Deputado Cristóvão Tormin celebra os 100 anos da Associação Atlética Luziânia em sessão solene no Plenário Iris Rezende
Lidiane 26 de junho de 2026
A Assembleia Legislativa realizou uma sessão solene em homenagem ao centenário da Associação Atlética Luziânia na tarde desta quinta-feira, 25. A solenidade foi comandada pelo deputado Cristóvão Tormin (PRD) e ocorreu no Plenário Iris Rezende.
Para compor a mesa diretiva, o presidente em exercício convidou o deputado e líder da Frente Parlamentar em Defesa do Esporte na Assembleia Legislativa, Ricardo Quirino (Republicanos); o presidente da Associação Atlética Luziânia, Rodrigo Antônio Lopes; a vereadora de São Miguel do Passa Quatro, Roselaine Carvalho (UB); o empresário Ricardo Tatico; a chefe de gabinete do conselheiro Valcenor Braz, do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), Ana Maria Peixoto; e o assessor parlamentar José Lucena Roriz.
Tormin iniciou seu discurso afirmando que sua história com a associação de Luziânia é mais antiga que sua carreira política. “Ainda muito jovem tive a oportunidade de trabalhar no Luziânia Futebol Clube, o que coincidiu com a gestão do ex-prefeito José Roriz Aguiar (Zequinha), o que me fez sentir ainda mais amor pela agremiação da Associação Atlética Luziânia”, destacou.
O deputado enalteceu a torcida e a Associação Atlética Luziânia, que, segundo ele, levou o nome da cidade para além das fronteiras de Goiás. “Quem não se lembra do jogo de entrega do Estádio Mané Garrincha para a Copa de 2014? Nós fizemos o jogo-teste e nós nos sagramos bicampeões e lotamos o estádio, graças à torcida apaixonada da Associação Atlética Luziânia”, salientou Cristóvão Tormin.
Antes de finalizar o discurso, o parlamentar vestiu uma camisa do clube do Entorno do Distrito Federal (DF). “Hoje, essa homenagem é um reconhecimento para que todos que contribuíram para que a Associação Atlética Luziânia chegasse ao seu centenário como símbolo de tradição, perseverança e amor por Luziânia”, finalizou Cristóvão Tormin.
Integrante da mesa diretiva da solenidade, o deputado Ricardo Quirino destacou os 100 anos de existência do clube e relembrou conquistas, desafios e a participação de torcedores, dirigentes e atletas ao longo da trajetória da associação.
Quirino também ressaltou o papel do esporte como instrumento de inclusão social: “Hoje, temos no esporte uma das maiores portas de inclusão, pois ele não aceita a injustiça, as drogas, nem a deslealdade”. Ao final, o deputado afirmou que o fortalecimento das políticas esportivas deve integrar a pauta dos legisladores e declarou apoio à Associação Atlética Luziânia, ao afirmar que a instituição poderá contar com o respaldo dos parlamentares da Alego.
Ao discursar, o assessor parlamentar José Lucena Roriz falou sobre a trajetória da instituição. Em seu pronunciamento, lembrou que o clube atravessou diferentes períodos históricos, disputou competições em Goiás e no Distrito Federal e manteve suas atividades ao longo das décadas.
Roriz comentou ainda sobre a relação da associação com a história do município, recordando que sua fundação ocorreu quando a cidade ainda era denominada Santa Luzia. Ele também mencionou o apoio ao esporte durante a gestão de Cristóvão Tormin à frente da Prefeitura e relembrou a homenagem prestada a seu pai, Zequinha Roriz, com a denominação do Estádio Serra do Lago.
Representando a Associação Atlética Luziânia, o presidente Rodrigo Antônio Lopes relatou sua trajetória junto ao clube. Ele recordou sua chegada à equipe como atleta, em 2014, após retornar ao Brasil, e citou a conquista de um título durante o período em que Cristóvão Tormin exerceu o cargo de prefeito.
Por fim, Lopes afirmou que a associação enfrenta dificuldades devido à ausência de um estádio para a realização de suas atividades e defendeu uma solução para a situação da praça esportiva utilizada pelo clube.
Após os discursos, os homenageados receberam os certificados do Mérito Legislativo. A sessão solene pode ser assistida neste link.
Assembleia Legislativa de Goiás presta homenagens à Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra
Lidiane 9 de junho de 2026
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou na noite dessa segunda-feira, 8, a sessão especial para homenagear integrantes da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg). Na solenidade, de autoria do presidente da Casa, deputado Bruno Peixoto (UB), foram entregues Certificado do Mérito Legislativo, Título de Cidadania Goiana e Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira a membros da entidade, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados em prol do desenvolvimento do Estado.
Compuseram a mesa diretora dos trabalhos o deputado Clécio Alves (PSDB), que substituiu Bruno Peixoto na cerimômia; o ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) e sua esposa Valéria Perillo; o vereador de Goiânia Tião Peixoto (PSDB), representando a Câmara Municipal; o vice-presidente do Conselho Nacional de Oficiais da Reserva, Marajá João Alves de Mendonça Filho; o delegado regional da Adesg Goiás, Marcelino Luís de Lima; o diretor-executivo da presidência da Casa, Rubens Kirsteim Júnior.
Também na mesa o coronel veterano do Exército Marcelo Alberto Vilanova; a cardiologista Luciene Aparecida Marino de Azeredo Bastos Neto; o neurocirurgião Feres Eduardo Aparecido Chaddad; o chefe de gabinete do deputado Bruno Peixoto, Rafael Soares; e presidente da Associação de Oficiais da Reserva do Exército em Goiânia, primeiro-tenente Jean Jackson Silva.
Clécio Alves, ao início da sessão, lembrou que a propositura das homenagens da noite foi do presidente Bruno Peixoto. E afirmou se tratar de uma celebração merecida. Ele fez um breve histórico de sua vida política.
Reconhecimento
O diretor Rubens Kirsteim Junior falou da sua emoção em participar da cerimônia e contou que, em 2024, se matriculou e formou no 30º Curso de Estudo de Política e Estratégia (Cepe) da Adesg, onde conferiu de perto como a associação é um lugar de líderes e formadores de opinião, um lugar onde as pessoas, de fato, se preocupam com o Brasil.
Junior reafirmou sua satisfação por poder homenagear uma instituição que formou homens e mulheres que contribuíram demais para o país. “Pela primeira vez na história do Legislativo goiano a Adesg é pauta de homenagem e, por isso, agradeço ao presidente Bruno Peixoto pela iniciativa”, disse.
O vereador Tião Peixoto também afirmou ser uma honra enorme em poder celebrar a Adesg na sede do Legislativo de Goiás. “Gratidão se paga com gratidão. Deixo aqui o meu muito obrigado a todos vocês que tanto fazem pelo nosso país”, agradeceu.
Marconi Perillo reforçou que as pessoas homenageadas na sessão são extremamente merecedoras das honrarias, pelo trabalho exemplar que desenvolvem em prol do povo de Goiás e do Brasil. Ele disse que, quando fui governador, a Adesg sempre se mostrou presente ano após ano, discutindo estratégias e planejamento para o Estado de Goiás, em um nível alto de debate.
“Sou muito grato por todo diálogo e aprendizado que tive com a associação, que sempre demonstrou enorme interesse no desenvolvimento e no avanço de Goiás; foram conselheiros fundamentais para a modernização do nosso Estado no período em que fui governador. Fico muito lisonjeado em participar dessa sessão que faz justiça a homens e mulheres que tanto contribuíram com nosso país. Muito obrigado a todos”, disse Perillo.
Trabalho coletivo
Falando em nome dos homenageados, o delegado regional da Adesg, Marcelino Luís de Lima, que também recebeu o Título de Cidadania Goiana, falou da sua honra e alegria em poder celebrar a existência da entidade, afirmando que todas as honrarias concedidas na noite representavam o trabalho coletivo, desenvolvido por colegas comprometidos com os valores da cidadania, da ética, da liderança e do desenvolvimento nacional.
“Em nome da Adesg manifesto nosso profundo agradecimento ao deputado e presidente da Assembleia, Bruno Peixoto, pela sensibilidade da propositura que possibilitou esaa cerimônia, em reconhecimento ao trabalho da nossa associação. De forma especial agradeço a todos os adesguianos homenageados nesta noite. São pessoas que dedicam tempo, conhecimento e esforço em favor dos ideais que defendemos. Que Deus abençoe Goiás e o Brasil, muito obrigado”, finalizou.
Solenidade vai celebrar 70 anos da Associação de Combate ao Câncer em Goiás
Lidiane 8 de junho de 2026
Por iniciativa do deputado Antônio Gomide (PT), a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizará, na noite desta terça-feira, 9, sessão solene em celebração aos 70 anos do Hospital Araújo Jorge – Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG). O encontro, previsto para as 19 horas, terá local no Plenário Iris Rezende e oportunizará a concessão do Certificado do Mérito Legislativo.
Fundada em 1956 pelo médico Alberto Augusto de Araújo Jorge, a ACCG atua na assistência a pacientes com câncer em Goiás. Atualmente, o Hospital de Câncer Araújo Jorge atende pacientes dos 246 municípios goianos e responde por cerca de 70% dos atendimentos oncológicos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado, além de receber pacientes de outras unidades da federação.
Como instituição filantrópica privada, o hospital realiza mais de um milhão de procedimentos por ano, entre consultas, internações, cirurgias, aplicações de quimioterapia e sessões de radioterapia. A atuação da entidade também inclui ações voltadas à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença.
Antônio Gomide ressalta que a ACCG realiza mais de um milhão de procedimentos por ano, entre consultas, internações, cirurgias, aplicações de quimioterapia e sessões de radioterapia, beneficiando cerca de 80 mil pessoas. A instituição também é a única a oferecer atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes com câncer em Goiás, acompanhando aproximadamente 500 pacientes por mês.
A sessão contará com a presença de representantes da instituição, em Goiânia, e da unidade oncológica de Anápolis, além de autoridades, profissionais da saúde, voluntários e convidados. A homenagem enaltece a trajetória da instituição e sua contribuição para o fortalecimento da assistência oncológica no Estado.
Assim, é um reconhecimento à atuação da entidade em benefícios e cuidados com a população goiana e brasileira. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da Alego no Youtube e no app Deputado Aqui.
Proposta quer usar recursos da exploração para o programa de Baixo Carbono como forma de impulsionar a transição energética no Brasil
Uma proposta da ABIHV (Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde) , apresentada nesta 3ª feira (17.mar.2026), sugere o uso de recursos da exploração de petróleo (royalties) para financiar projetos de energia limpa no Brasil. A medida propõe a destinação extraordinária desses recursos ao PHBC (Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono), voltado ao desenvolvimento de hidrogênio com menor emissão de carbono.
A iniciativa é apoiada por 35 empresas e representantes da indústria de hidrogênio, que veem no financiamento público um passo essencial para viabilizar projetos ainda considerados caros e em estágio inicial. Leia a íntegra da proposta (PDF – 8 MB).
No documento, a ABIHV afirma que “a destinação extraordinária de royalties do petróleo para integralização aos recursos do PHBC […] é capaz de fomentar a produção do ativo”.
O objetivo é fortalecer a produção de hidrogênio de baixo carbono, apontado como alternativa para reduzir emissões em setores como indústria e transporte.
Os royalties são valores pagos por empresas petrolíferas à União, Estados e municípios pela exploração de petróleo e gás. Hoje, esses recursos têm diversas destinações, como educação e infraestrutura. A proposta, no entanto, defende redirecionar parte desses valores para acelerar a transição energética.
Para a associação, a medida também dialoga com o debate internacional sobre redução do uso de combustíveis fósseis, intensificado na COP30, que será realizada no Brasil. O país trabalha na elaboração de um plano de transição energética que deve incluir mecanismos de financiamento para fontes renováveis.
Apesar do potencial, a proposta pode enfrentar resistência política. Estados e municípios dependem dos royalties do petróleo para fechar suas contas, o que pode gerar disputa sobre a redistribuição desses recursos.
Thiago Cavalcanti, presidente de associação do Banco Central, diz que exposição do diretor do BC Ailton de Aquino preocupa corpo funcional; defende proteção jurídica para decisões técnicas
O presidente da ANBCB (Associação Nacional dos Auditores do Banco Central), Thiago Cavalcanti, afirmou neste domingo (28.dez.2025) que a decisão de submeter o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, a uma acareação no STF (Supremo Tribunal Federal) expõe a autarquia a riscos institucionais.
Para Cavalcanti, a medida cria insegurança jurídica para os funcionários que assinam notas técnicas de supervisão e liquidação bancária.
A pedido do Poder360, o presidente da ANBCB analisou os desdobramentos do processo envolvendo o Banco Master, cuja liquidação extrajudicial motivou o embate jurídico.
Para a associação, a convocação de um diretor para confrontar 2 investigados cria uma “dicotomia” perigosa. Aquino participa na condição de testemunha, enquanto as outras partes são alvo de investigação.
Cavalcanti classifica o episódio como “estranho”. Disse provocar um sentimento de “angústia” e “revolta” no corpo funcional.
“Estamos personalizando uma decisão. O diretor Ailton não tomou essa decisão sozinho. É uma decisão institucional. A liquidação do Banco Master foi definida pelo presidente Gabriel Galípolo e a fiscalização é exercida de forma colegiada”, disse.
O dirigente defende que as dúvidas do ministro do STF Dias Toffoli poderiam ser sanadas por meio de relatórios complementares ou reuniões técnicas, sem a necessidade de expor um funcionário público qualificado a um nível de “exposição totalmente desnecessário”.
PROTEÇÃO JURÍDICA
O episódio reforça, na visão da ANBCB, a necessidade de aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 65 de 2023, que trata da autonomia financeira e orçamentária do Banco Central. Cavalcanti argumenta ser preciso assegurar uma blindagem legal para que a atuação técnica não se transforme em alvo de pressão política ou processual.
“Você não pode querer responsabilizar a pessoa física do diretor Ailton por um trabalho feito em conjunto por uma equipe de 600 pessoas da fiscalização”, delcarou. O presidente da ANBCB defende que a defesa funcional do cargo hoje é “precária” e que o Estado deveria assegurar proteção para decisões baseadas em riscos e critérios objetivos.
LIQUIDAÇÃO DO MASTER
Diante das críticas sobre os prazos da liquidação do Banco Master, Cavalcanti negou qualquer omissão ou precipitação no processo. O dirigente afirmou que há avaliações contraditórias de órgãos de controle, que em alguns momentos citam lentidão na condução do caso e, em outros, alegam rapidez excessiva na intervenção.
Segundo o presidente da associação, o processo seguiu estritamente os ritos legais, com prazos para defesa e tentativas de solução de mercado. A liquidação foi feita, de acordo com ele, porque a instituição financeira apresentou lacunas e incompatibilidades com os parâmetros exigidos pelo mercado financeiro brasileiro.
“Não houve demora nem precipitação. O processo seguiu os trâmites regulares e o resultado apresentado à sociedade reflete a análise do corpo técnico”, concluiu.
Nesta quarta-feira, 8, a Assembleia Legislativa de Goiás realiza sessão solene em homenagem aos 99 anos da Associação Pestalozzi do Brasil. O reconhecimento é de iniciativa do deputado Julio Pina (Solidariedade), que destacou no requerimento a relevância de entregar o Certificado do Mérito Legislativo a integrantes da instituição.
A Pestalozzi celebra seus 99 anos marcando sua existência desde 1926, no Brasil, como um movimento que assegura e promove os direitos das pessoas com deficiência. A celebração se refere ao período de atuação da entidade no país.
Em Goiânia, a Associação Pestalozzi surgiu da vontade e do esforço em conjunto de um grupo de pais, alunos e profissionais liderados pela professora Cleonice Floriano Haesbaert, diretora fundadora do Centro de Orientação Psicopedagógico Peter Pan, fundado em 1970.
A associação foi instalada em assembleia geral extraordinária realizada no ano de 1974, quando foi constituída a Sociedade Pestalozzi de Goiânia, hoje denominada Associação Pestalozzi de Goiânia (APG). A associação é fundamentada nos princípios da filosofia de Johann Heinrich Pestalozzi, o teórico que incorporou o afeto na sala de aula.
A solenidade em homenagem à instituição terá lugar no Plenário Iris Rezende da Casa de Leis, a partir das 9 horas.
Associação das pensionistas da PM e do CBM será reconhecida em sessão solene nesta 4ª-feira, 3
Lidiane 2 de setembro de 2025
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) promoverá, nesta quarta-feira, 3, às 19 horas, uma sessão solene extraordinária no Plenário Iris Rezende, no Palácio Maguito Vilela, para homenagear a Associação das Pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. A cerimônia, proposta pela deputada Dra. Zeli (UB), visa a reconhecer o papel das pensionistas e seus familiares no apoio às forças de segurança pública do Estado.
De acordo com a propositora, a sessão destacará a importância da associação que representa as famílias de policiais e bombeiros militares, oferecendo suporte emocional, social e jurídico às pensionistas, além de preservar a memória e o legado dos profissionais que dedicaram suas vidas à segurança da sociedade goiana. A iniciativa, segundo a deputada Dra. Zeli, reforça seu compromisso com a valorização das forças de segurança, como já demonstrado em outras ocasiões, como a sessão itinerante realizada em Valparaíso de Goiás.
Durante a solenidade, os homenageados receberão o Certificado do Mérito Legislativo. A cerimônia contará com a presença de autoridades civis e militares, representantes da associação e familiares dos homenageados.
Dra. Zeli destacou a relevância do evento: “As pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros são verdadeiras heroínas que, muitas vezes, carregam o peso da perda e continuam contribuindo para a sociedade. Esta sessão é uma forma de honrar sua força e seu papel indispensável na história das nossas forças de segurança”.
Por iniciativa do Delegado Eduardo Prado, Assembleia Legislativa comemora os 50 anos da Associação dos Surdos de Goiânia
Lidiane 22 de agosto de 2025
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou, na tarde desta quinta-feira, 21, sessão solene em homenagem ao cinquentenário da Associação dos Surdos de Goiânia (ASG), de iniciativa do deputado Delegado Eduardo Prado (PL). O tributo teve a intenção de destacar o trabalho da associação, ao longo de cinco décadas, na defesa de direitos, bem como ressaltar a importância de fortalecer iniciativas que assegurem dignidade, autonomia e representatividade à comunidade surda goiana.
Fizeram parte da mesa de trabalhos, além do parlamentar: Leonardo Rasmussen, presidente da Associação dos Surdos de Goiânia; professor Edson Franco Gomes, ex-presidente da Associação dos Surdos de Goiânia, homenageado com a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira; e Andréia Lino do Carmo Bessa, diretora do Centro de Atendimento Educacional Florescer.
Ao iniciar a sessão, Eduardo Prado destacou a relevância da associação na sociedade e sua persistência em promover a dignidade e a inclusão. Em seu pronunciamento, o deputado ressaltou o papel vital da ASG como “braço forte dos surdos em Goiânia e em todo o Estado”. Ele enfatizou que a luta da comunidade surda nem sempre recebe a devida atenção e que poucos levantam a voz em sua defesa. O parlamentar mencionou a atuação da associação, salientando seu apoio contínuo em áreas como cultura e esporte. Além disso, ele se comprometeu a continuar defendendo a comunidade e os intérpretes de Libras, afirmando que a maioria de projetos de lei relacionados ao tema são de sua autoria.
Dentre as iniciativas legislativas mencionadas, o deputado destacou a lei que garante a presença de intérpretes de Libras durante o pré-natal e o parto de gestantes surdas. O projeto, que se tornou lei em Goiás, surgiu de uma colaboração com a OAB e a presidência da Associação das Mulheres Surdas. O parlamentar relembrou casos de violência que mulheres surdas sofriam em hospitais e celebrou a legislação como uma vitória significativa, garantindo-lhes o direito a um atendimento digno.
Eduardo Prado também citou outros projetos de sua autoria, como a criação do Dia do Intérprete de Libras e a obrigatoriedade de tradutores em escolas, hospitais e repartições públicas. Ele lamentou as dificuldades financeiras apontadas pelo Estado para a implementação dessas medidas. Ao final, o deputado confirmou seu empenho em promover a inclusão em diversos setores da sociedade, incluindo o comércio, e fez um apelo para que a Alego amplie a presença de intérpretes em suas sessões.
Conquistas e inclusão
Ao discursar na solenidade, a diretora do Centro de Atendimento Educacional Florescer, Andréia Lino do Carmo Bessa, primeiramente agradeceu ao deputado Delegado Eduardo Prado pela homenagem. “É com muita satisfação que recebi o convite para participar desta sessão de 50 anos da ASG. Desde 2020, o parlamentar apoia nossa causa e, em tudo que pedimos seu apoio, ele realizou, dentro do possível, destinando emendas parlamentares para a comunidade e para os estudantes surdos”, relatou.
A diretora contou ainda que o Centro Florescer atende 1.200 cursistas e 310 alunos surdos de todas as partes do Estado. “As demandas e o trabalho só têm aumentado, mas estamos conseguindo com a ajuda do Delegado Eduardo Prado. Adquirimos dois estúdios, impressoras coloridas e mais equipamentos da sala de tecnologia”, revelou Andréia.
Em seguida, falando em nome dos homenageados, o ex-presidente da ASG, Edson Franco Gomes, contou um pouco da história da família e dos irmãos: quatro ouvintes e dois surdos. Ele mencionou a trajetória do pai, natural da Bahia, e da mãe, de Itumbiara, no Sul do Estado. “Minha história foi iniciada com muito sofrimento, mas após os 10 anos de idade, quando aprendi a língua de sinais, as coisas melhoraram. Fez muita diferença na minha vida. Mas, mesmo dentro das associações, não existiam intérpretes na época”, contou o ex-presidente.
Edson Franco afirmou que fundou a ASG em Goiânia, em 1975, para ajudar na melhoria da qualidade de vida dos surdos. “É um trabalho de luta pela comunidade surda. Por muito tempo não tivemos acessibilidade e havia muita dificuldade de comunicação. Hoje temos um espaço muito maior para o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), depois de muita dificuldade. Obrigado ao deputado pelo convite e pela homenagem. Agradeço a todos os presentes”, finalizou.
Por fim, o atual presidente da ASG, Leonardo Rasmussen, discursou, em Libras, com tradução simultânea em linguagem falada, durante a sessão solene. Rasmussen expressou sua gratidão aos associados pelo apoio contínuo em meio a todas as dificuldades e lutas enfrentadas pela comunidade surda ao longo do tempo.
O presidente também ressaltou a figura de Edson Franco Gomes, a quem ele creditou a fundação da associação e o início das conquistas de acessibilidade para a comunidade. Segundo Rasmussen, a atuação de Gomes, que aprendeu a Língua de Sinais no Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), foi fundamental para o desenvolvimento da comunidade surda goiana. “Graças a seu exemplo, hoje existem [profissionais] formados e talentos em diversas áreas mostrando que o surdo é capaz e pode se desenvolver”, salientou.
Ao finalizar seu discurso, Leonardo Rasmussen aproveitou para fazer um apelo. Ele solicitou mais intérpretes em locais essenciais, como delegacias de polícia, hospitais e outras instituições. O presidente da ASG ainda sugeriu a criação de um projeto de lei que garanta bolsas e transporte para crianças surdas participarem de eventos esportivos, destacando a necessidade de incentivar a inclusão pelo esporte.
Entidade contestando afirmações do ministro da Fazenda sobre valores movimentados e número de viciados em jogos
A ABFS (Associação de Bets e Fantasy Sport) publicou nesta 4ª feira (23.jul.2025) uma nota em que critica o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A associação argumenta que declarações do ministro sobre o mercado regulado de apostas no Brasil contradizem o próprio processo de regulamentação conduzido pela SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas)
Segundo a entidade, as falas “desprovidas de base técnica” evidenciam a falta de compromisso de Haddad com o setor. “Mais preocupante que o desconhecimento sobre um mercado legalizado, aprovado pelo Congresso e normatizado pelo próprio ministério, é ver uma figura pública do governo usar empresas idôneas como bode expiatório para as dificuldades políticas e econômicas do país”, diz.
Na 3ª feira (22.jul), Haddad classificou as apostas como um “problema de saúde pública” e afirmou que o setor “virou uma praga” durante participação no ICL (Instituto de Cidadania e Liderança).
O ministro prometeu apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um balanço sobre o funcionamento do mercado regulado, destacando a necessidade de demonstrar que as apostas representam “o caminho do fracasso”.
Um dos principais pontos de discordância que teria sido endossado pelo ministro, segundo a ABSF, refere-se ao valor de até R$ 30 bilhões que casas de apostas recebem por mês dos clientes, segundo o BC (Banco Central). A entidade afirma que o montante representa o volume total movimentado em apostas, não as perdas dos apostadores.
Segundo a nota, a portaria 1.207 de 24 determina que as empresas devem retornar no mínimo 85% do valor apostado aos usuários. Com base nessa regra, a associação calcula que R$ 25,5 bilhões retornam mensalmente aos apostadores. Isso resultaria em perdas líquidas de aproximadamente R$ 4,5 bilhões.
“Esse tipo de manobra cria um precedente perigoso, sobretudo em tempos de acirramento eleitoral: atacar um setor legal não é apenas leviano, mas também desrespeita a segurança jurídica e empresarial, além de desviar a atenção de uma necessária reforma administrativa. Hoje as bets são o alvo; amanhã, pode ser qualquer outro segmento.”
Leia abaixo a íntegra da nota da ABFS:
“Haddad aposta na desinformação e joga contra a economia
“As declarações do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para o ICL causam surpresa e evidenciam a falta de compromisso de sua liderança com o mercado regulado de apostas —um setor regulamentado sob sua própria gestão. O ministro tem reiterado falas desprovidas de base técnica, alinhando-se a narrativas de setores contrários à regulamentação. E, pior, demonstra desconexão com o trabalho sério e competente desenvolvido pela própria Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) de seu Ministério.
“Sem respaldo técnico ou fático, o ministro endossou o número fantasioso de 10 milhões de brasileiros com sintomas de vício em apostas e aceitou como verdade a cifra de R$ 30 bilhões supostamente ‘perdidos’ por mês, um dado claramente distorcido que ignora os valores devolvidos em prêmios aos usuários.
“Os R$ 30 bilhões referem-se ao volume total movimentado em apostas, e não a perdas. Considerando a obrigação regulamentar imposta pelo próprio Ministério da Fazenda, há o dever de retorno mínimo aos apostadores de 85% do valor apostado (Anexo I, item 28, da Portaria SPA/MF 1207/24). Assim, ao menos R$ 25,5 bilhões retornam mensalmente aos apostadores. Ou seja, as supostas perdas líquidas não passariam de R$ 4,5 bilhões — número completamente ignorado nessas narrativas.
“Mais preocupante que o desconhecimento sobre um mercado legalizado, aprovado pelo Congresso e normatizado pelo próprio ministério, é ver uma figura pública do governo usar empresas idôneas como bode expiatório para as dificuldades políticas e econômicas do país.
“Esse tipo de manobra cria um precedente perigoso, sobretudo em tempos de acirramento eleitoral: atacar um setor legal não é apenas leviano, mas também desrespeita a segurança jurídica e empresarial, além de desviar a atenção de uma necessária reforma administrativa. Hoje as bets são o alvo; amanhã, pode ser qualquer outro segmento.
“Em apenas 6 meses de operação, o mercado regulado já pagou mais de R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos entre outorgas, tributos e taxas de fiscalização. Ainda assim, a Fazenda não informa quanto desse valor tem sido destinado a áreas sociais como saúde e educação ou ao combate ao mercado ilegal. Essa falta de transparência não pode ser injustamente atribuída às casas de apostas.
“Cabe destacar que a Secretaria de Prêmios e Apostas [SPA] composta por profissionais comprometidos e técnicos qualificados— tem se esforçado para regulamentar e fiscalizar o setor, mesmo enfrentando sérias limitações de pessoal, orçamento e estrutura. A omissão do governo nesse aspecto é tanto técnica quanto política, e não reflete a dedicação e seriedade da equipe da SPA.
“A crítica à suposta facilitação da lavagem de dinheiro também soa deslocada e desconsidera o trabalho da própria equipe do Ministério. A regulamentação brasileira segue padrões internacionais elevados, com exigência de CPF, identificação facial, processo de conheça o seu cliente (KYC), rastreabilidade de transações e protocolos robustos de prevenção ao crime financeiro —todos estabelecidos sob a supervisão da SPA e suporte do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeira]. Alegar que o setor regulamentado favorece a lavagem é injusto e desrespeita o esforço dos técnicos que construíram e implementam essas regras.
“A guerra de narrativas contra as bets já ultrapassou o debate racional. Alguns setores da economia têm buscado vilanizar o jogo, baseando-se em informações questionáveis e distorcidas para deslegitimar um mercado que contribui significativamente com a arrecadação e que poderia, se bem administrado, ajudar o país a enfrentar desafios fiscais com responsabilidade e transparência.
“Se o Ministro não confia nos dados, que os qualifique. Se não conhece o setor, que se informe. Mas não se pode aceitar que a principal autoridade econômica do país trate um mercado regulamentado com o mesmo despreparo com que se combate o ilegal —especialmente ignorando e desmerecendo o esforço técnico e sério dos profissionais da Secretaria de Prêmios e Apostas.”
Assembleia homenageia, amanhã, profissionais da enfermagem e associação ligada aos trabalhadores da construção
Lidiane 20 de maio de 2025
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizará, nesta terça-feira, 20, duas sessões solenes extraordinárias para reconhecer o trabalho de diferentes categorias no Plenário Iris Rezende Machado. A primeira, pela manhã, será dedicada a homenagear os profissionais da enfermagem, enquanto a segunda, à noite, será dedicada às pessoas que atuam no Serviço Social da Indústria da Construção do Estado de Goiás (Seconci-GO).
Dia Internacional da Enfermagem
Às 9 horas, por iniciativa do deputado Cairo Salim (PSD), enfermeiros e técnicos de enfermagem de Goiás receberão o Certificado do Mérito Legislativo. A homenagem celebra a dedicação e o inestimável trabalho desses profissionais, em alusão ao Dia Internacional da Enfermagem, comemorado em 12 de maio. O reconhecimento visa a destacar o papel fundamental da enfermagem na promoção da saúde e no cuidado da população goiana.
Reconhecimento ao Seconci-GO
Já as 19 horas, sob a liderança do presidente Bruno Peixoto (UB), a Alego homenageará o Seconci-GO. A instituição é uma associação civil autônoma sem fins lucrativos, que desempenha um papel crucial no setor da construção civil em Goiás, oferecendo serviços e programas que beneficiam os trabalhadores da área. A solenidade tem como objetivo reconhecer a importante contribuição da associação para a qualidade de vida, a saúde e a segurança no trabalho dos profissionais da construção. Na oportunidade, os homenageados receberão Certificados do Mérito Legislativo.
As homenagens reforçam o reconhecimento do Poder Legislativo goiano a dois pilares essenciais para o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade: os profissionais da saúde, em especial os da enfermagem, e as instituições que apoiam o crescimento de setores econômicos importantes, como a construção civil.






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