O prefeito em exercício de Goiânia, Anselmo Pereira (MDB), esteve na Câmara Municipal nesta terça-feira (12/05), acompanhado de secretários, para destravar a tramitação de projetos prioritários. Entre as matérias estão o reajuste salarial dos servidores da Educação e os programas Morar no Centro, Meu Uniforme e o Programa de Autonomia Financeira das Unidades de Saúde (Pafus).
Durante a sessão, o Pafus foi aprovado por unanimidade em votação rápida. Anselmo destacou o gesto como sinal de alinhamento entre os poderes.
“Viemos com os secretários para estreitar essa relação. Acabamos de dar uma demonstração e aprovamos um projeto que vai revolucionar a saúde no município”, afirmou.
Ele também ressaltou os avanços recentes da gestão.
“Essa demonstração é inequívoca de que os poderes podem ser parceiros. Temos uma série de projetos que vão ser lançados e aprovados ainda esta semana”, disse Anselmo, citando melhorias conquistadas na gestão do prefeito Sandro Mabel (União).
A presença do Executivo foi bem recebida pelos vereadores.
“O secretariado aqui é simbólico para mostrar que a Câmara e a prefeitura trabalham juntas”, afirmou Lucas Kitão (União). Já o vereador Wellington Bessa (DC), líder do prefeito na Casa, afirmou que Executivo e Legislativo defendem o mesmo objetivo:
“Uma cidade melhor para todos os cidadãos goianienses”.
Na Educação, a secretária Giselle Faria defendeu urgência no reajuste de 5,4%.
“Essa é uma pauta que não pode esperar”, explicou, citando o pagamento retroativo. Também em análise, o Fomenta Goiânia busca estimular pequenos negócios.
“A nossa presença aqui favorece o real entendimento”, disse o secretário Adonídio Neto. Outros projetos em tramitação tratam da LOA de 2027, assistência social, área para a Guarda Civil e ajustes tributários.
Pafus promete levar recursos direto às unidades de saúde
O Pafus (Programa de Autonomia Financeira das Unidades de Saúde) foi aprovado em segunda votação nesta terça-feira (12/05) e segue para sanção do prefeito. A proposta permite que as 117 unidades recebam recursos diretamente em contas próprias, com autonomia para despesas cotidianas.
O prefeito licenciado, Sandro Mabel (União), celebrou a aprovação da matéria.
“Isso vai impactar diretamente no atendimento. Vamos poder atender as pessoas da forma que elas deservem”, afirmou. A medida reduz a burocracia e agiliza soluções simples, como pequenos reparos e manutenção.

“Estamos tirando a burocracia do caminho e colocando a solução mais perto de quem precisa”, destacou Anselmo Pereira.
Pelo projeto, cada unidade poderá receber até R$ 200 mil por ano, conforme critérios de porte e necessidade. O programa prevê comissões locais e prestação de contas trimestral, com fiscalização de órgãos de controle.
“O Pafus vai trazer mais agilidade e qualificar o atendimento”, concluiu o secretário de Saúde, Luiz Pellizzer.

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