13 de junho de 2026
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O consultor em gestão e desenvolvimento humano Rubens Berredo lançou, na sexta-feira, 22, na Assembleia Legislativa, o livro Liderança como Estilo de Vida (Editora Kelps, 231 páginas).

A obra aborda a formação de líderes a partir de experiências práticas vividas pelo autor ao longo de mais de quatro décadas de atuação no ambiente corporativo e propõe uma reflexão sobre liderança para além dos cargos de chefia.

Prefaciado pelo presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Goiás, Marcelo Baiocchi Carneiro, o livro foi apresentado durante evento que contou também com uma TED Talk conduzida pelo autor.

A publicação chega em um momento em que o desenvolvimento de lideranças se tornou prioridade para empresas brasileiras. Segundo levantamento do Great Place to Work Brasil, 57% das organizações apontaram a formação de líderes como foco principal para 2026.

Ao discorrer sobre a proposta da obra, Berredo afirmou que liderança deve ser entendida como comportamento e não apenas como função hierárquica. Ele analisa que liderança não é só o cargo nem só o título, é um jeito de ser, é um estilo de vida.

“Para começar a liderar o outro, é preciso liderar a si mesmo. O livro traz orientações, estratégias e ferramentas para qualquer gestor que queira se tornar um líder extraordinário e valioso para o mercado”, destacou.

Berredo também observou que muitas empresas, ao longo dos anos, promoveram profissionais tecnicamente competentes sem investir no desenvolvimento humano necessário para a liderança. Para ele, esse processo contribuiu para uma crise de lideranças no mercado de trabalho.

Na obra, o autor defende que o processo de formação do líder começa ainda no ambiente familiar, onde são construídos valores como empatia, compromisso, influência e capacidade de resolver conflitos. A liderança, afirma, é uma competência que pode ser desenvolvida em qualquer fase da vida, desde que exista intenção e mudança de mentalidade.

Prática

Marcelo Baiocchi ressaltou o diferencial do livro ao unir experiências práticas e reflexões espirituais sem foco religioso. O livro, afirma, é diferenciado porque traz ensinamentos para quem quer ser líder e mostra que essa liderança é construída.

“Em cada capítulo, além da experiência prática, Rubens traz também uma mensagem espiritual, mostrando que a liderança sempre esteve presente na história de grandes homens. É quase um manual para aqueles que desejam liderar algum espaço”, observa Baiocchi. 

A proposta da publicação também recebeu elogios do pastor Liberato Silveira da Cruz, da Igreja Maanaim Ministério Apostólico, que destacou o potencial transformador da obra.

“Ser líder é dar direção. Pelo padrão de influência que o Rubens tem, eu creio que esse livro vai mexer no caráter e em muitas áreas da vida das pessoas que lerem essa obra”, declarou Cruz.

Além das reflexões sobre comportamento e desenvolvimento pessoal, Liderança como Estilo de Vida traz, ao final de cada capítulo, ferramentas de autoavaliação e diagnóstico voltadas para leitores que desejam aplicar os conceitos apresentados no cotidiano profissional e pessoal.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Em continuidade às ações de valorização da cultura promovidas pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o Palácio Maguito Vilela irá sediar, nesta quarta-feira, 6, às 19 horas, a exposição “Quarteto de Arte” e o lançamento do livro “Minhas Crônicas do Céu”, da artista e escritora Helenilce Gusmão. A ação cultural reúne artistas goianos e marca uma noite de celebração às artes visuais e à literatura. Os eventos terão lugar no hall de entrada da Casa, aberto ao público em geral.

A exposição apresenta obras de cinco artistas com trajetórias expressivas no cenário artístico: Miro, Helenilce Gusmão, Cris Silva, Carlos Elias e Amanda Araújo Lourenço. A proposta é promover um encontro entre pintura, escultura, literatura e espiritualidade em uma experiência artística e sensorial.

Miro é artista plástico e designer gráfico com forte influência da cultura afro-brasileira e do estilo pop art. Helenilce Gusmão, além de escritora, é reconhecida por seu trabalho como artista plástica e curadora, com obras que transitam entre o realismo e o abstrato, carregadas de espiritualidade. Cris Silva apresenta pinturas abstratas com técnica espatulada, que lhe renderam reconhecimento internacional. O juiz e artista Carlos Elias traz esculturas em pedra-sabão e pinturas figurativas com cores vibrantes. E, por fim, Amanda Lourenço apresenta murais e telas inspiradas na natureza, no semirrealismo e em referências como os artistas brasileiros Kobra e Jorge Maciel, consagrados internacionalmente.

Literatura

Na mesma ocasião, será realizado o lançamento oficial do livro “Minhas Crônicas do Céu”, de Helenilce Gusmão. A obra reúne relatos autobiográficos que mesclam memória, espiritualidade e fé. Entre os episódios narrados, a autora destaca vivências que ultrapassam o plano racional e se conectam ao simbólico e ao sagrado, como o relato da festa de São Sebastião, em 1972, em que, ainda criança, afirma ter sido carregada por anjos.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) sedia, nesta quinta-feira, 22, o lançamento do livro “A Terra do Ouro – A História da Sociedade Goiana de Numismática (SGN)”. Escrito por Eliezer Fernandes da Silva e Edil Gomes, a obra documenta a história da entidade, que se dedica ao estudo e à catalogação de moedas e cédulas. O livro reúne registros, depoimentos e fatos que marcaram a atuação da entidade no estudo e na divulgação da numismática no estado.

O evento será realizado às 19h30, no salão nobre da Alego. A publicação apresenta o contexto da fundação da SGN, os encontros entre colecionadores, as ações de difusão do conhecimento sobre moedas e cédulas, além do papel da sociedade nas atividades culturais e educacionais ligadas ao tema em Goiás.

Autores

Eliezer Fernandes, funcionário do Banco do Brasil e colecionador, iniciou sua trajetória na numismática ao apresentar ao filho conceitos sobre economia e história por meio das moedas. Desde então, aprofundou-se nos estudos da área e passou a produzir conteúdo digital, além de participar ativamente de entidades numismáticas nacionais.

Edil Gomes atua na área editorial e é autor de diversas obras sobre erros em moedas e história monetária. Coordena a diagramação de revistas especializadas e já recebeu premiações por sua contribuição à literatura numismática. Também é ligado a diferentes associações de colecionadores e realiza atividades como palestrante e editor de publicações científicas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assessoria Adjunta de Atividades Culturais vai promover, na próxima segunda-feira, 31, o lançamento do livro “É (Sobre) Viver”, da doutora em educação Mônica Strege. O evento está previsto para as 19 horas, no auditório 2, da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

A obra traz uma narrativa que questiona os momentos de resistência e a sensação de impotência diante de um diagnóstico de câncer. Mônica Strege apresenta não apenas a história de sua luta contra a doença, mas um manifesto em favor da coragem de viver, mesmo nas situações mais difíceis. Trata-se de um convite a perceber a beleza da vida, mesmo quando tudo parece sombrio, e a continuar sonhando, mesmo diante das adversidades.

Além do lançamento, o evento terá discussão das práticas mais avançadas e inovadoras em cuidados paliativos no tratamento da doença, na busca de promover a integração entre diferentes áreas da saúde. Será um espaço de troca de experiências, permitindo que profissionais de saúde, estudantes e médicos ampliem seus conhecimentos sobre os cuidados paliativos e suas aplicações no contexto hospitalar e clínico.

Participarão do evento o deputado Mauro Rubem (PT), apoiador do projeto; Amanda Travaglia Vitoy, médica especializada em clínica médica e medicina paliativa e vice-presidente da Academia Estadual de Cuidados Paliativos de Goiás; Douglas Valiati Bridi, cardiologista pelo Hospital das Clínicas da UFG e professor na Unifimes, com grande experiência em cuidados cardiovasculares; e Lídia Milioli, médica paliativista e presidente da Academia Estadual de Cuidados Paliativos de Goiás, responsável pelo Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Municipal de Aparecida (HMAP) – Albert Einstein.

A autora

Mônica Strege nasceu em uma pequena cidade no interior de Santa Catarina e foi criada em Mato Grosso. Atualmente, mora em Goiânia, devido ao diagnóstico e ao tratamento de um câncer. Educadora por vocação, é graduada em biologia e, com uma paixão pela educação básica, concluiu seu mestrado e está finalizando o doutorado em educação. Strege é professora efetiva da rede estadual de Mato Grosso e tem sido uma militante fervorosa pela educação como ferramenta de superação das desigualdades sociais.

Agora, a educadora compartilha sua experiência com o câncer incurável em sua escrita, refletindo sobre as dificuldades de ser paciente, as contradições da vida das mulheres em uma sociedade machista e os desafios do cotidiano de quem lida com a proximidade da morte.

Em seu livro, ela convida os leitores a olhar a vida com mais intensidade, enxergando a beleza nos pequenos momentos e se libertando do medo. Seu primeiro livro, É [Sobre] Vida, já lançado, apresenta uma narrativa íntima sobre sua jornada desde a infância até o diagnóstico de câncer aos 40 anos. A segunda publicação, “É (Sobre) Viver”, foca nas rotinas e desafios enfrentados durante o tratamento de câncer, com tom de leveza, bom humor e esperança. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Na segunda-feira, 16, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) vai promover o pré-lançamento do livro “A Instituição Prisão: Arena Paradigmática e Manchete Histórica”, organizado pelo escritor, autor e professor Antônio Lopes, em conjunto com outros 46 escritores. Por iniciativa do deputado Mauro Rubem (PT), o evento terá lugar no Auditório Francisco Gedda a partir das 19 horas.

O lançamento deve contar com a presença do professor-orientador Carlos Ugo Santander Joo; do procurador de Justiça do Ministério Público, Fernando Aurvalle Krebs; do advogado Bruno Aurélio Pena; do psicólogo Jorge Antônio Lima. Ainda, são esperados o jornalista Renato Dias; a psicóloga Lucília Lima; o advogado Jonatas Silva; o advogado Alex Neder; a historiadora Tâmara Manrique; o egresso do sistema penal Junior Souza; e o médico legista e ex-delegado Euler Barbosa.

A obra é resultado de uma pesquisa realizada em parceria com outros escritores de áreas profissionais distintas, que buscam colaborar com o debate conjuntural trazendo a realidade do cárcere em Goiás, no Brasil e no mundo. Trata de abordar se houve avanços no sistema carcerário e quais outros pontos merecem ser contemplados, para que fatores que dificultam a ressocialização possam ser revistos e as políticas públicas possam ter eficácia.

Como entusiasta da educação, do conhecimento e de todas as formas de desenvolvimento humano, o deputado declarou ser “uma honra apoiar o pré-lançamento desta obra tão significativa que encontra espaço no Parlamento”. Rubem vai promover o evento com um debate entre procurador de Justiça, advogado, jornalista, psicólogo, historiador, médico e egresso do sistema penal.  

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Na tarde desta quinta-feira, 12, o hall de entrada do Palácio Maguito Vilela, sede da Assembleia Legislativa de Goiás, recebeu o lançamento do livro devocional “Cartas Vivas de Amor”. A obra, resultado da colaboração de 79 mulheres de quatro países diferentes, nasceu do desejo de compartilhar mensagens de esperança e conexão em um mundo marcado pela solidão e pelo estresse pós-pandêmico.

Segundo a economista Maria Ângela Abreu, uma das coautoras, o livro oferece um momento para reflexão e introspecção, com versículos para meditação e espaços para anotações pessoais. “Somos cartas a serem lidas por outras pessoas”, afirmam as autoras, ressaltando a importância da conexão humana e da intercessão por meio da oração.

A iniciativa de realizar o lançamento do livro na Casa foi do presidente Bruno Peixoto (UB), por meio da Diretoria de Cultura, Esporte e Lazer. Para o assessor da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais, Cláudio Albuquerque, é fundamental oferecer espaços como este para a valorização da mulher e de suas diversas manifestações artísticas e culturais. “A mulher precisa cada vez mais de protagonismo no cenário geral, incluindo o seu espaço aqui na Casa de leis”, ressaltou Albuquerque. O assessor complementou que eventos desse tipo demonstram o compromisso da Assembleia Legislativa em promover a cultura e a inclusão.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O procurador da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) Murilo Teixeira Costa publicou, recentemente, o livro “Instituição de Políticas Públicas por Iniciativa Parlamentar – Limites, Possibilidades e Qualidade”, pela editora Fórum. A obra aborda a amplitude conceitual e operacional das políticas públicas, com foco no posicionamento do Legislativo perante o arcabouço jurídico sobre o tema e tendo sempre em vista os benefícios das ações do Parlamento junto à sociedade.

O lançamento do livro na Casa de Leis está agendado para o dia 8 de outubro, durante a aula inaugural do curso de pós-graduação em Poder Legislativo e Direito Parlamentar promovido pela Escola do Legislativo.

Em conversa com a Agência de Notícias, o procurador da Alego relatou como inspiração para a obra a experiência nos estudos das ciências jurídico-políticas em Portugal, durante seu mestrado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, concluído em 2022.

Na escolha de sua tese, Murilo buscou correlacionar o aprofundamento teórico com suas atividades na Procuradoria da Assembleia Legislativa. O eixo políticas públicas e Parlamento definiu o escopo dos trabalhos.

Dada a amplitude do tema, o enfoque, explica o autor, orbita o questionamento: quais são os limites e as possibilidades de iniciativa parlamentar quando o assunto é instituir políticas públicas? O autor aponta uma percepção extrapolada do protagonismo do Executivo em detrimento da iniciativa parlamentar quanto ao tema.

Políticas públicas

“Ainda há quem acredite que o Parlamento não tem capacidade para instituir políticas públicas. Eu defendo o contrário, uma retomada da respeitabilidade do Legislativo”, argumenta Murilo Costa. Para o autor, a análise de parâmetros constitucionais, jurisprudências do Superior Tribunal Federal (STF) e outros instrumentos legais, desenvolvida ao longo do livro, sustenta esse posicionamento.

Ao comentar a atuação da Alego diante desse cenário, Murilo Costa afirma que a Casa de Leis goiana tem perfil inovador. Como exemplo, ele cita a elaboração da Lei Complementar n° 112/14, que aprimora a compatibilidade orçamentária da Assembleia Legislativa na geração de despesas por iniciativa parlamentar. “É fruto de todo um estudo, um trabalho da Procuradoria da Alego que dá destaque para Goiás até na Europa, e não tem nos outros estados do Brasil”, explica o procurador.

Outra ênfase temática, também discutida ao longo da obra, é o aprimoramento na avaliação das políticas públicas. Para o autor, questões como análise de impactos, monitoramentos e avaliações representam um desafio para o setor público. Goiás se destaca nesse aspecto, ele explica, por já conter uma previsão constitucional de um sistema de avaliação de políticas públicas.

A preocupação com a qualidade formal das políticas públicas é abordada pelo procurador da Alego em outro momento. Murilo afirma que o Parlamento preza por “uma norma que tenha clareza, precisão, objetividade, pois isso está ligado diretamente à segurança jurídica”. Em estudos de casos, o autor discute a percepção europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) quanto ao tema.

A obra discute, como exemplos, uma lei portuguesa sobre eutanásia, declarada inconstitucional, e a lei de abuso de autoridades brasileira, a Lei nº 13.869/19. Dentre os prismas formais da elaboração legislativa, são discutidas questões como utilidade, precisão e utilização de conceitos jurídicos indeterminados.

Segundo o autor, o avanço nas técnicas legislativas é um processo essencial e a Alego vem se posicionando quanto a esse tema. “A Alego vem procurando fortalecer seu papel como formuladora de políticas públicas, em especial para a garantia de direitos fundamentais da população. A Procuradoria busca sempre fornecer condições para que os parlamentares possam formular políticas públicas com qualidade, para tomarem as melhores decisões”, arrematou.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O procurador da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) Murilo Teixeira Costa publicou, recentemente, o livro “Instituição de Políticas Públicas por Iniciativa Parlamentar – Limites, Possibilidades e Qualidade”, pela editora Fórum. A obra aborda a amplitude conceitual e operacional das políticas públicas, com foco no posicionamento do Legislativo perante o arcabouço jurídico sobre o tema e tendo sempre em vista os benefícios das ações do Parlamento junto à sociedade.

O lançamento do livro na Casa de Leis está agendado para o dia 8 de outubro, durante a aula inaugural do curso de pós-graduação em Poder Legislativo e Direito Parlamentar promovido pela Escola do Legislativo.

Em conversa com a Agência de Notícias, o procurador da Alego relatou como inspiração para a obra a experiência nos estudos das ciências jurídico-políticas em Portugal, durante seu mestrado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, concluído em 2022.

Na escolha de sua tese, Murilo buscou correlacionar o aprofundamento teórico com suas atividades na Procuradoria da Assembleia Legislativa. O eixo políticas públicas e Parlamento definiu o escopo dos trabalhos.

Dada a amplitude do tema, o enfoque, explica o autor, orbita o questionamento: quais são os limites e as possibilidades de iniciativa parlamentar quando o assunto é instituir políticas públicas? O autor aponta uma percepção extrapolada do protagonismo do Executivo em detrimento da iniciativa parlamentar quanto ao tema.

Políticas públicas

“Ainda há quem acredite que o Parlamento não tem capacidade para instituir políticas públicas. Eu defendo o contrário, uma retomada da respeitabilidade do Legislativo”, argumenta Murilo Costa. Para o autor, a análise de parâmetros constitucionais, jurisprudências do Superior Tribunal Federal (STF) e outros instrumentos legais, desenvolvida ao longo do livro, sustenta esse posicionamento.

Ao comentar a atuação da Alego diante desse cenário, Murilo Costa afirma que a Casa de Leis goiana tem perfil inovador. Como exemplo, ele cita a elaboração da Lei Complementar n° 112/14, que aprimora a compatibilidade orçamentária da Assembleia Legislativa na geração de despesas por iniciativa parlamentar. “É fruto de todo um estudo, um trabalho da Procuradoria da Alego que dá destaque para Goiás até na Europa, e não tem nos outros estados do Brasil”, explica o procurador.

Outra ênfase temática, também discutida ao longo da obra, é o aprimoramento na avaliação das políticas públicas. Para o autor, questões como análise de impactos, monitoramentos e avaliações representam um desafio para o setor público. Goiás se destaca nesse aspecto, ele explica, por já conter uma previsão constitucional de um sistema de avaliação de políticas públicas.

A preocupação com a qualidade formal das políticas públicas é abordada pelo procurador da Alego em outro momento. Murilo afirma que o Parlamento preza por “uma norma que tenha clareza, precisão, objetividade, pois isso está ligado diretamente à segurança jurídica”. Em estudos de casos, o autor discute a percepção europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) quanto ao tema.

A obra discute, como exemplos, uma lei portuguesa sobre eutanásia, declarada inconstitucional, e a lei de abuso de autoridades brasileira, a Lei nº 13.869/19. Dentre os prismas formais da elaboração legislativa, são discutidas questões como utilidade, precisão e utilização de conceitos jurídicos indeterminados.

Segundo o autor, o avanço nas técnicas legislativas é um processo essencial e a Alego vem se posicionando quanto a esse tema. “A Alego vem procurando fortalecer seu papel como formuladora de políticas públicas, em especial para a garantia de direitos fundamentais da população. A Procuradoria busca sempre fornecer condições para que os parlamentares possam formular políticas públicas com qualidade, para tomarem as melhores decisões”, arrematou.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Livro sobre a história dos concursos do TJGO será lançado em Goiânia – @aredacao

Entre os mais influentes da web em Goiás pelo 12º ano seguido. Confira nossos prêmios.


Memória

Obra resguarda trajetória da magistratura | 19.05.24 – 14:30


Livro sobre a história dos concursos do TJGO será lançado em GoiâniaLivro será distribuído gratuitamente no lançamento (Foto: divulgação)
A Redação

 
Goiânia – A presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juíza Patrícia Carrijo, e o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), promotor de justiça Jales Guedes Coelho Mendonça, lançam, nesta segunda (20/5), a partir das 18h30, na sede da Asmego, o livro “Os concursos para a magistratura do TJGO (1937 a 2024)”. A obra também é assinada pelo professor doutorando em História, Thalles Murilo Vaz Costa.

 

O livro, que será distribuído gratuitamente no lançamento, retrata a evolução dos 57 processos seletivos da magistratura  do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e traz a relação dos quase mil homens e mulheres que ingressaram na carreira, nesse período. “Metade do livro refere-se à parte teórica sobre os concursos para magistratura e também à fase anterior aos processos seletivos, denominada de ‘habilitação’. A outra metade é a relação dos quase mil magistrados que ingressaram por concurso (de 1937 até os dias de hoje)”, ressalta Jales Mendonça.

 

“Nosso objetivo é contribuir para a preservação da memória do Poder Judiciário do Estado de Goiás, bem como auxiliar no preparo dos futuros juízes e juízas”, afirma Patrícia Carrijo. Ela ressalta que o livro também homenageia todos os responsáveis pelos 150 anos de história do Judiciário goiano. Patrícia Carrijo é mestre em Responsabilidade Civil.

 

O prefácio do livro é assinado pelo corregedor nacional de justiça, ministro Luis Felipe Salomão (STJ). “A obra é uma grande contribuição ao Poder Judiciário brasileiro, ao abrir caminhos e novas perspectivas de pesquisas. Ademais, certamente servirá de inspiração para que outros estados façam idêntico levantamento histórico, resgatando assim a trajetória de magistrados e magistradas que hoje encontram-se completamente esquecidos pela ação do tempo”, diz.

 

O desembargador Itaney Francisco Campos, que assina a apresentação da obra, observa que “A presente publicação já nasce como uma referência bibliográfica na trajetória histórica do Judiciário de Goiás, além de servir de exemplo e inspiração para que providências e reflexões similares sejam replicadas em outras unidades federativas”.

 
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Nazário: TJGO suspende concurso após secretário municipal passar em 1º lugar 


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Grupo nasceu em 2009 como projeto de extensão na Faculdade de Letras da UFG - Fotos: Divulgação
Grupo nasceu em 2009 como projeto de extensão na Faculdade de Letras da UFG – Fotos: Divulgação

O grupo Corpo de Voz, que trabalha com um projeto de oralização e dramatização da poesia, criado na Universidade Federal de Goiás (UFG), em 2009, como projeto de extensão universitária, estreia nesta sexta-feira, 26, no teatro Novo Ato, Crimeia Leste, o espetáculo performático com poetas e poesias recentes feitas em Goiás, o “Livro do Corpo de Voz”. A apresentação tem parceria da A Toca Coletivo (Sarau da Toca) e o apoio da empresa Equatorial Energia, através da Lei Goyazes de incentivo cultural do governo de Goiás.

Participam do projeto na dramatização das poesias, professores, músicos, escritores e estudantes da UFG. No elenco deste “Livro do Corpo de Voz”, estão Eugênia Fraietta, Helena Di Lorenza, Helissa Oliveira, Lucas Frazão, Luna Constantino, Jamesson Buarque, Maria Ritha Paixão, Tarsilla Couto de Brito, Thaise Monteiro, Tom Jr. e Zé Pedroso Araújo. A direção geral é do professor e diretor da Faculdades de Letras da UFG, Jamesson Buarque, com direção cênica da poeta e atriz Thaise Monteiro.

















A seleção dos poetas e poemas, segundo o diretor Jamesson Buarque, foi feita por integrantes do Corpo de Voz, sob curadoria de Eugênia Fraietta, Helissa Oliveira, Tarsilla Couto de Brito e Tom Jr. Os poemas integram parte da produção recente da poesia feita em Goiás que circula em livros, jornais, revistas, sites, blogs e redes sociais. Além de poetas do Corpo de Voz, no novo espetáculo há poemas de Beta Reis, Glauco Gonçalves e Mazinho Souza do movimento Goiânia Clandestina. Ao todo são 15 poemas, pelos quais se tem uma paisagem da poesia de Goiás produzida a partir de 2010.

Jamesson Buarque afirma que na seleção buscou-se manter um equilíbrio entre poetas homens e mulheres. “Os critérios pautam temas que escolho com apoio da equipe de crítica literária do Corpo de Voz: (Eugênia Fraietta, Helissa Oliveira, Tarsilla Couto de Brito e Tom Jr.). Procuramos manter um equilíbrio entre poetas homens e mulheres, às vezes, como no Livro das Águas, somente mulheres. Para o ‘Livro Corpo de Voz’, que vamos apresentar no Novo Ato, escolhemos poemas de poetas do grupo e convidados, porque todos atuam na cena literária goiana desde 2010”, diz.

O diretor fala também da estrutura criada para esta dramatização da poesia do livro Corpo de Voz, que será realizada pela primeira vez. “Para a cena (Thaise Monteiro é diretora de cena e sou diretor geral), fazemos leitura, mas a leitura é dramatizada e tem performance de voz e corpo; às vezes, usamos canto com ou sem atabaque e pandeiro; sempre nos vestimos de preto – somente no ‘Livro das Águas’, devido à homenagem a Iemanjá, nos vestimos de branco”, destaca.




Não é uma poesia que propriamente tenha um nome, mas tem um perfil marcante de resistência e não recorre a formalidades, tem uma linguagem mais despojada


Jamesson Buarque, diretor da Faculdade de Letras da UFG


Além de performar a poesia contemporânea feita em Goiás, Jameson é um estudioso desta nova cena, principalmente nos últimos dez anos. Em uma busca rápida na internet é fácil encontrar vídeos dele citando vários poetas e movimentos poéticos criados nessa nova vibe que ele define como uma poesia engajada, objetiva, com foco no vivido, linguagem direta, perfis identitários, de resistência e com linguagem despojada. “É um movimento que acompanha o Brasil e todo o mundo”, frisa.

Jamesson explica que a poesia produzida em Goiás hoje tem um perfil semelhante ao da poesia não somente produzida no Brasil em geral, mas também no Ocidente. “Os poemas, em sua maioria, não são extensos, são mais breves, tratam muito da experiência do vivido, com foco muito político em momentos do contexto nacional e local”, afirma.

“A linguagem é muito direta, não recorre a imagens mirabolantes, e há ênfase em perfis identitários (de mulher, de negritude, de LGBT+), bem como ênfase em condições críticas de vida devido à exploração do trabalho, à violência urbana, aos fascismos e coisas semelhantes. Não é uma poesia que propriamente tenha um nome, mas tem um perfil marcante de resistência e não recorre a formalidades, tem uma linguagem mais despojada.”

Corpo de Voz

A apresentação do espetáculo “Livro Corpo de Voz”, com poetas e poesias recentes de Goiás, é mais uma das muitas apresentações do grupo. O Corpo de Voz surgiu em 2009 na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás e desde então apresenta espetáculos de performance vocal e leitura dramática de poesia.

Dentre suas apresentações, em 2015, o Corpo de Voz fez uma temporada na Oficina Cultural Geppetto. Em 2016, participou das ações culturais do Dadá Spring Brasil, em comemoração aos 100 anos do dadaísmo. Em 2017, apresentou-se no Culturama devido aos 30 anos dos horrores do acidente com o Césio 137 em Goiânia.

Livro Corpo de Voz

Sexta, 26, a partir das 20h

Teatro Novo Ato

Rua Sebastião Fleury Curado, 193

Setor Criméia Leste

Entrada franca


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