12 de março de 2026
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(Foto: Reprodução)

Segundo o delegado, os presos têm entre 25 e 32 anos e confessaram a prática dos crimes. Polícia apreendeu R$ 10 mil em dinheiro. Operação prende suspeitos de tráfico de drogas e apreende carros de luxo, joias e dinheiro
Uma operação prendeu três homens e uma mulher suspeitos de tráfico de drogas em Goiânia. Ao g1, o delegado Danilo Wendel explicou que os policiais apreenderam R$ 10 mil em dinheiro, dois carros de luxo e outros bens dos investigados, que não tiveram os nomes divulgados.
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O g1 não localizou a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem.
A operação “Cerrado 4” foi deflagrada nesta segunda-feira (24). Segundo o delegado, os presos têm entre 25 e 32 anos e confessaram a prática dos crimes. A Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) divulgou que também foram apreendidas joias, drogas e uma arma de fogo de uso restrito.
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Joias, arma e dinheiro apreendidos em operação contra tráfico de drogas em Goiânia, Goiás
Divulgação/PC-GO
De acordo com a instituição, a Cerrado 4 ocorreu no âmbito da operação Nárke 2, coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp-MJSP, que integra as forças de segurança pública na prevenção e repressão qualificada ao tráfico de drogas no país.
Presos suspeitos de tráfico de drogas em Goiânia
Divulgação/PC-GO
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/24/operacao-prende-suspeitos-de-trafico-de-drogas-e-apreende-carros-de-luxo-joias-e-dinheiro.ghtml

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Câmera de segurança do Aeroporto de Guarulhos flagra suspeita de participar do esquema de tráfico internacional de drogas. — Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (6) uma mulher suspeita de participar do esquema que ficou conhecido como “golpe da mala”, em que drogas são enviadas para o exterior após a troca de etiquetas retiradas de bagagem de viajantes inocentes no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Segundo o delegado Marco Aurélio Morini, a mulher seria integrante da organização criminosa responsável pela prisão injusta das goianas Kátina Baia e Jeane Paolini, na Alemanha, no início de 2023. Elas tiveram as malas trocadas e foram detidas com 41 quilos de cocaína.

As goianas ficaram 38 dias presas por tráfico internacional de drogas em Frankfurt e só foram soltas depois que a polícia alemã analisou a investigação feita pela PF do Brasil, e também as imagens de câmeras de segurança que mostram a ação da quadrilha no aeroporto.

Brasileiras presas injustamente por tráfico de drogas na Alemanha reencontram a família

Nesta quinta, de acordo com o delegado, a suspeita chegou ao aeroporto com uma mala, acompanhada de uma menor de idade. Ela seguiu para o check-in no saguão e entregou a bagagem para outro participante do esquema criminoso. Depois disso, ela deixou o local.

A mulher não era funcionária de nenhuma empresa que presta serviço no aeroporto. O delegado afirmou à TV Globo que a prisão encerra o caso, que soma 17 detidos.

Em julho de 2023, a PF deflagrou a Operação Efeito Colateral para prender integrantes da quadrilha responsável pelo esquema de tráfico internacional de drogas que levou para a cadeia as brasileiras. No época, 16 pessoas foram presas e 27 mandados de busca e apreensão, cumpridos.

Goianas presas na Alemanha após terem malas trocadas por bagagem com drogas são a médica veterinária Jeanne Paollini e a personal trainer Kátyna Baía — Foto: Reprodução/Redes sociais

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Ambulância da Prefeitura de Fazenda Nova transportava 10 kg de droga

O filho de um vereador foi preso em Goiânia suspeito de transportar drogas em uma ambulância da Prefeitura de Fazenda Nova. Segundo a Polícia Militar (PM), Paulo Henrique Pereira dos Santos, de 23 anos, carregava 11 tablets de maconha no banco do carro enroladas em um lençol do Hospital Municipal de Fazenda Nova.

Em nota, a defesa de Paulo Henrique disse que não vai se manifestar sobre o assunto no momento. A Câmara Municipal de Fazenda Nova disse em nota que não compactua com ilegalidades cometidas (confira a nota na íntegra ao final do texto).

O g1 não conseguiu contato com o vereador Gaguinho, pai do suspeito, até a última atualização desta reportagem. O g1 também entrou em contato com a Prefeitura de Fazenda Nova para que pudesse se manifestar, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

A prisão, feita na quarta-feira (22), ocorreu após uma denúncia anônima. Ainda segundo a PM, a droga estava embalada e pronta para venda.

Motorista de ambulância é preso suspeito de transportar maconha em ambulância, em Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Paulo Henrique é motorista de ambulância da Secretaria Municipal de Saúde de Fazenda Nova por meio de cargo comissionado. A Polícia Civil acredita que essa não tenha sido a primeira vez que o suspeito tenha feito o transporte da droga com o veículo.

Segundo Humberto Teófilo, delegado responsável pelo caso, a ambulância era usada justamente por não levantar nenhum tipo de suspeita.

“Ele pensou que a polícia não iria pega-lo. Quem irá abordar uma ambulância? Não foi a primeira vez, com certeza tiveram outras oportunidades, isso demonstra que ele estava bem tranquilo” disse o delegado à TV Anhanguera.

Paulo Henrique foi conduzido à Central Geral de Flagrantes da capital, onde permanece preso e deve responder pelo crime de tráfico de drogas. A ambulância apontada como a suposta forma de transportar a droga, foi liberada para voltar ao município de origem.

Nota da Câmara Municipal de Fazenda Nova

A Câmara Municipal de Fazenda Nova vem a público informar, a quem interessar, que tomou conhecimento da prisão do filho do Vereador Gaguinho no final da tarde de hoje.

Diante do ocorrido, este Poder Legislativo Municipal informa que repudia veementemente ocorrido e reforça o seu compromisso com a lei e seu integral cumprimento.

Ainda, informamos que esta Casa de Leis não compactua com ilegalidades praticadas por qualquer pessoa que seja.

Por fim, prestamos a nossa solidariedade ao vereador e colega Gaguinho e sua família. Contudo, esperamos que as medidas cabíveis e necessárias sejam aplicadas pelas autoridades competentes, reforçando nosso respeito pela Polícia Militar do Estado de Goiás, bem como pelas decisões proferidas pelo Poder Judiciário.

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Uma ação coordenada para combater o comércio ilegal de substâncias entorpecentes na região

A Polícia Civil do Estado de Goiás, através da equipe da 2a Delegacia Distrital de Polícia de Catalão/9a DRP, com apoio das equipes da 1a DDP, GEIC e DEAM de Catalão e das Delegacias de Polícia de Goiandira, Ipameri, Cumari, Três Ranchos e Ouvidor, deflagrou na manhã de hoje 08.05.2024, nas cidades de Catalão e Davinópolis a OPERAÇÃO DISCERPTIO, cujo objetivo era o cumprimento de Mandados de Prisão Preventiva e de Busca e Apreensão, em investigação referente a crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas.

Conforme consta de investigações em andamento na 2a Delegacia Distrital, foi revelado um esquema de fornecimento e distribuição de drogas (principalmente maconha) na cidade de Catalão.

Apreensões realizadas pelas forças de segurança constantes de procedimentos anteriores, bem como provas obtidas em processos próprios de atividade investigativa, trouxeram indícios e elementos probatórios que demonstraram tal esquema criminoso.

Como resultado das investigações, foram cumpridos 06 Mandados de Prisão Preventiva e 09 Mandados de Busca e Apreensão nos bairros Paineiras, Pio Gomes, Mãe de Deus, Vila União e Ipanema, em Catalão, e na cidade de Davinópolis.

Durante as diligências, foram apreendidas porções de drogas, uma moto Honda/CG com sinais de identificação adulterados, dinheiro em espécie e celulares, sendo que 04 (quatro) investigados, além de presos por força de mandado de prisão, foram, individualmente, autuados em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas (art. 33, LD), e 01 (um) foi autuado em flagrante pelo crime de adulteração de sinal de veículo (art. 311, do CP).

Todos os investigados, após a formalização dos procedimentos na Polícia Civil, foram encaminhados ao sistema prisional à disposição da Justiça.

Essa iniciativa demonstra o compromisso contínuo da Polícia Civil com a segurança pública e a Justiça em nossa comunidade.

A Polícia Civil agradece o apoio incondicional do Ministério Público e do Poder Judiciário, em prontamente atender às demandas da segunda pública, bem como à comunidade pelo fornecimento de informações.

Divulgação/PC

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Mãe confessa em vídeo que desligou sonda que alimentava filho com paralisia cerebral

A Polícia Militar prendeu uma mulher suspeita de usar e traficar drogas na casa onde morava, em Aparecida de Goiânia. Em um vídeo feito pelos policiais, ela ainda confessou ter desligado um aparelho que fornecia oxigênio para o filho, de 3 anos, que tem paralisia cerebral (veja acima). Com apoio do Conselho Tutelar, o menino foi levado para uma unidade de saúde.

Policial: “Você tirou o oxigênio da criança?”
Mãe: “Tirei”.
Policial: “Mas o médico não disse que ele tinha que ficar no oxigênio?”
Mãe: “Eu estou pouco me lixando para médico. Eu sou a mãe dele”.

O g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde da criança, porque não teve acesso ao nome dele. Segundo a PM, no hospital foi constatado que ele estava desnutrido. O portal também não encontrou a defesa da mãe dele para se manifestar sobre o caso até a última atualização da reportagem.

O caso aconteceu neste sábado (4), no setor Serra Dourada. A polícia foi até a região apurar uma denúncia de tráfico e, ao chegar no local, encontrou cinco pessoas fazendo uso de drogas na porta de uma casa. Durante a abordagem, foram apreendidas 34 porções de crack e 26 de cocaína.

A PM relata que um dos usuários confessou ter furtado frascos de medicamentos. Por esse motivo, ele também foi preso. O g1, no entanto, não encontrou a defesa dele para se manifestar sobre o caso até a última atualização da reportagem.

Criança com paralisia cerebral teve aparelho de oxigênio desligado pela mãe, em Aparecida de Goiânia — Foto: Reprodução/Polícia Militar

Dentro da casa, a equipe diz ter encontrado o menino desfalecido em cima do sofá e que foi constatado que ele é filho de uma das usuárias de drogas que estava sendo abordada. Também de acordo com os policiais, a criança tem paralisia cerebral e, por isso, recebia oxigênio e alimentação por sonda. Mas os aparelhos estavam desligados no momento da abordagem.

Segundo a tenente Rhainna Iannari, familiares da mulher disseram à polícia que ela já perdeu a guarda do filho, mas que conseguiu recuperar e, ainda, ganhou da prefeitura a casa onde morava. Apesar disso, tinha decidido transformar o local em ponto de venda de drogas.

“Ela disse que havia retirado o oxigênio da criança e que não voltaria a colocar. Cerca de 7 meses atrás, essa mãe perdeu a guarda da criança. A guarda havia sido restituída pelo Juizado de Infância de Aparecida de Goiânia”, afirma.

Diante da situação, a equipe policial acionou o Conselho Tutelar e as cuidadoras levaram o menino às pressas para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde os médicos constataram que ele estava desnutrido.

A mãe da criança e o outro usuário foram conduzidos à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia. Segundo a PM, a mulher foi autuada por tráfico de drogas e também será investigada por maus-tratos ao filho.

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Mãe confessa que desligou sonda que alimentava filho com paralisia cerebral, em Aparecida de Goiânia — Foto: Reprodução/Polícia Militar

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Homem é preso após ser filmado matando mulher na calçada de comércio, em Nerópolis — Foto: Divulgação/Polícia Militar

O homem acusado de matar uma mulher enforcada e a pedradas em Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia, planejou o crime. Segundo denúncia oferecida pelo Ministério Público, ele confessou que chamou a vítima para usar drogas já com a intenção de matá-la. Apesar de inicialmente a Polícia Militar ter informado que o homem havia estuprado a vítima, a Polícia Civil e o MP informaram que laudos apontaram ausência de espermatozoide e, por isso, o homem não irá responder por estupro.

O g1 entrou em contato com a defesa do denunciado, que disse que só vai se manifestar em juízo.

Segundo a denúncia, o homem conheceu a mulher no dia 19 de março, em um bar. Em depoimento, ele explicou que a vítima roubou R$ 1 mil dele e, por conta disso, ele quis se vingar. Na madrugada do dia 20 do mesmo mês, marcou outro encontro com ela para fumar crack no mesmo local.

A denúncia afirma que, depois de usarem drogas, o homem enforcou a mulher até que ela desmaiasse. Depois, a carregou até um local mais escuro e a atingiu na cabeça com uma pedra várias vezes. Quando a vítima já estava morta, ele roubou o celular dela e fugiu.

Homem é preso após ser filmado matando mulher na calçada de comércio

O documento destaca que o acusado agiu de modo cruel, sem permitir a defesa da vítima. Por conta disso, ele foi denunciado por feminicídio duplamente qualificado, roubo e porte de drogas. A Justiça aceitou e tornou o homem réu por todos os crimes.

Quando preso em flagrante, a Polícia Militar informou que o homem também tinha abusado sexualmente da mulher. Um vídeo mostra ele de calças abaixadas durante o crime. Mas o delegado André Fernandes, que apurou o caso, disse que o homem explicou em depoimento que desistiu de estuprar a mulher.

O g1 não publicou o vídeo na íntegra devido à gravidade das imagens registradas pela câmera de segurança.

Exames periciais foram feitos para saber se o corpo da vítima apresentava sinais de abuso sexual, mas como os resultados não ficaram prontos a tempo da finalização do inquérito, o delegado optou por não indiciá-lo por estupro.

Ao desenvolver a denúncia, o promotor de Justiça Daniel Godoy também considerou que o homem negou em depoimento ter abusado da vítima, apesar de ambos estarem nus, conforme consta no inquérito e no vídeo.

Segundo o promotor, uma audiência de instrução deve acontecer nas próximas semanas e, se fatos novos surgirem, incluindo o estudo das perícias indicando o estupro, é possível que o Ministério Público peça o aditamento da denúncia.

“A fim de fazer maldade”

Homem confessa ter matado vítima de feminicídio em Nerópolis.

O acusado fugiu depois do crime e só foi preso horas depois, na Avenida Goiás, setor central de Goiânia. Na abordagem, ele justificou à polícia que “havia ocorrido um desacordo comercial entre ele e a vítima”. Por isso, ele teria decidido cometer o crime.

“Eu combinei com ela pra gente fazer um programa, entendeu? Mas eu não estava a fim de fazer programa, eu estava a fim de fazer maldade com ela mesmo”, disse o suspeito em um vídeo gravado pelos policiais militares.

De acordo com o soldado Rafael Moreira, da Polícia Militar, o homem nasceu no estado do Pará e tem passagem no Mato Grosso por por porte ilegal de arma de fogo.

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Operação da Polícia Civil cumpre 15 mandados de prisão e busca e apreensão

Uma advogada está entre as 14 pessoas presas em uma operação da Polícia Civil de Goiás, que investiga um grupo suspeito de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao todo, 21 mandados de prisão e 21 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em território goiano e, também, nos estados de Tocantins, Mato Grosso e Minas Gerais.

O g1 não localizou a defesa de nenhuma das 14 pessoas presas até a última atualização da reportagem.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informou ter acompanhado a operação contra a advogada e que vai continuar acompanhando o desenvolvimento do caso – Confira a nota completa ao final da reportagem.

De acordo com o delegado Danilo Wendel, a advogada era responsável por abrir empresas fantasmas, como lojas de eletrônicos e distribuidoras, para lavar o dinheiro adquirido pelo tráfico interestadual de drogas. Além do próprio nome, ela também usava o nome de familiares como laranjas no esquema.

Operação apreende carros de luxo — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A advogada foi presa em Goiânia, junto com outras nove pessoas suspeitas. Segundo o delegado, duas prisões também foram feitas no Mato Grosso e mais duas no Tocantins. Outras sete pessoas continuam sendo procuradas.

Além disso, a polícia também bloqueou 10 imóveis usados pelo grupo criminoso, 11 veículos de luxo e R$ 20 milhões das contas bancárias dos investigados. Outros bens e valores encontrados na posse do grupo também foram sequestrados pela operação.

Os mais de 40 mandados judiciais foram cumpridos nesta quinta-feira (11), mas segundo a polícia, o grupo criminoso já vem sendo investigado desde o ano de 2022 por suspeita de atuação no tráfico de drogas.

O delegado afirma que carretas eram usadas no esquema para transportar drogas da fronteira do Mato Grosso até o Estado de Goiás, onde eram comercializadas em Goiânia e outras cidades próximas.

Polícia bloqueou 10 imóveis usados pelo grupo criminoso — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Durante as investigações, a polícia constatou que o grupo movimentou cerca de R$ 20 milhões de com o lucro do tráfico e, por conta disso, precisou de diversas pessoas jurídicas para abrir empresas de fachada. Tudo isso para dar aparência de que os valores era conquistados de forma legal.

O delegado afirma que as investigações vão continuar até que todo o grupo criminoso seja identificado e preso.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informa que a Comissão de Direitos e Prerrogativas (CDP) acompanhou a operação de cumprimento de mandados judiciais realizado pela Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (DENARC) em desfavor de advogada, e seguirá acompanhado o desenvolvimento do caso.

A OAB-GO mantém seu comprometimento em assegurar que os procedimentos legais e as garantias constitucionais sejam respeitados integralmente, tanto em relação à pessoa envolvida quanto ao devido processo legal. O acompanhamento da Ordem se dá para resguardo das prerrogativas da advocacia, bem como para fiscalização dos seus deveres funcionais e éticos.

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Armas foram apreendidas durante em operação — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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