Poder360 ·


O apartamento do síndico Cléber Rosa de Oliveira, que confessou o assassinato da corretora Daiane Alves de Souza, foi invadido e vandalizado na última quarta-feira (28/1). O ato ocorreu no mesmo dia em que ele confessou o crime e indicou à polícia o local onde o corpo estava escondido, na cidade de Caldas Novas, no sul de Goiás.

A residência foi alvo de destruição. Móveis foram quebrados e uma televisão teve a tela destruída. As paredes foram pichadas com tinta vermelha, exibindo a palavra “assassino”. O quadro de energia do imóvel também foi arrancado e danificado.

As áreas comuns do prédio onde o crime aconteceu também foram depredadas. Na recepção, sofás, janelas e paredes foram pichados com frases direcionadas contra o síndico, algumas mencionando seu nome.

A Polícia Civil foi acionada e deve abrir uma investigação para identificar o suspeito de praticar as pichações.

Cléber Rosa de Oliveira confessou a morte de Daiane Alves de Souza e indicou onde o corpo dela estava

A vítima, Daiane Alves de Souza, de 43 anos, estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro. Ela havia descido ao subsolo do prédio para verificar uma interrupção no fornecimento de energia de seu apartamento. A polícia apurou que esse corte intencional foi o que atraiu a corretora para um local sem cobertura de câmeras.

As investigações revelaram um histórico de conflitos e registros policiais recíprocos entre a corretora e o síndico. A análise de câmeras e a identificação de rotas suspeitas levaram às prisões de Cléber e de seu filho, Maycon Douglas, na manhã de quarta-feira (28/1). O corpo de Daiane foi localizado posteriormente em uma área de mata.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Governador Cláudio Castro, ministro Paulo Teixeira e prefeito Eduardo Paes destacam importância do dramaturgo para teledramaturgia brasileira

Políticos lamentaram, neste sábado (10.jan.2026), a morte do autor de novelas da Globo Manoel Carlos. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), o ministro Paulo Teixeira e o prefeito carioca Eduardo Paes (PSD) destacaram a importância do dramaturgo para a teledramaturgia brasileira em publicações em seus perfis nas redes sociais.

A confirmação da morte veio por meio do perfil da produtora Boa Palavra, no Instagram, administrado por Júlia Almeida, filha do autor. A causa não foi divulgada. Ele estava internado no hospital Copa Star, em Copacabana (RJ), onde tratava a Doença de Parkinson. Segundo a família, o velório será fechado, reservado apenas a parentes e amigos próximos.

Manoel Carlos era paulistano de nascimento, mas ficou conhecido por retratar o Rio de Janeiro em suas obras. O dramaturgo criou produções que retratavam o cotidiano urbano e familiar, deixando um legado que marcou gerações de telespectadores.

Castro descreveu Manoel Carlos como “um dos mais importantes nomes da teledramaturgia brasileira”.

O ministro Paulo Teixeira destacou a importância do autor para a cultura nacional, afirmando que ele “ajudou a moldar a cultura da televisão brasileira com novelas inesquecíveis”.

Teixeira afirmou: “Uma grande perda para a cultura brasileira, que deixou um legado que permanecerá nas histórias que contou. Meus sentimentos a familiares, amigos, colegas e fãs de Manoel Carlos”.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, prestou sua homenagem ao autor em seu perfil oficial no Instagram: “Um dos maiores cronistas do jeito de ser carioca. Meus sentimentos aos amigos e familiares. Viva Manoel Carlos”.

 



Autor Poder360 ·


A Justiça converteu em preventiva a prisão do motorista acusado de provocar o acidente que deixou uma pessoa morta e outras feridas no Jardim América, no domingo (26/10). A decisão reforça a avaliação de risco feita pela juíza: a liberdade, neste momento processual, poderia viabilizar novos delitos.

Na audiência de custódia realizada nesta terça-feira (28/10), a magistrada considerou os antecedentes do suspeito e concluiu que há elementos suficientes para manter a prisão. Segundo o despacho, esses antecedentes mostram “outras passagens pela polícia”, o que sustenta a tese de reincidência e comportamento agressivo.

A juíza Jordana Brandão Alvarenga Pinheiro também destacou trechos importantes da instrução: o motorista reconheceu ser o responsável pelo acidente e admitiu ter usado entorpecentes antes da colisão. Além disso, a gravidade dos fatos indica que ele trafegava em alta velocidade no momento da batida.

O acidente ocorreu na tarde de domingo (26/10), no Jardim América, em Goiânia, e envolveu seis veículos. Ele bateu a caminhonete que dirigia contra veículos e motos paradas num semáforo. Alexandre Oliveira e Macedo, de 56 anos, não resistiu aos ferimentos causados pela colisão. O suspeito foi detido imediatamente após o episódio.

O preso foi identificado como Lucas San Thiago Batista Moreira, de 24 anos. Ele sofreu prisão em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva durante a audiência. Contra ele há suspeita também de manter a companheira em cárcere privado.

No boletim de ocorrência e na decisão judicial constam as imputações: cárcere privado no contexto de violência doméstica, homicídio, embriaguez ao volante e posse ilegal de substância entorpecente. Esses elementos integraram a fundamentação para a manutenção da prisão.

Além da prisão preventiva, a juíza determinou medidas protetivas vigentes por 180 dias. O acusado fica proibido de se aproximar da mulher e dos familiares dela, devendo observar distância mínima de 300 metros.

Também foi determinado que ele não poderá manter contato com a vítima ou com seus familiares por qualquer meio de comunicação, inclusive redes sociais. Está vedado ainda frequentar os mesmos locais que a mulher, incluindo as imediações da residência e do local de trabalho dela.

Uso de droga e direção perigosa

A companheira de Lucas San Thiago Batista Moreira relatou que, no sábado (24/10), estava com o namorado a caminho de Rio Quente quando ele começou a fazer uso de drogas. Ao chegarem ao destino, ela quis retornar a Goiânia, mas ele teria se recusado e a manteve em cárcere privado, guardando o cartão de abertura da porta.

Segundo a vítima, as agressões foram constantes: chutes, empurrões, tentativas de enforcamento, tapas no rosto e puxões de cabelo, além de xingamentos e ameaças. Ela conta que, ao tentar acionar a polícia, o suspeito tomou seu celular e o arremessou ao chão.

Ao voltarem para Goiânia, ele passou a dirigir de forma imprudente, executando manobras de alto risco. Em uma parada numa distribuidora de bebidas, a mulher tentou escapar, mas não conseguiu. Conforme o relato, o suspeito reagiu “como forma de vingança”: entrou no carro e acelerou em alta velocidade, atropelando um motociclista. Em seguida, seguiu e atingiu vários veículos que estavam parados no semáforo, provocando o acidente que terminou em morte. A vítima relatou ainda que ele teria descido do veículo rindo após a colisão.

Em depoimento, o homem negou as agressões e acusou a companheira de ser “uma garota de programa”. Alegou que nunca a manteve em cárcere privado e afirmou que a confusão teria começado porque ele não queria encerrar a viagem antes do fim do evento, como ela queria.

Ele admitiu ter usado maconha e confirmou a presença de substância entorpecente no carro, mas negou tê-la consumido no momento do acidente. Sobre a colisão, afirmou que uma motocicleta o teria fechado antes do semáforo, obrigando-o a fazer uma manobra brusca que causou o choque contra os veículos parados.

Ainda segundo seu relato, ele não teria visto a pessoa que faleceu enquanto era socorrida a caminho do hospital e permaneceu sentado numa calçada aguardando a chegada da polícia.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Condenado por desviar recursos da Prefeitura de São Paulo, Arnaldo Augusto Pereira foi encontrado com identidade falsa na Bahia

A 6ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decretou a prisão preventiva do ex-auditor fiscal do município de São Paulo, Arnaldo Augusto Pereira, acusado de forjar a própria morte e juntar uma certidão de óbito falsa nos autos de um processo que estava em tramitação na Corte.

A decisão foi tomada na 3ª feira (21.out.2025), em sessão extraordinária. Por unanimidade, os 5 ministros da Turma negaram o agravo de recurso especial do ex-auditor, mantiveram a sua condenação e decretaram a sua prisão preventiva.

Pereira foi subsecretário de Finanças do município de São Paulo e secretário de Orçamento e Planejamento de Santo André (SP) entre 2007 e 2013. De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, ele integrou a chamada “Máfia do ISS” e recebeu R$1,1 milhão em propina para liberar a construção de um empreendimento residencial no município do ABC Paulista.

O ex-auditor foi preso temporariamente em 15 de outubro deste ano ao ser localizado em Mucuri, município na Bahia. Ele vivia com uma identidade falsa.

O Tribunal permitiu que a pena de 18 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão pelos crimes de concussão (exigência de propina) e lavagem de dinheiro seja executada. Os ministros seguiram o entendimento do relator original do caso, ministro Antonio Saldanha Palheiro.

A Corte havia sido anteriormente informada sobre a suposta morte do condenado, informação posteriormente comprovada como fraudulenta após a veiculação do fato na imprensa. 

No julgamento, o ministro Saldanha Palheiro declarou  que a certidão de óbito juntada ao processo não era um documento materialmente falsificado, mas sim um conteúdo inverídico (ideologicamente falso). 

“De fato, notícias veiculadas na imprensa dão conta de que o acusado Arnaldo Augusto Pereira foi preso no dia 15 de outubro de 2025, na cidade de Mucuri (BA), onde vivia com nova identidade, tendo sido apurada a falsidade da certidão de óbito juntada nestes autos”, afirmou. 



Autor Poder360 ·


Governador de São Paulo elogiou atuação do norte-americano assassinado durante discurso na Universidade do Vale de Utah

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lamentou a morte do ativista de direita norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, assassinado nesta 4ª feira (10.set.2025).

Em seu perfil no X, Tarcísio elogiou a atuação de Kirk e classificou o assassinato como “um atentado covarde, fruto da intolerância contra valores como o amor a Deus, à família e à liberdade”

Militante e aliado de Donald Trump (Partido Republicano), Charlie Kirk levou um tiro no pescoço enquanto participava de um evento na Universidade do Vale de Utah, em Orem, a cerca de 60 km de Salt Lake City. 

Ele respondia a perguntas sobre tiroteios em massa e violência armada quando foi atingido. O disparo partiu de um prédio localizado a cerca de 200 metros do local em que ele palestrava para alunos e integrantes da comunidade no campus. As informações são da NBC News. O diretor do FBI, Kash Patel, informou que o suspeito, que não teve seu nome divulgado, está sob custódia.

Kirk era comentarista e ativista político conservador norte-americano, fundador do grupo Turning Point USA, que promove ideias de direita e mobiliza jovens em universidades nos EUA. Era defensor da liberação de armas de fogo para “proteger os direitos dados por Deus”.

Foi uma figura importante na corrida presidencial na qual Trump chegou a seu 2º mandato. Ele conquistou apoio a partir da mobilização de seu grupo estudantil e aproximou o republicano do público jovem. Ele deixa a mulher e 2 filhos.

Apoiadores de Bolsonaro homenageiam Kirk

Além de Tarcísio, outros políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilharam notas de pesar sobre a morte de Kirk nas redes sociais.

O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite, criticou quem chamou Kirk de “extremista”. Completou: “Que Deus conforte a família”.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que Kirk foi “mais uma vítima da esquerda”.

O deputado Hélio Lopes (PL-RJ) afirmou que o ocorrido foi “mais um triste episódio contra líderes da direita”.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA, disse estar “chocado” com a morte do ativista. “Tive a honra de acompanhá-lo em seu trabalho e sei da grandeza de sua missão. Mais um conservador vítima do ódio e da intolerância”.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou que Kirk “não será esquecido”.

O pré-candidato a presidente e governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que Kirk era “um grande defensor da liberdade de expressão”.

O líder do PL (Partido Liberal) na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), disse que a “intolerância e a radicalização nunca podem substituir o diálogo”.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro desejou condolências à família e amigos de Kirk.



Autor Poder360 ·