24 de janeiro de 2026
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Um possível ataque criminoso na madrugada desta terça-feira (13/1) destruiu 12 veículos e máquinas usados nas obras de duplicação da rodovia BR-153, no Norte de Goiás. A Polícia Civil investiga o caso, que também envolve agressões a um vigilante do canteiro de obras.

O incêndio ocorreu no km 185 da rodovia, nas proximidades da Fazenda Três Corações, em um trecho entre Campinorte e Uruaçu. Testemunhas e vestígios no local apontam para ação intencional.

Três máquinas e nove caminhões foram consumidos pelas chamas. Entre os equipamentos destruídos estavam nove caminhões-caçamba e três máquinas — retroescavadeira, motoniveladora e um trator de esteira — todos pertencentes ao canteiro responsável pela duplicação da rodovia.

O prejuízo pode chegar a R$ 10 milhões, segundo estimativa inicial. Os equipamentos estavam estacionados no local de apoio das obras e tiveram perda total após o fogo, que se espalhou rapidamente.

De acordo com a apuração, um dos vigilantes — funcionário de uma empresa terceirizada contratada pela Ecovias do Araguaia, concessionária que administra o trecho — foi levado a hospital após relatar à polícia que teria sido agredido por três homens. Em seguida, os suspeitos teriam ateado fogo aos maquinários.

Durante a ação, o guarda que fazia a vigilância do local também teria sido agredido. O delegado responsável pelo caso, Sandro Costa, afirmou que o vigilante será ouvido formalmente assim que receber alta. A perícia já está sendo realizada no local.

Concessionária afirma que acionou autoridades

A Ecovias do Araguaia informou em nota que a concessionária e a empresa executora acionaram as autoridades e estão colaborando com a apuração dos fatos. A empresa disse ainda que eventuais impactos no andamento das obras ainda estão sendo avaliados.

Até o momento, a Polícia Rodoviária Federal não divulgou posicionamento oficial sobre o episódio. A concessionária e a empreiteira seguem levantando os danos e as consequências para o cronograma.

O projeto de duplicação prevê 53 quilômetros de rodovia. Autoridades estaduais e responsáveis pelas obras agora concentram esforços nas investigações para identificar os autores e avaliar como o ataque afetará o andamento dos serviços.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Um incêndio destruiu uma extensa área de plantação de bananas em Souzânia, distrito de Anápolis, a 55 km de Goiânia. De acordo com informações do proprietário da fazenda, Mirson José Nogueira, estima que o fogo atingiu uma área equivalente a 200 campos de futebol, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 30 mil. As Polícias Civil e Técnico-Científica de Goiás estiveram no local e investigam a possibilidade de o incêndio ter começado após o rompimento de um cabo de energia elétrica.

A concessionária Equatorial, responsável pela rede de alta tensão que passa pela propriedade, afirmou, em nota à imprensa, que não foram detectados rompimentos de cabos ou falhas em seus equipamentos relacionados ao incêndio. Enquanto isso, Nogueira lamenta a perda de quase toda a área plantada, cerca de 12 hectares, onde estavam 600 caixas de bananas prontas para a colheita. A destruição trouxe incerteza ao produtor, que depende exclusivamente da plantação para seu sustento.

O fogo foi controlado na sexta-feira (13/9), após seis dias de avanço sobre a propriedade. No entanto, ainda restam focos de incêndio, e Nogueira e seus funcionários têm utilizado baldes de água para combater as chamas remanescentes. Para prevenir novos focos, eles também criaram aceiros e usaram abafadores. Nogueira prevê que a recuperação total da área levará cerca de dois anos.

O delegado Luziano Carvalho, da Delegacia Estadual do Meio Ambiente (Dema), indicou que a principal suspeita é de que o incêndio foi causado pelo rompimento de um cabo de energia. Segundo ele, há fortes indícios de que esse foi o ponto inicial do fogo. As investigações continuam para confirmar a causa exata do incidente.

Nota da Equatorial

A Equatorial Goiás esclarece que para poder responder os clientes sobre demandas de falta de energia, precisa da unidade consumidora que fica na própria conta de energia. O número é vital para identificar as informações da unidade do cliente, trecho da rede que atende o morador e entender o que pode ter provocado a possível falha no fornecimento.

A distribuidora não possui registros de afetação na rede, ruptura de cabos ou defeito em equipamentos que possam estar relacionados ao incêndio no local citado na reportagem. E destaca que qualquer conclusão, neste momento, pode ser precipitada, já que exige conclusões com base em laudos e provas para confirmar a origem do fogo.

Os clientes podem entrar em contato pelos canais oficiais de atendimento para registros de ocorrências:

Aplicativo Equatorial Goiás, disponível para download no Android e iOS;

Call Center 0800 062 0196;

Atendente Virtual Clara no WhatsApp (62) 3243-2020

Autor Felipe Fulquim