19 de maio de 2026
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O deputado estadual Veter Martins (PSB), representante de Aparecida de Goiânia na Assembleia Legislativa de Goiás, reafirmou ao PORTAL NG nesta sexta-feira (8/5) seu apoio à pré-candidatura de Daniel Vilela (MDB) ao governo estadual. Na ocasião, o parlamentar também abordou a polêmica filiação do colega Rubens Marques ao PSB, tema que segue gerando forte resistência interna.

O imbróglio começou após a janela partidária de março, quando Rubens Marques deixou o União Brasil e migrou para o PSB nos últimos instantes do prazo. A chegada foi prontamente reprovada por Veter e por Karlos Cabral, que já integram a legenda e buscam a reeleição. A preocupação é matemática: caso o partido conquiste apenas duas cadeiras, um dos três ficará sem mandato.

Enquanto Rubens Marques afirma ter entrado “pela porta da frente” a convite da presidente estadual, Aava Santiago, Karlos Cabral rebate dizendo que a filiação ocorreu “pela porta dos fundos”. Veter Martins reforçou o coro crítico, classificando a movimentação como um “aborto da natureza” por ter ocorrido sem o aval do grupo que articulava a chapa para 2026.

Segundo Veter, a situação jurídica de Marques ainda é incerta.

“Tramita um processo interno no partido discutindo a filiação da forma como foi feita. Minha posição, contudo, está definida: faço parte da base governista e caminhamos juntos com a pré-campanha de Daniel Vilela”, afirmou.

Sobre o Senado, o deputado confirmou apoio a Gracinha Caiado, mantendo em aberto a segunda vaga da base. Questionado sobre uma possível exclusão de Rubens Marques da chapa, ele foi cauteloso: “Existe um procedimento interno tramitando. Vamos aguardar o posicionamento dos dirigentes. Eu não faço parte da direção do PSB”, concluiu.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) será palco, no dia 15 de abril, às 19 horas, do lançamento do livro “A Rebelião”, de autoria do promotor de Justiça e doutor em Psicologia Haroldo Caetano. A obra marca a estreia do autor na literatura memorialística e revisita um dos episódios mais marcantes do sistema prisional brasileiro. A solenidade será no auditório 1 do Palácio Maguito Vilela. 

A publicação reconstrói a rebelião ocorrida em março de 1996 no Centro Penitenciário de Atividades Industriais do Estado de Goiás (Cepaigo), atual Penitenciária Odenir Guimarães, considerada a maior crise prisional da história goiana. À época, a unidade, projetada para abrigar 320 detentos, comportava 782, em meio a denúncias de maus-tratos e falhas estruturais. O cenário se agravou durante uma visita de autoridades realizada sem planejamento adequado, o que contribuiu para o desencadeamento do motim.

O episódio foi liderado pelo detento Leonardo Pareja, figura que ganhou notoriedade nacional à época. Entre as autoridades feitas reféns estava o então jovem promotor Haroldo Caetano, que permaneceu sob domínio dos amotinados por mais de uma semana. Três décadas depois, o autor retoma os acontecimentos com base em sua experiência direta e em um amplo conjunto de fontes, incluindo reportagens, arquivos televisivos e registros oficiais.

Escrito em formato de romance de suspense, “A Rebelião” apresenta uma narrativa que busca reconstruir os fatos sob uma perspectiva crítica, destacando os erros estratégicos e operacionais que contribuíram para o desfecho da crise. A obra também resgata personagens emblemáticos do episódio e propõe uma reflexão sobre o sistema prisional brasileiro.

O livro é publicado pela Editora Jandaíra e já se encontra em pré-venda. A edição conta, ainda, com ilustrações do fotógrafo Carlos Costa, que, à época da rebelião, atuava como repórter fotográfico do jornal O Popular e acompanhou de perto o motim. Atualmente, Costa integra a equipe de Comunicação da Alego e realiza coberturas de eventos institucionais e esportivos.

Com o lançamento, a Alego abre espaço para a reflexão sobre um dos episódios mais relevantes da história recente do Estado, reunindo memória, jornalismo e análise crítica em uma obra que oferece o testemunho de quem vivenciou diretamente os acontecimentos.



Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Prefeitura de Goiânia suspendeu, nesta quarta-feira (1º/4), o contrato com a organização social responsável pela administração da Maternidade Célia Câmara, após denúncias de falta de insumos, ausência de médicos e interrupções no atendimento. A medida foi adotada em meio ao agravamento da crise na unidade.

Nesta quinta-feira (2/4), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que suspendeu preventivamente o contrato com a Sociedade Beneficente São José (SBSJ) e que o Instituto Patris assumiu provisoriamente a gestão do Hospital e Maternidade Célia Câmara na noite de quarta-feira (1º). A pasta informou que a mudança de gestão ocorreu de forma emergencial para tentar restabelecer o funcionamento regular do serviço.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a situação já era monitorada desde dezembro, mas a fiscalização foi intensificada nos últimos dias diante do aumento das falhas observadas. A secretaria relatou que pediu à antiga gestora a comprovação do preenchimento das escalas médicas e da recomposição dos estoques de insumos e medicamentos, mas não recebeu os documentos solicitados.

A direção da maternidade passou recentemente por um processo interno de transição da empresa que prestava os serviços médicos. De acordo com a instituição que administrava a unidade, os pacientes internados continuaram recebendo assistência integral, sem interrupções no atendimento.

O assessor técnico da SMS, médico Frank Cardoso Barbosa Viana, afirmou que a secretaria vai apurar como se deu a troca das equipes médicas. Questionado sobre a saída da empresa anterior, ele disse que a contratação é de responsabilidade da organização social gestora.

“Essa organização da organização social para com a empresa médica é algo que ainda vai ser apurado pela secretaria para que haja um entendimento dessa operação”, afirmou.

No início desta semana, equipes técnicas da pasta, que acompanhavam a situação presencialmente, constataram que o serviço ainda não havia sido plenamente restabelecido. A SMS reforçou, por fim, que os repasses para a gestão das maternidades municipais foram feitos rigorosamente em dia.

O Instituto Patris foi convidado a assumir a unidade por já administrar um serviço de perfil semelhante e com desempenho considerado satisfatório.

A pasta também informou que as maternidades Dona Íris e Nascer Cidadão seguem funcionando normalmente, com todos os serviços assistenciais previstos nos planos de trabalho.

A SMS disse manter o compromisso com o acesso, a qualidade e a continuidade do cuidado materno-infantil, além da transparência na aplicação dos recursos públicos.

Falhas no serviço levaram à decretação de calamidade

A crise nas maternidades públicas já vinha sendo apontada como um dos fatores que levaram à decretação de calamidade na saúde de Goiânia no fim de 2024 e no início de 2025, durante a transição entre a gestão anterior e o governo Sandro Mabel (UB). Na época, as unidades eram administradas por uma organização social ligada à UFG, que acabou afastada pelo prefeito.

A vereadora Aava Santiago, que pediu auditoria do SUS na saúde da capital, disse que o problema é resultado de uma sequência de falhas acumuladas ao longo do tempo.

“É preciso dizer com clareza que isso não começou agora. Essa crise é resultado de uma sequência de omissões, escolhas erradas e descaso com a rede materno-infantil da cidade”, afirmou.

Ela disse acompanhar o caso e cobrar providências desde os primeiros episódios de desassistência.

“No ano passado, diante de mais um episódio grave de desassistência, levamos o caso ao Ministério da Saúde”, destacou. Segundo a vereadora, foi a partir dessa denúncia que o DenaSUS fez a auditoria nas maternidades públicas de Goiânia.

“O relatório, porém, foi contundente ao apontar falhas graves de gestão, execução financeira e monitoramento contratual, com impacto direto na assistência obstétrica e neonatal, além de responsabilizar administrativamente a própria Secretaria Municipal de Saúde”, acrescentou.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Mais cedo, o senador Magno Malta afirmou que um médico chamado pela família passaria a noite na casa do ex-presidente

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), disse que a crise de soluços do seu pai melhorou no fim da noite de 2ª feira (29.set.2025).

Mais cedo, Carlos havia publicado no X que a família avaliava a necessidade de levar Bolsonaro ao hospital por causa de uma crise de soluços acompanhada de 4 episódios de vômito. Segundo o vereador, eram os “mais intensos”.

Horas depois, em nova publicação na rede social, ele afirmou que a crise passou. Carlos disse que a situação enfrentada por Bolsonaro é “de rasgar o coração”.

Mais cedo na 2ª feira (29.set), o senador Magno Malta (PL-ES) declarou que um médico iria dormir na casa de Jair Bolsonaro para acompanhar de perto o estado de saúde do ex-presidente.

Ao longo do dia, Bolsonaro recebeu a visita do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Ele relatou que Bolsonaro não parava de soluçar durante o encontro. “É muito triste ver o presidente na situação que ele está, conversando e ele soluçando o tempo todo”, disse.

Em 16 de setembro, Bolsonaro já havia sido internado no Hospital DF Star, em Brasília, com quadro de vômitos, tontura, queda de pressão arterial e pré-síncope. Ele recebeu alta em 17 de setembro, quando exames confirmaram a presença de carcinoma de células escamosas “in situ” em 2 das 8 lesões retiradas em procedimento realizado no domingo (14.set.2025).

O diagnóstico indica um câncer de pele em estágio inicial, restrito às camadas superficiais e sem invasão de tecidos mais profundos. Esse tipo de carcinoma costuma ter altas taxas de cura quando identificado nessa fase e tratado adequadamente.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) será palco de uma audiência pública nesta quarta-feira, 23, às 9 horas, no Auditório Francisco Gedda, para discutir a situação do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas). Organizada pelo deputado estadual Mauro Rubem (PT), a audiência tem como tema central “A necessidade de restauração do Imas” e busca soluções para os problemas enfrentados pelos servidores municipais no acesso a serviços de saúde.

O evento reunirá figuras-chave para debater a crise no instituto, marcada por denúncias de precariedade no atendimento, negativas de cobertura para exames e procedimentos, além da controversa terceirização da Junta Médica para o Serviço Social da Indústria (Sesi), com contrato de R$ 9 milhões firmado sem licitação. Entre os convidados estão o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), o presidente do IMAS, Paulo Henrique Rodrigues, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde-GO), Néia Vieira, representando o Fórum Sindical dos Servidores Públicos Municipais de Goiânia, o ex-secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia e ex-presidente do Ipasgo, Jeovalter Correia, e Antônio Gonçalves Rocha Júnior, representante do Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed).

A audiência surge em resposta às crescentes críticas à gestão da instituição, que incluem dificuldades no atendimento a casos graves, como câncer e doenças crônicas, somada a falta de transparência na terceirização das perícias médicas. O deputado Mauro Rubem, que já ingressou com uma ação popular na Justiça para suspender o contrato com o Sesi, aponta que a terceirização fere princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade e moralidade. “É inadmissível que os servidores, que têm descontos mensais em seus contracheques, enfrentem tamanha precariedade no acesso à saúde. Essa audiência é um passo para cobrar soluções concretas e garantir os direitos dos trabalhadores”, observou o petista.

O evento é aberto ao público e será transmitido pelas redes sociais da Alego, reforçando o compromisso com a transparência. A expectativa é que as discussões resultem em propostas concretas para reestruturar o Imas, no intuito de garantir um atendimento digno e de qualidade aos servidores públicos municipais de Goiânia.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Pesquisas sobre as fraudes nos benefícios são mais associadas ao presidente do que outras políticas; petista também é associado a “terrorismo” e “prisão”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido mais associado à crise dos descontos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) do que à sua viagem para a Rússia e para a China, ao considerar as buscas realizadas no Google.

A plataforma Google Trends permite fazer comparações entre pesquisas relacionadas a um único termo. Os dados mostram que a palavra “Lula” tem mais buscas relacionadas a “INSS” e “fraude” do que à palavra “Rússia”, por exemplo.

Uma investigação da Polícia Federal mostrou em abril que associações e sindicatos conseguiram aproximadamente R$ 6,5 bilhões por meio de um esquema de retenção indevida de 2019 a 2024.

A metodologia do Google Trends funciona assim: os termos associados variam de 0 a 100 pontos. Quanto maior o placar, mais relacionadas as buscas estão.

Naturalmente, a busca mais ligada a “Lula” é o nome completo do presidente, marcando a pontuação máxima. Os dados foram levantados nesta 4ª feira (7.mai.2025).

Leia o placar abaixo (clique aqui para abrir em outra aba):

 

Além disso, outras palavras também estão associadas à crise do INSS no Google. É o caso de “irmão” e “sindicato”. É uma referência a José Ferreira da Silva, o Frei Chico.

O irmão de Lula é diretor e vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), uma das 11 organizações investigadas na operação da PF.

Termos associados a Lula também incluem “terrorismo”, “prisão” e “Comando Vermelho”. Parte da oposição acusa o petista de se associar a organizações criminosas.

FRAUDE BILIONÁRIA NO INSS

Segundo a Polícia Federal, sindicatos e associações realizavam um ACT (Acordo de Cooperação Técnica) com o INSS para oferecer benefícios aos aposentados associados.

Os serviços incluíam:

  • auxílio jurídico;
  • desconto no plano de saúde;
  • auxílio funerário.

O acordo permitia que as entidades realizassem um desconto de “mensalidades associativas” na folha de pagamento dos beneficiários.

Tais entidades cadastraram os aposentados sem a autorização, utilizando documentos e assinaturas falsas. As investigações indicam que não tinham estrutura para manter os serviços oferecidos.

Com isso, falsificavam assinaturas para associar o pensionista a entidades e realizar os descontos automáticos na folha de pagamento dos beneficiários.

A controladoria também identificou que 70% das 29 entidades analisadas não entregaram a documentação completa ao INSS.

Na operação, 6 pessoas foram afastadas de suas funções:

  • Alessandro Stefanutto – presidente;
  • Virgílio Ribeiro de Oliveira Filho – procurador-geral do INSS;
  • Vanderlei Barbosa dos Santos – diretor de Benefício junto ao Cidadão;
  • Giovani Batista Fassarella Spiecker – coordenador-geral de Suporte ao Atendimento ao Cliente;
  • Jucimar Fonseca da Silva – coordenador-geral de Pagamentos e Benefícios;
  • policial federal – identidade não foi divulgada.

A PF informou que apreendeu carros de luxo, dinheiro em espécie, joias e quadros. Os valores totais e a quantidade exata ainda estão em levantamento.

Eis algumas informações do governo:

  1. como funciona o desconto de mensalidades “As entidades de classe, como associações e sindicatos, formalizam Acordos de Cooperação Técnica com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Esses acordos permitem que as entidades realizem descontos de mensalidades associativas diretamente na folha de pagamento dos beneficiários do INSS, desde que autorizados pelos aposentados e pensionistas.”;
  2. autorização do beneficiário “Para que o desconto seja realizado, a entidade precisa da autorização expressa e individual de cada beneficiário para realizar o desconto de sua mensalidade associativa. Na investigação, foram identificadas, porém, a ausência de verificação rigorosa dessa autorização e a possibilidade de falsificação de documentos de filiação e autorização.”

COMPENSAR AS PERDAS

Há duas opções centrais que a gestão de Lula pode seguir para pagar as perdas dos beneficiários:

  • recuperar o dinheiro com as entidades – improvável que seja possível em um prazo de curto a médio prazo;
  • bancar do próprio bolso – utilizar dinheiro dos cofres públicos para pagar ao menos uma parte dos R$ 6,5 bilhões.

A Previdência tem um Orçamento trilionário. O impacto é considerado relativamente marginal, mas não deixa de ser um desgaste forte para o governo com o eleitorado.



Autor Poder360 ·


Um homem de 38 anos sofreu uma crise de hipoglicemia (queda significativa dos níveis de glicose no sangue) e precisou de resgate médico de urgência enquanto realizava abastecimento em um posto de combustível na zona urbana da Rodovia BR-153, em Goiânia. A emergência aconteceu na manhã desta segunda-feira (7/4), de acordo com informações do Núcleo de Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal.

No momento da ocorrência, agentes da PRF controlavam uma retenção de tráfego na região, para minimizar o congestionamento, quando foram informados por funcionários do posto de combustíveis sobre o motorista que, aparentemente, não conseguia sair do veículo ou retirar o carro do local.

“A equipe se dirigiu rapidamente até o posto e encontrou o homem com sintomas evidentes de confusão mental, fala arrastada e dificuldade de locomoção”, informou a PRF.

Ao se aproximarem, os agentes notaram que o motorista estava com a pele extremamente fria e suada. Com o apoio da equipe de supervisão da concessionária que administra a rodovia, o homem foi retirado do veículo e colocado em uma posição mais confortável enquanto aguardava o atendimento médico.

Devido ao quadro clínico e à possibilidade de o motorista perder a consciência, um dos policiais permaneceu ao lado do homem durante todo o tempo, mantendo uma comunicação constante para evitar que ele desmaiasse.

A ambulância da concessionária foi acionada e, após os primeiros atendimentos, o motorista foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento do Jardim Novo Mundo, na região leste da Capital, para cuidados médicos adicionais.

O nome do homem não divulgado. Segundo a PRF, a situação foi prontamente controlada e o motorista está fora de risco.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, reuniu os vereadores eleitos nesta sexta-feira (10/01) para debater os desafios financeiros do município. O encontro, realizado na Cidade Administrativa Maguito Vilela, contou com a presença do vice-prefeito João Campos e do ex-prefeito Gustavo Mendanha, que integra voluntariamente a equipe de gestão. Vilela reafirmou que a dívida herdada pela nova administração ultrapassa R$ 400 milhões, com apenas R$ 9 milhões disponíveis em caixa.

Durante a reunião, Vilela destacou a grave situação enfrentada pela prefeitura. A folha de pagamento de dezembro, avaliada em R$ 58 milhões, não foi quitada, e serviços essenciais estão comprometidos devido à precariedade de equipamentos e infraestrutura. “Com gestão responsável e união com os vereadores, superaremos essa crise e atenderemos às expectativas da população”, afirmou o prefeito.  

Para recuperar o equilíbrio fiscal, a prefeitura anunciou medidas rigorosas, incluindo o corte de 40% nos cargos comissionados, redução no consumo de água e energia em prédios públicos e renegociação de dívidas com fornecedores. Essas ações visam honrar os pagamentos atrasados e garantir a manutenção dos serviços públicos.  

Vilela pediu apoio dos vereadores para enfrentar os desafios. “A situação é calamitosa, mas, com um esforço conjunto, devolveremos à cidade organização e funcionalidade. Assim, poderemos retomar o desenvolvimento e entregar os projetos que a população necessita”, declarou. Os cortes e economias foram apresentados como a base para reconstruir a saúde financeira do município.  

Os vereadores demonstraram solidariedade e disposição para colaborar. O presidente da Câmara, Gilsão Meu Povo (MDB), garantiu apoio ao Executivo. “Fomos eleitos para trabalhar pelo povo e daremos prioridade a projetos que ajudem a superar essa crise. O Legislativo será parceiro em iniciativas que beneficiem Aparecida”, afirmou.

Secretários municipais também participaram do encontro, apresentando diagnósticos das áreas mais afetadas. Participaram da reunião os secretários Carlos Eduardo de Paula (Fazenda), Fábio Passaglia (Governo), Alessandro Magalhães (Saúde), Professora Núbia Farias (Educação), Arthur Henrique Braga (Administração), Vanilson Bueno (Articulação Política), Alfredo Soubihe (Infraestrutura) e Wagner Siqueira (Desenvolvimento Urbano).



Autor Felipe Fulquim


A gerente das Regionais de Saúde do Estado de Goiás, Jaqueline Rocha, explicou nesta segunda-feira (2/12) a implantação dos 13 Gabinetes de Crise para monitorar e dar suporte à saúde pública de Goiânia. Propostos pelo Gabinete de Crise Central, os Gabinetes de Crise funcionam em conjunto com equipes compostas por servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) e a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), nos Centros de Atenção Integrada à Saúde (Cais), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centros Integrados de Atenção Médico Sanitária (Ciams) espalhados pela capital

O primeiro a ser instalado foi o da UPA Maria Pires Perillo (Região Noroeste), na última sexta-feira (29/11). A ideia é identificar os problemas que precisam ser resolvidos e garantir a assistência ao paciente. Diariamente, os dados vão ser enviados ao Gabinete de Crise Central para análise e tomada de decisões sobre como melhorar a assistência à população.

“A implantação do gabinete é uma sala-situação onde serão informadas diariamente informações relacionadas à gestão de recursos humanos, gestão de insumos e medicamentos, questões de solicitação de leitos de UTI, leitos de enfermaria, monitoramento da taxa de ocupação das unidades, e isso tudo alimenta um painel de indicadores que serve para tomada de decisão”, explica Jaqueline Rocha.

O gabinete de crise, destaca a gerente, é um instrumento de gestão que recebe e analisa informações estratégicas que serão alimentadas diariamente para que a gestão municipal possa fazer a sua tomada de decisão.

Técnicos do Gabinete de Crise da SES discutem informações obtidas na UPA Noroeste

“O gabinete de crise possibilita monitorar a quantidade de solicitações de leitos de enfermaria, a quantidade de solicitações de leitos de UTI, de terapia intensiva, e monitora também a quantidade de atendimentos de urgência e emergência das unidades de saúde”, completa.

Jaqueline Rocha cita como exemplos uma situação em que há sobra de insumos ou medicamentos em determinada unidade e falta em outra. Com essas informações, a gestão municipal pode fazer o dimensionamento e redirecionamento de insumos entre uma unidade e outra.

“Identificando que seja necessário fazer também remanejamento de recursos humanos de unidades que têm um perfil com menos atendimento para uma unidade que tem mais atendimento, isso também poderá ser evidenciado e identificado no painel”, diz.

No caso de leitos de UTI, o Gabinete de Crise vai permitir identificar quais são as unidades que estão com maiores solicitações, perfil do paciente, para que em tempo oportuno este paciente seja atendido na unidade de saúde adequada e em tempo oportuno.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Após quatro derrotas seguidas na Série B do Campeonato Brasileiro, o Santos volta a jogar na Vila Belmiro buscando interromper a crise em que se afundou. Na última vez que jogou no litoral paulista, no dia 19 de maio, o time dirigido por Fábio Carille goleou o Brusque por 4 a 0 e era o líder com 15 pontos.

Agora, sétimo colocado, com os mesmos 15 pontos, o Santos enfrenta o Goiás nesta quarta-feira, às 19h. Carille deve contar com força máxima para o confronto. Os atacantes Guilherme e Furch, recuperados de lesão, devem começar como titulares. Eles estiveram no banco contra Operário-PR, na sexta-feira, e entraram para tentar evitar mais um resultado negativo, mas não tiveram sucesso.

Desde a goleada sobre o Brusque, que marcou a volta do público à Vila Belmiro após punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Santos jogou quatro vezes longe de seu estádio. Foram partidas em Minas, no Paraná e no interior de São Paulo. O confronto contra o Botafogo-SP, pela oitava rodada, tinha o time como mandante, mas por questões comerciais foi disputado no estádio do Café, em Londrina.

Após o jogo no interior do Paraná, a delegação se deslocou de ônibus para o interior de São Paulo para enfrentar o Novo Horizontino. O episódio gerou reclamação pública do atacante Wesley Patati, que acabou multado pela diretoria.

O Santos iniciou a campanha na Série B como um dos favoritos não só para voltar à elite, mas também para a conquista do título. Agora viver uma péssima fase, sem precedente nem mesmo em 2023, quando não passou da primeira fase do Paulista e amargou o inédito rebaixamento no Brasileiro. No ano passado, o Santos acumulou no máximo três derrotas consecutivas.

Carille diz ter a diretoria próxima e que acompanha todo o trabalho que ele faz, mas sabe que “futebol é resultado” e que seu cargo está em risco no caso de um novo resultado insatisfatório. Na preparação para enfrentar o Goiás, o técnico além de trabalhar tática e fisicamente também mostrou preocupação com as jogadas de bola parada, que originaram gols sofridos pela equipe nas últimas rodadas.

O Goiás tem 18 pontos na classificação, e o técnico Márcio Zanardi fará uma mudança em relação ao time que empatou por 1 a 1 com o Coritiba na última rodada. O atacante colombiano Ángelo Rodríguez saiu machucado e está vetado. A tendência é que Breno Herculano entre em seu lugar e faça trio de ataque com Welliton Matheus e Paulo Baya.

FICHA TÉCNICA

SANTOS X GOIÁS

SANTOS – Gabriel Brazão; JP Chermont, Gil, Joaquim e Escobar; João Schmidt, Diego Pituca e Giuliano; Pedrinho, Furch e Guilherme. Técnico: Fábio Carille.

GOIÁS – Tadeu; Lucas Ribeiro, Edson Felipe e David Braz; Diego, Marcão, Juninho e Luiz Henrique; Welliton Matheus, Breno Herculano e Paulo Baya.

Técnico: Márcio Zanardi.

ÁRBITRO – Rodrigo José Pereira de Lima (PE).

HORÁRIO – 19h.

LOCAL – Vila Belmiro, em Santos (SP).



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