A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realizou, nesta quarta-feira (19), nova fase da Operação Dilúvio Moral para combater fraudes, golpes e atentados durante o período de calamidade pública provocado pelas chuvas no estado no mês passado.
Operação foi realizada nos estados de São Paulo e Goiás e prendeu duas pessoas. Entre os presos, está um jovem de 20 anos, morador de Goiânia, suspeito de movimentar mais de 36 milhões em transações atípicas recentes -ele é apontado como um dos principais membros da quadrilha que desviou doações destinadas aos gaúchos.
A segunda prisão foi de uma mulher, de 46 anos, na cidade de Luziânia, também em Goiás. Conforme a investigação, ela é sócia de uma empresa de pagamentos em conjunto com um menor de idade, morador de Balneário Camboriú (SC), que já foi apreendido pela polícia no mês passado. A mulher também é mãe de um outro menor de 16 anos, apontado como o responsável por operacionalizar o golpe por meio de um site falso -o filho dela também foi apreendido.
Suspeitos criaram páginas falsas parecidas com as oficiais do governo do Rio Grande do Sul. Eles postavam mensagens alarmantes de que “a população estaria diante do maior desastre da história” do estado, para arrecadar doações via transações financeiras online.
Como a quadrilha agia
Das páginas falsas do governo gaúcho, eles redirecionavam doadores para uma nova página falsa que simulava o website “Vakinha”. Na página simulada, era divulgado um QR Code, gerado por uma fintech de checkout (espécie de loja virtual), que permitia o pagamento via Pix.
O próximo passo era redirecionar o valor doado para um gateway de pagamentos, que repassava o valor para o local indicado pelos golpistas. Conforme a polícia, em regra os valores eram repassados para empresas das quais os suspeitos são sócios. Ao realizar todo esse processo, o valor era captado com aparência de licitude, vez que simulava a “venda” de um produto ou serviço oriundo das empresas.
Páginas falsas foram retiradas do ar. A polícia também realizou o bloqueio de todas as contas bancárias vinculadas ao CPF e aos CNPJs dos investigados.
Além das prisões, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul apreendeu veículos, dinheiro e penhorou bens e contas dos investigados. A operação de hoje teve o apoio das polícias de São Paulo e de Goiás.
Como os suspeitos não tiveram os nomes revelados, não foi possível achar suas defesas. O espaço segue aberto para manifestação.
Casal cearense preso
Na semana passada, um casal foi detido por suspeita de fraude e desvio de doações para o RS. Aldanísio Paiva e Regina Belo, ambos de 50 anos, foram presos preventivamente em casa, em Fortaleza, na quinta-feira (13). Também foi realizada busca e apreensão na residência deles, onde documentos falsos foram localizados.
Dupla fraudou chaves Pix para desviar recursos que seriam doados ao RS. Para a fraude, os dois abriam contas com documentos falsos e criavam endereços similares aos utilizados em campanhas de arrecadação para as enchentes.
Cadastro alterava apenas um dígito da chave verdadeira. Assim, os valores de contribuições eram desviados quando as vítimas se equivocassem na hora de digitar os dados para enviar o dinheiro.
Casal criou cerca de 235 chaves Pix distintas. A investigação revelou que, somente em maio, novos cadastros foram realizados todos os dias pela dupla.
Corretor de grãos é suspeito de aplicar golpe de R$ 400 milhões em produtores e empresas do agronegócio em Rio Verde | Goiás
Lidiane 21 de junho de 2024
Um corretor de grãos é suspeito de aplicar golpes que, se somados, podem chegar a R$ 400 milhões em produtores e empresários do agronegócio em Rio Verde, no sudoeste do estado, informou a Polícia Civil. Segundo o delegado responsável pelo caso, Danilo Fabiano, o corretor entregava contratos ou cheques como forma de garantia aos produtores, recebia os grãos e não efetuava os pagamentos.
“Ele dava em garantia, contratos ou cheques com prazos, recebia o grão e não efetuava o pagamento, gerando esse prejuízo”, afirmou o delegado à TV Anhanguera.
O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.
De acordo com as investigações, o corretor enviou um e-mail na manhã da quinta-feira (20) às vítimas, informando que estava sofrendo ameaças, que estava impossibilitado de retornar a Rio Verde e que havia quebrado financeiramente, causando prejuízos a “grandes amigos”.
“Eu vou voltar um dia e honrar cada um de vocês e vou pagar a todos”, informava o e-mail, que tem a veracidade investigada pela polícia. Até o momento, seis vítimas já registraram boletins de ocorrência contra o corretor na polícia.
A polícia trabalha com a hipótese de que mais produtores tenham sido vítimas do corretor. As investigações apontam que o suspeito já atuava no mercado do agronegócio há cinco anos.
Em nota, a Polícia Civil informou que já está em posse das informações necessárias sobre o caso e que está tomando as medidas cabíveis. Informou ainda que, aguarda reunir mais informações sobre o suspeito para repassar à imprensa.
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Duas pessoas são presas suspeitas de criar sites falsos de ajuda para vítimas da enchente no RS e desviar R$ 39 milhões
Lidiane 20 de junho de 2024
Um adolescente, de 16 anos, filho de um dos presos, também foi alvo por suspeita de criar e operar as páginas falsas. As páginas foram retiradas do ar. Foram cumpridos, nesta quarta-feira (19), dois mandados prisão e quatro mandados de busca e apreensão, em Goiás e São Paulo
Divulgação/Polícia Civil
Um jovem, de 20 anos, e uma mulher, de 46, foram presos, em Goiás, suspeitos de criar páginas falsas de ajuda para vítimas da enchente no Rio Grande do Sul (RS) e desviar mais de R$ 39 milhões. Um adolescente, de 16 anos, filho da mulher presa, também foi um dos alvos de busca e apreensão por suspeita de criar e operar os sites, segundo a Polícia Civil (PC). Os nomes dos investigados não foram divulgados.
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O g1 não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos para que pudessem se posicionar até a última atualização desta reportagem.
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Ao todo, foram cumpridos, nesta quarta-feira (19), dois mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão, em Goiás e São Paulo. De acordo com a polícia, a primeira prisão ocorreu, em Goiânia, contra o homem apontado como um dos principais responsáveis pelos estelionatos, que movimentou mais de R$ 36 milhões em transações suspeitas recentes.
A segunda prisão aconteceu em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF), contra uma mulher suspeita de ser sócia de uma empresa de pagamentos que colaborava para o desvio e lavagem dos valores adquiridos no golpe. Ela também movimentou cerca de R$ 3 milhões, de acordo com a polícia.
Conforme as investigações, ela atuava em conjunto com o filho dela, de 16 anos, e outro adolescente de mesma idade que morava em Balneário Camboriú (SC), alvo da primeira fase da operação.
O golpe
O delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminais do Rio Grande do Sul (Deic), João Vitor Herédia, explicou que o grupo criava páginas na internet que simulavam sites oficiais do Governo do Rio Grande do Sul em mais de um domínio. Nesses portais, havia alertas à população sobre o desastre natural no Estado e uma chamada para doações que redirecionavam os usuários para uma nova página falsa.
A partir deste site falso, eles direcionam a pessoa que quer contribuir para um site falso de arrecadação através de um QR Code. Esse QR Code simula uma doação, mas na verdade, esse dinheiro entra para essa empresa, de titularidade dos golpistas, como se fosse uma compra virtual”, relatou o Herédia.
A página era impulsionada pelas redes sociais e sites de buscas, com o objetivo de atingir o maior número possível de pessoas, segundo o delegado.
Central do crime
A polícia conseguiu chegar até esses suspeitos a partir da primeira fase da operação, realizada no dia 15 de maio. Na ocasião foram cumpridos três mandados de busca e apreensão contra um adolescente de 16 anos, em Santa Catarina, que morava em um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú. O local funcionava como “central” para aplicação de golpes na internet, segundo a polícia.
Todos os alvos operacionalizam esses sites falsos. Eles acessavam, faziam movimentações financeiras, trabalhavam com hospedagem desses sites, todos trabalhavam em conjunto para a prática desses golpes”, contou o investigador.
No local, foram apreendidos os aparelhos eletrônicos e outras provas da participação de todos os suspeitos na fraude, segundo a polícia.
As páginas foram retiradas do ar, além do bloqueio de todas as contas bancárias vinculadas ao CPF e aos CNPJs dos investigados, conforme a polícia.
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Lotofácil: Aposta de Goiás acerta todos os números e leva quase R$ 3 milhões; saiba de onde | Goiás
Lidiane 13 de junho de 2024
Um aposta da cidade de Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, ganhou um prêmio de R$ 2,8 milhões na Lotofácil. O apostadores de um bolão com 35 cotas acertaram os 15 números. A Caixa Econômica Federal informou que 17 das 35 cotas já foram resgatadas.
O sorteio do concurso 3126 foi realizado na terça-feira (11). Os números sorteados foram 01 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 13 – 14 – 16 – 19 – 21 – 23 – 24 – 25.
Além da aposta de Goiás, outras duas apostas, de Joinville (SC) e São Paulo (SP), também ganharam o mesmo valor. Também foram premiadas 34 apostas de Goiás que acertaram 14 números e levaram entre R$1,9 mil e R$3,8 mil cada.
Para jogar na Lotofácil é preciso ter mais de 18 anos e realizar um jogo em qualquer agência lotérica do país ou pelo site da Caixa Econômica.
A Lotofácil permite que os apostadores marquem de 15 a 20 números dentre os 25 disponíveis na cartela. O valor do jogo depende de acordo com a quantidade de números escolhidos, mas também existe a opção de deixar o sistema escolher aleatoriamente as dezenas.
Os sorteios acontecem de segunda a sábado, às 20h. Porém, é preciso ter atenção pois as apostas são validadas somente até às 19h da data do sorteio.
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Aposta de Goiás acerta todos os números da Lotofácil e fatura quase R$ 3 milhões
Lidiane 12 de junho de 2024
Uma aposta da cidade de Novo Gama, no entorno do Distrito Federal, ganhou um prêmio de R$ 2,8 milhões na Lotofácil. Na ocasião, os apostadores de um bolão com 35 cotas acertaram as 15 dezenas.
O sorteio do concurso 3126 foi realizado nessa terça-feira (11) e os números sorteados foram 01- 04- 05- 06- 07- 09- 10- 13- 14- 16- 19- 21- 23- 24- 25.
Sorteio da Lotofácil
Além da aposta de Goiás, outras duas apostas de Joinville (SC) e São Paulo (SP) também ganharam o mesmo valor.
Também foram premiadas 34 apostas de Goiás que acertaram 14 números e levaram entre R$ 1,9 mil e R$ 3,8 mil cada.
Para quem deseja tentar a sorte, para jogar na Lotofácil é preciso ter mais de 18 anos e realizar um jogo em qualquer agência lotérica do país ou por meio do site da Caixa Econômica Federal.
Confira como jogar


Para jogar na Lotofácil é preciso ter mais de 18 anos e realizar um jogo em qualquer agência lotérica do país ou pelo site da Caixa.
A Lotofácil permite que os apostadores marquem de 15 a 20 número dentre os 25 disponíveis na cartela. O valor do jogo varia de acordo com a quantidade de números escolhidos, mas também existe a opção de deixar o sistema escolher aleatoriamente as dezenas.
Os sorteios acontecem de segunda a sábado, às 20 horas. Mas para concorrer, as apostas devem ser validadas somente até às 19 horas da data do sorteio.
O próximo sorteio da Lotofácil acontecerá nesta quarta-feira (12) e terá uma premiação de R$ 1,7 milhão.
Mercado de luxo: Goiânia tem fila de espera para relógios e carros que podem ultrapassar os R$ 4 milhões | Goiás
Lidiane 12 de junho de 2024
Mercado de luxo atrai público goiano
Lojas de marcas internacionais têm fomentado o mercado de luxo de Goiânia. Relógios, joias, acessórios e veículos importados chegam a custar mais de R$ 4 milhões. De acordo com lojistas, clientes são do Centro-oeste e do Norte do país.
“O céu é o limite, porque existe uma infinidade de possibilidades de configurações de um carro. Também existe carros especiais que podem chegar a R$ 4 milhões”, afirmou Roberto Cury.
Diretor de lojas que vendem seis marcas internacionais, como Rolex e Monblanc, Flávio Lima contou que há fila de espera pelos produtos. Os relógios estão entre os itens mais desejados, e a espera pode ultrapassar os quatro anos.
“Algumas canetas de edições limitadas costumam chegar na loja já vendidas e nem vão para a vitrine”, relatou.
De acordo com Flávio, as canetas custam a partir de R$ 6 mil e podem chegar a R$ 100 mil.
Flávio Lima explicou que o público que procura peças de luxo busca mais do que um produto funcional.
“São pessoas que buscam um posicionamento profissional ou social, pessoas que tem paixão pelas peças e que tem prazer em colecionar”, afirmou o diretor.
O diretor informou ainda que, apesar de a maioria de seus clientes serem de Goiânia, vem crescendo o número de pessoas de outros estados do Centro-oeste e do Norte que fazem compras na capital.
“Muita gente deixa de ir a São Paulo porque hoje aqui já tem tudo que tem lá”, avaliou Flávio Lima.
Lima disse ainda que o mercado está aquecido em Goiânia e que a tendência é continuar crescendo. “Esse ano, já vendemos 31% a mais do que no mesmo período do ano passado”, afirmou.
Um exemplo do aquecimento do mercado de imóveis de luxo é o caso de um edifício residencial que fica em frete ao Parque Vaca Brava, lançado no início do ano.
“O preço de venda deste lançamento foi acima de R$ 17,5 mil o metro quadrado, e os apartamentos foram todos vendidos em menos de 30 dias”, disse Felipe Melazzo, presidente da Ademi.
Com unidades de até 740 m², os apartamentos podem custar em torno de R$ 12 milhões.
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Suspeitos de enviar brasileiros ilegalmente aos EUA e movimentar quase R$ 60 milhões agiam com apoio de agências de turismo, diz PF | Goiás
Lidiane 10 de junho de 2024
Charles Lemes declarou que ainda não é possível informar a forma como essas agências atuavam e nem se as pessoas interessadas em ingressar nos Estado Unidos eram enganadas por essas empresas ou se já pagavam pelo serviço sabendo que se tratava de travessia ilegal.
De acordo com o delegado, os criminosos também usavam outras pessoas e empresas para fazer a lavagem do dinheiro cobrado dos imigrantes.
“Eles contavam com braços operacionais para fazer a lavagem desse dinheiro. A PF faz um rastreamento desse dinheiro e consegue descobrir terceiros que tem contas utilizadas para confundir as investigações”, declarou Charles Lemes.
Na quinta-feira (6), a Polícia Federal prendeu um homem e uma mulher envolvidos na imigração ilegal de pessoas para os Estados Unidos. De acordo com a PF, a organização criminosa chefiada por eles atua há 20 anos em Goiás e é uma das mais conhecidas no Brasil pela prática de crime.
A investigação, nomeada como Operação Dark Route, foi realizada em parceira com a polícia norte-americana e aponta que os criminosos cobravam cerca de R$ 100 mil por pessoas para fazer a travessia.
“Eles têm pessoas lá nos Estados Unidos para cobrar a dívida e, se a travessia não der certo, eles simplesmente não devolviam o dinheiro pago”, informou o delegado PF Charles Lemes.
A polícia indicou que 448 brasileiros que pagaram pela travessia ao grupo criminoso foram deportados. De acordo com a PF, quadrilha movimentou cerca de R$ 20 milhões com a promoção de migração ilegal.
Além desse crime, os suspeitos, presos em Goiânia e Anápolis, devem responder por associação criminosa e lavagem de dinheiro.
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Cadela que é uma das pioneiras em operação da PRF se aposenta; ‘Fiona’ causou prejuízo de R$ 60 milhões contra crime organizado | Goiás
Lidiane 9 de junho de 2024
Após 6 anos de serviço, Fiona, cão da Polícia Rodoviária Federal, se aposenta
Após seis anos de serviços prestados ao lado dos agentes da Polícia Rodoviária Federal, chegou ao fim o trabalho de Fiona, cadela da raça Pastor Holândes. A cachorra, que participou de diversas operações e apreensões da PRF em Goiás, chegou a dar um prejuízo de cerca de R$ 60 milhões no crime organizado ao encontrar drogas e armas de fogo.
Em seu último dia de trabalho quando a Polícia Rodoviária Federal, na quinta-feira (6), ela acabou realizando a inspeção de um ônibus que estava saindo de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, para Brasília. A cadela encontrour maconha dentro da mochila de uma criança.
Segundo o órgão, a cachorra causou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 milhões para o crime organizado. Fiona foi a pioneira do Grupo de Operações com cães da PRF do estado. Entre as conquistas estão as apreensões de mais de cinco toneladas de maconha, 500 kg de cocaína e 30 armas de fogo. Na unidade operacional de Uruaçu, norte de Goiás, ela liderou a prisão de 15 traficantes e, em Curitiba, apreendeu 2 kg de MDMA, substância também conhecida como ecstasy.
“Operamos em vários estados do Brasil desempenhando essa mesma atividade, a busca de entorpecentes, armas, munições e entre outros”, disse a policial Virgínia Cruvinel.
Fiona foi adotada pelo policial federal Tobias Mesquita da Silva, que afirma estar muito animado em dar todo amor e carinho para a cachorra. Além dela, outro cão policial também foi adotado, o Turco, que trabalhou ao lado de Fiona.
“Vou montar uma escala lá em casa, né?! Com a esposa e os filhos, todo mundo vai ajudar a tratar. Todo mundo lá de casa ama cachorro. O que não vai faltar é amor para ela. Ela vai ser muito amada”, ressalta o agente.
Segundo as pesquisas realizadas pela PRF, no Brasil existem 85 cães policiais. Em 2023, cerca de 1.423 operações foram realizadas com o auxilio desses animais. Somente neste ano, até maio de 2024, foram mais de 599.
Aos oito anos, Fiona participou de cinco cursos para aprimorar suas habilidades na utilização do faro durante as operações de alto risco. Os cães farejadores são treinados para identificar cheiros específicos como o de drogas e, ao concluírem a tarefa, eles ganham uma recompensa com os seus brinquedos favoritos.
*Victoria Vieira é integrante do programa de estágio entre TV Anhanguera e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), sob orientação de Millena Barbosa.
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Programa E+ Reciclagem da Equatorial Goiás economiza mais de 100 milhões de litros de água em um ano
Lidiane 6 de junho de 2024
No Dia Mundial do Meio Ambiente, concessionária destaca importância da reciclagem para preservação dos recursos naturais
Nesta quarta-feira (5), é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente e a Equatorial Goiás reforça a necessidade da reciclagem para contribuir com a conservação dos recursos naturais e com a redução do impacto ambiental. A reciclagem de papel, em especial, tem se mostrado uma aliada fundamental na economia de água, um recurso vital para a vida no planeta.
Por meio do programa E+ Reciclagem, a produção de papel reciclado, em Goiás, resultou na economia de 117.361.724,76 litros de água desde que a distribuidora iniciou a concessão no Estado, há pouco mais de um ano. Esse volume é suficiente para abastecer inúmeras residências. Além disso, a reciclagem de papel evitou o corte de 13.173,25 árvores nos últimos 12 meses, reforçando o compromisso da companhia de energia com a conservação das florestas e com a biodiversidade.
Segundo o engenheiro de Distribuição da Equatorial Goiás, Adriano Faria, a reciclagem é um processo essencial para a sustentabilidade. “Economizar água na produção de papel é apenas uma das muitas vantagens. Cada tonelada de papel reciclado representa uma vitória para o meio ambiente, reduzindo a pressão sobre os recursos naturais e promovendo um ciclo de vida mais sustentável para os materiais”, destaca.
Sustentabilidade para transformar o planeta
Os impactos positivos no meio ambiente são possíveis por meio do programa que incentiva a arrecadação de materiais recicláveis, assim, a iniciativa não se restringe apenas para a economia de água. Com a reciclagem de plástico, por exemplo, a Equatorial Goiás contabiliza uma redução de 30.858,60 toneladas de petróleo e 1.635,51 megawatts/hora de energia, em um ano. Enquanto a reciclagem de metal resultou na economia de 36,92 toneladas de minério de ferro; 20,74 toneladas de carvão e 160,73 megawatts/hora de energia. Ao todo, foram reciclados 308.586,04 kg de plásticos e 32.668,72 kg de metais desde janeiro de 2023 no estado.
O incentivo com a reciclagem contempla também vidro e óleo. Foram reciclados 937,94 kg de vidros, economizando 0,94 toneladas de vidro novo e 0,60 megawatts/hora de energia. A reciclagem de óleo impediu que 7.877.250,00 litros de água fossem poluídos e ainda economizou 1,31 megawatts/hora de energia. “Os dados mostram o quanto podemos fazer pelo planeta com pequenas atitudes no nosso dia a dia. A reciclagem não apenas economiza recursos naturais, mas também reduz a poluição e o consumo de energia, contribuindo para um futuro mais sustentável. Um óleo que antes ia ser jogado na pia da cozinha, ganha um novo destino e poupa o meio ambiente.”, conclui Adriano.
No Dia do Meio Ambiente, a Equatorial Goiás reforça o seu compromisso com práticas sustentáveis e incentiva toda a comunidade a aderir a reciclagem e outras ações que promovam a conservação do meio ambiente.
Programa E+ Reciclagem
É um projeto que tem como objetivo realizar a troca de materiais recicláveis por desconto na fatura de energia. Desta forma, visa promover ações voltadas para difundir a cultura da coleta seletiva e conscientização sobre a preservação do meio ambiente.
Confira a relação de resíduos aceitos no programa E+ Reciclagem da Equatorial Goiás:
– Papel: livros, revistas, jornais, papelão, entre outros;
– Plástico: PET, plástico duro, PVC, entre outros;
– Metal: alumínio, ferro, bronze, entre outros;
– Vidro: potes de vidro com tampas plásticas;
– Óleo de cozinha
Cada resíduo tem seu valor em quilo, unidade ou litro. A tabela de preço pode ser consultada presencialmente no ponto ou pelo aplicativo E+ Reciclagem. Caso o valor do desconto seja maior do que o total da conta, o excedente é automaticamente creditado na fatura seguinte.
Os clientes também podem optar por repassar o bônus para outra unidade consumidora cadastrada em seu CPF ou CNPJ ou ainda doá-lo para uma entidade beneficente sem fins lucrativos, mediante apresentação do número da conta contrato da instituição.
Pontos de coleta
Ao todo são 11 pontos de coleta espalhados em todo o Estado. Vale ressaltar que os locais não recebem resíduos orgânicos, com exceção do óleo de cozinha. Em Goiânia é possível fazer a troca em cinco postos:
• Arquidiocese Santuário Basílica Sagrada Família
Rua C-14, n° 155, Vila Canaã;
De segunda a sexta, das 08h às 18h e aos sábados das 8h às 12h
• Assaí da Perimetral
Avenida Perimetral Norte, n° 2609, Setor Vila João Braz
De segunda a sexta, das 08h às 18h e aos sábados das 8h às 12h
• Posto de Coleta Jardim Guanabara
Rua Ubá, n° 61, Jardim Guanabara
De segunda a sexta, das 08h às 18h e aos sábados das 8h às 12h
• Itinerante El Shaday
Av. Ville, 2210 – Qd 27 Lt 07 – Res. Center Ville
De segunda a sexta, das 08h às 18h e aos sábados das 8h às 12h
Os outros postos estão localizados nas cidades de Aparecida de Goiânia, Jandaía, Burinópolis, Indiara, Cachoeira Dourada, Trindade e Itumbiara. Com os horários de funcionamento de segunda a sexta, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 12h. Confira:
• Posto de Coleta Jandaia
Av. Doná Gercina Borges, 192 – Centro, Jandaia;
• Reciclar Buritinópolis
GHV9+J6 Buritinópolis;
• Posto de Coleta Indiara
R. Goiás, Q 11 – L 09 – Nova, Indiara;
• Posto de Coleta Cachoeira Dourada
Av. Itumbiara – Setor Noroeste, Cachoeira Dourada;
• Posto Itinerante Renove Gestão Aparecida de Goiânia
Av. W-7 – St. Vale do Sol, Aparecida de Goiânia;
• Posto RR Trindade
Rua São Francisco n° 743, Qd. 06, Lt. 12/13 – Núcleo Anhanguera, Trindade;
• Estação Reciclar Itumbiara
Rua Rita D. Borges, 2 – St. Dona Marolina, Itumbiara;
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence à holding Equatorial Energia, 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem cerca de 14 milhões de clientes. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de clientes, localizados em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
Com informações: Equatorial Goiás
Operação cumpre mandados contra suspeitos de movimentar R$ 59 milhões com a entrada ilegal de mais de 400 pessoas nos Estados Unidos | Goiás
Lidiane 6 de junho de 2024
Operação cumpre mandados contra suspeitos de levarem imigrantes ilegais para os EUA
A Polícia Federal (PF) faz na manhã de quinta-feira (6) operação que cumpre mandados contra suspeitos de movimentar R$ 59,5 milhões com a entrada ilegal de mais de 488 pessoas nos Estados Unidos. Os alvos dos agentes estão em endereços de Goiânia e Anápolis, cidade do centro goiano.
Entre os investigados, comumente conhecidos como coiotes, está um nome que foi incluído na difusão vermelha da Interpol, de acordo com nota divulgada pela PF. A lista é utilizada para notificar pessoas procuradas internacionalmente.
De acordo com a PF, os investigados podem responder pelos crimes de promoção de migração ilegal, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Nomeada pela PF de Dark Route, a operação investiga membros da organização criminosa de outros estados do país e do exterior, diz PF.
De acordo com o texto da polícia, as investigações estão sendo realizadas com apoio da Agência de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations – HSI).
Reportagem em atualização.


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