29 de junho de 2026
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Houve variações de 0,4% na indústria, 0,3% em serviços e 0,0% na agropecuária

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto), avançou 0,5% em abril na comparação com março, na série com ajuste sazonal. O Banco Central divulgou o resultado nesta 4ª feira (17.jun.2026).

A indústria registrou alta de 0,4%, os serviços cresceram 0,3% e a agropecuária ficou estável. O IBC-Br, sem a agropecuária, avançou 0,4% no mês.

No trimestre encerrado em abril, em comparação com o trimestre finalizado em janeiro, o IBC-Br registrou alta de 1,2%. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 1,6%.

O Banco Central iniciou neste ano um ciclo de flexibilização monetária da taxa básica de juros, a Selic. A taxa começou 2026 em 15% ao ano. Desde então, a autoridade monetária promoveu 2 cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual. Atualmente, a Selic está em 14,50%.

Nesta 4ª feira (17.jun.2026), o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgará uma nova decisão sobre a taxa básica de juros.

IBC-BR E PIB

O IBC-Br é um indicador do Banco Central que acompanha mensalmente a atividade econômica brasileira. Reúne dados da indústria, do comércio, dos serviços e da agropecuária.

Segundo o BC, o indicador utiliza um conjunto mais restrito de informações do que o PIB (Produto Interno Bruto), calculado pelo IBGE.

O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre de 2026 em relação aos últimos 3 meses de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE em 29 de maio.



Autor Poder360 ·


Proposta permite que BC retenha receitas próprias, garante autonomia orçamentária e inclui proteção ao Pix na Constituição

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 65/2023), que amplia a autonomia financeira, orçamentária e administrativa do Banco Central (BC). O texto agora segue para análise e votação no plenário da Casa.

A proposta representa um novo avanço no processo de independência da autoridade monetária, iniciado em 2021, quando foi aprovada a autonomia operacional do Banco Central.

Entre as principais mudanças previstas está a possibilidade de o BC utilizar recursos próprios provenientes da chamada senhoriagem — receita gerada pela emissão de moeda — sem a necessidade de transferência integral desses valores para o Tesouro Nacional.

Atualmente, o orçamento da instituição é definido por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA), seguindo as regras aplicadas aos demais órgãos da administração pública federal.

PEC amplia independência administrativa e financeira

O texto aprovado estabelece autonomia administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial para o Banco Central.

A proposta também prevê que a instituição não ficará vinculada a ministérios ou órgãos da administração pública, além de afastar qualquer relação de subordinação hierárquica.

Na prática, a medida busca garantir maior autonomia para que a autoridade monetária administre seus recursos, investimentos e estrutura operacional.

O relator da proposta, senador Plínio Valério (PSDB-AM), rejeitou as emendas apresentadas durante a tramitação na comissão, incluindo uma proposta do líder do governo no Senado, senador Jacques Wagner (PT-BA).

Governo manifesta preocupação com impactos fiscais

A principal emenda defendida pelo governo previa que o orçamento do Banco Central fosse submetido previamente à aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Atualmente, o CMN é composto pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e pelo presidente do Banco Central.

Segundo Jacques Wagner, a medida daria maior previsibilidade fiscal e evitaria impactos indiretos sobre as contas públicas.

O senador argumentou que eventuais prejuízos financeiros registrados pelo Banco Central podem exigir aportes do Tesouro Nacional, afetando o resultado fiscal do governo.

Apesar da rejeição da emenda, o texto aprovado manteve a participação do Conselho Monetário Nacional na apreciação prévia do orçamento da instituição.

A proposta prevê ainda que determinadas despesas administrativas e de pessoal sejam posteriormente analisadas por comissão temática do Senado.

Pix passa a ter proteção constitucional

Um dos pontos que mais chamou atenção durante a discussão da PEC foi a inclusão de um dispositivo específico para proteger o Pix.

Após questionamentos sobre a possibilidade de futura privatização do sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, o relator decidiu inserir uma garantia expressa no texto constitucional.

O dispositivo estabelece que ficam proibidas quaisquer formas de concessão, cessão, alienação, transferência ou entrega do Pix para entidades públicas ou privadas.

Com isso, o mecanismo de pagamentos passa a contar com proteção constitucional caso a proposta seja definitivamente aprovada pelo Congresso Nacional.

Economistas criticam proposta

A PEC também gerou debates fora do Congresso.

Na última semana, um grupo de economistas divulgou um manifesto criticando a proposta e alertando para possíveis impactos sobre a governança da autoridade monetária.

Os críticos argumentam que a medida pode reduzir mecanismos de controle e fiscalização sobre o Banco Central, além de ampliar sua independência sem fortalecer instrumentos de prestação de contas à sociedade.

Entre as preocupações apontadas estão o aumento da autonomia financeira da instituição, possíveis reflexos sobre a dívida pública e a criação de um modelo considerado incomum em comparação com outras autoridades monetárias internacionais.

Banco Central e setor financeiro defendem mudanças

Por outro lado, a proposta conta com apoio da diretoria do Banco Central e de entidades representativas do sistema financeiro.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem defendido a aprovação da PEC sob o argumento de que a instituição necessita de maior capacidade financeira para cumprir suas funções de supervisão, fiscalização e regulação do sistema financeiro nacional.

Dados apresentados durante a tramitação mostram que a receita anual obtida por meio da senhoriagem alcançou média de R$ 23,3 bilhões entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento médio do Banco Central no mesmo período foi de aproximadamente R$ 4,8 bilhões.

Entidades como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) também manifestaram apoio à proposta, defendendo que o fortalecimento institucional do Banco Central contribui para a estabilidade do sistema financeiro.

Próxima etapa será votação no plenário

Com a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça, a PEC 65/2023 segue agora para votação no plenário do Senado.

Caso seja aprovada pelos senadores, a proposta ainda precisará passar pela Câmara dos Deputados antes de ser promulgada e incorporada à Constituição Federal.

O debate promete continuar mobilizando governo, mercado financeiro, especialistas e parlamentares, diante dos impactos que a medida poderá gerar sobre a gestão monetária e fiscal do país.

Autor # Gil Campos


Em mais um encontro do Comitê Central de Compliance (CCC) da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), nesta quinta-feira, 9, diretores e técnicos consolidaram avanços na gestão de riscos administrativos no Parlamento goiano.

Na reunião de hoje houve definição quanto a riscos inerentes às atividades legislativas das diretorias de Articulação Política; de Participação Popular; Legislativa; e Secretaria de Cerimonial.

Em relação à Diretoria de Gestão e Logística da Alego, já em etapa avançada dentro do processo de avaliação de riscos, o CCC deu início à análise do diagnóstico já executado. As ocorrências de riscos administrativos na pasta e suas possibilidades de impacto na gestão do Parlamento foram abordadas para que, em momento seguinte, sejam definidas ações de controle e mitigação.

A estruturação do compliance na Alego se baseia em quatro eixos principais de atuação: ética, transparência, responsabilização e gestão de riscos. Com 100% de mapeamento nas unidades da Alego, as etapas no eixo gestão de riscos avançam para definições de causas e consequências, além do monitoramento das decisões de gestão.

Compliance

É o conjunto de procedimentos, regras e estruturas que visam a garantir conformidade com padrões morais, legais e de gestão, fomentando a ética, a transparência, a responsabilização e a gestão de riscos, preservando a integridade nas ações da administração e dos servidores, bem como assegurando a satisfação dos cidadãos. Para saber mais, acesse a cartilha de compliance da Alego.

Além do presidente do colegiado, Danúbio Cardoso, estiveram presentes Tasso Honorato Reis Júnior (Diretoria-Geral), Diego Mendes (Tecnologia da Informação), Célio Campos de Freitas Junior (Diretoria de Comunicação), Juliane Elias de Rezende Marques (Secretaria de Controle Interno) e Andreya da Silva Matos Moura (Procuradoria-Geral).

Também participaram os servidores da equipe da Assessoria Técnica de Compliance: Kelly Morgana Afiune, Isabella Maria Lima Oliveira, Alex Martins Borges, Pedro Henrique Nogueira, Elievânia Martins, Luciana Marques da Silva e Cintia Fávero Cerri.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) deu o pontapé inicial em seu calendário de governança corporativa na tarde desta segunda-feira, 30. O Comitê Central de Compliance (CCC) realizou sua primeira reunião do ano na sala da sua assessoria técnica, com foco na estruturação da gestão de riscos dentro do Parlamento goiano. O encontro reuniu membros do comitê e gestores da Casa de Leis para avaliar a conformidade de processos internos e fortalecer os pilares de ética e conduta na Alego, concentrando esforços iniciais na Diretoria Administrativa, na Secretaria de Controle Interno e na Escola do Legislativo.

De acordo com o presidente do comitê, Danúbio Cardoso, que é diretor da Supervisão de Projetos Institucionais da Casa, o objetivo é elevar o padrão de integridade da Assembleia Legislativa a níveis de excelência reconhecidos nacionalmente. Ele explica que o comitê de compliance foi instalado na Assembleia para verificar a conformidade das políticas públicas e implementar elementos fundamentais como ética e código de conduta. Cardoso ressaltou que a iniciativa atende a uma diretriz direta da Presidência da Casa, afirmando que, a pedido do presidente Bruno Peixoto, o objetivo é alcançar em política de conformidade o mesmo prestígio do Selo Diamante de Transparência já obtido pelo órgão. O presidente do CCC destacou, ainda, que foram finalizadas as análises da Diretoria Administrativa, da Secretaria de Controle Interno e da Escola do Legislativo como pontos fundamentais de ética e da boa administração.

A natureza técnica do trabalho foi detalhada por Kelly Morgana Afiune, da Assessoria Técnica de Compliance, que classificou a gestão de riscos como um mecanismo vivo de proteção à administração pública. Segundo Afiune, o programa de compliance vem para otimizar os serviços oferecidos à população pela Alego, baseando-se em quatro eixos: ética, transparência, responsabilização e gestão de riscos. Ela pontuou que o processo envolve levantamento, identificação, análise, avaliação e tratamento de riscos, gerando ações de controle que resultam em um serviço público mais eficiente. “A gestão de risco tem data de começo, mas ela é cíclica, ela não termina. Você levanta um risco, identifica, consegue mitigar ou evitar, mas logo percebe que existe um outro risco na unidade. É um processo contínuo”, afirmou a assessora.

Além do presidente do colegiado, Danúbio Cardoso, e de Kelly Morgana Afiune, estiveram presentes os integrantes Tasso Honorato Reis Júnior (Diretoria-Geral), Diego Mendes (Tecnologia da Informação), Célio Campos de Freitas Junior (Diretoria de Comunicação), Juliane Elias de Rezende Marques (Secretaria de Controle Interno) e Andreya da Silva Matos Moura (Procuradoria-Geral). Também participaram os chamados “proprietários de riscos”, gestores responsáveis pelas áreas sob análise, Daniel Antônio da Silva, da Diretoria Administrativa, Juliane Elias de Rezende Marques, da Secretaria de Controle Interno, e Jhenyffer Martins Ribeiro, da Escola do Legislativo.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Governador do MS substitui Ronaldo Caiado (União Brasil) na presidência e comandará grupo de 7 Estados até dezembro de 2026

O governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), assumiu a presidência do BrC (Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do  Brasil Central) nesta 4ª feira (21.jan.2026). O cargo era ocupado pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Ele comandará o grupo até 31 de dezembro de 2026.

Riedel foi eleito por unanimidade em 10 de novembro de 2025, quando os governadores se reuniram para escolher o sucessor de Caiado. A posse formal foi registrada no Diário Oficial no dia 1º de janeiro.

“Assumo a presidência do CBC com o compromisso de manter o diálogo e a cooperação, dando continuidade às ações que fortalecem a gestão pública entre os estados”, declarou Riedel em publicação em seu perfil no Instagram.

O BrC, criado em 2015, reúne 7 Estados: Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins. O objetivo principal do é impulsionar o desenvolvimento econômico e social das regiões integrantes. Riedel participou como secretário de Estado da criação do consórcio. 

Caiado, que liderou o grupo pelos últimos 2 anos, afirmou: “Concluo este meu 2º mandato aqui passando a presidência a este colega competente que vai saber tocar esse consórcio com dinamismo e a competência que toca esse Mato Grosso do Sul”

Cada Estado é representado por seu respectivo governador: Eduardo Riedel (MS), Ronaldo Caiado (GO), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Carlos Brandão (PSB-MA), Mauro Mendes (União Brasil-MT), Marcos Rocha (União Brasil-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).



Autor Poder360 ·


O Banco Central do Brasil decidiu nesta quinta-feira (15) decretar a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., empresa que sucedeu a antiga Reag Investimentos. A medida foi adotada após a constatação de falhas consideradas graves no cumprimento das normas que regem o funcionamento das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

A instituição, com sede em São Paulo, entrou no radar das autoridades a partir do avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão contra o fundador e ex-principal executivo da empresa, João Carlos Mansur. As ações fazem parte da segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura possíveis esquemas de ocultação de recursos no mercado financeiro.

Em comunicado oficial, o Banco Central informou que a intervenção foi motivada por violações relevantes às regras do setor. Com a liquidação, os bens dos controladores e dos antigos administradores tornam-se indisponíveis, impedindo qualquer tipo de alienação enquanto as responsabilidades são apuradas, conforme prevê a legislação vigente.

Segundo o órgão regulador, a CBSF estava classificada no segmento S4, categoria reservada a instituições de pequeno porte, responsáveis por menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional. Apesar do menor peso sistêmico, o Banco Central destacou que o enquadramento não afasta a aplicação de sanções rigorosas quando há indícios de irregularidades.

Antes da liquidação, a corretora atuava principalmente na administração de cerca de 90 fundos de investimento, cada um concentrando recursos de diversos cotistas. Esses fundos continuam formalmente existentes, mas deverão contratar novas gestoras para dar continuidade à administração dos ativos, seguindo as regras do mercado.

As apurações indicam que parte dessas estruturas pode ter sido utilizada em operações destinadas a dificultar a identificação do destino final do dinheiro, por meio de movimentações sucessivas entre fundos. As suspeitas recaem sobre vínculos com operações ligadas ao Banco Master, cujo controlador e familiares aparecem entre os principais investigados.

Estimativas preliminares apontam que o volume financeiro sob suspeita pode ultrapassar R$ 11 bilhões. Há indícios de que recursos do sistema financeiro tenham sido desviados para a formação de patrimônio pessoal de envolvidos no esquema.

O caso teve início na Justiça Federal, mas foi remetido ao Supremo Tribunal Federal diante da existência de suspeitas relacionadas a pessoas com prerrogativa de foro. A relatoria está sob responsabilidade do ministro Dias Toffoli, que autorizou as diligências mais recentes. Paralelamente, o Tribunal de Contas da União avalia os procedimentos adotados pelos órgãos de controle, com possibilidade de inspeção específica sobre as decisões regulatórias envolvidas.

Análise crítica

A liquidação da CBSF expõe um ponto sensível do modelo de supervisão financeira baseado apenas no porte formal das instituições. O episódio demonstra que estruturas classificadas como de baixo risco sistêmico podem, na prática, operar engrenagens complexas e concentrar volumes expressivos de recursos. A resposta articulada entre Banco Central, Polícia Federal, Judiciário e TCU indica uma tentativa de reforçar a credibilidade do sistema e sinalizar intolerância a práticas que comprometam a transparência. O caso tende a pressionar por revisões nos mecanismos de monitoramento, especialmente em operações com múltiplos fundos interconectados, onde o risco real pode ser subestimado.

📸 Imagem/Reprodução: © Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Autor # Jornal Folha de Goiás


A prefeitura de Senador Canedo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inaugurou nesta segunda-feira (22/9) a nova Central de Ambulâncias, que vai centralizar os veículos de atendimento e agilizar o transporte de pacientes na cidade.

A estrutura conta com quatro veículos, sendo duas unidades totalmente novas, equipadas com condutor e técnico de enfermagem. O serviço funcionará 24 horas por dia, garantindo mais eficiência no transporte intra-hospitalar.

Com a central unificada, todos os pedidos de transporte serão direcionados para o novo espaço, permitindo que múltiplas transferências ocorram simultaneamente, sem atrasos. O local, instalado no antigo CEFAP, também dispõe de área exclusiva para descanso da equipe técnica e dos motoristas.

A inauguração contou com a presença do prefeito Fernando Pellozo (UB), da primeira-dama e secretária de Assistência Social, Simone Assis, e da secretária de Saúde, Verônica Savatin, além das equipes envolvidas no novo serviço.

Pellozo destacou a importância da iniciativa: “Cada conquista tem um valor imenso. É gratificante ver os novos equipamentos chegando à saúde e a dedicação da equipe em melhorar o atendimento”, disse.

Foto: Lucieni Soares

“Hoje, a população reconhece nosso esforço, e isso mostra que, mesmo com desafios, conseguimos oferecer um serviço de saúde cada vez melhor. É uma alegria ver as pessoas sendo bem cuidadas pela nossa equipe”, comemorou o prefeito.

A secretária de Saúde, Verônica Savatin, ratificou que a nova central vai garantir mais agilidade: “A central de transporte unificou todas as ambulâncias em um único local, permitindo direcionar rapidamente os veículos para as unidades que precisam”, explicou.

“Antes, os pacientes tinham que esperar a ambulância voltar de um atendimento para serem transferidos. Agora, é possível realizar vários transportes ao mesmo tempo, sem atrasos”, conclui a secretária.

Com a inauguração, a prefeitura reforça o compromisso de oferecer um atendimento de saúde mais ágil, eficiente e humanizado à população de Senador Canedo.

Autor Rogério Luiz Abreu


Em carta, entidade diz que mudanças contidas na proposta podem “fragilizar a própria missão institucional” do banco

O Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) divulgou nesta 6ª feira (22.ago.2025) uma carta à diretoria colegiada do BC (Banco Central) em que critica a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 65 de 2023. Para o sindicato, as mudanças da proposta “extrapolam o necessário” e podem “fragilizar a própria missão institucional” do banco.

A proposta de emenda à Constituição amplia a autonomia financeira, fiscal e orçamentária do BC. O relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), defende que a medida é essencial para modernizar a instituição e permitir a segurança do sistema de pagamento instantâneo Pix.

O sindicato afirma apoiar avanços na autonomia, mas considera que eles podem ser obtidos por mudanças pontuais em leis complementares, sem alterar a natureza jurídica do BC ou comprometer o regime jurídico de seus servidores.

Entre as propostas apresentadas, o Sinal sugere:

  • maior protagonismo do BC na definição de seu orçamento, a partir de diretrizes do CMN (Conselho Monetário Nacional);
  • reposição do quadro de pessoal por meio de concursos públicos no RJU (Regime Jurídico Único), incluindo a nomeação do cadastro de reserva do concurso atual;
  • manutenção do caráter público do BC, como autarquia de direito público vinculada ao Executivo e sujeita a controle democrático.

“O diálogo aberto, leal e respeitoso sempre foi tradição na nossa Casa, e deve ser agora a principal ferramenta para a construção de soluções que garantam melhores condições de trabalho aos servidores e maior capacidade de entrega da Autarquia à sociedade brasileira”, afirma o sindicato.

Leia a íntegra da carta:

“Prezado Presidente Gabriel Galípolo,

“Senhores Diretores e Senhora Diretora,

“Estamos atravessando um momento de suma importância na história do Banco Central do Brasil (BC), com grandes desafios institucionais a serem superados. Lamentavelmente, vivemos também um período de divergências internas que fragilizam nossa capacidade de enfrentar, da melhor maneira possível, tais desafios.

“Como entidade representativa de todos os servidores do BC, o SINAL entende que, mais do que nunca, este é o momento de construir pontes, superar divisões e fortalecer a unidade em torno do que nos é comum: o compromisso de servir ao País por meio de uma instituição sólida, eficiente e democrática.

“O diálogo aberto, leal e respeitoso sempre foi tradição na nossa Casa, e deve ser agora a principal ferramenta para a construção de soluções que garantam melhores condições de trabalho aos servidores e maior capacidade de entrega da Autarquia à sociedade brasileira. Nesse espírito, o SINAL coloca à disposição da Diretoria Colegiada sua experiência de décadas na defesa da instituição e do seu corpo funcional para contribuir na formulação de propostas concretas e viáveis para a solução dos problemas que enfrentamos.

“Consideramos que a atual conjuntura é propícia para avançarmos em medidas que fortaleçam a autonomia orçamentária e administrativa do Banco Central, sem que seja necessário alterar sua natureza jurídica ou fragilizar o regime jurídico que protege os seus servidores. As mudanças contidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023 extrapolam o necessário, introduzindo riscos desnecessários, que podem resultar em insegurança jurídica e fragilizar a própria missão institucional do BC.

 “O SINAL realizou estudos e identificou caminhos de aprimoramento legislativo, por meio de alterações pontuais em Leis Complementares e normas correlatas, de modo a:

“a) dotar o Banco Central de maior protagonismo na definição de seu orçamento, com base em diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN);

“b) garantir a reposição adequada do quadro de pessoal, preservando concursos públicos sob o Regime Jurídico Único (RJU) – solução essa que permitiria ao BC a nomeação imediata do necessário cadastro de reserva do concurso em andamento;

“c) assegurar a manutenção do caráter público do BC, como autarquia de direito público vinculada ao Executivo, dotada de prerrogativas próprias e sujeita ao controle democrático.

“Senhores membros da Diretoria Colegiada, esta é uma oportunidade histórica de dar ao Banco Central do Brasil as condições necessárias para enfrentar seus desafios, sem renunciar aos princípios que fundamentam sua atuação como órgão executor de atividades típicas de Estado.

“O SINAL reafirma sua disposição para o diálogo, sua capacidade de formulação e sua firmeza na defesa dos servidores e da Instituição. Temos convicção de que, unidos, poderemos construir soluções duradouras, que fortaleçam o BC e o coloquem a serviço, de forma ainda mais efetiva, da sociedade brasileira.

“A hora é agora, presidente Galípolo. É tempo de união em prol de um Banco Central mais forte, justo e comprometido com o interesse público”.



Autor Poder360 ·


O Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM) realizou na noite desta quarta-feira (20/8) uma operação conjunta de fiscalização em bares e casas de show da cidade. O objetivo da ação é combater o funcionamento irregular de estabelecimentos e coibir crimes como a exploração sexual e situações de risco para menores de idade.

A operação contou com o apoio da Polícia Militar, Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), Fiscalização de Posturas, Vigilância Sanitária e do Juizado da Infância e Juventude. Ao todo, foram vistoriados quatro estabelecimentos, sendo três no Setor Cidade Vera Cruz e um no Setor Monte Serrat.

Foto/Divulgação: Secom

Todos os locais vistoriados foram notificados, sendo dois estabelecimentos interditados; um por falta de condições higiênicas e documentação irregular e outro por envolvimento de menor de idade.

Uma adolescente encontrada em um dos locais e o proprietário foram conduzidos à Central de Flagrantes, acompanhados pela Polícia Militar e pelo Juizado da Infância e Juventude. No total, 15 pessoas foram abordadas e qualificadas.

O secretário de Segurança Pública de Aparecida, coronel Godinho, informou que toda ação realizada foi planejada, após o recebimento de denúncias anônimas.  

“O trabalho foi planejado a partir de denúncias recebidas e envolveu diversos órgãos do Gabinete de Gestão Integrada (GGIM). Essa união de esforços demonstra o compromisso da prefeitura e do prefeito Vilela em combater qualquer tipo de crime e irregularidade em nossa cidade”, pontuou o secretário.

O comandante da GCM, inspetor Milton Sobral reforçou que as operações são constantes e integram a política de cooperação entre segurança pública e órgãos municipais.

“Seguiremos intensificando as fiscalizações em diferentes regiões da cidade, sempre com o objetivo de proteger vidas e assegurar que a lei seja cumprida”, frisou Milton Sobral.

Autor Rogério Luiz Abreu


Um idoso de 60 anos ficou ferido após capotar o carro que dirigia na tarde de sábado (28/6), no Setor Central de Goiânia. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi resgatado consciente e sem fraturas aparentes. A ocorrência mobilizou equipes do Batalhão de Operações, Proteção Ambiental e Resposta a Desastres (BOPAR) e do Quartel do Comando Geral.

De acordo com as equipes de salvamento, o acidente aconteceu após o motorista perder o controle da direção, fazendo com que o veículo capotasse e deixasse o condutor preso nas ferragens. Os bombeiros realizaram o resgate com técnicas de salvamento veicular, escorando o carro e retirando o para-brisa com uma serra para acessar a vítima com segurança.

Após ser retirado do carro, o idoso recebeu os primeiros socorros no local e foi encaminhado ao Hospital dos Acidentados para avaliação e tratamento. As causas do acidente estão sendo apuradas pelas equipes da Polícia Militar e dos Bombeiros e o nome do idoso envolvido no acidente não foi divulgado pelas autoridades.

Neste final de semana, nas rodovias federais sob responsabilidade da Superintendência da PRF em Goiás, foram registrados 22 acidentes com 21 pessoas feridas e duas mortes. O esforço de fiscalização para garantir a mobilidade e a segurança viária resultou em 554 autuações de infrações de trânsito. Os PRFs fiscalizaram 1.233 veículos e 1.473 pessoas que transitaram pelas rodovias federais goianas.

Colisão frontal entre carros mata mulheres em Porangatu

Duas mulheres morreram na noite de domingo (29/6) em um grave acidente na BR-153, no km 36, em Porangatu, norte de Goiás. A colisão frontal envolveu um Fiat Strada e um Fiat Palio. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a Strada seguia no sentido norte–sul e, por razões ainda desconhecidas, invadiu a contramão, batendo de frente com o outro veículo, que trafegava no sentido contrário. 

As passageiras de cada carro não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Os demais ocupantes foram socorridos em estado grave e levados ao hospital da cidade. A Polícia Técnico-Científica foi acionada para fazer a perícia e as causas do acidente seguem sob investigação pelas autoridades competentes. Os nomes das vítimas não foram divulgados pelas autoridades policiais.

Homem cai de ponte e é resgatado pelos bombeiros em Mineiros

Um homem de 47 anos foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na manhã deste sábado (28/6), após cair de uma ponte sobre o Córrego Mineiros, na 4ª Avenida, em Mineiros, sudoeste de Goiás. Testemunhas relataram que ele caminhava pela rua, sentou-se na mureta de proteção da ponte e, ao se desequilibrar, caiu de uma altura de aproximadamente cinco metros no leito do córrego.

O resgate durou cerca de 35 minutos e o homem apresentava corte contuso na cabeça, escoriações nos braços e ferimentos no couro cabeludo. Após receber atendimento de primeiros socorros no local, ele foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. A identidade da vítima não foi divulgada e o estado de saúde não havia sido informado até o momento.

Piloto de parapente morre em queda às margens da BR-040 em Valparaíso

Um piloto de parapente morreu na sexta-feira (27/6) ao cair às margens da BR-040, em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Edwilson Galvão, de 56 anos e capitão da Aeronáutica, sofreu múltiplas fraturas na queda ocorrida por volta das 17h50, próximo a uma loja da Havan. Socorristas do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) isolaram o local, preservado pela Polícia Militar de Goiás.

Apesar das manobras de reanimação cardiopulmonar realizadas por cerca de 40 minutos, Galvão não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto no local. A dinâmica do acidente não foi divulgada pelas autoridades, que mantêm a área isolada enquanto as circunstâncias da queda são apuradas.



Autor Felipe Fulquim