Suspeito de causar acidente que matou motociclista em Goiânia é preso
Lidiane 26 de setembro de 2025
Um homem foi preso temporariamente na noite de quinta-feira (25/9) como suspeito de causar o acidente que resultou na morte do motociclista Carlos Willian Rodrigues Martins, de 25 anos. O acidente fatal ocorreu na noite do domingo (14/9), na Avenida César Lattes, no Setor Novo Horizonte, em Goiânia.
A motocicleta conduzida por Carlos Willian foi arremessada contra um poste de iluminação, pegou fogo e ficou totalmente destruída. A vítima foi socorrida, mas morreu pouco após dar entrada no Hospital de Urgências de Goiânia.
O suspeito foi identificado como Thiago Rodrigo Silva Moreira e foi preso no Setor Urias Magalhães. A prisão temporária decretada pela Justiça e cumprida pela Delegacia Especializada em Investigação de Crimes de Trânsito (DICT) de Goiânia. Ele já possui registro criminal por porte ilegal de arma de fogo.
Imagens de câmeras de segurança e relatos de testemunhas foram cruciais para as investigações. As imagens registraram o momento em que Carlos era perseguido em alta velocidade por um carro branco, identificado por testemunhas como um VW Voyage. De acordo com os levantamentos, o motorista do carro realizou uma manobra brusca e intencional de fechamento contra a moto.
Essa manobra fez com que o motociclista perdesse o controle, subisse na calçada e colidisse contra o poste. Com o impacto, a moto pegou fogo. Pessoas que passavam pelo local, inclusive um homem, uma mulher e uma criança que estavam próximos ao poste, se assustaram, mas não se feriram.
Após o acidente, o condutor do automóvel fugiu do local em alta velocidade, realizando manobras proibidas e quase colidindo com outro veículo. As investigações apontam que a conduta do motorista, ao forçar o fechamento, assumiu o risco de causar a morte, caracterizando dolo eventual.
Testemunhas relataram que a vítima e o motorista do veículo teriam discutido minutos antes da colisão. Há a suspeita de que o crime possa ter sido premeditado.
“O suspeito foi ouvido e deu sua versão dos fatos, mas a verdadeira motivação ainda está sendo apurada”, disse o delegado Paulo Ludovico.
Após a prisão, o suspeito foi ouvido pela Polícia Civil e segue preso. Ele passará por audiência de custódia nesta sexta-feira (26/9), quando um juiz decidirá sobre a manutenção da prisão. A equipe policial prossegue com as diligências para a completa elucidação do fato.
A Polícia Civil de Goiás, em ação conjunta com a Vigilância Sanitária, desarticulou nesta quinta-feira (18/09) uma fábrica clandestina de café no Jardim Petrópolis, em Goiânia. O local operava em condições precárias e representava grave risco à saúde pública.
De acordo com o delegado Humberto Teófilo, responsável pela operação, o estabelecimento funcionava como ponto de distribuição e torra do produto adulterado. Foram encontrados sacos de fertilizante sendo reutilizados para armazenar o café, que apresentava mistura de impurezas.
“Você vê que esses sacos de fertilizantes contaminam o café, ou seja, o café fica tóxico. Isso é um risco para a saúde pública”, alertou o delegado.
Além da contaminação por produtos químicos, o local apresentava total falta de higiene e desrespeito às normas sanitárias. Havia estoque de lenha e equipamentos de torrefação em condições precárias.
Foram identificadas embalagens de marcas como “Café Modão” e “Café Capricho”, que falsamente indicavam origem em São Paulo e no Paraná. Todos os produtos eram fabricados no mesmo endereço de forma irregular.
A operação resultou na detenção de três pessoas, que foram encaminhadas à delegacia. Os envolvidos poderão responder por crimes de adulteração de gêneros alimentícios, crimes contra as relações de consumo e infrações sanitárias.
“Ainda que não houvesse produção em andamento no momento da ação, foram constatados produtos já interditados pela Vigilância Sanitária em inspeções anteriores, evidenciando reincidência e risco grave à saúde pública”, afirmou o delegado.
Um inquérito policial será instaurado para apurar a responsabilidade dos sócios, administradores e responsáveis técnicos da empresa. O objetivo é garantir a proteção do consumidor e a punição dos envolvidos.
O delegado fez um apelo para que a população evite consumir essas marcas e compartilhe as informações para alertar outros possíveis consumidores.
O vereador Igor Franco (MDB), ex-líder do prefeito, protocolou na Câmara de Goiânia, nesta terça-feira (16/9), um projeto de Decreto Legislativo que susta os efeitos do Decreto nº 28/2025, assinado pelo prefeito Sandro Mabel (União) e que estabelece estado de calamidade pública financeira no município.
A medida do parlamentar se apoia em manifestações recentes do Ministério Público de Contas e do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO). Esses órgãos apontaram ausência de fundamentos técnicos e jurídicos para manter o quadro emergencial.
Igor Franco afirma que a decretação da calamidade abre brechas perigosas na administração pública. Entre elas estão a dispensa de licitação para compras e contratações de serviços, a flexibilização do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e a possibilidade de escolha discricionária sobre quais débitos anteriores serão quitados.
“Essa calamidade só traz prejuízos para a população. Consolidado o entendimento do TCM, apresentei o decreto para sustar seus efeitos e devolver segurança jurídica à gestão municipal”, declarou, ao apontar que o decreto de calamidade está servindo “apenas como desculpa para a prefeitura deixar de pagar seus compromissos”.
O parecer do Ministério Público de Contas, citado pelo vereador, classifica como “inadequado” o uso do instituto da calamidade para situações que poderiam ser resolvidas por mecanismos ordinários. Como exemplos, cita decretos de contingenciamento e rigor nas despesas com pessoal. O órgão também destaca que a dívida consolidada apresentada pela prefeitura – estimada em R$ 4,8 bilhões – não corresponde aos dados oficiais apurados.
“Por exemplo, desobriga o gestor a cumprir a lei de responsabilidade fiscal. Facilita ele em diversos casos a dispensa de licitação… Então essa calamidade financeira só traz prejuízo pra população”, diz o vereador.
Na prática, a aprovação do decreto legislativo suspenderá não apenas o ato do prefeito Sandro Mabel, mas também as prorrogações referendadas pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), como o Decreto Legislativo nº 658/2025. O vereador enfatizou que a competência para sustar o decreto é da Câmara Municipal, já que o texto tem como alvo ato normativo do prefeito.
“O prefeito pode encaminhar sua proposta à Assembleia, mas cabe a nós, vereadores, exercer o papel de fiscalizadores da lei e impedir que o instrumento da calamidade seja banalizado”, argumenta Igor.
Lucas Vergílio (MDB), que também assinou o projeto do colega de partido, afirma que o prefeito usou um “discurso falacioso” para justificar a calamidade financeira. Segundo ele, Sandro Mabel apresentou à Câmara, na prestação de contas quadrimestral, um superávit de R$ 680 milhões no primeiro semestre.
“Então onde está a calamidade, se as contas têm superávit de R$ 680 milhões?”, indaga.
Segundo ele, a própria execução orçamentária prova que não há calamidade. Portanto, não faz sentido dar um cheque em branco à prefeitura para gastar dinheiro público sem controle mais rigoroso.
“O prefeito vem aqui, mostra a situação financeira da prefeitura, com superávit, e depois vem com um argumento político que não se sustenta. Ele nunca soube nos mostrar no orçamento, tecnicamente, fica só no discurso”, criticou o vereador.
O projeto segue tramitação interna na Câmara Municipal de Goiânia. Caso seja aprovado em plenário, o estado de calamidade pública financeira decretado no início do ano perde validade imediata.
O trânsito do Setor Central de Goiânia terá alterações significativas e bloqueios no tráfego de veículos ao longo deste domingo (14/9) para a realização da 30ª Parada do Orgulho LGBTQIA+. A concentração acontece a partir das 12h, na Praça Cívica, e deve reunir mais de 100 mil pessoas em um espaço de cultura, celebração e cidadania. Às 17h, tem início a passeata, que vai percorrer as avenidas Araguaia, Paranaíba e Tocantins, retornando à Praça Cívica.
Segundo a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET), a programação terá início às 10h, com interdição parcial da Avenida Araguaia, entre a Praça Cívica e a Rua 2, onde duas faixas de circulação ficarão bloqueadas até as 12h. A partir desse horário, o trecho passará a ter interdição total até as 18h. Entre 18h e 22h, durante a passeata, haverá bloqueio total dessas vias, com acesso apenas para moradores e comerciantes na Avenida Tocantins.
O sistema de transporte coletivo também terá seu funcionamento adaptado para o evento. Os ônibus que normalmente circulam pelas vias interditadas serão redirecionados para a Avenida Goiás a partir do meio-dia, conforme acordo entre a SET e a CMTC. Esse desvio permanecerá em vigor até a completa liberação do trajeto original.
A organização do evento conta com o apoio de agentes de trânsito que estarão posicionados nas áreas afetadas para orientar condutores e pedestres. A SET recomenda que todos redobrem a atenção ao circular pela região central durante o período do evento.
Com o tema “Famílias LGBT+ existem! Direitos, Inclusão e Diversidade”, a celebração consolida-se como uma das principais manifestações de visibilidade e afirmação de direitos da comunidade no Centro-Oeste. A programação cultural contará com apresentações de aproximadamente 40 artistas, incluindo DJs, drag queens e cantores, distribuídos em seis trios elétricos.
O Observatório do Turismo, vinculado à Agência Municipal de Turismo e Eventos (GoiâniaTur), fará o monitoramento e coleta de informações sobre o impacto do evento no movimento turístico da capital. A parada representa tanto uma celebração cultural quanto um ato político de reafirmação da luta contra a violência e a discriminação.
O evento mantém especial relevância considerando que o Brasil permanece há 16 anos no topo dos índices de violência contra pessoas LGBT+. A manifestação busca pressionar por políticas públicas que garantam dignidade e valorizem a diversidade presente na sociedade.
A Câmara Municipal de Goiânia aprovou na quinta-feira (4/9), em definitivo, o projeto de lei que estabelece novas normas para a condução de cães de grande porte e de raças consideradas potencialmente perigosas em locais públicos. De autoria do vereador Ronilson Reis (Solidariedade), a proposta determina a obrigatoriedade do uso de focinheira, guia curta de até dois metros, coleira e enforcador. O texto foi aprovado por unanimidade e segue agora para sanção ou veto do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB).
O projeto lista raças como Pitbull, Rottweiler, Mastim Napolitano, Fila Brasileiro, Doberman, Pastor Alemão, American Staffordshire Terrier, Bull Terrier, Bulldog e Boxer. A norma também se aplica a cães com peso acima de 25 quilos ou que apresentem comportamento agressivo, mesmo que não estejam entre as raças citadas.
Segundo o vereador, a medida busca reduzir riscos de ataques e incidentes em espaços públicos: “O objetivo é prevenir acidentes e garantir segurança, especialmente de crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Trata-se de responsabilidade e cuidado com a cidade”, afirmou Ronilson Reis.
Ele lembrou ainda de casos recentes de ataques em Goiânia envolvendo animais de grande porte, que reacenderam o debate sobre a necessidade de regulamentação.
A fiscalização ficará a cargo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e de órgãos municipais competentes. Em caso de descumprimento, as penalidades vão desde advertências até multas que variam entre cinco e cinco mil Unidades Fiscais de Goiânia (UFGs), com valores dobrados em caso de reincidência.
A proposta segue a tendência de outras cidades brasileiras que já adotaram legislações semelhantes, inspiradas em modelos de países europeus e nos Estados Unidos, onde regras específicas para a condução de cães potencialmente perigosos são aplicadas há décadas.
Especialistas em comportamento animal destacam que a focinheira, quando utilizada corretamente, não causa sofrimento ao animal e funciona como medida preventiva, sem substituir a responsabilidade do tutor na socialização e adestramento do pet.
Caso sancionada, a lei colocará Goiânia entre as capitais que mais avançaram em regulamentações para equilibrar a convivência entre animais e sociedade, reforçando a segurança coletiva sem abrir mão da proteção e do bem-estar dos cães.
Cristóvão Tormin aposta na oficialização de festa junina de Aparecida de Goiânia
Lidiane 7 de setembro de 2025
O deputado Cristóvão Tormin (PRD) apresentou o projeto de lei de nº 20373/25 para incluir no Calendário Cívico, Cultural e Turístico do Estado de Goiás a Festa Junina da Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag), no Município de Aparecida de Goiânia. A matéria foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
Para o deputado, a festa junina representa um marco no calendário anual da cidade, porque conta com a presença de vários segmentos da sociedade goiana. “ A celebração é um importante evento que resgata a tradição goiana com quadrilhas, culinária e música, e reúne empresários, feirantes, artistas locais e a população em geral em um ambiente que celebra a cultura popular goiana”, destaca.
Com a organização da Aciag, mais do que apenas uma festa popular, a iniciativa impulsiona a economia local, cria oportunidades para pequenos negócios e empreendedores, além de gerar empregos temporários.
A oitava edição reuniu cerca de duas mil pessoas e promoveu a arrecadação de dois quilos de alimentos não perecíveis a título de doação, reforçando o caráter solidário da festividade. A inclusão da festividade no calendário oficial não só reconhece a sua relevância, mas também valoriza as raízes culturais de Aparecida de Goiânia e de Goiás, fortalecendo a identidade da região.
O vereador Tales de Castro (PSB) protocolou na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia o Projeto de Lei nº 156/2025, que institui o “Selo Empresa Amiga da Mulher”. A proposta visa reconhecer empresas que contratem mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
Conforme o projeto, o selo será concedido pelo Executivo Municipal às empresas que cumprirem cinco requisitos específicos. Entre eles estão a contratação de mulheres vítimas de violência identificadas por órgãos competentes, a garantia de condições dignas de trabalho e igualdade salarial, e a oferta de programas de capacitação profissional.
As empresas também deverão implementar políticas internas de acolhimento e apoio psicológico, além de promover ações de conscientização contra a violência no ambiente de trabalho. O certificado permitirá que as empresas utilizem o selo em suas comunicações institucionais.
Na justificativa do projeto, o autor destaca que a violência contra a mulher afeta tanto a integridade física quanto a autonomia econômica das vítimas. Tales de Castro argumenta que a dependência financeira do agressor frequentemente impede que as mulheres rompam o ciclo de violência.
“Ainda não há uma equiparação justa de salários e presença da mulher tanto na política como no mercado de trabalho. Quando se trata de mulher vítima de violência e que tem dependência financeira do agressor isso se torna mais grave”, diz Castro, ao pontuar que o projeto visa contribuir para a mulher ter mais autonomia financeira para cuidar da sua vida e dos filhos, sem depender exclusivamente do homem que a agride.
O vereador enfatiza que a inserção no mercado de trabalho é fundamental para garantir a independência financeira e emocional dessas mulheres. O selo pretende reconhecer publicamente as empresas comprometidas com essa causa, incentivando outras a adotarem práticas similares.
A medida ainda fortalece a economia local, fomenta a qualificação profissional e contribui para uma sociedade mais justa e igualitária. O projeto foi protocolado em 14 de agosto de 2025 e está em tramitação na Casa Legislativa, sob relatoria do vereador Gleison Flávio (PL).
Operação mira suspeitos de golpes na venda de placas solares em Goiânia
Lidiane 2 de setembro de 2025
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc), deflagrou nesta terça-feira (2/9) uma operação contra suspeitos de aplicar golpes na venda de placas solares. Com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, a ação buscou cumprir seis mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em Goiânia e Uberlândia. Também foi determinado o sequestro de bens, direitos e valores no montante de quase R$ 60 mil. Cinco integrantes da organização criminosa foram presos temporariamente.
As investigações começaram após o registro de uma ocorrência por parte de uma vítima. Ela relatou ter realizado transferência de altos valores para uma pessoa após negociar a compra de 100 placas solares que nunca foram entregues em seu estabelecimento comercial. No mesmo dia do registro, diante da situação de flagrante, agentes da Dercc prenderam a pessoa que recebeu os valores transferidos pela vítima.
O aprofundamento das apurações revelou a existência de uma associação criminosa especializada em estelionato. A organização funcionava com três núcleos distintos. O primeiro, chamado núcleo de engenharia social, era responsável por enganar as vítimas e praticar os golpes. O segundo, núcleo operacional, recrutava pessoas dispostas a ceder suas contas bancárias para receber os valores ilícitos. O terceiro, núcleo financeiro, era integrado por aqueles que cediam suas contas para o recebimento dos valores transferidos pelas vítimas.
Os crimes apurados incluem estelionato eletrônico (artigo 171, parágrafo 2-A do Código Penal), associação criminosa (artigo 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98). Segundo a PCGO, a operação representa um avanço no combate a esse esquema delituoso que se utilizava de transações bancárias e promessas fraudulentas de venda de equipamentos de energia solar para aplicar golpes.
O prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela (MDB), recebeu a deputada federal Adriana Accorsi (PT) em seu gabinete nesta segunda-feira (1º/9). A parlamentar esteve na cidade para oficializar a entrega de emendas parlamentares destinadas ao município. O valor total das emendas é de mais de R$ 2,8 milhões.
As emendas contemplam as áreas de Saúde e Segurança Pública. Do montante, R$ 2,3 milhões serão aplicados no custeio do Fundo Municipal de Saúde. R$ 300 mil reforçarão a estrutura da Guarda Civil Municipal. Outros R$ 250 mil, via emenda de bancada, também serão direcionados à saúde.
Leandro Vilela agradeceu a deputada e disse que os recursos “chegam em boa hora, pois fortalecem a rede de saúde e a segurança da população”.
“É uma parceria fundamental, que mostra a união de esforços em prol de Aparecida. Agradecemos à deputada Adriana pelo compromisso com a cidade”, destacou o prefeito.
A deputada Adriana Accorsi ressaltou sua ligação com o município.
“É uma alegria trazer esses recursos para Aparecida, especialmente para a saúde e a segurança, que são áreas prioritárias para a população”, disse.
“Tenho trabalhado para que os investimentos cheguem onde realmente fazem diferença na vida das pessoas”, completou a deputada, que estava acompanhada do vereador Mazinho do Madre Germana (PT) e outras lideranças.
“Essa entrega mostra como o trabalho conjunto entre Legislativo e Executivo dá resultado”, disse Mazinho, que também comemorou a conquista e destacou o empenho de Adriana em conseguir recursos para áreas mais carentes.
“Aparecida só tem a ganhar com esses recursos e com a dedicação da deputada em olhar pela nossa cidade”, frisou.
Segundo o prefeito, os valores já estão assegurados e serão aplicados para ampliar a estrutura de atendimento à população. Os recursos também servirão para fortalecer as políticas públicas municipais, garantindo melhores condições de trabalho para a Guarda Municipal.
“Seguiremos trabalhando com responsabilidade e diálogo, sempre em busca de mais investimentos e melhorias para Aparecida”, pontuou Leandro Vilela, ao reafirmar que a prioridade é “cuidar das pessoas e garantir qualidade de vida para todos”.
A prefeitura de Goiânia realizou neste sábado e domingo (30 e 31/8) a primeira edição do programa Goiânia + Humana, na Região Noroeste da capital. Estrutura de atendimento aconteceu na Praça da Feira do Setor Morada do Sol, com mais de 240 serviços gratuitos disponibilizados à população.
Foram oferecidos atendimentos médicos, consultas veterinárias, exames, vacinas, vagas de emprego, orientações jurídicas, atualização do CadÚnico, além de atividades recreativas e entrega de cestas básicas a famílias cadastradas. Parceiros como TJ-GO, MP-GO, DPE-GO, OAB-GO, Sebrae, Senai, CIEE e Equatorial Energia reforçaram a ação.
O prefeito Sandro Mabel (UB) abriu oficialmente o evento no sábado (30/8), dando início ao ciclo de mutirões em sua gestão.
“Estamos muito felizes em abrir o nosso primeiro grande mutirão na cidade de Goiânia. E escolhemos fazer isso justamente na Região Noroeste, que era a região de que o nosso padrinho, o ex-prefeito Iris Rezende, tanto gostava”, comemorou Mabel, lembrando do ex-governador de Goiás e ex-prefeito da capital, Iris Rezende, idealizador dos mutirões na década de 1980.
Presente no evento, Ana Paula Rezende, filha de Iris, elogiou a ação: “Fico muito feliz em ver que a história e o legado do meu pai continuam vivos. O maior valor, que ele sempre prezava, era levar o poder público até o povo. É exatamente isso que o senhor, prefeito, faz aqui hoje”, destacou.
Moradora da região, Edmunda Pereira da Costa, do lar, contou que chegou bem cedo ao evento para receber uma das cestas de alimentos doadas pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) a famílias cadastradas: “Essa cesta é muito importante para mim, porque em casa eu vivo só com um salário, que praticamente todo vai para os medicamentos. Então, a cesta já ajuda bastante: economizo no arroz, feijão e posso comprar uma verdura, uma carne, o básico”, disse.
Atende Fácil volta a funcionar após um ano e meio desativado
No mesmo contexto, Mabel entregou o novo Atende Fácil da Avenida Mangalô, instalado na Galeria Mangalô, após ter ficado mais de um ano e meio desativado. O espaço reúne diversos serviços da prefeitura em um só lugar e contará também com o atendimento da Junta Militar.
“Essa unidade representa praticidade e dignidade, evitando que as pessoas precisem se deslocar para longe”, afirmou o prefeito.
O secretário de Administração, Celso Dellalibera, explicou que a reabertura atende uma reivindicação antiga dos moradores: “A Região Noroeste concentra a maior densidade populacional de Goiânia e precisava desse atendimento próximo. Hoje devolvemos esse serviço à comunidade”, destacou o secretário.
Com a primeira edição do Goiânia + Humana e a reinauguração do Atende Fácil, a gestão reforça seu compromisso de aproximar o cidadão dos serviços públicos, priorizando a dignidade, praticidade e inclusão social.



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