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Empresa aumenta investimentos em segurança e infraestrutura para parceiros no país, ampliando o acesso aos Pontos de Apoio para condutores parceiros
Consolidada como um dos principais superapps do Brasil, a 99 expandiu a base de usuários para mais de 60 milhões em 2025, um aumento de 15,3% em relação aos cerca de 52 milhões registrados no ano anterior.
Para acompanhar a demanda em ascensão, a plataforma apresentou também avanço no número de condutores parceiros, que passou de 2,2 milhões para mais de 2,5 milhões no período. Representa uma alta de 13,6%, fortalecendo a capilaridade da operação no país, segundo dados da companhia.
De acordo com a 99, o crescimento também está associado a investimentos que visam a proporcionar mais segurança e conforto aos profissionais parceiros. Para cumprir essa diretriz, a empresa aportou R$ 145 milhões em recursos tecnológicos e ações de segurança em 2026. O montante é quase o dobro dos R$ 75 milhões alocados para esses mesmos fins em 2025.
Além da segurança digital, a 99 investe em estruturas físicas. A estratégia inclui o aporte de R$ 50 milhões em PDAs (Pontos de Apoio) para motoristas e entregadores. Gratuitos, esses espaços foram criados para garantir mais conforto, segurança e praticidade aos profissionais parceiros ao longo da jornada de trabalho. Nas instalações, há estacionamento para as motocicletas, área de descanso, hidratação, espaço para refeições com micro-ondas, banheiros, wi-fi e tomadas para recarga de celular.
A unidade mais recente é o Ponto de Apoio Paulo de Frontin, inaugurado em 16 de junho, no Rio de Janeiro. O local oferece, ainda, suporte para carregamento de bikes e motocicletas elétricas.
Ecossistema convergente
Segundo a plataforma, os números e o desempenho dos últimos anos refletem a evolução da 99 como um superapp que integra mobilidade, delivery de comida (99Food), entrega de objetos (99Entrega), conveniência (99Compras) e conta digital (99Pay) em um único ecossistema.
Além das múltiplas funções em um app convergente, os parceiros têm disponível uma variedade de serviços para elevar a renda. Um mesmo motociclista pode, por exemplo, trabalhar com delivery de alimentos, entregas ou transporte de pessoas e receber pela conta digital disponível no próprio app.
Capilaridade
Com presença em 8 a cada 10 municípios brasileiros, totalizando mais de 4.400 cidades, a companhia viabiliza mais de 3 bilhões de pedidos anuais no país. Realizou investimento de R$ 2 bilhões para ampliar a área de atuação.
Para sustentar a operação, expandiu a estrutura interna. De 2024 para 2025, o aumento nas contratações foi de 233,1% e, no comparativo entre 2025 e 2026, a alta alcança 36,6%. Atualmente, a empresa tem mais de 3.000 colaboradores.
A 99 também lidera a Aliança pela Mobilidade Sustentável, que atraiu mais de R$ 410 milhões em recursos para a descarbonização no Brasil. O movimento incentiva o uso de veículos elétricos, que podem reduzir em até 80% os custos operacionais para os condutores.
Este conteúdo foi produzido e pago pela 99. As informações e opiniões divulgadas são de total responsabilidade do autor.
Projeto de lei prevê criação de política de conscientização sobre uso de anabolizantes
Lidiane 17 de julho de 2026
A criação da Política Estadual de Conscientização e Prevenção aos Riscos do Uso Indevido de Hormônios, Esteroides Anabolizantes e Substâncias de Estímulo Estético ou Muscular é o objetivo do projeto de lei nº 11887/26, em tramitação na Casa de Leis.
A proposta visa a promover ações educativas, preventivas e de informação sobre os riscos à saúde física e psicológica decorrentes do uso indiscriminado das substâncias conhecidas como anabolizantes.
Além disso, busca conscientizar crianças, adolescentes e jovens acerca dos impactos cardiovasculares, hepáticos, reprodutivos, neurológicos e psicológicos associados ao uso dessas substâncias, com especial atenção ao período de desenvolvimento físico e hormonal.
A iniciativa também pretende combater a banalização e a normalização social do uso de substâncias hormonais para fins meramente estéticos, fomentada especialmente pelos meios de comunicação e pelas redes sociais.
De acordo com o texto do projeto, o uso indiscriminado de esteroides anabólico-androgênicos, hormônios de crescimento e outras substâncias para fins estéticos e de desempenho físico configura, atualmente, um grave problema de saúde pública no Brasil.
A proposta, de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB), está sob a análise do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Novos detalhes revelam a violência sofrida pelo jovem aprendiz de 16 anos agredido por um sargento da Polícia Militar dentro de uma loja de motopeças, em Catalão, na região Sudeste de Goiás. Além das agressões físicas e ameaças de morte, as imagens mostram que o policial tentou obrigar o adolescente a pedir demissão, fez ofensas ao patrão e à mãe da vítima e afirmou que “todo vagabundo trabalha com coisa de moto”. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (16), quando o menor havia acabado de chegar para abrir o estabelecimento onde trabalha há apenas três meses.
As câmeras de segurança registraram o momento em que a viatura para em frente à loja, por volta das 7h30. O policial entra no local, aborda o adolescente e inicia as agressões sob a justificativa de que o jovem estaria “encarando” a viatura. A vítima nega a acusação e tenta explicar que apenas havia chegado para trabalhar.
Mesmo após derrubar o adolescente no chão, o policial continua a agredi-lo com chutes e tapas. O jovem permanece ferido, sem qualquer reação, enquanto escuta novas ameaças. Em outro momento, o militar afirma: “Polícia aqui mata mais que o capeta. Ninguém encara polícia aqui no Goiás, não. Quem é você para encarar a polícia?”
As imagens ainda mostram o policial exigindo que o adolescente deixasse o emprego. Aos gritos, ele ordena: “Pede demissão para esse filho da p*** desse seu patrão”. Em seguida, pergunta se o jovem quer ajuda para ir embora. Assustado, o adolescente responde: “Vou pedir demissão. Vou ligar para o meu patrão agora.”
Segundo a vítima, ela nunca havia visto o policial antes daquele dia. O adolescente afirmou que aquele foi o primeiro contato entre os dois e que não entende o motivo da abordagem.
As ameaças continuaram mesmo quando o policial já se preparava para deixar a loja. Em outro trecho da gravação, ele afirma que, caso encontrasse o adolescente pilotando uma motocicleta pela cidade, não apreenderia o veículo, mas mataria o jovem. O militar também insultou a mãe da vítima durante a ação.
Antes de sair do estabelecimento, o sargento ainda arremessa uma cadeira na direção do adolescente, que permanece caído no chão e precisa se encolher para evitar ser atingido.
De acordo com a apuração, o jovem permaneceu caído dentro da loja por cerca de meia hora. Ele só recebeu ajuda quando uma colega de trabalho chegou na loja de motopeças e acionou o socorro. O adolescente sofreu ferimentos no rosto, passou por exame de corpo de delito e a mãe registrou boletim de ocorrência.
A Polícia Militar informou, por meio de nota, que tomou conhecimento dos fatos e adotou as medidas legais, administrativas e disciplinares para apurar a conduta do sargento, que foi encaminhado ao batalhão para ser ouvido. A corporação afirmou ainda que não compactua com desvios de conduta praticados por seus integrantes.
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O presidente da Câmara de Goiânia, vereador Romário Policarpo (Cidadania), apresentou duas propostas de emenda ao programa municipal Morar no Centro. O objetivo é ampliar o alcance do projeto, combinando estímulos econômicos, tributários e desburocratização para garantir uma ocupação duradoura e sustentável da região histórica.
A proposta original da prefeitura foca no caráter social, prevendo subsídios para o pagamento de aluguéis na região central da capital. As alterações propostas por Policarpo, elaboradas em parceria com o vereador Anselmo Pereira (MDB), mantêm essa essência, mas adicionam incentivos agressivos para atrair a iniciativa privada e novos moradores.
Atualmente, o projeto está na fase final de tramitação no Legislativo municipal. A expectativa é que o texto definitivo seja votado e encaminhado para a sanção do prefeito Sandro Mabel (União Brasil) logo após o recesso parlamentar, que termina em 11 de agosto.
“Queremos repovoar o Centro para que, a partir disso, o bairro possa oferecer vida própria, com a oferta dos serviços para os seus moradores”, diz o presidente da Câmara.
“É claro que é muito boa a ideia da prefeitura de criar o aluguel social para o Centro, mas vejo que ela ainda é muito tímida, e que é possível melhorar muito esse projeto”, afirma Policarpo.
Emendas cortam impostos e agilizam alvará para recuperar prédios históricos
A primeira emenda foca na redução de impostos para impulsionar novos investimentos. Ela prevê a redução da alíquota do ISS para 2% em serviços de engenharia e arquitetura no Centro, além de isenção total de ITBI para a compra de terrenos destinados a novos prédios residenciais e para quem adquire o seu primeiro imóvel na região.
O pacote também estimula a movimentação comercial das ruas por meio de incentivos no IPTU. Imóveis de uso misto ou que adotem a chamada “fachada ativa” — térreos ocupados por lojas, cafés e restaurantes — poderão receber até 10 anos de isenção do imposto. A mesma lógica se aplica à conservação do patrimônio histórico: donos de prédios tombados terão 50% de desconto no IPTU para manter os locais conservados, ou isenção total de cinco anos em caso de restauração completa ou retrofit.
A segunda emenda foca na desburocratização ao criar o Alvará de Aceite Especial. A medida concede o prazo de um ano para que edifícios da região central se regularizem com isenção total de taxas municipais. O benefício promete recolocar dezenas de imóveis comerciais e residenciais de volta ao mercado de forma rápida.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Mauro Vieira afirma que medidas carecem de justificativa comercial e critica exigências feitas durante negociações
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta 5ª feira (16.jul.2026) que o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil tem motivação política, e não comercial. Disse que o governo brasileiro manteve negociações com autoridades norte-americanas antes da adoção das sobretaxas e classificou como “inaceitáveis” as declarações recentes do secretário de Estado, Marco Rubio.
O chanceler falou por menos de 5 minutos no Palácio Itamaraty. A declaração foi acompanhada por negociadores de alto nível dos 2 países, entre eles o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Itamaraty, Maurício Lyrio, e o embaixador dos EUA para Assuntos Econômicos, Phillip Fox Gough.
Vieira afirmou que as investigações conduzidas pelos Estados Unidos com base na Seção 301 são “procedimentos unilaterais” e disse não haver justificativa para impor tarifas aos produtos brasileiros.
Segundo o ministro, desde março de 2025 o governo realizou mais de 30 reuniões presenciais, virtuais e por telefone em níveis presidencial, ministerial e técnico. Disse que houve 11 contatos com o secretário de Estado, Marco Rubio, e com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, incluindo encontros entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump.
Ao relembrar o início da disputa comercial, Vieira afirmou que a tarifa de 50% anunciada por Trump em julho de 2025 teve motivação política. Disse que a carta enviada pelo presidente norte-americano a Lula vinculava a sobretaxa ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e determinava a abertura da investigação com base na Seção 301.
O chanceler também criticou declarações publicadas por Rubio nas redes sociais. Segundo ele, o secretário de Estado fez ataques “grosseiros e arrogantes” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé”, declarou o secretário de Estado. “Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso”, completou. Depois do anúncio do tarifaço, Rubio responsabilizou diretamente o governo Lula pela aplicação das tarifas.
Vieira afirmou que, durante as negociações, os Estados Unidos fizeram exigências consideradas inaceitáveis pelo governo brasileiro, como a abertura irrestrita de setores da economia sem oferecer contrapartidas aos produtos nacionais. “Exigiam a capitulação”, declarou.
O ministro disse ainda que, apesar da motivação política das medidas, o Brasil participou das negociações desde a abertura da investigação, em julho de 2025, e apresentou defesas formais ao governo norte-americano.
Também rejeitou as justificativas apresentadas por Washington para a investigação. Classificou como “descabidas” as acusações sobre o Pix e afirmou que as alegações relacionadas ao desmatamento “não têm lastro na realidade”. Segundo ele, nenhuma das acusações usadas para embasar as tarifas tem fundamento.
INVESTIGAÇÃO COMERCIAL
A tarifa de 25% foi proposta em 1º de junho de 2026, depois de o USTR concluir a investigação com base na Seção 301 contra o Brasil. O governo norte-americano apresentou a medida como resposta ao que considera práticas comerciais injustas.
O documento do USTR lista como alvos da investigação temas como Pix, comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Uma das conclusões aponta que o Brasil adota políticas públicas que favorecem o Pix e colocam empresas norte-americanas do setor de pagamentos eletrônicos em “desvantagem injusta”.
Em 6 e 7 de julho, o USTR realizou audiência pública antes da decisão final sobre a proposta de impor tarifa de 25%. O governo Lula decidiu não enviar representantes para discursar. Participaram apenas integrantes da Embaixada do Brasil em Washington, na condição de observadores.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), participou do 2º dia da audiência. O depoimento, no entanto, pouco contribuiu para mudar a decisão de Donald Trump (Partido Republicano).
Equipes técnicas dos 2 governos realizaram diversas reuniões do grupo de trabalho criado para conduzir as negociações. Também houve 5 reuniões de alto nível com o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. A mais recente foi realizada na 3ª feira (14.jul), 2 dias antes do anúncio do novo tarifaço.
O Planalto considera as tarifas “injustas” e retirou temas como o Pix da mesa de negociação.
Em 13 de julho, Lula disse que não haveria novo tarifaço. Não explicou o motivo da avaliação.
1º TARIFAÇO
As primeiras tarifas dos EUA foram impostas em 2 de abril de 2025. Trump estabeleceu tarifas recíprocas com base inicial de 10% para 125 países, incluindo o Brasil. Ao todo, 185 nações e territórios foram afetados pela medida, que, segundo o governo norte-americano, buscava reduzir o déficit comercial do país.
À época, Trump afirmou que a taxação seria necessária porque “cidadãos norte-americanos trabalhadores foram forçados a ficar à margem enquanto outras nações enriqueciam e se tornavam poderosas”.
Em 15 de novembro, Washington formalizou a redução de tarifas de importação sobre carne bovina, café, tomate e banana, entre outros produtos. O decreto assinado por Trump cancelou a tarifa recíproca de 10% imposta inicialmente em abril, mas manteve uma taxa adicional de 40%, decretada em agosto.
Em 20 de novembro, os Estados Unidos revogaram a tarifa de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, como carne, café e frutas. Essa foi a última medida adotada em 2025 em relação ao Brasil.
Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu —por 6 votos a 3— que as tarifas globais impostas por Trump eram ilegais. No mesmo dia, o presidente assinou decreto para impor tarifa global de 10% a todos os países.
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Festa do Produtor de Orizona pode integrar o calendário oficial de Goiás
Lidiane 16 de julho de 2026
O projeto de lei nº 13651/26 tem como objetivo a inclusão da Festa do Produtor de Orizona no Calendário Cívico, Cultural e Turístico do Estado de Goiás. A iniciativa prevê que o evento seja realizado, anualmente, no segundo fim de semana do mês de junho, no município de Orizona, em data definida pela organização da festividade.
A proposta tem como objetivo reconhecer a relevância histórica, cultural, econômica e social da Festa do Produtor, considerada uma das principais celebrações do município e um importante instrumento de valorização da atividade agropecuária goiana. O evento reúne produtores rurais, famílias, empresários, estudantes e visitantes de diversas regiões do Estado, fortalecendo a identidade do setor produtivo e das tradições do campo.
O texto do projeto de lei aponta que Orizona possui expressiva vocação agropecuária, sendo reconhecida como uma das principais bacias leiteiras de Goiás e referência nacional na produção rural.
De acordo com a proposta, a festividade contribui para a preservação das tradições culturais do município por meio de exposições, atividades técnicas, apresentações culturais e shows artísticos, promovendo o turismo rural, movimentando o comércio local e estimulando a geração de emprego e renda.
A matéria, de autoria do deputado Cristóvão Tormin (PRD), será analisada na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) após o recesso parlamentar.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
O corretor de imóveis Cléber Luiz Thomaz de Aquino, de 52 anos, morreu na noite desta terça-feira (14/7) após sofrer um mal súbito enquanto utilizava a esteira de uma academia no Setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia. O caso gerou forte comoção entre frequentadores do estabelecimento, amigos e familiares do profissional.
Segundo o Corpo de Bombeiros, quando a equipe de resgate chegou à academia, Cléber já estava em parada cardiorrespiratória há cerca de 15 minutos. Ele recebia os primeiros socorros e compressões torácicas por parte dos profissionais de educação física do local, que tentaram reanimá-lo imediatamente após o colapso.
“A guarnição assumiu o atendimento, instituindo o protocolo de reanimação cardiopulmonar (RCP), o qual foi mantido até a chegada da Unidade de Suporte Avançado do Samu”, informaram os militares.
A equipe médica do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) deu continuidade às manobras de emergência com equipamentos avançados, mas não houve resposta aos estímulos e o óbito do corretor foi constatado ainda no interior do estabelecimento.
Em nota oficial, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-GO) manifestou profundo pesar pelo falecimento de Cléber e prestou condolências aos parentes e colegas de profissão. A academia Oficial Training também lamentou a fatalidade, prestou solidariedade aos familiares e suspendeu todas as suas atividades nesta quarta-feira (15/7) em sinal de luto.
Nas redes sociais, a partida precoce do corretor — que havia comemorado aniversário de 52 anos há apenas uma semana — foi bastante lamentada.
“Vai fazer muita falta, era uma pessoa muito querida”, desabafou Dallylla Camilo, amiga próxima de Cléber, que ressaltou o quanto ele estava feliz nos últimos dias.
O velório do corretor de imóveis foi realizado na manhã desta quarta-feira (15/7), na funerária Pax Domino, em Goiânia. O sepultamento foi agendado para o cemitério Parque Memorial, também na capital.
Como prevenir episódios de mal súbito durante atividades físicas
Casos de mal súbito em academias acendem o alerta para a necessidade de exames médicos preventivos antes de iniciar ou intensificar os treinos. A avaliação cardiológica detalhada, que inclui exames como o teste ergométrico e o eletrocardiograma, é indispensável para identificar cardiopatias silenciosas e predisposições a arritmias graves, garantindo que o esforço físico seja feito dentro de limites seguros.
Além do check-up médico, especialistas recomendam que os praticantes fiquem atentos a sinais de alerta do corpo, como tonturas, dores no peito, falta de ar desproporcional e palpitações durante o esforço, interrompendo o exercício imediatamente caso surjam. Para os estabelecimentos esportivos, manter equipes treinadas em reanimação cardiopulmonar e dispor de um Desfibrilador Externo Automático (DEA) são medidas cruciais para salvar vidas nos primeiros minutos de uma emergência.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Saiba quais produtos brasileiros serão afetados pelo novo tarifaço dos EUA
Lidiane 16 de julho de 2026
Medida estabelece sobretaxa de 25% a partir de 22 de julho; café, carne bovina e petróleo ficaram fora da lista
Os Estados Unidos divulgaram na 4ª feira (15.jul.2026) os produtos brasileiros que ficarão sujeitos à tarifa adicional de 25% anunciada pelo governo de Donald Trump (Partido Republicano). A medida, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, entra em vigor em 22 de julho e faz parte de uma investigação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre possíveis práticas comerciais consideradas prejudiciais aos EUA. Eis a íntegra do comunicado, em inglês (PDF – 1,2 MB).
O tarifaço provocou reação do governo brasileiro. O Planalto classificou a decisão como um “marco lastimável” nas relações entre os 2 países e afirmou que adotará medidas com base na Lei de Reciprocidade, além de recorrer ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC (Organização Mundial do Comércio). Eis a íntegra do comunicado (PDF – 167 KB)
Segundo o governo norte-americano, a investigação levou em consideração temas como o Pix, a regulação de plataformas digitais, políticas ambientais, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e barreiras comerciais. O governo brasileiro contestou as acusações e afirmou que apresentou argumentos ao USTR para rebater as alegações.
Principais produtos brasileiros afetados pelo tarifaço:
- Etanol;
- Calçados;
- Vestuário;
- Açúcar orgânico;
- Papel;
- Máquinas agrícolas;
- Equipamentos de mineração;
- Ferramentas de jardinagem;
- Maquinário elétrico;
- Bens de capital;
- Produtos químicos diversos;
- Itens industriais processados;
- Manufaturados em geral.
A lista divulgada pelos EUA estabelece exceções para alguns produtos brasileiros. Entre os itens que não terão a cobrança adicional estão carne bovina, café, laranjas e sucos de laranja, petróleo bruto, gás natural, produtos farmacêuticos e aeronaves civis. Por outro lado, produtos como etanol, máquinas agrícolas, calçados e itens industriais ficarão sujeitos à tarifa adicional de 25%.
Principais produtos brasileiros isentos da tarifa de 25%:
- Carne bovina;
- Café;
- Petróleo bruto e gás natural;
- Laranjas e sucos de laranja;
- Peixes e crustáceos;
- Castanhas;
- Mel orgânico;
- Celulose de madeira;
- Pastas químicas de madeira;
- Determinados produtos de madeira tropical;
- Alguns minérios;
- Ferro-gusa;
- Produtos metálicos considerados estratégicos para cadeias produtivas norte-americanas;
- Aeronaves civis, motores e componentes aeroespaciais;
- Helicópteros;
- Motores aeronáuticos e componentes do setor aeronáutico;
- Produtos farmacêuticos e ingredientes químicos para uso farmacêutico;
- Semicondutores e máquinas para fabricação.
A tarifa não será aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil em direção aos Estados Unidos antes da entrada em vigor da medida. O governo norte-americano afirmou que poderá revisar a lista de produtos afetados conforme o andamento das negociações com o Brasil.
Atualização da lei goiana sobre agrotóxicos para aprimorar fiscalização e adequar norma às diretrizes federais está em vigor
Lidiane 16 de julho de 2026
A sanção da Lei nº 24.389, de 29 de junho de 2026, estabeleceu novidades na cadeia logística e regulatória de agrotóxicos em Goiás. Autorizada pelo Parlamento goiano no final do mês de junho, a iniciativa é da Governadoria.
O texto adequa a norma estadual sobre produção, armazenamento, comércio, transporte interno, utilização, destino final de resíduos e embalagens, inspeção e fiscalização de agrotóxicos, de seus componentes e afins a recentes diretrizes estabelecidas por marcos regulatórios nacionais, as leis federais nº 15.070/2024 e nº 14.785/2023.
Excluir os bioinsumos da legislação de Goiás sobre agrotóxicos, atualizar conceitos e ajustar as competências da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) quanto ao cadastro estadual de agrotóxicos são algumas das mudanças promovidas pela matéria.
Destacam-se também o aperfeiçoamento da classificação das infrações previstas na lei goiana vigente, além da atualização e da redistribuição de penalidades relativas ao uso de agrotóxicos, visando a facilitar atividades fiscalizatórias.
Na justificativa da proposição enviada à Assembleia Legislativa de Goiás, o governador Daniel Vilela (MDB) afirmou que a incoerência entre o que se dispõe a nível federal e a nível estadual resulta em insegurança jurídica e conflitos legais.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A Câmara de Goiânia aprovou em definitivo, nesta terça-feira (14/7), o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. A proposta do Executivo estima receitas e despesas equilibradas em R$ 11,4 bilhões para o próximo ano. Contudo, o grande destaque da votação foi a articulação política que diminuiu o poder de remanejamento do prefeito de 30% para 23% do orçamento, exigindo aprovação prévia do Legislativo caso queira movimentar valores acima desse limite.
Outra mudança de peso, articulada pelo presidente da Casa, Romário Policarpo (Cidadania), alterou as regras das emendas impositivas — recursos voltados para obras e serviços solicitados diretamente pela população. O percentual foi travado em exatos 2% da receita corrente líquida, removendo o termo “até 2%” da redação original enviada pela prefeitura, o que ameaçava encolher a cota dos vereadores.
“Às vezes, algumas palavras mudam, uma pequena palavra muda totalmente o contexto da matéria. E a gente fez essa emenda retirando essa palavra, esse trecho, porque a gente entendia que esse trecho prejudicava frontalmente as atividades legislativas dos parlamentares no que diz respeito às emendas impositivas. Os vereadores apresentam as demandas em locais onde têm maior ligação, sendo a forma mais próxima de a sociedade participar do orçamento público. Por isso, entendemos que esses 2% eram necessários”, declarou Policarpo.
Além do limite ao Executivo e do ajuste nas emendas, o projeto incluiu a destinação de R$ 1 milhão para a assistência ao idoso, fruto de emenda da vereadora Daniela da Gilka (PRTB), e a implantação do Fundo Municipal do Turismo, proposto pelo relator Léo José (SD) — que também barrou 62 outras propostas de alteração. O texto final traz ainda a estimativa de R$ 310 milhões em empréstimos para a expansão do Parque Macambira Anicuns.
Toda a matéria segue para o crivo do prefeito Sandro Mabel, que decidirá sobre a sanção ou veto após análises técnicas, de acordo com o líder do governo, Wellington Bessa (Mobiliza).
“A LDO obedece estritamente ao caráter técnico. Então, qualquer decisão sobre sanção ou não vai depender da análise por parte da Secretaria de Finanças. Após a secretaria dar parecer, haverá a sanção ou não”, afirma Bessa.
Educação e Saúde concentram R$ 4,3 bilhões no próximo ano
A área social e a infraestrutura urbana serão o centro das atenções no orçamento de Goiânia para 2027. Das doze áreas planejadas, a Educação lidera a previsão de recursos com R$ 2,3 bilhões, seguida de perto pela Saúde, com R$ 2 bilhões. Juntas, as duas pastas concentram R$ 4,3 bilhões para garantir a melhoria e o funcionamento dos serviços básicos no município.
A mobilidade e a infraestrutura também ganharam espaço prioritário na divisão orçamentária. As ações de Infraestrutura e Saneamento Básico terão R$ 1,1 bilhão para obras de conservação urbana, enquanto o Trânsito e o Transporte Público contarão com R$ 560,7 milhões para investimentos no sistema viário.
Recesso – Com a votação concluída, a Câmara de Goiânia entra em recesso parlamentar nesta quarta-feira (15/7), retomando as sessões no dia 11 de agosto. A parte administrativa do prédio continuará ativa durante o período, com funcionamento das 7h às 13h.
Autor Manoel Messias Rodrigues







