18 de janeiro de 2026
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Dono da rede social comemorou nesta 4ª feira (22.jan) as métricas alcançadas pela plataforma durante o evento

A dono do X (ex-Twitter), Elon Musk, comemorou nesta 4ª feira (22.jan.2025) a marca de 673 milhões de visualizações na rede social em vídeos da posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), realizada na 2ª feira (20.jan).

“Quase 5 bilhões de impressões de texto e agora se aproximando de 700 milhões de visualizações de vídeo!”, disse o bilionário na plataforma.

Os números foram compartilhados pela CEO do X, Linda Yaccarino. Segundo a executiva, as publicações relacionadas à cerimônia chegaram a 4,8 bilhões de impressões (número de vezes que um usuário viu um determinado post) e 673 milhões de visualizações.

Yaccarino afirma ainda que os números representam um crescimento de 15% em comparação à posse do ex-presidente Joe Biden (Democrata) em 2021.

A CEO não detalha quais conteúdos foram analisados e nem como chegou aos valores divulgados.

Há publicações relacionadas ao evento no perfil oficial da Casa Branca e na conta pessoal de Trump.

A transmissão realizada pelo republicano, por exemplo, teve, até as 14h desta 4ª (22.jan), 74 milhões de visualizações.

Trump havia sido banido do X, à época Twitter, depois do ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, sob a alegação de “risco de prolongamento da incitação à violência”. Depois de comprar a rede social, Musk reativou a conta do republicano em novembro de 2022.

A Casa Branca compartilhou apenas cortes do evento, que foram republicados pelos perfis oficiais do presidente e do vice presidente.

O vídeo da posse de Trump conta com 5,7 milhões de visualizações.

O de J.D. Vance tem até momento 1,2 milhão de views.


Leia as principais reportagens sobre a posse de Donald Trump:

Leia sobre as medidas assinadas ou declaradas por Trump ao assumir o governo:

 



Autor Poder360 ·


Múte Egede disse que seu governo tenta marcar uma reunião com os EUA para discutir a proposta do presidente norte-americano de anexar o território

O primeiro-ministro da Groenlândia, Múte Bourup Egede (Partido do Povo, esquerda), disse nesta 3ª feira (21.jan.2025) que pretende se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), para discutir a proposta de anexação da ilha pelo governo norte-americano. Atualmente, a Groenlândia é território da Dinamarca.

Durante uma declaração antes da posse, Trump reforçou o desejo antigo de seu governo de anexar a Groenlândia e torná-la um território dos EUA. Na ocasião, o premiê groenlandês respondeu ao republicano afirmando que o território “não está à venda”.

Em declaração a jornalistas, Egede afirmou que se o governo norte-americano deseja “falar sobre a Groenlândia, eles têm que falar com a Groenlândia”.

A ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, disse que uma reunião entre os 2 países para tratar do assunto pode ser realizada nos próximos dias.

Egede reiterou, porém, que a Groenlândia não se tornará um Estado norte-americano ou dinamarquês. “O povo groenlandês deve deixar claro o que quer ser. Não queremos ser dinamarqueses. Não queremos ser norte-americanos”, disse o premiê.

INTERESSE NA GROENLÂNDIA

O presidente Donald Trump reforçou na 2ª feira (20.jan), dia em que tomou posse, o desejo dos EUA em adquirir a Groenlândia para a “segurança internacional“.

“Precisamos dela para a segurança internacional. E tenho certeza de que a Dinamarca virá junto, está custando muito dinheiro para eles manterem ela”, disse Trump em declaração a jornalistas depois da posse.

O republicano disse que China e a Rússia possuem “navios de guerra por todo o lugar” e que o interesse na região estaria ligado à segurança estratégica e militar dos EUA.

Apesar da tentativa de diálogo ente as partes, Trump não descartou o uso de força militar para tomar o controle da Groenlândia. O republicano também alega que os cidadãos da ilha desejam se anexar aos EUA.

“O povo da Groenlândia não está feliz com a Dinamarca, sabe, acho que eles estão felizes conosco”, disse o republicano.



Autor Poder360 ·


“O vilão do Brasil é quem ganha R$ 5.000 e não declara para poder sobreviver. Vocês querem mesmo que o brasileiro engula isso? […] Todo mundo vai voltar a usar dinheiro vivo. Afinal, ninguém quer trabalhar um mês inteiro para, depois, o governo vir e morder o seu salário”, disse.

Segundo o deputado, com a medida do governo, os brasileiros deixarão de usar Pix, cartões de crédito ou débito e outras formas de transações financeiras para evitar a fiscalização da Receita Federal.

“O governo quer saber como você ganha R$ 5.000 e paga R$ 10.000 de cartão, mas não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo sobrevive pagando luz, moradia, educação, compras do mês e outros gastos”, declarou.

No vídeo, Nikolas ainda declarou que o PL, seu partido, acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar a decisão da Receita Federal.

“É hora de entender que, se a gente não parar o Lula, o Lula vai parar o Brasil”, finalizou.

Assista ao vídeo publicado pelo deputado (4min30):

COMO SERÁ A NOVA FISCALIZAÇÃO

A Receita Federal passou a ter acesso em 2025 a novos dados para monitorar as operações financeiras realizadas no Brasil. Agora, além daqueles já fornecidos pelos bancos tradicionais, o Fisco receberá dados de operadoras de cartão de crédito e instituições de pagamento, como varejistas de grande porte, bancos digitais e carteiras eletrônicas, incluindo transações via Pix. Só movimentações acima de R$ 5.000 para pessoas físicas ou R$ 15.000 para empresas serão informadas.

A decisão quer aumentar a coleta de dados para combater a evasão fiscal e promover a transparência nas operações financeiras globais. 

“Quem precisa da atenção […] é quem usa esses novos meios de pagamento para ocultar dinheiro ilícito, às vezes decorrente de atividade criminosa, de lavagem de dinheiro. O foco da Receita é para eles. Não é para você, trabalhador, pequeno empresário”, diz o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, em nota do governo. Eis a íntegra (PDF – 759 kB).

O texto reforça que as transações financeiras via Pix não serão taxadas diretamente no momento da operação. A campanha de comunicação do governo federal tem buscado disseminar a mensagem diariamente, mas não tem conseguido conter a incerteza em torno da medida.

REAÇÃO

A decisão de aumentar a fiscalização sobre transações eletrônicas tem sido criticada por partidos e políticos de oposição. Na prática, o sistema tal como foi apresentado visa a evitar a sonegação de quem usa os meios digitais de pagamento.

A rigor, não há imposto sobre o Pix. Esse meio de pagamento substituiu nos últimos anos as transações em dinheiro físico no Brasil. Antes, milhões de trabalhadores informais ficavam fora do radar da Receita Federal quando recebiam em dinheiro pelos seus serviços. Isso se manteve com o Pix. Agora, tudo fica registrado. Com o novo sistema, quem cair na faixa de renda passível de pagamento de IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física) será contatado para ser cobrado.

Uma renda de até R$ 27.110,40 por ano (ou R$ 2.259,20) está isenta de imposto, de acordo com a tabela da Receita Federal. A partir de R$ 27.110,41 e até R$ 33.919,80 (de R$ 2.259,21 a R$ 2.826,65 por mês), é necessário declarar IRPF e ficar sujeito a uma alíquota de 7,5% sobre o valor recebido.

Ocorre que os trabalhadores informais –um sorveteiro, pedreiro, eletricista, faxineiro, diarista, pintor e outros prestadores de serviço– costumavam receber sempre em dinheiro. Agora, com a popularização do uso do Pix, passam a ter toda a renda registrada e atrelada aos seus CPFs.

Isso também vai acontecer com milhões de beneficiários do Bolsa Família, que recebem o dinheiro do governo e seguem fazendo bicos de maneira informal. Caso o valor mensal supere R$ 5.000, essas pessoas serão contatadas pela Receita Federal e terão de passar a pagar impostos.

O Poder360 apurou que pesquisas reservadas já realizadas nos últimos dias mostram que a percepção geral dos chamados trabalhadores “remediados” e “batalhadores” é muito ruim.

Um exemplo possível é o de um sorveteiro que vende picolés num estádio de futebol. Durante o evento, e andando entre os torcedores na arquibancada, cobra R$ 10 por unidade. Se um grupo de torcedores compra 4, paga R$ 40 –via Pix. O dinheiro vai para a conta do vendedor, mas ele fica só com menos de R$ 20, pois o restante ele terá de repassar para quem fabricou o sorvete. No fim do mês, esse sorveteiro –totalmente informal– pode ter recebido mais de R$ 5.000 se trabalhar durante partidas com muito público. Nesse caso, será identificado pela Receita Federal e terá de declarar Imposto de Renda. A vida financeira dessa pessoa ficará mais complexa.

A pauta sobre impostos e as novas regras para fiscalização do Pix têm corroído a imagem do governo nas redes sociais e na vida real. A oposição tenta o tempo todo colar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a pecha de “cobrador de impostos”.



Autor Poder360 ·


Análise aponta que políticas comerciais do presidente podem impactar economia na América Latina, incluindo o Brasil

A situação fiscal dos países latino-americanos e as políticas comerciais do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), podem afetar negativamente os investimentos na região, incluindo o Brasil, de acordo com uma análise divulgada pela gestora Janus Henderson nesta 2ª feira (13.jan.2025).

Mario Aguilar, estrategista-sênior de portfólio da Janus Henderson, alerta que os déficits fiscais devem impactar as moedas locais, o que afetará os retornos dos investimentos nos países da América Latina. Ele destaca que, em muitos casos, esses investimentos estão atrelados a produtos importados cotados em dólar.

Segundo Aguilar, os déficits fiscais exigem ajustes na política macroeconômica, como o aumento das taxas de juros para controlar a inflação, o que pode prejudicar o crescimento econômico. No curto prazo, ele aponta que o Brasil pode se beneficiar de um real mais fraco, enquanto a Argentina deverá enfrentar dificuldades com uma moeda mais forte, devido à convergência da cotação oficial com a paralela.

O analista vê o Brasil e o Chile como mercados interessantes para investimentos de médio e longo prazo, mas alerta que isso depende da implementação de políticas fiscais eficazes e do respeito ao capital privado, o que poderia estimular o crescimento econômico.

Aguilar também destaca que, no momento, setores como o agronegócio e a mineração são promissores devido à desvalorização das moedas locais e ao aumento da demanda por commodities. Ele também enxerga oportunidades de investimento em infraestrutura e energia, com destaque para a necessidade de explorar novas fontes de energia, como biogás, solar e eólica, além do petróleo e gás, setores que poderão se beneficiar nos próximos anos.


Com informações da Investing.com Brasil



Autor Poder360 ·


Saldo negativo nas contas públicas é superior ao limite permitido, que é um deficit de 0,25% do PIB

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse nesta 3ª feira (7.jan.2025) que o deficit primário das contas públicas do governo central será próximo de 0,4% do PIB (Produto Interno Bruto).

A meta fiscal é de um resultado primário de 0%, o que significa saldo zero entre as receitas e despesas. Há uma margem de tolerância de até 0,25% do PIB, totalizando R$ 28,8 bilhões de saldo negativo. Portanto, o saldo negativo nas contas públicas será superior à meta sugerida pelo governo federal e aprovada pelo Congresso.

Mello disse que o país está no “sentido correto da recomposição fiscal” e do restabelecimento de superávits primários. O secretário declarou que, em 2024, o deficit primário será “muito próximo” de 0%. “Algo em torno de 0,4%, vai depender também do resultado do PIB”, disse. O secretário concedeu entrevista sobre o resultado primário estrutural do governo federal.

Assista (2h13min):

Mello disse que há muito trabalho a ser feito, mas que a consolidação fiscal tem avançado de forma “intensa”. Afirmou que o Brasil teve surpresas positivas nas contas públicas, como se aproximar de um resultado primário de 0% do PIB.

O governo central teve um deficit de R$ 230,5 bilhões em 2023, segundo dados do Tesouro Nacional. As projeções mais recentes dos agentes financeiros, divulgadas no Prisma Fiscal de dezembro, indicavam um saldo negativo de R$ 55,4 bilhões em 2024.

Segundo Mello, a redução do deficit primário demonstra o compromisso do governo no equilíbrio das contas públicas. “O que foi visto de ajuste fiscal em 2024, poucas vezes foi visto”, disse. “O FMI indica que o Brasil é um dos países que fez o maior esforço de consolidação fiscal em 2024. […] Nós não estamos falando que estamos na direção correta. Estamos falando da velocidade dessas direção e a intensidade desse ajuste”, disse.

DÍVIDA BRUTA

Segundo ele, o crescimento econômico e as taxas de juros são os principais fatores que determinam a trajetória do endividamento. A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) estava a 77,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em novembro de 2024. Os gastos com juros da dívida somaram R$ 918,2 bilhões no acumulado de 12 meses até novembro, um recorde da série histórica, iniciada em 2002.

O secretário defendeu que, como a taxa básica, a Selic, e os juros futuros “variam muito”, é “muito difícil dizer qual é o resultado fiscal necessário para estabilizar a dívida”.



Autor Poder360 ·


Presidente do PT criticou o ex-presidente após ele afirmar que o soldado investigado deveria ser sido recebido com as “devidas honras”

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), criticou nesta 2ª feira (6.jan.2025)  o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por sair em defesa do soldado israelense que passou a ser investigado pelo governo brasileiro por supostos crimes de guerra.

“Jair Bolsonaro, que sempre defendeu a ditadura, a tortura e torturadores, agora se junta ao governo de Benjamin Netanyahu, que deu fuga a um soldado do exército de Israel investigado por seus crimes pela justiça brasileira. Os genocidas se entendem, não é mesmo?”, declarou a deputada federal em sua conta no X (ex-Twitter).

A fala de Gleisi se dá depois de Bolsonaro dizer, na mesma rede social, no domingo (5.jan) que, se ainda fosse presidente, teria recebido o militar no Palácio do Planalto “com as devidas honras”.

“Esse ataque a Israel, país irmão, bem demonstra que Lula da Silva, que nada fez para sanar essa injustiça, sempre esteve  ao lado de ditadores e terroristas do mundo todo”, disse o ex-presidente.

ENTENDA

A Justiça Federal determinou que a PF (Polícia Federal) investigue um soldado de Israel, que está no Brasil, por supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza. A determinação foi emitida em 30 de dezembro de 2024, pela juíza Raquel Soares Charelli, do Distrito Federal.

Segundo o portal Metrópoles, o pedido foi apresentado pela HRF (Fundação Hind Rajab), organização que defende o direito dos palestinos. O soldado israelense está no Brasil para passar as férias. É acusado de participar de um ataque a um bairro residencial em Gaza, em novembro do ano passado.

No domingo (5.jan), o ministro de Assuntos da Diáspora de Israel, Amichai Chikli, disse que o pedido de investigação é uma “desgraça ao governo brasileiro”. Por carta, ele criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ajuda do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) para endossar a acusação.



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Ex-presidente declarou que taxa de desemprego de 6,1% no trimestre é encerrado em novembro “uma mentira”

A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), disse neste sábado (4.jan.2025) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “ataca” o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) porque tem “aversão à verdade”. Em 27 de dezembro, o ex-chefe do Executivo declarou que a taxa de desemprego divulgada pelo órgão era “uma mentira”.

“Bolsonaro ataca o IBGE e seu presidente, Marcio Pochmann, porque tem aversão à verdade”, declarou Gleisi em seu perfil no X (ex-Twitter). A taxa de desemprego do Brasil foi de 6,1% no trimestre encerrado em novembro. É o menor nível de desocupação do país na série histórica, iniciada em 2012.

A presidente do PT afirmou que a metodologia usada pelo IBGE é a mesma utilizada em todos os governos desde 2012, inclusive no período em que Bolsonaro e o então ministro da Economia Paulo Guedes levaram o desemprego a 14% –agravado pela pandemia de covid. Em 2021, a taxa de desemprego ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio.

Gleisi ainda lembrou do discurso do ex-presidente na abertura da 76ª edição da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em 2021. “O negacionista mentiu sobre os dados da covid e teve o desplante de falsificar, em plena Assembleia da ONU, os dados sobre desmatamento, além de atacar o INPE e as instituições científicas de maneira geral”.

A mídia internacional repercutiu a fala de Bolsonaro e afirmou que o então presidente “minimizou pandemia”. Ele falou sobre medidas de preservação ao meio ambiente e combate à pandemia tomadas por seu governo. Além da fala, veículos internacionais noticiaram a ida do presidente ao evento mesmo sem ter se vacinado contra a covid.



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Deputado ironizou disposição do cantor em disputar a presidência da República em 2026, mas elogiou a sua “coragem”

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou, em vídeo publicado em suas redes sociais nesta 5ª feira (2.jan.2024), a possível candidatura do cantor Gusttavo Lima à Presidência em 2026. Em tom de brincadeira, o deputado afirmou que ele pode ser uma “boa opção” para o cargo.

Gente, que cachaça é essa que o Gusttavo Lima tomou que agora ele quer virar presidente?”, brincou o deputado. Ele também mencionou a possibilidade de uma “campanha divertida” e imaginou o cantor sertanejo criando jingles de sucesso para sua candidatura.

Apesar da ironia, o deputado elogiou a postura de Gusttavo Lima, citando a sua “coragem” de entrar na política e sua postura pública em apoio a Jair Bolsonaro (PL) durante as eleições de 2022. “O Gusttavo Lima é incancelável. Ele é tipo o Neymar do sertanejo. Se o sistema não deixar Bolsonaro se candidatar, ele se mostra como uma opção viável”, afirmou Nikolas.

Gusttavo Lima, conhecido como “embaixador” no cenário sertanejo, disse, em entrevista ao portal Metrópoles, que pretende disputar o pleito de 2026. Caso Bolsonaro consiga reverter a decisão de inelegibilidade decidida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2023, os 2 poderiam concorrer no mesmo pleito. Bolsonaro já declarou a sua intenção de ser candidato. Segundo o ex-presidente, “só ele tem chance” de vencer a disputa.

O cantor foi um dos artistas sertanejos que apoiaram publicamente Bolsonaro na eleição de 2022. Na ocasião, ele chegou a visitar o ex-presidente no Palácio da Alvorada, em Brasília, ao lado de outros nomes do gênero musical, como Leonardo, Zezé Di Camargo e Chitãozinho.



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Kim Yi-bae declarou que a segurança do avião foi averiguada antes do voo; 179 pessoas morreram após colidir no domingo (29.dez)

O presidente da companhia aérea Jeju Air, Kim Yi-bae, disse nesta 3ª feira (31.dez.2024), que uma inspeção prévia não encontrou “nenhum problema” no avião antes do voo que matou 179 pessoas na Coreia do Sul no domingo (29.dez).

“Nada de anormal foi observado com o trem de pouso”, disse o CEO da companhia aérea em uma entrevista coletiva em Seul, segundo informações da BBC.

Yi-bae também respondeu que o avião não teria sido liberado para decolar se a equipe de manutenção não tivesse aprovado sua segurança. Segundo o CEO, o número de trabalhadores de manutenção por avião é de 12,9.

Também disse que a Jeju Air tem 2 simuladores de voo completos e seus pilotos são treinados de acordo com os padrões regulamentares.

“Temos uma lista de verificação de manutenção rigorosa, não é possível deixar passar coisas. Se algo fosse esquecido, seria um problema grave. Quanto ao funcionamento correto do trem de pouso, isso está diretamente relacionado à investigação do acidente, e não estamos em posição de saber neste momento”, afirmou.

No vídeo do acidente, é possível ver o avião chegando na pista e iniciando o pouso. A aeronave, um Boeing 737-800, aterrissa com o trem de pouso recolhido e direto com a barriga na pista.

Ao tentar aterrissar, a aeronave não conseguiu reduzir a velocidade e deslizou até atingir um muro que já estava fora da pista de pouso do Aeroporto de Muan. O avião explodiu com a colisão.

Ainda não há detalhes sobre o que causou o acidente, mas autoridades suspeitam que uma falha no trem de pouso, causada por um pássaro que teria se chocado contra a aeronave, pode ter resultado na tragédia. As condições climáticas também são investigadas.

Assista:

PRÓXIMOS PASSOS

O presidente da companhia aérea falou ainda que a empresa estava cobrindo os custos dos funerais das famílias das vítimas, fornecendo aconselhamento psicológico e preparando uma compensação de emergência para elas.

Durante a entrevista, Yi-bae também disse que a companhia aérea reduziria seu número de voos no inverno em 10 a 15%. O objetivo seria realizar mais manutenções nos aviões. 

Apesar disso, falou que a medida não é uma admissão de que a empresa opera muitos aviões. Acrescentou que a Jeju Air aumentará o monitoramento do clima antes e depois dos voos.

O CEO também reconheceu que nos últimos 5 anos a Jeju Air foi a companhia aérea coreana que mais pagou multas e enfrentou o maior número de ações administrativas. Disse, contudo, que a empresa estava melhorando seu histórico e fortalecendo os procedimentos de segurança e manutenção para “restaurar a confiança” dos consumidores.


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CEO da Petrobras declarou que combustíveis produzidos na estatal estão mais baratos, mas distribuidoras inflam valor ao consumidor

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse no domingo (29.dez.2024) que a estatal teve sucesso em sua estratégia de “abrasileirar” o preço dos combustíveis produzidos em suas refinarias e que mesmo vendendo um produto a um valor inferior ao do PPI (Preço de Paridade de Importação), foi capaz de ter lucro. A petroleira teve um resultado positivo de R$ 32,6 bilhões no 3º trimestre de 2024.

Em entrevista à Band News, a executiva declarou estar satisfeita com a estratégia comercial da companhia. Segundo Chambriard, a gasolina e o diesel produzidos pela companhia estão “sensivelmente” mais competitivos em relação ao final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Por outro lado, disse que os efeitos positivos desse “abrasileiramento” não são alcançados em totalidade pelo consumidor final, pois a estatal não tem mais influência na distribuição dos combustíveis.

A Petrobras vendeu seu braço no setor de distribuição para a Vibra em julho de 2019. A decisão fez parte do plano de desinvestimento da estatal iniciado no governo de Michel Temer (MDB) e continuada por Bolsonaro. Durante a campanha presidencial de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou diversas vezes a expressão “abrasileirar” em relação ao preços dos combustíveis.

“Estamos fazendo dinheiro depois de abrasileirar os preços, estamos oferecendo um preço do combustível sensivelmente mais barato do que em 31 de dezembro de 2022 e o que chega ao consumidor é parte nosso, mas tem a parte de outros atores que não nos competem. O preço abrasileirado vai até a refinaria, nós não temos acesso ao consumidor final mais”, disse Chambriard.

Segundo a executiva, um retorno da Petrobras no setor de distribuição não é do interesse da companhia no curto prazo. No entanto, a petroleira estatal mira um novo plano para comercializar seus combustíveis diretamente a grandes consumidores. Ou seja, uma venda direta em grande quantidade.

Um parceiro da Petrobras nessa nova estratégia é a Vale. Chambriard afirmou que as empresas negociam a compra e venda de diesel com uma parcela maior de biodiesel para descarbonizar suas atividades de mineração, ao mesmo tempo em que a compra de uma grande quantidade diretamente com a Petrobras –sem passar por uma distribuidora– alivia o preço final.

“Por enquanto não [voltar ao setor de distribuição], o que estamos pensando é em outra coisa, na venda de combustível para grandes consumidores. Temos uma parceria com a Vale para revenda de alguns derivados especiais como o diesel com parcela de renováveis”, disse Chambriard. “A vida direta para grandes consumidores sim nos interessa”.

ALTA DO DÓLAR E INCERTEZAS SERÃO UM DESAFIO

Em outubro, o Banco Mundial apresentou um relatório que aponta para uma queda no valor do barril em 2025. Segundo a entidade, existe uma sobre oferta da commodity que deve influenciar para baixo o preço do óleo e mantê-lo a uma média de US$ 73, o nível mais baixo desde a pandemia de covid-19. Em 2024, a média foi de US$ 80. Eis a íntegra do relatório (PDF – 1 MB, em inglês).

Já em novembro, o Banco Mundial publicou uma análise que pondera sobre os efeitos de conflitos globais no preço da commodity. O texto diz que qualquer aumento na intensidade de conflitos próximos de países produtores –no Oriente Médio, por exemplo– teria como consequência uma escalada no preço, que mesmo uma redução no consumo não conseguiria frear.

“Se a oferta mundial de petróleo diminuísse em 2 milhões de barris/dia devido a um choque relacionado com um conflito, os preços do petróleo Brent poderiam atingir um pico de US$ 92 o barril”, diz o texto. “Para 2025 como um todo, o preço do petróleo Brent poderá atingir uma média de US$ 84 o barril, 15 pontos percentuais acima da previsão de base, mas apenas 5 pontos acima do preço médio de 2024”. Eis a íntegra (PDF – 2 MB, em inglês).

Se o preço do barril subir, a Petrobras ficará mais pressionada a realizar reajustes no preço da gasolina e no diesel. Caso decida se blindar da escalada, a Petrobras pode deixar na mesa uma oportunidade de geração de caixa. Por outro lado, um petróleo mais barato também impacta a receita de estatal, que como Chambriard já declarou, tem no óleo e no gás o seu DNA.

Além dessas incertezas, a valorização do dólar também pesará na balança da Petrobras. Como a estatal importa petróleo, uma cotação elevada da moeda norte-americana valoriza os ganhos para o governo, seu principal acionista, mas por outro lado a estatal também tem uma série de custos em dólar.

Ao Poder360, o secretário-geral do Instituto Pensar Energia, Felipe Reis, disse que a Petrobras precisa ter atenção para ler o mercado internacional e manter uma estratégia que não impacte no caixa da estatal. Na visão do especialista, é possível que a petroleira siga sua política de preço e mantenha sua lucratividade, mas é necessário avaliar meios para amenizar os impactos dessa volatilidade.

“Abrasileirar seria afastar a formação do preço da volatilidade do dólar e do preço do barril, quando ela ignora esses fatores ela assume um custo de oportunidade e também ignora alguns elementos de custo que são atrelados ao dólar então isso certamente impacta seu caixa, mas existem estratégias para amenizar os impactos da volatilidade internacional e é isso que precisa ser avaliado”, disse Reis.



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