Goiás registra mais de 3 milhões de raios nos primeiros três meses de 2024; veja as cidades com maior incidência | Goiás
Lidiane 11 de abril de 2024
Um estudo realizado pela Equatorial Energia e Climatempo apontou que entre janeiro e março deste ano, mais de 3 milhões de raios foram registrados em Goiás. O número indica uma média de 35 mil raios por dia em todo o estado. Os municípios de Niquelândia (110.187), Mineiros (103.932), Rio Verde (93.735), Jataí (84.737) e Serranópolis (79.898) estão entre os campeões de registro de descarga.
De acordo com dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), o Brasil é o país campeão em descargas elétricas no mundo, com um registro médio de 78 milhões de descargas por ano. O estudo indica ainda que, em média, 110 pessoas morrem atingidas por raios no ano, além de deixar mais de 200 feridas.
Em matéria de prejuízos patrimoniais, o Elat indica que os raios causam perdas de cerca de R$ 1 bilhão por ano, seja em imóveis residenciais, seja em redes de companhias de abastecimento elétrico.
De acordo com comunicado da Equatorial, concessionária responsável pelo abastecimento de energia em Goiás, as descargas atmosféricas são responsáveis por aproximadamente 20% das interrupções no fornecimento de energia no estado.
O gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, destacou que a companhia possui um sistema de monitoramento de raios que tem como objetivo auxiliar na mobilização de equipes para reduzir o tempo de resposta à interrupção de energia. “Isso permite que os técnicos tenham mais tempo para planejar suas ações no local”, afirmou.
De acordo com estudo realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), uma média de 26% das mortes causadas por raios acontece em áreas rurais. Outros 21% dos registros ocorrem dentro de casa, com pessoas que usam telefones com fio ou estão próximas a janelas e aparelhos conectados à tomada.
O estudo indica ainda que uma média de 9% das mortes são causadas na água e outros 9% embaixo de árvores, seguidos por descargas elétricas que ocorrem em área coberta (8%), área descampada (7%), em meios de transporte (6%), em rodovias (4%) e próximo a cercas e varais (4%).
Goiás foi atingido por mais de 3 milhões de raios nos três primeiros meses deste ano
De acordo com publicação do Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpi) é possível calcular a distância aproximada (em quilômetros) do local onde o raio caiu e onde ele é percebido. Para isso, basta contar o tempo (em segundos) entre o momento que se vê o raio e o momento em que se escuta o trovão e dividir por três.
Veja quais são as cidades com maior incidência de raios em Goiás:
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Última atualização 10/04/2024 | 11:09
Dados do sistema de monitoramento da Equatorial Goiás registraram a queda de mais de 3 milhões de descargas atmosféricas apenas nos três primeiros meses deste ano. O volume, de acordo com o levantamento, representa uma média de 35 mil raios por dia. A análise é realizada em conjunto ao Climatempo e técnicos do Centro de Operações Integradas (COI) da distribuidora, que monitoram as condições climáticas do Estado durante 24 horas por dia.
Segundo o levamento, de janeiro a março deste ano, os munícipios com maior número de descargas elétricas foram: Niquelândia (110.187), Mineiros (103.932), Rio Verde (93.735), Jataí (84.737), Serranópolis (79.898), Cavalcante (69.620), Nova Crixás (62.600) e Quirinópolis (55.179). Além dessas cidades, várias outras também registraram um alto aumento de queda de descargas.
Maior incidência de raios
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Brasil tem a maior incidência de raios do mundo pois se trata de um país tropical. Regiões quentes, como Goiás, favorecem a formação de tempestades e cargas elétricas, assim como a intensidade das chuvas.
Apesar de ser um fenômeno causado pelas tempestades, a queda de descargas elétricas pode causar diversos danos. Por isso, é necessário tomar alguns cuidados no momento em que fortes tempestades ocorrem.
Caso você esteja em casa, é necessário evitar o uso de celular, chuveiro, secador de cabelo e ferro elétrico conectados à tomada. Além disso, não é recomendado fazer reparações elétricas no momento de chuva.
Já fora de casa, os cuidados tomados devem ser redobrados. É recomendado não encontrar em objetos metálicos, como postes e linhas telefônicas ou elétricas, não tocar em aparelhos elétricos com as mãos ou pés úmidos, não carregar aparelhos móveis em locais úmidos, não tentar desligar ou religar a rede elétrica por conta própria e evitar locais abertos, como piscinas e campos.
Camarão no Cerrado: Conheça fazenda em Pirenópolis que investiu cerca de R$ 2 milhões na produção do crustáceo | Goiás
Lidiane 3 de abril de 2024
Conheça fazenda em Pirenópolis que investiu cerca de R$ 2 milhões na produção de camarão
Uma fazenda investiu cerca de R$ 2 milhões na produção de camarão cinza em Pirenópolis, no Entorno do Distrito Federal. Em pleno Cerrado, Gabriel Massieux montou uma estrutura completa para a criação dos crustáceos em cativeiro na fazenda da família.
“A ideia é fornecer um camarão fresco e com padrão para o mercado goiano. A gente tem ideia de começar primeiro em Pirenópolis e depois expandir pelo estado”, disse Gabriel.
O engenheiro contou que o investimento incluiu a construção de tanques e berçários, além da montagem de um laboratório para análises diárias da água. Atualmente, a estrutura tem capacidade para gerar até uma tonelada e meia de camarão por mês.
Gabriel Massieux explicou que o processo de liberação ambiental e construção teve início no final de 2020. Ao todo, foram quase 4 anos de preparo.
Os crustáceos vêm de um laboratório especializado no Rio Grande do Norte. A meta do produtor é abastecer o mercado local e regional, começando por cidades como Pirenópolis, Anápolis e Goiânia.
Com o espaço para o abate, processamento e congelamento em fase final de construção, a expectativa é que a iniciativa impulsione a indústria de produção de camarão no centro do país em até quatro meses.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Vaca nelore goiana avaliada em R$ 21 milhões tem recorde no Guinness como a fêmea bovina mais cara do mundo | Goiás
Lidiane 19 de março de 2024
Viatina-19 ganhou o título em julho de 2023, após avaliada em R$ 21 milhões e vendida. O lance milionário é de criadores da Casa Branca Agropastoril, Agropecuária Napemo e Nelore HRO. Eles compraram um terço do animal, por cerca de R$ 7 milhões.
Proprietário fala sobre vaca nelore considerada a mais cara do mundo
A vaca tem pouco mais de 5 anos de idade e nasceu em Nova Iguaçu de Goiás, no norte goiano. Em nota publicada no site oficial em fevereiro deste ano, o Guinness World Records informou que foi o maior valor registrado para esse tipo de venda. Segundo a plataforma, o preço é baseado na genética da Viatina-19, considerada de alta qualidade.
O g1 buscou entender o que faz com que o animal seja considerado tão valioso. Segundo o primeiro proprietário da vaca, a chamada Viatina-19 FIV Mara Móveis “já era especial desde o nascimento”, devido a sua genética.
“Desde que ela nasceu percebemos que era um animal diferenciado, acima da média das outras bezerras nascidas naquela época”, disse Silvestre Coelho Filho.
Especialista em reprodução bovina, o médico veterinário João Carneiro contou detalhes sobre os aspectos genéticos da Viatina-19 que a tornam tão valiosa.
“A sua avó era uma barriga de ouro e aí veio. Produziu a mãe e a Viatina 19. É um animal diferenciado”, explicou.
Fabiana Marques Borrelli, diretora da Casa Branca Agropastoril, explicou que o animal simboliza o padrão de qualidade superior que buscam e “sua valorização e reconhecimento no Guiness são provas de que o investimento em excelência genética proporciona retorno, seja em produtos diferenciados, em retorno financeiro e em imagem”.
Em nota à imprensa, Fabiana detalhou ainda que o reconhecimento mundial da Viatina-19 eleva o prestígio da pecuária brasileira e “solidifica seu lugar como um ícone da genética Casa Branca de classe mundial”.
Multiplicação genética
Para garantir a continuidade da descendência do animal, o médico veterinário explica que estão sendo aplicadas técnicas e investimentos de biotecnologia para multiplicação genética dos animais.
“É uma família de Nelore diferenciada e por isso está sendo feito investimento de biotenologia de multiplicação genética com elas”, disse João.
“A gente aspirou algumas parentes, a irmã e a prima da Viatina-19 para multiplicar de maneira intensiva a genética delas, através da fertilização in vitro”, completou.
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