
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta quarta-feira (21/1) a venda, fabricação, distribuição, importação, divulgação e uso de medicamentos à base de tirzepatida e de retatrutida que estão sendo comercializados sem registro no Brasil. A medida atinge produtos anunciados em redes sociais e conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
A proibição, segundo a agência, inclui as apresentações das marcas Synedica e TG, além de todas as marcas e lotes de retatrutida. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta (21) e determina a apreensão imediata desses produtos.
Perfis em redes sociais, sobretudo no Instagram, vinham oferecendo as canetas sem qualquer autorização do órgão regulador, afirmam as autoridades. Em Goiás, a polícia apreendeu várias vezes, ao longo de 2025, canetas emagrecedoras de procedência desconhecida.
A Anvisa informou que os medicamentos são produzidos por empresas não identificadas e comercializados, majoritariamente, em perfis nas redes sociais. Segundo o comunicado, esses produtos são vendidos “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
A agência alerta ainda para os riscos desses produtos. Por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”. Por essa razão, afirma a Anvisa, essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
A resolução publicada no Diário Oficial determina a apreensão e a proibição total das atividades relacionadas aos produtos. A medida vale para qualquer pessoa ou estabelecimento que comercialize, importe ou divulgue esses medicamentos.
A retatrutida, citada na determinação, é descrita como um novo tipo de GLP — uma classe de fármacos que mimetizam um hormônio natural do intestino para controlar o açúcar no sangue e o apetite. Há expectativa de que a substância provoque perda de peso superior à de medicamentos já disponíveis no mercado, mas ela ainda está em fase de testes e não há distribuição oficial por parte de quem pesquisa o composto. Em outras palavras, as canetas oferecidas sob a alegação de conter essas substâncias não têm garantia de segurança, eficácia ou qualidade.
Autor Manoel Messias Rodrigues
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