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Casa analisa proposta de fomento a atividades de turismo voltadas à pessoa idosa
Lidiane 12 de julho de 2026
Está em tramitação, na Assembleia Legislativa de Goiás, o projeto de lei nº 12477/26, de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (União Brasil), que institui diretrizes para a promoção de atividades de turismo social, cultural e recreativo voltadas à pessoa idosa no Estado de Goiás.
A proposta tem como finalidade incentivar ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da população com 60 anos ou mais, promovendo o envelhecimento ativo, a inclusão social e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
O texto prevê que o poder público poderá desenvolver, em parceria com municípios, instituições privadas e organizações da sociedade civil, programas de turismo destinados à população idosa. As atividades poderão contemplar visitas a patrimônios históricos e culturais, excursões recreativas, turismo rural, ecoturismo, turismo religioso e experiências voltadas ao bem-estar e à aprendizagem contínua.
Entre as diretrizes estabelecidas pela matéria estão a promoção da autonomia e da dignidade da pessoa idosa, o combate ao isolamento social e ao sedentarismo, a valorização da cultura goiana e a garantia de acessibilidade para participantes com deficiência ou mobilidade reduzida.
O projeto também prevê atenção especial aos idosos vinculados aos grupos de convivência da rede socioassistencial, especialmente aqueles atendidos pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), ampliando o acesso desse público a atividades de lazer, cultura e integração comunitária.
Na justificativa, o autor destaca o crescimento acelerado da população idosa em Goiás e os impactos negativos do isolamento social sobre a saúde física e mental desse grupo. A proposta busca utilizar o turismo social como ferramenta de promoção da saúde, cidadania e bem-estar, estimulando a participação ativa dos idosos na vida comunitária e fortalecendo políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável.
“Trata-se, portanto, de proposição que institui um marco normativo orientador de política pública voltada ao segmento idoso, conferindo ao Poder Executivo as ferramentas legais necessárias para desenvolver ações de turismo social com segurança jurídica, sem comprometer o equilíbrio das finanças públicas estaduais”, defende Virmondes Cruvinel.
A matéria está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), sob a relatoria do deputado Veter Martins (PSB).
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Fertilizante
Os ajustes começaram em 8 de julho e fazem parte da revisão do plano operacional para o segundo semestre de 2026
Atividades em Catalão devem retornar após melhora do cenário externo | Foto: Mosaic
A Mosaic anunciou uma redução temporária na produção de fertilizantes fosfatados no Brasil, medida que também atinge a unidade de Catalão, no sudeste de Goiás. Segundo a empresa, a decisão foi tomada por causa das restrições globais no fornecimento de enxofre, matéria-prima essencial para a fabricação desse tipo de fertilizante.
A companhia informou que os ajustes começaram em 8 de julho e fazem parte da revisão do plano operacional para o segundo semestre de 2026. Em Catalão, a paralisação temporária já prevista será prorrogada. A empresa não informou por quanto tempo a unidade ficará parada e condiciona a retomada à normalização do fornecimento global do insumo.
Segundo a Mosaic, a crise no enxofre é resultado de um conjunto de fatores, como instabilidade geopolítica, dificuldades em rotas marítimas internacionais, aumento da demanda global e pressão nos custos. A alta dos preços e a menor disponibilidade da matéria-prima levaram a companhia a reorganizar parte das operações no país.
Além de Catalão, outras unidades também serão afetadas. A unidade de Candeias, na Bahia, terá as atividades temporariamente paralisadas; Palmeirante, no Tocantins, e Sorriso, em Mato Grosso, terão redução na produção; e o complexo de Uberaba, em Minas Gerais, deve entrar em hibernação gradual a partir de setembro. A Mosaic afirmou que “as medidas adotadas são uma resposta temporária às condições extraordinárias do mercado e não representam mudança na estratégia de longo prazo da companhia”.
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Uma mulher foi detida pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Senador Canedo nesta sexta-feira (10/7), sob a suspeita de traficar entorpecentes e agredir os próprios filhos. A ação integrada começou após uma denúncia anônima alertar que quatro crianças menores de idade estavam em situação de total abandono dentro de uma residência no município.
Ao chegarem ao endereço para prestar apoio ao Conselho Tutelar, os guardas civis depararam-se com indícios claros do comércio ilegal de substâncias ilícitas. Durante a vistoria no imóvel, os agentes localizaram uma balança digital, certa quantidade de maconha e diversos papelotes de drogas já embalados e prontos para a comercialização.
De acordo com o registro oficial da ocorrência, as próprias crianças indicaram aos policiais o local exato onde os materiais estavam escondidos pela mãe.
Além do cenário de possível tráfico, a equipe do Conselho Tutelar colheu relatos urgentes das vítimas e constatou que elas apresentavam diversos hematomas e marcas pelo corpo. A principal suspeita das autoridades é de que as lesões tenham sido provocadas por agressões físicas utilizando um fio elétrico.
A mulher, que não teve o nome revelado, foi imediatamente conduzida à delegacia da Polícia Civil local para a autuação em flagrante. Enquanto as investigações criminais prosseguem para apurar a extensão dos crimes de tráfico e violência doméstica, os quatro menores de idade foram acolhidos e recebem agora o devido atendimento médico e acompanhamento protetivo do Conselho Tutelar.
O desfecho deste caso reforça a extrema importância de a população não se calar diante de qualquer suspeita de negligência ou violência doméstica. Denunciar de forma rápida é o mecanismo mais eficaz para interromper ciclos de sofrimento silencioso e garantir a integridade física e psicológica de crianças e adolescentes que não conseguem buscar ajuda por conta própria.
Caso presencie ou desconfie de situações de maus-tratos, abandono ou agressões contra menores, acione imediatamente as autoridades competentes. As denúncias podem ser feitas de forma totalmente anônima e segura por meio do Disque 100 (Direitos Humanos), do telefone 190 da Polícia Militar (para flagrantes e emergências) ou pelo 197 da Polícia Civil.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Objetivo é recuperar espaços públicos e impedir atividades sem autorização; medida terá início na próxima 5ª feira (16.jul)
A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou na última 3ª feira (7.jul.2026) uma política permanente de ordenamento urbano na orla das praias do Leme, de Copacabana, de Ipanema e do Leblon. A iniciativa terá início na próxima 5ª feira (16.jul) e contará com ações diárias para recuperar espaços públicos, combater atividades sem autorização, proteger trabalhadores regularizados e impedir a reocupação das áreas fiscalizadas.
“Vender produto de origem ilegal ou alugar equipamento de origem criminosa é crime. O recado é para que, a partir do início dessa operação, essas pessoas não ocupem esses espaços ilegalmente, porque a tolerância vai ser zero. Quando você não tem legalização, você não pode desempenhar nenhuma atividade econômica no espaço público”, declarou o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).
O secretário municipal de Ordem Pública, Marcus Belchior, afirmou que, além da permanência territorial, haverá ações de inteligência com a Polícia Civil e a Polícia Militar. “Somando Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon, já identificamos mais de mil pontos de venda explorados ilegalmente. Teremos fiscalizações diárias com patrulhamento ostensivo, apreensões de mercadorias irregulares e combate aos depósitos clandestinos”, disse.
Ações
O programa terá 69 pontos estratégicos de fiscalização e contará com 160 agentes por turno, em jornadas de 12 horas, totalizando 320 agentes mobilizados diariamente. Drones e câmeras do Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio reforçarão o monitoramento das equipes em campo.
O secretário estadual de Segurança Pública do Rio, Victor Santos, participou do lançamento e defendeu a importância do programa no combate ao crime organizado. “Esse programa vem em boa hora, porque nós não podemos admitir que o crime organizado explore pessoas para que exerçam atividades comerciais de forma ilegal”, afirmou o secretário.
Investigação
A Prefeitura já identificou 22 depósitos irregulares suspeitos de ligação com a estrutura de armazenamento, abastecimento e arrecadação do comércio não autorizado. A exploração do espaço público envolve cobrança ilegal por pontos de venda, exploração financeira de ambulantes, venda e aluguel clandestino de barracas, depósitos e equipamentos, comercialização de mercadorias sem origem comprovada e logística própria de abastecimento.
Segundo a Prefeitura, a estrutura irregular reúne cerca de 1.000 ambulantes e movimenta aproximadamente R$ 100 milhões por ano com a locação clandestina de pontos, depósitos e equipamentos. O enfrentamento visa desarticular as organizações que sustentam a exploração ilegal e interromper fontes de financiamento e cadeias logísticas associadas ao crime organizado.
Ambulantes
O Programa Tolerância Zero também prioriza proteger os comerciantes regularizados, que poderão continuar trabalhando conforme as regras municipais. Antes do início das ações, a Secretaria de Ordem Pública expedirá o Termo de Orientação aos ambulantes e demais responsáveis por atividades econômicas na área, com informações sobre as normas municipais e restrições de uso do espaço público.
A Prefeitura destinará espaços adequados para as atividades legalizadas, como a Feira Noturna e a Feirarte de Copacabana, além de dois imóveis para a implantação de depósitos regularizados na região.
Emprego
Os trabalhadores que desejarem deixar a informalidade poderão ser encaminhados ao Oportunidades Cariocas, portal da Prefeitura que oferece orientação, qualificação profissional, inclusão produtiva, vagas de emprego e acesso a outros programas municipais.
A iniciativa busca ampliar as possibilidades de trabalho formal, reduzir a informalidade e oferecer alternativas de geração de renda. Nos últimos 5 anos, foram criados 393,4 mil empregos formais na cidade, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 8 de julho de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.
Política pública recém-criada aponta diretrizes para a promoção da prática regular de atividades físicas e esportivas nas escolas
Lidiane 12 de julho de 2026
Oficializada como a Lei nº 24.424, de 6 de julho de 2026, a Política Estadual de Estímulo à Prática Esportiva nas Escolas está publicada no Diário Oficial de Goiás. Trata-se de uma iniciativa do deputado Delegado Eduardo Prado (PL) que associa esportes a cuidados com a saúde de jovens.
O objetivo da nova norma é garantir o desenvolvimento integral dos estudantes, inclusive em aspectos físicos, mentais e sociais, por meio da prática regular de atividades físicas e esportivas. Além disso, formar cidadãos comprometidos com hábitos saudáveis.
De maneira geral, as diretrizes buscam incentivar que as escolas se tornem ambientes propícios para que o acesso ao esporte seja igualitário e inclusivo. Entre elas, estão, por exemplo, o fomento à instalação de infraestrutura adequada e à integração curricular da educação física com outras áreas do conhecimento.
“No contexto atual, em que os hábitos sedentários e os problemas relacionados à saúde estão cada vez mais presentes na vida das crianças e dos adolescentes, é imprescindível que as escolas desempenhem um papel ativo na promoção de um estilo de vida ativo e saudável”, disse Prado na justificativa do projeto aprovado no Parlamento.
Cabe ao Executivo Estadual estabelecer a forma de monitoramento e de avaliação da política pública criada. O texto já está em vigor.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Um dos maiores eventos populares de Goiás, o Aparecida é Show já tem data e atrações nacionais confirmadas para 2026. O festival será realizado de 6 a 9 de agosto, no estacionamento da Cidade Administrativa Maguito Vilela (sede da prefeitura). Com quatro noites de programação, a festa reunirá grandes nomes da música brasileira, além de artistas locais e regionais.
Os portões serão abertos diariamente às 19h com formato de entrada solidária. Para garantir o acesso, o público deve doar 1 kg de alimento não perecível ou 1 kg de ração para cães ou gatos. As arrecadações serão destinadas a entidades assistenciais, famílias em situação de vulnerabilidade e ao Programa de Atenção e Proteção aos Animais (Pata). O evento é realizado pela Prefeitura de Aparecida por meio de convênio com o Governo de Goiás.
A grade de shows principais começa na quinta-feira (6/8) com o fenômeno do forró e piseiro Nattan. Na sexta-feira (7/8), o palco recebe o cantor Panda, destaque nacional do arrocha e da sofrência. O sábado (8/8) será comandado pelo sertanejo da dupla Cleber & Cauan, enquanto o encerramento, no domingo (9/8), ficará por conta dos clássicos de Zezé Di Camargo.
Além da Arena de Shows, o espaço contará com praça de alimentação, parque de diversões e estrutura completa planejada para receber famílias de toda a Região Metropolitana.
Confira a programação de palco por dia
- Quinta-feira (06/08): Mariana, DJ Tubas e Nattan.
- Sexta-feira (07/08): Noobreak, Brenno Paixão, Bruno Denner e Panda.
- Sábado (08/08): Deboxe, Cinthia, Rayane & Rafaela e Cleber & Cauan.
- Domingo (09/08): DJ Vinícius Cavalcante, DJ Carlos Henrique, Bia Frazzo e Zezé Di Camargo.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Ali Khamenei morreu durante um ataque dos EUA no início do atual conflito e seu corpo foi sepultado nesta semana
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou neste sábado (11.jul.2026), em postagem no X, que a “vingança” pelo seu pai, aiatolá Ali Khamenei, é uma exigência do povo iraniano e acontecerá “com certeza”. Ali Khamenei morreu durante um ataque aéreo dos Estados Unidos em 28 de fevereiro no início do atual conflito.
“A vingança pelo mártir do Irã é a exigência do nosso povo e, com toda a certeza, deve ser realizada. Esses criminosos, cuja lista existe de cima a baixo, levarão para o túmulo o desejo de uma morte tranquila na cama”, escreveu Mojtaba Khamenei.
O sepultamento Ali Khamenei terminou nesta semana e depois de 4 dias. Seu filho não compareceu, nem fez nenhuma aparição pública desde o início da guerra. A principal suspeita é que o novo aiatolá esteja com o rosto desconfigurado por conta de um ataque.
A postagem se deu em um momento de escalada do conflito. Na 6ª feira (10.jul), o presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), ameaçou destruir o país se as forças iranianas tentarem assassiná-lo. Também afirmou que mísseis estão preparados contra o Irã.
Apoiadores do governo iraniano pediram a morte de Trump durante o funeral de Ali Khamenei.
Depois do fim do acordo de paz entre os países, os Estados Unidos voltaram a atacar Teerã.
CCJ avaliará projeto de lei que cria programa de terapia assistida por cães e cadastro de animais e condutores habilitados
Lidiane 11 de julho de 2026
O deputado Veter Martins (PSB) é o autor do projeto de lei n°13479/26, que institui o Programa Estadual “Cães pela Vida – Terapia Assistida por Animais e Apoio à Saúde Mental”, cria o Cadastro Estadual de Cães e Condutores Habilitados e institui o Selo Estadual “Cão Terapêutico Goiás”. A matéria foi enviada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e será distribuída a um relator membro do colegiado após o fim do recesso parlamentar.
A proposta busca incorporar a interação assistida por cães treinados como ferramenta complementar para acolhimento, inclusão social e promoção da saúde mental no Estado de Goiás. De acordo com o parlamentar, a iniciativa tem como objetivo ampliar as estratégias de cuidado emocional por meio de uma política pública voltada à prevenção e redução de situações relacionadas à ansiedade, ao estresse, ao isolamento social e ao sofrimento emocional.
O programa também pretende estimular vínculos afetivos, fortalecer a comunicação, promover a socialização e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, com atenção especial a crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência e cidadãos em situação de vulnerabilidade.
O texto prevê que o programa possa ser desenvolvido em parceria com órgãos públicos das áreas de saúde, educação e assistência social, além de universidades, centros de pesquisa, organizações da sociedade civil, entidades de proteção animal e profissionais especializados em saúde humana e bem-estar animal.
Cadastro estadual
A proposta também cria o Cadastro Estadual de Cães e Condutores Habilitados para Terapia Assistida por Animais (Cecat/GO), destinado ao registro e acompanhamento das equipes aptas a participar das atividades.
O cadastro reunirá informações sobre a identificação dos cães, avaliações sanitárias e comportamentais, capacitação dos condutores e instituições vinculadas, com a finalidade de garantir organização, fiscalização, segurança e qualidade na execução do programa.
Outro ponto previsto na matéria é a instituição do Selo Estadual “Cão Terapêutico Goiás”, que poderá ser concedido às instituições, projetos e equipes que atendam critérios técnicos relacionados à capacitação, à qualidade dos serviços, à segurança e ao bem-estar animal.
As ações do programa poderão ser realizadas em hospitais, unidades de saúde, instituições de longa permanência, escolas, centros de atendimento social e outros espaços autorizados pelo Poder Executivo.
“O aumento das demandas relacionadas ao sofrimento emocional demonstra a necessidade de políticas públicas humanizadas, preventivas e integradas. A Terapia Assistida por Animais vem sendo utilizada como recurso complementar em diversos contextos, favorecendo interação social, estímulos emocionais e melhora da qualidade de vida”, argumenta Veter Martins.
Segundo o deputado, o diferencial da proposta está na criação de mecanismos permanentes de organização, qualificação e controle das atividades, conciliando promoção da saúde mental, inclusão social, ciência e proteção animal.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União), entregou nesta sexta-feira (10/7) a primeira remessa de recursos do Programa de Autonomia Financeira das Unidades de Saúde (Pafus). Em solenidade no Paço Municipal, o prefeito surpreendeu os gestores ao anunciar que decidiu dobrar o valor inicialmente previsto para o orçamento de 2026.
“Vamos liberar R$ 10 milhões agora e outros R$ 10 milhões em setembro”, assinalou.
O montante total saltou para R$ 20 milhões, superando inclusive a previsão inicial da Secretaria Municipal de Saúde, que era de R$ 8 milhões. Com a medida, cada uma das 11 unidades de urgência e emergência (UPAs) receberá R$ 100 mil nesta etapa. Já as 106 unidades básicas de saúde e de saúde mental contarão com R$ 70 mil cada.
“Assim como fizemos com a Educação, vamos fazer a melhor saúde para Goiânia”, afirmou o prefeito.
Além da autonomia financeira, Mabel autorizou a abertura de licitação para comprar 1,2 mil aparelhos de ar-condicionado para a rede municipal. O prefeito ressaltou que a manutenção dos novos equipamentos ficará a cargo de cada posto, utilizando a verba descentralizada.
“Já autorizamos a compra. Agora, a manutenção do aparelho é com a unidade. O Pafus não é só para uma reforminha, ele veio para ficar”, ressaltou o prefeito.
Prefeito descentraliza gestão e exige transparência nos gastos
Inspirado em um modelo de sucesso da Educação municipal, o Pafus repassa a verba do Fundo Municipal de Saúde direto para uma conta bancária própria de cada unidade. O objetivo é cortar a burocracia do dia a dia, permitindo a compra imediata de materiais de escritório, serviços de limpeza, insumos e execução de reparos prediais.
O secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, avaliou que a mudança traz dignidade para o atendimento dos moradores. Na ponta do sistema, o impacto prático é celebrado por quem administra os postos, como relata José Ismariano Cardoso, gestor da UPA Cândida de Moraes.
“Esse orçamento chega para a gestão fazer, gerenciar e fazer pequenos reparos bem como para a aquisição de insumos e equipamentos. Isso para o gestor faz diferença porque você não para o serviço”, destacou.
O administrador lembrou de como a falta de independência financeira prejudicava a rotina de trabalho antes da criação do programa.
“Agora, temos essa autonomia financeira para resolver”, comemora. Para garantir a aplicação correta do dinheiro público, cada unidade formará uma comissão executora privada e sem fins lucrativos, com CNPJ próprio, composta por gestores, trabalhadores da saúde e usuários. O grupo criará um plano de aplicação e deverá prestar contas trimestralmente ao Conselho Municipal de Saúde, à Controladoria-Geral do Município e ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO).
Autor Manoel Messias Rodrigues
Levantamento identificou diferenças de preço entre farmácias e recomenda que consumidores pesquisem antes da compra
O Procon-SP informou na 3ª feira (7.jul.2026) que um mesmo medicamento genérico comprado em diferentes estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo pode apresentar uma diferença de até 2.433,59% no preço.
Segundo o órgão, uma cartela com 30 comprimidos de 5 miligramas de um medicamento para disfunção erétil, por exemplo, pode custar R$ 98,05 em uma farmácia da Zona Norte de São Paulo e R$ 3,87 em um estabelecimento da Zona Sul.
Já a cartela com 30 comprimidos de 25 microgramas de um medicamento de referência para tratar o hipotireoidismo pode custar R$ 10,73 ou R$ 41,43, a depender da farmácia ou drogaria em que for adquirido.
Segundo o levantamento, em geral os medicamentos genéricos são mais baratos que os de referência, que são aqueles de marca. Em média, um genérico pode custar 63,05% menos que o de referência, o que pode significar uma grande economia para o bolso do consumidor.
Por causa da grande diferença de preços entre um estabelecimento comercial e outro, o Procon alerta para que o consumidor faça uma pesquisa de preços e sempre verifique, antes de fazer a compra, sobre a disponibilidade do medicamento em algum programa social oferecido pelos governos federal, estadual ou municipal. Segundo o órgão, isso poderia garantir acesso gratuito ou com descontos a esse remédio.
Também é importante analisar se há algum desconto oferecido pelo plano ou seguro de saúde. Além disso, alguns laboratórios ou as próprias drogarias podem oferecer descontos nos preços dos remédios por meio de programas de fidelidade.
Outro alerta do Procon é para que o consumidor sempre observe se o medicamento tem registro no Ministério da Saúde e se o número do lote e o prazo de validade e de fabricação informados na embalagem correspondem ao que consta na cartela. Outra dica dada pelo órgão é para que o consumidor avalie com o seu médico sobre o uso dos medicamentos genéricos, que costumam ter preços mais acessíveis.
METODOLOGIA
O levantamento foi feito pelo Procon em 10 farmácias e drogarias da cidade de São Paulo nos dias 19 e 20 de maio. A pesquisa também foi realizada presencialmente em outros 10 municípios do estado de São Paulo e, de forma online, em 10 sites de grandes redes.
Tanto na pesquisa presencial quanto na online, foram comparados preços de mais de 70 medicamentos genéricos e de referência como antitérmicos, anti-inflamatórios, ansiolíticos, antibióticos, anticoncepcionais, antidepressivos, para disfunção erétil, artrite reumatoide e controle de colesterol, entre outros.
Este texto foi originalmente publicado pela Agência Brasil, em 7 de julho de 2026 as 18h00. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.








