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Estudantes que relataram sofrer bullying fizeram até 72 pontos a menos do que aqueles que disseram nunca ter sofrido
O Timss (Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências), divulgado na 4ª feira (4.dez.2024) mostrou que o bullying tem uma forte influência no desempenho escolar dos estudantes brasileiros. Estudantes que relataram sofrer bullying fizeram até 72 pontos a menos do que aqueles que disseram nunca ter sofrido esse tipo de violência.
O Timss mede os conhecimentos em ciências e em matemática dos estudantes do 4º e do 8º ano do ensino fundamental. Além de responder as avaliações, os participantes preenchem questionários sobre a escola, o ambiente familiar, a sala de aula, o contexto do país, dentre outros. É a 1ª vez que o Brasil participa do estudo.
As informações levantadas mostram que no 4º ano, 24% dos alunos afirmaram sofrer bullying, e esses estudantes apresentaram uma média de desempenho de 368 pontos em matemática e 387 pontos em ciências. Pelos critérios do exame, as pontuações colocam esses estudantes em um nível abaixo do nível considerado baixo. A pontuação mínima para ter uma proficiência baixa é 400 pontos.
Por outro lado, 48% dos estudantes que relataram nunca ou quase nunca terem sofrido bullying alcançaram uma média de 427 e 459 pontos.
A situação se repete no 8º ano, onde 23% dos alunos também indicaram sofrer bullying. Esses estudantes tiveram uma média de 384 pontos em ciências e 346 pontos em matemática.
Já os 43% dos estudantes brasileiros que alegaram quase nunca ou nunca ter sofrido bullying alcançaram a média de 446 pontos em ciências e de 403 em matemática.
O Timss é organizado pela IEA (Associação Internacional para a Avaliação do Desempenho Educacional) e avalia o desempenho de estudantes em ciências e matemática no 4º e no 8º ano desde 1995. O estudo é aplicado a cada 4 anos. Os dados permitem comparações entre países e ao longo do tempo. O Brasil aderiu ao estudo em 2022 e a 1ª aplicação foi realizada entre agosto e setembro de 2023.
Participaram no país 44.900 estudantes, sendo 22.130 matriculados no 4º do ensino fundamental de 796 escolas públicas e privadas e 22.770 do 8º ano de 849 escolas. Responderam também aos questionários 904 professores de matemática e 916 de ciências.
Com informações da Agência Brasil.
Issy Quinan pleiteia a transformação de colégio de Goiandira em unidade de ensino da PM
Lidiane 8 de dezembro de 2024
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) analisa o projeto de lei nº 25525/24, de autoria do deputado Issy Quinan (MDB), que dispõe sobre transformar o Colégio Estadual Amélia de Castro Lima, localizado em Goiandira, no primeiro Colégio Estadual da Polícia Militar do Estado de Goiás (CEPMG) da cidade. A medida propõe alterações na Lei nº 19.651, de 12 de maio de 2017, sobre a criação dos CEPMGs nos municípios goianos.
De acordo com o texto, a Lei nº 19.651/2017 passará a vigorar acrescida de um novo artigo que estabelece a transformação da unidade de Goiandira. A iniciativa prevê que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) e o Comando de Ensino da Polícia Militar, do Comando Geral da Polícia Militar, adotem todas as providências administrativas necessárias para o pleno funcionamento do novo CEPMG, a partir do segundo semestre letivo de 2024.
Além disso, a nova unidade de Goiandira contará com o quadro de funções comissionadas previstas na própria legislação, para garantir a estrutura necessária ao funcionamento desta.
A proposição busca expandir a rede de colégios da Polícia Militar em Goiás, o que tem como objetivo oferecer ensino de qualidade aliado à disciplina e segurança, com a presença de policiais militares atuando diretamente na rotina escolar.
A matéria será encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que apontará um dos integrantes à relatoria.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Brasil alcança menor índice de pobreza e extrema pobreza desde 2012, mas desigualdades regionais ainda preocupam
Lidiane 8 de dezembro de 2024
Por Gil Campos: Goiânia, 4 de dezembro de 2024 –
O Brasil encerrou 2023 registrando os menores índices de pobreza e extrema pobreza desde o início da Síntese de Indicadores Sociais, levantamento realizado pelo IBGE desde 2012. Segundo os dados, 58,9 milhões de brasileiros ainda viviam na pobreza, enquanto 9,5 milhões estavam em extrema pobreza. Apesar da queda nos números, desigualdades regionais e sociais permanecem como desafios significativos.
O IBGE considera como extrema pobreza aqueles que vivem com menos de R$ 209 mensais (US$ 2,15 por dia), enquanto a pobreza é definida como uma renda abaixo de R$ 665 (US$ 6,85 por dia). Em 2023, a extrema pobreza caiu para 4,4% da população, contra 5,9% em 2022. Já a pobreza recuou para 27,4%, ante 31,6% no ano anterior.
Redução histórica, mas com desafios regionais
Apesar da melhora nos indicadores, as diferenças regionais continuam evidentes. O Nordeste apresentou o maior percentual de pessoas na extrema pobreza (9,1%) e na pobreza (47,2%). Em contraste, o Sul do país registrou os menores índices, com 1,7% e 14,8%, respectivamente.
Esses números refletem um Brasil ainda dividido, onde a renda e o acesso a oportunidades são significativamente desiguais.
Quem são os mais impactados pela pobreza?
Os dados do IBGE mostram que a pobreza afeta de maneira desproporcional mulheres, negros e jovens:
- Gênero: 28,4% das mulheres vivem na pobreza, contra 26,3% dos homens.
- Cor/Raça: Enquanto 17,7% dos brancos estão na pobreza, o percentual sobe para 35,5% entre pardos e 30,8% entre negros.
- Idade: Jovens e crianças são os mais atingidos. Entre menores de 15 anos, 44,8% vivem na pobreza, e entre jovens de 15 a 29 anos, o índice é de 29,9%.
Por outro lado, idosos têm índices significativamente menores, graças à cobertura previdenciária de aposentadorias e pensões vinculadas ao salário mínimo.
Impacto dos programas sociais
Os benefícios sociais, como o Bolsa Família, tiveram um papel essencial na redução da extrema pobreza. Segundo o IBGE, sem esses programas, a extrema pobreza teria alcançado 11,2% da população, e a pobreza chegaria a 32,4%.
Nas famílias com menor renda (até ¼ do salário mínimo por pessoa), os benefícios sociais responderam por 57,1% do total de rendimentos, superando os rendimentos do trabalho. Em contrapartida, na média nacional, 74,2% da renda dos domicílios ainda vêm do trabalho.
A desigualdade em números
O índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, permaneceu estável em 2023, em 0,518, o melhor valor da série histórica desde 2012. Porém, sem os programas de transferência de renda, o Gini subiria para 0,555, revelando o impacto crucial das políticas sociais no combate à desigualdade.
Análise Crítica
O Brasil tem registrado avanços no combate à pobreza, mas os números ainda expõem um país marcado por desigualdades estruturais e regionais. O Nordeste, por exemplo, continua com índices de pobreza significativamente superiores à média nacional, enquanto o Sul e o Sudeste apresentam cenários mais positivos.
A dependência crescente de benefícios sociais entre as famílias mais pobres levanta questionamentos sobre a sustentabilidade dessas políticas no longo prazo. O desafio, agora, é criar condições que promovam a autonomia econômica por meio de educação, qualificação profissional e geração de empregos de qualidade.
Por outro lado, o mercado de trabalho continua sendo uma peça fundamental na redução da pobreza monetária, especialmente entre aqueles que ainda estão fora da extrema pobreza. Investimentos em infraestrutura e desenvolvimento regional podem ser a chave para um progresso mais equilibrado e duradouro.
O ex-secretário de Saúde de Goiânia, Wilson Pollara, e outros dois ex-gestores da pasta foram libertados na madrugada deste sábado (6/12), após prisão temporária no âmbito da Operação Comorbidade. Pollara, Quesede Ayres Henrique (ex-secretário executivo) e Bruno Vianna Primo (ex-diretor financeiro) estavam detidos na Casa do Albergado, em Goiânia, desde o dia 27 de novembro sob acusação de suspeitas de envolvimento em desvios de recursos públicos.
A Operação Comorbidade investiga um suposto esquema de desvio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que acumula dívida milionária com a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc). O Ministério Público de Goiás (MP-GO) apontou que os três ex-gestores teriam usado sua influência para benefício próprio e de terceiros, comprometendo a gestão financeira da fundação.
Em nota, a defesa de Pollara afirmou que está confiante em comprovar a inocência do ex-secretário, que foi diagnosticado com câncer renal durante sua internação. “A partir de agora, a defesa irá acompanhar o desenrolar das investigações por parte do órgão ministerial, que poderá ou não ofertar denúncia contra Pollara, resultando eventualmente na instauração de uma ação penal pública. O objetivo da defesa é que Pollara não seja denunciado, pois não há provas de materialidade delitiva por parte do cliente. Pollara não apenas não praticou qualquer tipo de crime à frente da SMS, como, ao contrário, veio à Goiânia para tentar contribuir para a melhoria da atuação do órgão”, diz trecho da nota.
Segundo os advogados, o foco principal agora é garantir assistência médica adequada para o tratamento de sua condição de saúde. A nota da defesa também reiterou a colaboração do ex-secretário com as investigações. “Ao tentar solucionar os problemas da saúde em Goiânia, Pollara acabou perseguido e injustiçado. A defesa está certa de que irá conseguir comprovar a inocência de seu cliente que, neste momento, tem como foco principal buscar assistência médica para tratar de um câncer no rim, detectado durante a internação hospitalar nesta semana”, escreveu a defesa em outro trecho da nota.
Inicialmente, o trio deveria ser liberado em 1º de dezembro, mas a Justiça acatou um pedido do MP-GO para estender a prisão temporária por mais cinco dias. Apesar das acusações, até o momento, o MP-GO não solicitou a conversão da prisão temporária em preventiva, o que possibilitou a liberação dos investigados. A Operação Comorbidade segue em andamento, e o MP-GO continua apurando detalhes do esquema de desvios.
Grupo rebelde jihadista avança em direção ao sul do país; objetivo é a cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco
A coalizão rebelde liderada pelo grupo jihadista HTS (Hayet Tahrir al-Sham) continua seu avanço em direção ao sul da Síria. Objetivo é chegar à cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco, de onde milhares de pessoas fugiram pela aproximação rebelde. O HTS já tomou o controle das cidades de Aleppo e Hama para conseguir chegar até Homs.
O Instituto para o Estudo da Guerra possui dados que mostram o controle estimado do território sírio. Em amarelo estão as forças do governo de al-Assad. Em azul, os rebeldes do grupo islâmico fundamentalista HTS (Hayat Thrir al-Sham), que avança rumo a Homs. Em verde escuro, as Forças Democráticas Sírias, uma aliança de sírios de origem curda, árabes e de outras etnias que luta por um governo democrático e secular no país. Em verde claro, controle conjunto com o governo sírio. Em cinza oposição e militares dos EUA. Em roxo, oposição e militares da Turquia.
A campanha militar iniciada na semana passada reacendeu um conflito que estava parado há anos e mexeu com a organização do território. Os jihadistas vão em direção a Homs, controlada pelo governo. Já as tropas do exército sírio, apoiadas pelo Irã, foram vistas se retirando da cidade de Deir Ezzor, no leste, em direção à região central, sob ataque rebelde.
As Forças Democráticas da Síria enviaram suas tropas estacionadas no nordeste do país para áreas de onde os homens de Assad se retiraram, em Deir Ezzor e a oeste do Rio Eufrates.
O Irã retirou na 6ª feira (6.dez.2024) chefes militares e outras autoridades da Síria depois dos avanços territoriais dos rebeldes contrários ao presidente Bashar al-Assad em direção a Homs. O controle da cidade, a 3ª maior da Síria, é considerado crucial para ambos os lados da guerra civil por conta de sua importância estratégica e logística em conflitos.
Depois das ofensivas, o Líbano e a Jordânia anunciaram o fechamento das fronteiras com a Síria. Damasco, ainda sob controle das forças de Bashar al-Assad, foi a única cidade que manteve sua fronteira aberta com os países vizinhos.
A Rússia e os EUA falaram para seus cidadãos deixarem a Síria. Os governos de Egito e Jordânia pediram a saída do presidente Bashar al-Assad da Síria.
Escritor Gilberto Mendonça Teles será velado na Assembleia Legislativa
Lidiane 7 de dezembro de 2024
Faleceu no dia 4 de dezembro de 2024, aos 93 anos, Gilberto Mendonça Teles, uma figura marcante pela sua bondade e serenidade. Sua partida deixa um vazio entre familiares, amigos e admiradores, que o recordam como um exemplo de respeito e solidariedade.
O velório será realizado neste sábado, dia 7, das 11 horas às 14h30, no salão nobre da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), em Goiânia. O sepultamento ocorrerá às 15 horas no Parque Memorial de Goiânia.
Familiares convidam a todos para prestar as últimas homenagens e celebrar a vida de Gilberto, que será lembrado por seu legado de paz e inspiração.
Poeta, ensaísta, crítico e historiador literário, Mendonça Teles se tornou professor emérito na UFG, PUC-GO, UFF e UFRJ. Lecionou ainda na UnB a convite do antropólogo Darcy Ribeiro. Era um erudito e, em razão do rigor metodológico com que escrevia, chamou entre os anos 1950 e 1960 a atenção do País para a literatura, história e sociedade goianas.
O escritor nasceu no dia 30 de junho de 1931, em Bela Vista. Na cidade natal, deu início à vida estudantil para continuá-la no Lyceu de Goiânia. Logo depois, apaixonado pelo saber, formou-se em filosofia pela Universidade Católica de Goiás (UCG) e bacharelou-se em direito na UFG, onde seria professor a convite do reitor Colemar Natal e Silva.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Caixa amplia valor de avaliação no penhor em 20%: veja como aproveitar
Lidiane 7 de dezembro de 2024
Por Gil Campos: Goiânia, 4 de dezembro de 2024 – A partir desta quarta-feira (4), clientes que utilizarem o serviço de penhor na Caixa Econômica Federal terão até 20% de aumento no valor de avaliação dos bens. A novidade beneficia tanto novos contratos quanto clientes com operações já vigentes, que poderão acessar o adicional como troco.
O penhor é uma das modalidades mais seguras e acessíveis de crédito, especialmente para quem precisa de dinheiro rápido e não quer enfrentar análise de crédito. A mudança tem o objetivo de tornar a contratação ainda mais vantajosa para os clientes.
Quem pode contratar o penhor?
Qualquer pessoa com mais de 18 anos pode aderir ao penhor, independentemente de ter conta na Caixa. Para assinar o contrato, é necessário apresentar os seguintes documentos:
- RG;
- CPF;
- Comprovante de residência atualizado.
O serviço está disponível nas agências da Caixa que operam o penhor, e o processo é rápido e prático.
Como funciona o penhor na Caixa?
O penhor consiste na entrega de um bem de valor — como joias, relógios ou outros itens preciosos — como garantia para obter um empréstimo. Esses itens são avaliados por profissionais especializados, e o cliente recebe o valor correspondente. Após a quitação do empréstimo, o bem é devolvido ao cliente.
Os itens aceitos para penhor incluem:
- Joias e peças confeccionadas em ouro, prata, platina e pérola;
- Relógios, moedas e canetas de alto valor.
Os clientes da Caixa podem obter até 100% do valor de avaliação do bem, enquanto quem não possui relacionamento com o banco pode emprestar até 85% do valor do item.
Por que o penhor é vantajoso?
O penhor oferece uma série de benefícios para quem precisa de crédito rápido:
- Sem análise de crédito: Ideal para quem está negativado;
- Processo ágil e seguro: O cliente entrega o bem, recebe o valor avaliado e pode resgatar o item ao quitar o empréstimo;
- Taxas acessíveis: É uma das modalidades de crédito mais baratas do mercado.
Além disso, o aumento de 20% nos valores de avaliação torna o penhor ainda mais atrativo, permitindo que os clientes tenham maior poder de compra ou capacidade de renegociar suas dívidas.
Análise Crítica
A decisão da Caixa Econômica Federal de ampliar os valores de avaliação no penhor reflete um esforço para democratizar o acesso ao crédito em um momento de necessidade econômica para muitas famílias. Sem a exigência de análise de crédito, o penhor é uma alternativa prática para quem busca liquidez imediata, principalmente os negativados.
Contudo, especialistas alertam para o uso consciente dessa modalidade. Embora seja uma opção segura, é importante planejar a devolução do empréstimo para evitar a perda dos bens empenhados.
A Prefeitura de Aparecida de Goiânia entregou nesta quinta-feira (5/12) o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do setor Jardim Maranata. Esta é a quarta unidade do tipo na cidade, complementando os serviços já oferecidos nos setores Araguaia, Jardim Tiradentes e Internacional Park. O novo Creas beneficiará diretamente mais de 10 bairros da região, fortalecendo a proteção social na cidade.
Com um investimento superior a R$ 739 mil e mais de 200 metros quadrados de área construída, o espaço conta com estrutura moderna e completa, incluindo duas salas de atendimento familiar, duas salas para atendimento individual, uma sala multiuso, uma sala administrativa, copa e banheiros masculino e feminino. O objetivo principal é oferecer atendimento especializado a pessoas em situação de risco social, vítimas de violência física, psicológica ou sexual, e a famílias que tiveram seus direitos violados.
O prefeito Vilmar Mariano ressaltou que o novo Creas é um marco na assistência social de Aparecida. Ele destacou a importância de oferecer suporte especializado a quem mais necessita.
“É um espaço de acolhimento para atender as famílias de Aparecida nas horas em que elas mais precisam que a mão do município se estenda para ajudá-las. E é um legado que a gente deixa, um legado não só de obras, mas também de relacionamentos”, comenta.
De acordo com Anyele Dutra, diretora da Proteção Social Especial de Média Complexidade, o Creas desempenha um papel essencial ao aproximar os serviços de proteção social das comunidades que mais precisam.
“O Creas atende pessoas com direitos violados, oferecendo um suporte que vai desde o atendimento individual até ações integradas com outros órgãos. Temos assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e advogados para atender essas vítimas”, explicou.
Os atendimentos podem ser solicitados presencialmente, por telefone ou pelo Disque 100. Além disso, demandas encaminhadas pelo Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e Conselho Tutelar também serão atendidas no local.
A primeira-dama e secretária de Assistência Social, Sulnara Santana, celebrou a entrega da unidade. Segundo ela, o Creas é resultado de um esforço coletivo para o bem da população do município.
“Essa obra estava apenas no papel e, com muita dedicação, conseguimos torná-la realidade. Estamos entregando um espaço que será fundamental para atender as famílias mais vulneráveis da região”, comenta.
Para facilitar o acesso aos serviços, a Secretaria de Assistência Social anunciou canais de contato, como o Disque 100, o telefone da unidade (62) 3545-5970 e as redes sociais da Prefeitura.
“Estamos trabalhando para que todas as famílias que precisam desses serviços saibam como acessá-los. As portas do Creas estão sempre abertas, e nossa equipe está preparada para prestar o melhor atendimento possível”, ressalta a primeira-dama.
Durante a inauguração, o deputado estadual Veter Martins reforçou seu compromisso com Aparecida de Goiânia e elogiou o trabalho da administração municipal.
“Essa entrega é fruto de um planejamento detalhado e do compromisso com a assistência social. É gratificante ver o impacto positivo que essas iniciativas têm na vida das pessoas”, declarou.
A cerimônia contou também com a presença de autoridades locais, como o presidente da Câmara Municipal, André Fortaleza; os vereadores Rosinaldo Boy e Olair Silva; e o promotor de Justiça Márcio Nascimento, que enfatizou o impacto do Creas na região.
“Esse aparelho vai cuidar da população dessa região, que é carente, pobre, e que precisa dessa assistência especializada”, concluiu.
Lideranças sindicais marcam protestos pelo continente; ao menos 6 países já se posicionaram contra o pacto
O anúncio da conclusão das negociações do acordo entre a União Europeia e o Mercosul nesta 6ª feira (6.dez.2024) deixou os camponeses europeus insatisfeitos. A FNSEA (Federação Nacional dos Sindicatos dos Operadores Agrícolas), o maior sindicato de agricultores da França, organiza manifestações pelo país para 2ª e 3ª feira (9-10.dez) com o intuito de pressionar por um bloqueio do acordo.
Manifestantes já fizeram atos espontâneos nesta 6ª feira (6.dez) contra o tratado de livre-comércio. Em Verdum, pequena cidade na região de Grande Leste, cerca de 150 agricultores se reuniram em frente à sede da prefeitura local.
Assista ao protesto (27seg):
🚜✊ La #FNSEA sur le terrain | #onmarchesurlatete : Mobilisation des adhérents FNSEA et #jeunesagriculteurs de la #meuse devant la sous préfecture de Verdun.
👉 80 tracteurs et 150 agriculteurs ou agricultrices mobilisés pour la #simplification, contre la #suradministration,… pic.twitter.com/h0FMdRZo1r— La FNSEA (@FNSEA) December 6, 2024
O grupo pretende pressionar os órgãos da União Europeia a não aprovarem o pacto. Ao menos 6 países já se posicionam contra. Foram eles: França, Irlanda, Itália, Holanda, Áustria e Polônia.
O governo do presidente francês, Emmanuel Macron (Renascimento, centro), deve articular com outros governantes para criar uma coalizão contra o acordo, que segue para validação do Conselho da União Europeia e do Parlamento Europeu para ser ratificado e passar a vigorar.
No Conselho da União Europeia, é necessário que ao menos 15 dos 27 países integrantes da UE e que representem 65% da população do bloco aprovem. Se os países que tiverem 35% da população do continente votarem contra, o acordo é bloqueado, mesmo em minoria.
A União Europeia tem 448 milhões de habitantes. A França representa cerca de 15%. A Itália, 12,9%. A Polônia, 8,1%. Juntos, totalizam 36% da população do bloco europeu.
Isso dificulta que o acordo passe a vigorar, mesmo que as negociações entre os blocos tenham sido finalizadas depois de 25 anos.
Porém, diplomatas europeus avaliam que não será fácil formar o bloqueio, embora o lobby contrário ao acordo seja forte. Os agricultores franceses lideram a oposição à iniciativa e pressionam o governo do país por temer que a abertura do mercado prejudique os produtos locais.
Há dúvidas, no entanto, se o governo francês terá capacidade de bloquear o acordo. O país enfrenta uma crise política depois que o primeiro-ministro Michel Barnier foi deposto do cargo na 4ª feira (4.dez) e tende a focar nos problemas internos primeiro.
O QUE MUDA COM O ACORDO
A União Europeia vai zerar as tarifas que incidem sobre 92% das importações do bloco sul-americano em até 10 anos.
O Mercosul, por sua vez, acabará com 72% das tarifas que incidem sobre produtos comprados do bloco europeu no mesmo período. A isenção chegará a 91% em 15 anos.
Para o setor agrícola, 81,8% do que a União Europeia importa do Mercosul terá tarifa zero em 10 anos. No mesmo período, 67,4% do que o bloco sul-americano compra ficará sem tarifa.
O acordo inclui cotas para determinados produtos para impedir o aumento muito grande nas vendas de determinados produtos. Entre essas cotas, estão:
- frango – 180 mil toneladas a mais por ano;
- açúcar – 180 mil toneladas;
- etanol – 450 mil toneladas para uso industrial e 200 mil toneladas para uso geral;
- carne bovina – 99 mil toneladas.
Haverá também flexibilização da chamada regra de origem. Isso permitirá que produtos comercializados dentro do acordo tenham maior volume de componentes importados de outros países.
Na área industrial, a União Europeia vai zerar em 10 anos as tarifas de todas as importações vindas do Mercosul. No mesmo período, 72% dos produtos industriais exportados pela UE para o bloco sul-americano terão os impostos reduzidos. O percentual sobe para 90,8% em 15 anos.
Mauro Rubem renderá tributo ao Dia Internacional dos Direitos Humanos neste sábado
Lidiane 6 de dezembro de 2024
Neste 7 de dezembro, a Casa de Leis promoverá uma sessão solene extraordinária em homenagem ao Dia Internacional dos Direitos Humanos. A solenidade, que ocorrerá no Plenário Iris Rezende, às 10 horas, foi proposta pelo deputado Mauro Rubem (PT). A data global é comemorada anualmente no dia 10 de dezembro.
Além do parlamentar, a mesa diretiva contará com as seguintes autoridades: procurador-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região, Alpiniano do Prado Lopes; membro da coordenação do Comitê Dom Tomás Balduíno, Cláudia Nunes; integrante da Comunidade Árabe Brasileira de Goiás e do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, Ali El Zein; vereador de Goiânia Fabrício Rosa (PT); ex-vereador de Anápolis, José Escobar Cavalcanti; presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de Goiás (Sintsep-GO), Márcia Jorge; procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT-GO), Milena Cristina Costa; diretora do Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Cláudia Maria Dadico; coordenadora da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Isolete Wichinieski; e integrante da Associação Quilombo Kalunga, Carlos Roberto da Conceição.
De acordo com Rubem, a sessão será uma oportunidade de reconhecer, com o Certificado de Mérito Legislativo, o importante trabalho exercido pelos agraciados. “É uma honra poder homenagear essa gente valorosa, dedicada, comprometida e talentosa, que promove a vida, a dignidade, o respeito mútuo e a democracia em Goiás”, arrematou.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás







