8 de maio de 2026
  • 12:35 “Não pagaria esse preço”, diz Trump sobre valor do ingresso da Copa
  • 08:51 Na tribuna, oradores reverenciam a maternidade
  • 05:07 Goiás vai distribuir 95 mil cobertores
  • 01:23 Azul reporta queda de 14,7% em gastos com combustível
  • 21:39 Deputado José Machado presta tributo a mulheres em celebração ao Dia da Mães durante sessão solene na Casa de Leis


Presidente norte-americano critica valores cobrados pela Fifa para a partida de abertura contra o Paraguai em Los Angeles

Donald Trump (Partido Republicano), presidente dos Estados Unidos, afirmou que não desembolsaria os US$ 1.000 cobrados pelo ingresso mais barato para assistir à partida de abertura da seleção norte-americana contra o Paraguai na Copa do Mundo 2026. A declaração foi feita em entrevista ao jornal New York Post, divulgada na noite da 4ª feira (6.mai.2026). O jogo está marcado para 12 de junho no SoFi  Stadium, em Los Angeles. 

Trump disse desconhecer os valores praticados pela Fifa. “Eu não sabia desse número”, afirmou o presidente. “Eu certamente gostaria de estar lá, mas também não pagaria isso, para ser honesto com você.” 

A Copa do Mundo de 2026 será a 1ª edição com 48 seleções participantes. O torneio terá um recorde de 104 partidas, distribuídas por 16 cidades-sede no Canadá, México e nos Estados Unidos. O evento começa em 11 de junho e vai até 19 de julho. A final será disputada no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. 

A manifestação do presidente se deu horas depois de Gianni Infantino, presidente da Fifa, defender publicamente a política de preços do torneio. O dirigente participou da 29ª Conferência Global anual do Instituto Milken, realizada no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, Califórnia, na 3ª feira (5.mai). 

Durante o evento, Infantino rebateu críticas de torcedores em todo o mundo. “Temos que olhar para o mercado”, afirmou o dirigente esportivo. “Estamos em um mercado no qual o entretenimento é o mais desenvolvido do mundo, então temos que aplicar preços de mercado.” 

O presidente da Fifa, que recebe US$ 6 milhões anuais aos 56 anos, argumentou que a legislação norte-americana sobre revenda de ingressos influencia a política de preços. Segundo Infantino, como a revenda de bilhetes é permitida nos EUA, vender ingressos a preços muito baixos resultaria na revenda por valores ainda mais altos. O dirigente mencionou uma estimativa de 500 milhões de solicitações de ingressos para o torneio. 

Para contextualizar os valores, Infantino fez uma comparação com outros eventos esportivos realizados no país. “Você não consegue assistir, nos EUA, nem a um jogo universitário —sem falar em uma partida profissional de alto nível— por menos de US$ 300”, disse. “E esta é a Copa do Mundo.” 

O ingresso mais barato para uma partida no SoFi Stadium, em Inglewood, Califórnia, custa US$ 1.079 no Ticketmaster. Na 3ª feira (5.mai), Infantino brincou sobre ingressos de revenda anunciados on-line por pouco mais de US$ 2 milhões para a final de 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O dirigente prometeu entregar pessoalmente “um cachorro-quente e uma Coca-Cola” a qualquer torcedor que desembolsasse esse valor. 

Torcedores nos Estados Unidos e no exterior reclamaram que muitos dos assentos foram adquiridos por cambistas. Na Europa, um grupo de torcedores apresentou uma reclamação antitruste aos reguladores. A política de preços da Fifa, entidade isenta de impostos com sede na Suíça, foi classificada como “excessiva”. O custo médio de um ingresso para a final é de quase US$ 13.000. Na Copa do Mundo de 2022, o valor médio para a decisão do campeonato foi de cerca de US$ 1.600. 

Preocupação de Trump com eleitores de classe trabalhadora

Trump expressou preocupação com torcedores da classe trabalhadora que fazem parte de sua base eleitoral. “Se pessoas do Queens, do Brooklyn e de outros lugares onde há apoiadores de Donald Trump não puderem ir, eu ficaria desapontado. Mas, ao mesmo tempo, isso é um sucesso incrível”, disse. “Eu gostaria que as pessoas que votaram em mim pudessem ir.”

Apesar das críticas aos preços, o mandatário reconheceu o sucesso comercial do evento. “Eu sei que é extremamente bem-sucedido”, disse o presidente. “Está quebrando todos os recordes. Eles nunca tiveram nada assim.” Trump elogiou o número de ingressos já vendidos, que a Fifa estima em 5 milhões. O mandatário classificou o volume como “recorde”. 

Uma pesquisa divulgada pela Ahla (American Hotel & Lodging Association) mostrou que quase 80% dos hotéis nas 11 cidades-sede norte-americanas operam abaixo das projeções iniciais para a Copa do Mundo. Faltam apenas cerca de seis semanas para o início da competição, em 11 de junho. Em Kansas City, de 85% a 90% dos operadores hoteleiros relataram demanda inferior até mesmo à de um mês típico de junho ou julho sem grandes eventos. 

O relatório da AHLA destacou a discrepância entre as vendas de ingressos e as reservas de hospedagem. Embora mais de 5 milhões de ingressos tenham sido vendidos, “as reservas de hotéis não acompanharam o ritmo”. Os viajantes domésticos superam os visitantes internacionais em número.

Autoridades do setor hoteleiro identificaram 3 fatores principais que estão desacelerando a demanda estrangeira:

  • atrasos na emissão de vistos
  • altos custos de viagem
  • preocupações geopolíticas. 

“As reservas estão ficando abaixo das previsões iniciais”, afirmou o documento da associação hoteleira. Alguns hotéis descreveram o torneio, até o momento, como um “não evento” em relação às projeções anteriores. Um estudo conjunto da Fifa e da OMC (Organização Mundial do Comércio) estimou um impacto econômico de US$ 30 bilhões. As reservas hoteleiras não acompanharam o ritmo das vendas de ingressos. 

Os Estados Unidos iniciarão sua campanha no SoFi Stadium em Los Angeles em 12 de junho contra o Paraguai. O astro do Inter Miami, Lionel Messi, deve disputar sua 6ª Copa do Mundo defendendo a Argentina quando o torneio começar no próximo mês. 



Autor Poder360 ·


Três homenageados subiram à tribuna do Plenário Iris Rezende Machado para agradecer o deputado José Machado (PSDB), autor da sessão solene extraordinária em tributo ao Dia das Mães. O evento está sendo realizado na tarde desta quinta-feira, 7.

A administradora de empresa Fernanda Ferreira da Silva, uma das agraciadas com o Certificado do Mérito Legislativo, foi a primeira a discursar em nome de todas as mães.

“Mãe não tem uma data especial, todos os dias são delas”. Com essa frase, a homenageada deu início ao seu discurso. Fernanda sintetizou a importância de todas as mães, que, muitas das vezes, acumulam atividades no setor privado e os afazeres familiares. Ela também fez alusão àquelas mães que cuidam dos filhos hospitalizados e que “renunciam tudo para exercer a maternidade em sua plenitude”.

Fernanda Ferreira também lembrou das mães atípicas, que, em boa parte das vezes, trabalham em dois ou três lugares para conseguir suprir as necessidades dos filhos. “Também me refiro às mães atípicas, que lutam bravamente para terem os direitos dos seus dependentes atendidos, porque nós sabemos o quanto essa batalha é árdua. E os méritos são todos de vocês”, destacou.

O segundo a usar a tribuna foi o 1º diretor-secretário da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Anápolis, Hélio José Lopes. Emocionado, Hélio aproveitou a oportunidade para revelar a perda de sua mãe, há 11 meses, e aconselhar os jovens para que “vivam a vida intensamente, porque quando a morte chega, tudo acaba! Portanto, aproveitem bem a sua própria vida e da sua mãe enquanto podem”.

Em seguida, Annalice Machado foi chamada para receber o Certificado do Mérito Legislativo e falar em nome dos homenageados. Em seu discurso, a esposa de José Machado enfatizou o quão é significativo o lugar de “ser mãe” em relação aos filhos. “Eu moro com meu marido, o deputado José Machado, em Goianésia, nós temos três filhos, e me peguei pensando o quanto foi difícil deixar nossos filhos para participar desta cerimônia”, salientou.

Ao final, Annalice afirmou, ainda, que “o Dia das Mães é para celebrar o amor e a maternidade de todas as mulheres – que nós continuemos sempre fazendo o que há de melhor para nossa família, com amor incondicional e gratidão à Deus”.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O governador de Goiás, Daniel Vilela, lançou, nesta quinta-feira (7/5), em Goiânia, a campanha Aquecendo Vidas 2026, iniciativa do Governo do Estado que prevê a distribuição de 95 mil cobertores para os 246 municípios goianos. A ação, coordenada pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e pelo Goiás Social, contará com investimento de R$ 4,2 milhões para reforçar o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade durante o período de frio.

Durante o lançamento, realizado na sede da OVG, Daniel Vilela destacou que os cobertores serão encaminhados para todas as regiões do Estado em parceria com as prefeituras.

“São cobertores de excelente qualidade, para que possamos alcançar e atender as pessoas que mais precisam desse amparo em todo o Estado de Goiás. É importante dizer que este, assim como todos os programas sociais do nosso governo, é destinado aos 246 municípios, indistintamente”, afirmou.

O governador também ressaltou o caráter solidário da campanha, que além da distribuição dos itens, busca incentivar a participação da sociedade nas ações de assistência social.

Foto: Rômullo Carvalho

“É muito mais que entrega de agasalhos aos municípios. É também um despertar para o desenvolvimento de um espírito solidário entre aqueles que podem ajudar as famílias que mais precisam no nosso Estado”, declarou.

A distribuição será feita em conjunto com os municípios, responsáveis pelo encaminhamento dos cobertores às famílias atendidas pelos serviços sociais locais. Instituições cadastradas na OVG, especialmente aquelas voltadas ao atendimento de crianças e idosos, também serão contempladas.

A primeira-dama Iara Vilela afirmou que a proposta amplia a rede de proteção social em Goiás.

Primeira-dama de Goiás, Iara Vilela // Foto: Rômullo Carvalho

“Vamos chegar a cada lar, a cada abrigo e a cada lugar que for necessário”, disse.

Representando os municípios, o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Hidrolândia, José Délio Júnior, destacou a continuidade das políticas sociais no Estado. Já o presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM), Paulo Vitor Avelar, afirmou que a parceria entre Estado e prefeituras fortalece o alcance das ações junto à população mais vulnerável.

Entre 2019 e 2025, Estado já entregou mais de 470 mil cobertores

Segundo dados apresentados pelo Governo de Goiás, entre 2019 e 2025 a campanha distribuiu 470 mil cobertores novos em todo o Estado. Desde 2020, também foram arrecadados e entregues mais de 31 mil agasalhos e cobertores doados pela população, com investimentos que ultrapassam R$ 16,5 milhões.

Além da entrega dos cobertores, a campanha deste ano também arrecada peças de inverno destinadas a pessoas em situação de rua e famílias vulneráveis. As doações podem ser feitas até o dia 5 de junho em mais de 60 pontos de coleta espalhados pelo Estado.

A diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, destacou a importância da participação popular na mobilização solidária.

“Cada doação representa uma oportunidade de estender a mão e aquecer o coração de alguém, além de fortalecer o espírito de solidariedade com nossa população”, afirmou.

Entre os itens aceitos estão cobertores, mantas, agasalhos, blusas e calças de moletom, desde que estejam limpos e em bom estado de conservação.

Autor Rogério Luiz Abreu


Companhia ajustou operação para amortecer impacto do preço de combustíveis de aviação durante a guerra

A Azul reportou, nesta 5ª feira (7.mai.2026), uma queda de 14,7% nos gastos com combustível no 1º trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. Apesar da escalada das tensões no Oriente Médio ter pressionado os preços internacionais do petróleo e do QAV (querosene de aviação), o efeito não foi sentido integralmente no resultado do trimestre. Eis a íntegra dos resultados (PDF – 696 kB).

A companhia também afirma que o recuo foi impulsionado pela valorização do real frente ao dólar e pela eficiência de medidas adotadas durante a reestruturação operacional. O consumo total de combustível da Azul foi reduzido em 4,5%, enquanto o custo médio por litro caiu 10,7%, segundo dados divulgados pela empresa.

De acordo com a companhia, a despesa com combustível somou R$ 1,341 bilhão no trimestre. Para se adaptar ao aumento do preço QAV, a Azul diz ter reduzido a sua capacidade operacional. Em comparação com o mesmo período de 2025, caiu 2,7%.

A empresa também reportou uma melhora de 1,8% no consumo de combustível por ASK (assentos por quilômetro oferecido), impulsionada pela maior utilização de aeronaves de nova geração.

No documento, o CEO da Azul, John Rodgerson, afirmou que a empresa foi a “primeira companhia aérea da região” a ajustar preventivamente sua capacidade diante da alta gradual do combustível ao longo do trimestre. Segundo ele, a estratégia buscou preservar margens, otimizar a malha aérea e alinhar a operação às condições de mercado.

Rodgerson também disse que a Azul está “estruturalmente bem posicionada” para enfrentar um cenário de combustíveis mais caros. Disse que a companhia opera com uma frota mais eficiente em consumo e possui receitas diversificadas. 

O impacto do preço do combustível de aviação na operação da companhia, contudo, foi limitado ao mês de março. A pressão mais intensa sobre o QAV deve aparecer nos próximos trimestres, com a continuidade da alta do petróleo no mercado internacional depois da escalada do conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos. 

Desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, a Petrobras realizou ao menos 3 reajustes relevantes no QAV (querosene de aviação):

  • março: alta de 9,4%;
  • abril: alta de 54,8%;
  • maio: alta de 18%.

O preço praticado pela estatal tem influência direta no valor atribuído ao combustível nos terminais aeroportuários. A sequência de reajustes fez o QAV acumular alta próxima de 100% desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou na tarde desta quinta-feira, 7, sessão especial em alusão ao Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, 10 de maio. A proposta foi de autoria do deputado José Machado (PSDB) que realizou a entrega do Certificado do Mérito Legislativo a diversas mães goianas, em reconhecimento à suas contribuições sociais e aos papeis desempenhados em suas comunidades.

Fizeram parte da mesa diretiva, além de Machado: sua esposa, a médica oftalmologista Annalice Ribeiro Centurion Machado; Maria de Lourdes Ribeiro Rêgo, mãe do deputado; Aline Fábia Ribeiro Rêgo, irmã do parlamentar; a advogada Priscila Guimarães; o secretário da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Anápolis, Hélio José Lopes; a administradora e empreendedora de Jaraguá Fernanda Ferreira da Silva; a vereadora por Itarumã Letícia Teixeira (MDB); e a empreendedora de Goianésia Andressa Samara Lopes.

Ao iniciar sua fala, José Machado destacou que o momento era de reconhecimento às mulheres que são a base de sustentação de toda a comunidade, que cuidam das pessoas, com carinho e afeto. “Minha mãe, com a força que sempre teve, me criou com muito amor, com presença e com dignidade. Dentro da realidade que nós vivíamos, ela fez o melhor e fez com verdade. E isso não se mede pela condição, se mede pelo caráter, pelo esforço e pelo cuidado que nunca faltou”, relatou.

O parlamentar enfatizou, ainda, o cuidado e a presença de todas as pessoas que fazem o papel de mãe, principalmente em momentos difíceis. Ele também agradeceu o cuidado e o carinho de sua tia Lurdes e de seu tio Nilo que, segundo ele, o deram, “além de acolhimento, algo muito mais importante: pertencimento”.

José Machado também reverenciou a esposa: “Além disso, tem algo que não pode falhar: a base. E, na minha vida, essa base tem nome: minha esposa Annalice. Você tem a sua trajetória, a sua profissão, a sua forma de cuidar das pessoas, que eu admiro profundamente. Hoje, esta sessão não é apenas uma formalidade. É um ato de reconhecimento. Porque nenhuma sociedade se sustenta de verdade se não reconhecer quem sustenta a sua base”.

Multifuncionalidade

A administradora de empresa Fernanda Ferreira da Silva, uma das agraciadas com o Certificado do Mérito Legislativo, foi a primeira a discursar em nome de todas as mães. “Mãe não tem uma data especial, todos os dias são delas”. Com esta frase, a homenageada deu início ao seu discurso e sintetizou a importância de todas as mães, que muitas vezes acumulam atividades no setor privado e os afazeres familiares. Também fez alusão àquelas mães que cuidam dos filhos hospitalizados e que “renunciam tudo para exercer a maternidade em sua plenitude”.

Em seguida, o secretário da APAE de Anápolis, Hélio José Lopes, emocionado, aproveitou a oportunidade para revelar a perda de sua mãe, há 11 meses, e aconselhar os jovens para que vivam a vida intensamente, “porque quando a morte chega, tudo acaba! Portanto, aproveitem bem a sua própria vida e da sua mãe enquanto podem”, disse.

Por fim, Analice Machado foi chamada para receber o Certificado do Mérito Legislativo e falar, também em nome das homenageadas. Em seu discurso, ela enfatizou o quão é significativo o lugar de “ser mãe” em relação aos filhos. “Eu moro com meu marido, o deputado José Machado, em Goianésia, nós temos três filhos, e me peguei pensando o quanto foi difícil deixar nossos filhos para participar desta cerimônia”, salientou. Ela afirmou ainda que “o Dia das Mães é para celebrar o amor e a maternidade de todas as mulheres – que nós continuemos sempre fazendo o que há de melhor para nossa família, com amor incondicional e gratidão à Deus”.

Reconhecimento profissional

Durante a solenidade, o deputado José Machado aproveitou o momento de celebração e pediu licença aos presentes para quebrar o protocolo e homenagear a servidora Nena. “Em uma sessão como essa, ao falar de cuidado, presença e dedicação, lembramos de pessoas que atuam todos os dias na Casa, nesse sentido, sem estarem na condição de homenageados”.

Em seguida, Machado presenteou Maria das Graças da Silva, assessora adjunta de cerimonial da Assembleia Legislativa, conhecida como Nena, com um buquê. “Eu não poderia deixar de fazer esse registro: Nena, você que está presente aqui, em todas as sessões especiais, que cuida de tudo com atenção, zelo e carinho, acolhendo os convidados e orientando os deputados, sempre com respeito e disposição. Você faz a diferença no dia a dia desta Casa”, concluiu o deputado. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Prefeitura de Luziânia abriu inscrições para o Edital de Chamamento Público nº 001/2026, que vai destinar R$ 250 mil ao fomento de projetos culturais e festas tradicionais no município. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura e Juventude e utiliza recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), com o objetivo de fortalecer manifestações culturais, incentivar a economia criativa e ampliar o acesso ao financiamento público no setor cultural.

As inscrições começaram na terça-feira (5/5) e seguem até 12 de maio, exclusivamente pela plataforma digital da política cultural do estado. O edital prevê a seleção de 12 iniciativas em diferentes categorias, contemplando desde grandes eventos populares até projetos específicos de inclusão e formação cultural.

Entre as modalidades previstas está uma vaga de R$ 100 mil destinada à realização de festas tradicionais de grande porte. Também serão ofertadas dez vagas de R$ 10 mil para eventos de médio porte, incluindo cavalhadas, folias, festas juninas e outras manifestações populares ligadas à cultura local. Além disso, o edital reserva uma vaga de R$ 50 mil para projetos culturais voltados ao público feminino.

Segundo a Secretaria Municipal de Cultura e Juventude, a proposta busca descentralizar o acesso aos recursos e garantir que produtores culturais, coletivos e artistas locais tenham condições de ampliar suas atividades e fortalecer manifestações já consolidadas na cidade.

25% das vagas são reservadas para inclusão

O processo seletivo levará em consideração critérios como qualidade técnica da proposta, relevância cultural, impacto social e trajetória dos proponentes. O edital também estabelece políticas de inclusão, reservando 25% das vagas para pessoas negras, 10% para indígenas e 10% para pessoas com deficiência.

Poderão participar pessoas físicas, jurídicas, MEIs e coletivos sem CNPJ, desde que comprovem residência ou atuação em Luziânia há pelo menos dois anos. A análise das propostas será realizada entre os dias 13 e 18 de maio, enquanto o pagamento aos contemplados está previsto para ocorrer entre 10 e 19 de junho.

De acordo com o secretário municipal de Cultura e Juventude, Wilkens Monteiro Geraldes, o edital representa mais um passo no fortalecimento da política cultural local e na valorização do patrimônio imaterial do município.

A expectativa é de que os recursos impulsionem a realização de eventos tradicionais e ampliem a participação da comunidade nas atividades culturais ao longo do ano.

Autor Paula Rocha


Planalto vê aproximação de aliados de Bolsonaro com EUA via minerais e segurança como ativo de campanha e quer se precaver

O encontro desta 5ª feira (7.mai.2026) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump (Partido Republicano) acontece sob à preocupação do governo brasileiro com os reflexos da disputa presidencial de 2026 sobre a relação entre Brasília e Washington. O presidente tenta criar uma “vacina diplomática” contra possíveis interferências políticas dos Estados Unidos na disputa brasileira.

A relação entre Lula e Trump alternou momentos de tensão e aproximação desde a volta do republicano à Casa Branca, marcada pelo tarifaço dos EUA e por críticas norte-americanas ao Judiciário brasileiro no contexto do julgamento de Jair Bolsonaro (PL). Agora, o governo brasileiro tenta reduzir desgastes, inclusive em torno da investigação comercial aberta pelos EUA com base na Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana.

Depois do tarifaço, Lula viu sua avaliação subir, e o mote “O Brasil é dos brasileiros” é considerado até hoje pela Secom (Secretaria de Comunicação) como um dos mais fortes da gestão.

Para o Palácio do Planalto, o pior já passou. A relação entre os 2 melhorou desde o encontro na Malásia.

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Lula usando um boné com o mote “O Brasil é dos brasileiros”, adotado durante o tarifaço em 2025

Agora, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro tentam transformar temas estratégicos da agenda bilateral— como minerais críticos e combate ao crime organizado— em instrumentos de aproximação política com a Casa Branca.

O governo vê com atenção a movimentação do senador Flávio Bolsonaro (PL) junto a setores conservadores dos Estados Unidos. A participação do congressista na CPAC e discursos sobre minerais críticos, por exemplo, são vistos como tentativa da direita brasileira de se posicionar como parceira preferencial de Washington no Brasil.

A avaliação dentro do governo é que a eleição de 2026 deve aprofundar diferenças sobre o posicionamento internacional do Brasil. De um lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende uma política externa de equilíbrio entre Estados Unidos, China e Europa. De outro, o Planalto enxerga na oposição uma tentativa de alinhar o país mais diretamente à estratégia americana de contenção chinesa.

O tema ganhou peso especialmente após acordos firmados entre governos estaduais e autoridades norte-americanas sobre minerais críticos e terras-raras. O memorando assinado entre Goiás e os EUA provocou desconforto no Planalto, que afirma não ter sido consultado previamente. Auxiliares presidenciais chegaram a levantar dúvidas sobre a constitucionalidade de cláusulas envolvendo compartilhamento de dados geológicos.

A área internacional do governo também avalia que minerais críticos tendem a ocupar espaço crescente na campanha presidencial.

Nesse contexto, Lula decidiu acelerar a criação de um conselho nacional ligado à Presidência para formular uma política brasileira para o setor. A ideia é evitar que a discussão fique concentrada em iniciativas estaduais ou em negociações isoladas com potências estrangeiras.

Outro eixo sensível da relação bilateral envolve segurança pública. O combate ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e ao CV (Comando Vermelho) virou uma das principais pautas da reunião desta 5ª feira. Segundo o Planalto, o próprio Brasil levou o tema à mesa de negociação com os EUA ainda em 2025, numa tentativa de estruturar cooperação formal antes de uma eventual ação unilateral de Washington.

A pressão de aliados republicanos para enquadrar facções brasileiras como organizações terroristas poderia gerar impactos financeiros e diplomáticos relevantes para o Brasil.

O tema também passou a aparecer no discurso de aliados de Bolsonaro no exterior. Durante agendas com conservadores americanos, Flávio Bolsonaro defendeu maior monitoramento internacional das eleições brasileiras e citou PCC e CV em debates sobre segurança hemisférica.

Auxiliares de Lula avaliam que parte da direita brasileira tenta usar a agenda de segurança e minerais críticos para construir pontes políticas com a Casa Branca antes da eleição presidencial.

Apesar disso, afirmam acreditar que a relação direta entre Lula e Trump pode reduzir riscos de interferência explícita dos EUA na disputa eleitoral brasileira.

Mesmo assim, o Planalto segue monitorando sinais externos. Diplomatas brasileiros passaram a tratar eleições internacionais recentes, a exemplo da Hungria, como testes sobre a capacidade de influência americana em disputas nacionais.

A escalada de tensão entre Estados Unidos e Venezuela já era vista como um indicativo de que o cenário internacional poderia impactar o ambiente político brasileiro em 2026.

O encontro entre Lula e Trump havia sido planejado inicialmente para março, mas foi adiado após a escalada do conflito envolvendo o Irã, tema que pode ser tratado na reunião, embora não conste da pauta oficial. Desde então, as relações entre Brasil e EUA passaram por novos atritos políticos e comerciais, com Lula elevando o tom contra Trump.

Eis os principais temas da reunião:

  • combate ao crime organizado;
  • tarifas e comércio bilateral;
  • investigação comercial da Seção 301;
  • minerais críticos e terras-raras;
  • cooperação em segurança;
  • relações econômicas entre Brasil e EUA;
  • possível discussão sobre o conflito no Irã.

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Autor Poder360 ·


O deputado estadual Delegado Eduardo Prado (PL) apresentou na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) duas novas propostas de concessão do Título de Cidadão Goiano. Os projetos de lei, protocolados com os números 7745/26 e 7746/26, visam homenagear o empresário Jorge Antônio Silva Parga e o advogado Julio Cesar Meirelles Mendonça Ribeiro, respectivamente. Ambas as matérias seguem agora para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), para designação de relatoria parlamentar.

O primeiro homenageado, Jorge Antônio Silva Parga, é natural de São Luís (MA) e reside em Goiás desde 1987. Administrador de formação, ele consolidou sua trajetória no setor comercial e como empreendedor, contribuindo diretamente para a economia local e a geração de empregos. Além da atuação empresarial, Parga é figura conhecida no meio esportivo, atuando como conselheiro do Goiás Esporte Clube desde 2012, o que reforça seu vínculo de quase quatro décadas com a sociedade goiana.

O segundo projeto foca no reconhecimento da carreira jurídica de Julio Cesar Meirelles Mendonça Ribeiro. Natural de São Paulo, o advogado construiu uma trajetória de relevância em Goiás, com especialização em Direito Eleitoral e Administrativo. Julio Cesar possui um histórico de serviços prestados à OAB-GO, onde foi secretário-geral e conselheiro, além de ter atuado como auditor no Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol de Goiás (TJDGO).

Ao justificar as honrarias, Prado ressaltou que ambos os profissionais, embora nascidos em outros estados, escolheram Goiás para desenvolver suas vidas e carreiras, trazendo benefícios inestimáveis para a população. Enquanto Parga se destaca pelo fortalecimento do comércio e da cultura esportiva, Ribeiro é lembrado por sua consultoria jurídica a diversos municípios goianos e pelo aprimoramento das instituições de Direito, justificando o recebimento da mais alta distinção honorífica do estado.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Governo de Goiás intensificou a estruturação da rede pública de saúde no Sudoeste goiano, consolidando a região como referência em atendimentos de alta complexidade. A estratégia prioriza a descentralização dos serviços, reduzindo a necessidade de deslocamento até Goiânia e ampliando o acesso da população a procedimentos especializados em municípios do interior.

Com investimentos que somaram R$ 334,7 milhões em 2025, por meio dos Planos de Fortalecimento da Saúde, o Estado ampliou a capacidade de atendimento em diversas frentes. Os recursos foram direcionados à expansão de serviços como cirurgias, hemodiálise, transplantes e reabilitação, fortalecendo o modelo de regionalização da saúde.

Em Quirinópolis, a Policlínica Estadual superou a marca de 109 mil atendimentos ao longo do último ano, entre consultas, exames e terapias. A unidade também passou a oferecer diálise peritoneal, ampliando a assistência a pacientes renais e reduzindo a necessidade de transferências para outros centros.

No Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho, referência na região, foram registradas mais de 2,1 mil internações apenas nos primeiros meses do ano, além de 5,4 mil consultas, cerca de 93 mil exames e 1,6 mil cirurgias. A unidade também contabilizou 224 partos e aproximadamente 20 mil atendimentos de urgência. Para sustentar a ampliação dos serviços, o governo destinou mais de R$ 8,7 milhões em investimentos, aplicados na melhoria da estrutura, aquisição de insumos e expansão de especialidades médicas.

Já em Santa Helena de Goiás, o hospital estadual tem se destacado na captação de órgãos, com 16 procedimentos realizados neste ano. A unidade também acumula mais de 4,1 mil cirurgias e 11,4 mil atendimentos ambulatoriais, contribuindo para o fortalecimento da rede assistencial.

Macrorregião possui cerca de 694 mil habitantes

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a política de regionalização tem tornado o sistema mais integrado e resolutivo, ampliando o acesso da população a serviços de maior complexidade.

Foto: Divulgação

Com cerca de 694 mil habitantes, a Macrorregião Sudoeste passa a contar com uma estrutura mais robusta, consolidando o interior como eixo estratégico na saúde pública goiana.

Autor Flávio Veras


Primeiro prazo de pagamento venceu em 30 de abril sem repasses às empresas habilitadas

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) disse que ainda depende da formalização de um acordo de cooperação com a Receita Federal para liberar pagamentos do programa de subvenção ao diesel. O 1º prazo para ressarcimento às empresas habilitadas, referente às vendas realizadas em março, venceu em 30 de abril sem repasses. 

Segundo a agência, já está em andamento a elaboração de um Acordo de Cooperação entre a Receita Federal e a agência reguladora para que o pagamento seja viabilizado. 

O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo federal para tentar conter os impactos da alta internacional do petróleo após a escalada do conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos.

A medida determina o pagamento de R$ 1,52 por litro de diesel importado e R$ 1,12 por litro de diesel nacional a produtores e importadores que aceitarem vender o combustível abaixo de um preço-teto definido pela ANP.

A adesão ao programa, porém, foi limitada desde o lançamento. Petrobras, Refinaria de Mataripe e Vibra aderiram à política, enquanto distribuidoras como Ipiranga e Raízen permaneceram de fora. 

Na semana passada, a ANP aprovou mudanças na metodologia de cálculo do programa para ampliar a atratividade da subvenção entre produtores e importadores. A agência elevou em R$ 0,28 por litro o preço-teto do diesel importado no 5º período do programa, após reclamações de agentes do setor de que os valores anteriores inviabilizavam economicamente a adesão.

A revisão buscou adequar o mecanismo às oscilações recentes do mercado internacional de petróleo e derivados.

A mudança ocorreu durante a baixa adesão ao programa e às críticas de distribuidoras sobre o risco financeiro da política. Empresas do setor afirmam que o intervalo entre a venda do combustível e o ressarcimento do governo pressiona o fluxo de caixa, especialmente diante da volatilidade dos preços internacionais. 

Também há dúvidas sobre a capacidade de garantir o repasse dos descontos ao consumidor final, já que as distribuidoras alegam não controlar integralmente as margens praticadas pelos postos revendedores.



Autor Poder360 ·