20 de janeiro de 2026
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Mercado de luxo atrai público goiano

Lojas de marcas internacionais têm fomentado o mercado de luxo de Goiânia. Relógios, joias, acessórios e veículos importados chegam a custar mais de R$ 4 milhões. De acordo com lojistas, clientes são do Centro-oeste e do Norte do país.

“O céu é o limite, porque existe uma infinidade de possibilidades de configurações de um carro. Também existe carros especiais que podem chegar a R$ 4 milhões”, afirmou Roberto Cury.

Porsche 911 S/T – Veículo pode chegar a R$ 4 milhões, de acordo com a personalização — Foto: Divulgação / Porsche

Diretor de lojas que vendem seis marcas internacionais, como Rolex e Monblanc, Flávio Lima contou que há fila de espera pelos produtos. Os relógios estão entre os itens mais desejados, e a espera pode ultrapassar os quatro anos.

“Algumas canetas de edições limitadas costumam chegar na loja já vendidas e nem vão para a vitrine”, relatou.

De acordo com Flávio, as canetas custam a partir de R$ 6 mil e podem chegar a R$ 100 mil.

Flávio Lima explicou que o público que procura peças de luxo busca mais do que um produto funcional.

“São pessoas que buscam um posicionamento profissional ou social, pessoas que tem paixão pelas peças e que tem prazer em colecionar”, afirmou o diretor.

Loja de artigos de luxo em Goiânia — Foto: Divulgação / Danglar

O diretor informou ainda que, apesar de a maioria de seus clientes serem de Goiânia, vem crescendo o número de pessoas de outros estados do Centro-oeste e do Norte que fazem compras na capital.

“Muita gente deixa de ir a São Paulo porque hoje aqui já tem tudo que tem lá”, avaliou Flávio Lima.

Lima disse ainda que o mercado está aquecido em Goiânia e que a tendência é continuar crescendo. “Esse ano, já vendemos 31% a mais do que no mesmo período do ano passado”, afirmou.

Um exemplo do aquecimento do mercado de imóveis de luxo é o caso de um edifício residencial que fica em frete ao Parque Vaca Brava, lançado no início do ano.

“O preço de venda deste lançamento foi acima de R$ 17,5 mil o metro quadrado, e os apartamentos foram todos vendidos em menos de 30 dias”, disse Felipe Melazzo, presidente da Ademi.

Com unidades de até 740 m², os apartamentos podem custar em torno de R$ 12 milhões.

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A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou em segunda e definitiva votação um projeto que propõe uma série de medidas para priorizar a inserção de mulheres com mais de 50 anos no mercado de trabalho. A matéria, que passou na quarta-feira (24), é do deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB).

Segundo o autor, o projeto reconhece os desafios enfrentados por esse grupo demográfico. Além disso, propõe como medidas:

  • Implementação de ações e programas voltados para a inserção de mulheres com mais de 50 anos no mercado de trabalho;
  • Incentivo a iniciativas empresariais que promovam o aprimoramento profissional e a manutenção do emprego para mulheres nessa faixa etária;
  • Priorização de mulheres com mais de 50 anos que sejam chefes de família monoparental, tenham deficiência ou filho com deficiência, ou sejam vítimas de violência doméstica.

O texto ainda depende de sanção da governadoria para se tornar lei.

Segundo o deputado, o grupo a que se destina esse projeto encontra menos oportunidades. Essas mulheres, ele argumenta, também são frequentemente subestimadas devido a preconceitos relacionados à idade e gênero.

Assim, o projeto ainda estabelece que a política em questão será monitorada e avaliada periodicamente pelo órgão estadual competente, com a publicação dos respectivos dados e resultados. Sebba ressalta que a medida pretende garantir transparência e demonstrar o compromisso com o acompanhamento e o aprimoramento das políticas de inclusão no mercado de trabalho.

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Última atualização 01/04/2024 | 15:34

O crescimento econômico de Goiás superou a média nacional no ano passado. De acordo com o Instituto Mauro Borges (IMB), em 2023 o PIB do estado registrou um montante de R$ 336,7 bilhões, 4,4%% a mais de crescimento em relação ao ano de 2022 (R$ 321,8 bilhões) e torna-se o maior valor da história, enquanto a média do país ficou em 2,4%. Esse desempenho é reflexo de uma série de políticas públicas eficazes e de um ambiente favorável aos negócios que têm atraído investimentos e fomentado o desenvolvimento local.

Goiás também se destaca no cenário nacional como o estado com o maior potencial de mercado do Brasil, segundo a pesquisa realizada pelo Centro de Liderança Pública (CLP). A análise, que considerou variáveis como o Produto Interno Bruto (PIB) e o crescimento potencial da força de trabalho, colocou o estado no topo do ranking em 2023, evidenciando o dinamismo e a robustez da economia goiana. Neste quesito, Goiás está à frente de estados como São Paulo e Minas Gerais. O estado subiu sete pontos no quesito Potencial de Mercado e ocupa a 7ª posição, entre as 27 unidades da federação, no ranking geral de competitividade elaborado pelo CLP.

O Sebrae Goiás tem desempenhado papel fundamental nesse quadro, com seu apoio aos pequenos negócios, contribuindo assim para o desenvolvimento de um ambiente de mercado favorável. Por meio de um portfólio variado, que engloba programas e iniciativas, a instituição oferece suporte em áreas cruciais como gestão financeira, planejamento empresarial, e estratégias de mercado. “Temos programas de incentivo à inovação, ao empreendedorismo digital, à eficiência energética e à produtividade, entre muitos outros que apoiam o empreendedor com conhecimento para caminhar no ritmo do mercado, sem perder a competitividade e tornando os pequenos negócios mais produtivos”, analisa o diretor superintendente da instituição, Antônio Carlos de Souza Lima Neto.

Para o superintendente, o esforço coletivo ajuda a reduzir as disparidades regionais. Trabalhando em sinergia com o governo do estado, com instituições financeiras, com diversas federações e associações, é possível criar um ecossistema dinâmico e que contribui com a sustentabilidade dos negócios, levando à criação de novos empreendimentos, que, por sua vez, geram oportunidades de emprego e contribuem para o desenvolvimento da economia. “Nossa estratégia até 2026 foca em fortalecer a atuação dos pequenos e na interiorização de ações que levam soluções adequadas para os desafios dos empreendedores dos 246 municípios e distritos em todo estado”, explica Antônio Carlos.

Além do vigor econômico, Goiás tem se destacado pela baixa taxa de desocupação, a menor do país, o que indica um mercado de trabalho aquecido e em expansão. Esses fatores, combinados com a liderança no ranking de potencial de mercado, posicionam o estado como um modelo de competitividade e desenvolvimento econômico no Brasil.

A pesquisa analisa ao todo 10 pilares que apontam os pontos fortes e fracos que influenciaram a classificação final do estado em cada um dos indicadores contemplados: capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social e potencial de mercado.

Para saber mais sobre a pesquisa: rankingdecompetitividade.org.br

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