A Prefeitura de Goiânia recebeu mais R$ 30 milhões em verbas suplementares do Governo Federal para aplicar na saúde. Os recursos, articulados pelo senador Jorge Kajuru (PSB), vão ser usados para para despesas de custeio, incluindo o pagamento de maternidades, hospitais e outros pequenos fornecedores da Secretaria Municipal de Saúde.
Ao anunciar a vinda do dinheiro nesta sexta-feira (21/2), o prefeito da capital, Sandro Mabel (UB), explicou que verba servirá para enfrentar o estado de calamidade pública da rede de assistência do município.
Ele destacou que o dinheiro servirá para quitar dívidas de diversos fornecedores menores e para a manutenção das unidades de saúde, reforçando a importância do repasse para a cidade.
“É um dinheiro muito importante para nós”, sublinhou.
Mabel agradeceu ao senador pelo empenho em direcionar recursos à saúde de Goiânia, ressaltando a relevância do apoio parlamentar. Lembrou que esse é o segundo repasse de R$ 30 milhões intermediado pelo senador, totalizando R$ 60 milhões destinados à área nos primeiros dois meses do novo Governo.
Por fim, o prefeito afirmou que tem apresentado diversos projetos e demandas ao senador e confia no apoio contínuo durante o mandato.
“Tenho certeza de que o senador Kajuru, com esses projetos em mãos, nos ajudará muito nos próximos anos”, concluiu.
‘O que o Mabel precisar, vai contar comigo’
Kajuru afirmou que voltará a destinar regularmente emendas parlamentares para Goiânia, pois confia na correta aplicação dos recursos do Governo federal. Ele relembrou seu desânimo na gestão do ex-prefeito Rogério Cruz, “porque o dinheiro sumia”.
“Eu exigia a prestação de contas, e ela não aparecia”, disse.
O senador destacou que já enviou, na gestão de Cruz, recursos para a Maternidade Célia Câmara e outros hospitais com o intuito de custear a saúde, mas não obteve o retorno esperado.
Sobre essa situação, Kajuru afirmou que, mesmo com recursos do Governo federal, para custeio da saúde e a situação só piorava na saúde da capital.
“Em agosto, consegui um empréstimo com o presidente Lula, de R$ 700 milhões, e veio a metade. O que aconteceu? Desviaram R$ 350 milhões. Com isso, o restante está travado em Brasília”, acrescentou, ao se comprometer em pedir ao presidente Lula o destravamento dos R$ 350 milhões restantes do empréstimo concedido ao município no fim do ano passado.
“Ele [Lula] conhece o Mabel, foram deputados na mesma época, ele sabe que o Mabel não vai desviar o dinheiro, que não haverá corrupção e que esses R$ 350 milhões serão investidos exatamente na saúde, no diabetes, no autismo, nas cirurgias de catarata e nas doenças raras.”
Por fim, Kajuru concluiu afirmando que, até 2027, ainda destinará emendas para a capital goiana, “porque o prefeito Sandro Mabel merece”, pelo trabalho que vem realizando.
Vejo ele de madrugada fazendo aquilo que eu fazia quando fui candidato a vereador em 2016, até na noite de Natal e de réveillon. Então, em homenagem a um prefeito que ama Goiânia e quer fazer história na sua gestão, eu não posso negar nada a ele. O que ele (Mabel) precisar, vai contar comigo.
Maior parte da verba vai para manter maternidades
O secretário de Saúde de Goiânia, Luiz Pellizzer, afirmou que a chegada dos R$ 30 milhões representa um alívio para a rede de assistência do município e ajudará a superar os desafios neste início de gestão.
Pellizzer explicou que havia grande preocupação com a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundach), responsável pela administração das três maternidades municipais, e com as instituições filantrópicas, com as quais a prefeitura acumulava dívidas significativas do ano passado.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os R$ 30 milhões serão distribuídos da seguinte forma: R$ 13 milhões para a Fundach; R$ 8,5 milhões para o pagamento de entidades filantrópicas – como a Santa Casa de Misericórdia, a Fundação Banco de Olhos e a Associação de Combate ao Câncer de Goiás; R$ 3,5 milhões para complementar os valores pagos a hospitais que oferecem leitos de UTI; e R$ 5 milhões para fornecedores de medicamentos, insumos e prestadores de serviços de saúde, limpeza e nutrição.
“Sabemos que as instituições filantrópicas não têm de onde tirar recursos além dos repasses da prefeitura e de outros apoiadores. Por isso, a dívida com elas impactava diretamente a qualidade assistencial oferecida. Tanto que esses dois grupos foram prioritários no repasse do dinheiro”, justificou Pellizzer.
O secretário, destacou, por fim, que mesmo diante de uma situação complexa e delicada, o compromisso com o pagamento aos fornecedores permanece. Segundo ele, a Secretaria Municipal de Saúde tem realizado uma força-tarefa para renegociar dívidas e revisar os valores de contratos e convênios. Os pagamentos serão efetuados conforme a disponibilidade de recursos, garantiu o secretário municipal de Saúde.
Governo de Goiás propõe alteração na lei do Cofinanciamento Estadual da Assistência Social
Lidiane 18 de fevereiro de 2025
O governador em exercício, Daniel Vilela (MDB), encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) o projeto de lei nº 2426/25, que propõe alterações na Lei nº 21.811, de 14 de março de 2023, responsável por instituir o Cofinanciamento Estadual da Assistência Social. A medida busca flexibilizar as regras para os repasses financeiros do Estado aos municípios, garantindo maior equidade na distribuição dos recursos destinados às políticas sociais.
A proposta, de iniciativa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDS), modifica o artigo 42 da lei vigente para condicionar a liberação integral dos repasses à comprovação do uso de pelo menos 70% do último valor recebido. Caso o município não atinja esse percentual, o novo repasse será ajustado proporcionalmente. A mudança se faz necessária porque, em 2024, algumas prefeituras não conseguiram atingir o mínimo exigido e solicitaram reconsideração para evitar impactos na continuidade das ações sociais em 2025.
De acordo com a SEDS, a atual legislação impede novos repasses para municípios que não utilizarem 70% dos recursos dentro do prazo estabelecido, o que pode comprometer a execução de políticas sociais e dificultar a gestão dos programas com os valores remanescentes. A alteração legislativa permitirá que os municípios recebam os recursos de forma proporcional, garantindo a continuidade dos serviços sem comprometer a eficiência na aplicação dos recursos.
A Secretaria de Estado da Economia analisou a proposta e manifestou parecer favorável, destacando que a mudança está alinhada ao orçamento previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. A Procuradoria-Geral do Estado também avaliou o projeto e constatou sua regularidade constitucional, afirmando que a medida não gera novas despesas ou renúncia de receitas, mas sim aprimora a gestão dos recursos da assistência social.
Agora, o projeto segue para apreciação e deliberação. Caso aprovado, permitirá maior flexibilidade na aplicação dos repasses, garantindo que as políticas sociais municipais não sejam prejudicadas por entraves burocráticos.
Fabio Giambiagi afirma que o governo contrariou o “ciclo político” ao expandir despesas e terá que reduzi-las em 2026
O economista Fabio Giambiagi, 62 anos, disse que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exagerou nas despesas nos 2 anos iniciais de seu mandato.
“O governo claramente tem uma restrição política definida pelo próprio presidente da República e pelo partido do governo que manifesta uma enorme resistência a conter a trajetória do gasto público”, disse Giambiagi.
Assista (1h7min5s):
O economista disse que o excesso de gastos obrigará o governo a segurar as contas em 2026, quando haverá eleição para deputados, senadores, governadores e presidente. Isso contrasta, ele disse, com o que Lula fez em seu 1º mandato, de 2003 a 2006.
“Em 2003, o governo fez uma ação clássica dentro de um ciclo político tradicional. Segura-se o gasto no começo e gasta-se mais à medida em que se aproxima das eleições. Aconteceu exatamente o contrário recentemente. No 1º ano, o governo gastou o que tinha e o que não tinha. Vai ser obrigado a conter o gasto à medida em que se aproximar das eleições”, afirmou. Avalia que será necessário congelar alguns gastos, o que significará corte em termos reais, descontando-se a inflação. Isso poderá resultar em conflitos do governo com o PT.
Giambiagi disse que o arcabouço fiscal, regra constitucional que limita os gastos públicos aprovada em 2023, exigirá muito tempo para reduzir as despesas: “Com uma regra partindo de uma situação fiscal péssima, como a do Brasil em 2023, vai demorar um tempão para ajustar. A situação inicial faz uma enorme diferença”.
Ele criticou 2 itens da regra fiscal:
- aumento anual das despesas da saúde pela variação da receita;
- aumentos reais anuais do salário mínimo.
Para Giambiagi, houve erro de avaliação do governo ao deixar de resistir às pressões na tramitação da PEC (proposta de emenda à Constituição) do arcabouço fiscal.
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SALÁRIO MÍNIMO
Sobre o valor do salário mínimo, o economista contestou avaliação de que seja um tema de alto impacto eleitoral. “[Jair] Bolsonaro não aumentou um centavo do salário mínimo em termos reais de 2019 a 2022, e, mesmo com todos os problemas de seu governo, teve 49% dos votos [em 2022]. Então ninguém vai me convencer de que é impossível ter um bom desempenho eleitoral sem aumentar o salário mínimo em termos reais”, disse.
Giambiagi disse que será necessária uma nova reforma da Previdência. O limite para isso, afirmou, é o início da próxima década. “Sem dúvida, é preciso [nova reforma]. Os primeiros anos de governo têm circunstâncias mais favoráveis para isso. Se não for viável em 2027, em 2031, [a reforma] se tornará inexorável. A de 2019, postergou a aposentadoria de um monte de gente. A partir de 2027, esse efeito se esgotará, com crescimento significativo das aposentadorias”, afirmou ao jornal digital.
PIB
O economista avaliou que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) tem sido surpreendentemente alto desde 2021. Mas ressalvou que isso não se deve a uma mudança estrutural: “A crise de 2020 gerou ociosidade enorme. O Brasil nos últimos tempos cresceu ocupando capacidade ociosa”.
PRODUTIVIDADE
Ampliar o crescimento do país de forma sustentável, disse Giambiagi, exigirá aumento de produtividade. É algo que, segundo o economista, depende de uma mudança cultural no país.
“[A baixa produtividade] decorre da ausência de um papel pedagógico dos governos de mostrar as vantagens da competição. Qualquer criança que acompanha o futebol entende que um bom jogador de um time de ponta no Campeonato Brasileiro vai se beneficiar se disputar campeonatos seguintes nos times europeus”.
NOVO LIVRO
O novo livro de Giambiagi, “A Vingança de Tocqueville”, deverá chegar a livrarias a partir de 24 de fevereiro de 2024. A obra é sobre a história econômica e política do Brasil a partir de 1945, depois da 2ª Guerra Mundial. Inclui avaliações sobre os desafios para acelerar o desenvolvimento econômico do país.
Giambiagi é filho de argentinos. Nasceu no Rio de Janeiro e passou parte da infância e da adolescência em Buenos Aires. Depois voltou a morar no Brasil. Tem graduação e mestrado em economia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). É funcionário do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) desde 1984. É também pesquisador associado do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
Ministro anuncia plano de 60 leilões com R$ 20 bilhões em investimentos, em vídeo que mostra nova linguagem da Secom
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicano), nesta 6ª feira (31.jan.2025), para tratar das metas estratégicas para os próximos dois anos, quando o governo federal planeja investir R$ 20 bilhões no setor portuário, o que divulga ser o maior investimento da história.
Costa Filho ressaltou que o setor portuário se tornou uma das principais prioridades para o avanço econômico do Brasil. De acordo com ele, os investimentos superaram R$ 20,65 bilhões nos últimos dois anos. “A previsão é que, até o final do mandato do presidente Lula, os investimentos privados ultrapassem R$ 50 bilhões, reforçando o nosso compromisso com a modernização da infraestrutura e o crescimento sustentável do país”, declarou o ministro.
Entre 2013 e 2022, o Brasil realizou 43 leilões portuários, resultando em um total de R$ 6 bilhões em investimentos.
No ano passado, foram concedidas 8 áreas portuárias em três regiões diferentes do país, com destaque para o arrendamento do terminal no porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, que teve um valor de investimento superior a R$ 3,5 bilhões, o maior valor já registrado na área.
Para 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos planeja a concessão de 21 empreendimentos portuários em quatro regiões do Brasil, com um total de quase R$ 9 bilhões em investimentos para as áreas licitadas.
Nova linguagem do Governo Lula
O presidente Lula publicou um vídeo nas redes, em que mostra Costa Filho afirmando que o petista “será o presidente que mais vai fazer leilões, concessões e arrendamento da história do Brasil”.
A linguagem utilizada é mais uma das mudanças feitas pelo novo ministro da Secom (Secretária de Comunicação), Sidônio Palmeira.
O publicitário se tornou responsável para remodelar a comunicação do governo com o desafio de recuperar a popularidade do presidente Lula. Deve também tentar buscar uma marca para o 3º mandato do petista. O ministro informa que os 4 anos de governo do petista irá totalizar mais de 60 leilões. “Isso significa mais de R$20.000.000.000 de investimentos que vão gerar milhares de empregos“, declarou.
Assista ao vídeo (1m06):
*Com informações da Agência Brasil.
O Governo federal informou nesta terça-feira (28/1) que estruturará um posto de acolhimento humanitário para receber brasileiros deportados dos Estados Unidos. A unidade será instalada no Aeroporto Internacional de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, destino dos voos fretados pelo governo norte-americano nos últimos anos.
A decisão foi tomada em reunião no Palácio do Planalto, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a presença de ministros e representantes das Forças Armadas.
“Dialogamos com o presidente e recebemos autorização para iniciar as tratativas para estabelecer um posto de atendimento humanitário em Confins, considerando a possibilidade de novos voos de deportação”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo.
Segundo a ministra, o objetivo é assegurar que famílias não sejam separadas e que os passageiros tenham acesso adequado a água, alimentação e condições dignas durante os voos. “Aparentemente, o maior problema dessa última viagem foi a temperatura na aeronave”, acrescentou.
A ação do governo ocorre após um voo com 88 brasileiros deportados dos EUA registrar graves problemas. Passageiros relataram terem permanecido algemados durante todo o trajeto, além de sofrerem agressões por parte de agentes americanos e enfrentarem privação de comida e acesso a banheiros. A aeronave também teve falhas técnicas no ar-condicionado, o que levou a paradas não programadas.
Em uma dessas escalas, em Manaus, na última sexta-feira (24), a Polícia Federal ordenou a remoção das algemas. Os passageiros foram então transferidos para outra aeronave da Força Aérea Brasileira, enviada por determinação do presidente Lula. O grupo chegou a Belo Horizonte no sábado (25). Essa foi a primeira deportação em larga escala desde a posse de Donald Trump, que adotou uma política rigorosa contra a imigração ilegal.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que o governo busca alternativas para garantir que brasileiros repatriados sejam tratados com dignidade.
“Estamos atuando para que essas operações respeitem os direitos humanos e proporcionem condições adequadas de viagem”, declarou.
O Itamaraty já iniciou conversas com o governo dos Estados Unidos para padronizar as operações de deportação e assegurar um tratamento mais humanizado. Na segunda-feira (27/1), o encarregado de negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, reuniu-se com autoridades brasileiras para prestar esclarecimentos sobre o último voo.
Atualmente, entre 12 e 14 voos com brasileiros deportados partem dos Estados Unidos para o Brasil anualmente, segundo dados do governo. Como a maioria dos deportados é natural de Minas Gerais, Confins se tornou o principal terminal de recepção dessas operações.
No posto de acolhimento a ser instalado no aeroporto, o governo federal pretende oferecer serviços de suporte, incluindo programas de reinserção no mercado de trabalho. Ainda não há uma data prevista para o início das atividades da unidade. (Com informações da Agência Brasil)
Vice-presidente diz que não foi só o clube que ganhou reforço e cita o incentivo financeiro ao setor automotivo por meio do Mover
O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), aproveitou a provável volta do jogador de futebol Neymar Jr. ao Santos para promover o programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação).
Em seu perfil no X (ex-Twitter), Alckmin, que é santista, disse nesta 3ª feira (28.jan.2025) que não foi só o clube brasileiro que ganhou reforçou com o retorno do atleta. A legenda é acompanhada de uma montagem de Neymar em uma montadora.
“Nossa indústria automotiva está acelerando graças ao programa Mover, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva [PT], e ao apoio do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]”, afirmou o vice-presidente.
Aprovado em junho de 2024 pelo Congresso e sancionado por Lula, o Mover como objetivo reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria automobilística até 2030, incluindo carros de passeio, ônibus e caminhões.
O projeto de lei determina um incentivo fiscal de R$ 19,3 bilhões até 2028 para as montadoras que cumprirem critérios de descarbonização.
O montante é dividido da seguinte forma:
- 2024 – R$ 3,5 bilhões;
- 2025 – R$ 3,8 bilhões;
- 2026 – R$ 3,9 bilhões;
- 2027 – R$ 4 bilhões;
- 2028 – R$ 4,1 bilhões.
A proposta, uma das principais defendidas por Geraldo Alckmin, também visa expandir investimentos em eficiência energética, estabelece limites mínimos de reciclagem na fabricação de veículos e cria o IPI Verde, em que, quem polui menos, paga menos imposto.
O texto inclui a taxação de 20% sobre as “comprinhas” internacionais de US$ 50 (principalmente da China, de lojas como Shein e Shopee).
NEYMAR NO SANTOS
Segundo o ge, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, publicou um vídeo em seu perfil no Instagram em que dá boas-vindas a Neymar.
“Chegou o momento, Neymar. Chegou a hora de você voltar para o seu povo. Para sua casa, para nosso clube do coração. Seja bem-vindo, menino Ney. Menino da Vila. Vem ser feliz de novo com o manto sagrado. A nação santista te espera de braços abertos”, disse.
O clube também fez um vídeo usando IA (inteligência artificial) em que recria a voz de Pelé, que morreu dezembro de 2022, para chamar o atacante de volta ao clube que o revelou para o futebol.
Assista (1min37s):
Aqui o vídeo que o Santos fez para Neymar. pic.twitter.com/7syUNUNVaY
— Lucas Barros (@lucasdsbarros) January 28, 2025
Na 2ª feira (27.jan.2025), o Al Hilal, clube saudita em que Neymar jogava, anunciou a rescisão do contrato com o jogador brasileiro.
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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (27/1) revela que 37% dos entrevistados classificam negativamente o governo Lula, o maior percentual desde o início do levantamento, em fevereiro de 2023. Em contrapartida, 31% avaliaram positivamente, enquanto 28% consideraram a gestão regular.
Houve aumento na avaliação negativa em relação à pesquisa anterior, de dezembro, que registrava 31%. Já a avaliação positiva caiu de 33% para 31%. O percentual de indecisos ou que não responderam subiu de 2% para 4%.
Entre as mulheres, a avaliação negativa cresceu de 27% para 36%. A avaliação positiva no grupo permaneceu estável, dentro da margem de erro, em 33%. No entanto, o percentual de mulheres que consideram o governo regular caiu de 36% para 27%.
A desaprovação geral do trabalho de Lula subiu de 47% para 49%, enquanto a aprovação caiu de 52% para 47%.
A pesquisa também investigou a repercussão das notícias e enxurrada de fake news sobre tributação no Pix. Após polêmica envolvendo uma norma da Receita Federal que obrigava a notificação de transações acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para jurídicas, o governo recuou e revogou a medida.
Dos entrevistados, 66% consideraram que o governo errou na condução do caso, 19% avaliaram que acertou, enquanto 5% afirmaram que o acerto e o erro foram equivalentes. Outros 10% não souberam ou não responderam.
O levantamento ouviu 4.500 brasileiros com 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 26 de janeiro, em 250 municípios das cinco regiões do país. A pesquisa foi realizada presencialmente e possui margem de erro de um ponto percentual, com índice de confiança de 95%.
Aprovação alta em famílias de baixa renda
Entre famílias com renda de até dois salários mínimos, o governo é aprovado por 56% e desaprovado por 39%. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, a desaprovação atinge 59%, enquanto 39% aprovam.
Entre os católicos, o governo possui 52% de aprovação e 45% de reprovação. Já no público evangélico, a desaprovação é maior, com 59%, e a aprovação é de 37%.
O governo também é mais bem avaliado entre pretos e pardos. Na população preta, Lula registra 54% de aprovação e 42% de desaprovação. Entre os pardos, 51% aprovam e 45% desaprovam.
Comunicação – Sobre a comunicação governamental, 53% avaliaram como negativa, 23% como regular e 18% como positiva. Outros 6% não opinaram. A posse de Sidônio Palmeira como ministro da Secretaria de Comunicação Social, no último dia 14, ocorreu em meio a uma reestruturação para melhorar a imagem do governo com vistas a 2026.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), inaugurou na manhã desta sexta-feira (24/1) o novo terminal de ônibus do Jardim Novo Mundo, em Goiânia, na região Leste da capital. Com investimento de R$ 18,5 milhões na obra, o terminal é a primeira de uma série de entregas para o transporte coletivo da Região Metropolitana da capital no ano de 2025. A estrutura vai beneficiar mais de 40 mil passageiros por dia.
“Esse é um momento muito importante da minha gestão. Quando entrei no governo, em 2019, os terminais estavam completamente destruídos. Não havia um ambiente digno para as pessoas usarem o transporte, acessarem um banheiro ou terem acesso às lanchonetes. Isso aqui era um local que não tinha segurança nenhuma. E nós recuperamos”, afirmou Caiado, que garantiu que todos os outros cinco terminais do Eixo Anhanguera serão reformados.
‘São seis anos sem reajuste da tarifa, o que não existe em outras capitais’
Após 20 anos sem intervenções de grande porte, o espaço recebeu uma reforma completa, com revitalização das áreas de embarque e desembarque, ampliação de 5,3 mil para 6,4 mil metros quadrados e um novo estacionamento para 35 ônibus. Foram instaladas catracas inteligentes com sistema anti-evasão, portão eletrônico de acesso, novos bancos, lixeiras, bebedouros e sanitários, além de escadas, rampas, piso tátil, comunicação em braile e iluminação de LED.
“Nosso objetivo, no final das contas, é o cidadão. Com toda essa qualidade, queremos atrair mais pessoas para o transporte coletivo. Na sua origem, ele já teve o dobro do número de passageiros que tem hoje. Tudo que está sendo investido não é só para um resgate, mas para transformar o serviço na Região Metropolitana de Goiânia em referência mundial”, disse o titular da Secretaria-Geral de Governo (SGG), Adriano da Rocha Lima.
O novo terminal possui monitoramento 24 horas por meio de 36 câmeras de segurança ligadas à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP). Para maior comodidade dos passageiros, foram instalados painéis informativos que oferecem a previsão do tempo de chegada dos ônibus em tempo real e os itinerários das linhas. Já os comerciantes que vendiam produtos no local contam agora com um Centro Comercial Popular, com capacidade para abrigar até 84 permissionários.
Tudo isso, lembrou o governador, sem reajuste no valor da passagem para o usuário.
“Desde que sou governador, em parceria com os prefeitos, nós asseguramos aqui na capital o preço da passagem em R$ 4,30. São seis anos sem reajuste, o que não existe em outras capitais do país. Mesmo com toda a inflação, com todo o processo da Covid-19, com todas as dificuldades que tivemos nos últimos anos, nós mantivemos o valor para o passageiro em R$ 4,30”, frisou.
Novos ônibus – Durante a solenidade, foram entregues ainda 55 novos ônibus padrão Euro 6 para o transporte coletivo. Esses veículos, que são movidos a diesel e geram menos gases poluentes, entram em operação imediatamente.
“Estamos em uma transformação profunda do transporte coletivo em Goiás. É compromisso do governador. Até 2026, todos os ônibus serão trocados. E é isso que a população quer”, pontuou o vice-governador, Daniel Vilela.
Ônibus do BRT terão ganho de rapidez, diz Mabel

Durante a entrega da reforma do Terminal Novo Mundo, o prefeito Sandro Mabel divulgou a implementação da metronização do sistema BRT, que prioriza o funcionamento do modal, permitindo que os ônibus parem apenas nas estações, semelhante ao metrô. A iniciativa promete diminuir o tempo de viagem, melhorar a segurança, dar mais fluidez ao trânsito e aumentar o conforto dos usuários.
Com a sincronização dos semáforos, o tempo de viagem deve ser reduzido em pelo menos 30%. Mabel explicou que, com o novo sistema, os ônibus do BRT não irão parar em cruzamentos, graças a semáforos inteligentes. Assim, a velocidade média deve subir de 15 para 21 km/h. Ele apresentou o projeto ao governador Ronaldo Caiado, destacando a inovação.
Como parte da modernização do transporte público de Goiânia, o prefeito anunciou a instalação de semáforos inteligentes nas principais vias da cidade. Ele afirmou que o sistema será expandido para toda a capital até o primeiro semestre de 2026.
Metronização começa já em março, garante Mabel
O prefeito também ressaltou a parceria com o Governo de Goiás e com prefeitos da região metropolitana para aprimorar o transporte coletivo. Ele mencionou que, a partir de fevereiro, haverá a desobstrução de grandes eixos, incluindo as Avenidas Jamel Cecílio, 136, Castelo Branco e Mutirão.
Para Mabel, o principal problema do trânsito de Goiânia é a falta de sincronização nos semáforos. Ele assegurou que sua gestão está investindo para resolver a questão.
“Com a metronização, vamos dar prioridade ao transporte coletivo e melhorar a fluidez do trânsito. Em um ano, teremos o sistema mais eficiente do Brasil”, finalizou.
Após a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (20/1), o republicano afirmou em entrevista que seu país “não precisa” do Brasil ou da América Latina. Essa declaração foi dada ao ser questionado pela repórter Raquel Krähenbühl, da Globonews, sobre uma proposta de paz para a Guerra da Ucrânia elaborada por China e Brasil.
“Eles precisam muito mais de nós do que nós precisamos deles. Na verdade, não precisamos deles, e o mundo todo precisa de nós.”, disse Trump após afirmar que desconhecia a iniciativa.
A declaração gerou reações no governo brasileiro, mas foi minimizada por pessoas que trabalham com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A avaliação é que esse posicionamento reflete a visão de mundo que Trump já expressou ao longo dos anos. Por isso, o governo pretende agir com cautela, observando os próximos passos antes de decidir mudanças no discurso ou nas estratégias diplomáticas.
A secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha, reforça a intenção de focar nas convergências entre Brasil e Estados Unidos, mesmo diante de eventuais diferenças.
“Ele [Trump] pode falar o que ele quiser, ele é presidente eleito dos EUA. Vamos analisar cada passo do governo, mas como somos um povo com fé na vida, vamos procurar apoiar e trabalhar não as divergências, mas as convergências, que são muitas.”, informa.
Lula deseja mandato exitoso
A Presidência da República não comentou oficialmente a fala de Trump até o momento. Mas, na segunda-feira (20/1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou Trump por sua posse, destacando a importância das relações históricas entre os dois países. Lula enfatizou a cooperação e o respeito mútuo que fundamentam a parceria Brasil-EUA, desejando um mandato exitoso a Trump.
Em nota oficial, Lula reforçou os laços bilaterais em áreas como comércio, ciência, educação e cultura, afirmando que há espaço para avanços em diversas parcerias. Ele expressou esperança de que a nova administração norte-americana contribua para um mundo mais justo e pacífico, além de prosperidade interna.
Durante uma reunião ministerial em Brasília, Lula mencionou sua expectativa de manter boas relações com o governo Trump, destacando o papel dos EUA como parceiro estratégico do Brasil. Ele enfatizou a importância de uma gestão produtiva para os povos americano e brasileiro.
Lula também comentou preocupações sobre possíveis impactos da eleição de Trump na democracia mundial, ressaltando que sua torcida é para que o presidente norte-americano tenha sucesso em sua administração e fortaleça os laços históricos entre as nações.
Veja nota na íntegra
Em nome do governo brasileiro, cumprimento o presidente Donald Trump pela sua posse. As relações entre o Brasil e os EUA são marcadas por uma trajetória de cooperação, fundamentada no respeito mútuo e em uma amizade histórica. Nossos países nutrem fortes laços em diversas áreas, como o comércio, a ciência, a educação e a cultura. Estou certo de que podemos seguir avançando nessas e outras parcerias. Desejo ao presidente Trump um mandato exitoso, que contribua para a prosperidade e o bem-estar do povo dos Estados Unidos e um mundo mais justo e pacífico.
Primeira leva de reféns deve ser solta no domingo (19.jan); foram 24 ministros a favor, enquanto 8 se opuseram
Ministros do governo de Israel aprovaram nesta 6ª feira (17.jan.2025) o acordo de cessar-fogo com o Hamas, após dois dias de impasses, marcando um avanço para o término do conflito que dura mais de 1 ano. A decisão contou com a aprovação de 24 ministros, enquanto 8 se opuseram.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou que a libertação da 1ª leva de reféns sob custódia do grupo extremista começará no domingo (19.jan). Ha expectativa de que ao menos 3 reféns sejam soltos.
O acordo inclui a libertação gradual de 33 reféns israelenses e a soltura de centenas de palestinos detidos em Israel, além da cessação dos bombardeios na Faixa de Gaza. O cessar-fogo terá duração de 6 semanas, conforme previsto no acerto, e deve abrir caminho para o fim da guerra em Gaza, que dura 15 meses.
Nesta primeira etapa de libertação de reféns, a determinação é que o Hamas liberte as mulheres (soldados e civis), crianças e homens com mais de 50 anos. Já Israel libertará todas as mulheres e menores de 19 anos.
A guerra matou mais de 46.000 pessoas e fez com que a maior parte da população de 2,3 milhões de pessoas enfrentasse uma crise humanitária. O conflito começou quando terroristas do Hamas fizeram uma invasão inesperada ao sul de Israel, matando mais de 1.200 pessoas e sequestrando mais de 200. No mesmo dia, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou guerra ao Hamas, que governava a Faixa de Gaza.
A ratificação do acordo pelo Conselho de Ministros era o último requisito do lado israelense para a aplicação dos termos acordados, que também preveem a devolução de cerca de 100 pessoas sequestradas pelo Hamas desde o início do conflito.
OPOSIÇÃO AO ACORDO
A oposição ao acordo dentro do governo israelense teve como principal voz o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir. Ele criticou o acordo, argumentando que comprometeria as conquistas da guerra ao libertar militantes palestinos e ao se retirar de áreas estratégicas em Gaza.
“Se esse acordo irresponsável for aprovado e implementado, nós, membros do Poder Judaico, enviaremos cartas de renúncia ao primeiro-ministro”, disse.
Ben-Gvir chegou a pedir ao ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, para se juntar a ele em uma última tentativa de impedir o cessar-fogo, que ele descreveu como uma capitulação perigosa ao Hamas.
Apesar das críticas recorrentes às decisões do próprio governo, ele disse que não ajudaria a derrubar a gestão.










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