20 de julho de 2026
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  • 04:24 Jovem aprendiz agredido por PM trabalha desde os 11 anos


Um jovem aprendiz de 16 anos foi agredido e ameaçado de morte por um policial militar (PM) na manhã desta quinta-feira (16), dentro de uma loja de motopeças em Catalão, na região Sudeste de Goiás. O adolescente havia acabado de chegar ao trabalho e organizava o estabelecimento para iniciar o expediente quando o PM entrou no local. Segundo as imagens das câmeras de segurança, o policial justificou a abordagem dizendo que o rapaz estaria “encarando” a viatura.

Durante a ação, o PM deu tapas no rosto do jovem, o derrubou no chão, apontou uma arma em sua direção e fez diversas ameaças. O policial foi detido e a Polícia Militar informou que instaurou procedimentos para apurar o caso.

Jovem aprendiz agredido

A ocorrência foi registrada por volta das 7h30, horário em que o adolescente costuma abrir a loja onde atua como jovem aprendiz. Imagens mostram a viatura chegando ao estabelecimento e, em seguida, o policial entrando no local e iniciando as agressões. Enquanto segurava o adolescente no chão, o militar questionava o motivo de ele estar olhando para a viatura. O jovem tentou explicar que apenas havia chegado para trabalhar, mas continuou sendo agredido.

Durante a abordagem, o policial fez ameaças de morte ao rapaz. Em um dos momentos registrados pelas câmeras, ele afirma: “Vou te matar aqui agora. Vontade de dar um tiro bem na sua cara.” Em seguida, também diz: “Você tem que morrer.” Mais adiante, ameaça novamente: “Se você olhar para mim de novo na sua vida, eu vou te matar. Você vai assinar sua sentença de morte.” Antes de deixar o local, ainda ordena que o adolescente peça demissão e saia da cidade. “Se eu te achar de novo, eu arrebento a sua cara.”

Além das agressões físicas, o PM também pressionou o adolescente contra a parede, perguntou se ele fazia parte de alguma facção criminosa e, em alguns momentos, apontou a arma para o rapaz, que permaneceu deitado no chão.

PM deixou jovem no chão

Depois que o militar saiu da loja, o adolescente ficou caído dentro do estabelecimento por alguns minutos até que uma colega de trabalho chegou no local, por volta das 8h, e encontrou o jovem ferido. A vítima apresentava lesões no rosto e passou por exame de corpo de delito.

A mãe do adolescente registrou boletim de ocorrência, e o caso segue sob investigação.

Posicionamento da PM

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que o sargento envolvido foi conduzido ao batalhão para prestar esclarecimentos e afirmou que adotou as medidas legais, administrativas e disciplinares cabíveis. A PM também declarou que não compactua com desvios de conduta praticados por integrantes da instituição.

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Autor Jeice Oliveira


A mãe do adolescente de 16 anos agredido por um policial militar (PM) dentro de uma loja de motopeças, em Catalão, na região Sudeste de Goiás, usou as redes sociais para desabafar sobre o caso e pedir justiça. Em uma publicação, ela afirmou que o filho já cometeu erros no passado por ser menor de idade e pilotar moto, mas destacou que, no momento das agressões, o jovem aprendiz estava trabalhando e não praticava qualquer irregularidade.

No texto, a mãe relatou que nunca imaginou precisar expor uma situação como essa e disse que ficou devastada ao ver as imagens registradas pelas câmeras de segurança da empresa.

“Como mãe, meu coração está destruído com tudo o que aconteceu hoje com meu filho. Ele tem 16 anos, já cometeu erros e nunca escondemos isso. Ele já andou de moto sendo menor de idade e sem habilitação, e já enfrentou as consequências dessas escolhas. Mas uma mãe nunca espera ver o filho ser tratado com violência”, afirmou.

O caso aconteceu na manhã de quinta-feira (16), por volta das 7h30, quando o adolescente chegou para abrir a loja onde atua como jovem aprendiz há cerca de três meses. Imagens mostram o momento em que uma viatura da Polícia Militar estaciona em frente ao estabelecimento. Em seguida, um sargento entra na empresa e passa a agredir o adolescente alegando que ele o teria encarado.

Durante a abordagem, o policial dá tapas, empurra o jovem contra a parede, o derruba no chão, desfere chutes e faz diversas ameaças de morte. Em um dos trechos gravados, ele afirma: “Todo vagabundo trabalha com coisa de moto.” Em outro momento, diz: “Polícia aqui mata mais que o capeta. Ninguém encara polícia aqui no Goiás, não.”

O militar ainda ordena que o adolescente peça demissão do emprego, ofende o patrão e a mãe da vítima. Segundo o adolescente, ele nunca havia visto o policial antes daquele dia.

Mesmo depois de deixar o jovem caído e ferido, o sargento ainda arremessa uma cadeira em sua direção antes de sair da loja. A vítima permaneceu no chão por cerca de meia hora e só recebeu ajuda quando uma colega de trabalho chegou ao local. Ela sofreu ferimentos no rosto, passou por exame de corpo de delito e o caso foi registrado na Polícia Civil.

No desabafo, a mãe reforçou que nenhuma pessoa merece ser submetida à violência registrada pelas câmeras. Ela informou que a família já adotou as medidas judiciais cabíveis, acompanhada por advogados, e disse confiar que a apuração dos fatos será feita com base nas provas.

A Polícia Militar informou que o sargento foi encaminhado ao batalhão para prestar esclarecimentos e que instaurou procedimentos administrativos e disciplinares para apurar a conduta do militar. A corporação também afirmou que não compactua com desvios de conduta praticados por seus integrantes.

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Autor Jeice Oliveira


A Polícia Civil de Goiás cumpriu mandados de prisão e busca nesta terça-feira (20/1) contra um homem investigado por estupro de vulnerável. A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Morrinhos. O crime aconteceu na madrugada do dia 29 de dezembro de 2025.

Na ocasião, uma adolescente de 15 anos estava pernoitando na casa de sua tia. Segundo apurou a polícia, o investigado, que é amigo da tia da vítima, deitou-se no colchão onde a jovem dormia e praticou conjunção carnal.

Horas após o ocorrido, a adolescente contou tudo a sua mãe. A mulher então procurou imediatamente a Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência.

Com a reunião de elementos suficientes que comprovavam a autoria e a materialidade do crime, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do suspeito. Também foi pedido um mandado de busca domiciliar no local dos fatos. As medidas receberam autorização do Poder Judiciário.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos objetos pessoais do investigado. O material será destinado à realização de comparação de DNA.

As autoridades reforçam a importância do registro imediato em casos de violência e abuso sexual. A denúncia rápida torna a apuração dos fatos mais eficaz. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia à Polícia Civil de forma anônima, pelo telefone 197.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) localizou, na tarde desta segunda-feira (15/12), o corpo do adolescente Lorran Victor Sousa de Oliveira, de 15 anos, que havia desaparecido no Córrego das Antas, na divisa entre os bairros Santa Maria de Nazaré e São Carlos, em Anápolis. O jovem foi encontrado por volta das 15h30, em um trecho de difícil acesso, a aproximadamente nove quilômetros do local onde foi visto pela última vez, após ser arrastado pela enxurrada.

As buscas tiveram início ainda na noite de domingo (14), por volta das 19h15, logo após o acionamento das equipes de resgate. Já nas primeiras horas, os bombeiros realizaram varreduras primárias ao longo do córrego, mesmo diante das dificuldades impostas pela baixa visibilidade e pelas condições do terreno.

Na manhã desta segunda-feira (15/12), a operação foi reforçada com equipes especializadas, incluindo cães de busca, quatro mergulhadores e o apoio de drone, utilizado para o monitoramento aéreo e identificação de pontos críticos ao longo do curso d’água. Segundo o CBMGO, cerca de dois quilômetros do córrego haviam sido percorridos durante as primeiras etapas da ação.

A corporação destacou que a força da correnteza, intensificada pelas chuvas, além da vegetação densa e de trechos de difícil acesso, tornou o trabalho mais complexo, exigindo uma varredura minuciosa ao longo do leito do córrego e das margens.

De acordo com informações confirmadas pela Prefeitura de Anápolis, a mãe do adolescente, Irislene Silva Sousa, encontra-se internada no Hospital Municipal Alfredo Abrahão, onde passou por um procedimento cirúrgico, o que a impediu de acompanhar presencialmente as buscas. O município informou a internação, mas não divulgou detalhes sobre o estado de saúde da paciente.

O Corpo de Bombeiros reforça, em casos semelhantes, a importância de atenção redobrada em áreas próximas a cursos d’água, especialmente durante o período chuvoso, quando o volume e a velocidade da água podem aumentar de forma repentina, elevando significativamente o risco de acidentes.

O caso mobilizou moradores da região e equipes de emergência por mais de 20 horas e encerra uma operação marcada pelo empenho técnico das forças de resgate diante de um cenário adverso, reforçando o alerta sobre os perigos associados a enxurradas e áreas alagadas em perímetros urbanos.

Autor Rogério Luiz Abreu


O juiz Paul Goetz permitiu que Norma Nazario provasse que as redes “incitaram” seu filho a realizar “desafio do surfe no metrô”

O juiz Paul Goetz, de Nova York, permitiu nesta 2ª feira (30.jun.2025) que Norma Nazario processe a Meta e a ByteDance –empresa proprietária do TikTok– por homicídio culposo de seu filho de 15 anos, Zackery Nazario. A mãe acusa as duas plataformas de viciarem seu filho e o “incitarem” ao “desafio do surfe no metrô”. As informações são da Reuters.

O desafio viralizou em vídeos curtos no Instagram e no TikTok. Zackery e sua namorada subiram em um trem com destino ao Brooklyn e foram atingidos por um farol baixo. Os 2 caíram e foram atropelados pelo metrô. Segundo a mãe, existiam vários vídeos de surfe no metrô nas redes sociais do filho.

“Com base nas alegações da denúncia, é plausível que o papel dos réus nas mídias sociais tenha excedido o de assistência neutra na promoção de conteúdo e constituído identificação ativa dos usuários que seriam mais impactados”, disse Goetz na decisão.

Nos EUA, as empresas de tecnologia têm liberdade para moderar conteúdo da forma que desejarem. “Nenhum provedor ou usuário de um serviço de computador interativo deve ser tratado como editor ou responsável por qualquer informação fornecida por outro provedor de conteúdo de informação”, diz a Seção 230 do CDA (Communications Decency Act), de 1996.

Os únicos casos de remoção obrigatória no país são em relação a conteúdos que promovam diretamente crimes federais, como em casos de divulgação de tráfico de drogas, terrorismo ou violação de direitos autorais. Caso Nazario tenha decisão favorável, as empresas podem apelar à Suprema Corte.



Autor Poder360 ·


O Ministério Público de Goiás (MP-GO) denunciou quatro policiais militares pela morte do adolescente João Vitor Mateus de Oliveira, de 14 anos, desaparecido desde 2018, em Goiânia. A investigação aponta indícios de que o adolescente foi morto durante uma ação policial que resultou na execução de outros três jovens dentro de uma residência no Setor Forteville. O corpo de João Vitor nunca foi encontrado, mas a família acredita que os policiais se desfizeram dele.

De acordo com o inquérito, a operação ocorreu na noite de 23 de abril de 2018, após uma denúncia anônima informar que uma caminhonete roubada estaria escondida na casa de Matheus Henrique de Barros Melo, de 19 anos. Policiais do Batalhão de Choque teriam entrado no local e afirmam ter sido recebidos a tiros por Matheus e pelos jovens Marley Ferreira Nunes, de 17, e Divino Gustavo de Oliveira, de 19.

Na versão policial, a troca de tiros levou à morte dos três rapazes. No entanto, a perícia encontrou evidências de que o local do crime não foi preservado. Relatos de testemunhas indicam que a residência foi lavada antes da chegada da perícia. Além disso, dois colchões teriam desaparecido, e armas supostamente usadas pelos jovens teriam sido movidas.

Os policiais negam que João Vitor estivesse na casa. Já a mãe do adolescente afirma que o menino estava no local. Ele era primo de Divino Gustavo, um dos jovens mortos na ação, e costumava usar seu celular para acessar as redes sociais, já que não tinha dinheiro para comprar um para si.

Testemunhas afirmaram ter visto a viatura policial estacionada parcialmente dentro da residência. Três pessoas relataram ouvir sons de dentro do veículo, como gemidos e barulhos de chutes, o que, conforme a denúncia, reforça a hipótese de que João Vitor foi colocado no porta-malas e retirado do local.

Os agentes envolvidos no inquérito são Fabrício Francisco da Costa, de 42 anos, Thiago Antonio de Almeida, de 37, Éder de Sousa Bernardes, de 40, e Cledson Valadares Silva Barbosa, de 33. A Polícia Militar informou que o caso está sob análise do Poder Judiciário e reafirmou seu compromisso com a transparência e a legalidade.

Autor Agatha Castro


Polícia realiza perícia em local onde adolescente morreu, em Santa Helena de Goiás

Durante a tarde de terça-feira (23), a equipe usou um drone para mapear a área e, além disso, analisou a árvore que sofreu o impacto da batida com o carro.

Um dos objetivos da perícia complementar é descobrir qual a velocidade do veículo no momento do acidente. A estimativa também será feita a partir da análise de vídeos feitos por câmeras de segurança próximas ao local.

No boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar após o acidente, a equipe relatou que Mariane era quem dirigia o carro, mesmo sendo menor de idade, e, provavelmente, estava em alta velocidade.

Peritos fazem perícia complementar em local do acidente que matou Mariane Branquinho, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Ao g1, o delegado Humberto Soares explicou que a Polícia Civil aguarda o resultado da perícia, mas que, ao que tudo indica, o caso não vai ser investigado como crime. Isso porque, mesmo que fique comprovado que Mariane dirigia o carro, o pai dela pode responder somente por uma infração de trânsito considerada de menor potencial ofensivo.

A infração em questão é descrita no artigo 310 do Código de Trânsito Brasileiro e diz que não é permitido confiar ou entregar a direção de um veículo a uma pessoa não habilitada. A pena para esse tipo de infração é de multa e prisão de 6 meses a 1 ano.

Sendo assim, segundo o delegado, o que pode ser feito neste caso é um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), que deverá ser encaminhado para um juizado especial, que vai cuidar do processo.

O g1 entrou em contato com o vereador para entender porque Mariane estava dirigindo o carro dele, mas ele disse que não tem condições de falar sobre o caso neste momento.

Mariane Branquinho morreu após bater carro contra árvore, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/PM e Reprodução/Simão Mota/Redes Sociais

O acidente aconteceu na madrugada do dia 20 de julho, um sábado, no Centro da cidade. Segundo a PM, Mariane dirigia o carro do pai em alta velocidade e bateu contra a árvore depois de perder o controle do veículo. Ela estava acompanhada de uma amiga, de 21 anos.

Após o acidente, a adolescente chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu no local. Mariane foi sepultada no dia seguinte ao acidente, no cemitério Jardim da Saudade, em Santa Helena de Goiás.

O carro envolvido no acidente foi guinchado e a amiga de Mariane foi levada ferida para o Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso). Ao g1, o hospital informou que a jovem recebeu alta na segunda-feira (22)

Imagens mostram que o carro ficou com a parte da frente completamente destruída por conta da batida.

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Filha de vereador bate com carro de pai contra árvore, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/PM

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Filha adolescente de vereador morre após bater carro do pai contra árvore

“Minha filha, como a gente se dava bem, como você sempre encantava todos ao seu redor… Uma parte da minha vida se foi, que Deus possa me dar força nesse momento”, publicou Simão Mota.

O acidente aconteceu na madrugada de sábado (20). Ao g1, a Polícia Civil explicou que vai avaliar a necessidade da abertura de um inquérito policial para investigar o caso. A reportagem entrou em contato com o vereador por mensagem na manhã desta segunda-feira (22) para saber informações sobre a menina estar dirigindo o carro dele, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.

Filha do vereador Simão Mota, Mariane Branquinho, morre após sofrer acidente de carro em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/PM e Reprodução/Simão Mota/Redes Sociais

Adolescente Mariane Branquinho e o pai, vereador Simão Mota, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/Simão Mota/Redes Sociais

Imagens mostram que, após bater contra a árvore, o carro ficou com a frente completamente destruída. Ao relatar o acidente, a Polícia Militar explicou que a menina conduzia o carro em alta velocidade e que bateu contra a árvore depois de perder o controle do veículo.

Após o acidente, a menina chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu no local. A adolescente foi sepultada no domingo (21), no cemitério Jardim da Saudade, localizado em Santa Helena de Goiás. O carro foi guinchado e a jovem de 21 anos, que estava com Mariane, foi levada ferida a um hospital da cidade.

Ao g1, o Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso) explicou que a jovem está estável e em acompanhamento de pós-operatório da equipe de ortopedia.

Mariane Branquinho morreu após bater carro contra árvore, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/PM e Reprodução/Simão Mota/Redes Sociais

Filha de vereador bate com carro de pai contra árvore, em Santa Helena de Goiás — Foto: Reprodução/PM

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Uma mulher de 35 anos morreu após ser esfaqueada pelo companheiro na madrugada de quinta-feira (18), em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF).

Uma adolescente, de 13 anos, filha da vítima, também foi atacada pelo homem quando tentava socorrer a mãe.

Entenda o caso

Informações de familiares apontam que o suspeito e a vítima, Michelle Siqueira Batista, se conheceram em janeiro de 2023, quando o homem morava em Minas Gerais. Ele teria se mudado para Luziânia há cerca de três meses, quando eles começaram a viver juntos.

Segundo o delegado Diego Alonso, durante a madrugada de quinta (18) a filha da vítima, de 13 anos, ouviu barulhos no quarto da mãe e correu até o cômodo. No local, viu o homem a enforcando.

Assustado com a chegada da menina, o suspeito soltou Michelle, que conseguiu fugir para a cozinha. O homem então pegou uma faca e desferiu golpes contra a mulher.

Mulher morta a facadas pelo companheiro. Foto: Reprodução

Na tentativa de ajudar a mãe, a adolescente pegou uma ferramenta e golpeou o homem na cabeça. Ele então tentou atingir a menina, mas a mãe interviu.

“O autor, de posse de uma faca, desferiu golpes na vítima. A filha da vítima conseguiu pegar uma ferramenta e golpeá-lo na cabeça. Ele se virou para também ferir a filha, mas a mãe conseguiu intervir, acabando por levar a facada que seria desferida na filha”. 

Depois que a adolescente saiu de perto da mãe, o homem continuou esfaqueando a mulher. Em seguida, ele fugiu do local. A polícia está em buscas do paradeiro do suspeito.

Familiares apontam que a adolescente que presenciou a morte da mãe está em estado de choque e a voz da mãe pedindo ajuda ecoa na mente dela.

Até então, a família não tinha conhecimento de relatos de violência no relacionamento de Michele. Entretanto, após o ocorrido, foi descoberto que o homem era foragido da polícia e já tinha passagens por homicídio.

Além da adolescente, Michele deixa outros dois filhos, de 20 e 13 anos.

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Academia é interditada durante fiscalização do Conselho de Educação Física

O Conselho Regional de Educação Física (CREF14-GO) interditou uma academia, em Goiânia, após constatar que um adolescente atuava no local como professor sem ter habilitação para isso. Durante a fiscalização, uma aluna foi encontrada sendo atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por ter se machucado durante o treino.

O g1 entrou em contato por ligação e mensagens com a academia, localizada no Jardim América, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.

A fiscalização do Cref-GO foi realizada na última sexta-feira (12), com o apoio da Polícia Militar. O órgão afirma que foi chamado depois que uma aluna se machucou nas dependências da academia, “levantando preocupações de outras pessoas sobre a segurança e a supervisão dos treinos no estabelecimento”.

Quando os fiscais do Cref-GO chegaram ao local, constataram a partir do relato de outros alunos que um adolescente estava atuando ilegalmente como professor durante aquele horário, sendo responsável pelos treinos.

“(A situação) caracteriza exercício ilegal da profissão e coloca em risco a saúde e a segurança dos frequentadores”, afirmou o Cref-GO

A fiscalização também descobriu que a academia estava operando sem um responsável técnico desde 11 de junho de 2024.

Por tudo isso, a academia foi interditada até que todas as devidas regularizações sejam efetuadas, incluindo a nomeação de um responsável técnico qualificado e a apresentação dos documentos de liberação das atividades.

Academia é interditada após fiscalização descobrir que adolescente atuava como professor, em Goiânia — Foto: Divulgação/Cref-GO

Também segundo o Cref, a aluna lesionada foi conduzida ao hospital pelo Samu para receber os cuidados necessários. Mas como o nome dela não foi divulgado, o g1 não conseguiu descobrir a gravidade da lesão e nem qual o estado de saúde atual dela.

O adolescente foi conduzido pela PM até a Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai). Ao g1, a Polícia Civil confirmou que o caso está sendo investigado e que a vítima já foi intimada para prestar depoimento. Mas, por se tratar de um caso envolvendo um menor de idade, o delegado não poderá repassar mais informações.

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Fiscalização interdita academia após encontrar irregularidades, em Goiânia — Foto: Divulgação/Cref-GO

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