24 de abril de 2026
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Alcides Hahn fez Pix de R$ 500 para empresa de ônibus que levou manifestantes de Blumenau a Brasília em janeiro de 2023

O STF (Supremo Tribunal Federal) condenou o empresário catarinense Alcides Hahn a 14 anos de prisão em regime fechado por envolvimento nos atos de 8 de Janeiro. A decisão foi tomada no dia 02 de março de 2026.

A Procuradoria Geral da República denunciou Hahn por ter transferido R$ 500 para o pagamento de um ônibus fretado que levou manifestantes de Blumenau (SC) até Brasília depois das eleições de 2022.

O empresário catarinense foi condenado por 5 crimes: abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa. O recurso seria julgado em 20 de março deste ano, mas foi retirado de pauta. 

Hahn e 2 outros homens financiaram o fretamento de um ônibus utilizado para transportar manifestantes catarinenses aos atos em Brasília. Rene Afonso Mahnke transferiu R$ 1.000 e Vilamir Valmor Romanoski, R$ 10 mil. Nenhum deles viajou para a capital.

A PGR apontou Romanoski como uma “figura de liderança” das mobilizações a favor de Bolsonaro em Blumenau. Segundo a Procuradoria, ele organizava o recrutamento de manifestantes e compras de mantimentos.

Em audiência no STF, Hahn declarou que fez um Pix atendendo ao pedido de um conhecido. Segundo o empresário, a pessoa teria solicitado dinheiro emprestado para viajar sem especificar o destino. O proprietário da empresa de ônibus afirmou que, ao identificar a transferência, presumiu que o valor se referia ao fretamento da viagem.

A defesa de Hahn argumentou ao Supremo que a denúncia da PGR fundamentou-se exclusivamente no Pix de R$ 500 feito à empresa de fretamento de ônibus. Os advogados sustentaram que não houve prova de que o valor se destinasse ao financiamento de uma viagem ou de que o empresário tivesse conhecimento de eventual crime. As informações são do UOL

Em despacho de outubro de 2024, o ministro Alexandre de Moraes afirmou não haver ilegalidade se a PGR não oferecesse um Acordo de Não Persecução Penal aos condenados. 

Eis as condenações dos 3 réus:

  • 14 anos: 12 anos e 6 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção;
  • 100 dias-multa: cada multa no valor de ⅓ do salário mínimo (R$ 1.621,00);
  • danos morais coletivos: R$ 30 milhões; 
  • nome dos réus no rol dos culpados;
  • expedição de guia de execução definitiva;
  • pagamento de custas pela condenação.



Autor Poder360 ·


Três propostas apresentadas pelo deputado Virmondes Cruvinel (UB) à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concedem o Título Honorífico de Cidadania Goiana a personalidades que se destacaram por relevantes serviços prestados ao desenvolvimento econômico, institucional e social do Estado. 

As homenagens contemplam o empresário Antônio Benedito dos Santos, o engenheiro civil Sarkis Nabi Curi e o magistrado Jonir Leal de Souza. As três matérias estão sob relatoria da deputada Dra. Zeli (UB) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Empreendedorismo 

O projeto de lei nº 3475/26 homenageia o empresário Antônio Benedito dos Santos, natural de Rio Paranaíba (MG), que construiu em Goiás uma trajetória marcada pelo empreendedorismo e pela geração de oportunidades. Radicado em Goiânia desde a década de 1980, iniciou sua vida profissional em Goiás como motorista de ônibus interurbano. Alguns anos depois, decidiu investir no setor alimentício e fundou, em 1987, uma pequena sorveteria artesanal na garagem de sua casa, no setor Cidade Jardim.

O empreendimento deu origem à Creme Mel Sorvetes, empresa que se consolidou como a maior indústria do segmento no Centro-Oeste e uma das maiores do país. Ao longo de sua expansão, a marca alcançou presença em diversas unidades da federação e chegou a produzir centenas de milhares de picolés e milhares de litros de sorvete diariamente, gerando mais de mil empregos diretos.

Além da atuação empresarial, Santos exerce papel relevante na representação do setor produtivo como presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentação no Estado de Goiás (Siaeg). À frente da entidade, tem contribuído para o fortalecimento institucional da indústria alimentícia goiana e para a defesa de políticas que estimulem inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável.

Construção civil

A proposta de nº 3476/26 concede o título honorífico ao engenheiro civil Sarkis Nabi Curi, natural de Uberlândia (MG). Formado em engenharia civil pela Universidade Católica de Minas Gerais em 1981, ele acumulou ampla experiência técnica em empresas de referência do setor antes de fundar a Sarkis Engenharia Ltda., em 2001.

Ao longo de sua carreira, coordenou projetos em Goiás, Minas Gerais e no Distrito Federal, abrangendo edificações residenciais e comerciais, clínicas, instituições de ensino, centros de distribuição e empreendimentos industriais. Entre seus clientes estão organizações de grande porte, o que consolidou sua reputação profissional baseada em qualidade técnica e confiabilidade.

Curi  também exerce liderança institucional no setor. Atualmente preside a Câmara da Indústria da Construção (CIC) da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e integra a diretoria do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), onde atua na promoção de inovação tecnológica, melhoria da produtividade e qualificação profissional.

Magistratura 

A terceira homenagem, com o projeto de lei nº 3477/26, contempla o juiz de direito Jonir Leal de Souza, titular da 5ª Vara Cível e de Arbitragem da Comarca de Goiânia. Natural de Estreito (MA), ele chegou a Goiás em 1987 em busca de melhores oportunidades. Trabalhando e estudando simultaneamente, concluiu o ensino médio no Estado e graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).

Em 1999, foi aprovado em concurso para o Ministério Público estadual e, pouco depois, para o cargo de juiz de direito substituto, carreira na qual atua há cerca de 25 anos. Atualmente exerce jurisdição em área especializada que envolve arbitragem, recuperação judicial e falências, temas de grande relevância para o ambiente empresarial.

Reconhecido pela dedicação e pelo rigor técnico, o magistrado também se destaca pela atuação voltada à efetividade da Justiça. Em processos de recuperação judicial, por exemplo, adota metodologia que inclui análise detalhada das condições financeiras das empresas e acompanhamento direto das atividades econômicas, buscando preservar empregos e estimular a continuidade das atividades produtivas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O deputado Virmondes Cruvinel (UB) apresentou três projetos de lei de números 5360/25, 5361/25 e 5362/25 para conceder Títulos Honoríficos de Cidadania Goiana a expoentes do Poder Judiciário e do setor empresarial goianos. 

A primeira proposta homenageia a defensora pública do estado de Goiás, Mayara Batista Braga, em reconhecimento à sua relevante atuação na defesa dos mais vulneráveis. Cruvinel argumenta que a servidora pública, natural de Belém (PA), “tem um currículo insofismável e de grande relevância e contribuição para o estado, outrossim de um histórico de vida pautado no trabalho hercúleo e na preparação intelectual”. O projeto de lei foi aprovado na Casa e aguarda, agora, a sanção do governador Ronaldo Caiado (UB). 

A proposta de nº 5361/25 pleiteia a concessão de cidadania a Kisleu Dias Maciel Filho, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), natural do Rio de Janeiro (RJ). O magistrado, de acordo com o deputado, tem destacada trajetória profissional e ofereceu inestimável contribuição para o fortalecimento do Judiciário e da sociedade goiana. O processo aguarda parecer do relator Lincoln Tejota (UB) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). 

Por último, Cruvinel pretende homenagear o consultor empresarial Helder Molina, em reconhecimento à trajetória profissional e às contribuições significativas do empresário para o desenvolvimento do estado de Goiás, especialmente nos campos de consultoria empresarial, setor de seguros e previdência privada. A proposta foi avalizada pelo Plenário e buscará a sanção do Executivo. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Ariel Quirino presta serviços de assessoria de imprensa para mais de 40 famosos; na lista, estão cantores brasileiros e ex-BBBs

O empresário Ariel Quirino, de 34 anos, elabora estratégias de comunicação para artistas a partir da história de cada um. Fundada em 2019, a Ariprensa atende a mais de 40 artistas no Brasil e na América Latina. 

Dentre os clientes da Ariprensa, estão Dulce María, Wanessa Camargo, Bruna Griphao, Bruno de Luca e Vitão. Segundo Ariel Quirino, sua empresa identifica problemas, traça estratégias e as implementa a partir de um planejamento. 

“A 1ª coisa que você tem que fazer é olhar para você. É sua história única, quais são as suas bandeiras, quem são as pessoas que você vai dar voz, de onde veio”, disse. 

Ariel Quirino falou ao PodSonhar desta 3ª feira (3.set.2024). O podcast é uma parceria com o Poder Empreendedor. Apresentado pelo estudante Miguel Carvalho, o episódio está disponível no canal do YouTube do Poder360.

Assista (46min51s):

https://www.youtube.com/watch?v=v85eroKc4Z0

O empresário Ariel Quirino também diz que gosta de assessorar ex-BBBs (em referência a quem participou do programa Big Brother Brasil, da TV Globo). Na lista de pessoas que deixaram o reality e que são assessoradas pela Ariprensa, está Sarah Andrade

“Hoje, a galera tem muito isso de sair do Big brother e acha que vai fechar publi, arrasta para cima, 3 stories. Não é assim… Aquilo é uma vitrine para potencializar o que você já era antes. Não é para virar influenciador para publicar qualquer coisa na sua rede social”, declarou. 



Autor Poder360 ·


Paulo Antonio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar Dayara Talissa Fernandes da Cruz, em Orizona, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Daniela da Cruz

Desde março deste ano, a família de Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, enfrenta a dor da perda e da incerteza. O que foi tratado inicialmente como desaparecimento, tornou-se um caso de feminicídio. Companheiro da jovem, Paulo Antônio Eruelinton Bianchini, de 34 anos, está preso, suspeito de cometer o crime. Confira nesta reportagem a linha do tempo dos fatos:

  • Fim de fevereiro a 10 de março: Investigações mostraram que Dayara esteve com o companheiro na fazenda durante este período.
  • 10 de março: Dia estimado pela Polícia Civil como o desaparecimento de Dayara da Cruz.
  • 25 de março: Paulo Antônio registrou o desaparecimento de Dayara.
  • 24 de junho: A Polícia Civil tentou cumprir mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão do suspeito. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás.
  • 1º de julho: Paulo Antônio se entregou e foi preso.
  • 6 de julho: A Polícia Civil encontrou uma ossada humana em uma fazenda, em Orizona.
  • 16 de julho: Laudo da perícia confirmou que a ossada encontrada enterrada na fazenda é de Dayara.

O advogado de Paulo Bianchini disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que rechaçará o que chamou de “incongruências contidas no inquérito policial, as quais são baseadas em indícios apenas em razão do vínculo afetivo entre Paulo e a vítima” (leia nota na íntegra no final do texto).

Saiba mais detalhes abaixo:

Quem é o suspeito e a vítima?

Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é um empresário de 34 anos. Já Dayara Talissa Fernandes da Cruz é natural de Diamantino, no Mato Grosso, e tem 21 anos. Segundo a família de Dayara, o homem não permitia que ela trabalhasse, por isso a jovem não tinha emprego formal.

A irmã da jovem, Daniela da Cruz, relatou que Dayara tinha muita vontade de ser mãe. “Ela tinha um coração muito bom. Nunca fez mal a ninguém”, disse a irmã.

Mulher desaparece em Orizona

Dayara da Cruz teria sumido no dia 10 de março deste ano, em Orizona. A Polícia Civil informou que seu companheiro registrou o desaparecimento dela no dia 25 do mesmo mês. Segundo o delegado Kennet Carvalho, foram constatadas contradições no depoimento dele e, por isso, a polícia passou a considerá-lo suspeito de ter matado a mulher, ocultado o corpo e registrado o desaparecimento.

A irmã da vítima contou que, inicialmente, Paulo disse aos familiares que havia deixado a jovem em uma rodoviária, mas posteriormente alterou sua versão diversas vezes, afirmando que ela tinha desaparecido de outros locais. Quando questionado pela família, o homem chegou a parar de responder e bloqueou o contato da mãe e da irmã de Dayara.

Em razão das suspeitas, a polícia tentou cumprir mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão do suspeito, no dia 24 de junho. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás. Em 1º de julho, o suspeito se entregou.

O laudo da perícia confirmou que a ossada encontrada enterrada em uma fazenda de Orizona no dia 6 de julho é da jovem Dayara Talissa, conforme divulgou a Polícia Civil.

Relacionamento conturbado

Segundo a irmã da jovem, Paulo era ciumento e violento durante o relacionamento. De acordo com ela, os dois chegaram a terminar no final de 2023, mas reataram no início deste ano.

“Ele era possessivo, ciumento e estressado. Eles viviam brigando, ela vivia cheia de hematomas pelo corpo”, contou a irmã.

Por quais crimes o homem é suspeito?

Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é suspeito de ter assassinado a mulher, ocultado o corpo dela e registrado o falso desaparecimento na Polícia Civil.

“Ele foi preso por ser suspeito de homicídio, ocultação de cadáver e fraude processual”, especificou o delegado responsável pelo caso.

O que diz a defesa do suspeito?

O advogado de Paulo Bianchini, Divino Diogo, disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que contestará as inconsistências no inquérito, que tem “meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima”.

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Fachada da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) — Foto: Divulgação/Acieg

A Feira Internacional de Comércio Exterior do Brasil Central (Ficomex) contará com a presença do dono da Global Trading Company – uma empresa com sede em Portugal que atende clientes na Europa, Ásia, África e outras regiões. Ao g1, Getúlio Faria, presidente da Câmara de Comércio Exterior da Acieg, afirmou que a presença do empresário deverá abrir novas oportunidades de negócios para as indústrias de Goiás e outros estados brasileiros.

“Vai abrir muitos mercados, muitas novas oportunidades para que os produtos de Goiás possam alcançar muitos países, gerando riqueza e imposto para Goiás, para o nosso país”, disse o presidente da Acieg.

O dono da Global Trading Company, Manuel Azevedo, confirmou a presença na feira durante uma reunião na Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) nesta terça-feira (16). O empresário explicou que a empresa trabalha com a comercialização de produtos em âmbito internacional, envolvendo importação e exportação saiba o que é trading abaixo.

“Nossa empresa tem uma operação ativa em 50 países, com 15 agentes comerciais espalhados pelo mundo. Atuamos em setores como alimentos industrializados, saúde, inovação, tecnologia e cosméticos”, explicou o empresário em entrevista ao g1.

Entenda como funciona a feira

A Ficomex vai ocorrer nos dias 27 e 28 de agosto, no Centro de Convenções, em Goiânia. Getúlio Faria destacou que a Ficomex representa oportunidades estratégicas para empresários e países fortalecerem parcerias e explorarem novas oportunidades de negócios.

“Teremos vendedores e compradores de todo o mundo, o que amplia as oportunidades”, destacou.

Getúlio Faria explicou que uma trading é uma empresa especializada na comercialização de produtos no âmbito internacional, atuando tanto na importação quanto na exportação de mercadorias. A função principal de uma trading é facilitar o comércio global, conectando produtores e consumidores de diferentes países e regiões.

No caso da Global Trading Company, a empresa tem sede em Portugal, mas opera em diversos mercados internacionais. A Global Trading Company possui uma rede de clientes espalhados por mais de 50 países.

Na Ficomex, Manuel Azevedo deverá estabelecer parcerias comerciais com indústrias goianas e de outros estados brasileiros. “Vou participar da feira na função de comprador, buscando produtos nos mercados de saúde, inovação, tecnologia, alimentos industrializados e cosméticos. A ideia é fechar negócios diretamente com as indústrias, desde que as condições comerciais sejam favoráveis tanto para minha empresa quanto para os vendedores”, explicou Azevedo.

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Na noite de sábado, 6 de julho, um empresário teve seu veículo roubado em Cristalina (GO). A vítima foi abordada ao deixar seu estabelecimento comercial e sofreu violência por parte do assaltante, que portava uma arma de fogo.

No momento do crime, o cachorro do empresário estava dentro do veículo e acabou sendo levado pelo criminoso.

A Polícia Militar de Goiás (PMGO), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), localizou o veículo roubado e descobriu que estava a caminho de Campo Alegre de Goiás. As corporações montaram um bloqueio na BR-050, mas o assaltante desrespeitou a ordem de parada, resultando em uma perseguição policial.

Segundo a PM, um segundo bloqueio foi montado, mas o criminoso não parou e disparou contra os policiais, que revidaram. O suspeito dirigiu na contramão por cerca de 40 quilômetros, mas perdeu o controle do veículo e foi contido pela polícia.

O assaltante ficou ferido durante a troca de tiros e precisou de socorro, sendo levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catalão e, posteriormente, para a Santa Casa de Misericórdia.

Cachorro e Veículo Resgatados

Após conter o suspeito, a polícia resgatou o cachorro do empresário que estava dentro do veículo no momento do roubo. O animal foi encontrado sem ferimentos.

No interior do carro, a polícia localizou duas armas de fogo, um aparelho celular e uma pequena quantia em dinheiro.

O veículo também foi recuperado.

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Paulo Antonio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar Dayara Talissa Fernandes da Cruz, em Orizona, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Daniela da Cruz

Policiais usaram uma retroescavadeira para encontrar a ossada de Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, que foi morta pelo marido, em Orizona, no sul do estado, segundo a Polícia Civil. Os investigadores trabalham com a hipótese de que a jovem foi vítima de feminicídio. Dayara estava desaparecida há 4 meses.

O corpo foi encontrado no sábado (6), em uma propriedade rural. As investigações mostram que Dayara esteve com o suspeito, Paulo Antônio Herberto Bianchini, de 34 anos, na fazenda entre final de fevereiro e o dia 10 de março, quando desapareceu.

Em nota, a defesa do suspeito afirmou que está colaborando com a Justiça e que irá provar a inocência do investigado (leia na íntegra ao final do texto).

Retroescavadeira é utilizada para recuperar restos mortais de jovem desaparecida. Roupas e itens pessoais da vítima também foram encontrados, em Orizona — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo a Polícia Civil, os restos mortais foram encontrados a 5 metros da superfície, em uma espécie de “cova”, feita pelo suspeito para ocultar o cadáver. O corpo estava enrolado em um tecido.

No local, pertences, roupas e documentos da vítima foram encontrados. Segundo Kennet Caravalho, delegado responsável pelo caso, o corpo foi entregue ao Instituto Médico Legal (IML) e as investigações procuram possíveis novos participantes do crime.

“Os restos mortais foram recolhidos pelo IML, bem como os pertences que foram arrecadados no local. As investigações prosseguem a fim de esclarecer a autoria e eventual participação de outros investigados no ato”, afirmou o delegado.

Emocionada, a irmã de Dayara disse ao g1 que a família já soube da notícia e está abalada. Daniela da Cruz detalhou que o cunhado prestava serviços na fazenda em questão e que, além da ossada, foram encontradas roupas, perfume e outros pertences da irmã.

Mulher desaparece em Orizona

Dayara da Cruz teria sumido no 10 de março deste ano, em Orizona. A Polícia Civil informou que o marido registrou o desaparecimento dela no dia 25 do mesmo mês. Conforme o delegado, foram constatadas contradições no depoimento dele e, por isso, a polícia passou a considerá-lo suspeito de ter matado a mulher, ter ocultado o corpo dela e registrado o desaparecimento.

Em razão das suspeitas, a polícia tentou cumprir mandados busca e apreensão, além de prisão do suspeito no dia 24 de junho. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás. Na segunda-feira (1º), o suspeito se entregou.

O advogado de Paulo Bianchini disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que contestará as inconsistências no inquérito, que tem “meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima” – Leia nota na íntegra no final do texto.

A irmã da vítima contou que, inicialmente, Paulo afirmou aos familiares que havia deixado a jovem em uma rodoviária, mas posteriormente alterou sua versão diversas vezes, afirmando que ela tinha desaparecido de outros locais. Quando questionado pela família, o homem chegou a parar de responder e bloqueou a mãe e a irmã de Dayara.

Segundo a irmã da jovem, Paulo era ciumento e violento durante o relacionamento. Segundo ela, os dois chegaram a terminar no final de 2023, mas reataram no início deste ano.

“Ele era possessivo, ciumento e estressado. Eles viviam brigando, ela vivia cheia de hematomas pelo corpo”, contou a irmã.

Nota da defesa de Paulo Antônio Eruelinton Bianchini

O advogado Dr. Divino Diogo afirma em nota que apresentou o seu cliente, Paulo Antônio, na delegacia de Vianópolis na tarde do dia 1º de julho, no intuito de colaborar com a justiça, já que havia o mandado de prisão expedido em seu desfavor. O advogado afirma ainda que, pela via processual, irá rechaçar as incongruências contidas no inquérito policial, as quais são baseadas em meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima, que até o momento não foi encontrada. O objetivo é provar em juízo a negativa de autoria por parte do acusado.

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(Foto: Reprodução)

Restos mortais foram encontrados a 5 metros da superfície, enterrado em uma “cova”. Jovem estava desaparecida há quase 4 meses. Paulo Antonio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar Dayara Talissa Fernandes da Cruz, em Orizona, Goiás
Arquivo pessoal/Daniela da Cruz
Policiais usaram uma retroescavadeira para encontrar a ossada de Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, que foi morta pelo marido, em Orizona, no sul do estado, segundo a Polícia Civil. Os investigadores trabalham com a hipótese de que a jovem foi vítima de feminicídio. Dayara estava desaparecida há 4 meses.
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O corpo foi encontrado no sábado (6), em uma propriedade rural. As investigações mostram que Dayara esteve com o suspeito, Paulo Antônio Herberto Bianchini, de 34 anos, na fazenda entre final de fevereiro e o dia 10 de março, quando desapareceu.
Em nota, a defesa do suspeito afirmou que está colaborando com a Justiça e que irá provar a inocência do investigado (leia na íntegra ao final do texto).
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Retroescavadeira é utilizada para recuperar restos mortais de jovem desaparecida. Roupas e itens pessoais da vítima também foram encontrados, em Orizona
Divulgação/Polícia Civil
Segundo a Polícia Civil, os restos mortais foram encontrados a 5 metros da superfície, em uma espécie de “cova”, feita pelo suspeito para ocultar o cadáver. O corpo estava enrolado em um tecido.
No local, pertences, roupas e documentos da vítima foram encontrados. Segundo Kennet Caravalho, delegado responsável pelo caso, o corpo foi entregue ao Instituto Médico Legal (IML) e as investigações procuram possíveis novos participantes do crime.
“Os restos mortais foram recolhidos pelo IML, bem como os pertences que foram arrecadados no local. As investigações prosseguem a fim de esclarecer a autoria e eventual participação de outros investigados no ato”, afirmou o delegado.
Emocionada, a irmã de Dayara disse ao g1 que a família já soube da notícia e está abalada. Daniela da Cruz detalhou que o cunhado prestava serviços na fazenda em questão e que, além da ossada, foram encontradas roupas, perfume e outros pertences da irmã.
“Tudo indica que é ela. A gente quer justiça!”, desabafou Daniela, emocionada. Em outra ocasião, a irmã chegou a relatar para o portal que o cunhado era ciumento, estressado e violento.
Entenda o caso
Mulher desaparece em Orizona
Dayara da Cruz teria sumido no 10 de março deste ano, em Orizona. A Polícia Civil informou que o marido registrou o desaparecimento dela no dia 25 do mesmo mês. Conforme o delegado, foram constatadas contradições no depoimento dele e, por isso, a polícia passou a considerá-lo suspeito de ter matado a mulher, ter ocultado o corpo dela e registrado o desaparecimento.
Em razão das suspeitas, a polícia tentou cumprir mandados busca e apreensão, além de prisão do suspeito no dia 24 de junho. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás. Na segunda-feira (1º), o suspeito se entregou.
O advogado de Paulo Bianchini disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que contestará as inconsistências no inquérito, que tem “meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima” – Leia nota na íntegra no final do texto.
A irmã da vítima contou que, inicialmente, Paulo afirmou aos familiares que havia deixado a jovem em uma rodoviária, mas posteriormente alterou sua versão diversas vezes, afirmando que ela tinha desaparecido de outros locais. Quando questionado pela família, o homem chegou a parar de responder e bloqueou a mãe e a irmã de Dayara.
Segundo a irmã da jovem, Paulo era ciumento e violento durante o relacionamento. Segundo ela, os dois chegaram a terminar no final de 2023, mas reataram no início deste ano.
“Ele era possessivo, ciumento e estressado. Eles viviam brigando, ela vivia cheia de hematomas pelo corpo”, contou a irmã.
Nota da defesa de Paulo Antônio Eruelinton Bianchini
O advogado Dr. Divino Diogo afirma em nota que apresentou o seu cliente, Paulo Antônio, na delegacia de Vianópolis na tarde do dia 1º de julho, no intuito de colaborar com a justiça, já que havia o mandado de prisão expedido em seu desfavor. O advogado afirma ainda que, pela via processual, irá rechaçar as incongruências contidas no inquérito policial, as quais são baseadas em meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima, que até o momento não foi encontrada. O objetivo é provar em juízo a negativa de autoria por parte do acusado.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/07/07/policiais-usaram-retroescavadeira-para-encontrar-ossada-de-mulher-morta-por-empresario-diz-policia.ghtml

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Cirillo Alves, advogado e empresário, diretor-presidente da TV Serra Dourada — Foto: Reprodução/Linkedin

Cirillo Alves, advogado e empresário, diretor-presidente da TV Serra Dourada, morreu aos 74 anos em decorrência de problemas de saúde. O velório e o sepultamento foram feitos nesta sexta-feira (5), em São Paulo.

Em nota, a Serra Dourada Comunicações informou o falecimento e ressaltou que Cirillo “foi um visionário que dedicou sua vida ao crescimento e desenvolvimento da empresa”, englobando a TV Serra Dourada, a Rádio 99,5 FM, a Rede Serra Dourada e o Teatro João Alves de Queiroz.

“Sua partida deixa uma lacuna irreparável, mas sua memória e contribuições permanecerão vivas em nossos corações e em cada um dos empreendimentos que ele ajudou a construir e prosperar”, lamentou o grupo.

O governador Ronaldo Caiado também lamentou a morte. Em nota de pesar pública, destacou que Cirillo foi membro de uma família de grandes empreendedores.

“Filho de João Alves, fundador da Arisco, e irmão de João Alves Filho, o Júnior, maior acionista do Grupo Hypera Pharma – Cirillo deixa seu nome marcado na história da comunicação de Goiás”, afirmou o governador.

O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, diz que Cirillo deixou um legado marcante na comunidade empresarial, pois sua atuação na capital foi além dos negócios.

“Seu envolvimento com projetos comunitários mostrou seu compromisso com o bem-estar da sociedade. Sua partida deixa uma lacuna irreparável não apenas na família e entre amigos, mas também em todos aqueles que foram impactados por sua generosidade e determinação”, elogiou.

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