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Segundo a Casa Branca, o presidente dos EUA deve “fornecer uma importante atualização” a respeito do conflito no Oriente Médio
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), faz um pronunciamento oficial na TV nesta 4ª feira (1º.abr.2026) sobre a guerra no Irã. O Poder360 transmite o discurso do republicano a partir das 22h (horário de Brasília).
Em publicação no X, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que Trump fará o pronunciamento à nação “para fornecer uma importante atualização sobre o Irã”.
Na 2ª feira (30.mar), uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, com base em fontes do governo norte-americano, afirmou que Trump disse a assessores que está disposto a encerrar o conflito mesmo sem garantir a reabertura do estreito de Ormuz.
Segundo o veículo, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação militar para reabrir totalmente a passagem marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de 6 semanas prometido pelo presidente. Agora, a estratégia discutida é concentrar ataques para enfraquecer a Marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país.
A China e o Paquistão apresentaram na 3ª feira (31.mar) uma nova iniciativa para pôr fim à guerra. Trump, no entanto, ainda não comentou a proposta.
Eis os principais pontos do acordo, segundo o Axios:
- cessar-fogo – pede a suspensão imediata das hostilidades, com permissão para ajuda humanitária em todas as áreas afetadas;
- negociações de paz – pede o início das conversas o “mais breve possível”, com o comprometimento de que as partes se absterão do uso da força durante as negociações;
- estreito de Ormuz – as partes permitirão a passagem segura de navios civis e comerciais pelo canal.
Ainda na 3ª feira (31.mar), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que as Forças Armadas estão preparadas para intensificar os ataques no Oriente Médio caso o Irã não cumpra as exigências. “Temos cada vez mais opções. Eles têm menos” declarou. “Em apenas 1 mês definimos os termos, os próximos dias serão decisivos”, disse o secretário.
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Agora governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB) tomou posse do cargo máximo da política goiana na tarde desta terça-feira, 31. Em sessão solene realizada no Plenário Iris Rezende Machado, do Palácio Maguito Vilela, o emedebista substituiu definitivamente o então governador Ronaldo Caiado (PSD), que se afastou da gestão para disputar a Presidência da República nas eleições deste ano.
A cerimônia, conduzida pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB), foi carregada de simbolismo. A começar pelo fato de que Daniel foi empossado no prédio que leva o nome de seu pai, o ex-governador Maguito Vilela. Em paralelo, o plenário que sediou a posse tem o nome de outro líder emedebista que ocupou a mesma cadeira, Iris Rezende Machado. Ambos faleceram em 2021.
Depois da execução dos ritos formais que a solenidade exige, Daniel pôde, então, com o braço direito estendido, prestar o seguinte juramento: “Prometo manter, defender e cumprir a Constituição da República e a do Estado, observar as leis, promover o bem geral e sustentar a integridade de Goiás”.
Goiás no trilho
As primeiras palavras de Daniel como governador foram para reiterar seu compromisso de seguir o caminho trilhado por Caiado. Em um discurso de 25 minutos, Daniel se emocionou com a conquista e disse se sentir “honrado” em assumir essa missão.
Depois de tecer elogios à gestão estadual e elencar os avanços alcançados ao longo dos últimos sete anos, Vilela considerou que Goiás deixou seus problemas para trás e se tornou “exemplo para o Brasil”.
“Meu amigo, meu parceiro, minha dupla, receba os meus cumprimentos. E receba também a minha sincera e eterna gratidão. Obrigado pela confiança, obrigado pela parceria. O senhor fez história”, disse Daniel, direcionado ao ex-governador.
Daniel reiterou que Goiás carregou, por anos, a marca “das dívidas e da corrupção”. Mas isso se transformou, segundo ele, a partir do momento em que Ronaldo Caiado assumiu o poder.
“Se o passado era o descaso, o presente é a saúde regionalizada, a educação em primeiro lugar, o equilíbrio fiscal e as contas em dia. É o exemplo em pesquisa em inteligência artificial, o primeiro lugar em transparência, o avanço em obras estruturantes. É o Estado mais seguro do Brasil”, avaliou o novo chefe do Executivo.
Ao encerrar seu discurso, o novo governador desejou sorte a Caiado em seu projeto nacional. “O Brasil precisa de homens públicos com a sua coragem. O que o Brasil quer é ser o que Goiás já é”, considerou.
Daniel Vilela também aproveitou a oportunidade para estender seus cumprimentos e agradecimentos à sua família. “Não poderia deixar de agradecer ao meu saudoso pai, um exemplo de homem público e que me faz, todos os dias, reafirmar o meu compromisso de honrar a confiança do povo goiano com trabalho e honestidade.” Em outro trecho, ele agradeceu, individualmente, sua esposa, seus filhos e sua mãe, que acompanharam a cerimônia nesta tarde.
O desafio continua
Instantes depois de transferir o cargo, Caiado também fez um discurso carregado de emoção. Na tribuna, que ocupou por 10 minutos a mais que Daniel, ele destacou a trajetória política construída ao longo de décadas e reafirmou seu compromisso com o Estado e com o país.
Em um dos momentos mais enfáticos do pronunciamento, o ex-governador destacou o índice de aprovação ao final de seu mandato. “Eu não desonrei o voto dos goianos, encerro o meu mandato com aprovação de 88% da população”, afirmou, associando o resultado à condução das políticas públicas e à proximidade do Governo com a população.
Ronaldo Caiado também defendeu a moderação no cenário político nacional e criticou a polarização. “O Brasil não é um país de radicalização. Nós temos que voltar a viver em paz”, disse ao defender a importância do diálogo e do respeito democrático.
Depois, o ex-chefe do Executivo reafirmou seu compromisso com Goiás e indicou novos desafios em âmbito nacional, mencionando a sua decisão de disputar a Presidência da República. “Eu não vou decepcionar meus irmãos goianos”, garantiu antes de destacar sua intenção de levar ao Brasil a experiência administrativa construída em Goiás.
Em tom de tranquilidade, Caiado falou, por fim, da escolha de seu sucessor. “Escolhi o meu vice-governador para continuar o trabalho”. Em um segundo momento, ele enfatizou a experiência política do novo governador e sua participação ativa na gestão estadual. “Tenho certeza que ele assinará esse mesmo documento [termo de posse] em 2027”, frisou, imbuído da certeza de que Daniel sairá vitorioso em seu projeto político de 2026.
Gratidão pela confiança
Após o discurso do ex-governador, Bruno Peixoto aproveitou para externar sua gratidão. O legislador ressaltou que exerceu a função de líder do Governo por quatro anos e que nunca titubeou na missão por acreditar verdadeiramente na gestão.
Peixoto também lembrou que, durante a liderança, visitou o governador em um período em que esteve internado em São Paulo. “Foi ali que ele me disse: ‘Você é meu candidato à presidência [do Legislativo]’. Hoje me perguntam o porquê dessa lealdade, dessa gratidão e desse companheirismo. E eu respondo: ‘Temos que ter gratidão na vida’. E isso eu tenho por ele e por Gracinha”.
Direcionando, em seguida, a palavra ao casal, Bruno disparou: “Digo a vocês que se exerço a função de presidente desta Casa é porque foram corretos comigo. Eu não poderia, jamais, dizer ‘não’ a um pedido de vocês”. O presidente do Legislativo garantiu que seguirá trabalhando intensamente pela trajetória política de Ronaldo Caiado e de Gracinha, ambos pré-candidatos, respectivamente, à Presidência e ao Senado.
O chefe do Legislativo também agradeceu aos presentes e salientou os resultados da gestão estadual, mencionando que sua administração alcançou o primeiro lugar em segurança pública no país, avanços na educação e a liderança no ranking do Índice Nacional de Educação Básica (Ideb), descentralização da saúde, equilíbrio financeiro e recursos em caixa.
Composição da mesa
A mesa dos trabalhos da sessão solene foi composta pelo mais novo governador de Goiás, Daniel Vilela, e sua esposa, agora primeira-dama, Iara Netto Vilela; pelo presidente da Alego, Bruno Peixoto, e sua esposa, Luciene Gontijo; e pelo ex-governador Ronaldo Caiado e sua ex-primeira-dama Gracinha Caiado.
Igualmente, tomaram assento o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), desembargador Leandro Crispim, e sua esposa, Luciene Camargo; o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB); a vice-prefeita de Goiânia, Coronel Claudia (Avante); o senador da República por Goiás Vanderlan Cardoso (PSD) e a deputada federal por Goiás Flávia Morais (PDT).
Ainda ocuparam seus lugares de honra o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, desembargador federal Eugênio José Cesário Rosa; o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Luiz Cláudio Veiga Braga; o procurador-geral de Justiça, Cyro Terra; o defensor público-geral em exercício, Allan Montoni Joos; e o vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO), conselheiro Sebastião Tejota.
Também compuseram a mesa o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, conselheiro Joaquim Alves de Castro Neto; o presidente da Associação Goiana de Municípios e prefeito de Hidrolândia, José Délio Alves Júnior (União); e o presidente da Federação Goiana dos Municípios e prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar (União).
Estiveram presentes, ainda, os familiares de Ronaldo Caiado — as filhas Ana Vitória Caiado, Marcela Caiado e Maria Caiado, além do genro Alexandre Hsiung — e de Daniel Vilela — a irmã Vanessa, o irmão Miguel Vilela, os filhos Maria Laura Netto da Costa Vilela e Frederico Netto da Costa Vilela, a mãe Sandra Regina Carvalho Vilela e seu esposo Tayrone de Melo —, além de outras autoridades.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Com a renúncia de Ronaldo Caiado (PSD) para disputar a Presidência da República, o vice-governador Daniel Vilela (MDB) assumiu, na tarde desta terça-feira (31/3), o comando do Governo de Goiás. A posse foi realizada em sessão solene na Assembleia Legislativa, no plenário Iris Rezende, com a presença da esposa, Iara Netto Vilela.
A cerimônia teve início com a recepção das autoridades na Esplanada do Palácio Maguito Vilela, conduzida pelo presidente da Assembleia, deputado Bruno Peixoto (UB). Em seguida, já no plenário, Daniel Vilela prestou juramento e foi oficialmente empossado no cargo de governador.
Na sequência, foram formadas as comissões de deputados responsáveis por conduzir à mesa dos trabalhos as autoridades. Daniel Vilela foi acompanhado por Amilton Filho (MDB), Bia de Lima (PT) e Anderson Teodoro (Avante).
Com a mesa formada, o Hino Nacional Brasileiro foi executado pelo Corpo Musical do Corpo de Bombeiros Militar, sob regência do maestro Major Rodrigues. Após uma apresentação de dança clássica, Ronaldo Caiado discursou e destacou a escolha de Daniel Vilela como sucessor.
“Escolhi o meu vice-governador para continuar o trabalho em Goiás”, afirmou.
Caiado ressaltou ainda a trajetória política do novo governador, lembrando sua passagem pela Câmara de Vereadores, Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, além da disputa eleitoral de 2018.
“E também me enfrentou em 2018. E por isso que eu o busquei”, disse.
O agora ex-governador enfatizou que Daniel Vilela acompanhou de perto a gestão e tem conhecimento da estrutura administrativa do Estado, o que, segundo ele, o credencia a dar continuidade ao trabalho.
“Conhece toda a parte orçamentária, municipal, estadual e sabe a realidade por ter vindo de uma origem política que, sem dúvida nenhuma, tem um patrimônio a que ele também a responsabilidade de honrar o nome de seu pai, de sua família”, declarou.
“Tem mais do que nunca a responsabilidade de poder dar continuidade a um governo que saberá, como sempre, debater, combater a corrupção e a criminalidade, mas apoiar as pessoas de bem do nosso estado de Goiás”, completou.
Ainda nesta terça-feira, Ronaldo Caiado deve transmitir oficialmente o cargo, com a passagem da faixa governamental no Palácio das Esmeraldas.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Famílias palestinas se reúnem em Al-Bireh contra medida que autoriza a execução de palestinos condenados e classificados como “terroristas”
Familiares de presos palestinos realizaram um protesto nesta 3ª feira (31.mar.2026) na cidade de Al-Bireh, na Cisjordânia, contra a aprovação de uma lei pelo Knesset (Parlamento de Israel) que autoriza a execução de palestinos classificados como “terroristas” e julgados por tribunais militares israelenses.
O ato foi realizado em frente à sede do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Cartazes exibidos no protesto mostravam ilustrações de prisioneiros com o tradicional lenço keffiyeh ao lado de cordas de enforcamento, com a mensagem: “Parem a lei de execução de prisioneiros antes que seja tarde demais”.
A lei, aprovada na 2ª feira (30.mar), prevê a execução por enforcamento de condenados em tribunais militares. Palestinos que vivem na Cisjordânia são julgados nesse tipo de corte e, com a nova regra, passam a enfrentar pena de morte obrigatória, decidida por maioria simples, com possibilidades limitadas de recurso.
Assista ao vídeo (1min15s):
Durante o protesto, lideranças palestinas classificaram a medida como extrema e perigosa. O ativista palestino para questões de prisioneiros Qaddura Fares afirmou que a legislação “reflete um desejo de vingança” e não trará mais segurança a Israel. “Esta é uma expressão do estado de fraqueza que Israel está atravessando, não uma expressão de força ou bem-estar”, declarou.
Já o presidente da Ordem dos Advogados da Palestina, Fadi Abbas, disse que a lei é “sem precedentes em seu extremismo e racismo” e acusou o governo israelense de tentar intimidar a população palestina e “apagar sua identidade”.
Ex-prisioneiros também participaram do ato. Rabah Jaber comparou a nova legislação a medidas adotadas durante o período do Mandato Britânico, especialmente na época da Grande Revolta Árabe na Palestina.
A norma foi criticada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que a classificou como um crime de guerra e uma “violação flagrante” da 4ª Convenção de Genebra. Em Israel, a Associação para os Direitos Civis em Israel informou ter acionado a Suprema Corte para tentar suspender a implementação da lei.
Ao ser confirmado como pré-candidato do PSD na tarde desta segunda-feira (30/3), em São Paulo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que, caso seja eleito, vai conceder anistia geral, ampla e irrestrita aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 já no primeiro dia de governo. Na mesma fala, ele se colocou como um nome capaz de enfrentar a polarização política.
“Esta eleição tem característica diferente: o desafio não é ganhar a eleição do PT apenas; isso é fácil. O difícil é governar para que o PT não seja mais opção no país. Ele não é opção mais em Goiás, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul”, discursou.
Para Caiado, a principal questão é saber se o próximo presidente, caso não seja do PT, “vai saber governar ou vai aprender a governar na cadeira”. Ele disse que pretende participar dos debates, “porque é no debate que o eleitor vai ter capacidade para decidir”.
“Cabe a mim, como candidato do PSD, romper esse processo de polarização”, afirmou ao responder à primeira pergunta de jornalistas, quando foi questionado sobre eventual apoio a Flávio Bolsonaro em um segundo turno e sobre o que o diferenciaria dentro da direita.
Sobre o processo de escolha interna no PSD, Caiado disse que ainda não falou com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, por falta de tempo, mas afirmou que ligará para o correligionário, “até porque isso foi fruto de um entendimento nosso”. Ele também elogiou o partido por não ter adotado neutralidade na disputa presidencial e por lançar um nome na corrida, reforçando que, segundo Kassab, a candidatura é para valer.
Caiado acrescentou que, superada a etapa interna da legenda, agora terá de percorrer o país, enquanto Kassab trabalha na articulação de apoios e possíveis coligações.
‘No primeiro dia de mandato, assino a anistia’
Ainda durante o discurso em que apresentou avanços das políticas implantadas em Goiás ao longo de seus dois mandatos, Caiado reiterou que, se for eleito presidente, seu primeiro ato será conceder anistia ampla, geral e irrestrita aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
“No primeiro dia do mandato, eu assino, acabou, vamos pra frente. Eu quero é eficiência”, frisou, ao defender que o país não pode permanecer refém de disputas que, segundo ele, só interessam aos dois lados beneficiados pela polarização.
Caiado também declarou que, se chegar ao Planalto, governará com os governadores, respeitando as prerrogativas de cada ente federativo, conforme determina a Constituição.
Sobre Flávio Bolsonaro, ‘falta experiência’
O pré-candidato também destacou sua trajetória política e administrativa. Ele lembrou que conhece todos os estados do Brasil e citou que disputou a Presidência da República em 1989.
Questionado se considera Flávio Bolsonaro jovem demais para governar o país, Caiado respondeu que o outro candidato “não teve essa experiência, não acumulou, não teve essa vivência de como tratar com o Congresso, com o Supremo, com os outros governadores”.
“E não se governa por decreto, mas dialogando”, afirmou, ao dizer que a complexidade da realidade brasileira exige experiência de quem pretende ocupar o cargo mais importante do país.
Ele ainda foi indagado sobre uma eventual declaração de inconstitucionalidade, pelo Supremo Tribunal Federal, de um indulto para beneficiar os condenados pelo 8 de janeiro. Caiado respondeu que, como a proposta foi incluída em seu programa de governo, sua eventual eleição daria caráter plebiscitário à medida, com a aprovação do povo nas urnas, o que, segundo ele, a tornaria constitucional.
“Estou dizendo que ao chegar no dia primeiro, eu vou assinar anistia ampla, geral e irrestrita. Isso está decidido”, reforçou.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Composto sobe 70% em 2026 e atinge US$ 684 por tonelada; com a guerra no Oriente, Médio, restrições no estreito de Ormuz afetam 1/3 dos embarques mundiais do produto
Os contratos futuros de ureia alcançaram US$ 684 por tonelada, valor que representa o maior patamar desde outubro de 2022. O composto acumula valorização superior a 70% em 2026.
A escalada nos preços ocorre em razão do conflito no Oriente Médio, que afeta os mercados globais de fertilizantes com as restrições no estreito de Ormuz definidas pelo Irã. A passagem é responsável por cerca de ⅓ dos embarques mundiais de fertilizantes.
Outro motivo para o aumento nos preços da ureia é a elevação dos custos do gás natural —insumo fundamental para a produção do fertilizante.
Segundo a Trading Economics, os países integrantes do Conselho de Cooperação do Golfo respondem por aproximadamente ¼ das exportações mundiais de ureia. O grupo inclui Arábia Saudita, Catar e Omã. A situação na região intensifica as preocupações sobre o abastecimento global do fertilizante.
A produção de ureia na Índia sofreu impactos por causa de paradas de plantas industriais. Bangladesh também registrou interrupções devido à manutenção programada. As paradas vem em um contexto de suprimentos limitados de gás natural liquefeito (GNL).
Os contratos futuros de ureia alcançaram o maior patamar desde outubro de 2022
Comitê Central de Compliance faz reunião de avaliação das pastas Administrativa, de Controle Interno e da Escola do Legislativo
Lidiane 31 de março de 2026
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) deu o pontapé inicial em seu calendário de governança corporativa na tarde desta segunda-feira, 30. O Comitê Central de Compliance (CCC) realizou sua primeira reunião do ano na sala da sua assessoria técnica, com foco na estruturação da gestão de riscos dentro do Parlamento goiano. O encontro reuniu membros do comitê e gestores da Casa de Leis para avaliar a conformidade de processos internos e fortalecer os pilares de ética e conduta na Alego, concentrando esforços iniciais na Diretoria Administrativa, na Secretaria de Controle Interno e na Escola do Legislativo.
De acordo com o presidente do comitê, Danúbio Cardoso, que é diretor da Supervisão de Projetos Institucionais da Casa, o objetivo é elevar o padrão de integridade da Assembleia Legislativa a níveis de excelência reconhecidos nacionalmente. Ele explica que o comitê de compliance foi instalado na Assembleia para verificar a conformidade das políticas públicas e implementar elementos fundamentais como ética e código de conduta. Cardoso ressaltou que a iniciativa atende a uma diretriz direta da Presidência da Casa, afirmando que, a pedido do presidente Bruno Peixoto, o objetivo é alcançar em política de conformidade o mesmo prestígio do Selo Diamante de Transparência já obtido pelo órgão. O presidente do CCC destacou, ainda, que foram finalizadas as análises da Diretoria Administrativa, da Secretaria de Controle Interno e da Escola do Legislativo como pontos fundamentais de ética e da boa administração.
A natureza técnica do trabalho foi detalhada por Kelly Morgana Afiune, da Assessoria Técnica de Compliance, que classificou a gestão de riscos como um mecanismo vivo de proteção à administração pública. Segundo Afiune, o programa de compliance vem para otimizar os serviços oferecidos à população pela Alego, baseando-se em quatro eixos: ética, transparência, responsabilização e gestão de riscos. Ela pontuou que o processo envolve levantamento, identificação, análise, avaliação e tratamento de riscos, gerando ações de controle que resultam em um serviço público mais eficiente. “A gestão de risco tem data de começo, mas ela é cíclica, ela não termina. Você levanta um risco, identifica, consegue mitigar ou evitar, mas logo percebe que existe um outro risco na unidade. É um processo contínuo”, afirmou a assessora.
Além do presidente do colegiado, Danúbio Cardoso, e de Kelly Morgana Afiune, estiveram presentes os integrantes Tasso Honorato Reis Júnior (Diretoria-Geral), Diego Mendes (Tecnologia da Informação), Célio Campos de Freitas Junior (Diretoria de Comunicação), Juliane Elias de Rezende Marques (Secretaria de Controle Interno) e Andreya da Silva Matos Moura (Procuradoria-Geral). Também participaram os chamados “proprietários de riscos”, gestores responsáveis pelas áreas sob análise, Daniel Antônio da Silva, da Diretoria Administrativa, Juliane Elias de Rezende Marques, da Secretaria de Controle Interno, e Jhenyffer Martins Ribeiro, da Escola do Legislativo.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A Justiça de Goiás manteve uma decisão liminar que determinou a retirada de publicações consideradas ofensivas contra o prefeito de Guapó, Frank Estevan, divulgadas pelo perfil @teoinforma nas redes sociais. A medida foi analisada no âmbito do Agravo de Instrumento nº 5089413-89.2026.8.09.0069 e confirmou determinação anterior da primeira instância no processo nº 5003618-18.2026.8.09.0069.
A ação foi ajuizada pelo prefeito contra o jornalista Antônio Joaquim Teodoro. Na decisão inicial, o magistrado entendeu que, em análise preliminar, algumas publicações poderiam ter ultrapassado os limites da crítica política, com possíveis ofensas pessoais e imputações sem suporte fático suficiente. Por isso, determinou a retirada dos conteúdos indicados no processo e proibiu novas publicações com teor ofensivo ou que atribuam crimes ou irregularidades sem base comprovada.
A decisão também estabeleceu prazo de 24 horas para a remoção das postagens e fixou multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento, limitada a R$ 30 mil. Segundo o entendimento apresentado na decisão, a medida busca preservar direitos da personalidade, como honra e imagem, enquanto o processo segue em tramitação.
Ao recorrer ao Tribunal de Justiça de Goiás, o jornalista argumentou que a medida configuraria censura prévia e restrição à liberdade de imprensa. No entanto, ao analisar o recurso, o desembargador Sebastião Luiz Fleury manteve integralmente a liminar.
Liberdade de expressão não autoriza a divulgação de acusações sem base probatória
Na decisão monocrática, o relator destacou que a medida não impede a atividade jornalística de forma geral, mas se refere especificamente às publicações apontadas no processo. O magistrado ressaltou que agentes públicos estão sujeitos a críticas, mas que a liberdade de expressão não autoriza a divulgação de acusações sem base probatória ou o uso de expressões consideradas ofensivas.
Outro ponto mencionado na decisão foi o alcance do perfil investigado. Conforme consta nos autos, a página possui cerca de 20,8 mil seguidores nas redes sociais, número superior à população do município de Guapó, o que, segundo o relator, pode ampliar o impacto das publicações.
O Tribunal também ressaltou que a decisão possui caráter provisório, típica de medidas liminares. O mérito da ação ainda será analisado ao longo do processo, quando as partes poderão apresentar provas e argumentos antes de eventual decisão definitiva.
Levantamento da RealTime BigData mostra que petista tem 59% das intenções de voto nos 2 cenários testados; Flávio Bolsonaro tem de 22% a 23%
Levantamento da RealTime BigData divulgado nesta 2ª feira (30.mar.2026) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em simulações de 1º turno para a eleição presidencial no Ceará.
A Real Time Big Data testou 2 cenários diferentes de disputa eleitoral. Em ambos, o petista marca 59% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro registrou 23% no 1º cenário e 22% no 2º.

A pesquisa incluiu o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que foi anunciado oficialmente como pré-candidato à Presidência pelo PSD nesta 2ª feira (30.mar). O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), aparece na pesquisa, pois era cotado para concorrer pelo partido. Contudo, depois do anúncio do PSD desta 2ª feira, não deve concorrer.
A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores cearenses de 27 a 28 de marços de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06276/2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 64.000 e foi pago com recursos próprios.
REJEIÇÃO
O estudo também perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam. Flávio Bolsonaro lidera o ranking, com 58% de rejeição. O atual presidente aparece na sequência, com 37%.

APROVAÇÃO DE LULA
O trabalho do presidente Lula é aprovado por 64% dos eleitores cearenses e desaprovado por 34%.

AGREGADOR DE PESQUISAS
O Poder360 oferece aos assinantes do Drive o Agregador de Pesquisas, o mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].
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Encontro de lideranças femininas no Parlamento goiano encerra a programação cultural voltada ao mês da mulher
Lidiane 30 de março de 2026
A Assessoria Adjunta de Atividades Culturais realizou, na manhã desta segunda-feira, 30, o encontro “Elas em movimento: vozes que ocupam”, em celebração ao encerramento do mês de março. O evento teve local no saguão principal do Palácio Maguito Vilela e contou com a presença de lideranças femininas. A abertura foi agraciada com a apresentação musical da banda de forró Caju com Sal.
A chefe da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais, Emiliana Pereira, celebrou a inciativa e pontuou que o intuito era encerrar as atividades do mês da mulher, reunindo lideranças dos movimentos sociais, e conscientizar sobre crimes contra esse público. “Estamos aqui, hoje, para se manifestar enquanto mulheres, pensando no movimento de segurança para nós, haja vista a escalada dos feminicídios. E estamos aqui, nesta Casa de Leis, entendo a importância do espaço abrindo as portas para um momento leve, com muita música e animação e, claro, muita conscientização”, frisou.
Segurança Pública
A subcomandante do Batalhão Maria da Penha da Polícia Militar de Goiás (PMGO), major Marcia Elizabeth, destacou os atendimentos realizados pela corporação, contemplado mulheres vítimas de violência e campanhas de conscientização voltada aos homens com histórico de agressão.
“Atendemos mais de 20 mil mulheres em Goiás e somos pioneiros em nível nacional. Todos os quatro batalhões do Estado são comandados por mulheres e é muito importante nossa participação neste evento, para mostrar às mulheres esse acolhimento fornecido e ressaltar que elas podem contar com a PM. Sabemos que existe em nossa sociedade um machismo estrutural, e devemos conscientizar sobre esse tema e o que não deve ser feito, além de ensinar o respeito às mulheres. Precisamos mostrar às mulheres que elas têm voz e vez. Estamos à frente do batalhão encorajando as mulheres, pois precisamos que elas denunciem, principalmente porque o feminicídio é o ponto final de um histórico de violência”, observou.
A jornalista Laurenice Noleto falou sobre a importância do movimento “Não é Não!” e apontou que a conscientização sobre assédio e violência é mais efetiva quando feita de forma divertida. “Esses movimentos são para comunicar com as pessoas, pois o formato de conversar com alegria faz com que a mensagem chegue melhor, mais efetiva. É melhor essa abordagem alegre a só chegar brigando e recriminando as pessoas. Nós dizemos ‘Não é Não!’, mas com alegria, rodando, brincando, pois achamos também que é um direito da mulher ser feliz.”
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás







