21 de março de 2026
  • 09:35 Veto integral à Campanha Fogo Zero espera votação pela CCJ
  • 05:51 Instituto aponta Márcio Corrêa com a melhor avaliação
  • 02:07 Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento no Brasil
  • 22:23 Benefícios para Buriti Alegre | Portal da Alego
  • 18:39 Polícia investiga venda ilegal de ingressos para o MotoGP


O Parlamento estadual recebeu o processo da Governadoria (nº 2533/26) que trata de veto total a iniciativa do deputado Lucas do Vale (MDB). A proposta prevê a inclusão da Campanha Fogo Zero no Calendário Cívico, Cultural e Turístico do Estado de Goiás.

A decisão do Poder Executivo foi fundamentada em manifestações técnicas de órgãos como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás e o Comitê Estadual de Gestão de Incêndios Florestais, que se posicionaram contrariamente à matéria.

A incompatibilidade do termo “Fogo Zero” com a Lei nº 14.944, de 31 de julho de 2024 – que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo – está entre os principais pontos levantados. A legislação federal não prevê a eliminação total do uso do fogo, mas sim o seu uso controlado, planejado e baseado em critérios técnicos e científicos. Segundo pareceres dos órgãos, a expressão adotada na campanha poderia induzir a interpretações equivocadas sobre as estratégias oficiais de prevenção e combate a incêndios.

A área técnica da Semad também destacou que o tema já é contemplado no ordenamento jurídico estadual, especialmente pelas leis nº 21.500/2022 e nº 21.552/2022, que tratam de ações e eventos voltados à conscientização ambiental e à prevenção de incêndios. Nesse sentido, a criação da campanha poderia gerar redundância normativa e ausência de inovação legislativa.

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás apontou, ainda, ressalvas quanto à adequação da nomenclatura proposta, por não refletir a abordagem contemporânea adotada no enfrentamento aos incêndios florestais. O entendimento foi reforçado pelo comitê estadual, que reiterou o desalinhamento da proposta com o marco normativo federal vigente.

De acordo com o Governo de Goiás, a instituição da campanha nos moldes propostos poderia, além de gerar confusão conceitual, fragmentar as ações de conscientização já existentes no Estado.

A matéria está com a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que designou o deputado Amauri Ribeiro (UB) como relator. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A gestão municipal de Anápolis passou a figurar entre as mais bem avaliadas do país, de acordo com levantamento nacional realizado pelo Instituto Veritá. O estudo posiciona o prefeito Márcio Corrêa entre os três gestores com melhor avaliação no Brasil, além de colocá-lo na primeira posição no estado de Goiás.

A pesquisa ouviu mais de 100 mil pessoas em grandes cidades brasileiras e considerou critérios como qualidade dos serviços públicos, percepção da população e desempenho das administrações municipais. O resultado reforça o cenário de aprovação já observado em levantamentos locais.

Dados anteriores apontam que a gestão em Anápolis mantém índices elevados de aprovação popular desde o início do mandato. Levantamento realizado em 2025 indicou que mais de 75% da população avaliava positivamente a administração municipal, com baixa taxa de rejeição. Em outra medição, o índice chegou a superar 80% de aprovação entre os moradores.

O desempenho é atribuído, em grande parte, ao conjunto de ações implementadas nos primeiros meses de gestão. Entre os destaques estão investimentos na área da saúde, com ampliação de atendimentos e funcionamento de unidades, além da abertura de novas vagas na educação infantil e melhorias na infraestrutura urbana, como retomada de obras e intervenções no trânsito.

Também fazem parte das iniciativas programas de habitação, regularização fundiária e ações de zeladoria urbana, com foco na melhoria da qualidade de vida da população. A diversificação das frentes de atuação tem contribuído para consolidar a percepção positiva da gestão em diferentes regiões da cidade.

Visibilidade nacional

Em avaliação institucional, o resultado da pesquisa nacional amplia a visibilidade de Anápolis no cenário administrativo brasileiro, indicando reconhecimento não apenas local, mas também em âmbito nacional.

O levantamento também reforça a tendência de fortalecimento político da atual gestão, ao mesmo tempo em que amplia a responsabilidade administrativa diante das expectativas da população. Nesse contexto, a manutenção dos índices de aprovação passa a depender da continuidade das entregas e da capacidade de resposta às demandas da cidade.

Autor Rogério Luiz Abreu


Entidades pedem providências imediatas e citam “elevada volatilidade externa” no mercado de petróleo

Seis entidades representativas do setor de combustíveis no Brasil (Fecombustíveis, Brasilcom, Abicom, Refina Brasil e Sincopetro) divulgaram uma nota conjunta nesta 6ª feira (20.mar.2026) com um alerta sobre a segurança energética do país. O grupo aponta que a combinação do conflito no Oriente Médio com a estrutura de custos interna pressiona o suprimento nacional.

As entidades destacam que, embora o governo federal tenha anunciado a isenção do PIS/Cofins sobre o diesel e uma subvenção (apoio financeiro) de R$ 0,32 por litro, esses efeitos não chegam de forma imediata ou integral ao consumidor final nos postos de revenda.

FORMAÇÃO DO PREÇO

O setor afirma que o combustível vendido ao consumidor (diesel B) é composto por 15% de biodiesel, cujo custo e mistura influenciam o valor final tanto quanto o diesel puro (diesel A). Além disso, o recente aumento de R$ 0,38 anunciado pela Petrobras para o diesel puro já neutraliza, na prática, o valor da subvenção governamental.

“Esses instrumentos naturalmente têm relevância para minimizar pressões de custo. Contudo, seus efeitos no preço final ao consumidor dependem da estrutura de formação do preço do diesel comercializado no país, bem como das condições de suprimento e tributação de toda a cadeira”, diz o documento.

REAJUSTE DA PETROBRAS

A nota ressalta que refinarias privadas e importadores, que garantem parte relevante do abastecimento, praticam preços alinhados ao mercado internacional. Como esses agentes não extraem petróleo no Brasil, são mais sensíveis às oscilações do barril causadas pelos conflitos. Atualmente, o diesel tem sido negociado em leilões acima do preço de referência das refinarias da Petrobras.

O setor pede a adoção de medidas com a “maior brevidade possível” para evitar o agravamento dos riscos de falta de produto. As entidades colocaram-se à disposição para um diálogo técnico que preserve o regular funcionamento do mercado diante da escalada de custos de reposição de estoques.

O agravamento da crise está ligado ao bloqueio do estreito de Ormuz, uma das rotas marinhas mais estratégicas do planeta. 20% do petróleo consumido mundialmente –20 milhões de barris de petróleo por dia– passa por ali.

O preço do petróleo disparou desde os primeiros ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã, chegando a bater US$ 112 por barril nesta 6ª feira (20.mar.2026).

Leia a nota na íntegra:

“As entidades representativas so setordecombustíveis, que assinam esta nota (Fecombustíveis, Sindicom, Brasilcom, Abicom, Refina Brasil e Sincopetro), acompanham com atenção os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus reflexos sobre o mercado internacional de petróleo e derivados. Em um cenário de elevada volatilidade externa, essas entidades consideram importante esclarecer, de forma objetiva, alguns elementos que influenciam a formação do preço do combustível no Brasil, especialmente do diesel, haja vista as recém-anunciadas medidas do Governo Federal e os notórios reajustes no suprimento pela Petrobras e pelo mercado internacional.

“O pacote anunciado pelo Governo Federal contempla, entre outras medidas, a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel e a concessão de subvenção econômica de R$ 0,32 por litro a produtores, distribuidores e importadores habilitados, cuja vigência ainda não se iniciou. Esses instrumentos naturalmente têm relevância para minimizar pressões de custo. Contudo, seus efeitos no preço final ao consumidor dependem da estrutura de formação do preço do diesel comercializado no país, bem como das condições de suprimento e tributação ao longo de toda cadeia.

“Neste particular, é importante observar que o combustível vendido nos postos é o diesel B, composto atualmente por 85% de diesel A e 15% de biodiesel. Assim, medidas incidentes sobre o diesel A não se transferem, de forma automática e integralmente, ao produto final comercializado ao consumidor (diesel B). A magnitude do efeito líquido depende, entre outros fatores, da proporção da mistura obrigatória, do custo do biodiesel, do ICMS, do frete, dos custos operacionais e da origem de aquisição do produto.

“Além disso, a Petrobras anunciou a majoração do preço do diesel A (puro) em R$ 0,38 por litro, com efeito a partir de 14 de março. Aplicado à proporção do diesel B, o aumento representaria, aproximadamente, R$ 0,32 por litro no produto adquirido nos postos de revenda pelos consumidores. Esse movimento se soma a outros componentes de custo observados no mercado. Por exemplo, nos leilões realizados pela Petrobras, o diesel A (puro) tem sido negociado entre R$ 1,80 e R$ 2,00 por litro, acima do preço de referência das refinarias da própria companhia. Neste setor, os estoques são, em geral, avaliados com base em preços correntes de mercado, o que pode influenciar os custos de reposição. As políticas de precificação, no entanto, são definidas individualmente por cada agente.

“Importante lembrar, ainda, que parte relevante do abastecimento nacional também vem de refinarias privadas e de importadores, os quais, diferentemente da Petrobras, não atuam na extração de petróleo no Brasil e praticam preços (de diesel A) sempre de acordo com as referências internacionais. As oscilações no valor do petróleo e dos derivados tendem, portanto, a se refletir em toda a cadeia, ainda que de forma não uniforme e como resultado não de um único fator, mas da combinação de diversas variáveis (e.g. econômicas, tributárias e logísticas).

“Diante desse cenário se faz necessária a adoção de providências, com a maior brevidade possível, de modo a evitar o agravamento dos riscos de desabastecimento nacional.

“Permanecemos à disposição para contribuir, de forma institucional e técnica, com o diálogo junto às autoridades e à sociedade sobre medidas que preservem o abastecimento nacional, a segurança energética e o regular funcionamento do mercado.

“Fecombustíveis – Abicom – Brasilcom – Sindicom – Refina Brasil e Sincopetro”.



Autor Poder360 ·


O município de Buriti Alegre acolheu a estrutura da 41ª edição do Deputados Aqui, nesta sexta-feira, 20, na Feira Coberta Zé Pretinho. É o evento que antecede o oficial, amanhã, em Goiatuba. 

Moradores chegaram cedo para atendimentos nas áreas oftalmológica e odontológica, além de cortes de cabelo e curso de automaquiagem. Durante a ação, também foram prestados serviços de castração de cães e gatos machos, para controle da população animal no município.

A moradora Letícia de Souza levou o cão Pipoca, da raça Shih Tzu, para realizar a esterilização. “Eu trouxe ele, porque a castração é importante para a qualidade de vida e saúde do pet. Aproveitei essa oportunidade, que era gratuita”, disse.

Já Divina Silva Luz, de 56 anos, compareceu ao local e fez o corte de cabelo. “Eu estou muito feliz, cortei o cabelo e aproveitei a festa”, relatou.

Foram contabilizados os seguintes atendimentos: 220 exames oftalmológicos, 40 consultas odontológicas, 110 castrações de animais, mais de 120 cortes de cabelo e 180 atendimentos no curso de automaquiagem.

Homenagens 

Durante a sessão solene, momento em que o Poder Legislativo reconhece personalidades locais que contribuem para o crescimento do município, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Bruno Peixoto (UB), falou sobre a realização do Programa Deputados Aqui. Segundo ele, “deputados e deputadas estão percorrendo municípios goianos para ouvir a população e transformar demandas em requerimentos, projetos de lei e destinação de emendas impositivas”.

O deputado Coronel Adailton (SD) também participou da solenidade. Ele mencionou a parceria com prefeitos e vereadores e afirmou que acompanha as ações do chefe do Legislativo nos municípios, para conhecer as demandas da população e encaminhá-las por meio de políticas públicas nas áreas de saúde, educação e segurança pública.

O prefeito de Buriti Alegre, Garibaldo Neto (PL), comentou sobre a realização do evento e avaliou a participação da população: “O exemplo disso é a praça lotada”. Ele também informou que o deputado Coronel Adailton destinou R$ 400 mil para custeio, em 2026, e que, no ano anterior, já havia encaminhado R$ 600 mil de emendas impositivas. O prefeito ainda mencionou apoio a ações voltadas ao turismo no Lago das Brisas e ao circuito de pesca realizado no município.

Também participou do evento o deputado Julio Pina (SD), que aproveitou o momento para anunciar uma emenda, no valor de R$ 200 mil, para a cidade. O ex-deputado estadual Hélio de Sousa (PSDB) também figurou entre os presentes.

Às 12h30, a equipe da Explosão de Sabores serviu almoço ao publico. 

Amanhã, será a vez de Goiatuba sediar a festa da cidadania, com mais serviços gratuitos a partir das 8 horas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Polícia Civil de Goiás deflagrou nesta sexta-feira (20/3) a Operação Pole Position para desarticular um esquema de cambismo ligado ao MotoGP Goiânia 2026. Um homem foi preso suspeito de desviar e revender ingressos oficiais de forma ilegal, cobrando valores até 300% acima do preço original. Em um dos casos apurados, um bilhete de R$ 500 era revendido por R$ 1,5 mil.

A investigação é conduzida pela 4ª Delegacia de Polícia de Goiânia e aponta que o grupo usava acesso privilegiado para obter entradas por meio de uma agência de viagens, que também passou a ser alvo das apurações. Ao todo, foram cumpridos um mandado de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão em Goiânia e Aparecida de Goiânia, com três pessoas físicas e duas empresas do ramo de turismo entre os investigados.

Segundo o delegado William Bretz, responsável pelo caso, a apuração começou após a Polícia Civil identificar anúncios dos ingressos na internet com preços considerados exorbitantes.

“A Polícia Civil de Goiás, ao tomar conhecimento, na sexta-feira passada, da prática de cambismo estruturado envolvendo o Grande Prêmio Internacional MotoGP, iniciou, de imediato, as buscas na rede mundial de computadores, onde foi possível constatar esse suspeito oferecendo e anunciando esses ingressos a todo o público, com esses valores exorbitantes”, explica.

De acordo com a investigação, pessoas jurídicas ligadas ao evento teriam repassado ingressos que deveriam integrar pacotes turísticos para o suspeito preso, que então os revendia por preço muito acima do estampado no bilhete. O delegado afirmou que a conduta se enquadra no crime de cambismo previsto na Lei Geral do Esporte e pode gerar pena mais grave quando há facilitação ou distribuição das entradas para revenda.

Nos endereços do suspeito e empresas investigadas, polícia apreendeu diversos objetos que serão analisados

“Cumpre destacar que vender ingresso para evento esportivo obtendo algum tipo de ágio caracteriza o crime de cambismo, previsto no artigo 166 da Lei Geral do Esporte e é o resultado de uma opção do legislador para trazer uma reprimenda mais gravosa para essa conduta”, disse o delegado.

“Então, diferente de outras práticas de cambismo relacionadas a eventos, neste caso, nós temos uma pena mais alta que pode chegar até seis anos, para quando ocorre a facilitação para o cambismo, a distribuição, como é o caso em comento”, acrescentou Bretz.

A operação ocorre em meio ao retorno da elite da motovelocidade ao Brasil após 20 anos, no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna. O evento deve mobilizar mais de 1,2 mil agentes de segurança e atrair cerca de 150 mil visitantes, com impacto econômico estimado em R$ 868 milhões para a região.

As autoridades reforçam que os ingressos legítimos são nominais, vinculados ao CPF e vendidos exclusivamente pela plataforma Eventim Brasil. A Polícia Civil também apurou a existência de uma lista com cerca de 180 nomes de possíveis compradores e investiga se todos os bilhetes chegaram a ser revendidos. A orientação é que o público adquira entradas apenas em canais oficiais, para evitar falsificações e não alimentar a prática criminosa.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Decisão determinou retirada de nome e foto de delegada que atuou num caso com possível conflito de interesses; antes, Polícia Federal já havia tentado quebrar o sigilo da fonte deste jornal digital

A Justiça da Bahia determinou em decisão liminar (provisória) que o Poder360 apague o nome e a imagem de uma delegada divulgados em reportagem deste jornal digital. A ordem foi cumprida, apesar de o ato representar restrição à liberdade de imprensa e censura ao trabalho jornalístico, em desconformidade com as garantias constitucionais. O Poder360 adotará as medidas judiciais cabíveis para reverter a decisão. 

O episódio se dá depois de uma série de iniciativas para constranger o Poder360 a alterar ou retirar do ar conteúdos jornalísticos sobre o caso. Antes da decisão da Justiça que atendeu ao pedido da delegada, houve uma notificação extrajudicial do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia e uma tentativa da Polícia Federal de obter dados que poderiam levar à quebra do sigilo da fonte, outra garantia constitucional que ficou ameaçada.

QUEBRA DE SIGILO

A PF requereu do Poder360 em 23 de dezembro de 2025 (íntegra do documento – PDF – 127 kB) dados que poderiam levar à identificação de uma fonte protegida por sigilo jornalístico –um dispositivo garantido pelo artigo 5º, inciso 14, da Constituição Federal. Nesse pedido, que não tinha validade legal, a PF dava um prazo de 15 dias para o Poder360 informar a data e o horário em que a Redação havia recebido os dados usados na reportagem OAB da Bahia analisa acusação contra advogados por fraude processual, publicada em 21 de agosto de 2025.

O delegado da PF Rony José Silva alegou, de forma equivocada, que seu requerimento não violaria o direito constitucional de proteção à fonte jornalística. O Poder360 contestou esse posicionamento em ofício assinado em nome deste jornal digital pelos seus advogados Pierpaolo Cruz Bottini, Igor Sant’Anna Tamasauskas e Beatriz Canotilho Logarezzi. Eis a íntegra da resposta do Poder360 (PDF – 9 MB).

A exigência do delegado Rony José Silva faz parte de um inquérito conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da PF na Bahia. No seu ofício, sem fundamento legal, o delegado faz um alerta de que o descumprimento do pedido poderia caracterizar crime de desobediência, cuja pena é de 15 dias a 6 meses de detenção, além de multa.

O Poder360 esclareceu, ao responder ao ofício da PF, que não forneceria detalhes sobre como obteve a informação. Explicou de forma didática que não seria possível revelar nenhum dado que pudesse permitir identificar sua fonte, direta ou indiretamente. Para este jornal digital, atender à exigência do delegado representaria afronta direta à garantia constitucional que protege o trabalho jornalístico e a liberdade de imprensa. A proteção se estende a quaisquer elementos que possam indicar quem forneceu as informações.

Revelar data e horário em que uma informação foi obtida pode permitir o cruzamento com dados externos –como imagens de câmeras de segurança, registros de acesso a edifícios ou histórico de mensagens– e, assim, levar à identificação de quem forneceu o material ao veículo jornalístico. Sem essa proteção no exercício do jornalismo profissional, fontes poderiam ser expostas a represálias e deixariam de colaborar com reportagens que revelam irregularidades ou possíveis abusos de autoridade.

REMOÇÃO DE CONTEÚDO

Depois da recusa do Poder360 ao pedido da PF sobre como havia sido obtida a informação veio o primeiro pedido para retirar as reportagens sobre o caso do ar. Em 6 de janeiro de 2026, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia enviou uma notificação extrajudicial ao Poder360 para derrubar a reportagem Delegada da Bahia investiga caso em que seu advogado é parte”, publicada por este jornal digital em 3 de dezembro de 2025. Eis a íntegra da notificação do sindicato dos delegados (PDF – 3 MB).

No documento, o sindicato afirma que a reportagem teria associado indevidamente a atuação de uma delegada da Polícia Civil da Bahia a um possível conflito de interesses sem respaldo em decisão administrativa ou judicial. 

O Poder360 discordou dessa interpretação. Reportagens jornalísticas podem relatar fatos de interesse público (desde que não sejam falsos, evidentemente) sem que exista ainda uma decisão administrativa ou judicial a respeito do ocorrido. Seria impraticável para o jornalismo profissional noticiar fatos só depois de terem sido validados por algum órgão oficial. O requerimento do sindicato revela interpretação equivocada sobre como funciona a liberdade de imprensa em sociedades democráticas.

A notícia relatada pelo Poder360 –e contestada pelo sindicato dos delegados– restringia-se a narrar os fatos: uma delegada da Bahia conduziu investigação de uma suspeita de violência doméstica apresentada pelo advogado Nestor Távora. Só que, no passado, Távora havia sido advogado de defesa dessa própria delegada (que entrou na Justiça para poder ser nomeada ao cargo que hoje ocupa). Esse contexto motivou questionamentos apresentados por uma das partes envolvidas. A reportagem narrava esses fatos. A ocorrência dessa conexão passada entre a delegada e o advogado, inclusive, não foi objeto de controvérsia.

Jamais o Poder360 afirmou categoricamente a existência de conflito de interesses. Apenas noticiou fatos e os questionamentos decorrentes, sem atribuir juízo conclusivo sobre eventual irregularidade. Este juízo final de fato não cabe a este jornal digital –ao Poder360 compete a divulgação de informações de interesse público relacionadas ao caso, como foi feito.

O sindicato dos delegados queria que o Poder360 retirasse do ar reportagens sobre o episódio e apagasse postagens em todas as plataformas digitais deste jornal digital. O Poder360 rejeitou o pedido em ofício enviado à entidade em 12 de fevereiro de 2026. Eis a íntegra da resposta deste jornal digital (PDF – 9 MB).

Na sequência, a pedido da delegada, foi aberto um processo no Juizado Especial Cível com o mesmo objetivo de retirar o conteúdo do ar. Nessa ação judicial, foi proferida decisão liminar (provisória) determinando ao Poder360 a remoção do nome e da foto da delegada de suas publicações. Por ser uma determinação judicial, este jornal digital cumpriu a ordem: apagou o nome e a foto da delegada na reportagem, mas manteve a notícia no ar. O Poder360 adotará as medidas judiciais cabíveis para reverter a decisão.

ENTENDA O CASO

A reportagem citada pela Polícia Federal, OAB da Bahia analisa acusação contra advogados por fraude processual, relata uma representação apresentada à Ordem dos Advogados do Brasil contra 3 advogados: Ana Patrícia Dantas Leão, Eugênio de Souza Kruschewsky e Michelle Santos Allan de Oliveira.

A representação foi apresentada no contexto do divórcio entre Lucas Queiroz Abud e Fabiana Durand Gordilho. Segundo o documento da defesa de Lucas, os 3 advogados manipularam elementos do processo e produziram provas fraudulentas. A defesa alega que houve fraude processual e tentativa de influenciar decisões judiciais. Os envolvidos negaram ter cometido irregularidades.

Outra reportagem do Poder360 sobre o episódio, Delegada da Bahia investiga caso em que seu advogado é parte, publicada em 3 de dezembro de 2025, relatou um possível conflito de interesses.

A reportagem mostrou que um dos advogados envolvidos no caso, Nestor Távora, já havia atuado anteriormente como advogado da própria delegada. A situação levantou questionamentos apresentados pela defesa de Abud, já que a delegada não se declarou suspeita para conduzir a apuração.



Autor Poder360 ·


O deputado Cristóvão Tormin (PRD) apresentou o processo nº 2603/26, com o objetivo de que seja concedido ao município de Orizona o título simbólico de “Capital do Leite”. A proposta reconhece a relevância da cidade para a produção leiteira e para o fortalecimento do agronegócio no Estado.

De acordo com o texto, o objetivo é valorizar a expressiva contribuição de Orizona para a economia goiana, especialmente no setor pecuário. O projeto também destaca o papel estratégico do município na cadeia produtiva do leite, que envolve desde pequenos produtores até grandes indústrias de laticínios.

Dados citados na justificativa, com base em levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que Goiás produziu cerca de 2,9 bilhões de litros de leite em 2024, com aproximadamente 1,4 milhão de vacas ordenhadas, consolidando-se como o quinto maior produtor nacional. Nesse cenário, Orizona lidera o ranking estadual, com cerca de 39,5 mil vacas ordenhadas e uma produção anual estimada em 124,5 milhões de litros.

“O município supera importantes polos produtores, como Piracanjuba, Bela Vista de Goiás, Rio Verde e Jataí, reforçando sua posição de destaque no setor”, afirma Tormin.

O deputado também ressalta que a cadeia leiteira tem forte impacto social, gerando emprego e renda para milhares de famílias. Cerca de 52% da produção estadual é oriunda da agricultura familiar, o que evidencia a importância de políticas públicas de apoio ao segmento.

Além do aspecto econômico, o parlamentar enfatiza o valor cultural da atividade leiteira em Orizona, que influencia tradições locais, eventos agropecuários e a identidade da população rural.

A matéria já está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Redação e está sob relatoria do deputado Anderson Teodoro (Avante).

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Matéria atualizada às 22h de 19/3/2026, para correção do nome do quadro do programa

O apresentador Luciano Huck desembarcou em Goiânia nesta quinta-feira (19/03), despertando a curiosidade de fãs. A visita à capital goiana tem um destino específico: a cidade vizinha de Aparecida de Goiânia, onde ele gravará uma entrega especial para o quadro “Familhão”, um dos novos sucessos de audiência do programa Domingão com Huck, da TV Globo.

Em suas redes sociais, Huck registrou o momento da chegada e não escondeu o entusiasmo de retornar ao estado. “Estou em Goiás. Estou indo para Aparecida de Goiânia. Eu adoro essa terra”, afirmou o apresentador em um vídeo curto, demonstrando o carinho que possui pelo público goiano.

A gravação foca na história de um morador local, cuja identidade ainda é mantida em sigilo pela produção, que recebeu a visita surpresa do apresentador por ter sido o grande sorteado do mês. Diferente de competições de perguntas e respostas, o Familhão funciona como um clube de benefícios por assinatura onde, mediante uma mensalidade de R$ 20,00 o participante concorre ao prêmio de R$ 1 milhão entregue em barras de ouro.

A presença de Huck em Aparecida de Goiânia faz parte da dinâmica da atração, que preza pelo perfil emocional ao mostrar a realidade, as raízes e a rotina das famílias contempladas em suas próprias comunidades.

Até o momento, a produção do programa mantém o perfil do participante sob sigilo para evitar spoilers e garantir a emoção da exibição oficial no Domingão com Huck. No entanto, sabe-se que, além do prêmio milionário, o quadro integra um modelo digital de fidelidade onde os assinantes convertem o valor investido em vantagens como recargas de celular e cupons de desconto.

A gravação realizada hoje em Aparecida de Goiânia registrará a entrega do prêmio e a história de vida do novo milionário goiano, prometendo fortes emoções para o público.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Pré-candidato à Presidência pelo Missão associa bolsonarismo a crimes e diz que seu partido é a “direita que tem vergonha na cara”

O coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) e pré-candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, afirmou nesta 5ª feira (19.mar.2026) que o senador Flávio Bolsonaro, tido como a principal liderança do PL para as eleições de 2026, “é um ladrão”.

Em entrevista ao Poder360 após o evento que marcou a filiação de Kim Kataguiri à nova legenda, em São Paulo, Renan afirmou que há uma divisão clara dentro da direita brasileira. “Existe hoje a direita pró-corrupção, que é a do Flávio Bolsonaro, e existe uma direita que tem vergonha na cara, que é a nossa”, disse. Em tom ainda mais agressivo, ele acusou diretamente o senador. “O Flávio é um ladrão, e eu vou mostrar para eles que ele é um ladrão”, declarou.

Renan Santos também afirmou ser superior aos demais pré-candidatos. “Sou uma pessoa mais inteligente que os outros pré-candidatos, com muita vantagem. Sou uma pessoa idônea, eles não são”, disse.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de apoiar outro candidato de direita no 2º turno, ele diz que não cogita uma derrota no 1º turno. “Eu não vou entrar numa guerra para perder. Eu vou trabalhar só para ganhar”, afirmou.

O pré-candidato destacou que sua estratégia eleitoral se baseia na exposição e no contato direto com eleitores, com viagens pelo país e participação em entrevistas.

Ele afirmou que já tem forte presença entre os jovens e aposta que ampliará sua base conforme se tornar mais conhecido. “No dia que todo mundo me conhecer, eu vou atropelar eles”, disse. Em março, uma pesquisa do Datafolha mostrou que o pré-candidato possui 10% das intenções de votos da geração Z (jovens entre 16 e 24 anos). Ao levar em conta todas as faixas etárias, porém, o líder do Missão não passa dos 3%.

Trajetória política

Renan Santos iniciou sua trajetória política em 2014 como um dos fundadores do MBL (Movimento Brasil Livre), juntamente com Alexandre Santos, Kim Kataguiri, Frederico Rahu e Gabriel Calamari, no qual liderou as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. 

Renan assumiu a presidência da nova legenda e é pré-candidato à Presidência da República para as eleições de 2026. Segundo pesquisas do Datafolha, Renan já alcança 10% das intenções de voto entre jovens de 16 a 24 anos). Uma das estratégias da legenda é focar no público da geração Z.

Durante anos, atuou articulador em negociações de alianças e candidaturas de membros do grupo em legendas como DEM, Patriota, Podemos e União Brasil. Ele coordenou também a elaboração do “Livro Amarelo”, documento que reúne as propostas de governo do grupo para o país. 

Sobre o Missão

O Missão é o braço partidário do MBL (Movimento Brasil Livre), aprovado pelo TSE no final de 2025 sob o número 14. Ele é a 1ª legenda criada no Brasil desde 2019 e surge com uma proposta liberal, defendendo um Estado enxuto, reforma administrativa e foco rigoroso na segurança pública, diretrizes reunidas no chamado “Livro Amarelo”.

Para as eleições de 2026, o partido planeja lançar candidatos a todos os cargos, buscando representatividade em todas as unidades da federação. O coordenador do partido, Renan Santos, é pré-candidato à Presidência da República. 

Atualmente, o grupo trabalha para finalizar ajustes técnicos no estatuto exigidos pela Justiça Eleitoral para garantir sua plena participação no próximo pleito.


Esta reportagem foi produzida pela estagiária de jornalismo Gabriella Santos sob supervisão do editor Guilherme Pavarin



Autor Poder360 ·


O deputado Delegado Eduardo Prado (PL) realizou na tarde desta quinta-feira, 19, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), sessão especial em homenagem a mulheres que atuam em carreiras jurídicas, com a entrega da Medalha Pedro Ludovico Teixeira, maior honraria do Parlamento Goiano e do Certificado do Mérito Legislativo.

A solenidade, segundo Prado, visa a reforçar o papel das profissionais em prol do desenvolvimento do Estado e na melhoria da vida do povo goiano. Além disso, foram concedidos títulos de Cidadania Goiana às delegadas de polícia Caroline Gonçalves Araújo e Tereza Eduarda da Silva Nabarro.

Fizeram parte da mesa diretiva dos trabalhos, além do deputado: a subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Sandra Mara Garberlini, representante do procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás, Cyro Terra Peres; a delegada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Trindade, Caroline Gonçalves Araújo; a delegada de polícia de Pontalina, Tereza Eduarda da Silva Nabarro; a subcoordenadora do Núcleo Especializado de Defesa e Promoção dos Direitos da Mulher, defensora pública Cristiana Maria Baptista Teixeira Conceição; a defensora pública do Estado de Goiás, Nathália Teles Lima de Morais; a presidente interina da Ordem dos Advogados do Brasil -seção Goiás (OAB-GO), Talita Hayasaki e a delegada de polícia do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais, Lara Soares Françoso de Castro.

Eduardo Prado agradeceu a oportunidade de homenagear “tantas mulheres guerreiras” durante a sessão especial, reforçando que, ao se destacar na carreira jurídica, elas se destacam no basilar da sociedade. Lembrou, ainda, que é presidente da Comissão de Segurança Pública da Casa e, também, presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, e colocou o gabinete à disposição de todas para sugerirem projetos de lei, acompanharem os mandatos dos deputados e tecerem críticas.

“Um dos projetos mais importantes do meu mandado saiu da sugestão de quatro mulheres que foram ao meu gabinete. Elas me contaram que mulheres surdas não tinham acompanhamento de tradutor do pré-natal até o parto, o que já gerou situações horríveis. Após isso, pude elaborar um projeto de lei, nesse sentido, que foi aprovado por esta Casa e sancionado pelo governador, para garantir um tradutor para essas mulheres surdas. Vocês têm essa sensibilidade de fazerem propostas que mudam a vida das pessoas”, frisou o parlamentar.

Desafios e lutas

Em seguida, a subprocuradora de Justiça, Sandra Mara Garberlini, destacou que o gesto de Eduardo Prado simboliza o reconhecimento à trajetória feminina – inviabilizada por muitos anos. “Às mulheres cabiam, no Brasil, tarefas mais ligadas à atividade doméstica do que à atividade intelectual. Os estudos, o voto e os cargos de destaque eram reservados aos homens e constituíam uma ideia muito distante às mulheres da época. As conquistas das mulheres são muito recentes, em termos históricos. As mulheres da carreira jurídica carregam consigo, não apenas o rigor técnico e a excelência profissional, mas também a coragem de transformar as estruturas”, pontuou.

Cidadãs Goianas

A mais nova cidadã do Estado de Goiás, a delegada Caroline Gonçalves Araújo, destacou a sua honra em receber o título, não apenas pelo reconhecimento, mas pelo significado agregado a ele. “Goiás não é meu Estado de nascimento, mas é, sem dúvida, a terra que me acolheu, me forjou e me ensinou, na prática, o sentido de servir. Ser delegada de polícia vai muito além de aplicar a lei, é estar todos os dias na linha de frente da dor humana, é olhar nos olhos das mulheres que chegam destruídas pela violência doméstica, muitas vezes silenciada por anos”, disse.

Caroline afirmou ainda não se tratar de uma trajetória fácil e glamorosa, mas recheada de propósito. “Ser reconhecida por esse trabalho é uma grande honra, mas também um lembrete do compromisso que assumi quando aceitei essa carreira: proteger, servir e nunca me omitir frente a injustiças. Hoje, como cidadã goiana, reforço esse compromisso”, finalizou.

Também agraciada, a delegada Tereza Eduarda da Silva Nabarro reforçou que ser cidadã goiana é motivo de profunda honra e gratidão. “Agradeço, em especial, ao deputado Delegado Eduardo Prado, pela sensibilidade e valorização de tantas mulheres incríveis que estão sendo homenageadas hoje. Premiar mulheres que se dedicam ao direito e à segurança pública não é apenas um ato simbólico, mas um instrumento concreto de incentivo à equidade, representatividade e ao fortalecimento institucional”, reforçou.

Participação e reconhecimento

Em tempo, a delegada Lara Soares Françoso de Castro parabenizou Eduardo Prado pela iniciativa, enaltecendo o trabalho de todas as colegas homenageadas na sessão. “O número de mulheres ainda é muito baixo nas carreiras jurídicas, mas cresce a cada ano. Estamos ocupando espaço que antes não ocupávamos. Desejo que cada vez mais que, nós mulheres, ocupemos espaços, principalmente de decisão”, afirmou Lara.

A presidente interina da OAB-GO, Talita Hayasaki, também enfatizou sua honra em poder representar a Ordem do Advogados na sessão solene desta tarde, principalmente por ocupar a presidência durante o mês de março. “É um mês que nos leva à reflexão e a Assembleia Legislativa, nos reunindo aqui, neste propósito, faz com que tenhamos a certeza de se tratar de um reconhecimento político, institucional e, acima de tudo, necessário”, declarou.

A defensora pública do Estado de Goiás, Nathália Teles Lima de Morais, representando as homenageadas da tarde, disse que a inciativa do parlamentar, de abrir espaço de fala para as mulheres, é louvável. “A Defensoria Pública, antes de tudo, busca acolher o ser humano, seja ele homem ou mulher, primário ou reincidente. Estamos sempre buscando abrir a porta da Justiça para as pessoas mais invisíveis da sociedade”, declarou a defensora pública.

Por fim, a subcoordenadora do Núcleo Especializado de Defesa e Promoção dos Direitos da Mulher, Cristiana Maria Baptista Teixeira Conceição, falou da dificuldade que as mulheres ainda possuem de ocupar funções e espaços públicos. “As mulheres não ocupam esses espaços, nem de forma rápida, nem de forma fácil. Nossas avós tinham a prioridade de educar os filhos homens e depender dos maridos para estudar. Gostaria de honrar a todas as mulheres que lutaram e batalharam para termos os espaços que temos hoje”, afirmou Cristiana.  

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás