20 de janeiro de 2026
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Soldado Tiago White e a arma usada pelo irmão para matá-lo, em Uruaçu, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Foi uma tragédia após uma festa de família. Porém, não reflete a personalidade e o comportamento do acusado. Ele tinha no irmão a segurança de uma figura paterna. Eram bastante ligados”, detalhou o advogado Martiniano Neto.

O crime ocorreu em Uruaçu, no norte de Goiás. Na última sexta-feira (12), o suspeito passou por audiência de custódia e a Justiça manteve sua prisão. O delegado Sandro Costa explicou que os irmãos estavam reunidos com a família e discutiram. Durante a briga, o PM começou a agredir o irmão, que pegou a arma e matou o militar, conforme indicou a investigação.

À PM, o irmão de Tiago admitiu que utilizou a arma institucional do soldado, que estava guardada no quarto dele, para atingi-lo com os disparos. Ao g1, o advogado disse ainda que o suspeito do crime está ferido por conta da briga com o PM.

O advogado Martiniano Neto informou que pediu um habeas corpus após a prisão de seu cliente ser mantida pela Justiça. O processo da audiência de custódia detalhou que o suspeito pegou a arma porque sabia onde ela estava.

“Aproveitando-se da familiaridade com o ambiente, ele [o suspeito] teria conhecimento sobre o local onde a vítima guardava sua arma de fogo, de propriedade da Polícia Militar de Goiás. Ato contínuo, o flagrado disparou dois tiros contra a vítima – um atingindo a mão e outro a região abdominal, conforme relatório de evolução médica”, detalhou o documento da audiência de custódia.

Sandro Costa, que é titular da Delegacia Municipal de Uruaçu e do Grupo Especial de Investigação Criminal, explicou que os irmãos sempre se deram bem, mas acabaram se desentendendo durante a reunião da família.

“Não entendi que houve motivo fútil, uma vez que após a discussão inicial, a vítima agrediu severamente o autor, o que constitui o real motivo”, argumentou o delegado.

Neste sentido, conforme apurado pela polícia, durante a briga, o PM agrediu o suspeito, que ficou inconsciente e cambaleante por alguns minutos. Após retomar a consciência, o suspeito foi ao quarto para pegar a arma institucional dele que estava guardada, segundo a investigação. Na ocasião, Tiago chegou a correr e pular na piscina na tentativa de se proteger, mas ainda assim foi atingido pelos disparos.

O suspeito ainda afirmou não se lembrar de nada após os disparos. Ele foi preso pela PM e o soldado foi socorrido pelos bombeiros, mas não resistiu. Foi a esposa de Tiago que acionou a polícia e o socorro após o marido ser alvejado pelo irmão.

A PM lamentou a perda do soldado. “A Polícia Militar do Estado de Goiás se solidariza e deseja que Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia, possa confortar e fortalecer a todos os familiares e amigos!”, escreveu a instituição.

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Policiais invadem casa errada durante operação, denuncia família

A idosa de 88 anos que teve a casa invadida por policiais civis durante uma operação em Itapuranga, no noroeste goiano, passou a tomar remédios para dormir, segundo a família. Em entrevista, a idosa explicou que levou um grande susto após os agentes arrombarem o portão da casa (assista acima).

“Ela estava assistindo um programa do missionário na TV. Ela tem problemas cardíacos, ficou em choque após o ocorrido, tem tomado remédios para dormir”, explicou um familiar da idosa, que não quis se identificar.

A situação ocorreu na sexta-feira (5), por volta das 6h. Conforme a família, o endereço da idosa é diferente do que consta no mandado judicial. O número da rua e do lote são iguais, mas o número da quadra é diferente.

Em entrevista à TV Anhanguera, a idosa contou que os policiais vasculharam os cômodos da casa e chegaram a desligar as câmeras de segurança. “Eu pedi ‘por favor’ para ligarem as câmeras, porque minha a menina [filha] chegaria e eu saberia que é ela, porque eu abro a porta quando vejo quem é”, disse.

“Invadiu, arrebentou o portão e entrou. Quase me matou de susto. [Estava] na minha cama assistindo meu programa e eles fazem uma coisa dessas comigo. Judiou demais comigo”, disse a idosa, chorando.

A família ainda reclamou dos danos materiais deixados no portão, que ainda não foi consertado. Na casa, moram apenas a idosa e a filha de 55 anos, que tinha saído para a academia antes da chegada dos policiais.

Em nota, a Polícia Civil de Goiás afirmou que era cumprido um dos mandados de busca e apreensão da Operação Commercium Sine Tributo, realizada pela Delegacia Fazendária da Polícia Civil de Mato Grosso. Conforme a instituição, os responsáveis pela investigação eram policiais civis de Mato Grosso, enquanto os policiais civis goianos prestaram auxílio operacional – leia a nota na íntegra ao final do texto.

A Polícia Civil de Mato Grosso confirmou que a operação é do estado, mas afirmou que a ação e a conduta foram de policiais civis de Goiás, que apoiavam a operação, e que policiais de Mato Grosso não estavam no local. Conforme a instituição, o mandado judicial era destinado a uma casa alvo de uma operação contra um esquema de comercialização e transporte de grãos – leia a nota na íntegra ao final do texto.

Vídeo de câmera de segurança mostra quando policiais entram em casa, em Itapuranga, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Nota da Polícia Civil de Goiás:

A Polícia Civil de Goiás informa, com relação ao cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão ocorridos na sexta-feira (05/07), na cidade de Itapuranga-GO, no bojo da Operação Commercium Sine Tributo, decorrente de investigação realizada pela Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Mato Grosso, que a diligência oriunda de mandado judicial foi realizada por policiais civis do Mato Grosso, responsáveis pela investigação, e que os policiais civis goianos apenas auxiliaram na diligência conferindo apoio operacional.

Goiânia, 8 de julho de 2024.

Nota da Polícia Civil de Mato Grosso:

É importante e primordial esclarecer: não foi ação de policiais civis de Mato Grosso na cidade citada. A operação é da Polícia Civil de Mato Grosso, mas a ação e conduta citadas foram em relação a policiais civis de Goiás, que davam apoio à operação.

A Polícia Civil de Mato Grosso esclarece que a residência alvo de mandado judicial da Operação Commercium Sine Tributo (por meio da Delegacia de Crimes Fazendários, Secretaria de Fazenda de Mato Grosso e 14ª Promotoria de Justiça), deflagrada na última sexta-feira (05.07) nos estados de Mato Grosso e Goiás contra esquema na comercialização e transporte de grãos, foi apontada nas investigações, por meio de checagem em registros oficiais e entrevistas, como um dos locais que um dos investigados poderia ser localizado. A medida foi cumprida no endereço por uma equipe da Polícia Civil de Goiás, que deu apoio à operação.

Em relação à conduta dos agentes que estavam no endereço, o questionamento sobre suposto pedido para que câmeras do local fossem desligadas e eventuais excessos por parte da equipe policial deve ser feito diretamente à Polícia Civil de Goiás, uma vez que quem estava no endereço eram policiais da instituição de Goiás e não de Mato Grosso.

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Edirlei Ramos Tófoli e Elidênia Jorge da Silva — Foto: Arquivo pessoal

A imprensa local noticiou no último dia 4 que o corpo foi encontrado na cidade de Tijuana. A família disse que a polícia confirmou a identidade de Edirlei. A suspeita é que o homem tenha tirado a própria vida.

O g1 pediu informações às polícias mexicana e americana, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Corpo é encontrado no carro do suspeito de matar brasileira nos Elidênia Jorge da Silva Estados Unidos — Foto: Reprodução/Rosarito de la Noticia

A goiana Elidênia Jorge da Silva morreu com uma facada no pescoço na cidade de Richmond, na Califórnia, nos Estados Unidos. O companheiro da diarista, que também é brasileiro, é o principal suspeito do crime e está sendo procurado pela polícia local, de acordo com familiares da mulher.

No dia 4, a mulher foi encontrada morta por sobrinhos que moram na região. A suspeita é que Elidênia tenha sido assassinada no dia 2, data em que a diarista parou de responder às mensagens enviadas por familiares. O corpo já apresentava sinais de inchaço, conforme relatou Lucas Lima, gerente de entregas e sobrinho de Elidênia.

Lucas contou que outro sobrinho da mulher precisou invadir a casa, já que ela não atendeu à porta. O corpo foi encontrado próximo à pia da cozinha, informou o gerente de entregas.

O principal suspeito do crime é um homem brasileiro de 43 anos que mantinha um relacionamento com Elidênia, de acordo com Lucas Lima. No quarto da vítima, familiares encontraram uma camiseta suja de sangue que pertencia ao suspeito. As roupas do homem não foram encontradas no armário, o que, para a família, é indicativo de fuga.

Suspeito de matar goiana nos EUA ameaçou vítima e familiares ao ser preso

Lucas Lima contou que o suspeito havia sido preso duas vezes por agredir a diarista. De acordo com o gerente de entregas, o suspeito era muito ciumento, e o relacionamento dos dois era marcado por brigas e agressões.

A primeira agressão de que a família teve notícia aconteceu no dia do aniversário de Elidênia, em 5 de dezembro de 2023. Lucas contou que soube por uma prima e ligou para a polícia enquanto dirigia até a residência da tia.

“Saí louco de casa, já ligando pra polícia. Na hora que ela abriu a porta, com o olho roxo, disse ‘não foi nada, não. Bati o olho quando estava limpando a casa’”, declarou Lucas Lima.

No mesmo dia, à noite, Elidênia contou a verdade sobre a agressão aos sobrinhos, e o suspeito foi preso. De acordo com Lucas, o homem fazia ligações da cadeia e ameaçava a diarista. Dias depois, ele foi solto.

Em março de 2024, o homem foi preso e solto pela segunda vez, de acordo com Lucas Lima.

Elidênia Jorge da Silva tinha 49 anos e era natural de Morrinhos, na região sul de Goiás. Ela trabalhava nos Estados Unidos como diarista há quatro anos.

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Elidênia Jorge da Silva — Foto: Arquivo pessoal

Uma goiana morreu com uma facada no pescoço na cidade de Richmond, na Califórnia, nos Estados Unidos. O companheiro da diarista Elidênia Jorge da Silva, que também é brasileiro, é o principal suspeito do crime e está sendo procurado pela polícia local, de acordo com familiares da mulher.

Na quinta-feira (4), a mulher foi encontrada morta por sobrinhos que moram na região. A suspeita é que Elidênia tenha sido assassinada na terça-feira (2), que foi quando a diarista parou de responder a mensagens enviadas por familiares. O corpo já apresentava sinais de inchaço, de acordo com Lucas Lima, gerente de entregas e sobrinho de Elidênia.

Lucas contou que um outro sobrinho da mulher precisou invadir a casa, já que ela não atendeu à porta. O corpo foi encontrado próximo à pia da cozinha, informou o gerente de entregas.

O principal suspeito do crime é um homem brasileiro de 43 anos que mantinha relacionamento com Elidênia, de acordo com Lucas Lima. No quarto da vítima, familiares encontraram uma camiseta suja de sangue que era do suspeito. As roupas do homem não foram encontrados no armário, o que para a família, é indicativo de fuga.

O corpo de Elidênia ainda não foi liberado pelas autoridades locais. Lucas Lima afirmou que a família espera que a liberação aconteça na segunda-feira (8).

O g1 fez contato telefônico com a Polícia de Richmond, que informou que só poderá dar informações sobre o caso na segunda-feira (8). Também solicitou informações sobre o caso à Polícia Federal, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Lucas Lima contou que o suspeito havia sido preso duas vezes por agredir a diarista. De acordo com o gerente de entregas, o suspeito era muito ciumento e o relacionamento dos dois era marcado por brigas e agressões.

A primeira agressão de que a família teve notícia aconteceu no dia do aniversário de Elidênia, em 5 dezembro de 2023. Lucas contou que soube por uma prima e ligou para a polícia enquanto dirigia até o a residência da tia.

“Saí louco de casa, já ligando pra polícia. Na hora que ela abriu a porta, com o olho roxo disse ‘não foi nada não. Bati o olho quando estava limpando casa’”, declarou Lucas Lima.

No mesmo dia, à noite, Elidênia contou a verdade sobre a agressão aos sobrinhos e o suspeito foi preso. De acordo com Lucas, o homem fazia ligações da cadeia e ameaçava a diarista. Dias depois, ele foi solto.

Em março de 2024, o homem foi preso e solto pela segunda vez, de acordo com Lucas Lima.

Elidênia Jorge da Silva tinha 49 anos e era natural de Morrinhos, na região sul de Goiás. Ela trabalhava nos Estados Unidos como diarista há quatro anos.

O Gabinete de Assuntos Internacionais do Governo de Goiás informou que ainda não foi contatado por familiares da vítima e que está à disposição para fornecer auxílio-funerário.

O g1 entrou em contato com o Itamaraty, mas não recebemos resposta até a última atualização desta reportagem.

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Alanziel Morais, vereador de Nova Glória, que morreu em acidente na BR-153 — Foto: Reprodução/Redes Sociais

“Foi um exemplo de dedicação e comprometimento com a nossa comunidade, deixando um legado de trabalho e amor por Nova Glória que jamais será esquecido”, disse a nota.

O vereador passou por três cirurgias e estava em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado “bem delicado”, de acordo com família. O acidente que matou o vereador e outros três membros da família ocorreu na BR-153, entre os municípios de Jaraguá e Rialma.

Nota de pesar divulgada pela Prefeitura de Nova Glória — Foto: Reprodução/Redes Sociais

De acordo com Alaniel Morais Silva, que é irmão gêmeo do vereador, Alanziel passou por uma primeira cirurgia para tratamento de fraturas no fêmur e no pé direito. O vereador chegou a passar por outras duas intervenções cirúrgicas para conter sangramento no abdome.

Acidente na BR-153 deixa mortos e feridos, entre Jaraguá e Rialma — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O acidente que deixou o vereador de Jaraguá (GO) gravemente ferido aconteceu no dia 9 do último mês de junho. A colisão entre dois veículos de passeio aconteceu no trecho da BR- 153 entre Jaraguá e Rialma, na região central de Goiás.

As três pessoas que morreram no acidente eram da mesma família. Avó, neto e filha moravam na comunidade quilombola Oriente estavam no mesmo veículo do vereador Alanziel. Eles voltavam para Nova Glória depois de passarem por consulta médica em Goiânia.

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Andressa Suita mostra filho de 7 anos dirigindo carro com irmão ao lado; vídeo

O vídeo foi publicado por Andressa nas redes sociais no domingo (30). O g1 entrou em contato com a assessoria do casal para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

À reportagem, o agente de trânsito Horácio Ferreira explicou que o Código de Trânsito Brasileiro não se aplica ao caso, uma vez que o caso ocorreu dentro da propriedade privada do casal. Ele detalhou que, sob o aspecto de Código de Trânsito Brasileiro, só se poderia aplicar se estivesse em via pública.

No entanto, após a divulgação do vídeo, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) publicou uma nota de repúdio e o presidente do órgão, Delegado Waldir, disse que encaminhou à Polícia Civil pedido para apurar a conduta dos pais (leia abaixo).

Filhos de Andressa Suita e Gustavo Lima dirigindo carro — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ao g1, outro especialista de trânsito consultado detalhou, se o caso divulgado por Andressa tivesse acontecido em via pública, ela estaria infringindo pelo menos três artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB); veja abaixo:

  • Uso obrigatório de cadeirinhas para crianças com até 10 anos de idade: infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira de motorista;
  • Entregar a direção do veículo a pessoa sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou permissão para dirigir: infração gravíssima, multa pode chegar a até três vezes o valor previsto e a possibilidade da retenção da carteira.
  • Permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada [ou que] não esteja em condições de conduzi-lo com segurança: Multa e detenção de seis meses a um ano.

Segundo o especialista, devido a idade das crianças, haveria ainda a possibilidade de que ela respondesse pelo crime de maus-tratos, previsto pelo artigo 136 do Código Penal, que diz sobre: “expor a perigo a vida ou saúde de pessoa sob sua autoridade, guarda ou vigilância”. A pena é de detenção de dois meses a um ano ou multa.

Nota de repúdio Detran-GO:

“O presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás, Delegado Waldir, manifesta repúdio às imagens divulgadas nas redes sociais em que os filhos do cantor Gusttavo Lima e da modelo Andressa Suita aparecem conduzindo veículo automotor no interior de uma propriedade particular, onde os órgãos de trânsito não têm poder de atuação e fiscalização. Contudo, o Delegado Waldir repudia quaisquer ações realizadas por figuras públicas que podem incentivar conduta similar por parte da população, podendo gerar grave risco de acidentes nas vias públicas e particulares. Ele afirmou que encaminhou à Polícia Civil pedido para apurar a conduta dos pais.”

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Delegacia de Rio Verde — Foto: Ana Paula Azevedo/TV Anhanguera

Um homem de 60 anos foi preso suspeito de estuprar cinco crianças da mesma família e uma vizinha adolescente, que é autista, em Rio Verde, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, os estupros eram cometidos há 26 anos, iniciando com três sobrinhas da esposa que, na época, tinham entre 9 e 10 anos.

O idoso foi preso na última segunda-feira (24). O g1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem. Durante depoimento à polícia, o suspeito permaneceu em silêncio.

A investigação aponta que o crime contra a vizinha aconteceu em maio deste ano, quando a mãe da adolescente, vizinha do suspeito, viu o idoso acariciando a garota. Segundo o delegado responsável pelo caso, Carlos Roberto, a mãe da adolescente questionou os atos, e, ao relatar o que tinha acontecido para a família do idoso, surgiram novas denúncias.

“Ela flagrou essa cena inusitada e questionou ele. Ele disse que era um mal entendido, mas essa notícia se espalhou na família. As vítimas começaram a aparecer e contar os abusos sofridos. A partir da primeira vítima, que já era adulta, foram aparecendo as outras” contou o delegado.

O delegado informou que as três vítimas, que foram estupradas em 1998, há 26 anos, são primas e que, ao saber do fato relacionado a vizinha adolescente do idoso, questionaram suas filhas sobre o suspeito. Ao serem questionadas, as duas meninas, que são menores de idade, responderam às mães que também foram vítimas de abuso por parte do idoso.

“Assim, já são duas gerações diferentes da mesma família que foram vítimas deste homem. Então nós somamos seis vítimas, cinco da mesma família e a vizinha. Estão todos ali no mesmo ciclo social”, afirmou o delegado.

Segundo a Polícia Civil, as mulheres afirmaram em depoimento que os abusos aconteciam em momentos de distração, quando estavam sozinhas. A polícia acredita que, neste prazo de 26 anos, o idoso tenha feito outras vítimas.

O homem foi preso preventivamente após a Justiça acatar o pedido da Polícia Civil. O idoso está preso na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Rio Verde.

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(Foto: Reprodução)

Nas redes sociais, a influenciadora postou as filhas brincando em um carrossel, comendo pipoca e assistindo as apresentações na tarde desta terça-feira. Circo tem como anfitrião o ator Marcos Frota. Filhas de Virginia se divertem em circo durante ‘sessão exclusiva’ para a família
Maria Alice e Maria Flor, filhas de Vírginia e Zé Felipe, se divertem em circo na tarde desta terça-feira (18), em Goiânia. Nas redes sociais, a influenciadora postou as filhas brincando em um carrossel, comendo pipoca e assistindo as apresentações.
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Segundo a assessoria do Mirage Circus, a sessão é exclusiva e tem cerca de 40 convidados. Entre eles, a jornalista Poliana Rocha, esposa do cantor Leonardo, Margareth Serrão, mãe de Virgínia, familiares e amigos da família.
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A programação do circo, que tem como anfitrião o ator Marcos Frota, conta com apresentações de malabarismo, trapézio, mágica, palhaços e motocross freestyle.
Filhas de Virginia se divertem em circo durante ‘sessão exclusiva’ para a família em Goiânia
Cristiano Borges/Divulgação
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/18/filhas-de-virginia-se-divertem-em-circo-durante-sessao-exclusiva-para-a-familia-em-goiania.ghtml

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Esse dinheiro, ofertado pelo programa, era necessário para que ela conseguisse sobreviver e pagar as contas, e por isso ela conseguiu o auxílio jurídico da DPE-GO

Samuel Leão –
Mulher conseguiu decisão favorável e irá receber o Bolsa Família. (Foto: Divulgação/DPE-GO)

Após procurar a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), relatando estar tendo problemas para receber o benefício do Bolsa Família, pois não conseguia fechar uma empresa bloqueada judicialmente, uma mulher, de 55 anos, conseguiu resolver a situação após quatro meses, em Goiás.

Esse dinheiro, ofertado pelo programa, era necessário para que ela conseguisse sobreviver e pagar as contas, e por isso ela conseguiu o auxílio jurídico. O empecilho era um processo de Execução Fiscal, que a impossibilitava de fechar a empresa.

A condução do caso foi feita pelo defensor público Felipe Takayassu, titular da 2ª Defensoria Pública Especializada Processual Cível de Aparecida de Goiânia. Foi ele quem protocolou uma petição de Exceção de Pré-Executividade.

Foi requerido o reconhecimento da prescrição intercorrente, apontando a extinção do processo por ele não ter sido movimentado por um longo período de tempo.

Ainda segundo ele, o próprio Estado de Goiás teria pedido a extinção da execução fiscal, ainda em 19 de outubro de 2022, apesar do processo não possuir ainda uma decisão judicial.

“Passado o prazo de um ano da suspensão do processo, que se dá de maneira automática quando a Fazenda é intimada da não localização do devedor, inicia-se automaticamente a contagem do prazo da prescrição intercorrente”, afirmou Felipe Takayassu.

A decisão favorável foi conseguida ainda no dia 18 de dezembro de 2023, transitando em julgado em 07 de março de 2024. Assim, a mulher conseguiu a decisão favorável e efetuou a extinção do processo, de modo que não há mais nenhum empecilho para que ela receba a Bolsa Família.

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Um homem de 52 anos foi preso suspeito de estuprar ao menos seis mulheres da mesma família. O caso aconteceu em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal (DF).

Conforme a Polícia Civil, todas as vítimas tem parentesco ou proximidade com o suspeito, sendo enteadas, sobrinhas e até uma neta, de apenas 5 anos.

Investigações do suspeito de estuprar seis mulheres da mesma família

As investigações apontam que o homem praticava os crimes há pelo menos 20 anos, desde 2004, e só foi descoberto após o crime cometido contra a neta.

Segundo a corporação, as próprias vítimas procuraram a polícia depois que descobriram que o homem teria abusado da menina, o que deu início às apurações.

Caso é investigado pela Deam de Águas Lindas. Foto: Google Maps

De acordo com a delegada Tamires Teixeira, uma das vítimas relatou que era abusada pelo suspeito quando criança e, recentemente, quando deu à luz à sua filha, também passou por episódio de abuso dois dias após o parto.

“Dois dias depois que ela tinha tido a neném, no resguardo, ela acordou com ele passando as partes íntimas nela. Não respeitou nem uma mulher de resguardo”. 

Diante dos fatos, o homem foi preso preventivamente no último dia 5 de junho e está á disposição do Poder Judiciário. Entretanto, ele negou os crimes à polícia. Ele deve responder pela prática dos crimes de estupro e estupro de vulnerável.

A delegada acredita que possam surgir outras vítimas do suspeito. Ele trabalha como caminhoneiro. “O caso choca a nossa comunidade. Ele praticava os crimes há pelo menos 20 anos, desde 2004. Como há diversas vítimas, há possibilidade que haja outras.”

Como não teve o nome divulgado, o Portal Dia não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.



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