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O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás atendeu, na madrugada deste domingo (18/1), uma ocorrência de grave acidente de trânsito registrada na BR-020, no km 171, na zona rural do município de Alvorada do Norte. A ação foi conduzida por equipes da 10ª Companhia Independente Bombeiro Militar, acionadas para atendimento a uma colisão frontal envolvendo um ônibus de passageiros e um veículo utilitário.
Segundo informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o ônibus seguia no sentido Brasília, enquanto o veículo Saveiro trafegava do distrito de Santa Maria em direção a Alvorada do Norte. Durante o deslocamento, o automóvel invadiu a pista contrária, ocasionando a colisão frontal entre os dois veículos. As circunstâncias que levaram à invasão de faixa ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
Com o impacto da batida, o condutor do veículo utilitário, um homem de 39 anos, ficou preso às ferragens. As equipes do Corpo de Bombeiros realizaram o atendimento pré-hospitalar e a avaliação da vítima no local, mas o motorista foi encontrado sem sinais vitais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alvorada do Norte foi acionado e confirmou o óbito.
No ônibus envolvido no acidente viajavam 58 passageiros. Nenhum deles sofreu ferimentos, não havendo necessidade de encaminhamento hospitalar, conforme informações das equipes de resgate e da PRF.
Durante o atendimento da ocorrência, a rodovia precisou ser totalmente interditada para garantir a segurança das equipes, dos passageiros e dos demais usuários da via. O tráfego foi liberado somente após a conclusão dos trabalhos de resgate, remoção dos veículos e realização da perícia técnica.
A Polícia Técnico-Científica esteve no local para os procedimentos periciais e levantamento das informações necessárias à investigação. Após a liberação da área, os bombeiros realizaram o desencarceramento do corpo, com o uso de equipamentos hidráulicos, e o deixaram sob responsabilidade da Polícia Técnico-Científica.

O caso segue sob apuração para esclarecimento das causas do acidente.
Presidente dos EUA, Donald Trump, retorna ao evento realizado na Suíça após 6 anos, em meio à problemas internos da instituição
Chefes de Estado, de governo e executivos realizam nesta 2ª feira (19.jan.2026) a 56ª edição do Fórum de Davos, organizada pelo Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. O evento se dá em um momento decisivo para o futuro da própria instituição, que enfrenta problemas internos e busca se reposicionar em um cenário de instabilidade do multilateralismo global. O evento será realizado do 19 a 23 de janeiro.
O encontro visa promover o diálogo entre líderes políticos, empresariais e da sociedade civil sobre os principais desafios econômicos e geopolíticos globais. O encontro de 5 dias tem como tema “Um espírito de diálogo”, com foco na retomada da cooperação internacional em meio a tensões geopolíticas e econômicas. O evento é realizado anualmente desde 1971.
Críticos apontam que o encontro tem perdido capacidade de influência concreta nas decisões globais e se consolidado mais como um espaço de debate e networking entre elites políticas e econômicas do que como um fórum capaz de produzir consensos ou encaminhamentos práticos.
Segundo a organização, “líderes mundiais dos setores governamental, empresarial, da sociedade civil e acadêmico se reunirão em Davos para participar de discussões voltadas para o futuro, com o objetivo de abordar questões globais e definir prioridades. O apelo por uma ação coletiva ousada torna o encontro particularmente relevante”.
Eis os 5 tópicos que serão abordados:
- Como podemos construir prosperidade dentro dos limites planetários?
- Como podemos cooperar em um mundo mais disputado?
- Como podemos desbloquear novas fontes de crescimento?
- Como podemos investir melhor nas pessoas?
- Como podemos implementar a inovação em larga escala e de forma responsável?
O evento passa por transformações em sua estrutura organizacional. Em agosto de 2025, Larry Fink, CEO da BlackRock, assumiu a copresidência do fórum com o vice-presidente do laboratório suíço Roche, Severin Schwan. Eles substituíram Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, que deixou o cargo durante uma investigação interna sobre governança e uso de recursos e foi, posteriormente, absolvido das acusações.
PRESENÇA NORTE-AMERICANA
O chefe da Casa Branca, Donald Trump (Partido Republicano), líder do país que detém a maior economia do mundo, já afirmou que prioriza interesses nacionais e políticas protecionistas, posição que contrasta com a agenda de cooperação econômica defendida no fórum.
A última vez que Trump esteve presente em Davos foi em 2020, durante seu 1º mandato. Em 2025, já de volta à presidência, ele optou por participar da 55ª edição por videoconferência. Dessa vez, comparecerá presencialmente com uma delegação composta por líderes governistas, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
A secretária de Imprensa, Karoline Leavitt, afirmou durante conversa com jornalistas na 5ª feira (15.jan.) que um dos tópicos abordados por Trump serão as “iniciativas habitacionais” norte-americanas. Segundo ela, “o presidente Donald Trump sabe que os EUA são mais fortes quando são uma nação de proprietários, e não de inquilinos, e está determinado a proporcionar essa oportunidade ao maior número possível de norte-americanos”.
A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), realizou neste sábado (17/1) a primeira feira de adoção de animais de 2026. A iniciativa, promovida em parceria com o Buriti Shopping, resultou na adoção de 34 pets, sendo 23 cães e 11 gatos, que agora passam a viver em lares seguros, com cuidados adequados e guarda responsável.
O prefeito Leandro Vilela e a primeira-dama Lana Bezerra acompanharam a ação, visitaram o espaço da feira e parabenizaram pessoalmente os novos tutores. Durante a visita, o prefeito destacou a importância da adoção responsável como política pública e reforçou o compromisso da atual gestão com a causa animal no município.
“Cada adoção representa um gesto de amor e responsabilidade. Ver tantas pessoas abrindo as portas de suas casas para acolher animais que antes estavam em situação de vulnerabilidade é motivo de alegria para toda a nossa gestão”, afirmou Vilela.
Ao lado da primeira-dama, o prefeito ressaltou que o trabalho desenvolvido pela Semma, por meio do Programa de Atenção Animal (PATA), tem gerado impactos concretos: “Vamos continuar fortalecendo e ampliando essas ações para atender mais animais e garantir novas oportunidades”, completou.
A feira “Deu Match com Meu Pet” foi realizada no espaço Buriti Kids 1 e integra um conjunto de ações permanentes da Prefeitura voltadas à ampliação da adoção responsável, ao combate ao abandono e à conscientização da população sobre a guarda consciente de animais domésticos.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou que as feiras de adoção têm contribuído de forma significativa para a transformação da realidade da causa animal em Aparecida: “Essas feiras mudam vidas. Em cada edição, mais de 30 cães e gatos deixam a vulnerabilidade das ruas e passam a viver em lares amorosos e responsáveis”, afirmou.
Segundo ela, somente em 2025, mais de 200 animais foram adotados por meio das ações promovidas pelo município.
Pollyana também ressaltou a relevância das parcerias com os shoppings da cidade: “A parceria com o Buriti Shopping e o Aparecida Shopping é fundamental para ampliar o alcance das feiras, aproximando os animais das pessoas que desejam adotar e fortalecendo a política de adoção responsável”, pontuou.
A secretária informou ainda que, ao longo de 2026, a Prefeitura realizará duas feiras de adoção por mês, sempre aos sábados, alternando entre os dois centros comerciais.

De acordo com a Semma, todos os animais disponibilizados para adoção passam por avaliação veterinária, são entregues vermifugados e vacinados, e, quando já têm idade adequada, castrados. Os filhotes recebem vale-castração, garantindo o atendimento gratuito posterior no Centro de Castração Animal do PATA.
As chamas devastam 8.500 hectares e forçam 50.000 pessoas a evacuarem da região central do país enquanto bombeiros lutam contra o fogo
O presidente do Chile, Gabriel Boric, decretou neste domingo (18.jan.2026) estado de catástrofe pública na região central do país, em Biobío, e na região vizinha de Ñuble, a cerca de 500 km ao sul da capital Santiago, em decorrência dos incêndios florestais provocados pela forte onda de calor que atinge. As queimadas já provocaram a morte de 18 pessoas.
A decretação de estado de emergência foi feita porque permite maior coordenação com os militares para conter as duas dezenas de incêndios florestais que já devastaram 8.500 hectares e levaram à evacuação de 50.000 pessoas das regiões afetadas, de acordo com o ministro da Segurança do Chile, Luis Cordero.
Segundo a agência florestal chilena, os bombeiros estavam combatendo 24 incêndios ativos em todo o país na manhã deste domingo, sendo os mais críticos nas regiões de Ñuble e Bíobío.
“Em vista dos graves incêndios em andamento, decidi declarar estado de catástrofe nas regiões de Ñuble e Bio Bio. Todos os recursos estão disponíveis”, disse Boric.
Luis Cordero, ministro da Segurança chileno, informou aos repórteres que 15 mortes foram confirmadas somente na região de Biobío. Uma morte ocorreu em Ñuble. As autoridades não deram informações sobre as demais mortes.
VEJA VÍDEO
Es IMPACTANTE la imagen aérea que muestra la extensión del incendio forestal de 23 kilómetros de frente que amenaza a Concepción y Penco en la región del Biobío, Chile 🇨🇱 🔥 pic.twitter.com/6O72N5OGvS
— Alerta Mundial (@TuiteroSismico) January 18, 2026
A Prefeitura de Hidrolândia reforçou a frota do transporte escolar com a entrega de um novo micro-ônibus zero quilômetro à Secretaria Municipal de Educação. O veículo foi apresentado oficialmente nesta semana pelo prefeito Zé Délio (UB) e passa a integrar imediatamente a logística de atendimento aos alunos da rede municipal no início do ano letivo de 2026.
Adquirido integralmente com recursos próprios do município, o investimento evidencia a priorização da educação e a capacidade financeira da gestão para realizar melhorias estruturais sem depender de repasses externos.
A medida tem como objetivo garantir mais segurança, conforto e regularidade no deslocamento dos estudantes entre suas residências e as unidades de ensino, tanto na zona urbana quanto na área rural.
Equipado com itens modernos e seguindo os padrões atuais de segurança, o micro-ônibus contribuirá para a otimização das rotas escolares, reduzindo o tempo de trajeto e oferecendo melhores condições de trabalho aos motoristas.
A iniciativa também fortalece o planejamento da Secretaria Municipal de Educação para o retorno das aulas, assegurando eficiência no atendimento à comunidade escolar.
Durante a entrega, o prefeito destacou o caráter simbólico do momento e o compromisso da gestão com os serviços essenciais. “Hoje (16/1) é meu aniversário, mas quem ganha o presente é a nossa população. Esse novo veículo chega para fortalecer o transporte escolar e garantir dignidade no acesso à escola para nossos alunos”, afirmou Zé Délio.
A administração municipal reforça que a entrega do micro-ônibus faz parte de um processo contínuo de renovação e ampliação da frota pública. A proposta, segundo a Prefeitura, é manter investimentos permanentes em infraestrutura e serviços básicos, com foco direto na qualidade de vida da população e no fortalecimento das políticas educacionais em Hidrolândia.
Com a incorporação do novo veículo, a Secretaria de Educação conclui os preparativos de transporte para o início do ano letivo com a frota reforçada e apta a atender a demanda dos estudantes.
A Prefeitura de Goiânia divulgou, nesta sexta-feira (16/1), o resultado das vagas para novos alunos da Educação Infantil. Ao todo, 9.679 crianças foram contempladas nesta etapa. A lista pode ser consultada no site da Secretaria Municipal de Educação (SME) e também nas unidades indicadas pelas famílias. A confirmação da matrícula deve ser feita presencialmente nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) no prazo de até dez dias úteis.
Durante coletiva de imprensa, a secretária municipal de Educação, Giselle Faria, detalhou as mudanças adotadas no processo de atendimento e os critérios de priorização definidos pela atual gestão. Segundo ela, o novo modelo buscou corrigir desigualdades no acesso ao sistema de inscrição.
“Antes, todos entravam do mesmo jeito no sistema, mas a mãe que tem um celular melhor e internet boa não acessa da mesma forma que aquela que não tem essas condições e é justamente quem mais precisa da vaga”, afirmou.
A secretária destacou ainda que, ao assumir a administração, a gestão encontrou um déficit significativo no atendimento: “Ao assumir a gestão, o prefeito Sandro Mabel encontrou 10 mil crianças fora da Educação Infantil, muitas em situações de vulnerabilidade, e determinou que resolveríamos essa situação, priorizando quem mais precisava”, disse.
“O novo processo permitiu ampliar o atendimento, e nós atendemos 9.679 crianças na primeira opção escolhida pelos responsáveis”, completou.
Giselle Faria ressaltou que há alternativas para as famílias que não conseguiram vaga na unidade inicialmente desejada. “Temos 4 mil crianças que não foram atendidas na primeira opção, mas há 5.494 vagas disponíveis em outras unidades e 54 salas em construção nas regiões com maior demanda”, explicou.
“Vamos procurar cada responsável, porque muitas vezes existe um Cmei a 600 metros da casa e a pessoa não sabe. Esse atendimento tem que ser humanizado”, acrescentou.
As solicitações de vagas foram realizadas exclusivamente on-line, por meio de cadastro antecipado iniciado em novembro de 2025. Após o período de indicação das preferências, os dados foram processados pela SME, que organizou as listas de encaminhamento conforme critérios estabelecidos em portaria da pasta.
Entre os grupos prioritários estão crianças vítimas de violência doméstica; filhos de mães solo ou de mulheres em situação de violência doméstica ou familiar; crianças em acolhimento institucional; crianças com deficiência; famílias inscritas no Cadastro Único ou beneficiárias de programas de transferência de renda; além de crianças cujas mães são trabalhadoras com vínculo formal, autônomas com contribuição comprovada ao INSS ou beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros critérios.
A SME reforça que a solicitação de vaga na Educação Infantil permanece aberta ao longo de todo o ano.
Avanço
A ampliação do atendimento reflete um avanço histórico na rede municipal. Em 2025, Goiânia criou 10 mil novas vagas na Educação Infantil por meio da expansão de convênios com entidades filantrópicas, adaptação de espaços parceiros e construção de novas salas em Cmeis com área disponível.
Para 2026, estão previstas a abertura de outras 76 salas e a locação de oito imóveis, o que deve gerar cerca de 2,4 mil novas vagas.
Ninguém acertou as 6 dezenas do concurso 2.961 realizado neste sábado (17.jan.2026); próximo sorteio será em 20 de janeiro
Nenhum apostador acertou as 6 dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (17.jan.2026) em São Paulo. O prêmio principal acumulou e será de R$ 50 milhões no próximo sorteio, programado para 20 de janeiro.
As dezenas sorteadas pela Caixa Econômica Federal foram: 10, 13, 55, 56, 59 e 60.
Mesmo sem ganhadores na faixa principal, houve premiações para quem acertou 4 ou 5 números.
Na faixa de 5 acertos, 74 apostas receberão R$ 29.835,57 cada. Já para os 4.863 apostadores que acertaram 4 dezenas, o prêmio será de R$ 748,36 por aposta.
O valor total distribuído para a faixa de 5 acertos soma aproximadamente R$ 2.2 milhões, enquanto os ganhadores da quadra dividirão cerca de R$ 3.6 milhões.
A transmissão ao vivo é feita pelo canal do YouTube da Caixa Econômica Federal.
Para participar do próximo concurso, os interessados podem registrar suas apostas em qualquer casa lotérica do país ou utilizar os canais digitais da Caixa, como site e aplicativo.
Nas apostas on-line, o pagamento pode ser feito via Pix, cartão de crédito ou internet banking para correntistas da Caixa.
A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. A probabilidade de acertar as 6 dezenas com uma aposta simples é de 1 em 50.063.860. Para quem faz a aposta máxima, selecionando 20 dezenas ao custo de R$ 232.560,00, as chances aumentam para 1 em 1.292.
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano, segundo afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, nesta quinta-feira (15). A declaração foi dada em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Segundo Alckmin, o acordo, negociado há cerca de 25 anos, deverá ser assinado no sábado (17). Depois da assinatura, o texto segue para a etapa de aprovação no Parlamento Europeu e, no Brasil, para tramitação legislativa com objetivo de internalização do tratado. A expectativa apresentada pelo ministro é que o processo avance ainda no primeiro semestre, abrindo caminho para a vigência no segundo semestre.
Durante a entrevista, Alckmin classificou o pacto como o maior acordo entre blocos já costurado, envolvendo os países do Mercosul e os 27 integrantes da União Europeia. O ministro citou estimativas de que o tratado alcança um universo de 720 milhões de pessoas e um mercado de US$ 22 trilhões.
A composição atual do Mercosul inclui Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e a Bolívia. Do outro lado, a União Europeia reúne economias entre as mais ricas e reguladas do mundo. Na leitura do governo, a dimensão do acordo amplia o potencial de exportação do bloco sul-americano, ao mesmo tempo em que tende a aumentar o fluxo de importações europeias.
Alckmin destacou que o acordo prevê redução tarifária com regras, e que o comércio exterior impacta diretamente a geração de empregos. O ministro afirmou que há setores em que a exportação é condição de continuidade de operações, porque o mercado interno não absorve sozinho a escala necessária. Também defendeu que a sociedade poderia se beneficiar com maior oferta e preços mais competitivos, em especial se houver ganho logístico e queda de custos.
No campo político, o vice-presidente argumentou que o avanço do tratado ocorre em um momento de instabilidade internacional, com guerras e aumento do protecionismo. Para ele, a conclusão do acordo serviria como demonstração de que negociação e diálogo ainda sustentam o multilateralismo e permitem livre comércio regulado.
Perguntas que o acordo reabre no Brasil
A internalização do tratado, se confirmada no ritmo citado pelo ministro, deve recolocar no centro do debate pontos sensíveis: quais setores brasileiros ganham acesso real ao mercado europeu, quais enfrentarão competição mais dura, como ficam exigências ambientais e sanitárias, e se o país terá estrutura para cumprir padrões técnicos e rastreabilidade sem travar produção e exportação.
Também entra no radar a capacidade de pequenas e médias empresas se adequarem, já que, na prática, parte relevante do comércio com a União Europeia é filtrada por certificações, padronização e prazos rígidos. Sem política de transição e apoio técnico, o risco é o acordo favorecer apenas grandes grupos já integrados a cadeias internacionais.
Análise crítica editorial
O anúncio de Alckmin tem um mérito evidente: sinaliza previsibilidade e tenta reposicionar o Brasil em um tabuleiro que, nos últimos anos, ficou mais fechado e protecionista. Mas há um problema recorrente na forma como acordos desse porte são vendidos ao público: como se a assinatura fosse sinônimo automático de emprego, preço menor e prosperidade.
A realidade costuma ser menos confortável. O ganho não vem da abertura em si, e sim de como o país reage a ela. Se o Brasil entrar nesse acordo sem atacar gargalos estruturais, custo logístico, insegurança regulatória, baixa produtividade e dependência de exportação de commodities, a janela pode virar assimetria: exporta-se volume com baixo valor agregado e importa-se tecnologia e bens industriais com maior densidade econômica.
Outro ponto negligenciado é o risco reputacional e regulatório. A União Europeia não negocia apenas tarifa. Ela negocia padrões. Sustentabilidade, origem, rastreabilidade, conformidade sanitária e barreiras técnicas funcionam, muitas vezes, como alfândega invisível. Se o governo não traduzir essas exigências em preparação prática para empresas e cadeias produtivas, o acordo vira manchete, mas não vira embarque.
Em síntese: o tratado pode ser um salto ou pode ser só um discurso. A diferença estará na execução interna e na coragem política de transformar acesso a mercado em produtividade, indústria forte e exportação de maior valor, não em dependência renovada com embalagem nova.
O Governo de Goiás abriu 647 vagas gratuitas para cursos técnicos de nível médio por meio das Escolas do Futuro de Goiás (EFGs). As oportunidades são voltadas às áreas de Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo e estão distribuídas entre as unidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Valparaíso de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Mineiros. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de janeiro, exclusivamente pelo site efg.org.br/editaiscursos, onde também estão disponíveis os editais, critérios de seleção e requisitos específicos de cada curso.
Ao todo, serão ofertadas 20 turmas nas modalidades presencial e Ensino a Distância (EaD), com carga horária que varia entre 960 e 1.440 horas. As formações disponíveis para o ano letivo incluem os cursos técnicos em Empresas Digitais, Marketing e Mídias Sociais, Desenvolvimento Web Mobile e Ciência de Dados, áreas alinhadas às demandas atuais do mercado de trabalho e ao ecossistema de inovação.
De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, o investimento nas Escolas do Futuro reflete a estratégia do governo de preparar jovens e adultos para um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico.
“Queremos formar os goianos para que alcancem seus objetivos nas áreas de tecnologia e inovação, seja conseguindo bons empregos ou criando seus próprios negócios. Por isso, investimos muito nas Escolas do Futuro, que contam com estruturas de ponta e contribuem diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população”, afirmou.
O resultado preliminar do processo seletivo será divulgado dia 29/1
Para concorrer às vagas, é necessário estar cursando o 2º ou o 3º ano do Ensino Médio ou já ter concluído essa etapa de ensino. A idade mínima exigida é de 16 anos para os cursos presenciais e 18 anos para a modalidade EaD, completos no ato da matrícula.
A seleção dos candidatos será realizada por meio de ranqueamento, considerando a média global das notas do último ano do Ensino Médio concluído ou, alternativamente, as médias obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).
O resultado preliminar do processo seletivo será divulgado no dia 29 de janeiro, no site oficial das Escolas do Futuro, com previsão de início das aulas na primeira quinzena de fevereiro.
As Escolas do Futuro de Goiás são unidades profissionalizantes mantidas pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Desde 2021, a gestão das unidades é realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por intermédio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT/UFG).
Líder brasileiro não compareceu na cerimônia de assinatura, mas enviou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em seu lugar
O presidente do Paraguai, Santiago Peña (Partido Colorado, direita), disse neste sábado (17.jan.2026) que sem o trabalho diplomático do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no período que esteve na presidência do Mercosul, o acordo com a UE (União Europeia) não teria “saído do papel”.
“Não posso deixar de mencionar o nome de um grande e querido, hoje infelizmente ausente, que sem ele não teríamos chegado a este acordo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um dos fatores fundamentais no processo de negociação do acordo”, afirmou Peña durante cerimônia de assinatura do acordo no Gran Teatro José Asunción Flores, em Assunção, no Paraguai, país que exerce a presidência rotativa do Mercosul.
Lula não compareceu ao evento e foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Na 6ª feira (16.jan), Lula se encontrou no Rio de Janeiro com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também participaria, mas teve seu voo de Bruxelas para a capital carioca cancelado.
Assista à cerimônia de assinatura do acordo:
Além do presidente paraguaio Santiago Peña, participam do encontro:
- Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;
- Santiago Peña (Partido Colorado, direita), presidente do Paraguai;
- Javier Milei (La Libertad Avanza, direita), presidente da Argentina;
- Yamandú Orsi (Frente Ampla, esquerda), presidente do Uruguai;
- Rodrigo Paz (Partido Democrata Cristão, centro), presidente da Bolívia;
- José Raúl Mulino (Realizando Metas, direita), presidente do Panamá;
- Ursula von der Leyen (CDU, centro-direita), presidente da Comissão Europeia;
- António Costa (Partido Socialista, centro-esquerda), presidente do Conselho Europeu.
O ACORDO
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia é um tratado de livre comércio que abrange cerca de 780 milhões de consumidores e representando aproximadamente 25% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Negociado por mais de 25 anos, o tratado busca reduzir progressivamente tarifas de importação, aumentando o comércio entre os blocos e criando oportunidades para produtos industriais europeus e produtos agropecuários sul-americanos.
Além disso, o texto inclui regras sobre compras governamentais, serviços, propriedade intelectual, mecanismos de solução de controvérsias e compromissos ambientais relacionados ao Acordo de Paris e ao combate ao desmatamento.
O presidente Lula não foi à cerimônia, mas comemorou a assinatura do acordo, chamando o evento como uma “vitória do multilateralismo”. Em sua página no X, ele afirmou que o tratado representa um marco histórico de fortalecimento do diálogo entre os blocos, capaz de gerar emprego, renda, desenvolvimento sustentável e progresso econômico.


A assinatura do tratado não é a etapa final do acordo, mas é um passo formal importante. Para que o acordo entre oficialmente em vigor, ele precisa passar pela aprovação dos parlamentos de todos os países envolvidos, tanto no Mercosul quanto na União Europeia. Essa etapa é fundamental para transformar o compromisso assinado em regras efetivas de comércio.
No lado sul-americano, o tratado precisará passar pelos congressos nacionais de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Essa etapa é necessária porque o acordo estabelece obrigações legais dentro de cada país do bloco, incluindo redução de tarifas, mudanças nas regras comerciais e diversos compromissos regulatórios.
Durante os processos de ratificação, existe a possibilidade de aplicação provisória de certas partes do acordo, principalmente aquelas relacionadas à redução de tarifas. Isso permitiria antecipar benefícios econômicos antes da ratificação completa por todas as partes envolvidas.
O acordo comercial entre os blocos só entrará plenamente em vigor depois da conclusão de todas as aprovações internas necessárias, tanto na União Europeia quanto nos países do Mercosul.
Entenda mais sobre o acordo no Poder360:
PRÓXIMOS PASSOS
Depois de assinado, o processo exigirá análise pelo Parlamento Europeu. Determinadas partes do acordo também poderão necessitar de aprovação pelos parlamentos nacionais de cada país-membro da UE, dependendo da interpretação jurídica adotada –o que pode provocar divergências entre a decisão continental e decisões nacionais.
No lado sul-americano, o tratado precisará passar pelos congressos nacionais de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Essa etapa é necessária porque o acordo estabelece obrigações legais dentro de cada país do bloco, incluindo redução de tarifas, mudanças nas regras comerciais e diversos compromissos regulatórios.
Durante os processos de ratificação, existe a possibilidade de aplicação provisória de certas partes do acordo, principalmente aquelas relacionadas à redução de tarifas. Isso permitiria antecipar benefícios econômicos antes da ratificação completa por todas as partes envolvidas.
O acordo comercial entre os blocos só entrará plenamente em vigor depois da conclusão de todas as aprovações internas necessárias, tanto na União Europeia quanto nos países do Mercosul.
UE E MERCOSUL
A UE é o 2º maior parceiro comercial do Mercosul em bens. O acordo criaria uma área de livre comércio com mais de 700 milhões de pessoas e PIB combinado de US$ 22 trilhões.
O Brasil exportou US$ 49,8 bilhões à União Europeia em 2025, uma alta de 3,2% em relação a 2024. As importações somaram US$ 50,3 bilhões no ano passado, com crescimento de 6,4% em 1 ano.
A corrente comercial –soma das exportações e importações– superou US$ 100 bilhões pela 1ª vez na série histórica, iniciada em 1997. O volume subiu 4,8% em relação ao ano passado.
Segundo estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), concluído no início de 2024, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia tem potencial para aumentar o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 0,46% até 2040, o equivalente a US$ 9,3 bilhões –cerca de R$ 50 bilhões na cotação atual. Eis a íntegra (PDF – 3 MB).
PRINCIPAIS PONTOS DO ACORDO
1. Eliminação de tarifas alfandegárias
- Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços;
- Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos;
- União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos.
2. Ganhos imediatos para a indústria
- Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais.
Setores beneficiados:
- máquinas e equipamentos;
- automóveis e autopeças;
- produtos químicos;
- aeronaves e equipamentos de transporte.
3. Acesso ampliado ao mercado europeu
- Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo;
- UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões;
- comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas.
4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis
- produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação;
- acima dessas cotas, é cobrada tarifa;
- cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições;
- mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus;
- na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil;
- no mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor.
5. Salvaguardas agrícolas
UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se:
- importações crescerem acima de limites definidos;
- preços ficarem muito abaixo do mercado europeu;
- medida vale para cadeias consideradas sensíveis.
6. Compromissos ambientais obrigatórios
- produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal;
- cláusulas ambientais são vinculantes;
- possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris.
7. Regras sanitárias continuam rigorosas
- UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários;
- produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar.
8. Comércio de serviços e investimentos
Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros.
Avanços em setores como:
- serviços financeiros;
- telecomunicações;
- transporte;
- serviços empresariais.
9. Compras públicas
- empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE;
- regras mais transparentes e previsíveis.
10. Proteção à propriedade intelectual
- reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias;
- regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais.
11. PMEs (Pequenas e médias empresas)
- capítulo específico para PMEs;
- medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação;
- redução de custos e burocracia para pequenos exportadores.










