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MARIANA CESAR CORREA — Foto: Acervo MARIANA CESAR CORREA — Foto: Acervo
No cenário dinâmico da dermatologia estética, surge uma nova era de tratamentos regenerativos, prometendo revolucionar a forma como as mulheres enfrentam o envelhecimento da pele durante e após a menopausa. Com uma abordagem refinada e natural, essas técnicas não apenas buscam rejuvenescer a pele, mas também promovem uma saúde cutânea integral, alinhada às necessidades específicas desse período da vida.
De acordo com a renomada especialista em Dermatologia, Dra. Mariana Correa, cerca de 70% das mulheres durante e após a menopausa buscam rejuvenescer a pele. Este número expressivo reflete a demanda crescente por soluções eficazes que atendam às mudanças hormonais e físicas que ocorrem durante essa fase da vida feminina.
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Os tratamentos regenerativos oferecem uma nova esperança, reativando células antes consideradas inativas e promovendo uma melhoria visível na textura e elasticidade da pele. Mulheres que estão nesse período da vida enfrentam a perda significativa de colágeno, contribuindo para a diminuição da firmeza e vitalidade da pele. Esses avanços tecnológicos são especialmente pertinentes para combater esse declínio, proporcionando resultados duradouros e naturais.
Além do rejuvenescimento, os tratamentos regenerativos visam otimizar a hidratação, aumentar a elasticidade e melhorar os contornos faciais e corporais. Essa abordagem representa uma mudança de paradigma na dermatologia estética, afastando-se de métodos invasivos do passado e priorizando uma estética mais autêntica e personalizada.
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A Dra. Mariana Correa enfatiza que a abordagem na dermatologia regenerativa está centrada na qualidade da pele e na estimulação do colágeno, buscando resultados mais duradouros e naturais. Sua liderança nesse campo representa um marco na busca pela harmonia entre beleza, cuidado e saúde da pele.
Os avanços na dermatologia regenerativa não se limitam apenas à superfície da pele; eles promovem uma saúde cutânea integral, melhorando não apenas a aparência, mas também a função da pele. Com a utilização de técnicas inovadoras, como os exossomos, esses tratamentos estimulam o colágeno de forma eficaz, proporcionando resultados naturais e duradouros.
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Diante desse cenário transformador, é essencial reconhecer a importância da personalização dos protocolos, levando em conta as necessidades individuais e a saúde integral da pele. A dedicação da Dra. Mariana Correa à saúde cutânea e ao cuidado personalizado representa um avanço significativo nesse momento de evolução na dermatologia brasileira.
Em suma, os novos tratamentos regenerativos oferecem uma abordagem inovadora e eficaz para enfrentar os desafios do envelhecimento da pele neste ciclo. Combinando ciência e cuidado personalizado, essas técnicas representam uma verdadeira revolução na busca pela beleza e saúde da pele feminina.
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Responsável técnico: Marina Cesar Correa – CRM 24329
Não há informações sobre o porquê o motorista invadiu a pista contrária. Segundo o inspetor da PRF, o motorista não estava fazendo ultrapassagem. Motorista de 54 anos invadiu a contramão e bateu contra caminhão caminhão. Ele morreu no local do acidente.
Um homem de 54 anos morreu em acidente de carro na BR-364, perto de Mineiros, na região sudoeste de Goiás. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o homem estava conduzindo um carro pequeno quando invadiu a contramão da rodovia.
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A batida aconteceu na madrugada deste sábado (11). Ao invadir a pista contrária, o motorista do carro bateu contra um caminhão carregado com leite que trafegava no sentido Jataí para Mineiros. O condutor do caminhão ficou no local da batida, prestou todas as informações e teve apenas ferimentos leves.
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Motorista morre após bater contra caminhão em rodovia perto de Mineiros, em Goiás
Reprodução/PRF
Ao g1, o inspetor Newton Moraes, da PRF, o motorista do carro faleceu na hora. Não há informações sobre o porquê o motorista invadiu a pista contrária, pois, segundo o inspetor, ele não estava fazendo ultrapassagem.
O condutor do caminhão foi submetido ao teste do bafômetro e o resultado deu negativo para ingestão de bebida alcoólica. Ele estava com os exames toxilógicos em dia.
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Turista morre após cair de canoa e se afogar na cachoeira da Muralha, no rio dos Couros, na Chapada dos Veadeiros, em Alto paraíso de Goiás — Foto: Semad/Reprodução Turista morre após cair de canoa e se afogar na cachoeira da Muralha, no rio dos Couros, na Chapada dos Veadeiros, em Alto paraíso de Goiás — Foto: Semad/Reprodução
O turista Matheus de Paula Lopes, de 29 anos, morreu após cair em uma cachoeira da Chapada dos Veadeiros e se afogar, em Alto Paraíso de Goiás, no noroeste de Goiás. Guias e moradores do assentamento Esusa e turistas, entre eles dois médicos, tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu.
Segundo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a morte dele aconteceu na manhã do último sábado (11) e foi confirmada pelos socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu).
Segundo testemunhas, Matheus estava em um banco de areia na cachoeira da Muralha, no rio dos Couros, uma das principais atrações do Parque Estadual Águas do Paraíso, quando se desequilibrou, foi levado pela correnteza para uma área mais funda e não conseguiu nadar.
Conforme a Semad, ele estava acompanhado de um amigo que tentou resgatá-lo para impedir o afogamento, mas não conseguiu. Matheus ficou submerso por cerca de 5 a 10 minutos, até que, com o auxílio de uma corda, foi retirado da água.
Em nota, a Semad lamentou a morte que se solidariza com parentes e amigos nesse momento de dor e tristeza.
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Homem morre esfaqueado após passar a mão nas nádegas de mulher, diz polícia, em Minaçu, Goiás — Foto: Reprodução/PM Homem morre esfaqueado após passar a mão nas nádegas de mulher, diz polícia, em Minaçu, Goiás — Foto: Reprodução/PM
Um homem morreu esfaqueado após passar a mão nas nádegas de uma mulher em um bar, em Minaçu, região norte de Goiás. Segundo a Polícia Militar, ele levou uma facada no tórax. O nome do suspeito não foi divulgado.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dele. À polícia, ele confessou o crime e disse que a vítima passou a mão nas nádegas da sua esposa.
O caso aconteceu na madrugada deste domingo (12) próximo a uma casa de forró. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal e conseguiu descrever as características do suspeito que levaram a polícia até a casa dele para realizar a prisão.
Conforme a polícia, a esposa do suspeito negou que sofreu importunação sexual e que estava no balcão do um bar comprando uma cerveja.
À polícia, o suspeito contou que chegou a ir em casa para buscar a faca usada no crime. Ele esfaqueou a vítima, saiu correndo e descartou a faca. Após a prisão, a equipe soube da morte do homem.
O suspeito pode responder por homicídio. A pena pode chegar a 20 anos de prisão, se qualificado a pena pode ir até a 30 anos de reclusão.
Tânia (esq.) foi presa, acusada de assassinar a filha, Andréa (dir.) em 2007
Foto: Reprodução/Globo
Foragida da polícia há 17 anos, Tânia Djanira Melo Becker de Lorena foi presa neste sábado, 11, acusada de assassinar a própria filha, Andréa Rosa de Lorena, para ficar com a guarda do neto. A prisão foi realizada pela Polícia Militar do Paraná (PMPR) na cidade de Marilândia do Sul.
Andréa foi asfixiada depois de um almoço com a mãe e o padrasto, em 2007, em Quatro Barras. Everson Luís Cilian, o padrasto da vítima, também está preso. Tânia foi localizada em uma casa por meio de uma denúncia anônima e foi presa.
O programa Linha Direta, da TV Globo, exibiu na última semana a história do crime, e incentivou denúncias contra a acusada. A PM informou que Tânia vivia com um nome falso, e se apresentava como Lurdes.
Ela não resistiu à prisão e o mandado foi cumprido pelas autoridades. Tânia foi detida e encaminhada para o Sistema Prisional de Apucarana.
Tânia foi denunciada pelo Ministério Público em 2007 por homicídio triplamente qualificado e estava foragida desde então. Na época do crime, ela era casada com Everson, padrasto de Andréa, que também foi acusado pelo crime. Ele foi preso em 2022 e virou réu pelo caso em 2023 segundo o MP.
O processo contra Tânia e Everson tramita na comarca de Campina Grande do Sul, na Grande Curitiba.
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Cachorro morre após ser baleado em pátio de hospital em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera e Polícia Civil Cachorro morre após ser baleado em pátio de hospital em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera e Polícia Civil
Um cachorro morreu após ser baleado no estacionamento de um hospital em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. A Polícia Militar (PM) informou que foi chamada pelo acompanhante de uma paciente após ele ouvir latidos de cachorros e o disparo de uma arma de fogo.
“Eu tava no apartamento do Hospital Santa Mônica, com minha mulher. Tinha uns sete, oito, cachorros latindo. Aí, um tiro. Só um tiro só. Pá. A polícia chegou, perguntou o que aconteceu, falei que o tiro foi lá dentro, lá no pátio”, descreveu a testemunha, que preferiu não se identificar.
Em nota enviada à TV Anhanguera, o Hospital Santa Mônica lamentou o caso e afirmou que colaboradores ouviram o tiro na área externa da instituição. A unidade informou que a empresa de segurança e a PM foram acionadas para as medidas cabíveis (leia nota completa no fim da reportagem).
O disparo foi registrado na noite de quinta-feira (9) e a Polícia Militar encaminhou o cachorro a uma clínica veterinária. O caso é investigado pela Polícia Civil. Segundo o delegado Lúcio Melo, ainda não há informações de quem atirou contra o animal.
“Estamos analisando as imagens no intuito de identificar o atirador. Foram realizadas perícias no local e recolhida uma cápsula de munição calibre .40”, explicou o delegado.
Cachorro é morto a tiros em Goiânia
À TV Anhanguera, o médico veterinário Pedro Henrique da Silva Meira informou que a bala perfurou o tórax e atravessou o animal.
“A bala não estava alojada nele. Foi feita uma radiografia e constatado o comprometimento dos pulmões. Uma hora depois de ser admitido, a gente tentando estabilização, ele não resistiu”, detalhou o médico veterinário.
À TV Anhanguera, uma mulher que preferiu não se identificar, contou que soube pela PM sobre o caso.
“Os policiais entraram em contato comigo pra saber pra onde que levaria esse animal. Eu falei pra eles que procurassem uma clínica 24 horas e deixassem o animal lá. Falei que os custos depois a gente levantaria, mas que o importante seria salvar a vida desse animal”, relembrou a mulher.
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Cachorro morre após ser baleado em pátio de hospital de Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Cachorro morre após ser baleado em pátio de hospital de Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Nota Hospital Santa Mônica
Na noite de ontem, colaboradores do Hospital Santa Mônica relataram a diretoria terem ouvido disparos de arma de fogo na área externa da instituição que teriam atingido um cão que circulava pelo local. Imediatamente, nossa empresa de segurança e a Polícia Militar foram acionadas para a adoção das medidas cabíveis. Lamentamos o ocorrido e estamos acompanhando o caso.
Um cachorro morreu na noite da última quinta-feira (9) após ser baleado no estacionamento de um hospital em Aparecida de Goiânia (GO). A Polícia Militar (PM) foi acionada pelo acompanhante de uma paciente, que estava ouvindo latidos de cachorro e, na sequência, escutou o disparo de arma de fogo.
“Eu estava no apartamento do Hospital Santa Mônica, com minha mulher. Tinha uns sete, oito, cachorros latindo. Aí, um tiro. Só um tiro só. Pá. A polícia chegou, perguntou o que aconteceu, falei que o tiro foi lá dentro, lá no pátio”, descreveu a testemunha, que preferiu não se identificar.
Em uma nota enviada à TV Anhanguera, o Hospital Santa Mônica lamentou o caso e afirmou que colaboradores ouviram o tiro na área externa da instituição. Além da PM, a empresa responsável pela segurança do local também foi acionada. Conforme informações, o cachorro chegou a ser levado para uma clínica veterinária pelos policiais militares, mas não resistiu.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Segundo o delegado Lúcio Melo, ainda não há informações de quem atirou contra o animal. “Estamos analisando as imagens no intuito de identificar o atirador. Foram realizadas perícias no local e recolhida uma cápsula de munição calibre .40”, explicou o delegado.
Ainda à TV Anhanguera, o médico veterinário Pedro Henrique da Silva Meira informou que a bala perfurou o tórax e atravessou o animal. “A bala não estava alojada nele. Foi feita uma radiografia e constatado o comprometimento dos pulmões. Uma hora depois de ser admitido, a gente tentando estabilização, ele não resistiu”, detalhou o profissional.
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Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Goiânia — Foto: Reprodução/Google Street View Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Goiânia — Foto: Reprodução/Google Street View
Funcionários do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Goiânia, responsáveis por realizar exames de necrópsia de pessoas que morreram sem assistência médica ou por causas naturais desconhecidas, suspenderam a greve neste sábado (11). A suspensão aconteceu após a Prefeitura de Goiânia convocar novos servidores.
Eles entraram em greve na última sexta-feira (10) e alegaram que estão sobrecarregados, por isso, exigiram a contratação de mais funcionários, além de reajuste no salário.
“Nosso salário hoje é R$ 1,4 mil. Desde 2014 a gente está buscando essa melhoria, mas até hoje não foi atendido. Hoje nós temos apenas cinco técnicos para atender Goiânia e mais 137 municípios”, explica o técnico em necropsia Reginaldo Sabino.
No mesmo dia, a Prefeitura de Goiânia publicou no Diário Oficial do Município um decreto de convocação do concurso público nº 001/2020. Nele, foram nomeados 10 aprovados para o cargo de técnico em necrópsia, os quais deverão tomar posse no prazo de 30 dias.
O decreto cita ainda que a posse dos novos técnicos em necrópsia vai contribuir com a qualidade dos atendimentos do SVO e resolver demandas da categoria relacionadas à sobrecarga.
O presidente do Servidores Públicos Municipais de Goiânia – SindiGoiânia, Marco Antônio dos Santos, informou ainda que além da convocação, a prefeitura vai realizar, na próxima semana, uma reunião para discutir o plano de carreira dos servidores do SVO.
De acordo com o decreto, os nomeados devem comparecer à Central de Atendimento ao Cidadão (Atende Fácil) do Paço Municipal para apresentar a documentação:
Cópia de RG
CPF ou CNH
Comprovante de endereço atualizado, além de certidões negativas.
A greve teve início às 7h da última sexta-feira (10) e, como não pode ser completa, contou com um funcionário trabalhando. Com isso, a liberação dos corpos demorou mais do que o normal. Ao todo, a equipe conta com sete técnicos, mas um morreu no último dia 29 de março e outro está afastado por licença médica.
Os cinco que restaram atuam em plantões, ficando responsáveis por uma média de 10 a 18 corpos. Na maioria dos casos, exige-se que os técnicos busquem os corpos, realizem os exames necessários, liberem o corpo para a família e, ainda, entreguem para as funerárias após liberado.
Técnicos e o sindicato chegaram a se reunir com o prefeito em novembro do ano passado para tentar solucionar o problema. Mas, segundo eles, na época nada foi feito.
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Funcionários do Serviço de Verificação de Óbito entram em greve em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Funcionários do Serviço de Verificação de Óbito entram em greve em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Um cachorro morreu após ser baleado no estacionamento de um hospital em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.
A Polícia Militar (PM) informou que foi acionado pelo acompanhante de uma paciente após ele ouvir latidos de cachorro e um disparo de arma de fogo.
Cachorro baleado em hospital
Médico veterinário informou que a bala perfurou o tórax e chegou a atravessar o animal. Foto: Divulgação
O disparo foi registrado na noite dessa quinta-feira (9) e a Polícia Militar encaminhou o cachorro para uma clínica veterinária.
“Eu tava no apartamento do Hospital Santa Mônica com minha mulher. Tinha uns sete, oito cachorros latindo. Aí, um tiro. Só um tiro só. A polícia chegou, perguntou o que aconteceu, falei que o tiro foi a dentro, lá no pátio”, disse a testemunha.
O caso é investigado pela Polícia Civil e conforme o delegado responsável pelo caso, Lúcio Melo, ainda não informações de quem disparou contra o cachorro.
“Estamos analisando as imagens no intuito de identificar o atirador. Foram realizadas perícias no local e recolhida uma cápsula de munição calibre .40”, alegou o delegado.
Já o médico veterinário Pedro Henrique da Silve Meire, informou que a bala perfurou o tórax e chegou a atravessar o animal.
“A bala não estava alojada nele. Foi feita uma radiografia e constatado o comprometimento dos pulmões. Uma hora depois de ser admitido, a gente tentando estabilização, ele não resistiu”, explicou o médico veterinário.
Hospital alegou que disparos ocorreu na área externa da instituição. Foto: Divulgação
Por meio de nota, o hospital lamentou o caso e afirmou que os colaboradores ouviram o tiro na área externa da instituição.
“Na noite de ontem, colaboradores do Hospital Santa Mônica relataram a diretoria terem ouvido disparos de arma de fogo na área externa da instituição que teriam atingido um cão que circulava pelo local. Imediatamente, nossa empresa de segurança e a Polícia Militar foram acionados para a adoção das medidas cabíveis. Lamentamos o ocorrido e estamos acompanhando o caso”, destacou a nota.
Empresária morre após fazer cirurgia plástica em Goiânia
“Ela foi internada e fez exames de sangue. A família pediu uma tomografia, mas os médicos disseram que ela estava só com anemia e não precisava da tomografia, só bolsas de sangue”, reclama a prima da vítima, Mariana Batista.
A morte de Fábia está sendo investigada pelo delegado Breynner Vasconcelos, de Goiânia. Em nota, o Hospital Unique, onde as cirurgias foram feitas, nega que houve negligência por parte da equipe médica, disse que informou a família sobre o quadro de saúde da paciente e que vai colaborar com a investigação (leia nota na íntegra ao final da reportagem).
Também em nota, o cirurgião plástico Nelson Fernandes lamentou a morte da paciente e disse que os procedimentos foram realizados sem intercorrências. Além disso, afirmou que prestou toda a assistência à paciente, seguindo sempre os protocolos adequados e as práticas médicas (leia nota na íntegra ao final da reportagem).
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Fábia Portilho era dona de um hotel em Goianésia — Foto: Reprodução/Redes Sociais Fábia Portilho era dona de um hotel em Goianésia — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela família de Fábia, a cirurgia aconteceu no dia 3 de maio, no Hospital Unique, no Setor Bueno. Dois dias depois da operação, o médico da empresária, o cirurgião plástico Nelson Fernandes, a deu alta.
No dia 5 de maio, dois dias depois da cirurgia, Fábia começou a sentir dores fortes na região abdominal. Preocupada, voltou ao hospital no final da manhã do dia 7, última terça-feira, e foi internada. A prima narra que a empresária gritava de dor, mas os médicos de plantão e Nelson não a examinaram ou pediram uma tomografia.
“Ela só tomou as bolsas de sangue e, quando houve a troca de plantão, outra médica viu que era uma infecção grave e disse que a Fábia precisava de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, afirma Marina.
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Fábia Portilho morreu após fazer cirurgia plástica em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes sociais Fábia Portilho morreu após fazer cirurgia plástica em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes sociais
Segundo a prima, foi só nesse momento que, já no início da noite, que os familiares descobriram que o hospital onde Fábia foi operada não contava com uma UTI. No local também não havia um aparelho para fazer a tomografia.
Os médicos pediram o encaminhamento da Fábia para outro hospital, mas a família decidiu levar a empresária para uma unidade de saúde que eles confiavam mais. “Ela chegou no hospital em choque e foi super bem atendida, porém, já estava com o pulmão comprometido por uma embolia e uma septicemia”, contou Mariana.
Fábia morreu na noite de terça-feira (7), segundo a prima, por um tromboembolismo pulmonar gorduroso e choque obstrutivo. A família denuncia negligência médica e falta de socorro devido, já que na data da morte da empresária houve uma demora de mais de 10 horas para que ela fosse autorizada a ser encaminhada para um hospital melhor equipado.
De acordo o boletim de ocorrência, a polícia pediu um exame cadavérico para descobrir a verdadeira causa da morte de Fábia. O g1 questionou a Polícia Científica sobre o resultado do exame, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Íntegra da nota do médico
Primeiramente, quero manifestar meus pêsames pela morte da Sra. Fábia Portilho e minha solidariedade aos familiares e amigos neste momento difícil.
Diante das indagações da imprensa, esclareço que realizei dois procedimentos cirúrgicos na Sra. Fábia, no último sábado (4), que transcorreu sem intercorrências. A paciente não manifestou queixas em sua consulta de retorno pós-operatório, e sua recuperação estava ocorrendo dentro do esperado.
Na terça-feira, no entanto, a paciente compareceu ao Hospital, apresentando queixas que passaram a ser imediatamente investigadas. Porém, apesar do quadro de instabilidade apresentado, a família optou pela transferência para outro hospital.
Ressalto que, em nenhum momento, deixei de prestar assistência à paciente, seguindo sempre os protocolos adequados e as práticas médicas recomendadas pelo Conselho Regional de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Informações detalhadas sobre o prontuário da paciente não podem ser compartilhadas publicamente, devido ao sigilo médico e à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, mas estou à disposição da família para todos os esclarecimentos.
Prezar pela saúde e recuperação dos meus pacientes é prioridade absoluta em minha atuação médica, e o falecimento da Sra. Fábia me entristece profundamente.
Íntegra da nota do hospital
Em resposta às solicitações de esclarecimento por parte da imprensa, a respeito da cirurgia realizada na Sra. Fábia Portilho, o Hospital Unique, inicialmente, expressa seu profundo pesar pelo falecimento da paciente.
A instituição reconhece a gravidade da situação e está empenhada em fornecer todas as informações necessárias para esclarecer os fatos. No entanto, ressalta que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas, pois as investigações sobre as circunstâncias do ocorrido estão em andamento e aguardam laudos técnicos e periciais.
O Hospital Unique, representado por seu advogado, reitera seu compromisso com a transparência e a ética, esclarecendo que todas as medidas de segurança e protocolos médicos foram seguidos rigorosamente. Além disso, reforça que não houve qualquer negligência por parte da equipe médica e que o hospital possui toda a estrutura necessária para atender casos complexos.
O hospital orientou os parentes a não realizarem a transferência para outra unidade devido à condição instável da paciente. No entanto, os familiares decidiram pela transferência, argumentando que havia um médico da família trabalhando em outra instituição. Para isso, contrataram serviços de ambulância, embora fossem dispensáveis.
O Hospital Unique, em sua recomendação médica, na prudência peculiar, avaliou os riscos envolvidos e aconselhou contra a transferência até a estabilização da paciente. A condição crítica foi comunicada aos parentes, explicando os riscos envolvidos e a necessidade de aguardar a estabilização da paciente para a realização de um exame de tomografia. Mesmo assim, os parentes decidiram prosseguir com a transferência, assumindo total responsabilidade pela decisão.
O atendimento prestado pela instituição incluiu todos os esforços possíveis, como a realização de diversos exames, infusão de sangue e outras intervenções, visando a melhora do quadro clínico da paciente.
O hospital irá colaborar integralmente com as autoridades competentes para apurar as circunstâncias do ocorrido. O Hospital Unique reforça que a segurança e o bem-estar de seus pacientes são prioridades absolutas e que continuará trabalhando incessantemente para assegurar os mais altos padrões de atendimento médico.
A instituição está à disposição para prestar todo o apoio necessário à família e para fornecer quaisquer informações adicionais que se façam necessárias.