17 de maio de 2026
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A Prefeitura de Uruaçu, no Norte Goiano, realizou na manhã desta quarta-feira (23/7) a solenidade de lançamento das obras de reforma do Ginásio de Esportes Tancredo Neves, localizado no bairro São Sebastião. O evento contou com presença do prefeito Azarias Machado, o Machadinho (MDB), do secretário estadual de Esporte e Lazer, Rudson Guerra, além de autoridades locais, lideranças comunitárias e representantes do esporte da região.

Segundo a prefeitura, o evento marcou o início de um projeto aguardado há décadas pela população uruaçuense. Após mais de 40 anos desde sua construção, o ginásio será completamente revitalizado, passando por uma ampla reforma que visa modernizar o espaço e torná-lo acessível, seguro e adequado para a realização de atividades esportivas, eventos escolares e competições de maior porte.

Durante discurso, o prefeito Machadinho agradeceu ao governador Ronaldo Caiado e ao vice-governador Daniel Vilela pela parceria constante que tem resultado em importantes investimentos no município. Também destacou o papel fundamental do secretário Rudson Guerra, a quem chamou de “parceiro presente não só no esporte, mas em várias frentes da administração pública”.

“Essa obra representa mais do que uma reforma. É um compromisso com a qualidade de vida da nossa população, principalmente da juventude, que vê no esporte uma chance de crescimento, cidadania e inclusão”, afirmou Machadinho.

“Agradeço ao governador, ao vice-governador e ao secretário Rudson por acreditarem em Uruaçu e caminharem conosco nessa jornada”, completou o prefeito.

Secretário anuncia mais investimentos do Governo estadual

Durante o evento, o secretário estadual de Esporte e Lazer, Rudson Guerra, que já morou em Uruaçu e ainda tem familiares na cidade, ressaltou seu carinho pessoal pelo município e anunciou novos investimentos na área esportiva. Entre os destaques, estão ações voltadas à valorização dos atletas locais e construção de uma academia ao ar livre ao lado do Ginásio Tancredo Neves.

A praça esportiva do município do Norte Goiano vai receber um investimento de mais de R$ 800 mil para sua recuperação, que vai trazer uma nova e moderna estrutura esportiva para a comunidade local. Deste valor, R$ 300 mil foram destinados por meio de emenda parlamentar da deputada federal Flávia Morais (PDT).

De acordo com o Governo de Goiás, o projeto de reforma e revitalização do Ginásio de Esportes Tancredo Neves contempla uma série de intervenções estruturais, incluindo demolições e remoções; recuperação de fundações e reservatórios; instalações hidráulicas, elétricas e de combate a incêndio; sistemas de esgoto e drenagem pluvial; novas alvenarias, revestimentos e piso; pintura geral e substituição de coberturas; instalação de equipamentos esportivos como traves, redes e tabelas; além de obras de acessibilidade, como rampas e calçadas.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Ordem prevê internação compulsória; governo vai priorizar subsídios às localidades que aderirem à medida, diz Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), assinou na 5ª feira (24.jul.2025) um decreto que incentiva os governos locais a removerem pessoas em situação de rua por meio da internação compulsória de longa permanência.

Segundo uma nota divulgada pela Casa Branca, Trump vai priorizar subsídios e redirecionar recursos às localidades que encaminharem “indivíduos acampados nas ruas, que causem desordem pública, ou sofram de doenças mentais graves, ou dependência química” a centros de tratamento.

O objetivo da medida, segundo o governo Trump, é reforçar a segurança pública das cidades, combatendo “o uso aberto de drogas ilícitas, acampamentos urbanos, vadiagem e ocupações irregulares, além de rastrear a localização de criminosos sexuais”.

O decreto ainda autoriza o Departamento de Justiça a reverter “precedentes judiciais federais ou estaduais” e a revogar “decretos de consentimento” que impeçam governos estaduais e municipais de internar pessoas em situação de rua “que representem um risco para si e para os outros”.

Segundo o documento, a transferência de pessoas em situação de rua para instituições, “por meio do uso adequado da internação civil”, restaurará a ordem pública.

O número de pessoas vivendo nas ruas nos Estados Unidos em uma única noite durante o último ano da gestão anterior –274.224– foi o maior já registrado”, lê-se no decreto.

A esmagadora maioria dessas pessoas é viciada em drogas, tem algum problema de saúde mental ou ambos”, diz o texto. “O governo federal e os Estados gastaram dezenas de bilhões de dólares em programas fracassados que abordam a situação de rua, mas não suas causas profundas, deixando outros cidadãos vulneráveis a ameaças à segurança pública”, afirma.


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Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) analisará o projeto de lei nº 7077/25, de autoria do deputado Major Araújo (PL), que proíbe eventos ou manifestações artísticas abertos ao público infanto-juvenil que envolvam gesto ou expressão obscena, erótica, droga e apologia ao crime de qualquer natureza. A matéria foi analisada, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), pelo deputado Amauri Ribeiro (UB), que apresentou um substitutivo de adequações à legislação federal. 

O parlamentar apontou a necessidade de garantir a manutenção e a proteção da criança e do adolescente contra a exposição a eventos organizados, custeados ou apoiados pelo poder público estadual. “Não se pode ignorar o elevado número de eventos realizados país afora que, pelo que se percebe, é orquestrado sob ideologias preestabelecidas com induvidoso propósito de influenciar o público infanto-juvenil a romper com os costumes mais conservadores característicos do povo goiano”, apontou Araújo.

Por fim, o deputado salientou que “a Sociedade Goiana de Psicologia entende que exposição da criança e do adolescente a conteúdo audiovisual impróprio é um dos fatores de risco que contribui para a ocorrência de comportamentos relacionados à violência e ao consumo de substâncias entorpecentes”, encerrou.

No substitutivo, Amauri Ribeiro fez adequações para eliminar vícios de constitucionalidade, uma vez que os artigos 3º e 4º da medida parlamentar cuidam de normas gerais sobre a proteção da criança e adolescente e, portanto, de competência legislativa da União. Já o artigo 5º é norma de status constitucional, não sendo necessária sua previsão na legislação infraconstitucional. Com aprovação do substitutivo pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), a matéria aguarda inserção na pauta de votação do Plenário.  

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Polícia Civil de Goiás, junto com funcionários da Equatorial Energia Goiás realizou, na noite desta quarta-feira (23/7), uma operação de combate a furto de energia em um tradicional bar de rock localizado no Setor Oeste, em Goiânia. Segundo a concessionária, a ação foi motivada por indícios de irregularidade identificados durante rotinas de inspeção, que apontaram consumo de energia muito abaixo do esperado para o tipo de atividade comercial exercida no local.

Em inspeção, os técnicos constataram que o medidor havia sido propositalmente danificado pelo proprietário do bar. O equipamento apresentava sinais de abertura, conforme teria sido comprovado pela Polícia Científica. A adulteração impedia o registro correto do consumo de energia, mesmo com as tentativas recorrentes de leituras realizadas pela distribuidora. Enquanto deveria pagar cerca de R$ 5 mil por mês, a conta mensal ficava em torno de R$ 700.

A estimativa é de que o furto vinha sendo praticado há cerca de um ano, período em que o responsável pelo estabelecimento teria deixado de pagar um valor aproximado a R$ 50 mil à concessionária. De acordo com a perícia técnica, o método utilizado para inviabilizar o funcionamento do medidor foi intencional, configurando crime.

A prisão foi efetuada por policiais civis da Central Geral de Flagrantes de Goiânia, com auxílio de perito criminal do Instituto de Criminalística, da Polícia Técnico-Científica, que realizou perícia no medidor de energia com intuito de constatar desvio de eletricidade.

Segundo a equatorial, o proprietário confessou o crime no momento da abordagem. Ele foi preso em flagrante e conduzido à Central de Flagrantes de Goiânia, onde foi autuado por estelionato, sem direito a fiança.

Na tarde desta quinta-feira (24/7), o proprietário do bar foi colocado em liberdade, por decisão do juiz Alessandro Pereira Pacheco, da Vara de Custódia, com algumas restrições como não mudar de endereço sem comunicar a Justiça. Na decisão, o juiz aponta que “a liberdade é um direito fundamental ao ser humano, de modo que sua detenção antes da condenação constitui uma medida extrema e excepcional, a qual somente se justifica nas hipóteses expressamente previstas na legislação, conforme dispõe o art. 5°, caput, incisos LVII e LXI da Constituição Federal”.

Ainda segundo levantamento da distribuidora, o proprietário é reincidente nesse tipo de crime e já possui três laudos técnicos anteriores que comprovariam práticas semelhantes. O nome do bar e do dono não foram divulgados. O Portal NG apurou, no entanto, que se trata de um estabelecimento com mais de 20 anos de funcionamento e que realiza shows musicais ao vivo todos os domingos.

Combate às perdas e reforço à segurança da rede

A Equatorial Goiás segue com ações permanentes de fiscalização para coibir irregularidades no sistema elétrico. Desde o início da concessão, já foram realizadas 636 operações, com 376 prisões. Somente em 2025, já foram realizadas 200 operações e 111 prisões. Os dados refletem o esforço conjunto entre a distribuidora e os órgãos de segurança pública no enfrentamento ao furto de energia, que causa prejuízos ao sistema e compromete a segurança da população.

Além de crime previsto em lei, o furto de energia oferece riscos graves, como sobrecargas, curtos-circuitos, incêndios e choques elétricos. As ligações irregulares impactam a estabilidade da rede e prejudicam os consumidores que utilizam o serviço de forma regular. A Equatorial Goiás reforça que fraudes como essa afetam não apenas o sistema elétrico, mas colocam em risco vidas humanas e geram prejuízos para toda a sociedade.

A Equatorial Goiás destaca a importância da participação da população no combate ao furto de energia. Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio da Central de Atendimento, pelo número 0800 062 0196.

Autor Felipe Fulquim


Clube do interior paulista gastou R$ 15 milhões em modernização de centro de treinamento e aposta em tecnologia

Com 16 rodadas do Campeonato Brasileiro, o Mirassol figura na 7ª colocação da tabela da elite do futebol nacional. A boa posição no ano de estreia do time na Série A vai além da classificação. O clube do interior paulista investiu nos anos recentes R$ 15 milhões na modernização de seu centro de treinamento. Agora, tem 4 campos, alojamentos de alto padrão e equipamentos de última geração. 

O impulso financeiro decisivo veio em 2017, com a venda de Luiz Araújo, hoje no Flamengo. O atleta era do São Paulo, mas o Mirassol tinha 30% de seus direitos econômicos. Naquele ano, foi vendido para o Lille, da França. A transação deu cerca de R$ 8 milhões ao Mirassol. Dali saiu o dinheiro para inaugurar em 2019 o novo CT, inspirado na Academia de Futebol do Palmeiras.

O clube também investiu em tecnologia. No fim de 2024, adquiriu uma câmara de flutuação, o 2º time da América Latina a utilizar o equipamento –o 1º foi o Flamengo.

Para a estreia na 1ª divisão em 2025, destinou R$ 8 milhões para reformas no estádio José Maria de Campos Maia, o “Maião”. As melhorias incluíram modernização das fachadas, camarotes, cabines de imprensa, iluminação, banheiros, instalação de reconhecimento facial nas entradas e substituição do alambrado por vidros de proteção.

O crescimento em campo e na estrutura foi acompanhado por aumento na receita com patrocínios. A casa de apostas 7K e a empresa de bebidas Poty, que estampam a parte da frente do uniforme dos jogadores, estão com o clube desde a 3ª divisão.

“Estamos chegando a três anos de parceria com o Mirassol e muito satisfeitos com essa relação, que tem contribuído para a ascensão do clube no cenário nacional. Optamos pelo patrocínio ainda na Série C, confiantes na seriedade da gestão e na nossa visão estratégica de mercado”, disse o diretor executivo de novos negócios da Ana Gaming, José Victor Valadares, detentora das marcas 7K.



Autor Poder360 ·


Aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos indevidos por fraude começam a receber os valores de volta nesta quinta-feira (24/7). O primeiro lote contempla 400 mil beneficiários, seguindo a ordem de adesão ao acordo que já tem mais de 714 mil solicitações, segundo informações do governo federal. Os pagamentos continuarão em dias úteis, com 100 mil beneficiários atendidos por dia. “Os valores serão corrigidos pelo IPCA e depositados na conta do benefício”, informou o INSS.

Podem aderir ao reembolso os segurados que contestaram os descontos entre março de 2020 e março de 2025 e não obtiveram resposta das entidades envolvidas. A adesão deve ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou nas agências dos Correios. Ao aceitar o acordo, o beneficiário renuncia a ações judiciais contra o INSS, mas ainda pode acionar judicialmente as associações responsáveis.

O prazo para contestar descontos indevidos vai até 14 de novembro de 2025, e a adesão ao acordo segue disponível mesmo após essa data. O processo é totalmente administrativo e não exige fornecimento de dados bancários. “O INSS reforça que não envia links por WhatsApp, e-mail ou SMS”, alertou o órgão para evitar novos golpes.

O instituto também fará a contestação automática para pessoas em situação de vulnerabilidade, como idosos com mais de 80 anos, indígenas e quilombolas. Estima-se que essa medida alcance 209 mil idosos, 17 mil indígenas e 38 mil quilombolas. Em regiões de difícil acesso, ações de busca ativa serão intensificadas a partir de agosto.

Para beneficiários com ações judiciais em andamento, o presidente do INSS, Gilberto Waller, explicou que ainda é possível desistir do processo e aderir ao acordo. “Estamos fazendo uma auditoria para verificar se há fraude”, afirmou. Casos anteriores à operação da PF terão pagamento por Requisição de Pequeno Valor e honorários de 5%.



Autor Felipe Fulquim


Audiência do núcleo 2 é realizada por meio de videoconferência; interrogatório será realizado ao mesmo tempo em que Corte questiona réus do núcleo 4

O STF (Supremo Tribunal Federal) interroga nesta 5ª feira (24.jul.2025) Filipe Martins, Marcelo Câmara e os 4 outros réus do chamado núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado.

Segundo a PGR (Procuradoria Geral da República), o grupo dava suporte operacional às ações para “sustentar a permanência ilegítima” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder depois da derrota nas urnas em 2022.

Os réus são:  

  • Filipe Martins, ex-assessor especial de Assuntos Internacionais de Bolsonaro; teria sido responsável por editar a chamada “minuta golpista” e apresentar os seus “fundamentos jurídicos” ao alto escalão das Forças Armadas em reunião em 7 de dezembro de 2022.
  • Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, coronel do Exército; ficou responsável por “coordenar as ações de monitoramento e neutralização de autoridades públicas”, segundo a denúncia, junto do militar Mario Fernandes. Era ele quem repassava a agenda e os deslocamentos de Alexandre de Moraes a Mauro Cid, segundo as investigações.
  • Mario Fernandes, general da reserva e ex-número 2 da Secretaria-Geral da Presidência no governo Bolsonaro; além do monitoramento, teria elaborado o plano “Punhal Verde e Amarelo”, que planejou a execução de autoridades. Também teria sido interlocutor dos manifestantes acampados em quartéis no fim de 2022 e pressionado o então comandante do Exército, Freire Gomes, a aderir ao golpe.
  • Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal); era diretor do órgão que teria organizado blitz para tentar impedir que eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobretudo no Nordeste, chegassem às urnas no 2º turno das eleições de 2022. Sua corporação também foi tida como “omissa” em não tentar deter as paralisações em estradas em apoio a Bolsonaro, depois de derrotado nas urnas.
  • Marília Ferreira de Alencar, delegada da PF (Polícia Federal) e ex-subsecretária de Inteligência da SSP (Secretaria de Segurança Pública); além de ter organizado blitz com Vasques e Fernando De Sousa Oliveira, teria coordenado “o emprego das forças policiais para sustentar a permanência ilegítima de Jair Messias Bolsonaro no poder”, segundo a denúncia.
  • Fernando De Sousa Oliveira, delegado da PF e ex-secretário-executivo da SSP; atuou em conjunto com Marília na organização de blitz. Também é acusado de “omissão”, como os demais integrantes da SSP denunciados: Marília e o ex-ministro Anderson Torres, que estava no comando do órgão durante o 8 de janeiro.

Os réus do núcleo 2 são acusados de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e participação em organização criminosa armada.

A denúncia da PGR descreve esse grupo como responsável pela “gerência” do plano “golpista”. O núcleo teria sido responsável por “coordenar as ações de monitoramento e neutralização de autoridades públicas”. Leia mais nesta reportagem.

SAIBA MAIS 

O interrogatório foi confirmado pelo juiz auxiliar Rafael Henrique Tamai Rocha na 2ª feira (21.jul), último dia dos depoimentos das testemunhas de defesa do núcleo 2.

Na audiência, os advogados dos réus se manifestaram contra a convocação. Conforme a agenda do STF, os depoimentos de defesa seriam finalizados apenas 1 dia antes dos interrogatórios. A 2ª turma da Corte ouviu depoimentos sobre os réus do núcleo 3 até 4ª feira (23.jul).

Em resposta, o juiz sugeriu que as defesas entrassem com um pedido de mudança de data com Alexandre de Moraes, já que a decisão cabe ao relator.

Os questionamentos da Corte aos réus seriam realizados por videoconferência a partir das 9h desta 5ª feira (22.jul). As declarações seguirão a ordem alfabética dos nomes dos réus.

Vale mencionar que, ao mesmo tempo, o STF também questionará os réus do núcleo 4:

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva;
  • Ângelo Martins Denicoli, major da reserva;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do IVL (Instituto Voto Legal);
  • Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente;
  • Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel;
  • Marcelo Araújo Bormevet, policial federal;
  • Reginaldo Vieira de Abreu, coronel.



Autor Poder360 ·


Liderada pelo deputado Clécio Alves, do Republicanos, a Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões no Estado de Goiás realizou, nesta quarta-feira, 23, uma vistoria no depósito de resíduos sólidos de Santo Antônio do Descoberto, município do Entorno do Distrito Federal. O objetivo da diligência foi verificar as operações das instalações e avaliar a conformidade com as normas ambientais e sanitárias, em alinhamento com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que visa à gestão sustentável de detritos e a eliminação dos lixões no Brasil.

Alves apontou que a frente parlamentar busca soluções para os mais de 130 lixões ainda ativos em Goiás, segundo dados da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Ao chegar ao local, o parlamentar ressaltou a urgência em resolver a questão do lixão de Santo Antônio do Descoberto, que causa graves danos ao meio ambiente. Ele informou que a Secretaria de Meio Ambiente e a prefeita Jéssica do Premium, esposa do deputado André do Premium, já haviam sido notificados sobre a diligência.

Clécio Alves enfatizou a necessidade de destinar o lixo para o aterro sanitário de Águas Lindas, que, segundo ele, fica próximo ao local. “É muito fácil, é só pegar esse lixo que os caminhões estão descarregando e levar para o aterro, onde será destinado da forma correta, e vai deixar de contaminar o lençol freático. Isso aqui é muito grave, é muito sério”, afirmou o deputado. Ele destacou, ainda, que a despesa do município com saúde, em decorrência dos impactos do aterro irregular, é “impagável, incalculável”.

O deputado lamentou que, apesar de o encerramento do lixão de Santo Antônio do Descoberto ter sido previsto para outubro de 2024, nada foi cumprido. Ele relembrou que a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu prazos para a erradicação desses locais de descarte desde 2010, com prorrogações até 2021, e que houve programas do governo federal para a construção de aterros, mas a situação persiste.

O presidenre da frente alertou para as condições desumanas em que vivem os catadores de resíduos no local, descrevendo a situação como análoga à escravidão, com pessoas expostas a todo tipo de risco sanitário, em meio a urubus, moscas e animais. Ele também destacou o risco de explosões e incêndios devido ao chorume e aos gases gerados no depósito.

Modelo

O parlamentar citou o exemplo de Senador Canedo, onde não existem mais catadores de resíduos nos lixões, pois foram cadastrados e contratados para trabalhar no aterro sanitário do município. Afirmou que o mesmo modelo deve ser buscado para Santo Antônio do Descoberto e demais municípios goianos.

Ele ressaltou que a frente parlamentar, sob sua presidência e com o apoio de outros deputados estaduais, do governador Ronaldo Caiado, prefeitos, vereadores, Ministério Público e órgãos ambientais, está empenhada em erradicar os lixões em Goiás. “Nem que seja a única bandeira do nosso mandato, isso vai acabar em pouco tempo, custe o que custar”, declarou o deputado. Po fim, informou ter conversado com o governador Ronaldo Caiado (UB), que demonstrou foco na questão, com o objetivo de tornar Goiás um estado livre de lixões.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Prefeitura de Anápolis reinaugurou nesta quarta-feira (23/7) a Escola Municipal Inácio Sardinha, no distrito de Interlândia, com melhorias estruturais e emocionou a comunidade escolar. A entrega foi feita em parceria com a Secretaria Municipal de Obras, que avaliou as necessidades do prédio para garantir mais qualidade aos estudantes. No mesmo evento, foi lançado o Programa Merenda Nota 10, que visa aprimorar a alimentação nas unidades escolares.

A gestora da escola, Rosilda Alves, destacou a emoção de voltar ao local onde estudou, agora como responsável pela unidade. “Eu estudei aqui e, hoje, como gestora, lutamos muito por essa reforma. Estou muito grata. Se eu chorar um pouquinho, vocês vão me perdoar, porque é uma bênção muito grande poder entrar por aquele portão e ver essa escola linda. Oferecer essa estrutura para os nossos alunos é uma verdadeira bênção”, declarou.

Dario Sardinha Lisboa, filho do patrono da escola, também celebrou a obra. “Meu apreço por essa escola não se limita ao nome do meu pai. Todos aqueles que por aqui passaram e passam, mesmo que não tenham vínculo de parentesco, têm alguma ligação com os antigos alunos que aqui estudaram. Por isso, eu até me emociono com uma reforma como essa. É algo maravilhoso, um momento de gratidão”, afirmou.

A secretária de Educação, Adriana Vilela Arantes, agradeceu a união da equipe e o esforço coletivo para a entrega da obra. “Corremos atrás, e aqui estamos hoje. Nestes últimos meses, choramos juntos, rimos juntos, pedimos juntos, e agora estamos celebrando juntos. A cada inauguração, fico realmente emocionada, pois acompanhamos de perto toda a luta. Isso é compromisso de quem valoriza a educação”, disse.

O Programa Merenda Nota 10, apresentado durante o evento, prevê cardápio readequado, manutenção de cozinhas e acompanhamento nutricional semanal. “Essa merenda chegará aos quatro cantos da cidade no primeiro dia de aula”, afirmou o prefeito Márcio Corrêa. A nutricionista Estefani Batista destacou: “Estamos conseguindo implantar algo que, para quem é da equipe técnica, é um sonho, colocando em prática o melhor que podemos oferecer na alimentação das nossas crianças”, considerou.


Prefeitura de Anápolis inaugura 12 novas salas na Escola Municipal Dinalva Lopes

A gestão do prefeito Márcio Corrêa também inaugurou nesta terça-feira (22/7) a nova sede da Escola Municipal Dinalva Lopes, na Vila Esperança, que segundo informações da gestão tem por objetivo melhorar a qualidade da educação no município. A unidade conta agora com uma estrutura moderna, com 12 salas de aula, banheiros acessíveis, cozinha ampla, áreas de lazer e convivência, oferecendo um ambiente adequado para os 243 alunos matriculados. De acordo com o prefeito Márcio Corrêa (PL), antes, a escola funcionava em um espaço improvisado e inadequado, feito com placas de muro.

A cerimônia de inauguração contou com a presença de pais, alunos e funcionários, que celebraram a entrega do novo prédio. O evento contou com a presença do prefeito, da secretária de Educação, Adriana Vilela, do secretário de Obras, Thiago de Sá, e vereadores. “A gente celebra esse dia não apenas para essa comunidade, mas para toda a cidade. Nós buscamos parcerias, e hoje chegamos aqui com essa obra 100% finalizada, entregue e paga”, afirmou o prefeito.

A gestora da escola, Cinthia Gomes, ressaltou a importância do novo espaço para a comunidade escolar. “A palavra de hoje é gratidão. Temos a nossa comunidade presente, funcionários, ex-funcionários e estudantes. Foi algo muito esperado e aguardado. Tenho muito a agradecer. Essa estrutura é o que as nossas crianças merecem. Fico até arrepiada”, disse emocionada.

Segundo a secretária Adriana Vilela, a nova estrutura permitirá ampliar significativamente o número de vagas na educação infantil. “As crianças vão sair de uma escola com cinco salas e passar para uma escola com 12 salas. Vamos quase triplicar o número de alunos atendidos e ampliar novamente a pré-escola. É uma oportunidade de aumentarmos nossas vagas e de oferecermos o melhor para os nossos estudantes”, destacou.

Para a presidente da Câmara, Andreia Rezende (Avante), a entrega demonstra que a gestão “realmente prioriza a educação, conclui obras importantes e faz entregas de fato. Nesses de 118 anos de Anápolis nós estamos agora realizando sonhos importantes de décadas. A Câmara tem contribuído para esse desenvolvimento da cidade, mas sem um Executivo nada disso seria possível”. Também estiveram presentes os vereadores Jean Carlos (PL); Ananias Junior (Agir); Elias do Nana (PSD); Seliane da SOS (MDB); e Reamilton do Autismo (Podemos), além do deputado estadual Amilton Filho (MDB).



Autor Felipe Fulquim


Entidade contestando afirmações do ministro da Fazenda sobre valores movimentados e número de viciados em jogos

A ABFS (Associação de Bets e Fantasy Sport) publicou nesta 4ª feira (23.jul.2025) uma nota em que critica o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A associação argumenta que declarações do ministro sobre o mercado regulado de apostas no Brasil contradizem o próprio processo de regulamentação conduzido pela SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas)

Segundo a entidade, as falas “desprovidas de base técnica” evidenciam a falta de compromisso de Haddad com o setor. “Mais preocupante que o desconhecimento sobre um mercado legalizado, aprovado pelo Congresso e normatizado pelo próprio ministério, é ver uma figura pública do governo usar empresas idôneas como bode expiatório para as dificuldades políticas e econômicas do país”, diz.

Na 3ª feira (22.jul), Haddad classificou as apostas como um “problema de saúde pública” e afirmou que o setor “virou uma praga” durante participação no ICL (Instituto de Cidadania e Liderança).

O ministro prometeu apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um balanço sobre o funcionamento do mercado regulado, destacando a necessidade de demonstrar que as apostas representam “o caminho do fracasso”.

Um dos principais pontos de discordância que teria sido endossado pelo ministro, segundo a ABSF, refere-se ao valor de até R$ 30 bilhões que casas de apostas recebem por mês dos clientes, segundo o BC (Banco Central). A entidade afirma que o montante representa o volume total movimentado em apostas, não as perdas dos apostadores.

Segundo a nota, a portaria 1.207 de 24 determina que as empresas devem retornar no mínimo 85% do valor apostado aos usuários. Com base nessa regra, a associação calcula que R$ 25,5 bilhões retornam mensalmente aos apostadores. Isso resultaria em perdas líquidas de aproximadamente R$ 4,5 bilhões.

“Esse tipo de manobra cria um precedente perigoso, sobretudo em tempos de acirramento eleitoral: atacar um setor legal não é apenas leviano, mas também desrespeita a segurança jurídica e empresarial, além de desviar a atenção de uma necessária reforma administrativa. Hoje as bets são o alvo; amanhã, pode ser qualquer outro segmento.”

Leia abaixo a íntegra da nota da ABFS: 

“Haddad aposta na desinformação e joga contra a economia

“As declarações do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para o ICL causam surpresa e evidenciam a falta de compromisso de sua liderança com o mercado regulado de apostas —um setor regulamentado sob sua própria gestão. O ministro tem reiterado falas desprovidas de base técnica, alinhando-se a narrativas de setores contrários à regulamentação. E, pior, demonstra desconexão com o trabalho sério e competente desenvolvido pela própria Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) de seu Ministério.

“Sem respaldo técnico ou fático, o ministro endossou o número fantasioso de 10 milhões de brasileiros com sintomas de vício em apostas e aceitou como verdade a cifra de R$ 30 bilhões supostamente ‘perdidos’ por mês, um dado claramente distorcido que ignora os valores devolvidos em prêmios aos usuários.

“Os R$ 30 bilhões referem-se ao volume total movimentado em apostas, e não a perdas. Considerando a obrigação regulamentar imposta pelo próprio Ministério da Fazenda, há o dever de retorno mínimo aos apostadores de 85% do valor apostado (Anexo I, item 28, da Portaria SPA/MF 1207/24). Assim, ao menos R$ 25,5 bilhões retornam mensalmente aos apostadores. Ou seja, as supostas perdas líquidas não passariam de R$ 4,5 bilhões — número completamente ignorado nessas narrativas.

“Mais preocupante que o desconhecimento sobre um mercado legalizado, aprovado pelo Congresso e normatizado pelo próprio ministério, é ver uma figura pública do governo usar empresas idôneas como bode expiatório para as dificuldades políticas e econômicas do país.

“Esse tipo de manobra cria um precedente perigoso, sobretudo em tempos de acirramento eleitoral: atacar um setor legal não é apenas leviano, mas também desrespeita a segurança jurídica e empresarial, além de desviar a atenção de uma necessária reforma administrativa. Hoje as bets são o alvo; amanhã, pode ser qualquer outro segmento.

“Em apenas 6 meses de operação, o mercado regulado já pagou mais de R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos entre outorgas, tributos e taxas de fiscalização. Ainda assim, a Fazenda não informa quanto desse valor tem sido destinado a áreas sociais como saúde e educação ou ao combate ao mercado ilegal. Essa falta de transparência não pode ser injustamente atribuída às casas de apostas.

“Cabe destacar que a Secretaria de Prêmios e Apostas [SPA] composta por profissionais comprometidos e técnicos qualificados— tem se esforçado para regulamentar e fiscalizar o setor, mesmo enfrentando sérias limitações de pessoal, orçamento e estrutura. A omissão do governo nesse aspecto é tanto técnica quanto política, e não reflete a dedicação e seriedade da equipe da SPA.

“A crítica à suposta facilitação da lavagem de dinheiro também soa deslocada e desconsidera o trabalho da própria equipe do Ministério. A regulamentação brasileira segue padrões internacionais elevados, com exigência de CPF, identificação facial, processo de conheça o seu cliente (KYC), rastreabilidade de transações e protocolos robustos de prevenção ao crime financeiro —todos estabelecidos sob a supervisão da SPA e suporte do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeira]. Alegar que o setor regulamentado favorece a lavagem é injusto e desrespeita o esforço dos técnicos que construíram e implementam essas regras.

“A guerra de narrativas contra as bets já ultrapassou o debate racional. Alguns setores da economia têm buscado vilanizar o jogo, baseando-se em informações questionáveis e distorcidas para deslegitimar um mercado que contribui significativamente com a arrecadação e que poderia, se bem administrado, ajudar o país a enfrentar desafios fiscais com responsabilidade e transparência.

“Se o Ministro não confia nos dados, que os qualifique. Se não conhece o setor, que se informe. Mas não se pode aceitar que a principal autoridade econômica do país trate um mercado regulamentado com o mesmo despreparo com que se combate o ilegal —especialmente ignorando e desmerecendo o esforço técnico e sério dos profissionais da Secretaria de Prêmios e Apostas.”



Autor Poder360 ·